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<title><![CDATA[RSS CLIPPING ABRAS - Farmácia]]></title>
<link>http://www.abras.com.br</link>
<description><![CDATA[Bem vindo ao canal de RSS do Clipping ABRAS - Farmácia]]></description>
<image><title><![CDATA[RSS Portal ABRAS Feed]]></title>
<link>http://www.abras.com.br</link>
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<language>pt-Br</language>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 20:26:51 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[Lista de remÃ©dios Ã© ampliada para a populaÃ§Ã£o]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36991</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:32:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A lista de medicamentos oferecidos &agrave; popula&ccedil;&atilde;o ser&aacute; ampliada. A Funda&ccedil;&atilde;o para o Rem&eacute;dio Popular (Furp) lan&ccedil;ou ontem, o edital de Concorr&ecirc;ncia Internacional de Parceria P&uacute;blico Privada (PPP) da f&aacute;brica de Am&eacute;rico Brasiliense. "Vamos deixar a f&aacute;brica de Am&eacute;rico Brasiliense com [rem&eacute;dio] gen&eacute;rico, alta tecnologia&nbsp; e alto valor agregado", disse Alckmin. A contrata&ccedil;&atilde;o da PPP se dar&aacute; na modalidade de Concess&atilde;o Administrativa, pelo prazo de 15 anos, com investimentos privados de cerca de R$ 130 mi nos cinco primeiros anos. Com o novo parceiro, a f&aacute;brica ser&aacute; mais competitiva atingindo sua plena opera&ccedil;&atilde;o e com registro de novos medicamentos. "O setor privado vai investir R$ 150 milh&otilde;es na f&aacute;brica de Am&eacute;rico Brasiliense. N&oacute;s vamos ter uma grande f&aacute;brica de medicamentos, especialmente gen&eacute;ricos", destacou Alckmin.<br /><br /><strong>Produ&ccedil;&atilde;o</strong><br /><br />A estimativa &eacute; que sejam produzidas anualmente 1,26 bilh&atilde;o de Unidades Farmacot&eacute;cnicas (UFs) e produzidos 96 novos medicamentos. A previs&atilde;o &eacute; que o contrato da PPP seja assinado ainda este ano e a expectativa &eacute; que a f&aacute;brica esteja funcionando sob essa nova modalidade no prazo de dois anos a contar da data da assinatura. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Grandes redes farmacÃªuticas dominam mercado nacional]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36940</link>
<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:56:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s faturar quase R$ 50 bilh&otilde;es em 2012, o varejo farmac&ecirc;utico deve dobrar esse valor nos pr&oacute;ximos cinco anos apoiado na entrada de novas empresas no mercado brasileiro, mudan&ccedil;as no comportamento do consumidor e, principalmente, na fus&atilde;o e expans&atilde;o de grandes players. Segundo estudo feito pela Brasilpar, empresa de assessoria financeira, com base em dados da IMS Healthy, as cinco maiores redes farmac&ecirc;uticas do Pa&iacute;s foram respons&aacute;veis por R$ 14,4 bilh&otilde;es do faturamento total no ano passado.<br /><br />A Pague Menos, que figura entre as cinco maiores brasileiras, reflete o momento positivo do varejo farmac&ecirc;utico. Em entrevista exclusiva ao DCI, o presidente e fundador da rede, Deusmar Queiroz, comenta o crescimento acentuado do player, que tem previs&atilde;o de aumentar de 18% a 20% a receita bruta de vendas at&eacute; o fim deste ano. "N&oacute;s estamos dobrando o faturamento a cada quatro anos. Em m&eacute;dia, o aumento chega a ser superior a 20% por ano. Al&eacute;m disso, a previs&atilde;o &eacute; de ter inaugurado 100 lojas em 2013, chegando a um total de 685 no fim do ano e mil at&eacute; 2017."<br /><br />O fundador da Pague Menos aposta no crescimento org&acirc;nico para expandir a marca. "A vantagem desse tipo de expans&atilde;o &eacute; que voc&ecirc; abre onde quer, quando quer, como quer. Hoje s&atilde;o 610 lojas em funcionamento. Fechamos ano passado com 585. &Eacute; um plano nacional, abrimos lojas no interior de S&atilde;o Paulo, Acre, Maranh&atilde;o. A ideia &eacute; contar com uma unidade em cidades com mais de 70 ou 80 mil habitantes, e nas cidades grandes, uma a cada 100 mil. Desde 2009 estamos presentes em todos os estados brasileiros", comenta o empres&aacute;rio. Entre as cidades que receberam novas lojas da Pague Menos recentemente est&atilde;o Crici&uacute;ma (SC), Petrolina (PE) e Curitiba (PR).<br /><br />O dom&iacute;nio do mercado pelas grandes redes e a expans&atilde;o cada vez maior destas deve se confirmar nos pr&oacute;ximos anos. &Eacute; o que afirma o s&oacute;cio-diretor da Brasilpar, Luiz Eduardo Costa, em entrevista ao DCI. "H&aacute; uma tend&ecirc;ncia de consolida&ccedil;&atilde;o, para que os grandes players se tornem nacionais. Existem 60 mil farm&aacute;cias no Brasil, e as grandes redes tem ao todo 3 ou 4 mil. Mas para o Brasil, um pa&iacute;s continental, o crescimento deve ser forte, porque hoje ainda &eacute; relativamente pequeno."<br /><br />Atualmente, as redes de pequeno porte s&atilde;o respons&aacute;veis por 47% do mercado, mas o quadro deve se inverter nos pr&oacute;ximos anos. Segundo o executivo, a representatividade que pequenas e m&eacute;dias empresas possuem no setor se deve muito &agrave; fraca presen&ccedil;a das grandes companhias em cidades menores. "Essa &eacute; a encruzilhada do setor. Voc&ecirc; tem os regionais, que j&aacute; come&ccedil;am a sofrer a concorr&ecirc;ncia dos grandes players. Esse &eacute; o desafio para as cadeias menores, escolher quais as alternativas podem seguir, como buscar um investidor financeiro ou consolida&ccedil;&otilde;es regionais, por exemplo. H&aacute; necessidade de todo o setor repensar o neg&oacute;cio". A previs&atilde;o da Brasilpar &eacute; de que em dez anos, as lojas independentes tenham apenas 30% do mercado, enquanto m&eacute;dias e grandes possuam uma fatia de 70%.<br /><br />Para o s&oacute;cio-diretor da assessoria financeira, grandes players estrangeiros tamb&eacute;m podem se estabelecer no Brasil. Em fevereiro, o grupo norte-americano CVS Caremark, considerado o maior dos Estados Unidos, comprou a rede brasileira Onofre. "O que estamos vendo &eacute; talvez o maior player mundial entrando em um mercado promissor no Brasil. Com certeza vai trazer outros, n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico a olhar para o Pa&iacute;s", afirma Luiz Eduardo Costa. A CVS teve faturamento de R$ 128,3 bilh&otilde;es em 2012.<br /><strong><br />Mercado</strong><br /><br />As outras grandes redes farmac&ecirc;uticas tamb&eacute;m devem aproveitar o aquecimento do setor para expandir suas atividades. A DPSP, resultado da fus&atilde;o entre Drogaria S&atilde;o Paulo e Drogarias Pacheco, busca consolidar sua presen&ccedil;a no Pa&iacute;s. &Eacute; o que afirma o diretor de marketing da DPSP, Andr&eacute; Elias.<br /><br />"Em 2013 devemos inaugurar cerca de 100 lojas. No momento, estamos fortalecendo as opera&ccedil;&otilde;es j&aacute; iniciadas. As &uacute;ltimas inaugura&ccedil;&otilde;es ocorreram em Goi&aacute;s, Esp&iacute;rito Santo, Minas Gerais e no interior de S&atilde;o Paulo. J&aacute; trabalhamos, no entanto, no sentido de abrir novos mercados".<br /><br />A RaiaDrogasil, maior rede do Pa&iacute;s em faturamento, fechou o primeiro trimestre de 2013 com um total de 895 pontos de venda em opera&ccedil;&atilde;o, sendo que 36 inaugura&ccedil;&otilde;es. A receita bruta gerada foi de R$ 1,4 bilh&atilde;o, 11,8% maior em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro trimestre de 2012.<br /><br />O grupo Brasil Pharma, formado pelas redes de drogarias Farmais, Guararapes, Ros&aacute;rio, Mais Econ&ocirc;mica, Sant'Ana e Big Ben, registrou faturamento de R$ 814,7 milh&otilde;es no primeiro trimestre de 2013, um crescimento de 16,5% em compara&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2012. A Brasil Pharma possu&iacute;a 1.115 lojas ao fim dos tr&ecirc;s primeiros meses do ano, sendo 709 pr&oacute;prias e 406 franquias. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[ICMS menor reduziria preÃ§o de remÃ©dio, afirma entidade]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36909</link>
<pubDate>Mon, 20 May 2013 09:18:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>No cen&aacute;rio de guerra fiscal e discuss&atilde;o sobre a queda do ICMS, a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica tamb&eacute;m quer al&iacute;quota menor de medicamentos no Estado de S&atilde;o Paulo. De in&iacute;cio, o recuo seria de 18% para 12%, e depois para 7%.<br /><br />O Sindusfarma (sindicato do setor) apresentar&aacute; ao governador Geraldo Alckmin um levantamento, j&aacute; levado ao secret&aacute;rio Andrea Calabi (Fazenda), sobre a diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de farmac&ecirc;uticas no Estado.<br /><br />O Estado perdeu 58 ind&uacute;strias do setor de 2007 a 2011. Muitas empresas t&ecirc;m se mudado em busca de menos imposto. Cidades fronteiri&ccedil;as ainda est&atilde;o perto do consumo paulista e t&ecirc;m boa estrutura, diz o presidente-executivo Nelson Mussolini.<br /><br />"Seria uma jogada pol&iacute;tica interessante. O governo faria duas benfeitorias: baixaria o pre&ccedil;o de medicamentos e manteria as farmac&ecirc;uticas no Estado com seus empregos."<br /><br />Com ICMS menor, os pre&ccedil;os de rem&eacute;dios cairiam, diz. "A popula&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, transforma a economia em novas compras. N&atilde;o prejudicaria a arrecada&ccedil;&atilde;o", acrescenta.<br /><br />O aumento dos rem&eacute;dios dado em abril praticamente zeraria se o imposto diminu&iacute;sse, calcula o executivo. Os pre&ccedil;os dos gen&eacute;ricos subiram 6,4%. No setor, a alta foi de, em m&eacute;dia, 4,5%.<br /><br />O soro, cuja al&iacute;quota era de 18%, foi para 12% e baixou para 7%, &eacute; um bom exemplo, compara. "Se cai a tributa&ccedil;&atilde;o, sou obrigado a repassar a queda na mesma propor&ccedil;&atilde;o para o pre&ccedil;o, pela lei que regula as farmac&ecirc;uticas", diz.<br /><br />"Somos controlados pelo governo. N&atilde;o ocorreria como na desonera&ccedil;&atilde;o da cesta b&aacute;sica, [cujo pre&ccedil;o n&atilde;o acompanhou a desonera&ccedil;&atilde;o]."<br /><br />O setor &eacute; o quinto que mais paga ICMS em S&atilde;o Paulo, segundo Mussolini. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[RemÃ©dios genÃ©ricos sÃ£o 54% mais baratos, diz Procon-SP]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36869</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:06:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Os rem&eacute;dios gen&eacute;ricos custam, em m&eacute;dia, 54,58% menos que os de refer&ecirc;ncia, segunda uma pesquisa do Procon-SP divulgada na manh&atilde; desta quinta-feira, 16. Entre os gen&eacute;ricos, foi poss&iacute;vel detectar diferen&ccedil;a de at&eacute; 1.129,21%. O rem&eacute;dio Paracetamol (200 mg/ml, gotas 15 ml) custava R$ 0,89 em um estabelecimento e R$ 10,94 em outro, uma diferen&ccedil;a de R$ 10,05 em valor absoluto.<br /><br />Quanto aos de refer&ecirc;ncia, a maior diferen&ccedil;a foi de 280,03%, verificada no Amoxil (Amoxicilina), Glaxosmithkline, 500 mg, 21 c&aacute;psulas. O pre&ccedil;o variou entre R$ 14,67 e R$ 55,75, diferen&ccedil;a de R$ 41,08 em valor absoluto.<br /><br />A pesquisa, realizada em abril, envolveu 15 drogarias, distribu&iacute;das pelas cinco regi&otilde;es do munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo, onde foram pesquisados 58 medicamentos, sendo 29 de refer&ecirc;ncia e 29 gen&eacute;ricos. O Procon-SP afirma que os resultados do levantamento refor&ccedil;am a necessidade de se fazer pesquisa de pre&ccedil;o.<br /><br /><strong>Interior</strong><br /><br />No interior paulista, a pesquisa foi feita em 12 cidades. A maior varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os entre os medicamentos gen&eacute;ricos foi de 1.143%, entre farm&aacute;cias da cidade de Bauru, para o medicamento Paracetamol. Quanto aos medicamentos de refer&ecirc;ncia a maior varia&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m foi encontrada em Bauru, o Dexason teve varia&ccedil;&atilde;o de at&eacute; 354% entre os estabelecimentos. A m&eacute;dia dos pre&ccedil;os dos gen&eacute;ricos em compara&ccedil;&atilde;o aos de refer&ecirc;ncia foi maior em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos (57,03%). A menor diferen&ccedil;a foi encontrada em Presidente Prudente, 44,46%.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: A Tarde - BA</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[PreÃ§o de remÃ©dios tem diferenÃ§a de atÃ© 1.129%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36860</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 08:38:30 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Rem&eacute;dio gen&eacute;rico para dor de cabe&ccedil;a custa R$ 0,89 em uma drogaria e R$ 10,94 em outra Juca Guimar&atilde;es<br /><br />O Procon-SP, &oacute;rg&atilde;o de defesa do consumidor, comparou os descontos oferecidos em 15 drogarias, em todas as regi&otilde;es da capital, no pre&ccedil;o dos rem&eacute;dios de marca e tamb&eacute;m em seus respectivos gen&eacute;ricos. A Zona Sul concentra as lojas mais baratas.<br /><br />O princ&iacute;pio ativo paracetamol, indicado para dor de cabe&ccedil;a, teve a maior varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o entre os medicamentos gen&eacute;ricos: 1.129%. Foi encontrado por R$ 0,89 e tamb&eacute;m por R$ 10,94.<br /><br />O pre&ccedil;o do rem&eacute;dio de marca Amoxil, do laborat&oacute;rio Glaxosmithkline, variou 280%. Na farm&aacute;cia mais barata (Farma Conde, na Zona Norte) custa R$ 14,67 e na mais cara (Farma &amp; Cia, na zona Leste), R$ 55,75.<br /><br />&ldquo;Para fazer a pesquisa o Procon-SP considerou o pre&ccedil;o promocional para o consumidor comum. Algumas redes tamb&eacute;m d&atilde;o desconto especial para aposentados, por exemplo, e o pre&ccedil;o cai mais&rdquo;, disse Val&eacute;ria Garcia, assessora t&eacute;cnica do Procon-SP.<br /><br />Os pre&ccedil;os mais altos s&atilde;o aqueles que se aproximam da tabela da ABCFarma.<br /><br />A dica &eacute; pesquisar porque a varia&ccedil;&atilde;o entre os estabelecimentos &eacute; grande. Os gen&eacute;ricos custam, segundo a pesquisa do Procon-SP, 54,6% menos que os rem&eacute;dios de marca.<br /><br />&ldquo;O consumidor deve tomar cuidado com a validade do rem&eacute;dio. Algumas farm&aacute;cias fazem promo&ccedil;&atilde;o de produtos que est&atilde;o perto da data de vencimento&rdquo;, alertou Val&eacute;ria.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Atacado e varejo de farmÃ¡cias desaceleram]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36845</link>
<pubDate>Thu, 16 May 2013 10:59:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Empresas da &aacute;rea de farm&aacute;cias e de atacado de medicamentos registraram desempenhos fracos nos primeiros meses do ano e a redu&ccedil;&atilde;o na demanda dos consumidores tem peso nesse resultado. &Eacute; mais um mercado ligado ao setor de consumo que &eacute; afetado pela perda de vigor da economia, pelo "efeito calend&aacute;rio" e tamb&eacute;m pelas caracter&iacute;sticas do pr&oacute;prio neg&oacute;cio - que no come&ccedil;o do ano registra menor f&ocirc;lego de crescimento.<br /><br />A Brasil Pharma, maior rede de drogarias do pa&iacute;s em n&uacute;mero de pontos, apresentou n&uacute;meros piores do que a empresa previa. A Profarma, tradicional distribuidora do setor e dona de redes de farm&aacute;cias, j&aacute; esperava um primeiro trimestre de resultados t&iacute;midos - como historicamente ocorre - e foi afetada pelo mau resultado das vendas para o setor p&uacute;blico.<br /><br />As a&ccedil;&otilde;es ordin&aacute;rias da BR Pharma fecharam o dia de ontem com baixa de 5,80% e cotadas a R$ 12. Na Profarma a perda foi maior, com queda de 11,89% no pre&ccedil;o do papel, que fechou o dia cotado em R$ 18,68. No m&ecirc;s, a Profarma perdeu 15% de seu valor de mercado e a BR Pharma, cerca de 6%.<br /><br />"O primeiro trimestre foi o mais desafiador para a empresa desde o seu IPO [oferta p&uacute;blica inicial de a&ccedil;&otilde;es]", disse Andr&eacute; S&aacute;, presidente da BR Pharma, durante teleconfer&ecirc;ncia com analistas ontem. A empresa fez seu IPO em junho de 2011. "Tivemos um resultado mais fraco do que o esperado e agora estamos em linha [com o previsto]", disse Renato Lobo, diretor de rela&ccedil;&otilde;es com investidores da empresa. Redu&ccedil;&atilde;o no fluxo de clientes nas lojas, o que afetou volume vendido, somado ao "efeito calend&aacute;rio" - mais feriados de janeiro a mar&ccedil;o em rela&ccedil;&atilde;o a 2012 - tiveram impacto no resultado final.<br /><br />Um n&uacute;mero menor de dias &uacute;teis no m&ecirc;s afeta resultados do varejo e do atacado porque as vendas em farm&aacute;cias se concentram no per&iacute;odo de segunda a sexta-feira. "Dia &uacute;til para n&oacute;s vale mais do que fim de semana. Se h&aacute; feriados, a semana fica menor". Sobre a demanda, S&aacute; disse que as vendas n&atilde;o vieram de um fluxo maior de clientes "Tivemos menos consumidores nas lojas".<br /><br />Segundo balan&ccedil;o de resultados da BR Pharma, a receita l&iacute;quida subiu 62,8%, para R$ 749 milh&otilde;es, um n&uacute;mero considerado positivo pelos analistas, mas a linha final do balan&ccedil;o encolheu. Ela vendeu, mas n&atilde;o lucrou. O preju&iacute;zo da BR Pharma passou de R$ 6 milh&otilde;es de janeiro a mar&ccedil;o de 2012 para R$ 7 milh&otilde;es no primeiro trimestre de 2013. O resultado foi afetado principalmente pela menor margem bruta do per&iacute;odo e pelo maior patamar de despesas financeiras, associadas ao endividamento contra&iacute;do com aquisi&ccedil;&otilde;es de 2012.<br /><br />Sobre a margem bruta, a queda foi reflexo, em parte, de uma decis&atilde;o tomada pela empresa - a taxa caiu de 30,3% de janeiro a mar&ccedil;o de 2012 para 28,6%. A BR Pharma optou por ser mais agressiva em pre&ccedil;o, ampliando promo&ccedil;&otilde;es e segurando repasses de reajustes na &aacute;rea de higiene e beleza com a inten&ccedil;&atilde;o de evitar perda nas vendas. "Tivemos que nos posicionar e tomamos essa decis&atilde;o. Mas n&atilde;o vejo press&otilde;es maiores na margem a longo prazo", disse S&aacute;. No relat&oacute;rio do trimestre a empresa escreve que opera num setor resiliente "e continua otimista com os fundamentos de longo prazo" da companhia.<br /><br />As condi&ccedil;&otilde;es do mercado tamb&eacute;m foram citadas pelo comando da Profarma, distribuidora de medicamentos e dona de 140 lojas no Rio de Janeiro. "Para o mercado farmac&ecirc;utico, o primeiro trimestre do ano, sazonalmente, apresenta desempenho inferior aos demais per&iacute;odos. Neste cen&aacute;rio, a Profarma manteve em curso o foco da companhia: a busca pelo equil&iacute;brio entre crescimento sustent&aacute;vel, margem operacional e ciclo de caixa", escreveu em relat&oacute;rio.<br /><br />Segundo a empresa informa no material de resultados, "o cen&aacute;rio dom&eacute;stico &eacute; ainda dominado pelas incertezas da conjuntura macroecon&ocirc;mica que restringiram o crescimento do pa&iacute;s devido a uma postura mais conservadora e com avers&atilde;o ao risco". Em teleconfer&ecirc;ncia de resultados ontem, a Profarma n&atilde;o detalhou os efeitos do desaquecimento da economia no primeiro trimestre no grupo, mas ressalta que "abril j&aacute; foi melhor", disse Max Fischer, diretor de rela&ccedil;&otilde;es com investidores. "Agora j&aacute; notamos uma recupera&ccedil;&atilde;o no in&iacute;cio do segundo trimestre."<br /><br />A empresa apurou queda de 27,2% no lucro l&iacute;quido, reflexo, em parte, da menor distribui&ccedil;&atilde;o de produtos ao setor p&uacute;blico. A receita l&iacute;quida subiu 5,9%.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Protetores solares podem passar a ser oferecidos em farmÃ¡cias populares]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36820</link>
