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<title><![CDATA[RSS CLIPPING ABRAS - Carnes / Peixes]]></title>
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<description><![CDATA[Bem vindo ao canal de RSS do Clipping ABRAS - Carnes / Peixes]]></description>
<image><title><![CDATA[RSS Portal ABRAS Feed]]></title>
<link>https://www.abras.com.br</link>
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<language>pt-Br</language>
<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 15:03:36 -0300</pubDate>
<item>
<title><![CDATA[Consumo de pescado cresce 65% no Brasil desde 2004]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//consumo-de-pescado-cresce-65-no-brasil-desde-2004</link>
<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 11:21:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">A Semana do Pescado chega &agrave; sua 20&ordf; edi&ccedil;&atilde;o com o intuito de ampliar ainda mais o consumo de pescado no Brasil. Desde a primeira edi&ccedil;&atilde;o, em 2004, o evento criado pelo Minist&eacute;rio da Pesca e, atualmente, sob a organiza&ccedil;&atilde;o do setor privado, viu aumentar o consumo de 6,5 quilos por habitante ao ano para 10 quilos por habitante/ano hoje.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"D&aacute; um aumento de 65%\", disse nesta quinta-feira (17) &agrave; Ag&ecirc;ncia Brasil o presidente do International Fish Congress &amp; Fish Expo Brasil (IFC Brasil) e membro da coordena&ccedil;&atilde;o nacional do evento, Altemir Gregolin. O objetivo da Semana do Pescado, a ser realizada em todo o pa&iacute;s no per&iacute;odo de 1&ordm; a 15 de setembro pr&oacute;ximo, &eacute; tornar o consumo de pescado uma pr&aacute;tica cotidiana do brasileiro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Segundo Gregolin, dois fatores contribuem neste sentido. O primeiro diz respeito ao fato de a iniciativa, criada pelo governo e, agora, coordenada pelo setor privado, ter se perpetuado por 20 anos. \"S&oacute; esse fato mostra a import&acirc;ncia que o evento tem para o setor e para o aumento do consumo\". O ex-ministro informou que a meta &eacute; aumentar em 30% o consumo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s semanas normais, com o evento sendo realizado em todos os estados brasileiros. \"Descentralizar mais, chegar nos pequenos e m&eacute;dios munic&iacute;pios, dar capilaridade nacional &agrave; Semana do Pescado.\"</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A perspectiva de descentraliza&ccedil;&atilde;o vem sendo trabalhada nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Gregolin observou que na semana deste ano, o objetivo &eacute; maior. \"Al&eacute;m das capitais, a meta &eacute; o interior. Em todos os estados h&aacute; coordenadores, e as superintend&ecirc;ncias do Minist&eacute;rio da Pesca est&atilde;o trabalhando nos estados, bem como as entidades do setor. A ideia &eacute; fazer chegar o pescado onde ele n&atilde;o chegava.\" Segundo Gregolin, essa possibilidade &eacute; maior porque mais empresas entraram no setor e fazem com que o pescado chegue nas pequenas cidades.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Entraves</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />Um dos entraves observados nos anos anteriores era que os consumidores diziam que n&atilde;o consumiam porque n&atilde;o havia onde comprar. Isso est&aacute; sendo superado com a amplia&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de pontos de venda nas cidades onde o pescado chega.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"O que a gente faz &eacute; envolver o setor produtivo, desde a pesca artesanal, que tem capilaridade nacional, a piscicultura, os produtores de camar&atilde;o, empresas que processam e distribuem. De outro lado, quem faz a venda, que s&atilde;o os bares e restaurantes e a rede de supermercados\". Gregolin lembrou que a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados (Abras) tem 94 mil lojas no pa&iacute;s. \"Isso &eacute; uma capilaridade gigante. Se a gente conseguir mobilizar todo esse contingente, a gente faz o consumo bombar\".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O evento pretende ampliar tamb&eacute;m as informa&ccedil;&otilde;es para os consumidores, focadas principalmente em qualidade, em saber como escolher as esp&eacute;cies. Ao contr&aacute;rio do frango e do su&iacute;no, o pescado tem a particularidade de apresentar uma variedade de peixes. \"Um dos entraves para o consumo &eacute; que muitas pessoas n&atilde;o sabem escolher, n&atilde;o sabem qual &eacute; a esp&eacute;cie, se est&aacute; boa para o consumo\". Apesar disso, segundo o coordenador do evento, na &uacute;ltima d&eacute;cada, a qualidade tem melhorado muito porque as empresas t&ecirc;m modernizado os processos e aperfei&ccedil;oado a qualidade dos produtos, bem como a fiscaliza&ccedil;&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos sobre o pescado tem aumentado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"Hoje, voc&ecirc; tem a seguran&ccedil;a de ter um produto de melhor qualidade para o consumo\". Material de propaganda da semana ser&aacute; em todos os estados, nas lojas de supermercados, nos bares e restaurantes, para dar visibilidade ao evento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O presidente do IFC Brasil destacou que cada regi&atilde;o brasileira tem esp&eacute;cies mais consumidas e mais difundidas. S&oacute; de peixes de cultivo h&aacute; cerca de 20 esp&eacute;cies, embora algumas se destaquem entre as demais, como &eacute; o caso da til&aacute;pia, do camar&atilde;o, do tambaqui. Ele destacou que o aumento do consumo no mercado brasileiro &eacute; relevante n&atilde;o s&oacute; para a quest&atilde;o da sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m porque puxa para cima a produ&ccedil;&atilde;o. O aumento de 65% no consumo em 20 anos refletiu em expans&atilde;o de 60% na produ&ccedil;&atilde;o. \"E, mesmo assim, esse aumento da produ&ccedil;&atilde;o n&atilde;o atendeu a demanda de pescado\". Peixes como salm&atilde;o e bacalhau n&atilde;o s&atilde;o produzidos no Brasil, cuja balan&ccedil;a comercial &eacute; negativa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Balan&ccedil;a comercial</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />At&eacute; 2006, a balan&ccedil;a comercial era positiva para o Brasil. Ou seja, o pa&iacute;s exportava mais do que importava. A partir dessa data, com o aumento do consumo, a balan&ccedil;a comercial ficou negativa. Em 2022, o pa&iacute;s importou US$ 1,4 bilh&atilde;o em pescado, contra US$ 300 milh&otilde;es exportados. \"Significa que n&oacute;s somos um pa&iacute;s gigantesco, com infinidade de esp&eacute;cies e um potencial gigante, mas ainda deficit&aacute;rio.\"</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Gregolin argumentou que se o Brasil aumentar um quilo de pescado por habitante/ano, isso representa 200 mil toneladas de produto processado. \"Se a gente for transformar isso em peixe vivo, s&atilde;o 500 mil toneladas a mais que temos que produzir. Veja o potencial gigante do nosso mercado\", disse, lembrando que o Brasil &eacute; o quarto maior produtor de til&aacute;pia do mundo, atr&aacute;s da China, Indon&eacute;sia e Egito.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com estimativa da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Pescados (Abipesca), o Produto Interno Bruto (PIB) da aquicultura e da pesca alcan&ccedil;a R$ 25 bilh&otilde;es. Segundo Gregolin, economicamente, ainda &eacute; uma fra&ccedil;&atilde;o pequena do PIB nacional, mas tem grande potencial em fun&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.O pescado beneficia toda uma cadeia que engloba mais de um milh&atilde;o de pescadores, 300 mil aquicultores e gera 16 mil empregos diretos na ind&uacute;stria.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O pico do consumo ocorre durante a Semana Santa, entre mar&ccedil;o e abril. Depois h&aacute; queda at&eacute; agosto ou setembro, quando o consumo de peixe &eacute; retomado. A Semana do Pescado foi pensada para alavancar o consumo no segundo semestre. O sonho, por&eacute;m, &eacute; ter consumo o ano todo, externou o ex-ministro da Pesca.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Os maiores fornecedores de pescados reunidos em um único local]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//os-maiores-fornecedores-de-pescados-reunidos-em-um-nico-local</link>
<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 10:38:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: small;\"><em style=\"font-weight: normal;\">Conhe&ccedil;a os maiores fornecedores de peixes e frutos do mar para abastecer seu supermercado na Seafood Show Latin America, a principal feira de neg&oacute;cios do pescado</em></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A Seafood Show Latin America &eacute; feira de neg&oacute;cios focada na comercializa&ccedil;&atilde;o de pescado, onde se encontram os principais profissionais do setor, do Brasil e do continente. O lugar certo para voc&ecirc; encontrar marcas nacionais e internacionais para ampliar a oferta de peixes e frutos do mar no seu supermercado. O evento acontece no Centro de Eventos Pro Magno, de 24 a 26 de outubro, e re&uacute;ne todo o mercado para a exposi&ccedil;&atilde;o de mais de 100 marcas. Al&eacute;m disso, h&aacute; extensa programa&ccedil;&atilde;o com conte&uacute;do de mercado para impulsionar o consumo e atualizar as tend&ecirc;ncias do setor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Encontre fornecedores, conhe&ccedil;a produtos, fa&ccedil;a parcerias para abastecer seu supermercado e ofertar mais variedades aos seus clientes. A participa&ccedil;&atilde;o &eacute; garantida pela<a href=\"https://seafoodshow.com.br/credenciamento/\">&nbsp;inscri&ccedil;&atilde;o no link</a>. Na Seafood Show Latin America &eacute; poss&iacute;vel encontrar rodutos frescos, congelados, enlatados, pr&eacute;-preparados, processados, al&eacute;m de derivados como &oacute;leo, farinha e utens&iacute;lios.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Conhe&ccedil;a mais sobre o evento:<a href=\"https://www.youtube.com/watch?v=BbHzbZiqMfM\">&nbsp;SEAFOOD SHOW LATIN AMERICA</a>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Acompanhe nossas redes sociais do evento e fique atualizado com todas as novidades.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Linkedin:&nbsp;<a href=\"https://www.linkedin.com/company/seafoodshow/\">https://www.linkedin.com/company/seafoodshow/</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Instagram:&nbsp;<a href=\"https://www.instagram.com/seafoodshowbr\">https://www.instagram.com/seafoodshowbr</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Amplie a variedade de peixaria no seu supermercado]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//amplie-a-variedade-de-peixaria-no-seu-supermercado</link>
<pubDate>Thu, 11 May 2023 16:57:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"font-size: small;\">Principal feira de neg&oacute;cios do pescado, a Seafood Show Latin America re&uacute;ne representantes de todo o continente</span></em></h4>
<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na Seafood Show Latin America, voc&ecirc; vai encontrar marcas nacionais e internacionais para ampliar a oferta de peixes e frutos do mar no seu supermercado. De 24 a 26 de outubro no Pro Magno, em S&atilde;o Paulo, a feira de neg&oacute;cios focada na comercializa&ccedil;&atilde;o de pescado re&uacute;ne todo o mercado para impulsionar o consumo e atualizar as tend&ecirc;ncias do setor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Essa &eacute; a oportunidade de encontrar fornecedores, conhecer produtos e fechar parcerias para abastecer seu supermercado e ofertar mais variedades aos seus clientes. Tamb&eacute;m vai encontrar produtos frescos, congelados, enlatados, pr&eacute;-preparados, processados, al&eacute;m de derivados como &oacute;leo, farinha e utens&iacute;lios. Tudo direto do fornecedor. Um verdadeiro supermercado de op&ccedil;&otilde;es para voc&ecirc;, supermercadista, abastecer o estoque da peixaria do seu neg&oacute;cio.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style=\"font-size: small;\">Neg&oacute;cios, networking e conhecimento</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">S&atilde;o tr&ecirc;s dias de exposi&ccedil;&atilde;o e mais de 30 horas de programa&ccedil;&atilde;o para atualiza&ccedil;&atilde;o sobre temas comerciais e relevantes para o desenvolvimento do setor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O evento proporciona um ambiente exclusivo para neg&oacute;cios entre profissionais do segmento, al&eacute;m de experi&ecirc;ncias gastron&ocirc;micas espec&iacute;ficas com peixes e frutos do mar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[O autêntico Noruega  sabor premium único e alto rendimento]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//o-autntico-noruega-sabor-premium-nico-e-alto-rendimento</link>
<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 10:57:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"font-size: small;\">Seafood from Norway &eacute; a marca representada pelo Conselho Noruegu&ecirc;s da Pesca, que &eacute; s&iacute;mbolo de origem e da qualidade dos produtos exportados pela Noruega para o mundo todo</span></em></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A P&aacute;scoa est&aacute; chegando e reunir a fam&iacute;lia &agrave; mesa no tradicional almo&ccedil;o, n&atilde;o pode faltar uma das estrelas da data, o aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega. O Gadus morhua &eacute; um peixe extremamente vers&aacute;til, ideal para v&aacute;rias receitas. O seu sabor premium &eacute; &uacute;nico &eacute; fruto de condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas ideais e uma pesca sustent&aacute;vel nos mares frios e cristalinos dos mares da Noruega.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No Brasil, o aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega, o Gadus morhua, e os peixes salgados secos da Noruega s&atilde;o comercializados em redes de supermercados, emp&oacute;rios, mercados p&uacute;blicos e importadores sob a chancela do Seafood from Norway, marca s&iacute;mbolo da origem e qualidade de todos os produtos do mar da Noruega, tanto na aquicultura quanto selvagem, extra&iacute;dos do habitat ideal. Por meio de um trabalho do Conselho Noruegu&ecirc;s da Pesca, que visa ampliar a import&acirc;ncia de conhecer a origem do produto que o consumidor est&aacute; levando para casa. Na hora da compra, &eacute; importante se atentar ao selo de origem ou perguntar ao vendedor nos pontos de venda para ter certeza de que est&aacute; levando o aut&ecirc;ntico da Noruega para casa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Assim como o Gadus morhua, considerado o bacalhau mais nobre do mundo, o pa&iacute;s n&oacute;rdico tamb&eacute;m exporta para o Brasil os peixes salgados secos da Noruega, Saithe, Zarbo e Ling, que dever&atilde;o ser identificados corretamente nos pontos de venda.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O Gadus morhua e os peixes salgados secos da Noruega, Saithe, Zarbo e Ling s&atilde;o peixes altamente vers&aacute;teis e com alto rendimento, sabor e textura perfeitos, pois todas as partes dos peixes podem ser utilizadas em diferentes preparos, j&aacute; que para cada parte dos peixes, h&aacute; uma receita diferente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os cortes centrais (altos) s&atilde;o os lombos, parte mais alta e nobre, ideal para assar e grelhar, al&eacute;m de serem &oacute;timos para receitas que utilizem o peda&ccedil;o inteiro, depois de assado, grelhado ou cozido. Esse corte solta p&eacute;talas claras e tenras, que deixam os pratos bem bonitos.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />Os peda&ccedil;os abaixo dos lombos s&atilde;o as postas m&eacute;dias, tamb&eacute;m conhecidas como fil&eacute;s, perfeita para serem consumidas inteiras ou tamb&eacute;m em p&eacute;talas. &Eacute; uma &oacute;tima op&ccedil;&atilde;o para ser consumido em churrasco.<br />As partes mais extremas das laterais e a mais pr&oacute;xima ao rabo, s&atilde;o as postas finas, que ap&oacute;s dessalgadas podem ser retiradas p&eacute;talas e at&eacute; mesmo desfiadas para o preparo de in&uacute;meras receitas.<br />J&aacute; o rabo e a pele tamb&eacute;m podem ser utilizados para o preparo de caldos, que v&atilde;o deixar in&uacute;meras prepara&ccedil;&otilde;es com um sabor incr&iacute;vel.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na Noruega, o trabalho artesanal da pesca, salga e secagem, &eacute; aperfei&ccedil;oado por s&eacute;culos de experi&ecirc;ncia. O pa&iacute;s trabalha no setor de frutos do mar usando conhecimento e experi&ecirc;ncia na busca de produtos da mais alta qualidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para saber mais sobre o aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega, acesse&nbsp;<a href=\"http://www.bacalhaudanoruega.com.br/\">nosso site</a>&nbsp;e as redes sociais:&nbsp;<a href=\"http://bacalhaudanoruegabrasil/\">Instagram</a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"http://bacalhaudanoruega/\">Facebook</a>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Produção de proteína animal cresce no 3º trimestre]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//produo-de-protena-animal-cresce-no-3-trimestre</link>
<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 11:31:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"font-size: small;\">Segmento registra recorde no abate de su&iacute;nos e na produ&ccedil;&atilde;o de ovos de galinha</span></em></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A produ&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;na animal est&aacute; em alta no pa&iacute;s. No 3&ordm; trimestre, o abate de bovinos, su&iacute;nos e frango cresceu, assim como a produ&ccedil;&atilde;o de ovos. A aquisi&ccedil;&atilde;o de leite tamb&eacute;m cresceu no per&iacute;odo, mas ainda n&atilde;o repos a perda do ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No 3&ordm; trimestre de 2022, o abate de bovinos aumentou 11,9%, o de su&iacute;nos cresceu 5,0% e o de frangos subiu 0,9% ante o mesmo per&iacute;odo de 2021. Na compara&ccedil;&atilde;o com 2&ordm; trimestre de 2022, o abate de bovinos teve aumento de 6,3%, o de su&iacute;nos cresceu 2,4% e o de frangos subiu 3,1%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em rela&ccedil;&atilde;o aos su&iacute;nos, foram registrados os melhores resultados do abate para os meses de julho, agosto e setembro (14,45 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as), alcan&ccedil;ando o patamar trimestral mais elevado da s&eacute;rie hist&oacute;rica, iniciada em 1997.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A aquisi&ccedil;&atilde;o de leite foi de 6,10 bilh&otilde;es de litros, com queda de 1,7% ante o 3&ordm; trimestre de 2021 e aumento de 11,1% frente ao trimestre imediatamente anterior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">J&aacute; a aquisi&ccedil;&atilde;o de pe&ccedil;as de couro pelos curtumes subiu 6,7% frente ao 3&ordm; trimestre de 2021, aumentando 6,6% em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre imediatamente anterior, somando 7,99 milh&otilde;es de pe&ccedil;as inteiras de couro cru.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Foram produzidas 1,02 bilh&atilde;o de d&uacute;zias de ovos de galinha no 3&ordm; trimestre deste ano, superando em 857 mil d&uacute;zias o recorde anterior da pesquisa, do 3&ordm; trimestre de 2020. A marca foi 0,5% maior que a do mesmo trimestre de 2021 e representa crescimento de 1,2% em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre imediatamente anterior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Bacalhau da Noruega, a melhor receita para o fim de ano]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//bacalhau-da-noruega-a-melhor-receita-para-o-fim-de-ano</link>
<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 11:33:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Saiba mais sobre o pescado que &eacute; considerado o prato tradicional para o Natal ou R&eacute;veillon</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">As festas de fim de ano est&atilde;o se aproximando e o que mais combina com estas datas &eacute; o prato favorito de muito, o bacalhau. O aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega &eacute; o Gadus morhua, considerado o mais nobre do mundo, &eacute; perfeito para v&aacute;rias receitas, porque possui um sabor e textura perfeitos. Neste artigo, vamos mostrar um pouco sobre este pescado e suas qualidades, al&eacute;m de apresentar formas de prepar&aacute;-lo para orientar melhor o seu cliente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Conhe&ccedil;a o Bacalhau da Noruega</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O cardume do Bacalhau da Noruega &eacute; migrat&oacute;rio e viaja longas dist&acirc;ncias das &aacute;guas frias e cristalinas do mar de Barents at&eacute; a costa norueguesa. &Eacute; nesse habitat ideal que os peixes se desenvolvem lentamente, o que garante uma carne suculenta, uma textura macia e o sabor marcante e &uacute;nico para o Gadus morhua. O aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega passa por um processo de salga e secagem at&eacute; chegar &agrave; mesa do brasileiro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ap&oacute;s ser pescado, a maior parte de sua espinha dorsal &eacute; removida, permitindo que ele seja espalmado no t&atilde;o conhecido formato triangular do Bacalhau da Noruega. Isso facilita a salga do peixe de forma uniforme, bem como sua secagem e prensa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">H&aacute; algumas formas diferentes de salgar peixe: salga a seco, salmoura ou conserva. Nas f&aacute;bricas de salga na Noruega, o processo &eacute; feito em salmoura.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O bacalhau &eacute; normalmente salgado e maturado durante 10 a 20 dias, o que cria um sabor &uacute;nico ao peixe. Os noruegueses geralmente usam 0,5kg a 1kg de sal por quilo de peixe, e &eacute; utilizado o sal marinho. At&eacute; 90% desse sal &eacute; dissipado na hora do dessalgue.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Depois de salgado, o peixe &eacute; colocado em paletes e deixado secar no interior das f&aacute;bricas. Na Noruega se utiliza t&uacute;neis de secagem especialmente desenvolvidos para o efeito, onde a temperatura se situa entre 20 e 25 graus.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O tempo que o peixe demora a secar depende do tamanho e da forma como foi salgado, podendo demorar entre 2 e 7 dias.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Depois de tudo isso, o peixe estar&aacute; pronto quando tiver um teor de &aacute;gua de aproximadamente 40 a 50%. &Eacute;, ent&atilde;o, armazenado a baixa temperatura, entre 0 e 5 graus.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Todo esse processo &eacute; feito sem nenhuma subst&acirc;ncia qu&iacute;mica e nem aditivos, apenas peixe, a a&ccedil;&atilde;o do tempo e sal. &nbsp;&Eacute; sa&uacute;de e sabor em um alimento 100% natural &ndash; inclua o aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega na sua alimenta&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Como dessalgar o Bacalhau da Noruega:</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para chegar ao sabor indescrit&iacute;vel do Bacalhau da Noruega,&nbsp;&eacute; importante seguir &agrave; risca o dessalgue. Esse processo garante que o rendimento do peixe cres&ccedil;a em at&eacute; 30%, pois eles ganham o volume que perderam durante a salga e secagem, mas sem perder a qualidade e a textura.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&Eacute; recomendado mergulhar o produto na &aacute;gua fria com pedras de gelo e colocar na geladeira at&eacute; finalizar o processo para manter sua conserva&ccedil;&atilde;o. Troque a &aacute;gua pelo menos duas vezes por dia. O tempo do dessalgue varia de acordo com a altura da posta, e a indica&ccedil;&atilde;o &eacute;:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style=\"font-size: small;\">Postas normais: 24 horas, trocando a &aacute;gua de 6 em 6 horas;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Bacalhau desfiado: 6 horas, trocando a &aacute;gua de 3 em 3 horas;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Postas grossas: 40 horas, trocando a &aacute;gua de 8 em 8 horas;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Postas muito grossas: 48 horas, trocando a &aacute;gua de 8 em 8 horas;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Lombos muito grossos: 72 horas, trocando a &aacute;gua de 8 em 8 horas.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para saber mais sobre o aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega, acesse nosso site:&nbsp;<a href=\"http://www.bacalhaudanoruega.com.br/\">www.bacalhaudanoruega.com.br</a>&nbsp;e as redes sociais: Instagram:&nbsp;<a href=\"https://www.instagram.com/bacalhaudanoruegabrasil/\">@bacalhaudanoruegabrasil</a>&nbsp;e Facebook:&nbsp;<a href=\"https://www.facebook.com/BacalhauDaNoruega\">@BacalhauDaNoruega</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper</span></p>
</div>
<div></div>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Consumo aquecido de tilápia agrega valor aos mercados nacional e internacional]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//consumo-aquecido-de-tilpia-agrega-valor-aos-mercados-nacional-e-internacional</link>