<pubDate>Thu, 16 May 2013 09:26:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Protetores solares poder&atilde;o passar a ser oferecidos &agrave; popula&ccedil;&atilde;o pelo Programa Farm&aacute;cia Popular do Brasil, criado para fornecer medicamentos essenciais a baixo custo. Projeto de lei com essa finalidade foi aprovado nesta quarta-feira (15) pela Comiss&atilde;o de Assuntos Sociais (CAS), em car&aacute;ter terminativo.<br /><br />O PLS 409/2012, do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), inclui os protetores solares na lei que autoriza a Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz (Fiocruz) a disponibilizar medicamentos, mediante ressarcimento (Lei 10.858/2004).<br /><br />Ao justificar o projeto, o autor ressaltou que os protetores solares s&atilde;o importantes para evitar c&acirc;ncer de pele e envelhecimento precoce, bem como diminuir a absor&ccedil;&atilde;o de radia&ccedil;&atilde;o ultravioleta pelo organismo humano e prevenir queimaduras solares. Apesar disso, observou Rollemberg, os brasileiros n&atilde;o possuem o h&aacute;bito de utilizar o protetor em raz&atilde;o do pre&ccedil;o elevado.<br /><br />Em seu parecer pela aprova&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria, o senador Casildo Maldaner (PMDB-SC) ressaltou que a proposta vai ampliar o acesso ao produto a mais pessoas do que os alcan&ccedil;ados pela assist&ecirc;ncia farmac&ecirc;utica prestada pelo sistema &uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). Para Casildo, a medida de profilaxia &eacute; importante porque cada vez mais est&aacute; aumentando a incid&ecirc;ncia do c&acirc;ncer de pele entre os brasileiros.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio de Pernambuco</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[AquisiÃ§Ãµes dÃ£o R$ 9 bi Ã s grandes redes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36662</link>
<pubDate>Mon, 13 May 2013 10:59:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Quando a rede de farm&aacute;cias americana CVS anunciou em fevereiro a compra da brasileira Onofre por 25 vezes o Ebitda da companhia, de repente o patamar de 14 a 15 vezes o Ebitda, pago em opera&ccedil;&otilde;es recentes no setor no pa&iacute;s, pulou para esse n&iacute;vel in&eacute;dito - mais que o dobro do &iacute;ndice pago pela CVS em suas &uacute;ltimas opera&ccedil;&otilde;es no mundo. Era o ped&aacute;gio a ser desembolsado para entrar no mercado brasileiro de drogarias - o segmento do varejo que enfrenta o mais acelerado ritmo de concentra&ccedil;&atilde;o. Agora, um levantamento feito pela Brasilpar, assessoria financeira em fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es, detalha como essa consolida&ccedil;&atilde;o, envolvendo neg&oacute;cios cada vez mais caros, transferiu receitas no setor e quais redes se destacaram.<br /><br />Segundo o estudo, as cinco maiores redes responderam por 29% do faturamento do mercado em 2012, de R$ 49,6 bilh&otilde;es. A fatia equivale a R$ 14,4 bilh&otilde;es, calculou a Brasilpar, com base em dados da IMS Healthy. H&aacute; cinco anos, elas representavam 20% das vendas, correspondente a R$ 5,28 bilh&otilde;es. Essa soma inclui redes associadas e n&atilde;o associadas &agrave; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Redes de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma).<br /><br />Portanto, entre 2008 e 2012, as redes RaiaDrogasil, DPSP (Drogarias Pacheco e S&atilde;o Paulo), Pague Menos, Brazil Pharma e a mineira Ara&uacute;jo somaram R$ 9,12 bilh&otilde;es &agrave;s suas receitas, em forma de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es de empresas e de aberturas de pontos. Importante ressaltar que a expans&atilde;o org&acirc;nica teve peso nesse aumento de receita, mas especialistas refor&ccedil;am que as fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es foram mais determinantes nesse crescimento, puxado pelas compras de lojas feitas pela Brazil Pharma e pelas fus&otilde;es de Raia Drogasil e de DPSP.<br /><br />Esse montante de R$ 9,12 bilh&otilde;es incorporado ao faturamento equivale a quase duas RaiaDrogasil, a maior varejista de farm&aacute;cias do pa&iacute;s com 906 pontos.<br /><br />De acordo com o estudo, as redes que est&atilde;o da quinta &agrave; d&eacute;cima posi&ccedil;&atilde;o no ranking da Abrafarma respondem por 5% do mercado. Os 66% restantes (tirando tamb&eacute;m da conta os 29% das cinco maiores) s&atilde;o farm&aacute;cias de m&eacute;dio e pequeno portes. S&oacute; as pequenas representavam 47% desse varejo no Brasil em 2012 - cerca de R$ 23,33 bilh&otilde;es.<br /><br />H&aacute; cinco anos, essas redes menores eram maioria - correspondiam a 52% do mercado, segundo a Brasilpar. Em 2009, a taxa j&aacute; havia ca&iacute;do para 49%. Apesar do encolhimento, o peso desse segmento ainda &eacute; representativo. Os R$ 23,33 bilh&otilde;es superam com folga o valor vendido pelas dez maiores redes de farm&aacute;cias do Brasil (R$ 16,86 bilh&otilde;es). "Quem n&oacute;s olhamos hoje s&atilde;o varejistas com 20 a 200 lojas e faturamento de R$ 200 milh&otilde;es a R$ 1 bilh&atilde;o por ano", disse Luiz Eduardo Costa, s&oacute;cio-diretor da Brasilpar, empresa que faz assessorias para fundos e empresas que buscam ativos no mercado.<br /><br />"Em at&eacute; dez anos, teremos uma mudan&ccedil;a brutal, com 30% do mercado de lojas independentes e 70% de m&eacute;dias e grandes", diz Henrique Maia, s&oacute;cio da Brasilpar<br /><br />Pelos c&aacute;lculos da assessoria, as empresas com maior f&ocirc;lego de crescimento, com base no indicador de venda por loja, entre 2009 e 2012, foram Brazil Pharma, Raia Drogasil, Pague Menos, Drogarias Pacheco e S&atilde;o Paulo (DPSP) e Ara&uacute;jo, nessa ordem. A Ara&uacute;jo, &uacute;ltima colocada, n&atilde;o adquiriu ou se fundiu com empresas.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[RaiaDrogasil planeja abrir atÃ© 15 lojas populares]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36661</link>
<pubDate>Mon, 13 May 2013 10:58:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A RaiaDrogasil testa um formato de loja popular, batizado de Farmasil, que dever&aacute; ter de 10 a 15 pontos at&eacute; o fim do ano. Segundo o diretor de rela&ccedil;&otilde;es com investidores da companhia, Eug&ecirc;nio de Zagottis, esse ainda &eacute; um projeto piloto, que, se validado, poder&aacute; se tornar uma estrat&eacute;gia da rede de farm&aacute;cias.<br /><br />O modelo da Farmasil &eacute; de uma loja menor, que requer menos investimento, para mercados pequenos, em que a RaiaDrogasil n&atilde;o consegue entrar ou se dar bem. As margens do modelo popular precisam ser similares ao padr&atilde;o da companhia. "&Eacute; uma tentativa de preencher um espa&ccedil;o no mercado em que n&atilde;o conseguimos competir de outra forma", disse Zagottis.<br /><br />A RaiaDrogasil abriu 36 lojas no primeiro trimestre deste ano - n&uacute;mero recorde para o per&iacute;odo -, ante 9 um ano antes. A aquisi&ccedil;&atilde;o de pontos da rede Santa Marta, de Goi&aacute;s, no fim de 2012, contribuiu para o movimento.<br /><br />O forte ritmo de abertura de unidades pesou nas despesas operacionais, que cresceram 18,6%, para R$ 356 milh&otilde;es. Como outro efeito colateral, a companhia tinha no primeiro trimestre 36,6% das lojas em matura&ccedil;&atilde;o, o portf&oacute;lio mais "verde" desde o segundo trimestre de 2011. Isso enfraqueceu o resultado de janeiro a mar&ccedil;o, mas, por outro lado, demonstra o potencial de matura&ccedil;&atilde;o futura, disse Zagottis, em teleconfer&ecirc;ncia sobre os resultados.<br /><br />A receita bruta da RaiaDrogasil somou R$ 1,4 bilh&atilde;o no primeiro trimestre, uma alta de 11,8%, considerada modesta. Zagottis disse que o per&iacute;odo &eacute; o mais fraco para o setor e, este ano, houve um feriado a mais (a P&aacute;scoa, que em geral cai em abril), al&eacute;m de um clima mais frio e chuvoso, que afetou as vendas de higiene e beleza. A empresa calcula uma perda de 2,1% nas vendas pelo efeito calend&aacute;rio.<br /><br />A margem bruta ficou em 26,6% no trimestre, acima do registrado um ano antes, mas abaixo do &uacute;ltimo trimestre de 2012. Zagottis espera uma recomposi&ccedil;&atilde;o no segundo semestre, j&aacute; que a base de compara&ccedil;&atilde;o &eacute; relativamente baixa e as despesas devem diminuir. No segundo semestre, a RaiaDrogasil tamb&eacute;m ter&aacute; mais lojas maduras.<br /><br />A RaiaDrogasil tem 906 lojas em funcionamento e 47 inaugura&ccedil;&otilde;es em andamento. E reiterou o plano de abrir 130 unidades em 2013.<br /><br />O lucro l&iacute;quido atribu&iacute;do aos acionistas controladores da companhia caiu 26% no primeiro trimestre, na compara&ccedil;&atilde;o anual, para R$ 14,3 milh&otilde;es. O lucro ajustado, que exclui as despesas n&atilde;o recorrentes de integra&ccedil;&atilde;o das redes Raia e Drogasil, subiu 7%, para R$ 26,5 milh&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Vendas de cosmÃ©ticos podem subir 10%, diz associaÃ§Ã£o]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36644</link>
<pubDate>Mon, 13 May 2013 10:22:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Distribuidores de produtos para o varejo farmac&ecirc;utico acreditam que as vendas de cosm&eacute;ticos e outros produtos de higiene e beleza em farm&aacute;cias podem subir acima de 10% neste ano. Pesquisa realizada pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Distribuidores dos Laborat&oacute;rios Nacionais (Abradilan) apontou que 51,7% acreditam que as vendas podem subir de 11% at&eacute; 30% enquanto outros 26,7% antecipam alta acima de 40%.<br /><br />A Associa&ccedil;&atilde;o destaca que v&ecirc;m crescendo os gastos de brasileiros com produtos deste tipo. O Brasil &eacute; hoje o terceiro maior mercado global de produtos do g&ecirc;nero, tendo gasto US$ 42 bilh&otilde;es no ano passado, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec). Nos &uacute;ltimos 17 anos, o crescimento m&eacute;dio de faturamento desse setor, considerando vendas em todo tipo de varejo, tem sido de 10%. No varejo farmac&ecirc;utico, por&eacute;m, a alta &eacute; maior devido ao ganho de market share das farm&aacute;cias.<br /><br />De acordo com dados da empresa de pesquisas Nielsen, o market share das redes de drogarias e farm&aacute;cias nas vendas de cosm&eacute;ticos e itens de higiene tem crescido gradualmente enquanto cai a participa&ccedil;&atilde;o das vendas por parte dos supermercados. Dados fechados do ano de 2012 indicam que grandes redes e farm&aacute;cias independentes responderam por 33,4% desse consumo, ganho de 0,6 pontos porcentuais ante 2011 e de 5,9 pontos porcentuais desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie hist&oacute;rica em 2007.<br /><br />Durante o ano de 2012, por exemplo, as vendas de itens associados &agrave; perfumaria correspondeu a 29,7% do faturamento da Raia Drogasil, maior rede de varejo farmac&ecirc;utico brasileira. O total de R$ 439,5 milh&otilde;es em vendas representou crescimento de 19,4% ante o ano anterior.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: A TARDE - BA</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Extrafarma fortalece interaÃ§Ã£o com mÃ©dico]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36636</link>
<pubDate>Mon, 13 May 2013 09:48:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Programa garante respeito ao receitu&aacute;rio do m&eacute;dico<br /><br />O zelo pelo receitu&aacute;rio m&eacute;dico &eacute; a principal garantia de que o atendimento iniciado no consult&oacute;rio passar&aacute; com seguran&ccedil;a pelo balc&atilde;o da farm&aacute;cia. &Eacute; essa tranquilidade que a Extrafarma quer levar aos m&eacute;dicos e pacientes com o Programa Extraconfian&ccedil;a. Pioneiro no Norte e Nordeste do Brasil, o programa j&aacute; &eacute; desenvolvido nos EUA e tem o objetivo de fortalecer a intera&ccedil;&atilde;o com a classe m&eacute;dica. Seu lan&ccedil;amento correu, primeiramente, em reuni&atilde;o com a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica, no dia 17 de abril, no Manjar das Gar&ccedil;as, em Bel&eacute;m. O programa tamb&eacute;m ser&aacute; apresentado &agrave;s classes m&eacute;dica e farmac&ecirc;utica. A inten&ccedil;&atilde;o da Extrafarma &eacute; ganhar o apoio do Conselho Regional de Farm&aacute;cia (CRF) e do Conselho Regional de Medicina (CRM), institui&ccedil;&otilde;es respons&aacute;veis por essas duas importantes categorias profissionais do segmento de sa&uacute;de.<br /><br />&ldquo;Sabemos que sa&uacute;de &eacute; coisa s&eacute;ria e que o receitu&aacute;rio do m&eacute;dico &eacute; um bem precioso. Quando sai do consult&oacute;rio m&eacute;dico, o paciente precisa ter a seguran&ccedil;a de que o receitu&aacute;rio ser&aacute; plenamente atendido. Com o Extraconfian&ccedil;a, queremos dar a certeza e a tranquilidade ao m&eacute;dico e ao paciente de que nada do que foi indicado na receita ser&aacute; trocado sem o aval do m&eacute;dico&rdquo;, explica F&aacute;bio Lima, diretor comercial do Grupo Imifarma/ Extrafarma.<br /><br />Por meio do programa, os farmac&ecirc;uticos ser&atilde;o preparados de modo que se tornem canal de comunica&ccedil;&atilde;o entre a rede Extrafarma e a comunidade m&eacute;dica, diz F&aacute;bio. Segundoele, os farmac&ecirc;uticos v&atilde;o levar para os m&eacute;dicos, a concep&ccedil;&atilde;o da empresa sobre o papel da rede de farm&aacute;cias: &ldquo;&eacute; uma rede que acondiciona adequadamente os produtos, nas condi&ccedil;&otilde;es ideias de temperatura, umidade; tudo &eacute; revisado cuidadosamente, no dep&oacute;sito, no transporte, nas pr&oacute;prias lojas. Isso d&aacute; garantia de estabilidade do produto porque segue rigorosamente os padr&otilde;es exigidos pela Anvisa&rdquo;. Segundo o diretor comercial, o programa quer facilitar e tornar mais produtiva a rela&ccedil;&atilde;o entre ind&uacute;stria, cliente, farm&aacute;cia e m&eacute;dico, na medida em que a troca de informa&ccedil;&atilde;o entre eles tem como base a sa&uacute;de do paciente.<br /><br />Outra vertente do programa &eacute; a informa&ccedil;&atilde;o sobre as constantes mudan&ccedil;as na legisla&ccedil;&atilde;o, das novidades da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica: o lan&ccedil;amento de produtos ser&aacute; sincronizado com sua chegada &agrave;s farm&aacute;cias, envolvendo a ind&uacute;stria e os propagandistas. O m&eacute;dico ter&aacute; informa&ccedil;&otilde;es, inclusive, sobre medicamentos que tiveram seu uso descontinuado. &ldquo;&Eacute; a primeira empresa a se preocupar em levar &agrave; comunidade m&eacute;dica mais do que uma simples rede de farm&aacute;cia, mas em se tornar uma extens&atilde;o segura do receitu&aacute;rio m&eacute;dico&rdquo;.<br /><br /><strong>NORTE E NORDESTE</strong><br />Entre as vantagens do Extraconfian&ccedil;a para a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica est&aacute; o aumento do receitu&aacute;rio e da demanda. Dois conceitos norteiam o programa: o &ldquo;troca zero&rdquo;, que garante a certeza do atendimento &agrave; prescri&ccedil;&atilde;o de seus produtos; e o &ldquo;falta zero&rdquo;, onde paciente e m&eacute;dicos t&ecirc;m a certeza de encontrar todos os produtos dispon&iacute;veis, inclusive lan&ccedil;amentos.<br /><br />A Extrafarma conta com 90 lojas nos Estados do Par&aacute; e Amap&aacute; e j&aacute; deu in&iacute;cio ao Programa Extraconfian&ccedil;a em todas elas, oferecendo treinamento para sua equipe na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira, 23. &ldquo;&Eacute; um projeto pioneiro que muito tem a dar de frutos para a empresa, trazendo resultados fant&aacute;sticos para a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica e para pr&oacute;pria rede Extrafarma, al&eacute;m da credibilidade com a classe m&eacute;dica, que &eacute; a grande respons&aacute;vel por essa gera&ccedil;&atilde;o de receitas&rdquo;, analisa Paulo Rog&eacute;rio, gerente comercial da Regional Norte.<br /><br />Nos Estados do Maranh&atilde;o e Cear&aacute;, s&atilde;o 87 lojas. Para o gerente comercial da Regional Nordeste, Fernando Ferreira,&ldquo;o Extraconfian&ccedil;a demonstra que, dentro de um mercado t&atilde;o acirrado como o nosso, &eacute; fundamental trabalhar com &eacute;tica e transpar&ecirc;ncia para garantir a perpetuidade do neg&oacute;cio&rdquo;.<br /><strong><br />NOVIDADES</strong><br />A Extrafarma vai criar o Servi&ccedil;o de Informa&ccedil;&atilde;o ao M&eacute;dico (SIM) disponibilizando um n&uacute;mero 0800 para que o m&eacute;dico tire todo tipo de d&uacute;vida. Outra novidade &eacute; o Cart&atilde;o Premium &ldquo;Black&rdquo;, exclusivo para m&eacute;dicos com benef&iacute;cios adicionais do Clubextra.<br /><br />A marca do Extraconfian&ccedil;a &eacute; um trevo, e segundo a gerente de Marketing do Grupo Imifarma/ Extrafarma, Emanuele Rodrigues, a escolha dos elementos para composi&ccedil;&atilde;o da identidade visual d&aacute; forma &agrave; ess&ecirc;ncia do programa, que &eacute; estabelecer a confian&ccedil;a na Extrafarma. &ldquo;As cores padr&atilde;o da marca m&atilde;e e o equil&iacute;brio do trevo de quatro folhas que carrega o significado de sorte, refor&ccedil;am ainda mais o conceito de confian&ccedil;a adicional que o projeto busca estabelecer entre as partes envolvidas: m&eacute;dicos, farmac&ecirc;uticos, pacientes e ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica&rdquo;. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Liberal - PA</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[ExpansÃ£o de genÃ©ricos perde fÃ´lego]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36533</link>
<pubDate>Thu, 09 May 2013 10:25:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Arquirrivais no segmento de gen&eacute;ricos, a brasileira EMS e a Medley, controlada pela francesa Sanofi, disputam palmo a palmo cada espa&ccedil;o nas prateleiras das farm&aacute;cias do pa&iacute;s. A estrat&eacute;gia adotada por essas empresas e concorrentes - a pol&iacute;tica agressiva de descontos - at&eacute; ent&atilde;o era a principal arma para avan&ccedil;ar em participa&ccedil;&atilde;o de mercado. Essa pr&aacute;tica, contudo, chegou ao seu limite, segundo especialistas ouvidos pelo Valor. "A farra dos descontos est&aacute; acabando", disse uma fonte.<br /><br />Por lei, os medicamentos gen&eacute;ricos s&atilde;o 35% mais baratos que os de refer&ecirc;ncia. Mas, na pr&aacute;tica, a m&eacute;dia de descontos sobre esses produtos chega a 50%. "No mercado, muitas companhias concediam 90% de desconto para determinados produtos para ganhar mercado", disse a mesma fonte.<br /><br />As vendas de medicamentos no pa&iacute;s est&atilde;o perdendo f&ocirc;lego nesses &uacute;ltimos meses, o que para as ind&uacute;strias j&aacute; &eacute; considerado um fator de alerta. No caso dos gen&eacute;ricos, que registram um crescimento acima da m&eacute;dia dos produtos de refer&ecirc;ncia, as farmac&ecirc;uticas j&aacute; sinalizam rever a rota de expans&atilde;o do setor.<br /><br />No primeiro trimestre, a participa&ccedil;&atilde;o dos medicamentos gen&eacute;ricos no mercado nacional ficou em 27,3%. No mesmo per&iacute;odo do ano passado, a fatia era de 25,8%, de acordo com a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Medicamentos Gen&eacute;ricos (Pr&oacute; Gen&eacute;ricos). "A nossa meta &eacute; encerrar este ano com 30% de participa&ccedil;&atilde;o e, em 2015, com 35%. Mas vamos fazer uma revis&atilde;o", afirmou ao Valor a presidente da Pr&oacute; Gen&eacute;ricos, Telma Salles.<br /><br />As vendas de medicamentos gen&eacute;ricos no per&iacute;odo totalizaram 176,5 milh&otilde;es de unidades, aumento de 15,5% sobre o primeiro trimestre de 2012. Em receita, o setor movimentou R$ 2,9 bilh&otilde;es, alta de 21% sobre o mesmo per&iacute;odo do ano passado. O mercado farmac&ecirc;utico total, que inclui todas as categorias de medicamentos, somou 657,8 milh&otilde;es de unidades no per&iacute;odo, alta de 9,8% em rela&ccedil;&atilde;o ao registrado nos primeiro tr&ecirc;s meses de 2012. Ao excluir os gen&eacute;ricos das vendas totais, o crescimento do setor foi menor: 8,4% em unidades. Em valores, o desempenho chega a ser negativo em 2,8% sem contabilizar os gen&eacute;ricos, segundo a consultoria IMS Health.<br /><br />O mercado de gen&eacute;ricos continua impulsionando as ind&uacute;strias, mas as vendas est&atilde;o bem abaixo da m&eacute;dia observada h&aacute; dois anos, disse Telma Salles. Entre 2010 e 2011, o setor viveu uma fase de ouro, com a queda de importantes patentes, como o Lipitor (combate colesterol elevado), o Viagra (disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til), ambos da Pfizer, e o Crestor (doen&ccedil;as card&iacute;acas), da AstraZeneca, considerados "blockbusters" (campe&otilde;es de venda). A era das famosas mol&eacute;culas est&aacute; se esgotando. Para este ano, entre os principais produtos que devem perder a patente est&atilde;o o Ezetimiba (MSD), para tratar colesterol; Neofinavir (Roche), utilizado no coquetel da Aids; e o Sirolimus (Wyeth), imunossupressor para evitar rejei&ccedil;&atilde;o e &oacute;rg&atilde;os transplantados. "Apesar da desacelera&ccedil;&atilde;o das vendas, o mercado de gen&eacute;ricos tem forte potencial de expans&atilde;o."<br /><br />Uma pesquisa feita pelo Instituto de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o para Farmac&ecirc;uticos (ICTQ) mostra que 68% dos brasileiros declaram consumir gen&eacute;ricos. Esse consumo, contudo, est&aacute; concentrado nas capitais do Sudeste e Sul do pa&iacute;s - o Estado de S&atilde;o Paulo est&aacute; em primeiro lugar. De acordo com a mesma pesquisa, 70% dos brasileiros declaram confiar na efic&aacute;cia desses medicamentos. Os laborat&oacute;rios Medley, Neo Qu&iacute;mica, Eurofarma, Ach&eacute;, EMS e Teuto s&atilde;o apontados, nessa sequ&ecirc;ncia, como os mais confi&aacute;veis.<br /><br />Ao Valor, o presidente da Sanofi para Am&eacute;rica Latina, Heraldo Marchezini, afirmou que o ano de 2012 foi de ajustes e a concorr&ecirc;ncia no setor &eacute; um movimento natural de mercado. Em 2009, ao comprar a nacional Medley, l&iacute;der em gen&eacute;ricos no pa&iacute;s, a Sanofi desencadeou um forte movimento de consolida&ccedil;&atilde;o, impulsionado por margens gordas.<br /><br />A Medley e a gigante nacional EMS s&atilde;o concorrentes nesse segmento. Nos &uacute;ltimos 12 meses at&eacute; mar&ccedil;o, a Medley comercializou 175 milh&otilde;es de unidades de medicamentos. A EMS, no mesmo per&iacute;odo, 161 milh&otilde;es de unidades. Mas se considerar as vendas das empresas controladas pelo grupo - Legrand e Germed - a companhia nacional ultrapassa a Medley, com 230,5 milh&otilde;es de unidades.<br /><br />A EMS v&ecirc; com naturalidade as mudan&ccedil;as de comportamento e ajustes pontuais do setor. "Estamos em um segmento [gen&eacute;ricos] que foi extremamente impulsionado nos &uacute;ltimos anos no Brasil, atraindo grande diversidade de 'players' e um alto n&iacute;vel de competitividade. E que tende a continuar em crescimento org&acirc;nico acima dos n&iacute;veis do mercado total, vivendo per&iacute;odos de ajustes de estoques e eventuais realiza&ccedil;&otilde;es decorrentes de gest&atilde;o de liquidez da cadeia de distribui&ccedil;&atilde;o", informou a companhia por meio de um comunicado. "A EMS aposta na evolu&ccedil;&atilde;o permanente de seu portf&oacute;lio, no seu pioneirismo e na agilidade que caracterizam sua cultura de gest&atilde;o, o que a coloca na posi&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;a h&aacute; sete anos consecutivos." De janeiro a mar&ccedil;o, a empresa ampliou em cerca de 20% o seu faturamento na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2012. No mercado de gen&eacute;ricos, o crescimento em reais foi de 23%.<br /><br />Segundo Nelson Mussolini, presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria de Produtos Farmac&ecirc;uticos no Estado de S&atilde;o Paulo (Sindusfarma), as margens das farmac&ecirc;uticas t&ecirc;m sido afetadas pelo aumento dos custos, entre eles o de m&atilde;o de obra e c&acirc;mbio. "O diss&iacute;dio foi de 8,5%, sem contar o c&acirc;mbio." As ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas s&atilde;o fortemente dependente das importa&ccedil;&otilde;es de insumos para produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[A vez dos remÃ©dios]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36498</link>
<pubDate>Thu, 09 May 2013 08:24:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A cada m&ecirc;s, o seu vil&atilde;o. Depois do tomate ser apontado como o principal respons&aacute;vel pela infla&ccedil;&atilde;o &ndash; e virar s&iacute;mbolo do protesto das donas de casa &ndash;, chegou a vez dos medicamentos. O &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,55% em abril, conforme divulgado ontem pelo IBGE. Veio acima da expectativa do mercado, mas voltou a ficar ligeiramente abaixo do teto da meta do governo.<br />&nbsp;<br />A surpresa ficou por conta do item "Sa&uacute;de e cuidados pessoais" da pesquisa, com o aumento nos pre&ccedil;os dos rem&eacute;dios liderando a lista dos principais impactos no IPCA do m&ecirc;s. Um efeito colateral negativo.<br />&nbsp;<br />J&aacute; o &Iacute;ndice Geral de Pre&ccedil;os-Disponibilidade Interna (IGP-DI), da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (FGV), registrou defla&ccedil;&atilde;o de 0,06% em abril.<br /><strong>&nbsp;<br />IPCA fica abaixo do teto</strong><br />&nbsp;<br />A infla&ccedil;&atilde;o ao consumidor brasileiro acelerou em abril e veio acima da expectativa do mercado, impulsionada pela alta dos pre&ccedil;os de medicamentos e de alimentos, mas voltou a ficar ligeiramente abaixo do teto da meta do governo.<br />&nbsp;<br />O &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,55% em abril, ap&oacute;s alta de 0,47% em mar&ccedil;o, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Em 12 meses, o indicador ficou em 6,49%, ante 6,59% de mar&ccedil;o, abaixo do teto da meta de 6,5%. Segundo o IBGE, o principal respons&aacute;vel pelo resultado de abril foi o grupo Sa&uacute;de e cuidados pessoais, que subiu 1,28% em abril, depois de ter registrado alta de 0,32% em mar&ccedil;o. Sozinho, o grupo respondeu por 0,14 ponto porcentual do IPCA todo do m&ecirc;s passado. Segundo o IBGE, isoladamente, os pre&ccedil;os dos rem&eacute;dios registraram avan&ccedil;o mensal de 2,99%, liderando a lista dos principais impactos no IPCA do m&ecirc;s, com 0,10 ponto porcentual. No in&iacute;cio de abril, o governo autorizou aumento de at&eacute; 6,31% nos pre&ccedil;os dos rem&eacute;dios comercializados no Pa&iacute;s.<br />&nbsp;<br />O grupo Despesas pessoais tamb&eacute;m mostrou acelera&ccedil;&atilde;o na compara&ccedil;&atilde;o mensal, fechando abril com 0,61%, ante 0,54% em mar&ccedil;o, bem como o grupo Habita&ccedil;&atilde;o, com alta de 0,62% no m&ecirc;s passado, ante 0,51%. O grupo Alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, por sua vez, mostrou desacelera&ccedil;&atilde;o para alta de 0,96% no m&ecirc;s passado, ante 1,14% em mar&ccedil;o. "Mesmo desacelerando de um m&ecirc;s para o outro, os alimentos se mantiveram em n&iacute;vel bastante forte e foram respons&aacute;veis por quase a metade do &iacute;ndice da infla&ccedil;&atilde;o do m&ecirc;s (0,24 ponto porcentual)", disse a coordenadora de &iacute;ndices de pre&ccedil;os do IBGE, Eulina Nunes dos Santos. <br />&nbsp;<br />Cesta b&aacute;sica &ndash; A desonera&ccedil;&atilde;o da cesta b&aacute;sica promovida pelo governo federal em mar&ccedil;o teve efeito sobre a infla&ccedil;&atilde;o de abril, segundo a coordenadora. "Teve impacto, mas a gente n&atilde;o tem como contabilizar quanto. A vari&aacute;vel de pre&ccedil;o de um item n&atilde;o depende s&oacute; do imposto. Outros fatores t&ecirc;m influ&ecirc;ncia, como a demanda e a quest&atilde;o da safra", afirmou.<br />&nbsp;<br />Entre os destaques de quedas de itens inclu&iacute;dos na lista de desonera&ccedil;&otilde;es est&atilde;o o a&ccedil;&uacute;car refinado (menos 4,50%), o a&ccedil;&uacute;car cristal (queda de 3,41%), o &oacute;leo de soja (menos 2,87%) e o frango inteiro (queda de 1,92%). <br />&nbsp;<br />Os produtos in natura, que puxaram a infla&ccedil;&atilde;o em meses anteriores, continuam em alta, embora j&aacute; n&atilde;o influenciem tanto o &iacute;ndice. O pre&ccedil;o do tomate subiu 7,39%, ante varia&ccedil;&atilde;o de 6,14%. Em 12 meses, o tomate registra alta de 149,69%. <br />&nbsp;<br />"Alimenta&ccedil;&atilde;o continua com press&atilde;o muito forte. A demora da queda dos pre&ccedil;os no atacado de chegar ao varejo sustenta que h&aacute; press&otilde;es de demanda contribuindo para manter os pre&ccedil;os acima do que deveriam", avalia o economista da Tend&ecirc;ncias S&iacute;lvio Campos Neto. A expectativa dos analistas &eacute; que esse setor continue a mostrar pre&ccedil;os menores no varejo em maio, como reflexo da defla&ccedil;&atilde;o j&aacute; vista no atacado.<br />&nbsp;<br />Embora o &iacute;ndice de dispers&atilde;o do IPCA tenha desacelerado de 69% em mar&ccedil;o para 66% em abril, ainda &eacute; considerado um n&iacute;vel elevado e insuficiente para garantir al&iacute;vio ao governo em seus esfor&ccedil;os para controlar os pre&ccedil;os. A infla&ccedil;&atilde;o elevada tem tirado o sono do governo porque ocorre num momento de fraca recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, mas que obrigou o Banco Central a iniciar ciclo de aperto monet&aacute;rio. <br />&nbsp;<br /><strong>IGP-DI registra defla&ccedil;&atilde;o</strong><br />&nbsp;<br />O &Iacute;ndice Geral de Pre&ccedil;os-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou defla&ccedil;&atilde;o de 0,06% em abril, ap&oacute;s alta de 0,31% em mar&ccedil;o, em meio &agrave; queda dos pre&ccedil;os no atacado e &agrave; desacelera&ccedil;&atilde;o no varejo, informou a Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o &iacute;ndice acumula em 12 meses alta de 6,83%, ante 7,97% nos 12 meses at&eacute; mar&ccedil;o. Em meio a preocupa&ccedil;&otilde;es com a infla&ccedil;&atilde;o, mas mantendo o tom de cautela, o Banco Central elevou a Selic em abril em 0,25 ponto porcentual, para 7,5%.<br />&nbsp;<br />Os n&uacute;meros captados pela no IGP-DI de abril mostram tend&ecirc;ncia de desacelera&ccedil;&atilde;o para o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;o ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). O efeito deve ser sentido j&aacute; no IPCA de maio, segundo o economista do Ibre/FGV Andr&eacute; Braz. "Estamos migrando para um per&iacute;odo de infla&ccedil;&atilde;o mais baixa e menos espalhada", disse. <br />&nbsp;<br />Atacado &ndash; O IGP-DI capta pre&ccedil;os no atacado que ainda v&atilde;o chegar ao consumidor. A principal contribui&ccedil;&atilde;o para a queda dever&aacute; vir de Alimentos.<br />&nbsp;<br />Em abril, o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Produtor Amplo (IPA-DI) registrou defla&ccedil;&atilde;o de 0,39%, ap&oacute;s apresentar alta em mar&ccedil;o de 0,12%. O &iacute;ndice calcula as varia&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os de bens agropecu&aacute;rios e industriais nas transa&ccedil;&otilde;es em n&iacute;vel de produtor e responde por 60% do IGP-DI. Entre a origem dos produtos, os agropecu&aacute;rios registraram queda de 2,69%, ante recuo de 0,72% em mar&ccedil;o.<br />&nbsp;<br />J&aacute; os industriais tiveram avan&ccedil;o de 0,51%, ante alta de 0,46% no m&ecirc;s anterior.<br />&nbsp;<br />Varejo &ndash; Por sua vez, o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor (IPC-DI), registrou alta de 0,52%, desacelerando ante o avan&ccedil;o de 0,72% em mar&ccedil;o. O &iacute;ndice mede a evolu&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os &agrave;s fam&iacute;lias com renda entre um e 30 sal&aacute;rios m&iacute;nimos mensais e corresponde a 30% do IGP-DI.<br />&nbsp;<br />Cinco das oito classes de despesa componentes do &iacute;ndice apresentaram decr&eacute;scimo em suas taxas de varia&ccedil;&atilde;o. <br />&nbsp;<br />Alimenta&ccedil;&atilde;o &ndash; A principal contribui&ccedil;&atilde;o para este movimento foi do grupo Alimenta&ccedil;&atilde;o, com alta de 0,95% em abril ap&oacute;s avan&ccedil;o de 1,31% no m&ecirc;s anterior.<br />&nbsp;<br />J&aacute; o &Iacute;ndice Nacional de Custo da Constru&ccedil;&atilde;o (INCC-DI) avan&ccedil;ou 0,74% em abril, ap&oacute;s alta de 0,50% em mar&ccedil;o. Esse&nbsp; &iacute;ndice da constru&ccedil;&atilde;o representa 10% do IGP-DI.<br />&nbsp;<br />O item Materiais, Equipamentos e Servi&ccedil;os registrou varia&ccedil;&atilde;o de 0,50%, ante 0,48% em mar&ccedil;o. O &iacute;ndice que representa o custo da M&atilde;o de Obra variou 0,95%, acima do 0,52% de mar&ccedil;o.<br />&nbsp;<br />O IGP-DI &eacute; um &iacute;ndice usado como refer&ecirc;ncia para corre&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os e valores contratuais, sendo o indexador das d&iacute;vidas dos estados com a Uni&atilde;o. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - SP</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[IndÃºstria retira remÃ©dio do mercado]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36438</link>
<pubDate>Wed, 08 May 2013 09:06:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Merck &amp; Co suspendeu a comercializa&ccedil;&atilde;o e est&aacute; recolhendo no mercado mundial o medicamento Cordaptive (&aacute;cido nicot&iacute;nico/laropipranto), indicado para controlar os n&iacute;veis de colesterol. Os pacientes que fazem uso do Cordaptive devem procurar seu m&eacute;dico e entrar em contato pelo 0800 012 22 32 para receber orienta&ccedil;&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio Catarinense</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[A corrida para criar o analgÃ©sico seguro jÃ¡ comeÃ§ou]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36410</link>