<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 11:15:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Pescado de cativeiro mais produzido no Brasil ser&aacute; um dos temas da Seafood Show Latin America que come&ccedil;a hoje em SP</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A exporta&ccedil;&atilde;o de pescado brasileiro seguiu em alta em agosto, quando foram registradas 37.643 toneladas de embarques de itens diversos de pescado. O n&uacute;mero representa alta de 26,12% no volume quando comparado ao mesmo per&iacute;odo do ano passado. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do Painel do Pescado.<br />&nbsp;</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em julho, a exporta&ccedil;&atilde;o de pescado do Brasil j&aacute; havia ampliado 27,57% no volume quando comparado ao mesmo per&iacute;odo do ano passado. Em junho, o salto foi de 29,7%. Para Ramon Amaral, propriet&aacute;rio da Brasfish Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio de Alimentos, de Santa F&eacute; do Sul, no interior paulista, s&atilde;o in&uacute;meras possibilidades.. &ldquo;O pescado &eacute; a quarta prote&iacute;na consumida no Brasil e no mundo &eacute; a primeira. Tem muito campo, muita coisa a ser feita com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; qualidade, a abertura de novas oportunidades com desenvolvimento de embalagem, de neg&oacute;cio&rdquo;, analisa.<br />&nbsp;</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Amaral, que participar&aacute; do painel &ldquo;Produ&ccedil;&atilde;o, com&eacute;rcio e perspectivas para os principais itens de pescado&rdquo;, durante a Seafood Show Latin America, de 17 a 19 de outubro, no Pro Magno Centro de Eventos, em S&atilde;o Paulo, conhece bem a realidade do setor. Sua empresa atua em todas as &aacute;reas do segmento, desde a manipula&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica &agrave; alevinagem (produ&ccedil;&atilde;o de alevinos), cria, recria e engorda, frigor&iacute;fico, f&aacute;brica de ra&ccedil;&atilde;o e log&iacute;stica at&eacute; o ponto de venda. &ldquo;Temos um poder de rastreabilidade muito grande, que nenhuma empresa no Brasil tem&rdquo;, garante. &ldquo;Vendemos pele, escama, fil&eacute;, aperitivos, pururuca, bolinho, ou seja, temos uma cultura de agregar valor em todos os cortes e produtos que a til&aacute;pia pode oferecer. Acredito muito no pescado&rdquo;.<br />&nbsp;</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>Til&aacute;pia tem pre&ccedil;os em alta</span><br />&nbsp;</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>O mercado interno de til&aacute;pia, o peixe de cativeiro mais produzido no Brasil, est&aacute; com alta de pre&ccedil;os, como lembra Felipe Junqueira Franco, s&oacute;cio da BTJ Foods</span>, que tamb&eacute;m participar&aacute; do painel durante a Seafood Show. &ldquo;O fil&eacute; de til&aacute;pia est&aacute; num momento de retomada de equil&iacute;brio da oferta e demanda, com tend&ecirc;ncia de aumento de pre&ccedil;o&rdquo;, afirma.<br />&nbsp;</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>De acordo com o Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada &mdash; CEPEA da USP, em Piracicaba, com o aquecimento da demanda interna e a oferta restrita de peixes, as cota&ccedil;&otilde;es da til&aacute;pia subiram em todas as regi&otilde;es em agosto. A menor disponibilidade do peixe no peso ideal para o abate e o aumento na demanda por parte da ind&uacute;stria, especialmente na segunda quinzena, impulsionaram as cota&ccedil;&otilde;es durante todo o m&ecirc;s, conclui o estudo</span>.<br />&nbsp;</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No Norte do Paran&aacute;, o valor pago ao produtor pela til&aacute;pia in natura teve m&eacute;dia de R?&nbsp;7,93 por quilo em agosto, 0,76% maior do que o de julho. Na regi&atilde;o dos Grandes Lagos, noroeste do estado de S&atilde;o Paulo e divisa de Mato Grosso do Sul, a cota&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia foi de R?&nbsp;7,74 o quilo, aumento de 1,04% na compara&ccedil;&atilde;o mensal.<br />&nbsp;</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Essa tend&ecirc;ncia reflete no fil&eacute;, mas ainda &eacute; sutil&rdquo;, afirma Franco. &ldquo;No entanto, esperamos a manuten&ccedil;&atilde;o dessa tend&ecirc;ncia crescente de pre&ccedil;os, afinal, houve uma fase muito ruim para o produtor, em termo de rentabilidade que chegou a vender o peixe muito pr&oacute;ximo ao valor de produ&ccedil;&atilde;o e, muitas vezes, at&eacute; mesmo abaixo. Isso fez ele tirar o p&eacute; no repovoamento, o que impacta na redu&ccedil;&atilde;o de oferta, que pressiona os pre&ccedil;os para cima&rdquo;.<br />&nbsp;</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Mas a empresa mostra preocupa&ccedil;&atilde;o com o momento da economia. &ldquo;O poder aquisitivo da popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; em baixa e isso reflete na demanda tamb&eacute;m. Ou seja, a demanda por cortes de maior valor, como o fil&eacute; de til&aacute;pia, pode diminuir em fun&ccedil;&atilde;o do poder aquisitivo menor. Por outro lado, o peixe inteiro, mais competitivo frente &agrave;s demais prote&iacute;nas, ajuda a sustentar um pouco a demanda&rdquo;.<br />&nbsp;</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>Credenciamento gratuito e exclusivo para profissionais do setor&nbsp;</span><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https://s2210.publisher-releases.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnNlYWZvb2RzaG93LmNvbS5iciUyRmNyZWRlbmNpYW1lbnRvOjE2NDY0MjY1NTA6YW5uYS5hbG1laWRhQDJwcm8uY29tLmJyOmIzOTRkYToyOA==\" target=\"_blank\">AQUI</a>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>PROGRAMA&Ccedil;&Atilde;O |&nbsp;</span>Ao longo dos tr&ecirc;s dias de evento, a Seafood Show Latin America tamb&eacute;m vai oferecer mesas-redondas, pain&eacute;is e debates abrangendo desde a ind&uacute;stria de processamento at&eacute; a importa&ccedil;&atilde;o, varejo e food service. Confira abaixo alguns dos destaques da agenda.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span><span style=\"font-size: small;\">Seafood Talk Show</span></span></li>
</ul>
<p><span style=\"font-size: small;\">13h &agrave;s 14h30 -: pain&eacute;is tem&aacute;ticos sobre comercializa&ccedil;&atilde;o de pescado</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span><span style=\"font-size: small;\">Seafood Service Show</span></span></li>
</ul>
<p><span style=\"font-size: small;\">16h &agrave;s 18h: aulas-show com chefs de cozinha latino-americanos</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span><span style=\"font-size: small;\">IX Simcope &mdash; Simp&oacute;sio de Controle de Qualidade do Pescado</span></span></li>
</ul>
<p><span style=\"font-size: small;\">13h &agrave;s 20h: minicursos t&eacute;cnicos e pain&eacute;is tem&aacute;ticos</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span><span style=\"font-size: small;\">Encontro ABGJ da Culin&aacute;ria Japonesa</span></span></li>
</ul>
<p><span style=\"font-size: small;\">14h30 &agrave;s 16h&nbsp;&ndash; Lan&ccedil;amento da Semana da Gastronomia Japonesa em SP</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span><span style=\"font-size: small;\">Agrifutura: Pescado</span></span></li>
</ul>
<p><span style=\"font-size: small;\">15h &agrave;s 16h &ndash; apresenta&ccedil;&atilde;o de pitches</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>A programa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; confere no site da&nbsp;</span><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https://s2210.publisher-releases.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnNlYWZvb2RzaG93LmNvbS5iciUyRjoxNjQ2NDI2NTUwOmFubmEuYWxtZWlkYUAycHJvLmNvbS5icjphYjljZmQ6Mjg=\" target=\"_blank\">Seafood</a>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>Apoio institucional:&nbsp;</span>ABCC &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Criadores de Camar&atilde;o, ABIPESCA &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Pescados, ABRAPES &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Fomento ao Pescado, Abrasel-SP &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o de Bares e Restaurantes, Instituto de Pesca, Peixe BR, SIPESP &ndash; Sindicato da Ind&uacute;stria da Pesca no Estado de S&atilde;o Paulo e BaresSP.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Servi&ccedil;o</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Seafood Show Latin America</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De 17 a 19 de outubro &ndash; das 13h &agrave;s 20h</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Local:Pro Magno Centro de Eventos</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Av. Profa. Ida Kolb, 513 &ndash; Jardim das Laranjeiras, S&atilde;o Paulo</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Um oceano de produtos para o seu supermercado]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//um-oceano-de-produtos-para-o-seu-supermercado</link>
<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 17:00:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Melhore o sortimento de pescados da sua loja visitando a Feira Seafood Show nos dias 17 a 19 de outubro</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Daqui duas semanas,&nbsp;<span>do dia 17 ao 19 de outubro, no Pro Magno</span>, em S&atilde;o Paulo, acontece a&nbsp;<span>FEIRA SEAFOOD SHOW LATIN AMERICA</span>,&nbsp;<span>primeiro evento focado</span>&nbsp;no&nbsp;<span>interc&acirc;mbio comercial de pescado</span>&nbsp;de todo o continente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com&nbsp;<span>mais de 100 marcas nacionais e internacionais confirmadas</span>, prepare-se para encontrar uma&nbsp;<span>oferta ampla de&nbsp;</span><span>peixes, crust&aacute;ceos e moluscos</span>, experi&ecirc;ncias gastron&ocirc;micas e ambientes prop&iacute;cios para networking.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Programa as suas negocia&ccedil;&otilde;es para o Natal e Semana Santa, participe deste evento exclusivo e gratuito para profissionais do setor, basta realizar seu credenciamento&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https://bit.ly/SeafoodShow\" target=\"_blank\">no site</a>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Confira a programa&ccedil;&atilde;o:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>Seafood Talk Show</span>: Pain&eacute;is tem&aacute;ticos sobre comercializa&ccedil;&atilde;o de pescado;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>Seafood Service Show:</span>&nbsp;Palestras e aulas-show com chefs de cozinha latino-americanos;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>Encontro ABGJ da Culin&aacute;ria Japonesa</span>: Mesa-redonda sobre o pescado na culin&aacute;ria japonesa e lan&ccedil;amento da Semana da Gastronomia Japonesa em SP;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>Agrifutura Pescado</span>: Showcase tecnol&oacute;gico em que startups validam modelos de neg&oacute;cio e desenvolvem solu&ccedil;&otilde;es sob medida para a ind&uacute;stria;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>Seafood Innovation Show</span>: Marcas expositoras apresentam amostras tecnol&oacute;gicas, solu&ccedil;&otilde;es e inova&ccedil;&otilde;es;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>IX Simcope &ndash; Simp&oacute;sio de Controle de Qualidade do Pescado</span>&nbsp;: Minicursos t&eacute;cnicos e pain&eacute;is tem&aacute;ticos.&nbsp;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>Jantar</span>:&nbsp; Momento de interagir, celebrar as conquistas com autoridades, varejo, food service, expositores e ind&uacute;stria do setor, estreitando tamb&eacute;m la&ccedil;os importantes para os neg&oacute;cios.&nbsp;<em>$ evento pago com mesas e lugares limitados.</em></span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>Melhores peixeiros do Brasil</span>: O concurso selecionar&aacute; os melhores profissionais do Brasil que s&atilde;o a ponte entre a ind&uacute;stria, o varejo e o consumidor final, valorizando a profiss&atilde;o de peixeiro e estimulando a exposi&ccedil;&atilde;o adequada de pescado no ponto de venda.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Conhe&ccedil;a mais o evento:</span></p>
<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https://www.youtube.com/watch?v=BbHzbZiqMfM\" target=\"_blank\"><span style=\"font-size: small;\">SEAFOOD SHOW LATIN AMERICA &ndash; YouTube</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;Acompanhe nossas redes sociais:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style=\"font-size: small;\">Linkedin:&nbsp;<a href=\"https://www.linkedin.com/company/seafoodshow/\">https://www.linkedin.com/company/seafoodshow/</a></span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Instagram:&nbsp;<a href=\"https://www.instagram.com/seafoodshowbr\">https://www.instagram.com/seafoodshowbr</a></span></li>
</ul>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[América Latina tem feira de negócios focada no setor do pescado]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//amrica-latina-tem-feira-de-negcios-focada-no-setor-do-pescado</link>
<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 11:39:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"font-size: small;\">Seafood Show Latin America &eacute; uma &oacute;tima oportunidade para os supermercados conhecerem as novidades e ampliar o sortimento de suas lojas</span></em></p>
<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A&nbsp;<span>Seafood Show Latin America</span>&nbsp;&eacute; o local o setor supermercadista poder&aacute; encontrar tudo o que precisa para melhorar o sortimento de pescados, al&eacute;m disso poder&aacute; programar suas negocia&ccedil;&otilde;es de Natal e Semana Santa. A feira de neg&oacute;cios acontece de 17 a 19 de outubro no Pro Magno, em S&atilde;o Paulo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O Brasil &eacute; uma pot&ecirc;ncia na produ&ccedil;&atilde;o e consumo, e pensando em consolidar e fomentar o mercado de pescado, a Seafood Show &eacute; o primeiro evento focado no interc&acirc;mbio comercial deste setor. Ser&aacute; um encontro de atualiza&ccedil;&atilde;o e neg&oacute;cios entre varejistas, fornecedores, food servisse, produtos, frigor&iacute;ficos, atacadistas, distribuidores, importadores, exportadores e fabricantes de maquin&aacute;rio auxiliar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O que voc&ecirc; encontrar&aacute; no evento:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style=\"font-size: small;\">Mais de 100 marcas nacionais e internacionais&nbsp;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Mais de 30h de atualiza&ccedil;&atilde;o com temas de mercado&nbsp;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Experi&ecirc;ncias gastron&ocirc;micas</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Oferta ampla de peixes, crust&aacute;ceos e moluscos</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Ambientes para Networking</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para participar, voc&ecirc; pode se credenciar gratuitamente neste link:&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https://seafoodshow.com.br/credenciamento/\" target=\"_blank\">https://seafoodshow.com.br/credenciamento/</a></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Acompanhe as redes sociais:</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Linkedin:&nbsp;<a href=\"https://www.linkedin.com/company/seafoodshow/\">https://www.linkedin.com/company/seafoodshow/</a><br />Instagram:&nbsp;<a href=\"https://www.instagram.com/seafoodshowbr\">https://www.instagram.com/seafoodshowbr</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Bacalhau da Noruega, uma opção saudável para uma alimentação equilibrada]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//bacalhau-da-noruega-uma-opo-saudvel-para-uma-alimentao-equilibrada</link>
<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 12:00:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style=\"text-align: center;\"><em><span><span style=\"font-size: small;\">Presente na mesa dos brasileiros, possui sabor &uacute;nico e marcante, e pode ser usado em diversas receitas que agradam todo tipo de paladar</span></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A marca Seafood from Norway &ndash; s&iacute;mbolo de origem de todos os pescados e mariscos noruegueses, est&aacute; participando da 19&ordm; Semana do Pescado, evento considerado pelo varejo a &ldquo;segunda quaresma&rdquo; e que estimula os produtos da pesca e da aquicultura. At&eacute; o dia 15 de setembro, a campanha incentiva o consumo de pescado como forte aliado para a sa&uacute;de. O Bacalhau da Noruega, pescado no habitat ideal, na Noruega, em &aacute;guas frias e cristalinas, &eacute; rico em nutrientes, como vitamina A, D e B12, sel&ecirc;nio, &ocirc;mega 3, antioxidantes, prote&iacute;na, al&eacute;m de ter baixo teor de gordura.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ao longo do evento, setores produtivos se unem na amplia&ccedil;&atilde;o da oferta de pescado, com diversas a&ccedil;&otilde;es de impulsionamento junto &agrave;s ind&uacute;strias, supermercados, restaurantes, feiras livres e outros pontos de venda no atacado e varejo, com eventos gastron&ocirc;micos e afins para possibilitar maior acesso da popula&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O valor nutritivo e saudabilidade do aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega &eacute; preservado gra&ccedil;as ao processo 100% natural de salga e secagem, que leva apenas peixe e sal. Al&eacute;m de determinar o sabor do Bacalhau da Noruega, a origem do peixe e o processo que vai da pesca &agrave; venda fazem dele um alimento muito saud&aacute;vel, que pode ser consumido diariamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A Noruega possui sistemas que permitem que as informa&ccedil;&otilde;es sobre os peixes sejam rastreadas em toda a cadeia de alimentos, deixando dispon&iacute;veis dados sobre a &aacute;rea em que foi feita a pesca e os detalhes sobre a sa&uacute;de do bacalhau mais nobre do mundo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Sa&uacute;de e sabor em um alimento 100% natural &ndash; inclua o aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega na sua alimenta&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para saber mais sobre o aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega, acesse nosso site:&nbsp;<a href=\"http://www.bacalhaudanoruega.com.br/\">www.bacalhaudanoruega.com.br</a>&nbsp;e as redes sociais: Instagram:&nbsp;<a href=\"https://www.instagram.com/bacalhaudanoruegabrasil/\">@bacalhaudanoruegabrasil</a>&nbsp;e Facebook:&nbsp;<a href=\"https://www.facebook.com/BacalhauDaNoruega\">@BacalhauDaNoruega</a>]</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" ></guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Semana do Pescado incentiva temporada de consumo no segundo semestre]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//semana-do-pescado-incentiva-temporada-de-consumo-no-segundo-semestre</link>
<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 12:20:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">Com o objetivo de estimular o consumo de pescados no pa&iacute;s, o setor produtivo nacional lan&ccedil;a a 19&ordf; Semana do Pescado 2022. O evento deve movimentar todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s, envolvendo supermercados, restaurantes e feiras livres, com espa&ccedil;os gastron&ocirc;micos abertos para a popula&ccedil;&atilde;o, no per&iacute;odo de 1&deg; a 15 de setembro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com o idealizador da iniciativa e presidente do Congresso Internacional do Peixe, Alemir Gregolin, a ideia &eacute; criar uma segunda temporada de consumo de pescado no segundo semestre, assim como ocorre no per&iacute;odo da quaresma, no primeiro semestre.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"No primeiro semestre, n&oacute;s temos a Semana Santa e, no segundo semestre, o objetivo &eacute; criar uma nova temporada e, com isso, estimular o consumo. Que [o consumo de peixe] seja uma pr&aacute;tica cotidiana das pessoas, porque &eacute; mais sa&uacute;de e, havendo mais consumo, estimula a produ&ccedil;&atilde;o em um pa&iacute;s que tem um potencial gigante\", disse Gregolin &agrave; Ag&ecirc;ncia Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Produ&ccedil;&atilde;o</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />Um levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Piscicultura (PeixeBR) revela que o Brasil produziu 841.005 toneladas de peixes de cultivo (til&aacute;pia, peixes nativos e outras esp&eacute;cies) no ano passado, gerando receita de R$ 8 bilh&otilde;es.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O resultado representa um acr&eacute;scimo de 4,7% sobre a produ&ccedil;&atilde;o de 2020 (802.930 toneladas). Em seis anos, esse mercado acumula alta de 45,4%. A til&aacute;pia &eacute; a cadeia da piscicultura que mais cresce.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No conjunto da pesca e aquicultura, o Brasil produz 1,6 milh&atilde;o de toneladas, com faturamento em torno de R$ 20 bilh&otilde;es, de acordo com a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias dos Pescados (Abipesca).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na m&eacute;dia, o consumo atual de pescado no Brasil &eacute; de 10 quilos por pessoa, por ano, ainda abaixo do recomendado, que s&atilde;o 12 quilos por habitante/ano, e distante da m&eacute;dia mundial de 20,2 quilos por habitante/ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Desempenho</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />O Paran&aacute; &eacute; o l&iacute;der nacional de produ&ccedil;&atilde;o de peixes, com 172 mil toneladas em 2020, contra 154,2 mil toneladas no ano anterior. O destaque no estado &eacute; a til&aacute;pia, cuja produ&ccedil;&atilde;o cresceu 11,5%. Em segundo lugar, aparece S&atilde;o Paulo, com crescimento de 6,9% em 2020.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O bom desempenho dos peixes nativos coloca Rond&ocirc;nia na terceira posi&ccedil;&atilde;o no ranking produtor, mesmo com queda de 4,8% em 2020. O volume produzido de 65,5 mil toneladas ainda &eacute; bem acima do quarto colocado que &eacute; Santa Catarina, cuja produ&ccedil;&atilde;o cresceu 3% e atingiu 51,7 mil toneladas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No Maranh&atilde;o, quinto maior produtor de peixes em 2020, o crescimento foi de 6% e a produ&ccedil;&atilde;o atingiu 47,7 mil toneladas no ano, com aumento na produ&ccedil;&atilde;o do peixe panga.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Confirmada para setembro a 19ª Semana do Pescado]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//confirmada-para-setembro-a-19-semana-do-pescado</link>
<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 16:28:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: small;\"><em style=\"font-style: italic;\">Considerada a &ldquo;segunda quaresma&rdquo; pelo varejo, a&ccedil;&atilde;o busca ampliar o consumo</em></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;</span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: small;\"><span>Estimular o consumo de produtos da pesca e da aquicultura, atividades que envolvem milhares de pessoas em todo o Brasi</span><span>l<span>, &eacute; o foco principal da <strong style=\"font-weight: bold;\">Semana do Pescado,</strong> que chega em 2022 &agrave; sua 1</span>9&ordf;<span> edi&ccedil;&atilde;o e ser&aacute; realizada </span>de <span>1&ordm; </span>a<span> 15 de setembro. Originalmente criada pelo extinto Minist&eacute;rio da Pesca e Aquic</span>ultura (MPA)<span>, como campanha de incentivo &agrave;s vendas, est&aacute; sendo organizada atualmente pelo pr&oacute;prio setor produtivo. Considerada a &ldquo;segunda quaresma&rdquo;, a a&ccedil;&atilde;o busca tornar o consumo de pescado algo ainda mais </span>presente n<span>o dia a dia do brasileiro</span>, uma vez <span>que &eacute; um alimento de grande import&acirc;ncia nutricional, por ser uma prote&iacute;na fonte de &ocirc;mega-3, vitaminas e minerais essenciais para a sa&uacute;de. Apresenta-se tamb&eacute;m como um dos produtos de origem animal com elevado crescimento mundial e brasileiro em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua produ&ccedil;&atilde;o e consumo, segundo dados disponibilizados nos &uacute;ltimos anos.</span></span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: small;\"><span>&ldquo;A </span><a href=\"https://www.instagram.com/semanadopescado/\"><strong style=\"font-weight: bold;\"><span>Semana do Pescado</span></strong></a><span> foi concebida no Brasil por duas raz&otilde;es. A primeira, com o objetivo de criar a cultura do consumo regular de pescado, que &eacute; sin&ocirc;nimo de sa&uacute;de e qualidade de vida, portanto &eacute; bom para todos. </span><span>Al&eacute;m disso<span>, o aumento do consumo em um pa&iacute;s que tem mais de 200 milh&otilde;es de habitantes</span> <span>impacta diretamente na economia e especialmente na cadeia produtiva. Ou seja, aumentar a demanda vai estimular a produ&ccedil;&atilde;o, gerar empregos, renda e riqueza para o Brasil, desenvolvendo o grande potencial produtivo que temos nas &aacute;reas da aquicultura e da pesca&rdquo;, afirma um dos integrantes do comit&ecirc; organizador da Semana do Pescado, o ex-ministro Altemir Gregolin.</span></span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: small;\"><span>A campanha pretende descentralizar as a&ccedil;&otilde;es dos grandes centros de produ&ccedil;&atilde;o de consumo e pescado e atingir todas as cidades brasileiras. &Eacute; uma forma de respeitar e contribuir com a pluralidade da cadeia produtiva nacional, que inclui desde os pequenos produtores artesanais at&eacute; as grandes ind&uacute;strias e pontos de comercializa&ccedil;&atilde;o. </span><span>Neste ano de 2022, o objetivo &eacute; atingir 100% dos Estados brasileiros. </span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;</span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"font-weight: bold;\"><span><span style=\"font-size: small;\">Campanha estimula o consumo apresentando diferentes informa&ccedil;&otilde;es sobre pescado</span></span></strong></p>