<pubDate>Tue, 07 May 2013 11:33:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Na esteira de importante decis&atilde;o da Food and Drug Administration (FDA, a ag&ecirc;ncia que regula alimentos e rem&eacute;dios nos EUA) mais de dez farmac&ecirc;uticas - da gigante Pfizer a novatas - est&atilde;o competindo para conceber analg&eacute;sicos que dificultam o uso abusivo.<br /><br />A FDA atuou no m&ecirc;s passado para impedir a fabrica&ccedil;&atilde;o e a venda de vers&otilde;es gen&eacute;ricas do OxyContin original, cuja patente j&aacute; venceu, mas que &eacute; mais f&aacute;cil de se abusar do que a vers&atilde;o atual. Essa nova vers&atilde;o do OxyContin, lan&ccedil;ada em 2010 pelo laborat&oacute;rio Purdue Pharma LP, cont&eacute;m uma infus&atilde;o de pol&iacute;meros que torna dif&iacute;cil esmagar a p&iacute;lula, impedindo os viciados de obterem de uma vez - atrav&eacute;s da inala&ccedil;&atilde;o - os ingredientes de efeito prolongado que precisam para se doparem.<br /><br />Nesta semana, a FDA tem de avaliar o n&iacute;vel de seguran&ccedil;a de outro analg&eacute;sico com prote&ccedil;&atilde;o adicional, o Opana ER, da Endo Pharmaceuticals Inc. Se a FDA concluir que o Opana ER reduz o abuso, a ag&ecirc;ncia pode proteger o rem&eacute;dio da concorr&ecirc;ncia, pois gen&eacute;ricos n&atilde;o t&ecirc;m tais dispositivos de seguran&ccedil;a.<br /><br />A decis&atilde;o seria um claro aviso &agrave;s farmac&ecirc;uticas de que os analg&eacute;sicos sem prote&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o provavelmente removidos do mercado - e que h&aacute; bilh&otilde;es de d&oacute;lares em receitas potenciais com a venda de analg&eacute;sicos &agrave; prova de abuso.<br /><br />Como resultado, empresas com a Pfizer, Johnson &amp; Johnson e Endo est&atilde;o tentando desbravar um mercado possivelmente lucrativo. A Pfizer quer lan&ccedil;ar o Remoxy, um concorrente direto do OxyContin com prote&ccedil;&otilde;es contra o abuso, e uma rem&eacute;dio &agrave; base de morfina chamado Embeda.<br /><br />A Johnson &amp; Johnson est&aacute; conduzindo testes para demonstrar a seguran&ccedil;a do seu opioide para dor moderada e aguda. E a Purdue Pharma pretende adaptar sua tecnologia de prote&ccedil;&atilde;o contra abuso a um produto feito com hidrocode&iacute;na - uma classe de rem&eacute;dios atualmente dominada por gen&eacute;ricos que n&atilde;o contam com f&oacute;rmulas &agrave; prova de abusos.<br /><br />"Com o tempo, dever&aacute; ocorrer uma corrida cient&iacute;fica em todo o setor para criar um mercado onde todos os opioides ter&atilde;o propriedades para evitar abusos," disse Gary L. Stiles, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Purdue Pharma, que &eacute; de capital fechado.<br /><br />Essa corrida poderia impulsionar um j&aacute; lucrativo mercado e aumentar os pre&ccedil;os dos analg&eacute;sicos. Um relat&oacute;rio recente da Cowen &amp; Co. prev&ecirc; um aumento de mais 15% no valor das vendas dos analg&eacute;sicos sob receita at&eacute; 2017, para US$ 8,4 bilh&otilde;es, gra&ccedil;as em parte &agrave; determina&ccedil;&atilde;o da FDA. A corrida poderia tamb&eacute;m mudar o ranking de participa&ccedil;&otilde;es no aquecido mercado de analg&eacute;sicos, avaliado em US$ 7,3 bilh&otilde;es, &agrave; medida que empresas como a Pfizer entrarem com tudo nesse segmento de opioides pela primeira vez.<br /><br />A FDA n&atilde;o est&aacute; exigindo diretamente que todos os analg&eacute;sicos tenham prote&ccedil;&otilde;es. Mas se uma prote&ccedil;&atilde;o eficaz vier a ser desenvolvida, a FDA afirmou que tem o poder de remover do mercado os produtos que n&atilde;o tiverem tal salvaguarda.<br /><br />As farmac&ecirc;uticas est&atilde;o correndo para realizar estudos e pesquisas exigidos pela FDA para provar que suas drogas impedem o abuso. Obter essa distin&ccedil;&atilde;o da FDA, como a Purdue Pharma conseguiu com o OxyContin, permite aos representantes de vendas das empresas promover essas propriedades para os m&eacute;dicos. "&Eacute; assim que veremos a batalha se desenrolar", disse Mike Royal, diretor para assuntos cl&iacute;nicos da AcelRx Pharmaceuticals, que est&aacute; desenvolvendo medicamentos para dor aguda.<br /><br />A Pfizer poderia abocanhar uma fatia maior do mercado de analg&eacute;sicos, amparada pela sua linha de novos produtos e capacidade de comercializar com sucesso novos rem&eacute;dios, dizem analistas. A Endo lidera o mercado de analg&eacute;sicos para controlar a dor com uma participa&ccedil;&atilde;o de 30%, seguida pela Purdue Pharma, com 28%, segundo um relat&oacute;rio recente da Cowen &amp; Co. J&aacute; a Pfizer apareceu s&oacute; com 5%.<br /><br />A Pfizer vem se preparando. Sua aquisi&ccedil;&atilde;o, por US$ 3,6 bilh&otilde;es, da King Pharmaceuticals em 2011 a colocou no mercado de opioides. Al&eacute;m do Remoxy e do Embeda, a Pfizer tem os direitos sobre pelo menos cinco outros analg&eacute;sicos.<br /><br />O Remoxy &eacute; protegido contra abuso por um tipo de sacarose usada em refrigerantes e bebidas energ&eacute;ticas. Ela impede o rem&eacute;dio de se partir com a aplica&ccedil;&atilde;o de calor ou de ser misturado com &aacute;lcool, disse James E. Brown, diretor-presidente da Durect Corp., que desenvolveu o Remoxy com a Pain Therapeutics Inc. antes de vend&ecirc;-lo para a King.<br /><br />A FDA n&atilde;o aprovou o Remoxy em 2011, mas a Pfizer se reuniu com a ag&ecirc;ncia em mar&ccedil;o e est&aacute; discutindo os "pr&oacute;ximos passos" para resolver os problemas levantados, disse John Young, presidente da Pfizer para a &aacute;rea de sa&uacute;de b&aacute;sica, numa confer&ecirc;ncia de resultados com analistas, semana passada. "Acreditamos que poderemos seguir em frente", disse, acrescentando que o Embeda pode ser lan&ccedil;ado no primeiro semestre de 2014.<br /><br />A FDA deve decidir na sexta-feira se o Opana, da Endo, que vira uma subst&acirc;ncia gelatinosa quando dependentes aquecem o rem&eacute;dio para uso intravenoso, pode ser oferecido a m&eacute;dicos como tendo prote&ccedil;&atilde;o contra abusos.<br /><br />A Johnson &amp; Johnson tamb&eacute;m est&aacute; realizando estudos para mostrar as propriedades defensivas contra abuso do Nucynta ER e planeja apresent&aacute;-las &agrave; FDA no fim do ano, disse Gary Vorsanger, diretor de desenvolvimento cl&iacute;nico da Janssen Pharmaceuticals, unidade farmac&ecirc;utica da empresa.<br /><br />A Purdue Pharma, por sua vez, afirma que est&aacute; estudando maneiras de usar a tecnologia do OxyContin em outras drogas, como outras formula&ccedil;&otilde;es do oxicode&iacute;na, morfina e hidrocode&iacute;na.<br /><br />J&aacute; firmas menores de biotecnologia est&atilde;o criando as pr&oacute;prias prote&ccedil;&otilde;es. A Egalet, da Pensilv&acirc;nia, recorreu a uma t&eacute;cnica de inje&ccedil;&atilde;o de pl&aacute;stico usada para fazer brinquedos de montar ou tampas de garrafas. As p&iacute;lulas s&atilde;o t&atilde;o duras que, quando colocadas num moedor de caf&eacute; - um meio comum usado por viciados para partir p&iacute;lulas - as l&acirc;minas quebram. "&Eacute; uma p&iacute;lula muito robusta", disse Bob Radie, diretor-presidente.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Depois de vender Boots Ã  Walgreens, Pessina vai Ã  China]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36405</link>
<pubDate>Tue, 07 May 2013 11:27:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Menos de um ano depois de ter negociado o acordo de sua vida - vender toda a inglesa Alliance Boots, de capital fechado, para a americana Walgreens por cerca de 10 bilh&otilde;es de libras esterlinas - Stefano Pessina est&aacute; em busca de sua pr&oacute;xima grande transa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O presidente-executivo do conselho da Alliance Boots, de 71 anos, tem interesse em fazer aquisi&ccedil;&otilde;es ou formar alian&ccedil;as para completar seu plano de transformar a Alliance Boots, cujo capital foi fechado por Pessina e Kohlberg Kravis Roberts (KKR) em 2007, em uma varejista e atacadista farmac&ecirc;utica verdadeiramente global.<br /><br />"N&atilde;o podemos criar uma empresa global sem estar na Europa, nos EUA e na &Aacute;sia, em particular, na China", diz ele. "Estamos, agora, definitivamente bem estabelecidos na Europa, bem estabelecidos nos EUA, embora a maior parte do trabalho ainda tenha de ser feita [...] mas no meio tempo, temos de preparar a base para nossas futuras expans&otilde;es."<br /><br />Tendo em vista as vendas de 23 bilh&otilde;es de libras da Alliance Boots, Pessina est&aacute; interessado apenas em grandes mercados e, para ele, a China - terceiro maior mercado farmac&ecirc;utico do mundo - &eacute; o mais importante. Um acordo na China n&atilde;o seria a &uacute;ltima pe&ccedil;a do quebra-cabe&ccedil;a - mas seria "a pr&oacute;xima grande pe&ccedil;a".<br /><br />Em setembro, semanas depois de Pessina e a KKR terem conclu&iacute;do a venda de participa&ccedil;&atilde;o de 45% na Alliance Boots para a Walgreens, Pessina anunciou acordo para comprar 12% na Nanjing Pharmaceutical, quinta maior atacadista farmac&ecirc;utica da China, em vendas. A Alliance Boots &eacute; dona de 50% da Guangzhou Pharmaceuticals, sexta maior atacadista farmac&ecirc;utica da China, e est&aacute; presente no pa&iacute;s h&aacute; dez anos.<br /><br />Pessina prev&ecirc; mais consolida&ccedil;&otilde;es no setor. "Temos consci&ecirc;ncia de que vai levar anos e anos. Podemos trabalhar para o presente, mas tamb&eacute;m podemos trabalhar para o amanh&atilde;. [No caso da] China, &eacute; trabalhar para o amanh&atilde;."<br /><br />Trabalhar para o hoje &eacute; aproveitar ao m&aacute;ximo a alian&ccedil;a transatl&acirc;ntica com a Walgreens.<br /><br />Na primeira fase do acordo, a Walgreens adquiriu participa&ccedil;&atilde;o de 45% na Alliance Boots por cerca de US$ 6,5 bilh&otilde;es, em dinheiro e a&ccedil;&otilde;es. Tem a op&ccedil;&atilde;o de comprar os 55% restantes em dois anos, por aproximadamente US$ 9,5 bilh&otilde;es.<br /><br />As empresas j&aacute; realizam compras conjuntas em &aacute;reas em que se beneficiam da escala maior, como drogas gen&eacute;ricas e mercadorias que n&atilde;o s&atilde;o para revenda. Tamb&eacute;m se preparam para lan&ccedil;ar produtos da Alliance Boots nos 8 mil pontos de venda da Walgreens, fazendo testes em algumas das principais lojas.<br /><br />"Dissemos que neste ano vamos gerar sinergias entre US$ 100 milh&otilde;es e US$ 150 milh&otilde;es e vamos faz&ecirc;-lo. Dissemos que em quatro anos vamos gerar pelo menos US$ 1 bilh&atilde;o em sinergias. Vamos faz&ecirc;-lo. Vamos superar isso, como de costume", diz.<br /><br />As vantagens econ&ocirc;micas foram refor&ccedil;adas por um segundo acordo nos Estados Unidos, em mar&ccedil;o, em que a Walgreens e a Alliance Boots ganharam uma participa&ccedil;&atilde;o potencial de at&eacute; 23% na atacadista farmac&ecirc;utica AmerisourceBergen. A Walgreens tamb&eacute;m estendeu seu acordo de compra de rem&eacute;dios da Amerisource, com um contrato de distribui&ccedil;&atilde;o de dez anos.<br /><br />Pessina diz que o acordo com a Amerisource leva aos EUA, maior mercado farmac&ecirc;utico do mundo, o modelo pioneiro lan&ccedil;ado no Reino Unido - combinar atacado e varejo - e pode acelerar sua ado&ccedil;&atilde;o na China.<br /><br />O executivo saiu-se bem, pessoalmente, com a venda parcial &agrave; Walgreens. Ele n&atilde;o recebeu dinheiro com a venda da participa&ccedil;&atilde;o. Em vez disso, ficou com participa&ccedil;&atilde;o em torno de 8% na Walgreens, que valia cerca de 1,45 bilh&atilde;o de libras quando o acordo foi acertado. A alta das a&ccedil;&otilde;es da Walgreens elevou o valor para 2,3 bilh&otilde;es de libras.<br /><br />Se a segunda fase seguir adiante, a participa&ccedil;&atilde;o poderia chegar a at&eacute; 20%, no valor de 6 bilh&otilde;es de libras, dependendo se a KKR optar por receber dinheiro ou a&ccedil;&otilde;es. Ele havia investido 1,2 bilh&atilde;o de libras na compra da Alliance Boots.<br /><br />"N&atilde;o fiz um mau neg&oacute;cio", reconhece Pessina, acrescentando que tamb&eacute;m pretende receber em a&ccedil;&otilde;es na segunda fase. le est&aacute; confiante em ver a segunda fase concretizada.<br /><br />Enquanto isso, a Alliance Boots precisa lidar com condi&ccedil;&otilde;es complicadas em muitos mercados que ainda se recuperam, cinco anos depois da crise mundial. "Na Europa, h&aacute; muitos pa&iacute;ses em que as pessoas passam seu tempo apenas reclamando. Em vez de pensar no futuro, ficam reclamando do passado. Eles t&ecirc;m todo o direito de reclamar do passado, mas n&atilde;o &eacute; muito produtivo", diz o executivo.<br /><br />O comando da empresa teve a aten&ccedil;&atilde;o desviada pelos acordos, mas a Alliance Boots pretende mostrar outro ano de crescimento superior a 10% nos lucros.<br /><br />A d&iacute;vida l&iacute;quida, em 7 bilh&otilde;es de libras em mar&ccedil;o de 2012, vai cair bem mais do que a redu&ccedil;&atilde;o anual de 500 milh&otilde;es de libras antecipada na &eacute;poca do acordo com a Walgreens.<br /><br />A Alliance Boots tamb&eacute;m estendeu, de dois a tr&ecirc;s anos, o vencimento de d&iacute;vidas de mais de 5 bilh&otilde;es de libras, com datas a partir de 2016.<br /><br />Novamente, Pessina e o KKR n&atilde;o receberam dividendos da empresa.<br /><br />Apesar de a Alliance Boots ser absorvida na segunda fase da transa&ccedil;&atilde;o com a Walgreens, Pessina, como maior acionista, ter&aacute; influ&ecirc;ncia consider&aacute;vel no grupo americano, com valor de mercado de 30 bilh&otilde;es de libras.<br /><br />"A influ&ecirc;ncia n&atilde;o se deve &agrave;s a&ccedil;&otilde;es. A influ&ecirc;ncia se deve &agrave; experi&ecirc;ncia e ao valor que se pode oferecer [...] pelo menos, por enquanto, ainda vou poder pensar e ajudar e aconselh&aacute;-los. Mas, voc&ecirc; sabe, o dia em que eu sentir que n&atilde;o posso ser mais &uacute;til, me aposento. N&atilde;o vou ficar apenas porque tenho a&ccedil;&otilde;es", diz.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[IndÃºstria farmacÃªutica nÃ£o terÃ¡ de informar margem de lucro]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36394</link>
<pubDate>Tue, 07 May 2013 10:57:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O setor farmac&ecirc;utico foi mais um que conseguiu suspender a medida que obriga as empresas a informarem, em suas notas fiscais, o valor das opera&ccedil;&otilde;es de importa&ccedil;&atilde;o discriminando suas margens de lucro.<br /><br />Na semana passada, a ind&uacute;stria de cosm&eacute;ticos tamb&eacute;m foi beneficiada por uma liminar da Justi&ccedil;a.<br /><br />O Sindusfarma (sindicato do setor farmac&ecirc;utico), que entrou com a a&ccedil;&atilde;o, argumenta que a norma &eacute; ilegal por "instituir obriga&ccedil;&atilde;o por instrumento impr&oacute;prio, bem como a exist&ecirc;ncia de risco &agrave; ordem econ&ocirc;mica, &agrave; livre concorr&ecirc;ncia e ao direito ao sigilo dos dados".<br /><br />As informa&ccedil;&otilde;es sobre custos e margens na nota fiscal passaram a ser obrigadas na quinta-feira passada.<br /><br />A norma faz parte da resolu&ccedil;&atilde;o aprovada no Senado para acabar com a guerra dos portos --quando Estados concedem benef&iacute;cios tribut&aacute;rios para que empresas importem por meio de seus portos.<br /><br />A exig&ecirc;ncia dos dados foi a forma como o governo encontrou para identificar a proced&ecirc;ncia das mercadorias.<br /><strong><br />N&Uacute;MEROS</strong><br /><br />4%<br />&eacute; a al&iacute;quota unificada de ICMS para produtos importados --porcentagem determinada pelo Senado para acabar com a guerra dos portos<br /><br />40%<br />do conte&uacute;do do produto deve ser de outro pa&iacute;s para que ele seja considerado importado <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[InterrupÃ§Ã£o de fabricaÃ§Ã£o de remÃ©dios tem que ser comunicada 6 meses antes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36248</link>
<pubDate>Fri, 03 May 2013 09:51:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) vai baixar normas para minimizar danos causados por laborat&oacute;rios que interrompem a fabrica&ccedil;&atilde;o e o fornecimento de medicamentos. A regulamenta&ccedil;&atilde;o atual determina que a ind&uacute;stria informe &agrave; Anvisa, com, no m&iacute;nimo, seis meses de anteced&ecirc;ncia, a inten&ccedil;&atilde;o de interromper a produ&ccedil;&atilde;o de alguma droga ou produto. Tamb&eacute;m deve apresentar garantia de fornecimento do rem&eacute;dio nesse per&iacute;odo. A autarquia n&atilde;o tem poderes para interferir na decis&atilde;o empresarial.<br /><br />Uma das alternativas &eacute; facilitar a importa&ccedil;&atilde;o do medicamento descontinuado, isentando-o de registro na ag&ecirc;ncia at&eacute; que um fornecedor seja credenciado. O processo para normalizar a situa&ccedil;&atilde;o, no entanto, nem sempre &eacute; r&aacute;pido.<br /><br />Presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), Carmino Ant&ocirc;nio de Souza destaca a necessidade de uma interven&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida do governo nessa quest&atilde;o. &ldquo;Sen&atilde;o, vamos ter doente morrendo por falta de rem&eacute;dio. Tem de ficar claro quais s&atilde;o as raz&otilde;es que levaram o laborat&oacute;rio a parar de fornecer. Se foi dinheiro, se foi o produtor mundial que parou.&rdquo; <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio de Pernambuco</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Pfizer deve assumir 100% da Teuto]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36135</link>
<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 10:51:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Dois anos e meio ap&oacute;s comprar 40% do laborat&oacute;rio goiano Teuto, especializado em gen&eacute;ricos, a americana Pfizer pode exercer o direito de aquisi&ccedil;&atilde;o dos 60% restantes. Ela tamb&eacute;m se prepara para come&ccedil;ar a exportar medicamentos com a marca Teuto para pa&iacute;ses latino-americanos. A companhia j&aacute; tinha pequena opera&ccedil;&atilde;o com gen&eacute;ricos nos EUA, mas a sociedade com a Teuto marcou a entrada definitiva do grupo no segmento.<br /><br />No acordo feito entre as duas empresas est&aacute; previsto que a Pfizer poderia exercer a compra de 60% entre o fim de 2013 e in&iacute;cio de 2014, por um m&uacute;ltiplo de 14,5 vezes o Ebtida. O Valor apurou que isso equivale ao desembolso de R$ 1,3 bilh&atilde;o a R$ 1,7 bilh&atilde;o.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Bayer compra empresa por US$ 1,1 bilhÃ£o]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36124</link>
<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 10:34:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A alem&atilde; Bayer anunciou, ontem, a compra da fabricante norte-americana de dispositivos contraceptivos Conceptus por US$ 1,1 bilh&atilde;o, com o objetivo de refor&ccedil;ar sua posi&ccedil;&atilde;o como maior empresa de sa&uacute;de feminina do mundo, uma vez que j&aacute; adquiriu em 2006 toda a base da alem&atilde; Schering, especializada em p&iacute;lulas.<br /><br />A companhia lan&ccedil;ar&aacute; uma oferta p&uacute;blica para adquirir todas as a&ccedil;&otilde;es da Conceptus, em dinheiro, por US$ 31 d&oacute;lares cada, em uma opera&ccedil;&atilde;o acordada com a administra&ccedil;&atilde;o da norte-americana.<br /><br />O valor equivale a um pr&ecirc;mio de 19,7% sobre o pre&ccedil;o de fechamento da a&ccedil;&atilde;o da Conceptus, na sexta-feira, e a um m&uacute;ltiplo de, aproximadamente, 30 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, deprecia&ccedil;&atilde;o e amortiza&ccedil;&atilde;o) que a companhia norte-americana estima para este ano.<br /><br />A &aacute;rea de sa&uacute;de feminina da Bayer teve vendas de 3,15 bilh&otilde;es de euros (US$ 4,1 bilh&otilde;es) no ano passado, devido a produtos como a p&iacute;lula anticoncepcional Yasmin e o dispositivo intrauterino Mirena.<br /><br />"Nossa experi&ecirc;ncia no campo da ginecologia aliado a nossos conhecimentos em vendas e distribui&ccedil;&atilde;o ajudar&atilde;o a desenvolver mais os neg&oacute;cios da Conceptus", disse o chefe da unidade HealthCare Pharmaceuticals da Bayer, Andreas Fibig.<br /><br />A Conceptus, que produz dispositivos intrauterinos, teve Ebitda ajustado de US$ 28,2 milh&otilde;es em 2012. A empresa prev&ecirc; para 2013 um Ebitda ajustado entre US$ 34 milh&otilde;es e US$ 37 milh&otilde;es sobre vendas entre US$ 155 milh&otilde;es e US$ 159 milh&otilde;es. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[RemÃ©dios de marca Ã© escolha de 47% dos fortalezenses]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36000</link>