<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\">Durante a campanha, h&aacute; um <span>aumento de at&eacute; 50% nas vendas, tornando a Semana do Pescado a segunda principal data para a comercializa&ccedil;&atilde;o, atr&aacute;s apenas da Quaresma. Com suporte de entidades parceiras, al&eacute;m de empresas atuando em duas pontas: na oferta (setor produtivo) e na venda (junto ao consumidor final), os organizadores da Semana do Pescado buscam atingir todo territ&oacute;rio nacional.</span></span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: small;\"><span>Outro ponto</span><span>-chave <span>dos organizadores &eacute; ampliar a informa&ccedil;&atilde;o sobre as esp&eacute;cies </span>e as origens dos produtos, com foco na boa qualidade e sustentabilidade destes.<span> A ideia &eacute; apresentar as in&uacute;meras possibilidades de esp&eacute;cies provenientes da pesca&nbsp;e aquicultura, al&eacute;m da diversidade de produtos frescos, congelados e processados que est&atilde;o dispon&iacute;veis. A proposta busca ainda<span> </span>desmistificar que o pescado </span>&eacute; um produto de dif&iacute;cil<span> </span>preparo<span>, limp</span>eza<span> e armazena</span>mento<span>, bem como, que o consumo deve estar atrelado somente </span>a datas<span> especiais</span>.</span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;</span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"font-weight: bold;\"><span><span style=\"font-size: small;\">O sucesso da 18&ordf; edi&ccedil;&atilde;o</span></span></strong></p>
<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\">A 18&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Semana do Pescado, realizada em 2021, teve o desafio de atingir maior capilaridade entre os Estados brasileiros e alcan&ccedil;ou mais de 70% das regi&otilde;es do pa&iacute;s. Isso foi poss&iacute;vel com a ampla articula&ccedil;&atilde;o e engajamento do setor produtivo, das empresas e das entidades nacionais que atuam em prol do setor de pescado.<span>&nbsp; </span></span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;</span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\">Os organizadores do evento descentralizaram as a&ccedil;&otilde;es, buscando pontos focais em todos os Estados brasileiros, impulsionando a promo&ccedil;&atilde;o ao maior consumo principalmente junto a ind&uacute;strias, supermercados, restaurantes, feiras livres e outros pontos de comercializa&ccedil;&atilde;o no atacado e varejo, eventos gastron&ocirc;micos e outros.</span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: small;\"><span>&ldquo;As reuni&otilde;es virtuais foram essenciais para nos aproximar da realidade de cada Estado e lograrmos a descentraliza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es. Acredito que demos um passo certeiro no sentido de aproximar a campanha do consumidor, ampliando o alcance da Semana a n&iacute;vel nacional. Seguimos trabalhando juntos para que a 19&ordf; edi&ccedil;&atilde;o seja ainda mais inclusiva e a mais abrangente de todas&rdquo;, enfatiza Thamires Quinh&otilde;es, que &eacute; membro do comit&ecirc; organizador do evento.</span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\">As parcerias com a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados (ABRAS) e com a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL) tamb&eacute;m foram fundamentais para que a campanha ganhasse maior ades&atilde;o das redes do varejo e do foodsevice.</span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"font-weight: bold;\"><span><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;</span></span></strong><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;</span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"font-weight: bold;\"><span><span style=\"font-size: small;\">A Semana do Pescado</span></span></strong></p>
<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: small;\"><span>&Eacute; uma campanha </span><span>que tem como objetivo incentivar o consumo de pescado em todo o Brasil, realizada anualmente na primeira quinzena de setembro&nbsp;com</span><span> <span>a&ccedil;&otilde;es promocionais</span>, educativas e <span>eventos gastron&ocirc;micos.</span></span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: small;\">A Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional do evento &eacute; composta em 2022 pelo ex-ministro da aquicultura e pesca e presidente do IFC Brasil, Altemir Gregolin; pelo m&eacute;dico veterin&aacute;rio do</span><span style=\"font-size: small;\">utor em higiene veterin&aacute;ria e processamento tecnol&oacute;gico de pescado</span><span style=\"font-size: small;\">, Andr&eacute; Medeiros; pela empres&aacute;ria, dona da peixaria Divina Provid&ecirc;ncia no Rio de Janeiro, e especialista em comunica&ccedil;&atilde;o B2C, Manuela Ornelas; pela diretora executiva da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Fomento ao Pescado (Abrapes), Thamires Quinh&otilde;es; pelo Presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria da Pesca no Estado de S&atilde;o Paulo (Sipesp), Roberto Imai; e pelo Presidente da Comiss&atilde;o Nacional de Aquicultura da Confedera&ccedil;&atilde;o da </span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil (CNA), Paco Farina.</span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: small;\"><span>Imagem da campanha e o logo. Para baixar os materiais, acesse o site da Semana do Pescado:&nbsp;</span><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http://www.semanadopescado.com.br/\" target=\"_blank\">www.semanadopescado.com.br</a></span><img title=\"Peixe\" src=\"/img/par/1/0/10406.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"467\" /></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;</span></span></span></p>
<p class=\"MsoNormal\"><span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Assessoria de comunica&ccedil;&atilde;o da Semana do Pescado </span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Bacalhau da Noruega  saúde e sabor em um alimento 100% natural]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//bacalhau-da-noruega-sade-e-sabor-em-um-alimento-100-natural</link>
<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 11:46:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Leg&iacute;timo pescado da Escandin&aacute;via, o Gadus morhua integra os pratos mais finos, elaborados e saborosos em todo o mundo</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega &eacute; o Gadus morhua, pescado nas &aacute;guas geladas e cristalinas dos mares que circulam o Polo Norte. L&aacute;, os peixes crescem devagar desenvolvendo sabor e textura perfeitos apreciados por chefs e especialistas no mundo todo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Considerado o bacalhau mais nobre do mundo, o Gadus morhua mant&eacute;m seu valor nutritivo gra&ccedil;as ao processo especial de salga e secagem, que tem como objetivo retirar apenas a &aacute;gua do peixe, preservando suas prote&iacute;nas, vitaminas e minerais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Durante o procedimento, o Bacalhau da Noruega &eacute; salgado diversas vezes. No primeiro contato, o sal se dissolve, deixando o Bacalhau em uma salmoura. O peixe &eacute; prensado para que toda a &aacute;gua seja retirada, depois &eacute; enxaguado e escovado, e o processo de salga se inicia novamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Todo o m&eacute;todo &eacute; realizado em um ambiente refrigerado para garantir a conserva&ccedil;&atilde;o do produto. Ap&oacute;s passar semanas no processo de salga, o Gadus morhua &eacute; prensado mais uma vez para retirar a &aacute;gua, salgado e levado para o processo de secagem. Recentemente, esse procedimento foi movido para o interior das instala&ccedil;&otilde;es, para garantir melhores resultados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O processo de salga e secagem &eacute; 100% natural, utilizando apenas peixe, sal e nada mais. At&eacute; 90% do sal usado na conserva&ccedil;&atilde;o do Gadus morhua &eacute; dissipado durante o processo de dessalgue do peixe, por isso &eacute; importante que seja feito corretamente, com o intuito de apreciar o m&aacute;ximo do sabor e da qualidade do aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O Gadus morhua &eacute; um peixe de &aacute;guas frias, ent&atilde;o &eacute; importante que o dessalgue seja feito em &aacute;gua gelada e dentro da geladeira, trocando duas vezes por dia, no m&iacute;nimo, seguindo a orienta&ccedil;&atilde;o de 24h por cm de altura da parte mais grossa da posta. Ap&oacute;s dessalgar, &eacute; poss&iacute;vel congelar o peixe, pois dessa forma, ter&aacute; sempre pronto para qualquer preparo</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ideal para quem busca uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel equilibrada, o Bacalhau da Noruega &eacute; fonte de prote&iacute;na, c&aacute;lcio, ferro, &ocirc;mega 3, iodo, sel&ecirc;nio, al&eacute;m de ter um baixo teor de gordura.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Sa&uacute;de e sabor em um alimento 100% natural &ndash; inclua o aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega na sua alimenta&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para saber mais sobre o aut&ecirc;ntico Bacalhau da Noruega, acesse nosso site:&nbsp;<a href=\"http://www.bacalhaudanoruega.com.br/\">www.bacalhaudanoruega.com.br</a>&nbsp;e as redes sociais: Instagram:&nbsp;<a href=\"https://www.instagram.com/bacalhaudanoruegabrasil/\">@bacalhaudanoruegabrasil</a>&nbsp;e Facebook:&nbsp;<a href=\"https://www.facebook.com/BacalhauDaNoruega\">@BacalhauDaNoruega</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que você deve aumentar os estoques de carne de porco na sua loja?]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//por-que-voc-deve-aumentar-os-estoques-de-carne-de-porco-na-sua-loja</link>
<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 10:15:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">N&uacute;meros do setor comprovam que o brasileiro tem mudado seus h&aacute;bitos &agrave; mesa</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na mesa dos brasileiros, a infla&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e muitas mudan&ccedil;as. Alguns alimentos tiveram que sair do card&aacute;pio e, em alguns casos, foram substitu&iacute;dos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ao comparar os pre&ccedil;os, o apetite do consumidor pela carne su&iacute;na aumenta, e muita gente n&atilde;o est&aacute; comprando s&oacute; de vez em quando, n&atilde;o.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;&Eacute; de vez em sempre. &Eacute; mais barato e &eacute; melhor&rdquo;, diz o aposentado Jair Lino.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Entre as carnes mais consumidas,&nbsp;<span>a su&iacute;na foi a &uacute;nica que ficou mais barata nos &uacute;ltimos 12 meses</span>. Segundo dados do&nbsp;<a href=\"https://g1.globo.com/tudo-sobre/ibge/\">IBGE</a>, o&nbsp;pre&ccedil;o da carne de porco teve queda de 5,52%, enquanto a de boi subiu 7% e a de frango teve alta de mais de 20%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;N&atilde;o se confirmou, por exemplo, &iacute;ndices de exporta&ccedil;&atilde;o que foram um pouco menores. Ent&atilde;o essa prote&iacute;na acabou ficando no mercado dom&eacute;stico e pressionou os pre&ccedil;os no varejo, e a gente como consumidor foi beneficiado por isso em um ciclo de infla&ccedil;&atilde;o que est&aacute; de certa forma mais elevado&rdquo;, diz Edmar Gerv&aacute;sio, t&eacute;cnico do Departamento de Economia Rural.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>Com carne de porco sobrando no mercado interno, produtores n&atilde;o conseguiram repassar para o consumidor a alta de custos</span>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;N&oacute;s tivemos um aumento da oferta e ao mesmo tempo um aumento do custo de produ&ccedil;&atilde;o, porque 80% do custo de produ&ccedil;&atilde;o do su&iacute;no &eacute; relacionado ao milho e ao farelo de soja, que foram insumos que aumentaram muito de pre&ccedil;o nos &uacute;ltimos meses&rdquo;, explica Iuri Machado, consultor de mercado da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Criadores de Su&iacute;nos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O&nbsp;<span>brasileiro est&aacute; comendo carne de porco como nunca</span>.&nbsp;Em um ano, o consumo m&eacute;dio por pessoa bateu recorde: passou de 16,9 quilos para pouco mais de 18 quilos. Promo&ccedil;&otilde;es em supermercados ajudam a explicar o crescimento do setor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">At&eacute; quando a gente compara com o frango, alguns cortes da carne de porco est&atilde;o mais em conta. Em um supermercado, o<span>&nbsp;quilo do pernil su&iacute;no, por exemplo, &eacute; quase 30% mais barato do que o quilo de fil&eacute; de frango com pele e osso</span>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;L&aacute; em casa sempre tem. &Eacute; o frango, o porco e de vez em quando a vermelha&rdquo;, conta a dona de casa Solange Balestra.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Al&eacute;m do pre&ccedil;o atrativo, h&aacute; quem goste mesmo &eacute; do sabor. Maria Jos&eacute; adora uma bisteca de porco frita e diz que fica t&atilde;o boa que n&atilde;o sobra nada. &ldquo;N&atilde;o sobra nem o ossinho.&rdquo;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: G1</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Vem aí o plant-based em pó]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//vem-a-o-plant-based-em-p</link>
<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 11:29:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Grandes ind&uacute;strias e foodtechs t&ecirc;m desenvolvido alimentos com a nova tecnologia para os veganos, flexitarianos e aos que querem reduzir o consumo de carne</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;Os hamb&uacute;rgueres veganos, que j&aacute; s&atilde;o sucesso no mercado plant-based (&agrave; base de plantas) por meio de marcas como Fazenda Futuro, The New, NotCo, Wessel (Meta Foods), Veg &amp; Tal (Sadia) e Incr&iacute;vel (Seara), ganharam agora novas vers&otilde;es em p&oacute; e em gr&atilde;os. Essa &eacute; a proposta de empresas como Custom Culinary, WVegan e My Fast Bland, que lan&ccedil;aram misturas secas para o preparo de carnes &agrave; base de prote&iacute;nas vegetais, como a ervilha.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os produtos foram apresentados ao p&uacute;blico na &uacute;ltima semana durante a 1&ordf; Feira de Alimentos Plant-Based do Brasil e a Naturaltech, ambos os eventos realizados na capital paulista. A novidade tem como objetivo atender a uma demanda dos flexitarianos, ou seja, aquele consumidor que n&atilde;o &eacute; vegetariano nem vegano (que tamb&eacute;m s&atilde;o p&uacute;blico-alvo), mas busca diminuir o consumo de carne no dia a dia por quest&otilde;es como sustentabilidade, direito dos animais e saudabilidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Carne vegetal foi a maneira que o mercado encontrou para classificar produtos feitos com prote&iacute;nas vegetais, mas com apar&ecirc;ncia, aroma e sabor an&aacute;logos ao produto de origem animal. Um hamb&uacute;rguer de frango, por exemplo, parece frango, mas n&atilde;o leva esse ingrediente de verdade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Esse mercado expandiu cerca de 70% entre 2015 e 2020, movimentando em torno de US$ 83 milh&otilde;es no ano passado, segundo a Euromonitor International. As perspectivas continuam sendo de crescimento daqui para a frente, com mais brasileiros buscando alternativas vegetais. Segundo pesquisa de 2020 do The Good Food Institute (GFI), 50% dos brasileiros disseram ter reduzido o consumo de carne animal &ndash; em 2018, eram 29%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com o Alberto Gon&ccedil;alves, s&oacute;cio da AGN, consultoria especializada no mercado plant based, a carne em p&oacute; ou em gr&atilde;os tem vantagens em rela&ccedil;&atilde;o aos alimentos j&aacute; convencionalmente vendidos do setor. &ldquo;O Brasil tem uma cadeia log&iacute;stica de congelados que ainda &eacute; ineficiente e isso faz com que uma das principais demandas do consumidor flexitariano, que &eacute; a conveni&ecirc;ncia, n&atilde;o seja atendida&rdquo;, explica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na vis&atilde;o do especialista, o produto em p&oacute; &eacute; uma solu&ccedil;&atilde;o interessante que pode democratizar o acesso e o consumo. &ldquo;Por n&atilde;o ser congelado, pode alcan&ccedil;ar mais pontos de venda no Pa&iacute;s. Al&eacute;m disso, seu preparo &eacute; f&aacute;cil.&rdquo;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A receita do hamb&uacute;rguer da Custom Culinary &eacute; simples: basta juntar &agrave; mistura que vem dentro da embalagem um pouco de &aacute;gua gelada e &oacute;leo para formar uma carne ou frango vegetal &agrave; base de ervilha. De acordo com Gerson Botelho, diretor de marketing da GL Foods, propriet&aacute;ria da marca no Brasil, a ideia &eacute; disponibilizar aos clientes um produto customiz&aacute;vel, pr&aacute;tico para fazer e transportar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Encontramos uma oportunidade nesse mundo de plant based. Desenvolvemos uma base seca, que pode ser moldada em formatos variados, como hamb&uacute;rguer, alm&ocirc;ndega e outros tipos de carne, oferece sabor e textura semelhantes aos produtos de origem animal e ainda conta com uma lista pequena de ingredientes&rdquo;, afirma o executivo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Custo de produ&ccedil;&atilde;o inferior</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A empresa tem f&aacute;brica em Jundia&iacute;, no interior de S&atilde;o Paulo, onde s&atilde;o produzidas as misturas em p&oacute; que, al&eacute;m de veganas, s&atilde;o GMO Free (livre de organismos geneticamente modificados) e n&atilde;o contam com aroma, corante, sal e ingredientes alerg&ecirc;nicos nas f&oacute;rmulas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Diferentemente da agropecu&aacute;ria, a produ&ccedil;&atilde;o requer menos &aacute;gua e emite quantidade inferior de gases do efeito estufa. Por n&atilde;o ser congelado, o custo de produ&ccedil;&atilde;o e log&iacute;stica tamb&eacute;m &eacute; menor e o alimento consegue ter uma validade estendida&rdquo;, destaca Botelho.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para a idealiza&ccedil;&atilde;o dos produtos, mais do que tecnologia, foi necess&aacute;ria expertise da &aacute;rea de pesquisa e desenvolvimento da empresa para o balanceamento de mat&eacute;rias-primas. &ldquo;A parte industrial &eacute; basicamente uma mistura de ingredientes secos que, na combina&ccedil;&atilde;o e na quantidade que escolhemos, oferece esse tipo de formato em p&oacute;. Buscamos desenvolver um produto que tenha uma mordida que o consumidor brasileiro valoriza.&rdquo;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O hamb&uacute;rguer e o frango em p&oacute; da Custom Culinary atualmente s&atilde;o vendidos via e-commerce para todo o Brasil e em lojas de produtos naturais. Uma embalagem com 58 gramas, que rende duas por&ccedil;&otilde;es de 100 gramas de prote&iacute;nas, &eacute; vendida a R$ 28. A empresa est&aacute; em fase de negocia&ccedil;&otilde;es com grandes hipermercados, al&eacute;m de restaurantes e lanchonetes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><img alt=\"\" /></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Facilidade de armazenamento e transporte</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Especializada em produtos plant based, a brasileira WVegan tamb&eacute;m aposta na novidade. A empresa, com sede em Indaiatuba, no interior de S&atilde;o Paulo, lan&ccedil;ou na &uacute;ltima semana o hamb&uacute;rguer de carne &agrave; base de prote&iacute;na de ervilha. Em breve, tamb&eacute;m chegar&aacute; ao mercado o produto nos sabores frango e peixe.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Eu e minha esposa n&atilde;o comemos carne, gostamos de fazer viagens de aventura e n&atilde;o encontr&aacute;vamos op&ccedil;&otilde;es para comer&rdquo;, lembra Alan Navarro, fundador da companhia ao lado de Fernanda Baffa. &ldquo;Entendemos que &eacute; uma necessidade de mercado, porque &eacute; um produto de transporte seco, que facilita muito tamb&eacute;m para os lojistas.&rdquo;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os hamb&uacute;rgueres v&ecirc;m para incrementar o portf&oacute;lio do que a empresa chama de smart foods (comidas inteligentes), cujo preparo requer apenas &aacute;gua para se obter um alimento pronto para consumo. Nesse modelo, a WVegan ainda oferece queijo, gelatina, requeij&atilde;o, manteiga, curau, leite em p&oacute; e p&atilde;o de queijo. Em breve, ainda ser&atilde;o lan&ccedil;adas misturas em p&oacute; vegano para bolo, homus e iogurte.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Cada embalagem de hamb&uacute;rguer rende duas por&ccedil;&otilde;es e o custo varia de R$ 19 a R$ 22. &Eacute; poss&iacute;vel adquiri-la via e-commerce da marca e em mercados do nicho em S&atilde;o Paulo. Al&eacute;m da prote&iacute;na de ervilha, a mistura em p&oacute; leva condimentos, como cebola em flocos, farinha de arroz, alho mo&iacute;do, beterraba e extrato de cacau.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Investimos 11 meses na busca de fornecedores, mat&eacute;ria-prima e tecnologia diferenciada para deixar o produto bem granulado e misturado e facilitar moldar depois de pronto&rdquo;, explica Navarro, que n&atilde;o revela cifras nem muitos detalhes da produ&ccedil;&atilde;o por quest&atilde;o de concorr&ecirc;ncia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Praticidade no dia a dia</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Mais do que mimetizar a carne, o foco da My Fast Blend est&aacute; na saudabilidade do produto. A foodtech (startup de alimenta&ccedil;&atilde;o) plant based, com sede no Rio Grande do Sul e comandada por Eduardo Lovato, mesmo fundador da Lovato Alimentos SA, desenvolve alimentos saud&aacute;veis &agrave; base de gr&atilde;os e sementes integrais, de r&aacute;pido preparo. &ldquo;A partir dessa base, desenvolvemos nossos produtos, como o hamb&uacute;rguer e a alm&ocirc;ndega vegetal&rdquo;, diz.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ambas as formula&ccedil;&otilde;es contam com aveia, cevada, centeio, triticale, linha&ccedil;a dourada, linha&ccedil;a marrom, chia, amaranto e quinoa. Ao mix de cereais, foram acrescidas prote&iacute;nas de ervilha e de soja, al&eacute;m de outros ingredientes naturais para dar sabor ao alimento. Para o preparo, basta adicionar &aacute;gua.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A foodtech investiu cerca de R$ 5 milh&otilde;es para o desenvolvimento do produto, que utiliza tecnologia pr&oacute;pria e n&atilde;o requer qu&iacute;micos ou aditivos. &ldquo;Desenvolvemos uma m&aacute;quina, que &eacute; basicamente um tratamento t&eacute;rmico mais completo, a vapor, como se fosse um duplo cozimento, que traz diversos benef&iacute;cios, como agilidade na hora do preparo, extens&atilde;o da validade e seguran&ccedil;a do alimento, uma vez que inativa enzimas&rdquo;, explica Lovato, que aproveitou a expertise da Lovato Alimentos SA.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A My Fast Blend tamb&eacute;m segue o conceito &lsquo;farm to table&rsquo; (da fazenda &agrave; mesa) e monitora toda a cadeia de produ&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o dos produtos. Tanto o hamb&uacute;rguer quanto a alm&ocirc;ndega ser&atilde;o vendidos por cerca de R$ 21, via e-commerce, a partir de agosto. &ldquo;Nossa ideia n&atilde;o &eacute; imitar 100% o gosto de carne e, sim, um alimento saud&aacute;vel e clean label (r&oacute;tulo limpo), que possa ser usado de forma pr&aacute;tica no dia a dia&rdquo;, complementa o fundador.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Ovo vegano em p&oacute;</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Uma das primeiras foodtechs a lan&ccedil;ar um produto vegano em p&oacute; foi a N.Ovo. A empresa produziu, em 2019, o ovo &agrave; base de ervilha, que fornece as mesmas fun&ccedil;&otilde;es do alimento tradicional: dar liga, crescimento e a&ccedil;&atilde;o emulsificante.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O portfolio tamb&eacute;m incluo N.Ovo Mexido, alimento tamb&eacute;m em p&oacute; destinado ao preparo de ovos mexidos e omeletes, feito de soja e ervilha. Em entrevista ao Estad&atilde;o, Amanda Pinto, idealizadora e fundadora da empresa, conta que esse foi o produto mais desafiador. Foram estudados mais de 500 prot&oacute;tipos para chegar ao blend de plantas que entregasse o alimento final.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Precisou de tecnologia muito espec&iacute;fica que faz com que o produto, em p&oacute;, ao colocar &aacute;gua, vire l&iacute;quido e, quando entra em contato com a panela quente, se pare&ccedil;a com ovo. Textura foi o maior desafio, depois colora&ccedil;&atilde;o e cheiro&rdquo;, explicou. O produto j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel para compra em grandes hipermercados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Juliana Pio, Estad&atilde;o</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Dentro de 2 anos, brasileiro vai ter mais opções de peixe à mesa]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//dentro-de-2-anos-brasileiro-vai-ter-mais-opes-de-peixe-mesa</link>
<pubDate>Tue, 31 May 2022 11:02:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em style=\"font-style: italic;\"><span style=\"font-size: small;\">Planta de 25 mil m2 vai tornar a prote&iacute;na mais acess&iacute;vel ao brasileiro, incentivando o consumo em busca da saudabilidade</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O velho prov&eacute;rbio &ldquo;mar calmo nunca fez bom marinheiro&rdquo; combina bem com algumas lideran&ccedil;as da ind&uacute;stria de alimentos. Em meio a um maremoto de desafios, h&aacute; companhias mirando em expans&atilde;o e renova&ccedil;&atilde;o para ganhar f&ocirc;lego, clientes e mercado. Essa &eacute; a aposta da Frescatto Company, uma das tr&ecirc;s maiores empresas de pescado no Brasil em faturamento &mdash; foram R$ 820 milh&otilde;es no ano passado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Apesar da press&atilde;o vinda de altos custos de produ&ccedil;&atilde;o, dificuldades log&iacute;sticas, carga tribut&aacute;ria e do achatamento do poder de compra dos consumidores, a companhia acaba de anunciar investimento de R$ 40 milh&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o de uma nova f&aacute;brica. As obras no terreno de 30 mil m2, em Duque de Caxias (RJ), devem iniciar dentro de tr&ecirc;s meses, com previs&atilde;o de estar em plena opera&ccedil;&atilde;o na metade de 2024.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A nova unidade, mais moderna, ter&aacute; 25 mil m2 de &aacute;rea constru&iacute;da e substituir&aacute; a atual, erguida nos anos 1980. O objetivo &eacute; ganhar em produtividade, qualidade e oportunidades. Al&eacute;m da chance de abrir novas &aacute;reas de neg&oacute;cios, com produtos de maior valor agregado e linhas para exporta&ccedil;&atilde;o, o CEO da companhia, Thiago De Luca, v&ecirc; no ganho de efici&ecirc;ncia um meio para reduzir pre&ccedil;os e atrair mais consumidores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O executivo defende essa bandeira, inclusive, como caminho para tornar o pescado mais popular entre os brasileiros. Ainda mais considerando que o Pa&iacute;s tem cerca de 11 milh&otilde;es de desempregados e a infla&ccedil;&atilde;o dos &uacute;ltimos 12 meses passou de 12%, segundo o IBGE. &ldquo;Quando a pessoa pensa em levar uma prote&iacute;na para casa, busca a que &eacute; mais compat&iacute;vel com seu bolso. Se conseguirmos baixar o pre&ccedil;o, o consumo aumenta&rdquo;, afirmou De Luca, que tamb&eacute;m &eacute; vice-presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Pescado (Abipesca).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Essa investida da Frescatto Company &eacute; prova da confian&ccedil;a no pr&oacute;prio neg&oacute;cio e no potencial do setor. &ldquo;O pescado tem tudo para ser a pr&oacute;xima pot&ecirc;ncia do agroneg&oacute;cio brasileiro&rdquo;, disse o CEO. Segundo o executivo, enquanto a m&eacute;dia de consumo anual no mundo &eacute; de 23 quilos por pessoa e a OMS indica 20 quilos, no Brasil essa m&eacute;dia est&aacute; em 10 quilos. Ou seja, h&aacute; um mar de oportunidades pela frente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>EXPANS&Atilde;O</span>&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A Frescatto processa por ano 21 mil toneladas de pescados frescos e congelados em sua matriz, no Rio de Janeiro, e atende todo o Pa&iacute;s por meio de suas quatro filiais: Bras&iacute;lia (DF), Contagem (MG), Recife (PE) e S&atilde;o Paulo (SP). A distribui&ccedil;&atilde;o &eacute; dividida em 80% para food service (hot&eacute;is, bares e restaurantes) e 20% para supermercados. Os produtos mais representativos s&atilde;o salm&atilde;o e peixes brancos, mas tamb&eacute;m h&aacute; bacalhau, camar&atilde;o e frutos do mar. Esses itens chegam ao mercado sob duas marcas, a Frescatto, mais premium, e a Bona Pesca, que tem pre&ccedil;os mais acess&iacute;veis. O portf&oacute;lio acabou de ganhar uma linha de por&ccedil;&otilde;es individuais de salm&atilde;o, com apenas 200g e embaladas com a tecnologia skinpack, que valoriza a apresenta&ccedil;&atilde;o do produto. A novidade integra a marca Alfresco e vem da parceria rec&eacute;m-fechada com a norueguesa Mowi, maior produtora mundial de salm&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A empresa vive um bom momento, com perspectiva de faturar mais de R$ 1 bilh&atilde;o este ano e crescer 24% em rela&ccedil;&atilde;o a 2021. A convic&ccedil;&atilde;o quanto ao resultado vem, em boa parte, da lista de clientes, que em 2019 chegou a ter 7 mil nomes por m&ecirc;s e virou uma fortaleza da companhia. O sucesso s&oacute; foi interrompido pela pandemia da Covid-19, que provocou o fechamento de muitos estabelecimentos atendidos pela Frescatto. Em 2021, j&aacute; com um melhor entendimento sobre como lidar com a doen&ccedil;a, o progresso da vacina&ccedil;&atilde;o e a retomada de diversas atividades, o n&uacute;mero de clientes voltou a crescer, e muito, passando de 11 mil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>RECOMPENSA</span>&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Faz 20 anos que Thiago De Luca trabalha na empresa fundada por seu av&ocirc;, Carmelo De Luca, nos anos 1940. E, como ele mesmo conta, a entrada na ind&uacute;stria foi um empurr&atilde;ozinho para direcionar sua pr&oacute;pria vida. Hoje, no comando da companhia, tem a miss&atilde;o de continuar valorizando o neg&oacute;cio da fam&iacute;lia. Parece estar dando certo. Em fevereiro deste ano, por exemplo, a empresa recebeu o pr&ecirc;mio Mais Integridade, oferecido pelo Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Mapa) por responsabilidade social, sustentabilidade ambiental e &eacute;tica. Foi a primeira vez que uma ind&uacute;stria do setor teve tal reconhecimento. Segundo De Luca, muito desse resultado vem do processo de compliance iniciado em 2016. E outro tanto, da paix&atilde;o de seu av&ocirc; pelos pescados, que vem passando de gera&ccedil;&atilde;o para gera&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Romualdo Ven&acirc;ncio, Isto &Eacute; Dinheiro</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[JBS investe pesado em carne de laboratório]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//jbs-investe-pesado-em-carne-de-laboratrio</link>
<pubDate>Wed, 11 May 2022 11:01:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">No Brasil, a base ser&aacute; em Florian&oacute;polis com o Centro de pesquisas para &aacute;rea de alimentos</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No final do ano passado, a JBS fez um movimento importante para se posicionar no embrion&aacute;rio, por&eacute;m crescente e promissor mercado de prote&iacute;na cultivada, ao adquirir o controle da espanhola BioTech Foods.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Mas a incorpora&ccedil;&atilde;o da empresa, conclu&iacute;da ap&oacute;s aprova&ccedil;&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;os de controle da Espanha, marcou apenas o primeiro movimento da JBS na produ&ccedil;&atilde;o de alimentos a partir de c&eacute;lulas animais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O segundo movimento est&aacute; sendo dado agora, no Brasil, com um investimento de US$ 60 milh&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o do JBS Biotech Innovation Center, um centro de pesquisas voltado para a &aacute;rea de alimentos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A ser instalado em Florian&oacute;polis, o local ter&aacute; como foco o desenvolvimento de tecnologia pr&oacute;pria para a produ&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;nas cultivadas, disse Eduardo Noronha, head global de inova&ccedil;&atilde;o e excel&ecirc;ncia operacional da JBS, ao NeoFeed.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Sendo o maior produtor de prote&iacute;na do mundo, a gente entende que tem que ser protagonista em qualquer iniciativa que tem a ver com produ&ccedil;&atilde;o de alimentos, com tecnologia&rdquo;, afirma.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O centro de pesquisa de Florian&oacute;polis &eacute; o movimento mais relevante at&eacute; o momento da JBS na parte de prote&iacute;na cultivada. No ano passado, quando anunciou a compra da BioTech Foods, a empresa informou que iria implementar um centro de pesquisa e desenvolvimento em prote&iacute;na cultivada no Brasil. No total, a JBS separou US$ 100 milh&otilde;es para os dois projetos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os investimentos da JBS est&atilde;o baseados numa proje&ccedil;&atilde;o da ONU de que, at&eacute; 2050, a popula&ccedil;&atilde;o mundial vai atingir 10 bilh&otilde;es de pessoas, um crescimento de 35% em rela&ccedil;&atilde;o aos n&uacute;meros atuais. E o consumo de prote&iacute;na, no mesmo per&iacute;odo, vai crescer 70%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Se esse crescimento [de demanda] acontecer, esse mercado de prote&iacute;nas no mundo vai passar de US$ 1,2 trilh&atilde;o em 2050&rdquo;, diz Noronha. &ldquo;Nossas motiva&ccedil;&otilde;es s&atilde;o dar alternativas aos consumidores no mundo inteiro, da prote&iacute;na tradicional, plant based e outras.&rdquo;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O JBS Biotech Innovation Center ser&aacute; instalado em um terreno de 40 mil metros quadrados no centro tecnol&oacute;gico do Sapiens Parque, espa&ccedil;o concebido pelo governo de Santa Catarina para abrigar projetos de empresas e startups em &aacute;reas de tecnologia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O projeto ser&aacute; liderado pelos doutores Luismar Marques Porto, que ser&aacute; o presidente do JBS Biotech Innovation Center, e Fernanda Vieira Berti, como vice-presidente do centro de pesquisa. Porto j&aacute; foi cientista visitante da Harvard University e do Massachusetts Institute of Technology (MIT). J&aacute; Fernanda tem passagem pelo Research Institute I3Bs e criou startup incubada no Vale do Sil&iacute;cio que desenvolve produtos baseados em medicina regenerativa e c&eacute;lulas-tronco para o tratamento de animais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No primeiro momento, a JBS vai concentrar esfor&ccedil;os na constru&ccedil;&atilde;o de instala&ccedil;&otilde;es especializadas para o desenvolvimento de tecnologia 100% nacional para a produ&ccedil;&atilde;o de carne cultivada e da planta piloto, bem como na aquisi&ccedil;&atilde;o dos insumos necess&aacute;rios para a realiza&ccedil;&atilde;o das pesquisas. Mas a ideia &eacute; ir al&eacute;m.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Nesta primeira fase vamos estar focando nos laborat&oacute;rios para a produ&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;na cultivada, mas depois ele tende a se ampliar para diversas outras &aacute;reas, com foco em biotecnologia&rdquo;, diz Fernanda Vieira Berti, vice-presidente do JBS Biotech Innovation Center.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O centro deve gerar mais de 100 empregos diretos, incluindo vagas de alta qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, inicialmente com 25 especialistas-doutores apenas para o projeto de pesquisas em prote&iacute;na cultivada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Futuro da carne</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O investimento da JBS na produ&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;na cultivada partiu do entendimento de que a tecnologia ficou mais acess&iacute;vel. Segundo Noronha, o primeiro hamb&uacute;rguer de carne cultivada, produzido em 2013, custou cerca de US$ 85 mil a unidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Atualmente, um quilo de prote&iacute;na cultivada custa em torno de US$ 1 mil e a tend&ecirc;ncia, com o desenvolvimento da tecnologia, &eacute; que este valor caia ainda mais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Estamos acompanhando o desenvolvimento dessa tecnologia de prote&iacute;na cultivada h&aacute; v&aacute;rios anos e entendemos que ela est&aacute; num n&iacute;vel de maturidade que a gente consegue entrar com nossos recursos e acelerar o desenvolvimento dela&rdquo;, complementa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A JBS estima que os primeiros produtos &agrave; base de prote&iacute;na cultivada devem chegar &agrave;s g&ocirc;ndolas dos supermercados a partir da segunda metade de 2024, via BioTech Foods.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para viabilizar esse cronograma, a JBS est&aacute; investindo US$ 40 milh&otilde;es para construir uma nova f&aacute;brica na Espanha com capacidade de 1 mil toneladas por ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;No caso do Brasil, o projeto est&aacute; come&ccedil;ando agora, mas a gente acha que pode acelerar e chegar muito pr&oacute;ximo desse per&iacute;odo&rdquo;, diz Noronha.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No primeiro momento, a prote&iacute;na cultivada chegar&aacute; inicialmente aos consumidores na forma de alimentos preparados, como hamb&uacute;rgueres, embutidos, alm&ocirc;ndegas, entre outros, mas o centro de pesquisas de Florian&oacute;polis vai se dedicar a pesquisar tecnologias que possam transformar a prote&iacute;na em cortes conhecidos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Estrutura para criar um m&uacute;sculo para ter um bife s&atilde;o outras tecnologias para serem desenvolvidas, que a gente est&aacute; trabalhando em paralelo&rdquo;, diz Noronha.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Neofeed</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Marfrig diversifica produtos para captar o jovem flexitariano]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//marfrig-diversifica-produtos-para-captar-o-jovem-flexitariano</link>
<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 11:43:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Mercado plant-based deve girar nas Am&eacute;ricas do Norte e Sul U$ 10,7 bilh&otilde;es</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">J&aacute; faz algum tempo que o consumo de prote&iacute;nas alternativas vem ganhando espa&ccedil;o na mesa dos brasileiros, principalmente entre os mais jovens. Esse &eacute; o motivo pelo qual a&nbsp;<a href=\"https://www.marfrig.com.br/pt\">Marfrig</a>&nbsp;&ndash; uma das pioneiras no lan&ccedil;amento de produtos &agrave; base de plantas no mercado nacional &ndash; est&aacute; ampliando sua presen&ccedil;a no segmento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Queremos ser a primeira op&ccedil;&atilde;o n&atilde;o apenas dos vegetarianos e flexitarianos, mas atrair mais consumidores que gostam de prote&iacute;na animal tamb&eacute;m. A Marfrig investiu em produtos com sabor e textura muito semelhantes &agrave; carne, trazendo uma experi&ecirc;ncia bastante superior ao que temos hoje no mercado&rdquo;, afirma Paulo Pianez, diretor de comunica&ccedil;&atilde;o corporativa e sustentabilidade da Marfrig.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Um dos produtos de grande sucesso no mercado brasileiro &eacute; o&nbsp;<span>hamb&uacute;rguer vegetal</span>&nbsp;do sandu&iacute;che Rebel Whopper, do Burguer King. Lan&ccedil;ado em 2020 pela&nbsp;<a href=\"https://www.marfrig.com.br/en/plant-plus-food\">PlantPlus Foods</a>&nbsp;&ndash; joint venture entre Marfrig e ADM &ndash;, o primeiro hamb&uacute;rguer &agrave; base de plantas da companhia logo chamou a aten&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico pelo sabor e textura parecidos com o da carne bovina.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A iniciativa, bem-aceita pelo p&uacute;blico, abriu caminho para novos produtos&nbsp;<em>plant-based</em>&nbsp;no mercado. Tanto &eacute; que a&nbsp;<a href=\"https://www.marfrig.com.br/en/plant-plus-food\">PlantPlus Foods</a>&nbsp;j&aacute; est&aacute; produzindo uma linha de prote&iacute;nas que inclui carne mo&iacute;da, alm&ocirc;ndega e quibes feitos de vegetais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Acreditamos que os nossos produtos ir&atilde;o promover um momento gastron&ocirc;mico com muita qualidade e sabor em qualquer tipo de refei&ccedil;&atilde;o&rdquo;, diz Beatriz Hlavnicka, head de marketing da&nbsp;<a href=\"https://www.marfrig.com.br/en/plant-plus-food\">PlantPlus Foods</a>&nbsp;para a Am&eacute;rica do Sul.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Entre o p&uacute;blico, a prefer&ecirc;ncia pela diversifica&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;nas &eacute; grande. Esse estilo de vida, chamado de&nbsp;<span>flexitariano</span>, j&aacute; &eacute; comum para 52% da popula&ccedil;&atilde;o, de acordo com uma pesquisa realizada pela ADM em parceria com o Ibope.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Fome de carne vegetal</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">H&aacute; muito o que explorar no mercado de prote&iacute;na vegetal. De acordo com a&nbsp;<a href=\"https://www.marfrig.com.br/en/plant-plus-food\">PlantPlus Foods</a>, o segmento de alimentos &agrave; base de prote&iacute;na vegetal cresce, em m&eacute;dia, 17% ao ano na Am&eacute;rica do Norte, e 15% ao ano na Am&eacute;rica do Sul, regi&otilde;es onde a companhia atua.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No mundo, o mercado de alimentos&nbsp;<em>plant-based</em>&nbsp;deve atingir US$ 6,5 bilh&otilde;es em 2021 e continuar crescendo nos pr&oacute;ximos anos. At&eacute; 2030, a proje&ccedil;&atilde;o global de consumo da categoria &eacute; de US$ 25,5 bilh&otilde;es. S&oacute; nas Am&eacute;ricas do Norte e do Sul, esse mercado deve movimentar US$ 10,7 bilh&otilde;es, o que representa 42% do total.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></div>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Emissão de ações da BRF torna possível fusão com a Marfrig]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//emisso-de-aes-da-brf-torna-possvel-fuso-com-a-marfrig</link>
<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 11:35:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Opera&ccedil;&atilde;o pode levantar R$ 8 bi, mas uma das maiores acionistas &eacute; contra o neg&oacute;cio</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A aprova&ccedil;&atilde;o, no come&ccedil;o da semana, de uma oferta secund&aacute;ria de a&ccedil;&otilde;es (follow on) da gigante do setor de prote&iacute;na animal BRF em uma assembleia de acionistas abre caminho para a Marfrig aumentar sua participa&ccedil;&atilde;o na companhia e, eventualmente, preparar-se para uma fus&atilde;o futura.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No entanto, analistas de mercado avaliam que outros acionistas relevantes da BRF dificilmente aceitaram diluir suas participa&ccedil;&otilde;es para que a Marfrig assuma o controle da empresa<span>.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A Marfrig &eacute; uma das maiores produtoras de carne bovina do mundo e comprou a&ccedil;&otilde;es da BRF em 2021. Atualmente &eacute; o maior acionista da empresa, que concentra sua atua&ccedil;&atilde;o em aves e su&iacute;nos, com 31,66% do capital.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na assembleia, o fundo de pens&atilde;o Petros, de funcion&aacute;rios da Petrobras, votou contra a opera&ccedil;&atilde;o; O fundo Previ, dos empregados do BB, se absteve. Os dois fundos de pens&atilde;o est&atilde;o entre os principais acionistas da empresa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para advogados ouvidos pelo GLOBO, o caso deve gerar questionamentos da Petros junto &agrave; Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CVM) e pode at&eacute; mesmo se tornar alvo de uma arbitragem.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Oferta tem potencial de levantar R$ 8 bi</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em comunicado ao mercado nesta ter&ccedil;a-feira, a BRF afirmou que haver&aacute; uma oferta de 270 milh&otilde;es de a&ccedil;&otilde;es, que pode ser sucedida de uma oferta adicional de 20%, ou seja, de 54 milh&otilde;es de a&ccedil;&otilde;es.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O follow on &eacute; restrito a investidores profissionais e s&oacute; poder&aacute; ter participa&ccedil;&atilde;o de, no m&aacute;ximo, 50 investidores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Considerando-se o pre&ccedil;o dos pap&eacute;is da BRF no fechamento do preg&atilde;o de segunda-feira (R$ 24,75), a oferta poderia levantar entre R$ 6,7 bilh&otilde;es e R$ 8 bilh&otilde;es para a companhia, que pretende usar os recursos para reduzir seu endividamento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O aumento de capital foi endossado por 81,7% dos acionistas presentes na assembleia, que representam 68,5% das a&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis da BRF.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O mercado reagiu mal &agrave;s incertezas que rondam o neg&oacute;cio: as a&ccedil;&otilde;es da BRF ca&iacute;am 6,59% &agrave;s 17h, cotadas a R$ 23,12. J&aacute; as da Marfrig recuavam 2,54%, avaliadas em R$ 22,66.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Petros indica que n&atilde;o vai abrir espa&ccedil;o</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Se a Marfrig subscrevesse todas as novas a&ccedil;&otilde;es, chegaria a 51,19% da BRF, considerando-se a composi&ccedil;&atilde;o acion&aacute;ria atual da empresa. Este cen&aacute;rio, por&eacute;m, &eacute; improv&aacute;vel devido &agrave; resist&ecirc;ncia de outros acionistas relevantes da BRF em terem sua participa&ccedil;&atilde;o dilu&iacute;da na opera&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&Eacute; o caso do fundo de pens&atilde;o Petros, que det&eacute;m hoje 7% do capital da BRF e votou contra o follow on na assembleia por considerar o momento ruim. Os pap&eacute;is da BRF est&atilde;o em um pre&ccedil;o considerado baixo.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Outro acionista relevante &eacute; a Previ, fundo de pens&atilde;o dos funcion&aacute;rios do Banco do Brasil, que tem 6,1% do capital da BRF e se absteve na assembleia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&mdash; O follow on hoje foi bastante criticado pela Petros e pela Previ porque hoje as a&ccedil;&otilde;es da BRF est&atilde;o descontadas, o que &eacute; ruim para o investidor que tem a&ccedil;&otilde;es da empresa. De qualquer modo, por&eacute;m, a opera&ccedil;&atilde;o vai ajudar a BRF porque dever&aacute; reduzir o n&iacute;vel de endividamento de 2,2 vezes o EBITDA (lucros antes de juros impostos deprecia&ccedil;&atilde;o e amortiza&ccedil;&atilde;o), considerado alto, para 1,1 vez &mdash; afirma Leonardo Alencar, s&oacute;cio da XP e diretor do setor de agro, alimentos e bebidas na corretora.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o analista, a Marfrig deve aumentar sua participa&ccedil;&atilde;o na BRF, mas &eacute; improv&aacute;vel que assuma o controle por enquanto.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Brecha no estatuto pode ser judicializada</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A Marfrig pode se beneficiar de uma exce&ccedil;&atilde;o &agrave; cl&aacute;usula poison pill (p&iacute;lula do veneno) no estatuto da BRF, que obriga qualquer acionista que exceder a participa&ccedil;&atilde;o de 33,3% de seu capital a fazer uma oferta por toda a companhia com um pr&ecirc;mio sobre a maior cota&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos pap&eacute;is de 30 ou 120 dias anteriores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A regra imporia um custo que inviabilizaria o neg&oacute;cio para a Marfrig, mas n&atilde;o se aplica a acionistas que superem essa fatia das a&ccedil;&otilde;es em aumentos de capital, caso em que se enquadraria o follow on, na vis&atilde;o de administradores da BRF.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ao manifestar seu voto contra o follow on, o fundo Petros anexou um parecer de Marcelo Trindade, advogado e ex-presidente da CVM (Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios, &oacute;rg&atilde;o regulador do mercado de capitais), em que se argumenta que a opera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode se enquadrar na exce&ccedil;&atilde;o prevista no estatuto.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O documento afirma que a ordem do dia da assembleia de acionistas menciona a aprova&ccedil;&atilde;o de um aumento de capital, mas diz que &ldquo;na verdade, as principais condi&ccedil;&otilde;es da opera&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o estabelecidas (e, portanto, o aumento de capital ser&aacute; de fato aprovado) pelo conselho de administra&ccedil;&atilde;o&rdquo; da BRF.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Essa delimita&ccedil;&atilde;o de condi&ccedil;&otilde;es de um futuro aumento de capital a ser (possivelmente) deliberado pelo conselho de administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o constitui uma delibera&ccedil;&atilde;o assemblear de aprova&ccedil;&atilde;o de um aumento de capital&rdquo;, argumenta Trindade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Como o conselho de administra&ccedil;&atilde;o da BRF &eacute; que vai delimitar a quantidade de a&ccedil;&otilde;es emitidas e o pre&ccedil;o por a&ccedil;&atilde;o, para o advogado n&atilde;o se aplica a exce&ccedil;&atilde;o &agrave; poison pill. O parecer indica que a quest&atilde;o deve ser judicializada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Proposta &eacute; gen&eacute;rica em alguns pontos e espec&iacute;fica em outros, diz advogado</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o advogado Bruno Furiati, s&oacute;cio do escrit&oacute;rio Sampaio Ferraz, a manifesta&ccedil;&atilde;o da Petros faz sentido ao questionar a necessidade do aumento de capital no presente momento e por que desenhar a opera&ccedil;&atilde;o de modo a contornar a poison pill.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&mdash; A Petros toca em pontos importante e um deles &eacute; a destina&ccedil;&atilde;o dos recursos. A administra&ccedil;&atilde;o da BRF fala em usar o valor (a ser levantado com a oferta de a&ccedil;&otilde;es) para reduzir d&iacute;vida l&iacute;quida, mas n&atilde;o mostra qual ser&aacute; a destina&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica dos valores &mdash; ressalta o advogado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ele continua:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&mdash; A proposta &eacute; muito gen&eacute;rica em alguns pontos, mas bem espec&iacute;fica em outros, como no desenho de uma oferta restrita. Abre margem para a interpreta&ccedil;&atilde;o de que se adota um caminho transverso para contornar o estatuto e n&atilde;o disparar a poison pill, o que beneficiaria a Marfrig caso a empresa aumente sua posi&ccedil;&atilde;o acion&aacute;ria &mdash; opina Furiati.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O advogado afirma que, caso a opera&ccedil;&atilde;o seja levada a cabo e a Marfrig de fato aumente sua participa&ccedil;&atilde;o acion&aacute;ria na BRF para al&eacute;m de 33,3% sem realizar uma oferta p&uacute;blica de aquisi&ccedil;&atilde;o, a Petros e outros acionistas devem recorrer &agrave; CVM e a tribunais arbitrais na tentativa de for&ccedil;ar a empresa a fazer a oferta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&mdash; &Eacute; do interesse da Marfrig o follow on porque vai permitir &agrave; empresa aumentar sua posi&ccedil;&atilde;o acion&aacute;ria e a companhia est&aacute; nos menores n&iacute;veis de alavancagem (endividamento) de sua hist&oacute;ria. N&atilde;o vai passar dos 50% de participa&ccedil;&atilde;o agora no primeiro momento, j&aacute; ter&aacute; o bastante para mudar o perfil da companhia e prepar&aacute;-la para uma fus&atilde;o futura. Em abril, haver&aacute; mudan&ccedil;as no conselho de administra&ccedil;&atilde;o da BRF e a Marfrig deve indicar conselheiros &mdash; explica Alencar, da XP.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Fus&atilde;o seria interessante para Marfrig em momento dif&iacute;cil para BRF</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o analista, no entanto, a alta de pre&ccedil;os de milho e soja, que pressiona os custos da BRF, al&eacute;m das incertezas no cen&aacute;rio macroecon&ocirc;mico, pode fragilizar mais a sa&uacute;de financeira da empresa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Uma eventual fus&atilde;o com a Marfrig &eacute; vista como potencialmente positiva porque pode gerar sinergias comerciais relevantes, especialmente em mercados internacionais como Oriente M&eacute;dio e China, mas tem desafios importantes, na vis&atilde;o da XP.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&mdash; &Eacute; positiva uma diversifica&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;nas para a Marfrig, mas h&aacute; uma grande diferen&ccedil;a de perfil entre a empresa e a BRF hoje. A Marfrig tem um comportamento de mercado de commodity: se o melhor pre&ccedil;o &eacute; no mercado dom&eacute;stico, aumenta posi&ccedil;&atilde;o aqui, mas se o real se desvaloriza, muda o foco para o mercado internacional e eventualmente desabastece clientes aqui &mdash; afirma Alencar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ele continua:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&mdash; A BRF n&atilde;o tem esse perfil, faz negocia&ccedil;&otilde;es de longo prazo e garante fornecimento ao longo do tempo. S&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es muito diferentes e que podem gerar algum estresse em uma eventual uni&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Eventual fus&atilde;o beneficiaria Marfrig, avalia analista</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para Luiz Carlos Corr&ecirc;a, da gestora Nexgen, a vis&atilde;o do mercado &eacute; de que se trata de uma opera&ccedil;&atilde;o que beneficiaria a Marfrig.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&mdash; As a&ccedil;&otilde;es da BRF est&atilde;o negociadas abaixo de um valor considerado justo, que seria de um m&uacute;ltiplo de 6 vezes o valor do seu EBITDA: a cota&ccedil;&atilde;o est&aacute; abaixo de 5 vezes. Parece haver um movimento do Marcos Molina (presidente do conselho de administra&ccedil;&atilde;o da Marfrig) para assumir uma participa&ccedil;&atilde;o na BRF e a Petros votou contra porque provavelmente enxerga esse movimento &mdash; afirma ele.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para Corr&ecirc;a, a fus&atilde;o de BRF e Marfrig geraria uma gigante do segmento de prote&iacute;na animal capaz de rivalizar com JBS, mas &eacute; uma opera&ccedil;&atilde;o com potencial para ser barrada por &oacute;rg&atilde;os reguladores como o Cade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Nunca pensamos que a Marfrig seria um acionista passivo da BRF. A companhia tem um longo hist&oacute;rico de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es agressivas e transformadoras&rdquo;, afirmou o BTG Pactual em relat&oacute;rio quando da aprova&ccedil;&atilde;o da opera&ccedil;&atilde;o pelo Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da BRF, em dezembro. Para os analistas, a opera&ccedil;&atilde;o &ldquo;permite &agrave; Marfrig exercer o controle sobre a BRF&rdquo;.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Marfrig e BRF n&atilde;o t&ecirc;m comentado a possibilidade da Marfrig assumir o controle da BRF.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Marfrig investe na produção de carne nobre na Patagônia]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//marfrig-investe-na-produo-de-carne-nobre-na-patagnia</link>