<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 10:56:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Em Fortaleza, 77% dos consumidores escolhem uma farm&aacute;cia pelo pre&ccedil;o. Contudo, &agrave; medida que buscam economizar, pagam mais caro. Isso porque grande parte prefere medicamentos de marca, em detrimento dos gen&eacute;ricos. Os s&atilde;o da pesquisa &ldquo;DataFolha/ICTQ &ndash; Instituto de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o para Farmac&ecirc;uticos&rdquo;, que foi realizada em doze capitais brasileiras.<br /><br />Enquanto no Pa&iacute;s, apenas 25% optam por rem&eacute;dios de marca, na Capital, esse &iacute;ndice sobe para 47%.<br />&ldquo;Ainda existe uma indica&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica muito forte para esses medicamentos. O m&eacute;dico, por causa benef&iacute;cios que recebem dos laborat&oacute;rios, acabam induzindo os consumidores a gastar mais&rdquo;, ressalta o diretor executivo do Instituto, Marcus Vinicius Andrade. Para ele, n&atilde;o h&aacute; motivos para desconfian&ccedil;a. Pois, assim como todos os medicamentos, os gen&eacute;ricos passam por uma bateria de testes realizados pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) para poder comprovar sua efic&aacute;cia e tamb&eacute;m seguran&ccedil;a.<br /><strong><br />Bioequival&ecirc;ncia</strong><br /><br />Um teste importante citado por Marcus Vin&iacute;cius &eacute; o de bioequival&ecirc;ncia, que consiste na demonstra&ccedil;&atilde;o comprovada de que o rem&eacute;dio gen&eacute;rico e o seu respectivo medicamento de refer&ecirc;ncia (de marca) apresentam a mesma qualidade, efic&aacute;cia e seguran&ccedil;a no tratamento terap&ecirc;utico do paciente.<br /><br />Segundo informa o diretor executivo, os medicamentos gen&eacute;ricos tem um pre&ccedil;o menor porque neles n&atilde;o est&atilde;o embutidos os anos de custos com pesquisa e desenvolvimento do princ&iacute;pio ativo (subst&acirc;ncia respons&aacute;vel pela efic&aacute;cia e qualidade de um tratamento terap&ecirc;utico).<br /><br />&ldquo;Medicamentos de marca &eacute; aquele com princ&iacute;pio ativo inovador produzido por um laborat&oacute;rio, com exclusividade, at&eacute; a quebra de patente da formula&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica. Os gen&eacute;ricos contam como mesmo princ&iacute;pio ativo que os de marca e s&atilde;o produzidos a partir da quebra de patentes. Logo, apresentam os mesmos efeitos&rdquo;, esclarece.<br /><br /><strong>Descontos</strong><br /><br />Na opini&atilde;o do presidente do Sindicato do Com&eacute;rcio Varejista de Produtos Farmac&ecirc;uticos do Cear&aacute; (Sincofarma-CE), Ant&ocirc;nio F&eacute;lix, a procura pelos medicamentos de marca &eacute; maior porque os consumidores acreditam que s&atilde;o mais eficazes.<br /><br />O presidente refor&ccedil;a a pesquisa do ICTQ dizendo que, atualmente, as pessoas buscam pre&ccedil;os baixos. Com rela&ccedil;&atilde;o aos descontos oferecidos pelas farm&aacute;cias, diz que s&oacute; valem para os gen&eacute;ricos. &ldquo;Os laborat&oacute;rios j&aacute; nos repassam com descontos de at&eacute; 60% e, por isso, a gente vende mais barato. Para os medicamentos de refer&ecirc;ncia n&atilde;o h&aacute; abatimento&rdquo;, destaca.<br /><br /><strong>Outras prioridades</strong><br /><br />Depois do pre&ccedil;o, os crit&eacute;rios mais importantes citados pelos fortalezenses na hora de escolher a farm&aacute;cia s&atilde;o: a localiza&ccedil;&atilde;o do estabelecimento (72%) e o atendimento dos vendedores (44%). A pesquisa &ldquo;DataFolha/ICTQ&rdquo; foi feita em dezembro do ano passado. Ao todo, foram 1.611 entrevistados, sendo 110 em Fortaleza. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Nordeste</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Lafergs voltarÃ¡ a fabricar medicamentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35989</link>
<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 10:08:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Parceria prev&ecirc; produ&ccedil;&atilde;o de rem&eacute;dios contra mal&aacute;ria e leishmaniose, consideradas &ldquo;doen&ccedil;as negligenciadas&rdquo;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ap&oacute;s nove anos, o Laborat&oacute;rio Farmac&ecirc;utico do Estado (Lafergs) se prepara para voltar ao mercado de produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos. No in&iacute;cio deste m&ecirc;s, o laborat&oacute;rio e o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de assinaram uma Parceria para Desenvolvimento Produtivo (PDP) de tr&ecirc;s f&aacute;rmacos usados contra mal&aacute;ria e leishmaniose, as chamadas &ldquo;doen&ccedil;as negligenciadas&rdquo;, conforme classifica&ccedil;&atilde;o do governo federal. A expectativa &eacute; de que em menos de um ano esses produtos estejam sendo comercializados com a marca Lafergs.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Essas doen&ccedil;as s&atilde;o denominadas negligenciadas porque quase n&atilde;o h&aacute; fornecedores para estes fins. Com isso, a despesa anual da Uni&atilde;o com as duas enfermidades chega a R$ 14 milh&otilde;es. Mediante o contrato com o Lafergs, a parceria prev&ecirc; uma redu&ccedil;&atilde;o gradual deste valor em um per&iacute;odo de cinco anos&rdquo;, afirma Paulo Mayorga, diretor do laborat&oacute;rio ga&uacute;cho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele explica que a PDP visa ao desenvolvimento da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica nacional, pois, na medida em que o minist&eacute;rio garante a aquisi&ccedil;&atilde;o dos medicamentos por este prazo a um pre&ccedil;o predeterminado, a tecnologia importada pelo laborat&oacute;rio privado (no caso, o Laborat&oacute;rio Farmac&ecirc;utico Crist&aacute;lia) vai tendo sua produ&ccedil;&atilde;o transferida para o p&uacute;blico durante o mesmo per&iacute;odo. Ou seja, o laborat&oacute;rio privado desenvolve a s&iacute;ntese do princ&iacute;pio ativo (anfotericina B lipossomal e anfotericina B conjugada, ambas para o tratamento da leishmaniose, e cloroquina, contra a mal&aacute;ria) e, aos poucos, vai repassando a produ&ccedil;&atilde;o para o estatal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Mayorga, a estrutura das PDPs causa um impacto positivo na economia brasileira, uma vez que ela fortalece os laborat&oacute;rios oficiais do Pa&iacute;s e reduz a importa&ccedil;&atilde;o de bens e servi&ccedil;os. &ldquo;Al&eacute;m disso, os medicamentos s&atilde;o, desde o in&iacute;cio, disponibilizados com a marca Lafergs, assegurando um percentual das vendas para o laborat&oacute;rio&rdquo;, argumenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da retomada, h&aacute; uma longa caminhada a ser percorrida. O pr&oacute;ximo passo &eacute; a finaliza&ccedil;&atilde;o do projeto operacional para firmar um contrato com o Laborat&oacute;rio Farmac&ecirc;utico Crist&aacute;lia, bem como a produ&ccedil;&atilde;o de um lote-piloto dos produtos, que servir&aacute; de embasamento para a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) autorizar a comercializa&ccedil;&atilde;o dos artigos. A estimativa de Mayorga &eacute; de que dentro de um ano os rem&eacute;dios estejam &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Paralelamente, a PDP permite que o Lafergs v&aacute; recompondo os seus registros, ampliando a sua Condi&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica Operacional (CTO) frente &agrave; Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria para peticionar novos itens. Como o local ficou quase dez anos sem opera&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o foram encaminhadas as revalida&ccedil;&otilde;es dos registros, e os antigos foram perdidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2011, a administra&ccedil;&atilde;o de Mayorga obteve a primeira CTO aprovada pela Vigil&acirc;ncia. Segundo ele, aquela foi a conquista inicial rumo &agrave; reativa&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o. &ldquo;Atualmente, temos oito projetos de PDPs na &aacute;rea de material hospitalar aguardando avalia&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Queremos ser um complexo industrial da sa&uacute;de nesta &aacute;rea no Estado&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diretor informa que, a longo prazo, a ideia &eacute; fomentar uma discuss&atilde;o para reavaliar a pessoa jur&iacute;dica do laborat&oacute;rio ga&uacute;cho com o intuito de torn&aacute;-lo competitivo. &ldquo;&Eacute; preciso quebrar o ciclo e amarras de gest&atilde;o p&uacute;blica. Talvez uma solu&ccedil;&atilde;o vi&aacute;vel seja o Lafergs ser majoritariamente p&uacute;blico, mas com estrat&eacute;gias de qualifica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m na gest&atilde;o deste patrim&ocirc;nio estadual. &Eacute; um grande desafio, e acredito que o Estado encontrar&aacute; uma maneira de adequ&aacute;-lo at&eacute; fazer dele um centro de refer&ecirc;ncia no cen&aacute;rio nacional.&rdquo;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos pr&oacute;ximos meses, o Lafergs e a Casa Civil ir&atilde;o trabalhar em prol da regulamenta&ccedil;&atilde;o do uso de protetor solar na agricultura familiar. O laborat&oacute;rio ga&uacute;cho ficar&aacute; incumbido de fazer o creme em parceria com o governo do Estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />Ve&iacute;culo: Jornal do Com&eacute;rcio - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Rastreamento de remÃ©dio tenta barrar falsificaÃ§Ã£o]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35948</link>
<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 10:58:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de vem se defrontando com uma epidemia onde a amea&ccedil;a n&atilde;o est&aacute; em algum novo v&iacute;rus ou na falta de rem&eacute;dios, mas na quantidade de medicamentos falsificados despejados no mercado. Em 2011, a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) apreendeu 850 mil unidades de medicamentos falsos em todo o pa&iacute;s, um salto de 1.200% nesse tipo de crime em apenas tr&ecirc;s anos. Para enfrentar o problema, o governo lan&ccedil;ou h&aacute; tr&ecirc;s anos o programa Medicamento Verdadeiro. Os falsificadores parecem n&atilde;o ter se assustado. Num segundo esfor&ccedil;o, em 3 de abril, a Anvisa encaminhou para consulta p&uacute;blica uma nova proposta para combater a epidemia de rem&eacute;dios falsos, desta vez criando o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos.<br /><br />A institui&ccedil;&atilde;o prop&otilde;e rastrear o trajeto de medicamentos, o que poderia barrar as falsifica&ccedil;&otilde;es. O Sistema Nacional de Controle de Medicamentos ter&aacute; a fun&ccedil;&atilde;o de monitorar o rem&eacute;dio desde a produ&ccedil;&atilde;o at&eacute; sua prescri&ccedil;&atilde;o e chegada ao paciente. O projeto ficar&aacute; em consulta p&uacute;blica por 30 dias antes de se tornar norma nacional. Segundo a Anvisa, o prazo de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas regras &eacute; de 180 dias para a ind&uacute;stria e de um ano para o com&eacute;rcio varejista.<br /><br />Para controlar todo o sistema, a ag&ecirc;ncia vai adotar um c&oacute;digo de barras bidimensional, o Datamatrix. Intitulado como Identificador &Uacute;nico de Medicamento (IUM), funcionar&aacute; como uma esp&eacute;cie de "RG" de cada rem&eacute;dio, com 13 d&iacute;gitos, al&eacute;m do n&uacute;mero serial, a data de validade e o n&uacute;mero do lote. A responsabilidade de gerar estes dados seria da ind&uacute;stria.<br /><br />"As empresas detentoras de registro junto &agrave; Anvisa ser&atilde;o respons&aacute;veis por gerar e dispor em cada embalagem de medicamento o IUM, al&eacute;m do n&uacute;mero serial, data de validade e o n&uacute;mero do lote", explica Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa.<br /><br />A rede de falsificadores envolve fornecedores de insumos, laborat&oacute;rios muitas vezes ilegais, e distribuidores e varejistas que se espalham por todos os estados disfar&ccedil;ados em camel&ocirc;s, vendedores de beira de estradas e at&eacute; pequenas farm&aacute;cias.<br /><br />"H&aacute; dois tipos de falsifica&ccedil;&atilde;o: uma, por meio de importa&ccedil;&otilde;es ilegais, e outra que ocorre em pontos de vendas n&atilde;o registrados na Anvisa, ou farm&aacute;cias de pequeno porte em pontos distantes do pa&iacute;s", diz Nelson Augusto Mussolini, presidente executivo do Sindicato da Ind&uacute;stria de Produtos Farmac&ecirc;uticos do Estado de S&atilde;o Paulo (Sindusfarma). Mussolini diz que a ag&ecirc;ncia deveria ser mais atuante e n&atilde;o se limitar a campanhas como a do Medicamento Verdadeiro, realizada em 2010.<br /><br />"Essas campanhas precisam ser repetidas com regularidade e fazer parte do dia a dia do consumidor, para que tenha claro onde comprar seus medicamentos", diz Mussolini. Ele cita como exemplo o ponto de venda conhecido como Feira do Paraguai, em Bras&iacute;lia, onde &eacute; poss&iacute;vel adquirir medicamentos destinados &agrave; disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til, entre outros, que na grande maioria s&atilde;o falsificados. Drogas para essa finalidade est&atilde;o no topo da lista dos rem&eacute;dios mais falsificados.]<br /><br />"O Sistema Nacional de Controle de Medicamentos certamente n&atilde;o far&aacute; nenhum tipo de rastreamento em locais como esse." O que se sabe, a partir de registros policiais e de &oacute;rg&atilde;os ligados ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, &eacute; que as vendas de rem&eacute;dios falsificados ocorrem em todos os estados do pa&iacute;s e que t&ecirc;m como alvos feiras livres, lanchonetes em beiras de rodovias, lojas e at&eacute; farm&aacute;cias e drogarias credenciadas. Do total, cerca de 95% dos itens confiscados pela Anvisa foram rem&eacute;dios sem registro na ag&ecirc;ncia.<br /><br />Uma pesquisa internacional coordenada pela National Academy of Science, nos Estados Unidos, com participa&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Ci&ecirc;ncias Farmac&ecirc;uticas (FCF) da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP), relata que a falta de fiscaliza&ccedil;&atilde;o na circula&ccedil;&atilde;o de medicamentos e dos seus princ&iacute;pios ativos favorecem a falsifica&ccedil;&atilde;o, principalmente em pa&iacute;ses subdesenvolvidos. No Brasil, segundo o estudo, o principal problema &eacute; a defici&ecirc;ncia no controle de fronteiras.<br /><br />De acordo com estimativa da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), o Brasil, ao lado de pa&iacute;ses como &Iacute;ndia, R&uacute;ssia e Turquia, est&aacute; no grupo de na&ccedil;&otilde;es onde 25% dos rem&eacute;dios em circula&ccedil;&atilde;o s&atilde;o falsificados, contrabandeados ou n&atilde;o possuem registro de &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos reguladores. Ainda segundo a OMS, as vendas de medicamentos irregulares representaram 16% da comercializa&ccedil;&atilde;o global de medicamentos em 2010, o que acarretou preju&iacute;zo de US$ 75 bilh&otilde;es para a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica mundial.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" >35948</guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boehringer produz no paÃ­s insumo estratÃ©gico]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35900</link>