<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 10:52:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: small;\"><span><em>Unidade da companhia localizada em ilha remota no extremo sul do Chile abate 180.00 animais por</em></span><em><span>&nbsp;ano</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Considerada uma das carnes mais nobres da gastronomia, o cordeiro da Patag&ocirc;nia &eacute; macio, suculento e possui grande valor nutricional. Alinhada com a tend&ecirc;ncia gastron&ocirc;mica, a Marfrig &mdash; l&iacute;der global em produ&ccedil;&atilde;o de hamb&uacute;rgueres e uma das maiores empresas de carne bovina do mundo &ndash; pretende disseminar de vez o consumo do corte no segmento de food service no Brasil e oferecer tamb&eacute;m op&ccedil;&otilde;es org&acirc;nicas em 2022.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Adquirida pela Marfrig em 2007, a planta da Patag&ocirc;nia possui 9.000 metros quadrados e est&aacute; localizada em uma das ilhas remotas do arquip&eacute;lago &ldquo;Terra do Fogo&rdquo;, no extremo sul do Chile. A opera&ccedil;&atilde;o anual acontece somente entre janeiro e maio &mdash; quando as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas s&atilde;o mais prop&iacute;cias, uma vez que o inverno na regi&atilde;o &eacute; bastante rigoroso. Durante a temporada, 400 funcion&aacute;rios trabalham para garantir a cadeia de produ&ccedil;&atilde;o, com abate de 180.000 animais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os chamados cordeiros s&atilde;o filhotes de ovelhas que possuem peso diferenciado &ndash; aproximadamente 13 quilos &ndash; o que faz o produto altamente demandado mundialmente pela boa rela&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sculo e gordura. Os rebanhos s&atilde;o criados pelos produtores locais nos extensos campos patag&ocirc;nicos e alimentados 100% a pasto, sem confinamento, o que torna a produ&ccedil;&atilde;o mais sustent&aacute;vel. Como resultado, a carne proveniente desse ambiente tem uma gordura saud&aacute;vel e mais qualidade, sabor, maciez e sucul&ecirc;ncia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;O cordeiro da Patag&ocirc;nia &eacute; um dos nossos cortes mais diferenciados em sabor e qualidade. Acreditamos que a carne &eacute; uma boa op&ccedil;&atilde;o para ser descoberta pelos consumidores que ainda n&atilde;o tiveram essa experi&ecirc;ncia gastron&ocirc;mica. Al&eacute;m de sustent&aacute;vel, esta &eacute; mais uma alternativa saborosa para integrar o card&aacute;pio do brasileiro&rdquo;, diz Mariano Pabon, CEO da opera&ccedil;&atilde;o da Marfrig no Chile.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Mercados diversificados</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No Brasil, o corte faz parte da linha Bassi Patagonia, marca de carnes nobres da Marfrig. Para 2022, a companhia pretende incluir o cordeiro da Patag&ocirc;nia tamb&eacute;m em supermercados, boutiques e casas de carnes especializadas no ramo e no food service &mdash; segmento composto por restaurantes, bares e padarias &mdash; e criar uma vers&atilde;o de carne org&acirc;nica do corte.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Al&eacute;m de Chile e Brasil, o produto congelado &eacute; destinado ao varejo do mercado internacional, exportado para Estados Unidos, China e Europa. Para isso, a planta possui a certifica&ccedil;&atilde;o BRC, reconhecida pela GFSI (Global Food Safety Initiative), um programa que visa harmonizar as normas internacionais de seguran&ccedil;a de alimentos com o apoio dos maiores varejistas e fabricantes de alimentos do mundo. A unidade da Marfrig ainda possui uma estrutura apropriada para o ritual Kosher, pr&oacute;prio da culin&aacute;ria judaica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" ></guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Valor da carne vegetal vai ficar mais acessível, diz CEO da Fazenda do Futuro]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//valor-da-carne-vegetal-vai-ficar-mais-acessvel-diz-ceo-da-fazenda-do-futuro</link>
<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 11:55:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Startup de plant based aposta que categoria ir&aacute; crescer tamb&eacute;m pela alta no pre&ccedil;o da carne animal&nbsp;</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A Fazenda Futuro, startup brasileira de alimentos a base de plantas (ou plant based), come&ccedil;ou 2022 com um desejo ambicioso: tornar-se uma das maiores empresas do setor nos EUA. Para isso, levantou, em novembro do ano passado, um investimento de R$ 300 milh&otilde;es &mdash; valor que vai, em sua maior parte, alimentar o sonho americano. As prateleiras devem come&ccedil;ar a ser abastecidas em abril.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com produtos como carne mo&iacute;da, lingui&ccedil;a, hamb&uacute;rguer e atum, Marcos Leta, fundador e presidente da Fazenda Futuro, tem como desafio enfrentar r&oacute;tulos consolidados no pa&iacute;s, como Beyond Meat e Impossible Foods,&nbsp; que no fim de 2021 recebeu um aporte recorde de US$ 500 milh&otilde;es e se prepara para abrir capital ainda neste ano. Em entrevista ao Estad&atilde;o, Leta contou sobre a expectativa de lan&ccedil;ar a startup em um pa&iacute;s novo, ao mesmo tempo em que gerencia o crescimento na Europa e no Brasil &mdash; s&atilde;o 28 pa&iacute;ses, no total. Confira os principais momentos da entrevista.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">O que muda na empresa com o aporte de R$ 300 milh&otilde;es?</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">As nossas rodadas de investimento sempre t&ecirc;m um objetivo. Na S&eacute;rie A, a meta foi aumentar o espa&ccedil;o da f&aacute;brica e capacidade produtiva. A S&eacute;rie B foi, principalmente, destinada a continuar o crescimento fabril e focar na opera&ccedil;&atilde;o na Europa. A S&eacute;rie C vai ser para fazer continuar fazendo investimentos no crescimento no mercado europeu e, a maior parte desse capital, para come&ccedil;ar o trabalho nos EUA.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Qual &eacute; a estrat&eacute;gia da Fazenda Futuro para expandir nos EUA?</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">S&atilde;o alguns pontos em que a gente cria uma vantagem competitiva em rela&ccedil;&atilde;o a marcas americanas, como a Impossible Foods e a Beyond Meat. Um grande desafio dessa categoria &eacute; o pre&ccedil;o. Chega uma hora em que, se voc&ecirc; n&atilde;o diminui o pre&ccedil;o, voc&ecirc; chega em um limite de crescimento. Vamos ser entre 15% e 20% mais baratos que a Beyond Meat nos EUA. Um outro ponto &eacute; que, de alguma forma, essas empresas ainda n&atilde;o conseguiram aumentar o portf&oacute;lio maior. A gente consegue oferecer mais produtos para o varejista. Isso faz diferen&ccedil;a, porque ele quer que uma s&oacute; empresa consiga oferecer um portf&oacute;lio amplo para a compra.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Voc&ecirc;s chegam nos EUA com a proposta de pre&ccedil;os mais competitivos, mesmo com a f&aacute;brica localizada no Brasil. Como v&atilde;o gerenciar a log&iacute;stica de importa&ccedil;&atilde;o sem impactar no pre&ccedil;o?</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O custo de produ&ccedil;&atilde;o no Brasil, de fato, &eacute; mais barato do que o custo de produ&ccedil;&atilde;o nos EUA. Ainda, como voc&ecirc; est&aacute; exportando a produ&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; acaba n&atilde;o incluindo alguns impostos internos, isso facilita a conseguir pre&ccedil;os mais competitivos e fazer frente com marcas americanas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Essa log&iacute;stica ainda &eacute; um desafio?</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Hoje, os produtos que t&ecirc;m volumes maiores, como hamb&uacute;rguer, por exemplo, a gente produz no Brasil. Como o Pa&iacute;s &eacute; um dos maiores exportadores de carne animal do mundo, j&aacute; existe uma log&iacute;stica para produtos congelados muito bem organizada. No final do dia, a gente usa esse mesmo sistema (de carne animal) para chegar a diversos pa&iacute;ses do mundo. O nosso maior desafio sempre &eacute; em como avan&ccedil;ar em tecnologia e reduzir o custo para aumentar consumo. Existem alguns locais em que a gente manda o produto e empacota no pa&iacute;s, porque fica mais barato, mas cerca de 90% da produ&ccedil;&atilde;o sai do Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Qual &eacute; a estrat&eacute;gia da startup para se diferenciar em um mercado que est&aacute; atraindo diversas marcas para o setor?</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O consumidor decide se o produto &eacute; gostoso ou n&atilde;o, se &eacute; mais pr&oacute;ximo da carne ou n&atilde;o. Se o principal foco do frigor&iacute;fico n&atilde;o &eacute; o plant-based, mas &eacute; continuar matando e vendendo animal, n&atilde;o existe um foco t&atilde;o grande em desenvolvimento de tecnologia para estar nesse mercado. A gente vive 100% do plant-based, ent&atilde;o existe um foco muito grande de capacidade intelectual muito maior que outras marcas ou frigor&iacute;ficos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">E como se diferenciam em tecnologia?</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A gente tem f&aacute;brica pr&oacute;pria, o que facilita muito. Ent&atilde;o a gente n&atilde;o terceiriza a produ&ccedil;&atilde;o e consegue desenvolver os processos industriais. A gente n&atilde;o acredita que uma s&oacute; tecnologia consiga desenvolver o produto. Intelig&ecirc;ncia artificial &eacute; uma parte do processo, mas &eacute; uma parte pequena. Ela n&atilde;o d&aacute; a f&oacute;rmula precisa. Com m&uacute;ltiplas tecnologias, &eacute; poss&iacute;vel ter um processo industrial mais &uacute;nico, onde voc&ecirc; consegue dar caracter&iacute;sticas mais reais e mais pr&oacute;ximas da carne. Existem v&aacute;rios tipos de tecnologia: l&iacute;ngua artificial que mede textura, testes de extratos naturais para medir o n&iacute;vel de proximidade do sangue do boi, por exemplo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">O que falta para colocar a carne vegetal na mesa do brasileiro?</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">S&oacute; o tempo vai construir essa categoria, como aconteceu em outros pa&iacute;ses que, hoje, t&ecirc;m o mercado mais maduro. Isso inclui ter o desenvolvimento de bons produtos, n&atilde;o deixar que outras empresas &ldquo;estraguem&rdquo; esse mercado com produtos ruins, e dar tempo para o consumidor experimentar e conhecer. O principal &eacute; entender que voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em uma corrida de 5 km, voc&ecirc; est&aacute; em uma maratona de 100 km para construir essa categoria no Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Isso passa por reduzir os pre&ccedil;os dos produtos vegetais em rela&ccedil;&atilde;o aos produtos de origem animal?</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A cada f&oacute;rmula nova que voc&ecirc; desenvolve, dentro das vari&aacute;veis, &eacute; importante diminuir o custo para poder passar isso para o consumidor. O segundo ponto &eacute; a escala. A categoria ainda &eacute; muito pequena. &Agrave; medida que vai ganhando escala, crescendo em outros pa&iacute;ses, voc&ecirc; consegue ter efici&ecirc;ncias fabris maiores e consegue passar essa efici&ecirc;ncia para o consumidor, mas isso leva tempo. N&atilde;o acontece em dois, tr&ecirc;s anos de opera&ccedil;&atilde;o. Um outro ponto &eacute; que a carne animal vai aumentar de custo ao longo do tempo, ent&atilde;o os incentivos para a carne animal v&atilde;o acabar. Carne &eacute; uma categoria que precisa ser revista e, basicamente, os pre&ccedil;os das duas categorias (carne animal e vegetal) v&atilde;o ficar cada vez mais pr&oacute;ximos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Quais os planos para 2022?</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em termos de capta&ccedil;&atilde;o, nosso caixa dura os pr&oacute;ximos dois anos e meio, ent&atilde;o a gente n&atilde;o pretende ter nenhuma capta&ccedil;&atilde;o em vista. Nosso plano vai continuar sendo criar a categoria no Brasil, consolidar mais a marca na Europa, principalmente na Inglaterra, e come&ccedil;ar realmente a opera&ccedil;&atilde;o nos Estados Unidos. Nossa f&aacute;brica sustenta o nosso crescimento, ent&atilde;o nenhuma expans&atilde;o vai ser necess&aacute;ria nesse sentido.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Estad&atilde;o</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Consumo de carne despenca e não se recupera na pandemia]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//consumo-de-carne-despenca-e-no-se-recupera-na-pandemia</link>
<pubDate>Fri, 31 Dec 2021 10:51:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style=\"text-align: center;\"><span><em>Dados da Embrapa apontam que o ciclo da pecu&aacute;ria pode atrasar ainda mais a retomada do mercado</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O consumo de carne bovina entre os brasileiros caiu significativamente desde o in&iacute;cio da pandemia e chegou a 26,5 quilos por habitante em 2021.</p>
<p><br />Trata-se do menor volume em 25 anos e, em rela&ccedil;&atilde;o a 2006, quando houve um pico de 42,8 quilos por habitante, o recuo &eacute; de quase 40%.</p>
<p><br />Os dados, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foram destacados e usados como refer&ecirc;ncia por pesquisadores do Centro de Intelig&ecirc;ncia da Carne Bovina (CiCarne), da Embrapa Gado de Corte.</p>
<p><br />O pesquisador Guilherme Malafaia e seus colegas S&eacute;rgio de Medeiros e Fernando Teixeira Dias, que assinam o boletim &ldquo;Perspectivas para a pecu&aacute;ria de corte em 2022&rdquo;, publicado pela Embrapa, dizem que o n&iacute;vel de consumo &eacute; o menor em 25 anos. Malafaia observa que os dados podem diferir a depender do &oacute;rg&atilde;o utilizado como refer&ecirc;ncia.</p>
<p><br />A queda se nota desde o ano passado, quando o consumo m&eacute;dio da prote&iacute;na foi de 29,3 quilos por habitante. O cen&aacute;rio resulta do encarecimento dos cortes e do menor poder de compra das pessoas, devido ao avan&ccedil;o da infla&ccedil;&atilde;o e do desemprego.</p>
<p><br />Para o CiCarne, o cen&aacute;rio dever&aacute; mudar &ldquo;em um futuro pr&oacute;ximo&rdquo;. &ldquo;Esperamos um crescimento constante &agrave; medida que a renda e as prefer&ecirc;ncias alimentares se expandam. A tend&ecirc;ncia de percep&ccedil;&atilde;o de mais sa&uacute;de [ao consumir a prote&iacute;na] tamb&eacute;m ser&aacute; forte na carne bovina&rdquo;, afirmam os pesquisadores.</p>
<p><br />A retomada interna, no entanto, pode n&atilde;o ocorrer no curto prazo. &Eacute; esperado reaquecimento de economias globais para 2022 com o avan&ccedil;o da vacina&ccedil;&atilde;o, mas a infla&ccedil;&atilde;o e o desemprego devem continuar pressionando o consumo de carne bovina no pa&iacute;s &ndash; e o mercado interno absorve 75% da produ&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><br />Apesar de o brasileiro ter trocado o bife pelo frango, os pre&ccedil;os da carne de boi n&atilde;o cederam. Uma causa &eacute; o ciclo da pecu&aacute;ria, quando h&aacute; menos animais dispon&iacute;veis para abate. No terceiro trimestre deste ano, por exemplo, os abates recuaram 10,7%, ante igual per&iacute;odo de 2020, para 6,94 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). No ano passado, houve queda em rela&ccedil;&atilde;o a 2019.</p>
<p><br />Segundo o CiCarne, este ano foi marcado por realidade similar &agrave; de 2020, com falta de animais para abastecer o mercado dom&eacute;stico. Fora o efeito do ciclo pecu&aacute;rio, a escassez de chuvas nos principais polos produtores tamb&eacute;m afetou a engorda. Assim, o patamar de pre&ccedil;os da arroba do boi gordo se manteve acima de R$ 300 no primeiro semestre.</p>
<p><br />Os pre&ccedil;os n&atilde;o cederam significativamente nem quando a China, principal importador, interrompeu compras em setembro, por causa de dois casos at&iacute;picos de &ldquo;vaca louca&rdquo;. Os asi&aacute;ticos importaram 50% de 1,27 milh&atilde;o de toneladas embarcadas pelo Brasil entre janeiro e setembro. O embargo durou mais de tr&ecirc;s meses, mas foi suspenso.</p>
<p><br />O momento &eacute; de transi&ccedil;&atilde;o de ciclo e o pre&ccedil;o do bezerro continua acima do valor m&eacute;dio nominal de 2020. Isso levar&aacute; &agrave; reten&ccedil;&atilde;o de f&ecirc;meas para aumentar a produ&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Como o atual ciclo pecu&aacute;rio se iniciou em 2019, os custos de reposi&ccedil;&atilde;o devem come&ccedil;ar a baixar somente em 2023, apesar do aumento da oferta destes animais em 2022&rdquo;, dizem os analistas do CiCarne.</p>
<p><br />Sobre as exporta&ccedil;&otilde;es, a expectativa &eacute; de avan&ccedil;o em 2022, acredita a Embrapa. A &Aacute;sia continuar&aacute; como o principal consumidor da carne bovina brasileira, com a China &agrave; frente.</p>
<p><br />&ldquo;Esperamos que a produ&ccedil;&atilde;o de su&iacute;nos volte a cair em muitos mercados asi&aacute;ticos, incluindo a China, em 2022, pelos pre&ccedil;os descendentes e alto custo com insumos, desestimulando assim a produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, dizem os especialistas. O fator pode favorecer vendas, por&eacute;m com competi&ccedil;&atilde;o mais acirrada dos Estados Unidos.</p>
<p><br />Nesse contexto, as margens dos frigor&iacute;ficos devem continuar apertadas em 2022. Faltar&atilde;o vacas para abate e o abastecimento do mercado interno e as ind&uacute;strias buscar&atilde;o bois, que estar&atilde;o com a demanda aquecida no mercado externo &ndash; e com a arroba valorizada.</p>
<p><br />Fonte: Por &Eacute;rica Polo, Valor</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[JBS compra empresa espanhola e entra no mercado de carne cultivada em laboratório]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//jbs-compra-empresa-espanhola-e-entra-no-mercado-de-carne-cultivada-em-laboratrio</link>
<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 09:21:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Companhia tamb&eacute;m construir&aacute;, no Brasil, um centro de pesquisa e desenvolvimento em biotecnologia de alimentos e de prote&iacute;na cultivada&nbsp;</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A picanha de laborat&oacute;rio talvez ainda pare&ccedil;a futurista, mas a JBS encontrou uma tecnologia vi&aacute;vel para produzir hamb&uacute;rguer, quibe e outros alimentos preparados a partir do cultivo de c&eacute;lulas. Depois de escarafunchar o estado de desenvolvimento das tecnologias nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, a companhia acaba de anunciar a aquisi&ccedil;&atilde;o do controle da espanhola BioTech Foods.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O M&amp;A integra um abrangente plano da JBS para liderar a ind&uacute;stria de carne cultivada, uma tecnologia que ainda n&atilde;o atingiu escala comercial, mas j&aacute; atraiu o capital de personalidades como Bill Gates, Richard Branson e Leonardo DiCaprio tamanho &eacute; o apetite por alternativas ao sacrif&iacute;cio animal &mdash; e, claro, por uma redu&ccedil;&atilde;o substancial nas emiss&otilde;es de gases de efeito estufa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Maior ind&uacute;stria global de carne bovina e dona de um faturamento anual de US$ 65 bilh&otilde;es, a JBS separou US$ 100 milh&otilde;es &mdash; o equivalente a R$ 550 milh&otilde;es &mdash; para se consolidar como um grande player em carne cultivada a partir de c&eacute;lulas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Uma parcela desse montante ser&aacute; desembolsada para assumir uma participa&ccedil;&atilde;o majorit&aacute;ria na BioTech Foods, mas o pacote tamb&eacute;m inclui US$ 41 milh&otilde;es para a constru&ccedil;&atilde;o de uma f&aacute;brica na Espanha. Os recursos contemplam ainda a cria&ccedil;&atilde;o de um centro de P&amp;D dedicado ao tema no Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Quando a gente entra num neg&oacute;cio, &eacute; para ter posi&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;a&rdquo;, enfatizou o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, ao Pipeline.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ao contr&aacute;rio de outras startups que come&ccedil;aram o desenvolvimento das carnes cultivadas buscando chegar ao bife perfeito, o que &eacute; mais complexo por causa da dificuldade de emular a fibra muscular, a BioTech Foods iniciou pela prote&iacute;na desagregada (trocando em mi&uacute;dos, a startup criou um produto parecido com a carne mo&iacute;da).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A partir da carne desagregada, &eacute; bem mais f&aacute;cil produzir itens como hamb&uacute;rguer, quibe, alm&ocirc;ndega e embutidos. Eduardo Noronha, o executivo respons&aacute;vel pela &aacute;rea de inova&ccedil;&atilde;o da JBS, j&aacute; provou o hamb&uacute;rguer da BioTech Foods e n&atilde;o se arrepende. &ldquo;&Eacute; exatamente a mesma coisa que um hamb&uacute;rguer de carne&rdquo;.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A valida&ccedil;&atilde;o da tecnologia da BioTech Foods &mdash; o tecido celular &eacute; obtido com uma bi&oacute;psia e a partir da&iacute; &eacute; cultivado &mdash; deu seguran&ccedil;a para a JBS n&atilde;o s&oacute; assumir o controle do neg&oacute;cio como j&aacute; iniciar a constru&ccedil;&atilde;o de uma f&aacute;brica em escala comercial em 2022. No desenvolvimento da tecnologia, a startup recebeu recursos da Comiss&atilde;o Europeia e do governo espanhol.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A unidade ser&aacute; constru&iacute;da no Pa&iacute;s Basco, comunidade aut&ocirc;noma da Espanha onde est&aacute; sediada a planta piloto da BioTech Foods. A f&aacute;brica ter&aacute; capacidade para produzir 1 mil toneladas por ano. Nos testes, a startup produz apenas 1 tonelada por ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Um desafio crucial para tornar o produto palat&aacute;vel &eacute; o pre&ccedil;o. Atualmente, o quilo de um produto como esse n&atilde;o sai por menos de US$ 600, mas a tecnologia vem se desenvolvendo rapidamente e os executivos da JBS est&atilde;o confiantes numa solu&ccedil;&atilde;o de escala.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Veja o que aconteceu com os chips. Era um absurdo e hoje custam pouco&rdquo;, diz Noronha. De fato, j&aacute; houve uma dr&aacute;stica redu&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o desde que a carne de laborat&oacute;rio come&ccedil;ou a ser testada. H&aacute; dez anos, um hamb&uacute;rguer desses chegava a valer US$ 280 mil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ao assumir o controle da BioTech Foods, a JBS d&aacute; um passo diferente de concorrentes como as americanas Cargill e Tyson e a brasileira BRF, que fizeram aportes minorit&aacute;rios. A dona da Sadia, por exemplo, aplicou US$ 2,5 milh&otilde;es na rodada s&eacute;rie B da Aleph, startup israelense que levantou US$ 105 milh&otilde;es e vem trabalhando para desenvolver, a&iacute; sim, um bife &mdash; se a parceria chegar a um produto comercialmente vi&aacute;vel, a companhia brasileira vislumbra construir uma f&aacute;brica em 2024.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Ao inv&eacute;s de sermos um investidor, nossa op&ccedil;&atilde;o foi ser um produtor. Fizemos a aquisi&ccedil;&atilde;o de tudo, inclusive das patentes. Os t&eacute;cnicos que desenvolveram permanecem conosco e agora s&atilde;o s&oacute;cios do neg&oacute;cio&rdquo;, diz Tomazoni.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na Espanha, o time da BioTech Foods seguir&aacute; &agrave; frente do neg&oacute;cio. A startup foi fundada em 2017 por dois espanh&oacute;is: a CTO Mercedes Vila Ju&aacute;rez, uma especialista em f&iacute;sica dos materiais para biomedicina que j&aacute; ganhou pr&ecirc;mio da Unesco no programa Mulheres na Ci&ecirc;ncia; e o CEO I&ntilde;igo Charola, experiente na &aacute;rea comercial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Por aqui, a JBS tamb&eacute;m vai fomentar as pesquisas, criando um centro de P&amp;D que ser&aacute; liderado pelos cientistas Luismar Marques Porto, pesquisador visitante em Harvard e no MIT, e Fernanda Vieira Berti, que criou uma startup que trabalha com medicina regenerativa e c&eacute;lulas-tronco voltadas para o tratamento de animais. Localizado em um espa&ccedil;o de 10 mil metros quadrados, o centro ter&aacute; 25 pesquisadores. O movimento na Europa &eacute; complementado pelo Centro de Pesquisa em Prote&iacute;na Cultivada no Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Valor</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Abate de suínos aumenta, mas de bovinos cai no terceiro trimestre]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//abate-de-sunos-aumenta-mas-de-bovinos-cai-no-terceiro-trimestre</link>
<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 16:27:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">O abate de su&iacute;nos subiu 7,6% e o de frangos 1,2% no terceiro trimestre de 2021, conforme mostram os primeiros resultados da produ&ccedil;&atilde;o animal no per&iacute;odo, na compara&ccedil;&atilde;o com o ao mesmo trimestre de 2020. J&aacute; o abate de bovinos caiu 11,1% na mesma compara&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em rela&ccedil;&atilde;o ao segundo trimestre deste ano, foi registrada queda de 2,4% no abate de bovinos, mas o de su&iacute;nos avan&ccedil;ou 5,1% e o de frangos 0,6%. Os dados das pesquisas trimestrais do Abate de Animais, do Leite e do Couro e da Produ&ccedil;&atilde;o de Ovos de Galinha, que englobam o per&iacute;odo de julho a setembro de 2021, foram divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com a pesquisa, no terceiro trimestre deste ano foram abatidas 6,91 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as de bovinos sob algum tipo de servi&ccedil;o de inspe&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria. A produ&ccedil;&atilde;o de carca&ccedil;as bovinas ficou em 1,88 milh&atilde;o de toneladas, o que significa recuo de 9,4% se comparado ao mesmo per&iacute;odo de 2020 e avan&ccedil;o de 0,4% em rela&ccedil;&atilde;o ao segundo trimestre de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Su&iacute;nos</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />Tamb&eacute;m de julho a setembro deste ano, o abate de su&iacute;nos alcan&ccedil;ou 13,70 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as. O n&uacute;mero, al&eacute;m de representar ualta de 7,6% em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo do ano anterior, foi um avan&ccedil;o de 5,1% na compara&ccedil;&atilde;o com o segundo trimestre de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O peso acumulado das carca&ccedil;as atingiu 1,27 milh&atilde;o de toneladas, o que equivale a uma eleva&ccedil;&atilde;o de 8,5% frente ao terceiro trimestre de 2020 e de 4,5% se comparado ao per&iacute;odo imediatamente anterior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Frangos</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />A alta de 1,2% na produ&ccedil;&atilde;o de frangos foi obtida com o abate de 1,53 bilh&atilde;o de cabe&ccedil;as no terceiro trimestre de 2021, em rela&ccedil;&atilde;o aos mesmos meses de 2020 e de 0,6% ante o segundo trimestre de 2021.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O peso acumulado das carca&ccedil;as alcan&ccedil;ou 3,63 milh&otilde;es de toneladas. &Eacute; uma alta de 4,1% em rela&ccedil;&atilde;o aos meses de julho a setembro de 2020 e de 0,8% frente ao trimestre anterior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: medium;\">Leite</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A aquisi&ccedil;&atilde;o de leite cru, que &eacute; feita pelos estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspe&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria federal, estadual ou municipal, ficou em 6,19 bilh&otilde;es de litros. O volume equivale a queda de 5,1% em compara&ccedil;&atilde;o com o terceiro trimestre de 2020, mas avan&ccedil;o de 6,4% na compara&ccedil;&atilde;o com o per&iacute;odo imediatamente anterior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Couro</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />Os curtumes declararam que receberam 6,96 milh&otilde;es de pe&ccedil;as inteiras de couro cru bovino entre julho e setembro de 2021. Isso representa queda de 15,4% em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo de 2020 e de 7,3% na compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre imediatamente anterior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O IBGE destacou que os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro s&atilde;o aqueles que efetuam curtimento de, pelo menos, 5 mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ovos de galinha</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />A produ&ccedil;&atilde;o de ovos de galinha atingiu 994 milh&otilde;es de d&uacute;zias entre julho e setembro deste ano, o que representa recuo de 2,5% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior, mas aumento de 0,8% em compara&ccedil;&atilde;o com o segundo trimestre de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Chega ao mercado frango plant based carbono neutro da BRF]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//chega-ao-mercado-frango-plant-based-carbono-neutro-da-brf</link>
<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 10:20:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Novidade foi anunciada durante a COP26 e integra portf&oacute;lio da linha Sadia Veg&amp;Tal</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, lan&ccedil;a o primeiro frango plant based carbono neutro do Brasil, o Veg Frango 100% Vegetal, da linha Sadia Veg&amp;Tal. As emiss&otilde;es s&atilde;o neutralizadas do gr&atilde;o &agrave; mesa por meio de conserva&ccedil;&atilde;o florestal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com o an&uacute;ncio, realizado diretamente da Confer&ecirc;ncia das Na&ccedil;&otilde;es Unidas sobre Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas (COP26), a Companhia cumpre um dos seus compromissos divulgados em 2020, que previa a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de linha carbono neutro at&eacute; o final de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Tamb&eacute;m foi desenvolvido pela BRF e certificado pela SGS o &ldquo;Selo Carbono Neutro&rdquo;, que poder&aacute; ser usado em outros itens futuros. A a&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;a ainda a posi&ccedil;&atilde;o de inova&ccedil;&atilde;o e vanguarda da BRF, que firmou em mar&ccedil;o deste ano parceria in&eacute;dita com a Aleph Farms para produ&ccedil;&atilde;o de carne cultivada. Os dois projetos est&atilde;o em sintonia com a meta da empresa de ser Net Zero at&eacute; 2040.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Concebida desde o in&iacute;cio para ter as emiss&otilde;es 100% neutralizadas, a linha teve a pegada de carbono considerada desde o cultivo dos gr&atilde;os at&eacute; o fim do ciclo de vida da embalagem do produto. Elaborado em parceria com a empresa Enciclo, o c&aacute;lculo passou por auditoria da certificadora SGS e a compensa&ccedil;&atilde;o foi realizada atrav&eacute;s da compra de cr&eacute;ditos de carbono em projeto de conserva&ccedil;&atilde;o florestal (REDD &ndash; Redu&ccedil;&atilde;o de Emiss&otilde;es por Desmatamento e Degrada&ccedil;&atilde;o Florestal) nos estados do Amazonas e Acre, por meio da Agrocortex. A embalagem &eacute; recicl&aacute;vel, conforme o compromisso da empresa de ter 100% de suas embalagens recicl&aacute;veis, reutiliz&aacute;veis ou biodegrad&aacute;veis at&eacute; 2025.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Estamos cientes da nossa responsabilidade com este primeiro e importante passo ao anunciar o lan&ccedil;amento do Veg Frango Sadia Veg&amp;Tal Carbono Neutro que est&aacute; em linha com nossa estrat&eacute;gia NET Zero e com a agenda de crescimento sustent&aacute;vel. Acreditamos que inova&ccedil;&atilde;o e sustentabilidade t&ecirc;m grande sinergia para encontrar novas solu&ccedil;&otilde;es aos desafios de mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. As a&ccedil;&otilde;es para a descarboniza&ccedil;&atilde;o exigir&atilde;o a mobiliza&ccedil;&atilde;o de todos em uma extensa caminhada em prol do planeta&rdquo;, afirma Grazielle Parenti, vice-presidente global de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais e Sustentabilidade da BRF, que representa a companhia na COP26, na Esc&oacute;cia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em junho deste ano, a Companhia assumiu o compromisso de ser Net Zero at&eacute; 2040 tanto em suas opera&ccedil;&otilde;es como em sua cadeia. At&eacute; l&aacute;, dever&aacute; reduzir as emiss&otilde;es de gases de efeito estufa e neutralizar as residuais, refor&ccedil;ando seu comprometimento com a agenda sustent&aacute;vel em diversas frentes, como energia renov&aacute;vel, compra sustent&aacute;vel de gr&atilde;os, agricultura de baixo carbono, efici&ecirc;ncia operacional, al&eacute;m de produto carbono neutro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;O lan&ccedil;amento da primeira linha de frango plant based carbono neutro do Pa&iacute;s refor&ccedil;a a lideran&ccedil;a e pioneirismo da BRF quando falamos de inova&ccedil;&atilde;o. Nosso foco, parte fundamental de nossa Vis&atilde;o 2030, &eacute; estarmos sempre um passo &agrave; frente no atendimento das demandas dos consumidores, desenvolvendo produtos ao mesmo tempo deliciosos e sustent&aacute;veis&rdquo;, afirma Marcel Sacco, vice-presidente de Novos Neg&oacute;cios da BRF.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Dispon&iacute;veis nos pontos de venda de todo o Pa&iacute;s at&eacute; o fim de novembro, s&atilde;o tr&ecirc;s op&ccedil;&otilde;es de Sadia Veg Frango: Cubo, Tiras e Desfiado. Um dos diferenciais do Veg Frango &eacute; que, al&eacute;m da adi&ccedil;&atilde;o de feij&atilde;o carioca, ingrediente muito presente nos lares brasileiros, conta com a utiliza&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnica inovadora que consiste na adi&ccedil;&atilde;o de calor e press&atilde;o sobre uma combina&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;nas vegetais de feij&atilde;o, ervilha e soja, conhecida como extrus&atilde;o &uacute;mida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Essa tecnologia produz fibras proteicas longas conferindo a percep&ccedil;&atilde;o e apar&ecirc;ncia da prote&iacute;na animal. Al&eacute;m da semelhan&ccedil;a, os itens tamb&eacute;m t&ecirc;m a mesma quantidade de prote&iacute;na de um peito de frango.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O lan&ccedil;amento faz parte do planejamento estrat&eacute;gico Vis&atilde;o 2030 da BRF, proposta da Companhia que inclui a meta de triplicar de tamanho nos pr&oacute;ximos dez anos e superar os R$ 100 bilh&otilde;es em receita anual &ndash; consolidando a BRF como empresa global de alimentos de alto valor agregado.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Disparada no preço da carne e crise acentuam furto da proteína nas lojas]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//disparada-no-preo-da-carne-e-crise-acentuam-furto-da-protena-nas-lojas</link>
<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 12:21:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><em><span><span style=\"font-size: small;\">Rede paulista revela que indicador de perdas no a&ccedil;ougue subiu 33% este ano ante 2020</span></span></em></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Se tem um indicador que os supermercadistas querem que seja o mais pr&oacute;ximo de zero poss&iacute;vel &eacute; o que se refere &agrave;s perdas sobre o faturamento.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O &uacute;ltimo dado da Abras (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados), de 2020, identificou um &iacute;ndice m&eacute;dio de 1,79% sobre a receita bruta das redes, um dos menores da hist&oacute;ria.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Mas tudo indica que em 2021 o cen&aacute;rio vai ser diferente. Este n&uacute;mero pode ultrapassar 2%, de acordo com supermercadistas e especialistas em preven&ccedil;&atilde;o de perdas de empresas.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Nos &uacute;ltimos quatro meses, redes identificaram um aumento expressivo nos furtos de produtos de maior valor, especialmente na linha de carnes mais nobres, como a picanha.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A alta do pre&ccedil;o da carne, que supera os 30% somente no primeiro semestre, e a queda de renda, s&atilde;o os principais motivos, de acordo com supermercadistas, para o aumento de furtos.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com 31 lojas no Estado de S&atilde;o Paulo, a rede Coop informa que o indicador de perdas no a&ccedil;ougue aumentou 33% de janeiro a setembro deste ano sobre igual per&iacute;odo de 2020.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">`Parte deste incremento est&aacute; relacionada ao aumento de furtos interno (por funcion&aacute;rios) e externo (por consumidores)`, afirma Gernaldo Gomes dos Santos, diretor da Coop.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No ano passado, o &iacute;ndice m&eacute;dio de perda nos a&ccedil;ougues no pa&iacute;s, de acordo com a Abras, foi de 2,62% sobre a receita bruta, j&aacute; acima do dado m&eacute;dio geral de perdas do setor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Se este aumento de 33% verificado pela Coop valesse para todo o setor, diz Gomes dos Santos, o indicador de perda dos a&ccedil;ougues das redes brasileiras chegaria perto de 3,5% neste ano.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Perdas superiores a 2% em qualquer rede de supermercado j&aacute; deveriam acender um sinal de alerta dentro das empresas, de acordo com especialistas em preven&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Num setor de grande concorr&ecirc;ncia como o de supermercados, quanto menor a perda, maior o lucro, j&aacute; que as perdas geram preju&iacute;zo.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">H&aacute; dois tipos de perda nos supermercados, a conhecida e a n&atilde;o-conhecida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A conhecida &eacute; aquela que, por alguma raz&atilde;o, o produto n&atilde;o passou pelo caixa porque estava com prazo de validade vencido ou estragado, por exemplo.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A desconhecida, quando o produto some da loja, &eacute; aquela identificada somente por meio do processo de invent&aacute;rio, de contagem de mercadorias nas lojas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Nos supermercados, geralmente, a perda conhecida &eacute; maior do que a desconhecida, numa propor&ccedil;&atilde;o de 60% e 40%, respectivamente.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Neste momento, a causa principal do aumento da perda desconhecida &eacute; o furto, de acordo com informa&ccedil;&otilde;es de supermercadistas e especialistas em preven&ccedil;&atilde;o de perdas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A carne sempre foi um produto desviado, s&oacute; que, com a crise e a alta de pre&ccedil;os, a situa&ccedil;&atilde;o se agravou`, afirma Vanessa Urbieta, gerente de neg&oacute;cios da Inwave, empresa que desenvolve e produz equipamentos para a preven&ccedil;&atilde;o de perdas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O consumo de carne bovina no Brasil deve cair 14% neste ano em rela&ccedil;&atilde;o a 2019, o menor n&iacute;vel em 26 anos, de acordo com previs&atilde;o da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com mais de 15 anos na &aacute;rea, Vanessa diz que um levantamento recente da Gatecash, sistema de monitoramento de frente de caixa, que pertence &agrave; Gunnebo, com cerca de dez redes e aproximadamente 180 caixas, revelou alta de 1.000% no valor nominal das perdas dos a&ccedil;ougues.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">`PICANHEIROS`</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com ela, o que tem ocorrido com frequ&ecirc;ncia &eacute; o consumidor colocar pe&ccedil;as de carnes embaixo ou dentro da roupa, al&eacute;m de invas&otilde;es de quadrilhas nas lojas de madrugada.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Uma cliente foi pega recentemente em uma grande rede de supermercado, conta ela, com cinco pe&ccedil;as de carne no corpo. A inten&ccedil;&atilde;o era vender os produtos no mercado paralelo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">`Os chamados `picanheiros` vendem as carnes, geralmente, pela metade do pre&ccedil;o. Uma pe&ccedil;a que custa R$ 50 no supermercado, sai por R$ 25 no mercado paralelo`, diz ela.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Gomes, da Coop, diz que o furto n&atilde;o est&aacute; restrito &agrave; popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda. Est&aacute; disseminado em todas as classes sociais, e concentrado em produtos mais caros.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">`Com crise e pandemia, a renda das fam&iacute;lias diminuiu, e muitas pessoas, como as operadoras de caixa, n&atilde;o querem mudar o padr&atilde;o de consumo, optando pelo desvio`, diz Anderson Bas&iacute;lio, consultor de varejo ligado &agrave; preven&ccedil;&atilde;o de perdas.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com sua percep&ccedil;&atilde;o, a perda somente por furto em duas redes que assessora, uma da regi&atilde;o Sul e outra na Norte, que, juntas, possuem quase 2 mil checkouts, aumentou 25%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">`Os fraudadores, de forma geral, tendem a efetuar o furto recorrentemente. Existem a&ccedil;ougues espalhados pelo pa&iacute;s que s&oacute; comercializam produtos desviados`, diz.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">H&aacute; um caso de um funcion&aacute;rio que trabalhava em um a&ccedil;ougue de uma rede que abriu uma loja em uma comunidade abastecida exclusivamente com carne desviada do supermercado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com a Abrappe (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Preven&ccedil;&atilde;o de Perdas), os furtos externos e internos participam com 17% e 7%, respectivamente, das causas das perdas totais das redes.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Outras raz&otilde;es s&atilde;o: quebras operacionais (39%), erros de invent&aacute;rio (12%), erros administrativos (11%), fornecedores (7%) e outros (7%).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Algumas se&ccedil;&otilde;es das lojas t&ecirc;m, tradicionalmente, perdas maiores do que outras, como a de frutas, legumes e verduras, com &iacute;ndice de 5,25%, em 2020, de acordo com a Abras.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na se&ccedil;&atilde;o de padaria e confeitaria, o indicador de perda no ano passado foi de 2,74% e, na de rotisseria e comidas prontas, de 4,32%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para Sandro Benelli, consultor de varejo, com anos de experi&ecirc;ncia em supermercados, n&atilde;o d&aacute; para afirmar que h&aacute; uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre crises econ&ocirc;micas e furtos nas lojas.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No caso de carnes, diz ele, os supermercadistas precisam prestar aten&ccedil;&atilde;o sempre se o rendimento do produto, por exemplo, est&aacute; atualizado para ser colocado na margem de venda.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">`A carne vem em pe&ccedil;as e, quando &eacute; tirada a gordura, h&aacute; perda. Se uma pe&ccedil;a de cinco quilos resultou em 4,5 quilos, o rendimento foi de 90%. Este n&uacute;mero precisa estar atualizado.`</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com ele, &eacute; preciso analisar passo a passo todos os processos do produto na loja, da chegada &agrave; sa&iacute;da, se estoques est&atilde;o adequados, pois qualquer falha resulta em perda.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">COMO EVITAR</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Gustavo Carrer, gerente comercial da Inwave, sugere alguns procedimentos para inibir os furtos na se&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;ougue.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Expor as carnes nobres em pontos de f&aacute;cil visualiza&ccedil;&atilde;o (evite pontos cegos)</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Expor menores quantidades e aumentar a frequ&ecirc;ncia de abastecimento</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Passar fita adesiva transparente sobre a etiqueta de pre&ccedil;os (evita fraudes por troca de produto)</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fazer invent&aacute;rios mais detalhados e frequentes</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Treinar equipe do a&ccedil;ougue, caixas e repositores para conhecimento dos tipos de carne e principais tipos de furtos e fraudes</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Tecnologias dispon&iacute;veis no mercado tamb&eacute;m podem ajudar o comerciante a evitar furtos, de acordo com Carrer. Veja algumas dicas.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Instalar monitores de auto visualiza&ccedil;&atilde;o (inibi&ccedil;&atilde;o)</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Utilizar sistema de prote&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nico de mercadorias (antenas nas sa&iacute;das das lojas)</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Aplicar etiquetas nas pe&ccedil;as de carne (diversos modelos) que, posteriormente, s&atilde;o desacopladas ou desativadas ao passar nos caixas</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Implantar sistema de monitoramento de caixas, que permite a detec&ccedil;&atilde;o de poss&iacute;veis fraudes, bem como auditar v&iacute;deos de cupons conforme os diferentes tipos de perdas</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A rede Coop, de acordo com Gomes, aumentou a frequ&ecirc;ncia de monitoramento de c&acirc;meras desde o recebimento dos produtos at&eacute; o registro de sa&iacute;da no caixa.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A contagem dos produtos tamb&eacute;m passou a ser feita de hora em hora.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No caso de produtos mais caros, como a picanha, passou a utilizar nas pe&ccedil;as uma esp&eacute;cie de redinha, chamada de aranha, que funciona como um alarme.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">`Melhoramos os controles de processo, confer&ecirc;ncias de produtos, e ajustamos a compra de acordo com a demanda de cada loja. As perdas j&aacute; come&ccedil;aram a se estabilizar`, diz ele.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio online</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Seara reforça portfólio e prevê crescimento superior ao mercado na linha plant based]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//seara-refora-portflio-e-prev-crescimento-superior-ao-mercado-na-linha-plant-based</link>