<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 11:10:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>&Eacute; em uma fazenda na cidade de Arapongas, no Paran&aacute;, que a farmac&ecirc;utica alem&atilde; Boehringer Ingelheim "cultiva" seu faturamento. A dubo&iacute;sia, uma planta ex&oacute;tica de origem australiana, &eacute; a base de produ&ccedil;&atilde;o de dois importantes medicamentos da companhia - o tradicional Buscopan, para dores e c&oacute;licas, e o Spiriva, para tratamento respirat&oacute;rio e o carro-chefe da companhia, que respondeu no ano passado por vendas globais de &euro; 3,562 bilh&otilde;es.<br /><br />"Cultivamos essa planta no Brasil e na Austr&aacute;lia. No Brasil, temos a maior fazenda do grupo", disse ao Valor Andreas Barner, principal executivo e presidente do conselho de administra&ccedil;&atilde;o do laborat&oacute;rio alem&atilde;o. Da dubo&iacute;sia, a companhia extrai das folhas o princ&iacute;pio ativo do Buscopan, o butilbrometo de escopolamina, e tamb&eacute;m um importante componente para a produ&ccedil;&atilde;o do Spiriva, rem&eacute;dio que trata a doen&ccedil;a pulmonar obstrutiva cr&ocirc;nica (DPOC). "Esse componente passa por uma mudan&ccedil;a gen&eacute;tica na Alemanha."<br /><br />Se em receita o Brasil ainda representa uma pequena parte do faturamento do grupo alem&atilde;o, o pa&iacute;s &eacute; a principal fonte dessa mat&eacute;ria-prima natural. Embora seja uma planta nativa da Austr&aacute;lia, a Dubo&iacute;sia &eacute; cultivada em larga escala pela fazenda Solana Agropecu&aacute;ria, controlada pelo laborat&oacute;rio. "Mantemos a produ&ccedil;&atilde;o em dois pa&iacute;ses para evitar riscos [clim&aacute;ticos, por exemplo] e garantia de abastecimento", disse o principal executivo do grupo. O cultivo dessa planta passa por rigoroso controle de qualidade.<br /><br />A farmac&ecirc;utica divulgou ontem faturamento l&iacute;quido global de &euro; 14,691 bilh&otilde;es em 2012, crescimento de 11,5% sobre o ano anterior. O lucro l&iacute;quido ficou em &euro; 1,237 bilh&atilde;o, queda de 16,2%. Com esse resultado, a empresa manteve-se como o maior laborat&oacute;rio alem&atilde;o e o 13&ordm; maior do mundo. Do total do faturamento do grupo, a &aacute;rea de sa&uacute;de animal respondeu por &euro; 1,062 bilh&atilde;o. No Brasil, a receita bruta do laborat&oacute;rio ficou em R$ 1,2 bilh&atilde;o em 2012, alta de 16,5% sobre 2011.<br /><br />Sem planos no curto prazo em termos de investimentos em gen&eacute;ricos, a companhia quer manter sua estrat&eacute;gia de crescimento respaldada em produtos inovadores. As &aacute;reas de oncologia ao lado da de diabetes ser&atilde;o os novos pilares do grupo. A companhia planeja lan&ccedil;ar este ano um medicamento voltado para c&acirc;ncer do pulm&atilde;o. O foco atual est&aacute; em doen&ccedil;as respirat&oacute;rias e cardiovasculares, sobretudo. O Spiriva, "blockbuster" (campe&atilde;o de venda) da farmac&ecirc;utica, registrou vendas de &euro; 3,562 bilh&otilde;es, quase um quarto da receita do grupo; seguido pelo Micardis (press&atilde;o alta), com &euro; 1,9 bilh&atilde;o; Pradaxa (anticoagulante oral), com &euro; 1,1 bilh&atilde;o; Combivent (broncodilatador), &euro; 883 milh&otilde;es; e Trayenta (diabetes tipo 2), com vendas de &euro; 189 milh&otilde;es.<br /><br />Com tradicionais medicamentos isentos de prescri&ccedil;&atilde;o, como o Anador, Buscopan, Mucosolvan, a companhia pretende manter investimentos nesse segmento, que representa vendas globais de &euro; 1,5 bilh&atilde;o. O grupo &eacute; um dos maiores do mundo nessa &aacute;rea.<br /><br />Seguindo a tend&ecirc;ncia global da maioria das ind&uacute;strias do setor, a Boehringer Ingelheim quer avan&ccedil;ar no segmento de biol&oacute;gicos e para isso tem realizado pesquisas para desenvolver medicamentos biossimilares (c&oacute;pias de biol&oacute;gicos). "Cerca de 25% de nosso investimento em P&amp;D &eacute; voltado para os biol&oacute;gicos", disse Barner.<br /><br />Com uma f&aacute;brica instalada em Itapecerica da Serra (Grande S&atilde;o Paulo), a companhia quer refor&ccedil;ar suas vendas no pa&iacute;s para o setor p&uacute;blico. No fim de 2011, a multinacional fechou um acordo de transfer&ecirc;ncia de tecnologia para o medicamento Sifrol, que trata do mal de Parkinson. Esse acordo come&ccedil;ou a ser colocado em pr&aacute;tica este ano. O Instituto de Tecnologia em F&aacute;rmacos (Farmanguinhos) da Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai iniciar a distribui&ccedil;&atilde;o do dicloridrato de pramipexol, por meio de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o governo. Cerca de 20 mil pessoas que sofrem com a doen&ccedil;a de Parkinson ser&atilde;o beneficiadas no pa&iacute;s e essa iniciativa vai gerar uma economia de R$ 90 milh&otilde;es aos cofres p&uacute;blicos durante os cinco anos do acordo de transfer&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica.<br /><br />A unidade brasileira produz importantes medicamentos, como o Buscopan, Anador, Dulcolax, Atensina, Micardis e Bisolvon. As exporta&ccedil;&otilde;es a partir do Brasil ainda s&atilde;o baixas, representando US$ 40 milh&otilde;es. A expectativa para este ano &eacute; aumentar os embarques em cerca de 30%.<br /><br />De acordo com Allan Hillgrove, membro do conselho de administra&ccedil;&atilde;o da m&uacute;lti alem&atilde; e da &aacute;rea de marketing da farmac&ecirc;utica, outras parcerias nesse sentido poder&atilde;o ser anunciadas no futuro. O Sifrol &eacute; o terceiro medicamento mais vendido pela farmac&ecirc;utica no pa&iacute;s, atr&aacute;s do Spiriva e Micardis.<br /><br />No ano passado, a Boehringer Ingelheim anunciou fechamento de unidades qu&iacute;micas nos EUA por excesso de capacidade. Barner afirmou que, apesar da medida, a companhia tem planos de expans&atilde;o para os neg&oacute;cios no Brasil e em pa&iacute;ses emergentes. "Planejamos crescimento org&acirc;nico, sustentado por lan&ccedil;amentos de produtos inovadores. Crescemos acima da m&eacute;dia do setor farmac&ecirc;utico global nos &uacute;ltimos anos."<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Na farmÃ¡cia tem aspirina, macarrÃ£o, celular e TV]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35839</link>
<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 10:17:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Antes de chegar ao trabalho em uma cl&iacute;nica na Ilha do Leite, no centro do Recife, o recepcionista Vin&iacute;cius Lopes tem por h&aacute;bito comprar o lanche da tarde. A op&ccedil;&atilde;o da sexta-feira foi um pacote de biscoitos recheados de chocolate e uma lata de refrigerante, mas poderia ter sido rocambole, p&atilde;o de mel, torradas, doce de amendoim e at&eacute; macarr&atilde;o instant&acirc;neo. Concentrado e usando fones de ouvido, Vin&iacute;cius levou alguns minutos para se decidir diante das muitas possibilidades expostas em uma g&ocirc;ndola estrategicamente posicionada ao lado do caixa da F arm&aacute;cia Independente, rede pernambucana com dez filiais.<br /><br />T&iacute;mido, o rapaz disse que pagaria mais caro pelos biscoitos do que em um supermercado, mas alegou a maior conveni&ecirc;ncia da farm&aacute;cia, pr&oacute;xima ao seu local de trabalho. Na capital pernambucana, quase toda farm&aacute;cia funciona tamb&eacute;m como loja de conveni&ecirc;ncia, onde se pode encontrar uma infinidade de produtos teoricamente estranhos ao ambiente dos frascos e comprimidos. A clientela, diferente de &oacute;rg&atilde;os federais como Anvisa e Procuradoria-Geral da Rep&uacute;blica, parece n&atilde;o ver problemas. Nas tr&ecirc;s farm&aacute;cias visitadas pelo Valor, os gerentes informaram que as vendas de n&atilde;o medicamentos s&atilde;o cerca de 30% do faturamento.<br /><br />Em frente &agrave; Farm&aacute;cia Independente fica a Big Ben, rede paraense controlada pela Brasil Pharma, cujas filiais se multiplicam rapidamente pelo Recife. A loja visitada pelo Valor tem uma g&ocirc;ndola exclusivamente dedicada a chocolates, biscoitos e outras gulodices. Ao lado do caixa, uma geladeira de sorvetes Kibon, da Unilever, e outra com grande variedade de bebidas, entre sucos, energ&eacute;ticos e achocolatados. N&atilde;o h&aacute; bebidas alc&oacute;olicas. Em outras unidades da Big Ben na cidade os clientes podem encontrar, ao lado das aspirinas, smartphones.<br /><br />Esse tipo de mix n&atilde;o &eacute; exclusividade do Recife. No Par&aacute;, a rede Big Ben, chegou a ser a maior vendedora de CDs do Estado. Produtos como TVs, computadores e celulares est&atilde;o entre os mais vendidos.<br /><br />As se&ccedil;&otilde;es dedicadas aos alimentos ficam, geralmente, pr&oacute;ximas aos caixas, a fim de atrair a aten&ccedil;&atilde;o de quem est&aacute; em busca de rem&eacute;dios. Na Farm&aacute;cia Independente, al&eacute;m da variedade de alimentos, ficam no entorno dos caixas perfumes importados, barbeadores el&eacute;tricos, meias, pilhas, pinc&eacute;is de maquiagem e suportes para suti&atilde;. "Esses produtos t&ecirc;m muita sa&iacute;da", diz Maria do Carmo, gerente da loja.<br /><br />Na rede Pague Menos, a estrat&eacute;gia &eacute; parecida. Logo na entrada da loja no Recife, do lado esquerdo, ficam bolas de futebol e boias de piscina. No outro extremo, uma estante da Elma Chips exibe farta variedade de salgadinhos. "Sempre que eu venho com crian&ccedil;a, acabo comprando algum salgadinho ou sorvete", diz a dona de casa Maria Jos&eacute; do Nascimento, enquanto a filha escolhe a guloseima. A loja tamb&eacute;m tem uma g&ocirc;ndola exclusiva para chocolates e biscoitos e quatro refrigeradores, sendo dois para refrigerantes, um para sorvete e um s&oacute; para &aacute;gua de coco.<br /><br />O gerente M&aacute;rio Lima Neto diz que os alimentos s&atilde;o 10% do faturamento. Perfumes ficam com 20% e o restante "&eacute; medicamento mesmo". Ele destacou o desempenho da "&aacute;rea VIP", ao fundo da loja, que abriga estantes de marcas internacionais de bloqueadores solares, cremes antirrugas e p&iacute;lulas de col&aacute;geno. Tanto a Pague Menos quanto a Farm&aacute;cia Independente disp&otilde;em de &aacute;rea VIP em suas lojas.<br /><br />Maria do Carmo diz que cresce o pagamento feito com cart&otilde;es de benef&iacute;cio, que concede descontos ou debita a conta na folha salarial. Vin&iacute;cius pagou pelo lanche com um desses cart&otilde;es. Recentemente, uma empresa conhecida no Recife advertiu os funcion&aacute;rios que o pl&aacute;stico s&oacute; deve ser usado na compra de rem&eacute;dios. Muita gente aproveita o desconto de 25% do benef&iacute;cio para fazer na farm&aacute;cia parte das compras normalmente feitas no supermercado.<br /><br /><strong><br />STF vai decidir sobre o que pode ser vendido</strong><br /><br />A disputa sobre a possibilidade de venda de produtos de lojas de conveni&ecirc;ncia em farm&aacute;cias chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde a Procuradoria-Geral da Rep&uacute;blica fez um parecer sobre o assunto e proibiu os Estados a autorizar a comercializa&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios itens.<br /><br />Pela lista do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF), as farm&aacute;cias n&atilde;o poderiam vender: bebidas l&aacute;cteas, cereais matinais, artigos para beb&ecirc;, isqueiros, colas, cart&otilde;es telef&ocirc;nicos, filmes fotogr&aacute;ficos, balas, doces e barras de cereais.<br /><br />A posi&ccedil;&atilde;o da Procuradoria-Geral da Rep&uacute;blica consta de a&ccedil;&atilde;o direta de inconstitucionalidade proposta por Jos&eacute; Serra, quando ele era governador de S&atilde;o Paulo, em junho de 2008.<br /><br />Na &eacute;poca, Serra vetou a Lei n&ordm; 12.623, que havia sido aprovada um ano antes pela Assembleia Legislativa. O veto foi rejeitado pela Assembleia, o que fez com que o governador recorresse ao Supremo Tribunal Federal (STF).<br /><br />No STF, o caso foi para as m&atilde;os da ent&atilde;o ministra Ellen Gracie. Ela pediu v&aacute;rios pareceres sobre o assunto. Num deles, o ent&atilde;o procurador-geral Antonio Fernando de Souza fez uma diferencia&ccedil;&atilde;o entre farm&aacute;cias e lojas de conveni&ecirc;ncia.<br /><br />Segundo Souza, as primeiras podem vender drogas, medicamentos, insumos farmac&ecirc;uticos e "correlatos". O procurador recorreu &agrave; Lei Federal n&ordm; 5.991, de 1973, para definir o que s&atilde;o correlatos. Ele concluiu que esses produtos s&atilde;o: os relativos &agrave; defesa e prote&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de individual ou coletiva, &agrave; higiene pessoal ou de ambientes, al&eacute;m de cosm&eacute;ticos, perfumes e diet&eacute;ticos.<br /><br />Com base nisso, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal manteve a autoriza&ccedil;&atilde;o para a venda de outros produtos em farm&aacute;cias, como leite em p&oacute;, meias el&aacute;sticas, cosm&eacute;ticos, &aacute;gua mineral, produtos ortop&eacute;dicos, de higiene pessoal, diet&eacute;ticos, repelentes e mel.<br /><br />O parecer foi feito antes de a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) regulamentar o conjunto de produtos permitidos em farm&aacute;cias.<br /><br />Pela Resolu&ccedil;&atilde;o da Diretoria Colegiada n&ordm; 44 e atrav&eacute;s da Instru&ccedil;&atilde;o Normativa n&ordm; 9, de 2009, a Anvisa autorizou a comercializa&ccedil;&atilde;o de drogas vegetais, cosm&eacute;ticos, perfumes, produtos de higiene pessoal, mamadeiras, chupetas, lixas de unha, alicates e barbeadores.<br /><br />No ano seguinte, em 2010, o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) autorizou a venda de produtos que n&atilde;o possuem rela&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de, os chamados artigos de conveni&ecirc;ncia.<br /><br />Para a Anvisa, a decis&atilde;o do STJ vale apenas para as partes envolvidas na a&ccedil;&atilde;o do STJ, a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Rede de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma) e a Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Redes Associativas de Farm&aacute;cias (Febrafar).<br /><br />Ao Valor, o presidente da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa), Dirceu Barbano, disse que a ag&ecirc;ncia pretende discutir essas "distor&ccedil;&otilde;es" do conceito de farm&aacute;cia no pa&iacute;s. "A sociedade brasileira tem uma vis&atilde;o americanizada, que v&ecirc; farm&aacute;cia como loja de conveni&ecirc;ncia." A Anvisa, observou, est&aacute; amparada na lei, mas ele entende que h&aacute; situa&ccedil;&otilde;es diferentes em v&aacute;rios Estados, amparadas por liminares e legisla&ccedil;&otilde;es locais.<br /><br />Ao fim, o que vai prevalecer no pa&iacute;s ser&aacute; a posi&ccedil;&atilde;o do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o assunto. O caso est&aacute; sob a relatoria da ministra Rosa Weber, que sucedeu Ellen Gracie no tribunal.<br /><br />Desde que assumiu o cargo no STF, em 19 de dezembro de 2011, Rosa n&atilde;o fez qualquer movimenta&ccedil;&atilde;o no processo.<br /><br />Quando ela o fizer e levar o caso para a pauta da Corte, o mercado vai come&ccedil;ar a obter uma resposta definitiva do Judici&aacute;rio sobre o que pode e o que n&atilde;o pode ser vendido nas farm&aacute;cias.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Venda de remÃ©dios fracionada fica sÃ³ na promessa para consumidores]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35819</link>
<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 09:35:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Resolu&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria, que tinha o objetivo de proteger o bolso dos consumidores brasileiros, at&eacute; hoje n&atilde;o vingou.<br /><br />Uma resolu&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria, que tinha o objetivo de proteger o bolso dos consumidores brasileiros, at&eacute; hoje n&atilde;o vingou. Sete anos depois de ter sido regulamentada.<br /><br />Na p&aacute;gina do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, os benef&iacute;cios do com&eacute;rcio de rem&eacute;dios fracionados s&atilde;o louvados:&nbsp; economia, menos risco de intoxica&ccedil;&atilde;o e desperd&iacute;cio. Dif&iacute;cil &eacute; encontrar quem venda medicamentos assim. &Eacute; o que constatamos nas farm&aacute;cias.<br /><br />A popula&ccedil;&atilde;o reconhece que h&aacute; desperd&iacute;cio. &ldquo;Est&aacute;vamos juntando um monte de rem&eacute;dios vencidos. Perguntei ao Edvaldo o que ir&iacute;amos fazer com aquele monte de rem&eacute;dios vencidos, e ele disse para jogar no lixo&rdquo;, conta a vendedora Aparecida Guimar&atilde;es da Costa.<br /><br />E h&aacute; quem lamente n&atilde;o ter a op&ccedil;&atilde;o do fracionado: "Acho que o rem&eacute;dio deveria ser na dosagem&nbsp; certa&rdquo;, diz a engenheira agr&ocirc;noma F&aacute;tima Alves.<br /><br />A resolu&ccedil;&atilde;o do rem&eacute;dio fracionado n&atilde;o pegou porque, na verdade, abriu a possibilidade, mas n&atilde;o tornou o fracionamento obrigat&oacute;rio. Em v&aacute;rios pa&iacute;ses da Europa e nos Estados Unidos, a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica vende o fracionado. Aqui n&atilde;o, as exce&ccedil;&otilde;es s&atilde;o rar&iacute;ssimas.<br /><br />Uma f&aacute;brica no Paran&aacute; &eacute; a &uacute;nica a produzir para a venda fracionada, criou um estilo brasileiro de vender a quantidade exata receitada pelo m&eacute;dico, com embalagens picotadas para o corte.<br /><br />&ldquo;J&aacute; est&aacute; sendo uma realidade brasileira e, cada vez mais, vai ganhar participa&ccedil;&atilde;o no mercado&rdquo;, avalia Eder Maffisini vice-presidente da f&aacute;brica.<br /><br />Como os rem&eacute;dios n&atilde;o entram em contato com o ambiente, n&atilde;o h&aacute; necessidade de uma &aacute;rea isolada na farm&aacute;cia. Essa &eacute; uma das exig&ecirc;ncias que gera resist&ecirc;ncia no setor.<br /><br />&ldquo;Para a farm&aacute;cia, tem muita exig&ecirc;ncia. S&oacute; podem ser medicamentos que v&ecirc;m em embalagem para fracionar. N&atilde;o &eacute; pegar na prateleira o medicamento, abrir e cortar quantos vai dar para o doente&rdquo;, conta Pedro Zidoi, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Com&eacute;rcio Farmac&ecirc;utico.<br /><br />&ldquo;Est&aacute; havendo uma aproxima&ccedil;&atilde;o entre aquilo que &eacute; consumido e aquilo que &eacute; oferecido. Se as p&iacute;lulas anticoncepcionais s&atilde;o, em geral, para ciclos de 28 dias, nada mais natural do que oferecer 28 p&iacute;lulas em uma apresenta&ccedil;&atilde;o. Os antibi&oacute;ticos, para 7 ou 14 dias&rdquo;, diz Antonio Brito, presidente-executivo da Interfarma.<br /><br />J&aacute; a popula&ccedil;&atilde;o, que quer rem&eacute;dio mais barato e na dose exata, acaba achando outras explica&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Para eles, n&atilde;o &eacute; conveniente vender dois ou tr&ecirc;s comprimidinhos. Quer vender logo a caixa inteira, que &eacute; cara&rdquo;, afirma a vendedora Aparecida Guimar&atilde;es da Costa.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Portal G1</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Libbs vai erguer fÃ¡brica de R$ 200 milhÃµes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35689</link>