<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 16:37:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Os novos produtos da JBS foram definidos ap&oacute;s pesquisa com mais de 3 mil consumidores&nbsp;&nbsp;</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em uma aposta para tornar as prote&iacute;nas plant based presentes nos pratos no dia a dia, a Seara, controlada pela JBS, vai ampliar o portf&oacute;lio da Incr&iacute;vel, marca dedicada aos produtos que imitam sabor e textura de carne. L&iacute;der no mercado brasileiro de plant based com uma fatia de mais de 60%, a Incr&iacute;vel quer mostrar ao consumidor que a onda das prote&iacute;nas vegetais n&atilde;o se restringe a ocasi&otilde;es especiais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A Seara est&aacute; lan&ccedil;ando uma linha de cortes com cinco novos produtos compostos por prote&iacute;nas vegetais que emulam fil&eacute; e cubos de frango, bife, carne mo&iacute;da e tiras bovinas. &ldquo;O brasileiro tem o prato do dia a dia, e n&atilde;o comemos hamb&uacute;rguer e empanados todo dia&rdquo;, diz Gabriela Pontin, executiva que assumiu o cargo de head da unidade de neg&oacute;cios de plant based da Seara em maio.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com ela, a nova linha da Incr&iacute;vel foi concebida ap&oacute;s pesquisas com mais de 3 mil pessoas &mdash; entre clientes e potenciais consumidores. O hamb&uacute;rguer vegetal &eacute; continua a ser o grande chamariz do mercado de plant based, mas a avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; que a possibilidade de utilizar os cortes em pratos corriqueiros, como um estrogonofe ou carne mo&iacute;da com abobrinha, ajudar&aacute; a Seara a acelerar o ritmo de crescimento nessa categoria, que vem crescendo a taxas expressivas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Globalmente, o mercado de plant based cresce de 15% a 17% ao ano. Em 2020, movimentou US$ 6 bilh&otilde;es, de acordo com dados da The Good Food Institute. O neg&oacute;cio representa menos 1% da ind&uacute;stria global de prote&iacute;nas, mas proje&ccedil;&otilde;es apontam que a fatia poder&aacute; chegar a 8% em alguns anos. &ldquo;Ser&aacute; um mercado gigantesco, com certeza&rdquo;, crava a executiva da Incr&iacute;vel, que antes de assumir a unidade de neg&oacute;cios da Seara foi vice-presidente comercial e de marketing da Yp&ecirc; e tamb&eacute;m teve uma passagem de quase oito anos na &aacute;rea comercial de Perdig&atilde;o e, depois, da BRF.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No Brasil, pa&iacute;s onde o neg&oacute;cio de plant based come&ccedil;ou a ser explorado depois de Europa e Estados Unidos, o ritmo de crescimento &eacute; naturalmente maior &mdash; de 40% ao ano, disse Pontin. Com recentes lan&ccedil;amentos, a Seara acredita que a Incr&iacute;vel poder&aacute; superar esse patamar de crescimento, chegando a 50% em 2022. Os cinco produtos se somam aos 11 SKUS &mdash; hamb&uacute;rguer, salsicha, empanado de frango, frango xadrez, bacalhau, entre outros &mdash; que a Incr&iacute;vel j&aacute; conta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A nova linha da Incr&iacute;vel ser&aacute; produzida pela Verdali, um parceiro de Videira (SC), oeste de Santa Catarina. Segundo a executiva, os cortes foram desenvolvidos em conjunto pelas duas companhias. Os outros produtos da Incr&iacute;vel continuam sendo produzidos nas f&aacute;bricas da pr&oacute;pria Seara, disse.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A Seara n&atilde;o &eacute; a primeira a lan&ccedil;ar produtos plant based para as refei&ccedil;&otilde;es do dia a dia. A Fazenda Futuro, foodtech criada por Marcos Letta, trouxe carne mo&iacute;da e tiras de frango ao mercado. A BRF, que estreou no mercado de plant based com a linha Veg&amp;Tal, j&aacute; contava com frango em tiras, cubos e desfiado, e tamb&eacute;m com carne mo&iacute;da. Em compara&ccedil;&atilde;o com as rivais, a Seara &eacute; a primeira a lan&ccedil;ar vers&otilde;es do produto &iacute;ntegro (imitando o bife de carne bovina e o fil&eacute; de frango).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No mercado brasileiro de plant based como um todo, a Seara aparece na lideran&ccedil;a. De acordo com dados da consultoria Nielsen relativos ao segundo trimestre, a marca Incr&iacute;vel contava com uma participa&ccedil;&atilde;o de 60,7%. A Veg&amp;Tal aparecia na vice-lideran&ccedil;a, com 13,1% e a Fazenda Futuro tinha 6,2%. Por ser um mercado de desenvolvimento ainda recente, inova&ccedil;&otilde;es tem o potencial de grandes mudan&ccedil;as. N&atilde;o &agrave; toa, ningu&eacute;m quer perder as chances de beliscar uma fatia maior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para a JBS, a Incr&iacute;vel &eacute; mais uma das iniciativas para avan&ccedil;ar em plant based. No EUA, a companhia criou a Planterra Foods, que &eacute; dona da marca OZO. Na Europa, a companhia pagou 341 milh&otilde;es de euros para comprar a holandesa Vivera. A empresa tamb&eacute;m adicionou itens plant based com aquisi&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio de alimentos preparados da brit&acirc;nica Kerry pela Pilgrim&rsquo;s Pride.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Valor Econ&ocirc;mico&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo propõe regras de qualidade para venda de carne moída]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//governo-prope-regras-de-qualidade-para-venda-de-carne-moda</link>
<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 16:27:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">O Minist&eacute;rio da Agricultura ir&aacute; submeter &agrave; consulta p&uacute;blica uma proposta de novo regulamento t&eacute;cnico de identidade e qualidade para a venda de carne mo&iacute;da no pa&iacute;s.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O texto prev&ecirc;, entre outras coisas, que a carne mo&iacute;da dever&aacute; ser embalada imediatamente ap&oacute;s a moagem, e que cada pacote do produto poder&aacute; ter no m&aacute;ximo 1 quilo. A proposta estabelece tamb&eacute;m que a porcentagem de gordura da carne mo&iacute;da dever&aacute; ser informada logo ap&oacute;s a denomina&ccedil;&atilde;o de venda. Confira mais abaixo os principais pontos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A consulta p&uacute;blica ficar&aacute; aberta por 60 dias. Ao fim do prazo, o Departamento de Inspe&ccedil;&atilde;o de Produtos de Origem Animal (DIPOA) avaliar&aacute; as sugest&otilde;es recebidas para posterior publica&ccedil;&atilde;o do novo regulamento, segundo informa portaria publicada nesta segunda-feira (4) no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"A proposta visa promover adequa&ccedil;&otilde;es na Instru&ccedil;&atilde;o Normativa n&deg; 83/2003 para dar maior seguran&ccedil;a no procedimento de registro do produto, diante da moderniza&ccedil;&atilde;o dos processos produtivos e dos procedimentos industriais. Al&eacute;m disso, o regulamento busca dar transpar&ecirc;ncia e seguran&ccedil;a ao consumidor\", explicou, em nota, a diretora do Departamento de Inspe&ccedil;&atilde;o de Produtos de Origem Animal, Ana L&uacute;cia Viana.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">As sugest&otilde;es dever&atilde;o ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (SISMAN), da Secretaria de Defesa Agropecu&aacute;ria, atrav&eacute;s do site: http://sistemasweb.agricultura.gov.br/pages/SISMAN.html.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os interessados em participar devem efetuar cadastro pr&eacute;vio no Sistema de Solicita&ccedil;&atilde;o de Acesso (SOLICITA), por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/solicita/.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A proposta de regulamento define carne mo&iacute;da como produto obtido \"a partir da moagem de massas musculares das esp&eacute;cies animais de a&ccedil;ougue, seguido de imediato resfriamento ou congelamento do produto\".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Confira abaixo os principais pontos da proposta:</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />
<ul>
<li><span style=\"font-size: small;\">&Eacute; facultativo nomear o corte c&aacute;rneo, quando a carne mo&iacute;da for obtida, exclusivamente, das massas musculares que o constituem;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">A porcentagem de gordura da carne mo&iacute;da dever&aacute; ser informada logo ap&oacute;s a denomina&ccedil;&atilde;o de venda.</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">A mat&eacute;ria-prima para fabrica&ccedil;&atilde;o da carne mo&iacute;da deve ser exclusivamente carne, submetida a processamento pr&eacute;vio de resfriamento ou congelamento;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">As carnes utilizadas como mat&eacute;ria prima na elabora&ccedil;&atilde;o da carne mo&iacute;da devem estar livres de aponeuroses, linfonodos, gl&acirc;ndulas, cartilagens, ossos, grandes vasos, co&aacute;gulos, tend&otilde;es e demais tecidos n&atilde;o considerados aptos ao consumo humano;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">N&atilde;o &eacute; permitida a obten&ccedil;&atilde;o da carne mo&iacute;da, a partir de moagem de carnes oriundas da raspagem de ossos, ou obtidas de quaisquer outros processos de separa&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica dos ossos;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">&Eacute; permitido o uso da gordura inerente ao corte utilizado para a produ&ccedil;&atilde;o da carne mo&iacute;da;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">A carne mo&iacute;da dever&aacute; ser embalada imediatamente ap&oacute;s a moagem, devendo cada pacote do produto ter peso m&aacute;ximo de 1 Kg;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">N&atilde;o &eacute; permitida a utiliza&ccedil;&atilde;o de carne industrial, para a fabrica&ccedil;&atilde;o de carne mo&iacute;da;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">N&atilde;o &eacute; permitida a obten&ccedil;&atilde;o da carne mo&iacute;da a partir de moagem de mi&uacute;dos;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">A carne mo&iacute;da dever&aacute; sair do equipamento de moagem com temperatura nunca superior a 7 graus Celsius e ser submetida, imediatamente, ao resfriamento, ao congelamento r&aacute;pido ou ultrarr&aacute;pido.</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">A carne mo&iacute;da resfriada dever&aacute; ser mantida entre 0 e 4 graus Celsius, e a carne mo&iacute;da congelada &agrave; temperatura m&aacute;xima de -18 graus graus Celsius;</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Poder&aacute; ser admitida embalagens com peso superior a 1 kg, desde que a espessura do bloco seja igual ou menor que 15 cm, sendo vedada a sua venda a varejo.</span></li>
</ul>
</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />Fonte: G1</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil abate 13,04 milhões de cabeças de suínos no segundo trimestre]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//brasil-abate-1304-milhes-de-cabeas-de-sunos-no-segundo-trimestre</link>
<pubDate>Fri, 10 Sep 2021 11:23:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">O Brasil abateu 13,04 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as de su&iacute;nos no segundo trimestre do ano, um recorde na s&eacute;rie hist&oacute;rica, que come&ccedil;ou em 1997. A quantidade significa uma eleva&ccedil;&atilde;o de 7,6% na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2020 e aumento de 2,9% em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro trimestre.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Tamb&eacute;m de abril a junho, o abate de cabe&ccedil;as de frangos atingiu 1,52 bilh&atilde;o. &Eacute; o melhor segundo trimestre na s&eacute;rie hist&oacute;rica da pesquisa, com aumento de 7,8% na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2020, mas recuo de 3% em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro trimestre.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O abate de bovinos foi de 7,08 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as. Embora seja 7,4% maior que o resultado do primeiro trimestre, &eacute; o mais baixo n&uacute;mero para um segundo trimestre desde 2011, e 4,4% inferior ao segundo trimestre de 2020.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os dados fazem parte da Estat&iacute;stica da Produ&ccedil;&atilde;o Pecu&aacute;ria, divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o gerente da pesquisa, Bernardo Viscardi, o resultado recorde das exporta&ccedil;&otilde;es de carne su&iacute;na in natura, com o pico das vendas para o exterior em junho, ajudou a compor esse cen&aacute;rio. \"O consumo interno tamb&eacute;m foi importante, j&aacute; que o pre&ccedil;o da carne do porco &eacute; mais acess&iacute;vel do que a de boi\", disse.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com o IBGE, o abate de bovinos manteve a tend&ecirc;ncia que come&ccedil;ou em 2020, com a reten&ccedil;&atilde;o de f&ecirc;meas por conta do elevado pre&ccedil;o do bezerro. Mesmo com a retra&ccedil;&atilde;o do abate, o volume de carne bovina in natura exportada foi o segundo maior obtido em um segundo trimestre, conforme a Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior do Minist&eacute;rio da Economia (Secex), com recorde para o m&ecirc;s de abril, somando 125,50 mil toneladas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os n&uacute;meros do abate de frangos tamb&eacute;m foram influenciados pela exporta&ccedil;&atilde;o. Atingiram o melhor patamar desde o terceiro trimestre de 2018. \"Aliado &agrave; boa liquidez do mercado dom&eacute;stico, esse fato contribuiu para elevar os pre&ccedil;os da carne e do animal vivo\", explicou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Leite<br />A aquisi&ccedil;&atilde;o de leite cru alcan&ccedil;ou 5,82 bilh&otilde;es de litros no segundo trimestre, o que representa redu&ccedil;&atilde;o de 1% ante o segundo trimestre de 2020 e queda de 11,4% em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre imediatamente anterior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Segundo Bernardo Viscardi, o setor tem comportamento c&iacute;clico e, por causa do per&iacute;odo mais seco, os segundos trimestres regularmente apresentam a menor produ&ccedil;&atilde;o anual. \"Nesse ano, a seca foi mais intensa em muitos estados produtores, principalmente nas regi&otilde;es Sul e Centro-Oeste, o que afeta as pastagens, a alimenta&ccedil;&atilde;o natural da vaca. E o pre&ccedil;o dos insumos da ra&ccedil;&atilde;o, suplementos necess&aacute;rios nessa condi&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m ficaram mais caros\", disse.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Viscardi destacou tamb&eacute;m que apesar do pre&ccedil;o do leite ter aumentado para o consumidor final, a alta n&atilde;o foi na mesma propor&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o dos insumos da suplementa&ccedil;&atilde;o. \"&Eacute; mais dif&iacute;cil repassar o aumento de custo para o consumidor final, o que naturalmente desencoraja a produ&ccedil;&atilde;o\", explicou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Apesar da redu&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de leite, o resultado representa a terceira maior capta&ccedil;&atilde;o do produto acumulada em um segundo trimestre, mas abaixo dos resultados alcan&ccedil;ados em 2020, de 5,87 bilh&otilde;es de litros, e de 2019, de 5,86 bilh&otilde;es de litros.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A produ&ccedil;&atilde;o de ovos de galinha registrou 985,70 milh&otilde;es de d&uacute;zias no segundo trimestre, um avan&ccedil;o em rela&ccedil;&atilde;o ao apurado no segundo trimestre de 2020 (0,9%) e em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; produ&ccedil;&atilde;o do primeiro trimestre de 2021 (0,5%). Com o resultado, a produ&ccedil;&atilde;o representou recorde para um segundo trimestre, sendo a quarta maior produ&ccedil;&atilde;o da s&eacute;rie hist&oacute;rica da pesquisa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Couro<br />A Pesquisa Trimestral do Couro mostrou que os curtumes receberam 7,51 milh&otilde;es de pe&ccedil;as, uma eleva&ccedil;&atilde;o de 2,6% em rela&ccedil;&atilde;o ao segundo trimestre de 2020 e de 6,2% na compara&ccedil;&atilde;o com o per&iacute;odo de janeiro a mar&ccedil;o de 2021 . A redu&ccedil;&atilde;o de bovinos dispon&iacute;veis para o abate impactou a aquisi&ccedil;&atilde;o do couro, que est&aacute; pr&oacute;xima aos n&iacute;veis de 2003, mesmo com o crescimento entre abril e junho de 2021.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Setor de pescado ganha cada vez mais espaço]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//setor-de-pescado-ganha-cada-vez-mais-espao</link>
<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 15:55:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com a FAO (Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alimenta&ccedil;&atilde;o e a Agricultura), o pescado hoje representa 30% do consumo mundial anual de prote&iacute;na animal, contra 23% dos su&iacute;nos, 23% dos frangos, 13% dos bovinos e 11% de outras prote&iacute;nas. E no Brasil, as exporta&ccedil;&otilde;es no setor cresceram 35% no primeiro semestre deste ano, com rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2020. Ou seja, o setor do pescado vem crescendo cada vez mais, influenciado pelo&nbsp;aumento do pre&ccedil;o das carnes vermelhas bovinas e dos reflexos do coronav&iacute;rus na economia.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>Al&eacute;m disso,&nbsp;</span><span>Altemir Gregolin, ex-ministro da Pesca e Aquicultura, e membro do comit&ecirc; organizador da campanha da Semana do Pescado, lembra que a pandemia tamb&eacute;m vem transformando os h&aacute;bitos alimentares e beneficiando alguns canais de comercializa&ccedil;&atilde;o do pescado. \"O varejo foi privilegiado. As vendas subiram significativamente. Isso porque os restaurantes fecharam e tamb&eacute;m porque a prote&iacute;na dos pescados n&atilde;o sofreu tantos aumentos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s outras prote&iacute;nas, como carne e frango. Com as pessoas comendo em casa, a procura pelo pescado cresceu\", lembra.&nbsp;</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span>Junto a esse movimento est&aacute; inclu&iacute;do a entrada de mais empresas do setor, o que repercute em um&nbsp;</span><span>impacto direto em toda a cadeia, ao mesmo tempo em que contribuiu para a melhoria na qualidade dos produtos e na competitividade global.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Gregolin lembra tamb&eacute;m que as entidades que representam as ind&uacute;strias de pescados est&atilde;o mais maduras. \"Isso ajuda num engajamento mais r&aacute;pido, e, al&eacute;m disso, demonstra a dimens&atilde;o e a import&acirc;ncia que o pescado tem no mercado mundial. Estudos da FAO estimam que at&eacute; 2030 devemos chegar a um consumo de 21,5 quilos por habitante ao ano contra 20,5 quilos atuais, ampliando ainda mais esse mercado\".</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span><span><span style=\"font-size: small;\">18&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Semana do Pescado</span></span></span></h2>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span><span>Com o objetivo de democratizar o consumo de peixes no Pa&iacute;s, a 18&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Semana do Pescado, que come&ccedil;ou ontem (dia&nbsp;1&ordm; d</span></span><span>e setembro) e seguir&aacute; at&eacute; o dia 15, contar&aacute; com o&nbsp;</span><span>suporte de entidades e empresas parceiras para descentralizar as a&ccedil;&otilde;es dos grandes centros de produ&ccedil;&atilde;o e o consumo de pescado em todas as cidades brasileiras. Os resultados de edi&ccedil;&otilde;es anteriores mostraram um aumento entre 30% e 50% nas vendas no varejo no per&iacute;odo da campanha.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Super Varejo&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Consumo de peixes e frutos do mar cresce com embalagens menores]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//consumo-de-peixes-e-frutos-do-mar-cresce-com-embalagens-menores</link>
<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 11:29:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Em uma parceria com a ABRAS, a Semana do Pescado vai at&eacute; o dia 15 de setembro, trabalhando a nova estrat&eacute;gia de tornar acess&iacute;vel as prote&iacute;nas e evitar desperd&iacute;cio</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os brasileiros est&atilde;o entre os consumidores que mais passaram a gastar com alimenta&ccedil;&atilde;o em casa e a pesquisar pre&ccedil;os antes das compras, de acordo com diversas pesquisas. Nesse cen&aacute;rio, a demanda por alimentos mais acess&iacute;veis, pr&aacute;ticos e capazes de evitar desperd&iacute;cios se acentuou, tornando mais oportunos, por exemplo, os peixes e frutos do mar oferecidos em por&ccedil;&otilde;es menores ou pr&eacute;-preparados. Os produtos com esse perfil v&atilde;o fortalecer a 18&ordf; Semana do Pescado, que ocorre entre os dias 1&ordm; e 15 de setembro de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os produtos porcionados e pr&eacute;-preparados facilitam uma mudan&ccedil;a de h&aacute;bito imposta pela pandemia. At&eacute; 2019, segundo dados da Confedera&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil (CNA), 60% do consumo brasileiro de pescados era feito fora do lar. As restri&ccedil;&otilde;es &agrave; circula&ccedil;&atilde;o de pessoas e ao funcionamento de bares e restaurantes levaram a uma queda no giro, que vem se recuperando gra&ccedil;as ao aumento do consumo nas resid&ecirc;ncias. &ldquo;Tanto que o varejo j&aacute; registrou, nos &uacute;ltimos meses, um crescimento de 30% nas vendas de pescados&rdquo;, relata Eduardo Ono, presidente da CNA.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O varejo aquecido inspirou a Seara. Em mar&ccedil;o, a empresa tornou-se a primeira gigante do mercado de prote&iacute;na animal a oferecer peixes e frutos do mar congelados. Os produtos s&atilde;o comercializados em por&ccedil;&otilde;es de at&eacute; 600 gramas, com fil&eacute;s e unidades congelados um a um, permitindo ao consumidor usar apenas o que precisar e guardar o restante para outra ocasi&atilde;o. O carro-chefe &eacute; o Fil&eacute; de Til&aacute;pia, peixe mais consumido no Brasil. No entanto, h&aacute; ainda destaques como Kit Paella (que inclui tent&aacute;culos de polvo na composi&ccedil;&atilde;o e j&aacute; vem com um sach&ecirc; para preparo do caldo) e o Camar&atilde;o Empanado, uma novidade da marca no mercado nacional.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ap&oacute;s estrear com 10 itens, a linha foi ampliada neste m&ecirc;s de agosto com mais 15, com novas op&ccedil;&otilde;es de empanados, quatro itens de bacalhau nobre e de origem tradicionalmente portuguesa e novas op&ccedil;&otilde;es de pescados para o dia a dia, entre elas por&ccedil;&otilde;es reduzidas (200g) de camar&atilde;o descascado e sem cabe&ccedil;a. Para facilitar o uso pelo consumidor, as embalagens agora estampam um QR code, que, lido por smartphones ou tablets, leva o consumidor a um portal com receitas para os produtos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Pulveriza&ccedil;&atilde;o da oferta</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Enquanto o consumo per capita de peixes e frutos do mar no Brasil &eacute; de cerca de 9 quilos por ano, a m&eacute;dia mundial supera os 20 quilos, de acordo com a Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alimenta&ccedil;&atilde;o e a Agricultura (FAO-ONU). Para estimular o consumo dessa prote&iacute;na no Brasil, a Seara decidiu trabalhar com embalagens menores em toda a opera&ccedil;&atilde;o, inclusive na distribui&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;A aceita&ccedil;&atilde;o das caixas de embarque menores foi excelente em diversos canais, mas no pequeno varejo se mostrou uma grande vantagem&rdquo;, conta Sandro Facchini, diretor do neg&oacute;cio de Pescados da Seara. &ldquo;Quanto mais conseguirmos pulverizar a oferta nos pequenos varejos, mais colaboraremos para tornar os pescados mais acess&iacute;veis &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, o comerciante obt&eacute;m um complemento importante ao seu mix de valor agregado&rdquo;.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Al&eacute;m de permitir ampliar a atua&ccedil;&atilde;o no pequeno varejo, os peixes e frutos do mar em embalagens menores ou pr&eacute;-preparados tamb&eacute;m favorecem as crescentes compras online de bens de largo consumo. Conforme aponta um relat&oacute;rio do Conselho Noruegu&ecirc;s da Pesca (CNP), o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico j&aacute; &eacute; respons&aacute;vel por quase 28% das vendas de supermercados no mundo, ou mais que o dobro do que se previa em 2015.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;As compras online est&atilde;o se tornando muito importantes para a ind&uacute;stria de frutos do mar, &agrave; medida que consumidores est&atilde;o comprando peixes e crust&aacute;ceos nesses canais&rdquo;, afirma &Oslash;ystein Valanes, diretor do Conselho Noruegu&ecirc;s da Pesca no Brasil. Para o executivo, os novos canais representam uma oportunidade para a conquista de novos consumidores, ainda mais devido ao aumento da preocupa&ccedil;&atilde;o das pessoas com a sa&uacute;de e a ado&ccedil;&atilde;o de dietas mais equilibradas. A &iacute;ntegra do relat&oacute;rio pode ser baixada neste link.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O CNP dedica aten&ccedil;&atilde;o especial ao Brasil pelo fato de o pa&iacute;s ser o terceiro principal destino do Bacalhau da Noruega, atr&aacute;s somente de Portugal e da Rep&uacute;blica Dominicana. Em 2020, o mercado nacional recebeu a importa&ccedil;&atilde;o de 2 mil toneladas de Gadus morhua, al&eacute;m de 5 mil toneladas da esp&eacute;cie Saithe.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Sobre a 18&ordf; Semana do Pescado</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em sua 18&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, a Semana do Pescado vai acontecer de 1&ordm; e 15 de setembro de 2021. Com a&ccedil;&otilde;es promocionais e eventos gastron&ocirc;micos, a campanha &eacute; organizada pelo pr&oacute;prio setor produtivo, depois de ter sido criada pelo extinto Minist&eacute;rio da Pesca. Considerada a &ldquo;segunda quaresma&rdquo;, a campanha busca estimular o consumo de pescado no card&aacute;pio do brasileiro durante o ano todo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com o suporte de entidades e empresas parceiras, os organizadores da Semana do Pescado pretendem descentralizar as a&ccedil;&otilde;es dos grandes centros de produ&ccedil;&atilde;o e consumo de pescado para atingir todas as cidades brasileiras. Os resultados de edi&ccedil;&otilde;es anteriores mostram um aumento entre 30% e 50% nas vendas no varejo no per&iacute;odo da campanha.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A edi&ccedil;&atilde;o de 2021 tem entre os patrocinadores a Alaska Seafood Institute, da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados (ABRAS), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Criadores de Camar&atilde;o (ABCC), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Pescados (ABIPESCA), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Fomento ao Pescado (ABRAPES), Confedera&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil (CNA), Coletivo Nacional da Pesca e Aquicultura (CONEPE), Conselho Noruegu&ecirc;s de Pesca, Sindicato dos Armadores de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (SAPERJ), Sindicato das Ind&uacute;strias de Frio e Pesca no Estado do Cear&aacute; (SINDFRIO), Sindicato das Ind&uacute;strias de Pesca dos Estados do Par&aacute; e Amap&aacute; (SINDIPESCA), Sindicato dos Armadores e das Ind&uacute;strias da Pesca de Itaja&iacute; e Regi&atilde;o (SINDIPI) e Sindicato da Ind&uacute;stria da Pesca no Estado de S&atilde;o Paulo (SIPESP). Tamb&eacute;m tem o apoio do Minist&eacute;rio da Agricultura, com destaque para a Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP/MAPA), do SEBRAE e da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Sadia valoriza simplicidade e leveza]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//sadia-valoriza-simplicidade-e-leveza</link>
<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 15:54:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Nova linha de pratos prontos da empresa com condimentos naturais prioriza o cliente &aacute;vido por saudabilidade e estilo de vida</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Sadia acaba de lan&ccedil;ar a linha Livre&amp;Lev ,livre de excessos, com produtos mais simples e saborosos. Al&eacute;m disso, os itens ressaltam o estilo leve de viver, por meio de formula&ccedil;&otilde;es que utilizam ingredientes facilmente encontrados nas cozinhas brasileiras, como cebola, alho, creme de leite, manteiga, pimenta-do-reino branca, piment&atilde;o verde, mostarda, mel, azeite de oliva, tomate, alface, entre muitos outros.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Sadia Livre&amp;Lev aposta em comunica&ccedil;&otilde;es objetivas, tanto no portal dedicado &agrave; linha, quanto nos r&oacute;tulos dos produtos, iniciando um movimento de educa&ccedil;&atilde;o ao consumidor, para que ele entenda, cada vez mais, sobre o que come e como essas escolhas impactam em sua rotina alimentar. Os ingredientes s&atilde;o comunicados em termos conhecidos pelo p&uacute;blico (o sal, por exemplo, &eacute; nominado como &ldquo;sal&rdquo;, e n&atilde;o como sodium chloride).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Entre os primeiros produtos da linha est&atilde;o o presunto, de carne 100% pernil su&iacute;no, que traz um produto livre de corantes, aromas e feito com oito ingredientes; os wraps congelados, que s&atilde;o feitos com ingredientes caseiros como tomate seco, r&uacute;cula, peito de frango, mostarda e mel, e que ficam prontos em minutos, j&aacute; que v&atilde;o do freezer para o micro-ondas, forno ou airfryer; e os pratos porcionados, com por&ccedil;&otilde;es individuais conservadas apenas por congelamento e embaladas &agrave; v&aacute;cuo, trazendo op&ccedil;&otilde;es de prote&iacute;nas, carboidratos e vegetais que permitem ao consumidor montar refei&ccedil;&otilde;es variadas e equilibradas. As op&ccedil;&otilde;es de pratos congelados s&atilde;o: arroz integral, pur&ecirc; de mandioquinha-salsa, feij&atilde;o carioca, prote&iacute;nas de carne e frango e mix de vegetais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\">Vis&atilde;o 2030 da BRF</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O lan&ccedil;amento de Livre&amp;Lev entra em linha com as estrat&eacute;gias da BRF rumo a um crescimento sustent&aacute;vel baseado no oferecimento de produtos de alto valor agregado. Para isso, a Companhia continua a impulsionar o ritmo de inova&ccedil;&otilde;es, atingindo 7,2% da receita, ante 6,7% do 1T21, com o lan&ccedil;amento de 37 produtos no mesmo per&iacute;odo. J&aacute; a participa&ccedil;&atilde;o do mix de valor agregado alcan&ccedil;ou o maior resultado hist&oacute;rico no Brasil, com 84,2% do volume comercializado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Levantamento feito pela consultoria Mintel, de forma online em junho de 2020, com 1500 participantes brasileiros, maiores de 16 anos, de todas as classes sociais; mostra que j&aacute; h&aacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o consider&aacute;vel por parte do p&uacute;blico em rela&ccedil;&atilde;o a como os produtos s&atilde;o produzidos. 47% das mulheres entrevistadas afirmaram ser &ldquo;muito importante&rdquo; (inclusive j&aacute; praticando em suas rotinas de compra) optar por alimentos e bebidas que contenham apenas ingredientes conhecidos. E entre homens, a tend&ecirc;ncia tamb&eacute;m &eacute; forte: 39% afirmam possuir a mesma pr&aacute;tica. Considerando as faixas de renda, h&aacute; um equil&iacute;brio: embora os participantes dos grupos A/B sejam os mais engajados neste movimento (46%), nota-se interesses pr&oacute;ximos por parte do p&uacute;blico C (41%) e D/E (43%). E a regi&atilde;o Sudeste comp&otilde;em a maioria no estudo, com 47% do total de entrevistados &ndash; desse montante, 42% afirmam ser muito importante reconhecer e optar por produtos cujos ingredientes s&atilde;o conhecidos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O mesmo levantamento ainda revela que o consumidor come&ccedil;a a ficar mais atento &agrave; quantidade de componentes que cada produto carrega em sua formula&ccedil;&atilde;o, mostrando uma oportunidade de mercado que pode ser explorada, sobretudo com iniciativas como a de Sadia Livre&amp;Lev. Nesse caso, 32% dos participantes da regi&atilde;o Sudeste afirmam que, no momento de compra, j&aacute; d&atilde;o prefer&ecirc;ncia a produtos fabricados com menos ingredientes, pois consideram esse um fator &ldquo;muito importante&rdquo;. Aqui, o p&uacute;blico masculino em geral mostra-se com engajamento pr&oacute;ximo ao feminino, com 31% dos homens entrevistados aderindo &agrave; pr&aacute;tica, enquanto 33% das mulheres afirmam o mesmo. A classe A/B novamente &eacute; a maior adepta do movimento (41%), mas com n&uacute;meros relevantes nas classes C (26%) e D/E (31%).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;O mercado est&aacute; em constante evolu&ccedil;&atilde;o e, com isso, as demandas dos consumidores s&atilde;o por variedade e novas formas de buscar equil&iacute;brio e saudabilidade. Como ind&uacute;stria, temos o dever de oferecer respostas r&aacute;pidas e assertivas a esses desejos &ndash; e na BRF temos a miss&atilde;o de crescer de forma sustent&aacute;vel e transparente, sempre aliando tecnologia e informa&ccedil;&atilde;o em nossos processos. Essa &eacute; uma iniciativa que demonstra nossos compromissos com o consumidor, nosso DNA de inova&ccedil;&atilde;o e todos os valores firmados pela BRF na vis&atilde;o 2030&rdquo;, comenta Sidney Manzaro, VP de Mercado da BRF.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;A Sadia tem orgulho em oferecer um portf&oacute;lio amplo de produtos que atendem &agrave;s mais diversas ocasi&otilde;es de consumo. Nosso pilar de inova&ccedil;&atilde;o mais uma vez se mostrou &aacute;gil em compreender as necessidades do p&uacute;blico. Estamos oferecendo mais uma solu&ccedil;&atilde;o para aqueles que desejam uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais leve, com a transpar&ecirc;ncia de ser feita a partir de ingredientes e processos conhecidos e mostrando que &eacute; poss&iacute;vel aliar tecnologia, praticidade e sabor&rdquo;, finaliza Marcelo Suarez, Diretor de Marketing das marcas BRF.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os consumidores de S&atilde;o Paulo j&aacute; encontram a linha em redes varejistas, bem como na loja modelo da BRF, Mercato Sadia, na Vila Leopoldina (SP), e no e-commerce da Companhia Mercato em Casa .</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[BRF investe R$ 300 mi em indústria sustentável 4.0]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//brf-investe-r-300-mi-em-indstria-sustentvel-40</link>
<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 10:03:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Planta vai abastecer toda a regi&atilde;o Sudeste com o produto mais vendido da marca Perdig&atilde;o</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A BRF acaba de inaugurar sua primeira unidade exclusivamente dedicada &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de salsicha do Pa&iacute;s, localizada no munic&iacute;pio de Serop&eacute;dica, regi&atilde;o metropolitana do Rio de Janeiro.&nbsp; Com investimento de R$ 300 milh&otilde;es e gera&ccedil;&atilde;o de 400 empregos diretos at&eacute; o primeiro trimestre de 2022, a planta j&aacute; inicia suas opera&ccedil;&otilde;es como uma das mais avan&ccedil;adas no conceito de Ind&uacute;stria 4.0 e conta com diversos projetos que tornam a produ&ccedil;&atilde;o mais sustent&aacute;vel.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Esta &eacute; a 40&ordf; unidade da BRF no mundo e a 35&ordf; no Brasil. No Estado do Rio de Janeiro, a BRF possui tamb&eacute;m um Centro de Distribui&ccedil;&atilde;o em Duque de Caxias.&nbsp; A planta possui 30 mil m&sup2; de &aacute;rea constru&iacute;da em um terreno de mais de 300 mil m&sup2; e vai produzir inicialmente salsichas da marca Perdig&atilde;o, a mais consumida no Brasil, com 39,3% de market share valor.</span></p>
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<p><span style=\"font-size: small;\">A escolha de Serop&eacute;dica para abrigar a unidade foi estrat&eacute;gica, j&aacute; que o munic&iacute;pio est&aacute; localizado pr&oacute;ximo ao arco metropolitano e a Rodovia BR 116 (Via Dutra), o que garante facilidade no recebimento de mat&eacute;rias-primas, insumos e no escoamento da produ&ccedil;&atilde;o de forma eficiente para todo o Sudeste, que &eacute; um dos maiores mercados consumidores de salsichas do Pa&iacute;s.</span></p>
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<p><span style=\"font-size: small;\">Estudo realizado pela Kantar no primeiro semestre aponta que salsicha ocupa o quinto lugar em frequ&ecirc;ncia de consumo dos brasileiros. &ldquo;Esta inaugura&ccedil;&atilde;o acontece em um momento importante para a BRF, quando estamos investindo cerca de R$ 2,5 bilh&otilde;es em diversos estados para amplia&ccedil;&atilde;o e moderniza&ccedil;&atilde;o de nossas unidades, tendo em vista o avan&ccedil;o da estrat&eacute;gia de crescimento Vis&atilde;o 2030. Serop&eacute;dica &eacute; um exemplo de tecnologia de ponta e sustentabilidade e tem papel importante para cumprir nossos compromissos ambientais e sociais&rdquo;, destaca Lorival Luz, CEO global da BRF.</span></p>
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<p><span style=\"font-size: small;\">Desde o projeto inicial, a constru&ccedil;&atilde;o da unidade foi concebida com menor gasto de energia e m&iacute;nima gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duo s&oacute;lido. A planta conta com luz natural em parte de suas instala&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m de utilizar energia limpa de aproximadamente 600 pain&eacute;is solares, ocupando uma &aacute;rea de 1.320m2, com gera&ccedil;&atilde;o de mais de 10% da energia consumida na unidade.</span></p>
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<p><span style=\"font-size: small;\">A &aacute;gua e os res&iacute;duos ser&atilde;o reaproveitados em diversos processos da planta, seguindo todas as normas sanit&aacute;rias vigentes. Tudo isso est&aacute; de acordo com o Plano de Sustentabilidade da BRF, anunciado em 2020, e que cont&eacute;m os compromissos p&uacute;blicos de curto, m&eacute;dio e longo prazos da Companhia.</span></p>
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<p><span style=\"font-size: small;\">Serop&eacute;dica tem os mais modernos equipamentos, que possibilitam produ&ccedil;&atilde;o em grande escala, com processos mais energeticamente eficientes. Entre as novidades tecnol&oacute;gicas, toda a opera&ccedil;&atilde;o &eacute; controlada online e pode ser acessada por aplicativo mobile. Entre os ganhos mais significativos est&atilde;o o aumento de efici&ecirc;ncia em 5% na produ&ccedil;&atilde;o, por causa de todo o controle digital na unidade. Esse incremento implica em uma diferen&ccedil;a significativa: por m&ecirc;s, chegam a representar sete carretas a mais de produtos destinados ao consumidor.</span></p>
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<p><span style=\"font-size: small;\">Os ganhos de efici&ecirc;ncia, preven&ccedil;&atilde;o de perdas e controle de qualidade s&atilde;o outras das vantagens competitivas da nova unidade. As informa&ccedil;&otilde;es sobre produ&ccedil;&atilde;o, insumos e estoques estar&atilde;o todas dispon&iacute;veis em tempo real, facilitando a tomada de decis&otilde;es e estrat&eacute;gias da Companhia.</span></p>
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<p><span style=\"font-size: small;\">O projeto prev&ecirc; ainda uma futura expans&atilde;o, incluindo novas linhas de produ&ccedil;&atilde;o de diversas categorias de alto valor agregado. Al&eacute;m disso, as &aacute;reas comuns como administrativa, infraestrutura, caldeiras, refrigera&ccedil;&atilde;o, armazenamento, entre outros equipamentos, comportam a amplia&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Temos estudos que mostram a viabilidade do aumento da produ&ccedil;&atilde;o, inclusive de produtos diferentes, visando o mercado interno. Nossa produ&ccedil;&atilde;o atual do projeto comporta 140 toneladas/dia, mas podemos facilmente dobr&aacute;-la, atingindo 280 toneladas/dia&rdquo;, finaliza Vin&iacute;cius Barbosa, vice-presidente de Opera&ccedil;&otilde;es e Suprimentos da BRF.</span></p>
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<p><span><span style=\"font-size: small;\">Prote&ccedil;&atilde;o ambiental</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A Companhia incluiu em seu projeto formas de preservar a fauna e flora local, como por exemplo, o monitoramento dos Rivul&iacute;deos &ndash; peixes raros encontrados apenas em po&ccedil;as d&rsquo;&aacute;gua em &eacute;pocas de chuva. A Companhia firmou ainda conv&ecirc;nio com a Funda&ccedil;&atilde;o de Apoio &agrave; Pesquisa Cient&iacute;fica e Tecnol&oacute;gica da UFRRJ (Fapur), para que o processo de acompanhamento da qualidade da &aacute;gua, do habitat e a an&aacute;lise de par&acirc;metros populacionais dos peixes possam abastecer os bancos de dados de &oacute;rg&atilde;os ambientais, al&eacute;m de manter a&ccedil;&otilde;es de manejo e conserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie.</span></p>
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<p><span style=\"font-size: small;\">Tamb&eacute;m como parte das iniciativas sustent&aacute;veis da unidade, a BRF, junto &agrave; prefeitura de Serop&eacute;dica e ao Programa Olhos D&rsquo;&aacute;gua, do Instituto Terra, realizou o plantio florestal de uma &aacute;rea de 11.300m&sup2; na bacia do Rio Guandu, principal provedora de &aacute;gua para a cidade do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense. O plantio foi efetuado no entorno de uma nascente, que &eacute; fonte de &aacute;gua para um produtor rural da regi&atilde;o e ser&aacute; mantido pela Companhia pelos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br />Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Proteína embalada à vácuo vende mais e evita o desperdício]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//protena-embalada-vcuo-vende-mais-e-evita-o-desperdcio</link>
<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 11:08:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"font-size: small;\">Rede paulistana investe aposta neste sistema para abastecer seus 86 estabelecimentos</span></em></p>
<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A rede Hirota Food Supermercados tem investido em embalagens que v&atilde;o do frigor&iacute;fico &agrave; prateleira para reduzir perdas e favorecer a sustentabilidade da opera&ccedil;&atilde;o. A solu&ccedil;&atilde;o encontrada pela empresa, que tem 86 lojas na cidade de S&atilde;o Paulo, sendo metade instaladas em condom&iacute;nios, s&atilde;o as embalagens Cryovac case-ready, que lan&ccedil;am m&atilde;o de sistemas a v&aacute;cuo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Essas embalagens aumentam o tempo de vida &uacute;til da carne embalada para at&eacute; 90 dias, sem comprometer a qualidade do produto. Isso porque os sistemas a v&aacute;cuo limitam o crescimento de agentes microbiol&oacute;gicos e permitem a matura&ccedil;&atilde;o natural da carne.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Hoje em dia, com a expans&atilde;o das lojas menores, principalmente aquelas que est&atilde;o dentro dos condom&iacute;nios, as embalagens case ready s&atilde;o fundamentais para possibilitar a oferta de prote&iacute;nas de qualidade. Sem elas n&atilde;o seria poss&iacute;vel comercializar carnes nestas lojas, o desperd&iacute;cio seria alt&iacute;ssimo. S&atilde;o lojas que contam com n&uacute;mero reduzido de profissionais para reabastecimento. Por esta raz&atilde;o, buscamos produtos que otimizam m&atilde;o de obra e espa&ccedil;o, e ainda reduzem os &iacute;ndices de perdas, fator que faz parte da nossa estrat&eacute;gia em busca de opera&ccedil;&otilde;es mais sustent&aacute;veis&rdquo;, explica o diretor de Opera&ccedil;&otilde;es da rede Hirota Food, H&eacute;lio Freddi.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O executivo destaca, tamb&eacute;m, que o varejo de conveni&ecirc;ncia tem encontrado um novo perfil de consumidores cada vez mais exigentes. &ldquo;Percebemos que as novas gera&ccedil;&otilde;es est&atilde;o muito bem preparadas para o consumo. A decis&atilde;o de compra vai al&eacute;m da an&aacute;lise do pre&ccedil;o; eles est&atilde;o atentos &agrave; apar&ecirc;ncia, querem saber proced&ecirc;ncia, como o produto foi preparado e seu impacto no meio ambiente. Por esta raz&atilde;o, entendemos a necessidade de embalagens eficientes, que tragam transpar&ecirc;ncia e garantam atratividade para atender este novo perfil de consumo e gerar uma &oacute;tima experi&ecirc;ncia, principalmente quando se trata de produtos mais nobres, que exigem uma apresenta&ccedil;&atilde;o diferenciada&rdquo;, explica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Outra categoria que tamb&eacute;m depende de embalagens seguras e convenientes &eacute; o e-commerce. Na rede Hirota, cerca de 15% das vendas hoje s&atilde;o referentes ao varejo eletr&ocirc;nico e h&aacute; expectativa de crescimento. &ldquo;Para avan&ccedil;ar nesta opera&ccedil;&atilde;o, estruturas favor&aacute;veis de prote&ccedil;&atilde;o para produtos frescos, como carnes, s&atilde;o extremamente necess&aacute;rias&rdquo;, afirma o diretor da Hirota Food.</span></p>
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<p><span><span style=\"font-size: small;\">Desperd&iacute;cio de alimentos</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Cerca de 95% dos executivos e gerentes de supermercados afirmam que o desperd&iacute;cio de alimentos &eacute; fator de grande aten&ccedil;&atilde;o em suas opera&ccedil;&otilde;es, segundo pesquisa da Planet Retail em parceria com a Sealed Air.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Um grande fator que leva a essas perdas nos supermercados ainda &eacute; a quest&atilde;o operacional. Uma pesquisa recente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Preven&ccedil;&atilde;o de Perdas (ABRAPPE) mostrou que as principais raz&otilde;es das quebras est&atilde;o relacionadas a danifica&ccedil;&otilde;es feitas pelos pr&oacute;prios clientes (23%), ao vencimento dos produtos (22%), a deteriora&ccedil;&atilde;o e perecibilidade (7%), a embalagens violadas (5%), dentre outros itens. Na categoria de produtos perec&iacute;veis, o vencimento &eacute; respons&aacute;vel por 41% do desperd&iacute;cio.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Leonardo Hirschmann, Coordenador de Solu&ccedil;&otilde;es para o Varejo da Sealed Air para Am&eacute;rica Latina, empresa dona da marca Cryovac, explica que produto j&aacute; vem porcionado e padronizado, com validade estendida, garantia de origem e otimiza a opera&ccedil;&atilde;o do varejo. &ldquo;A carne que j&aacute; chega embalada e pronta para a exposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o necessita de manipula&ccedil;&atilde;o adicional nas lojas, o que refor&ccedil;a ainda mais a nossa preocupa&ccedil;&atilde;o pela seguran&ccedil;a alimentar, redu&ccedil;&atilde;o de perdas e otimiza&ccedil;&atilde;o de custos com m&atilde;o de obra e material de embalagem, isopor e filme, aumentando a competitividade, principalmente no caso das lojas menores, como as de conveni&ecirc;ncia&rdquo;, afirma.</span></p>
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<p><span style=\"font-size: small;\">O executivo da Sealed Air explica que os benef&iacute;cios das embalagens &ldquo;case ready&rdquo; favorecem a opera&ccedil;&atilde;o de delivery para supermercados, principalmente se estiver em conjunto com solu&ccedil;&otilde;es eficientes de embalagens secund&aacute;rias. &ldquo;O e-commerce de alimentos depende totalmente de correta prote&ccedil;&atilde;o para garantir uma boa experi&ecirc;ncia ao consumidor &ndash; tanto das embalagens prim&aacute;rias, que auxiliam na redu&ccedil;&atilde;o de desperd&iacute;cio de alimentos, quanto nos sistemas de prote&ccedil;&atilde;o secund&aacute;rios para controlar temperatura e proteger os itens contra avarias durante o trajeto&rdquo;, finaliza.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Mercado &amp; Consumo</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Furto de carne cresce nos supermercados]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/carnes-peixes//furto-de-carne-cresce-nos-supermercados</link>
<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 10:07:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><span><em><span style=\"font-size: small;\">Solu&ccedil;&atilde;o de monitoramento de preven&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica detecta alta significativa de perdas da prote&iacute;na no primeiro semestre</span></em></span></p>
<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\">&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No momento em que o consumo de carne no Brasil cai ao menor n&iacute;vel em 25 anos, devido a alta anual de 35% no pre&ccedil;o e a crise gerada pela pandemia, disparam os furtos na se&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;ougue dos supermercados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Por reunir produtos de alto risco, o a&ccedil;ougue tornou-se tamb&eacute;m muito visado por pessoas mal-intencionadas, fazendo a &aacute;rea ser respons&aacute;vel por 2,62% das perdas no faturamento em 2020, como revela a 21&ordf; Avalia&ccedil;&atilde;o de Perdas da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados (ABRAS). As carnes mais visadas s&atilde;o sempre as mais nobres, como picanha, contrafil&eacute; e fil&eacute; mignon.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No geral, o segmento supermercadista registrou 1,79% de perdas sobre o faturamento bruto em 2020, ou, R$ 7,6 bilh&otilde;es, segundo a Abras. Se levarmos em conta apenas o &iacute;ndice de perdas no setor de a&ccedil;ougue, o rombo no faturamento das lojas chega a R$ 200 milh&otilde;es (2,62%). De acordo com a Abras, o &iacute;ndice de perdas no setor de a&ccedil;ougue das lojas, em 2019, antes da pandemia, era de 2,51%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Um levantamento feito pela Gunnebo (www.gunnebo.com.br), empresa de prote&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica para o varejo, por meio do Gatecash, seu sistema de monitoramento para a frente de caixa, aponta aumento de aproximadamente 1000% em valor nominal de perdas em carnes de janeiro a junho &uacute;ltimos se comparado ao semestre anterior (julho a dezembro de 2020). &ldquo;Hoje, a cada 200 v&iacute;deos analisados diariamente pelo Gatecash, identificamos dez eventos (5%) do setor de a&ccedil;ougue sobre o total registrado, oriundos de erros operacionais, ind&iacute;cios de furtos e desvios dos funcion&aacute;rios&rdquo;, informa Vanessa Urbieta, gerente de Produtos da Gunnebo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;As carnes sempre foram apontadas como produtos de alto risco (PAR) devido ao mercado paralelo muito ativo e as particularidades do setor, como a qualidade dos produtos e a sua manipula&ccedil;&atilde;o. Com o agravamento da crise causada pela pandemia, elas se tornam um alvo predileto para desvios e furtos&rdquo;, afirma Vanessa Urbieta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O levantamento da Gunnebo foi executado a partir de mais de uma centena de PDVs monitorados em supermercados tradicionais de m&eacute;dio porte principalmente das regi&otilde;es Sul e Sudeste do pa&iacute;s. O a&ccedil;ougue &eacute; considerado uma se&ccedil;&atilde;o vital no varejo de alimentos, respons&aacute;vel por 20% das vendas de uma loja.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com Vanessa, para o varejo supermercadista reduzir as perdas no a&ccedil;ougue &eacute; necess&aacute;ria a ado&ccedil;&atilde;o de um sistema/solu&ccedil;&atilde;o de tecnologia para identificar as fraudes e desvios e a proteger os produtos no setor com etiquetas antifurtos em um ambiente seguro com antenas nas portas e c&acirc;meras de CFTV estrategicamente colocadas nas &aacute;reas dos balc&otilde;es refrigerados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Al&eacute;m disso, acordos comerciais com os fornecedores para a etiquetagem na origem e a introdu&ccedil;&atilde;o de processos, como contagens di&aacute;rias de produtos, devem ser implantadas. Por fim, &eacute; essencial tamb&eacute;m haver uma pol&iacute;tica de puni&ccedil;&atilde;o caso o desvio seja de um colaborador da empresa&rdquo;, diz Vanessa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A gerente da Gunnebo lembra ao varejista de que &ldquo;o que n&atilde;o se mede, n&atilde;o se controla&rdquo;. &ldquo;Sendo assim, &eacute; preciso muita aten&ccedil;&atilde;o com o setor de a&ccedil;ougue, pois ele &eacute; um dos setores mais importantes na opera&ccedil;&atilde;o de um supermercado. E bem administrado, o a&ccedil;ougue, com um bom percentual de lucratividade, &eacute; um dos principais setores para a amplia&ccedil;&atilde;o dos resultados da loja&rdquo;, diz Vanessa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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