<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 10:12:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A farmac&ecirc;utica nacional Libbs vai investir R$ 200 milh&otilde;es em uma f&aacute;brica para produzir medicamentos biossimilares e biol&oacute;gicos no pa&iacute;s. Os aportes ser&atilde;o financiados, em parte, por capital pr&oacute;prio da companhia, al&eacute;m de Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), afirmou ao Valor Alceb&iacute;ades Athayde J&uacute;nior, vice-presidente de neg&oacute;cios do laborat&oacute;rio.<br /><br />A f&aacute;brica, que dever&aacute; entrar em opera&ccedil;&atilde;o entre 2015 e 2016, ser&aacute; erguida em Embu, Grande S&atilde;o Paulo, onde a companhia possui uma unidade produtora de medicamentos e outra de farmoqu&iacute;micos (princ&iacute;pios ativos). A nova unidade dever&aacute; produzir, inicialmente, sete medicamentos biossimilares (c&oacute;pias de rem&eacute;dios biol&oacute;gicos). Dois deles (rituximabe e bevacizumabe), para tratamento de c&acirc;ncer, dever&atilde;o ser negociados para o governo federal. Os estudos cl&iacute;nicos do rituximabe j&aacute; est&atilde;o em an&aacute;lise na Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa).<br /><br />Para dar in&iacute;cio &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de produtos biol&oacute;gicos no Brasil, a Libbs firmou parceria com a multinacional Mabxience, bra&ccedil;o de biotecnologia da farmac&ecirc;utica Chemo, de capital argentino. A m&uacute;lti vai fazer a transfer&ecirc;ncia de tecnologia de anticorpos monoclonais biossimilares. "Vamos come&ccedil;ar a produzir biossimilares, mas a meta &eacute; desenvolver produtos biol&oacute;gicos", disse Athayde J&uacute;nior, filho do fundador do laborat&oacute;rio nacional, o empres&aacute;rio Alceb&iacute;ades de Mendon&ccedil;a Athayde.<br /><br />No fim do ano passado, a Libbs decidiu sair da Orygen, a joint venture firmada com os laborat&oacute;rios nacionais Biolab, Crist&aacute;lia e Eurofarma para a produ&ccedil;&atilde;o de biossimilares no Brasil. Segundo Athayde J&uacute;nior, a empresa optou por firmar acordo estrat&eacute;gico com a Mabxience, que j&aacute; &eacute; parceira de longa data da companhia nacional. A Orygen e a Bionovis (joint venture entre Ach&eacute;, EMS , Hypermarcas e Uni&atilde;o Qu&iacute;mica) s&atilde;o as duas superfarmac&ecirc;uticas criadas em 2012 com o apoio do governo federal para a produ&ccedil;&atilde;o de biossimilares no Brasil.<br /><br />"A produ&ccedil;&atilde;o de biossimilares e biol&oacute;gicos no pa&iacute;s vai ajudar a reduzir o d&eacute;ficit da balan&ccedil;a do setor de sa&uacute;de", disse Athayde J&uacute;nior. "Com a expertise da Mabxience, poderemos at&eacute; exportar os biossimilares", afirmou. A empresa tamb&eacute;m avalia ativos internacionais de empresas com foco em pesquisa de produtos inovadores.<br /><br />Com receita bruta de R$ 883,6 milh&otilde;es em 2012, a empresa prev&ecirc; faturamento de R$ 1,1 bilh&atilde;o neste ano. Entre 2011 e o ano passado, o laborat&oacute;rio lan&ccedil;ou importantes medicamentos, como o iumi (anticoncepcional), zider (mal de Alzheimer), salsep 360 (higienizador nasal) e o tacrolimo (imunossupressor), que impulsionaram suas vendas. A Libbs firmou uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para transfer&ecirc;ncia de tecnologia do medicamento tacrolimo, indicado para pacientes que realizaram transplantes de rim e f&iacute;gado. "O produto &eacute; comprado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e distribu&iacute;do no SUS [Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de]."<br /><br />Focada na produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos similares voltados para sistema nervoso central, cardiologia, ginecologia e respirat&oacute;rio, sobretudo, a empresa n&atilde;o tem interesse em gen&eacute;ricos. Para este ano, a companhia prev&ecirc; lan&ccedil;ar o nactali (contraceptivo para mulheres em fase de lacta&ccedil;&atilde;o), do velija (antidepressivo), plenance (reduz colesterol) e stanglit (para diabete tipo 2). A meta para 2017 &eacute; dobrar o faturamento, para R$ 2,2 bilh&otilde;es, quando parte da produ&ccedil;&atilde;o dos biossimilares estiver no mercado.<br /><br />Uma das poucas empresas verticalizadas no pa&iacute;s, a Libbs tamb&eacute;m quer elevar a produ&ccedil;&atilde;o de sua unidade de farmoqu&iacute;micos - produtora de princ&iacute;pios ativos para medicamentos. Cerca de 40% da demanda por princ&iacute;pios ativos da companhia &eacute; atendida por produ&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria. A farmac&ecirc;utica nacional exporta para Europa. Entre os produtos est&atilde;o o tibolona (para reposi&ccedil;&atilde;o hormonal), desogestrel e gestodeno, ambos para anticoncepcionais, para a Europa. As exporta&ccedil;&otilde;es representam de 5% a 10% da receita total do grupo.<br /><br />Fundada h&aacute; 55 anos, a Libbs &eacute; 100% controlada pela fam&iacute;lia Athayde. Apesar do forte ass&eacute;dio das multinacionais, Athayde J&uacute;nior disse que a fam&iacute;lia n&atilde;o pretende vender o controle da empresa.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[IndÃºstria FarmacÃªutica Basa fecha acordos internacionais]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35624</link>
<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 08:22:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Em processo de retomada das atividades desde agosto do ano passado, a partir da aquisi&ccedil;&atilde;o pelos empres&aacute;rios S&eacute;rgio Noschang e Nestor Perini, a Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica Basa, de Caxias do Sul, acertou duas parcerias com grupos estrangeiros para a produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos no Brasil. Com estas a&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m de investimentos na empresa, os novos controladores querem transformar a cidade em novo polo do setor farmac&ecirc;utico nacional.<br /><br />O mais recente acordo, que envolve transfer&ecirc;ncia de tecnologia e forma&ccedil;&atilde;o de joint-venture, foi fechado com a argentina Denver Farma visando &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de insulina humana recombinante. A empresa caxiense planeja produzir inicialmente 300 mil frascos por m&ecirc;s e 600 mil cartuchos para sistemas de aplica&ccedil;&atilde;o de forma a atender cerca de 20% da necessidade anual do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.<br /><br />O CEO da Basa, S&eacute;rgio Noschang, argumenta que, al&eacute;m de beneficiar a empresa, a incorpora&ccedil;&atilde;o desta tecnologia ajudar&aacute; a suprir necessidades do Pa&iacute;s, abrindo novo cap&iacute;tulo de desenvolvimento tecnol&oacute;gico associado, que pode dar origem a outros biof&aacute;rmacos. &ldquo;Estima-se a exist&ecirc;ncia de um milh&atilde;o de diab&eacute;ticos no Brasil, que dependem exclusivamente de insulina. Considerando-se que a cada hora mais de 27 pessoas recebem o diagn&oacute;stico da doen&ccedil;a, deveremos ter, em 2030, popula&ccedil;&atilde;o de 12 milh&otilde;es de brasileiros com um dos tipos de diabetes&rdquo;, alerta.<br /><br />Ao firmar o acordo, a Basa entra num segmento que, em 2015, deve movimentar US$ 15 bilh&otilde;es no mundo, com crescimento anual estimado de 6%. Atualmente, a Denver Farma &eacute; a &uacute;nica empresa a produzir o produto na Am&eacute;rica Latina, sendo que o mercado global &eacute; controlado por tr&ecirc;s organiza&ccedil;&otilde;es que det&ecirc;m 90% do mercado.<br /><br />Em fevereiro, a Basa j&aacute; havia firmado acordo com o laborat&oacute;rio Yuria Pharm, da Ucr&acirc;nia, para transfer&ecirc;ncia de tecnologia para a produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos, como soros hospitalares especiais, antibi&oacute;ticos injet&aacute;veis, antif&uacute;ngicos e anest&eacute;sicos. O objetivo &eacute; que futuramente sejam fabricados na unidade caxiense. O parceiro produz anualmente 60 milh&otilde;es de unidades farmac&ecirc;uticas e exporta parte para diversos pa&iacute;ses, especialmente &agrave;queles localizados na &aacute;rea da antiga Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica, &Aacute;sia e &Aacute;frica.<br /><br />Noschang destaca que os acordos internacionais integram o plano estrat&eacute;gico de alcan&ccedil;ar vendas pr&oacute;ximas a R$ 500 milh&otilde;es em 2017. A empresa tamb&eacute;m elevar&aacute;, na segunda metade do pr&oacute;ximo ano, de 2 milh&otilde;es para 6 milh&otilde;es por m&ecirc;s a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es parenterais de grande volume. Os investimentos projetados em R$ 42 milh&otilde;es ainda incluem a constru&ccedil;&atilde;o de nova f&aacute;brica. Fundada h&aacute; mais de 50 anos e l&iacute;der regional na produ&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es parenterais de grande volume, a Basa emprega 250 funcion&aacute;rios. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Jornal do Com&eacute;rcio - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Frente parlamentar pede imposto zero para remÃ©dio]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35568</link>
<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 09:06:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Uma frente parlamentar, liderada pelo deputado federal Walter Ihoshi (PSD-SP), ser&aacute; lan&ccedil;ada amanh&atilde; em Bras&iacute;lia para pleitear a desonera&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria dos medicamentos no pa&iacute;s. O Brasil tem uma das maiores cargas tribut&aacute;rias globais para rem&eacute;dios. A iniciativa conta com o apoio das ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas e entidades do setor, que acreditam que com impostos reduzidos o acesso da popula&ccedil;&atilde;o aos produtos ser&aacute; maior.<br /><br />Levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o da Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica de Pesquisa (Interfarma) mostra que a m&eacute;dia de tributa&ccedil;&atilde;o sobre os rem&eacute;dios no Brasil beira os 34%. Em pa&iacute;ses como Estados Unidos, Canad&aacute; e Reino Unido, por exemplo, a tributa&ccedil;&atilde;o &eacute; zero. Portugal, Holanda, B&eacute;lgica, Fran&ccedil;a, Su&iacute;&ccedil;a, Espanha e It&aacute;lia cobram, no m&aacute;ximo, 10%. A m&eacute;dia mundial fica em 6%.<br /><br />As entidades e ind&uacute;strias pedem que o ICMS seja zerado. Se aprovado, o governo abriria m&atilde;o de arrecadar R$ 5 bilh&otilde;es, afirmou Ant&ocirc;nio Britto, presidente da Interfarma. Caso a al&iacute;quota do ICMS em todos os Estados fosse reduzida para 12%, como &eacute; o caso hoje do Paran&aacute;, que cobra a menor taxa do pa&iacute;s, a ren&uacute;ncia fiscal seria de R$ 1,5 bilh&atilde;o.<br /><br />Atualmente, o Rio recolhe 19% de ICMS. S&atilde;o Paulo, 18%. "Para solu&ccedil;&otilde;es parenterais [soro], cai para 12% no Estado", disse Britto. Em Minas, h&aacute; conversa&ccedil;&otilde;es para reduzir a arrecada&ccedil;&atilde;o dos gen&eacute;ricos para 12%. Hoje, Minas tamb&eacute;m recolhe 18%. Nos demais Estados, 17%.<br /><br />Segundo Ivo Bucaresky, secret&aacute;rio-executivo da C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamento (Cmed), &oacute;rg&atilde;o interminesterial respons&aacute;vel por regular e definir ajustes de pre&ccedil;os, a redu&ccedil;&atilde;o dos ICMS nos medicamentos teria um efeito imediato ao consumidor, sobretudo para medicamentos de alta complexidade (c&acirc;ncer, por exemplo). Ele explicou que a Cmed define o teto dos pre&ccedil;os sobre os rem&eacute;dios. Na pr&aacute;tica, o impacto de redu&ccedil;&atilde;o sobre os gen&eacute;ricos ou medicamentos com v&aacute;rios concorrentes seria nulo por causa da pol&iacute;tica de descontos j&aacute; concedida. "Para os de alta complexidade, cujo pre&ccedil;o &eacute; cobrado com base no teto estabelecido pela Cmed, o impacto seria imediato."<br /><br />H&aacute; alguns meses, as ind&uacute;strias e governo j&aacute; discutem a desonera&ccedil;&atilde;o do ICMS para medicamentos inclu&iacute;dos no Farm&aacute;cia Popular. O Cear&aacute; resiste &agrave; medida. Claudio Trinch&atilde;o, secret&aacute;rio de Fazenda do Maranh&atilde;o e coordenador dos Estados no Confaz, disse que a decis&atilde;o tem de ser un&acirc;nime. Sobre zerar a tributa&ccedil;&atilde;o para todos os medicamentos, ele n&atilde;o acredita que a aprova&ccedil;&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil. "Os Estados est&atilde;o com or&ccedil;amento apertado. Acho que zerar os impostos &eacute; uma medida justa, mas tem que se criar contrapartida para maior gera&ccedil;&atilde;o de receita", disse Trinch&atilde;o.<br /><br />Outro pedido das ind&uacute;strias &eacute; a atualiza&ccedil;&atilde;o da tabela de princ&iacute;pios ativos para medicamentos isentos de Pis/Confis. "H&aacute; seis anos que a Fazenda n&atilde;o atualiza essa tabela. Na pr&aacute;tica, cria discrep&acirc;ncia de pre&ccedil;os entre os medicamentos inovadores [mais eficazes] com os mais antigos", disse Britto. Atualmente h&aacute; cerca de 170 princ&iacute;pios ativos que poderiam ser inclu&iacute;dos para atualiza&ccedil;&atilde;o dessa tabela.<br /><br />Nelson Mussolini, diretor-executivo do Sindicato da Ind&uacute;stria de Produtos Farmac&ecirc;uticos no Estado de S&atilde;o Paulo (Sindusfarma), disse que a frente parlamentar ser&aacute; importante para debater o assunto de forma bem clara. "Pagamos mais imposto sobre medicamentos do que sobre o sal de cozinha."<br /><br />A frente foi registrada em dezembro do ano passado mas apenas hoje ser&aacute; lan&ccedil;ada oficialmente. Na p&aacute;gina da C&acirc;mara dos Deputados na est&atilde;o listadas 12 frentes parlamentares que atuam na &aacute;rea de sa&uacute;de. Entre aquelas l&aacute; registradas constam as frentes que defendem comunidades terap&ecirc;uticas, sa&uacute;de da mulher, agentes comunit&aacute;rios de Sa&uacute;de, profissionais da sa&uacute;de, Cruz Vermelha, entidades filantr&oacute;picas, seguran&ccedil;a alimentar, luta contra a tuberculose, enfermagem, bem estar da pessoa, higiene pessoal e combate &agrave; obesidade.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Anvisa fixa regras para solicitar registro de medicamentos por processo eletrÃ´nico]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35550</link>
<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 08:33:09 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Uma resolu&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) publicada hoje (15) no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o fixa regras para o processo eletr&ocirc;nico de solicita&ccedil;&atilde;o de registro de novos medicamentos.<br /><br />Na semana passada, o ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, anunciou um pacote de medidas para acelerar o registro de rem&eacute;dios no pa&iacute;s. Entre as mudan&ccedil;as est&aacute; a cria&ccedil;&atilde;o do sistema eletr&ocirc;nico, que vai eliminar o uso de papel durante o procedimento.<br /><br />De acordo com a resolu&ccedil;&atilde;o, o protocolo eletr&ocirc;nico da solicita&ccedil;&atilde;o de registro est&aacute; sujeito ao pagamento de uma taxa de fiscaliza&ccedil;&atilde;o de vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria, em at&eacute; 30 dias. J&aacute; a efetiva&ccedil;&atilde;o do protocolo deve ocorrer em at&eacute; dois dias &uacute;teis, a contar da data do pagamento.<br /><br />&ldquo;O n&atilde;o pagamento da taxa no prazo estipulado resultar&aacute; no cancelamento autom&aacute;tico do peticionamento no sistema de informa&ccedil;&otilde;es da Anvisa e na n&atilde;o protocoliza&ccedil;&atilde;o do pedido&rdquo;, ressaltou a publica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />A resolu&ccedil;&atilde;o entra em vigor hoje. A meta do governo &eacute;, at&eacute; dezembro, zerar a fila de produtos que aguardam h&aacute; pelo menos seis meses por registro no Brasil.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio de Pernambuco</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Consumidor deve pesquisar preÃ§o de remÃ©dio]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35517</link>
<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 08:38:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O consumidor j&aacute; est&aacute; pagando at&eacute; 6,31% a mais nos rem&eacute;dios, depois de reajuste estipulado pelo governo no in&iacute;cio deste m&ecirc;s. Diante do aumento de pre&ccedil;os, institutos de defesa orientam os consumidores a usar estrat&eacute;gias para encontrar&nbsp; medicamentos mais baratos.<br /><br />Para&nbsp; o assessor t&eacute;cnico do Procon-BA, Filipe Vieira, a palavra-chave &eacute; 'pesquisa'.&nbsp; "Assim como a compra de qualquer produto, o consumidor tem que pesquisar os pre&ccedil;os de rem&eacute;dios. A diferen&ccedil;a pode chegar at&eacute; 30% entre um local e outro" , disse Vieira.<br /><br />O barman Jorge Lu&iacute;s Lopes usa o levantamento de pre&ccedil;os como regra depois que percebeu uma diferen&ccedil;a&nbsp; de R$ 3,50 em um medicamento. "Agora sempre pesquiso em pelo menos tr&ecirc;s farm&aacute;cias diferentes", disse Lopes.<br /><br />Varia&ccedil;&atilde;o - Segundo a economista do Instituto de Defesa do Consumidor&nbsp; (Idec), Ione Amorim,&nbsp; a grande varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os dos rem&eacute;dios &eacute; uma caracter&iacute;stica do mercado. A C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos (CMED) determina o pre&ccedil;o m&aacute;ximo dos produtos (teto), mas n&atilde;o regula os valores que chegam ao comprador. "O mercado exp&otilde;e o consumidor a reajustes abusivos, que ferem o c&oacute;digo de defesa", diz Amorim.<br /><br />Ao pesquisar por pre&ccedil;os mais baixos, a coordenadora institucional da associa&ccedil;&atilde;o de consumidores Proteste,&nbsp; Maria In&ecirc;s Dolci,&nbsp; indica&nbsp; as grandes redes de farm&aacute;cias,&nbsp; que podem ter pre&ccedil;os mais competitivos em rela&ccedil;&atilde;o aos concorrentes menores.<br /><br />Programar as compras tamb&eacute;m pode ser uma estrat&eacute;gia para conseguir bons pre&ccedil;os, segundo Dolci. "&Eacute; bom comprar de uma vez s&oacute; a quantidade que vai ser utilizada durante todo o tratamento", diz.<br /><br />Quem precisa de rem&eacute;dios para doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas pode pesquisar por descontos em farm&aacute;cias populares ou credenciadas no programa Farm&aacute;cia Popular. &Eacute; preciso apresentar a receita m&eacute;dica e realizar um cadastro.<br /><br />Gen&eacute;ricos - Segundo os especialistas, os gen&eacute;ricos continuam como uma op&ccedil;&atilde;o segura de economia. "No momento da compra, o consumidor pode&nbsp; solicitar os medicamentos pelo&nbsp; princ&iacute;pio ativo", diz Filipe Vieira. O t&eacute;cnico do Procon tamb&eacute;m alerta para a necessidade&nbsp; de pesquisar gen&eacute;ricos fabricados por&nbsp;&nbsp; diferentes laborat&oacute;rios.<br /><br />A pedagoga Valdinei Cajado sempre compra gen&eacute;ricos por causa do alto custo dos medicamentos de refer&ecirc;ncia. "J&aacute; encontrei um xarope gen&eacute;rico por R$ 3. Se fosse comprar o de marca, pagaria R$ 10", disse.<br /><br />Apesar da lei que determina o menor pre&ccedil;o, uma pesquisa realizada pelo Idec&nbsp; descobriu que h&aacute;&nbsp; gen&eacute;ricos mais caros do que os produtos de refer&ecirc;ncia, conhecidos como "de marca".<br /><br />"Analisamos 40 medicamentos. Cinco deles eram gen&eacute;ricos mais caros", disse a economista Ione Amorim.&nbsp; Segundo a especialista, o consumidor deve ficar atento e comparar os pre&ccedil;os&nbsp; antes de optar por gen&eacute;ricos.<br />Saiba como economizar<br /><br />Pesquisa - A regra &eacute; pesquisar. H&aacute; varia&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os at&eacute; em farm&aacute;cias da mesma rede. A diferen&ccedil;a pode chegar at&eacute; 30%.<br /><br />Gen&eacute;ricos- Pe&ccedil;a ao m&eacute;dico ou farmac&ecirc;utico a indica&ccedil;&atilde;o de gen&eacute;ricos, que por lei devem ser mais baratos do que os medicamentos conhecidos como &ldquo;de marca&rdquo;.<br /><br />Pesquise ao comprar gen&eacute;ricos - Laborat&oacute;rios diferentes podem ter gen&eacute;ricos com pre&ccedil;os variados. &Eacute; importante pesquisar o menor pre&ccedil;o at&eacute; entre os gen&eacute;ricos.<br /><br />Doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas - Medicamentos para hipertens&atilde;o ou diabetes s&atilde;o distribu&iacute;dos gratuitamente em farm&aacute;cias populares. H&aacute; tamb&eacute;m uma lista de descontos no programa Farm&aacute;cia Popular.<br /><br />Fidelidade - Pe&ccedil;a cart&otilde;es de fidelidade em farm&aacute;cias. Laborat&oacute;rios tamb&eacute;m oferecerem descontos em rem&eacute;dios de uso cont&iacute;nuo.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: A Tarde - BA</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[ComissÃ£o discute venda de remÃ©dios fora do balcÃ£o das farmÃ¡cias]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35315</link>
<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 08:53:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o de Seguridade Social e Fam&iacute;lia discute, na quinta-feira (11), decis&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) de liberar a venda de rem&eacute;dios isentos de receita m&eacute;dica em g&ocirc;ndolas de farm&aacute;cias e drogarias, ficando ao alcance direto do consumidor. A audi&ecirc;ncia p&uacute;blica ser&aacute; realizada &agrave;s 9h30, no Plen&aacute;rio 7.<br /><br />A resolu&ccedil;&atilde;o da Anvisa que liberou a venda fora do balc&atilde;o foi publicada em julho do ano passado. O texto determina que os rem&eacute;dios de venda livre devem ficar em &aacute;rea separada da de produtos como cosm&eacute;ticos e devem ser organizados por princ&iacute;pio ativo para permitir a f&aacute;cil identifica&ccedil;&atilde;o pelos consumidores.<br /><br />O texto tamb&eacute;m exige que, na &aacute;rea destinada aos rem&eacute;dios de venda livre, sejam fixados cartazes com a seguinte orienta&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedica&ccedil;&atilde;o: informe-se com o farmac&ecirc;utico.&rdquo;<br /><br />At&eacute; ent&atilde;o, uma resolu&ccedil;&atilde;o da Anvisa, publicada em 2009, obrigava a venda dos rem&eacute;dios isentos de prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica atr&aacute;s do balc&atilde;o do farmac&ecirc;utico. Por meio de nota, o &oacute;rg&atilde;o informou que a determina&ccedil;&atilde;o foi amplamente questionada pelo setor e rendeu cerca de 70 processos judiciais - 11 estados chegaram a criar leis estaduais para reverter a proibi&ccedil;&atilde;o da venda nas g&ocirc;ndolas.<br /><br />Um estudo, segundo a ag&ecirc;ncia, demonstrou que a decis&atilde;o de posicionar os rem&eacute;dios de venda livre atr&aacute;s do balc&atilde;o n&atilde;o contribuiu para reduzir o n&uacute;mero de intoxica&ccedil;&otilde;es no Brasil. O relat&oacute;rio apontou tamb&eacute;m preju&iacute;zo ao direito de escolha do consumidor.<br /><br /><strong>Automedica&ccedil;&atilde;o</strong><br />O deputado Eleuses Paiva (PSD-SP), que prop&ocirc;s a audi&ecirc;ncia, aponta, no entanto, que a decis&atilde;o de liberar a venda de rem&eacute;dios nas g&ocirc;ndolas induz &agrave; automedica&ccedil;&atilde;o. &ldquo;A revoga&ccedil;&atilde;o da resolu&ccedil;&atilde;o de 2009 pode, de acordo com as entidades de profissionais de sa&uacute;de, aumentar o n&uacute;mero de casos de intoxica&ccedil;&otilde;es medicamentosas e banalizar o consumo de medicamentos, por meio de estrat&eacute;gias mercadol&oacute;gicas de vendas&rdquo;, afirma.<br /><br />Foram convidados para o debate o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano; o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Brasileira, Florentino Cardoso Filho; o presidente do Conselho Federal de Farm&aacute;cia, Walter da Silva Jorge Jo&atilde;o; e o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz D' Avila.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: C&acirc;mara dos Deputados</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Governo autoriza reajuste de atÃ© 6,3% para remÃ©dios]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35235</link>
<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 09:06:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Para ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica, percentual &eacute; baixo e prejudica investimentos<br /><br />Medicamentos de maior tecnologia e mais caros ter&atilde;o menor reajuste; setor pode movimentar R$ 70 bilh&otilde;es em 2013<br />LUCAS SAMPAIO DE S&Atilde;O PAULO<br /><br />O governo autorizou ontem reajuste de at&eacute; 6,31% no pre&ccedil;o dos medicamentos, que, na pr&aacute;tica, j&aacute; havia sido repassado por farm&aacute;cias em S&atilde;o Paulo desde segunda-feira.<br /><br />Em 2012, a alta m&aacute;xima autorizada foi de 5,85%.<br /><br />O aval para o reajuste foi publicado na edi&ccedil;&atilde;o de ontem no "Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o". Alguns estabelecimentos, no entanto, j&aacute; haviam aumentado pre&ccedil;os no in&iacute;cio da semana.<br /><br />A Cmed (C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos) havia autorizado o reajuste a partir de 30 de mar&ccedil;o, mas faltava a oficializa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />A ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica diz que o reajuste &eacute; baixo e n&atilde;o rep&otilde;e a infla&ccedil;&atilde;o.<br /><br />"At&eacute; agora, o setor absorveu esse impacto", diz o Sindusfarma. "A continuidade vai afetar a sa&uacute;de financeira das empresas e pode comprometer o lan&ccedil;amento de produtos e os investimentos."<br /><br />Para os medicamentos de n&iacute;vel 1 -em que a participa&ccedil;&atilde;o de gen&eacute;ricos no mercado &eacute; igual ou superior a 20%-, o reajuste m&aacute;ximo ser&aacute; de 6,31%. A lista &eacute; composta por rem&eacute;dios mais simples, de maior concorr&ecirc;ncia, como amoxilina, omeprazol e paracetamol.<br /><br />Para os de n&iacute;vel 2 -com participa&ccedil;&atilde;o de gen&eacute;ricos entre 15% e 20%-, o reajuste m&aacute;ximo ser&aacute; de 4,51%. Fazem parte da categoria anest&eacute;sicos locais e antipsic&oacute;ticos.<br /><br />Para os de n&iacute;vel 3 -em que gen&eacute;ricos t&ecirc;m menos de 15% do mercado por se tratar de medicamentos especializados, de alta tecnologia-, o reajuste m&aacute;ximo ser&aacute; de 2,70%. &Eacute; o caso de antirretrovirais e anticoncepcionais.<br /><br />C&aacute;lculo do Sindusfarma (sindicato das farmac&ecirc;uticas de SP) mostra que, se os rem&eacute;dios forem reajustados pelo pre&ccedil;o m&aacute;ximo, a alta m&eacute;dia ser&aacute; de 4,59% ao cliente.<br /><br /><strong>NECESSIDADE</strong><br /><br />Para Beatriz Vasconcelos, aposentada de 68 anos que gasta R$ 200 por m&ecirc;s com medicamentos porque tem press&atilde;o e colesterol altos e osteoporose, o governo deveria evitar o aumento.<br /><br />"Ningu&eacute;m compra rem&eacute;dio por esporte. O governo deveria tirar imposto dos rem&eacute;dios, assim como faz com o carro", diz a ex-professora de hist&oacute;ria e geografia. "N&atilde;o h&aacute; nenhuma fam&iacute;lia brasileira que n&atilde;o tome rem&eacute;dio."<br /><br />Levantamento do Ibope Intelig&ecirc;ncia mostra a import&acirc;ncia do setor para a economia.<br /><br />Impulsionado pelas classes B e C -elas representam, juntas, 79% do consumo de rem&eacute;dios no pa&iacute;s-, o com&eacute;rcio deve crescer 12% neste ano e atingir R$ 70 bilh&otilde;es.<br /><br />Segundo o estudo, o gasto anual m&eacute;dio dos brasileiros com rem&eacute;dios &eacute; de R$ 430,92. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Bayer avanÃ§a na Ã¡rea farmacÃªutica]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35228</link>
<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 08:51:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O conglomerado alem&atilde;o Bayer quer refor&ccedil;ar sua posi&ccedil;&atilde;o no segmento farmac&ecirc;utico no Brasil. Produtor da centen&aacute;ria Aspirina, o grupo quer fortalecer sua posi&ccedil;&atilde;o nos segmentos de sa&uacute;de da mulher (anticoncepcionais), no qual j&aacute; &eacute; l&iacute;der, e avan&ccedil;ar nas &aacute;reas de cardiologia - considerada a nova fronteira de investimento do setor farmac&ecirc;utico - e oncologia. Para este ano, a companhia investir&aacute; R$ 152 milh&otilde;es no Brasil, disse ao Valor o presidente do grupo no pa&iacute;s, Theo van der Loo. Al&eacute;m da divis&atilde;o de medicamentos, os aportes tamb&eacute;m ser&atilde;o destinados aos neg&oacute;cios qu&iacute;mico e agr&iacute;cola (defensivos e sementes), importantes &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o da companhia no pa&iacute;s.<br /><br />"Boa parte dos aportes ser&aacute; destinado &agrave; melhoria da estrutura das nossas unidades instaladas no pa&iacute;s", disse o executivo. A companhia tem duas f&aacute;bricas na cidade de S&atilde;o Paulo e um complexo industrial em Belford Roxo (RJ). "Produzimos no Brasil cerca de 70% dos medicamentos que comercializamos." O pa&iacute;s &eacute; importante base de exporta&ccedil;&atilde;o de p&iacute;lulas para Am&eacute;rica Latina e &Aacute;sia.<br /><br />Em 2012, o faturamento do grupo foi de R$ 5,7 bilh&otilde;es no pa&iacute;s, alta de 26% sobre o ano anterior. A expectativa para este ano &eacute; manter o ritmo de crescimento acima de dois d&iacute;gitos. O Brasil &eacute; o quinto maior mercado da empresa no mundo e o maior na Am&eacute;rica Latina. No ano passado, a receita global ficou em &euro; 39,76 bilh&otilde;es. Se globalmente os segmentos farmac&ecirc;utico e sa&uacute;de (health care) representam a maior fatia de seu faturamento, no Brasil &eacute; o contr&aacute;rio. Dos R$ 5,7 bilh&otilde;es, farma ficam com 29%. A divis&atilde;o Cropscience (agroneg&oacute;cios) fica com 56%. "O Brasil &eacute; um caso especial, no qual a agricultura tem uma grande relev&acirc;ncia para a Bayer", disse Loo.<br /><br />As estrat&eacute;gias do conglomerado para avan&ccedil;ar no setor farmac&ecirc;utico ser&atilde;o mais ousadas. A Bayer vai trabalhar de forma mais agressiva sua pol&iacute;tica de pre&ccedil;os de medicamentos de refer&ecirc;ncia que concorrem com os gen&eacute;ricos. Loo afirmou que a Bayer n&atilde;o costuma adotar uma pol&iacute;tica de desconto muito grande, mas vai repensar a estrat&eacute;gia para alguns produtos. Na unidade de Cancioneiro, na capital paulista, a empresa produz horm&ocirc;nios s&oacute;lidos, p&iacute;lulas e um de seus medicamento oncol&oacute;gicos.<br /><br />Com uma extensa linha de medicamentos isentos de prescri&ccedil;&atilde;o, como Redoxon (suplemento de vitamina C) e Bepantol (pomada infantil), a Bayer planeja uma campanha na m&iacute;dia para refor&ccedil;ar a venda desses produtos maduros no mercado. "Temos importantes marcas, que s&atilde;o estrat&eacute;gicas. Tamb&eacute;m queremos avan&ccedil;ar com nossos produtos inovadores." As atuais apostas da divis&atilde;o farmac&ecirc;utica em produtos inovadores s&atilde;o no anticoagulante Xarelto, que previne acidente vascular cerebral (AVC). A &aacute;rea de cardiologia foi ampliada com a comercializa&ccedil;&atilde;o de novos produtos para hipertens&atilde;o e colesterol.<br /><br />O grupo quer ainda manter o foco em produtos oncol&oacute;gicos - um dos seus mais recentes produtos - o Nexavar, para c&acirc;ncer de rim e f&iacute;gado, tem mostrado resultados positivos. O grupo tamb&eacute;m decidiu competir no mercado de oftalmologia, com o lan&ccedil;amento do produto Eylia, para tratar degenera&ccedil;&atilde;o macular em idades avan&ccedil;adas.<br /><br />Na &aacute;rea qu&iacute;mica, o grupo est&aacute; desenvolvendo a cobertura do novo est&aacute;dio de futebol que est&aacute; em constru&ccedil;&atilde;o em Bras&iacute;lia para a Copa do Mundo. A companhia fornece o policarbonato (nome comercial Makrolon) produzido em suas unidades da &Aacute;sia, Europa e EUA, que &eacute; transformado em placas s&oacute;lidas. O grupo, que &eacute; fornecedor global desse material - tamb&eacute;m utilizado no teto solar dos modelos Smart, da Mercedez-Benz, e o novo Beetle, da Volkswagen, quer expandir sua atua&ccedil;&atilde;o no Brasil nesse segmento. "Estamos em todos os lugares que voc&ecirc; possa imaginar, n&atilde;o s&oacute; em medicamentos, mas na qu&iacute;mica e agroneg&oacute;cios", disse<br /><br />A companhia tamb&eacute;m prev&ecirc; investir R$ 5 milh&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o de uma ponte que interliga sua f&aacute;brica &agrave; esta&ccedil;&atilde;o de trem de Santo Amaro, em S&atilde;o Paulo.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Os prÃ³s e contras da FarmÃ¡cia como canal de conveniÃªncia]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35210</link>
<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 08:01:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s suposta libera&ccedil;&atilde;o da venda de alimentos em estabelecimentos farmac&ecirc;uticos, o assunto veio &agrave; tona com valoriza&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es refletindo o interesse das empresas<br /><br />A pol&ecirc;mica gerada a partir da interpreta&ccedil;&atilde;o equivocada de uma resolu&ccedil;&atilde;o da Anvisa (Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria) divulgada na segunda-feira,&nbsp; dia 1&ordm;,&nbsp; sobre uma medida que permitiria o com&eacute;rcio de produtos aliment&iacute;cios e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas nas farm&aacute;cias, levanta a discuss&atilde;o sobre o papel desses estabelecimentos como ponto de conveni&ecirc;ncia.&nbsp; Apesar de n&atilde;o corresponder a um novo posicionamento da ag&ecirc;ncia, a evid&ecirc;ncia dada ao assunto reacendeu o debate sobre a tend&ecirc;ncia de oferecer neste espa&ccedil;o outros itens, al&eacute;m de medicamentos.<br /><br />A resolu&ccedil;&atilde;o publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o trata de uma nova medida que facilita os processos burocr&aacute;ticos de formaliza&ccedil;&atilde;o de estabelecimentos farmac&ecirc;uticos no Brasil. De acordo com a Anvisa, sempre foi permitida a venda de alimentos nas farm&aacute;cias, desde que o empres&aacute;rio entre com pedido formal de autoriza&ccedil;&atilde;o. Desde 2009, a ag&ecirc;ncia regulamentou a comercializa&ccedil;&atilde;o de alimentos relacionados &agrave; sa&uacute;de. No ano seguinte, o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a decidiu pela libera&ccedil;&atilde;o da venda de outros itens aliment&iacute;cios e de conveni&ecirc;ncia. Ainda assim, a not&iacute;cia gerou movimenta&ccedil;&atilde;o no mercado financeiro, com a alta dos pap&eacute;is de grupos como Brazil Pharma e Raia Drogasil na BMF&amp;Bovespa. A especula&ccedil;&atilde;o reflete o interesse das empresas atentas a uma possibilidade de aumentar o faturamento destes estabelecimentos diante de uma poss&iacute;vel amplia&ccedil;&atilde;o do mix de produtos.<br /><br />A diversifica&ccedil;&atilde;o que j&aacute; &eacute; tend&ecirc;ncia em pa&iacute;ses da Am&eacute;rica do Norte e Europa tamb&eacute;m atrai investidores estrangeiros para o mercado nacional. As multinacionais visam transformar as farm&aacute;cias em drugstores, como na recente compra da brasileira Onofre pela norte americana CVS. &ldquo;Essa mudan&ccedil;a &eacute; uma evolu&ccedil;&atilde;o. A farm&aacute;cia &eacute; um ponto de contato com enorme fluxo e que vem para resolver n&atilde;o s&oacute; necessidades b&aacute;sicas, mas tamb&eacute;m conveni&ecirc;ncias. Quando se entra em uma farm&aacute;cia para comprar medicamentos, encontram-se tamb&eacute;m itens como pentes e ch&aacute;s fitoter&aacute;picos. Porque n&atilde;o encontrar tamb&eacute;m cereais e outros alimentos funcionais?&rdquo;, questiona Simone Terra, Diretora da Simone Terra Solu&ccedil;&otilde;es de Mercado, em entrevista ao Mundo do Marketing.<br /><strong><br />Farm&aacute;cias entregam mais que medicamentos</strong><br />O Brasil conta com 18.598 farm&aacute;cias e drogarias s&oacute; nas capitais, de acordo com o Relat&oacute;rio de Atividades Fiscais dos Conselhos Regionais de Farm&aacute;cia. O mercado brasileiro deve atingir R$ 87 bilh&otilde;es em faturamento at&eacute; 2017, segundo estimativa da consultoria da IMS Health. A tend&ecirc;ncia mundial &eacute; conhecida como omnichannel, com o consumidor adquindo uma s&eacute;rie de produtos de categorias diferentes em canais que tradicionalmente n&atilde;o ofereciam tais itens.&nbsp; &ldquo;A mudan&ccedil;a para o consumidor vai ser positiva, pois j&aacute; est&aacute; acostumado a viver em um mundo ominichanel. J&aacute; vimos padarias, bancas de jornais mudando e sendo bem aceitas. O brasileiro &eacute; receptivo a este formato de conveni&ecirc;ncia. A farm&aacute;cia era a &uacute;ltima fronteira&rdquo;, comenta Rafael D&rsquo;Andrea, Diretor da ShopperAge, em entrevista ao Mundo do Marketing.<br /><br />Isto faz com que os estabelecimentos farmac&ecirc;uticos sejam acrescentados formalmente no circuito de distribui&ccedil;&atilde;o de alimentos. O maior desafio neste setor fica com as ind&uacute;strias que precisam se adaptar ao novo canal e suas particularidades. &ldquo;A principal aten&ccedil;&atilde;o est&aacute; no Marketing porque este canal at&eacute; bem pouco tempo era trabalhado de forma marginal por alguns poucos distribuidores, com atendimento pequeno e direto para algumas empresas que tinham portif&oacute;lio de complementos alimentares. Ultimamente, ele ganhou import&acirc;ncia e representatividade pelo n&uacute;mero de lojas. Ser&atilde;o necess&aacute;rias mudan&ccedil;as nas ind&uacute;strias que v&atilde;o desde um trabalho de key account especializado, at&eacute; os materiais de comunica&ccedil;&atilde;o de PDV especiais, porque o que funciona para supermercado, n&atilde;o funcionam para farma&rdquo;, complementa Rafael D&rsquo;Andrea.<br /><br />A diversifica&ccedil;&atilde;o, no entanto, pode ser uma faca de dois gumes. O varejista pode utilizar a tend&ecirc;ncia a seu favor identificando novos diferenciais, conceitos e produtos. Quando mal direcionada, a mudan&ccedil;a pode ocasionar a perda de relev&acirc;ncia junto ao consumidor. &ldquo;A farm&aacute;cia n&atilde;o pode perder o foco dela. A categoria destino das drogarias &eacute; medicamento, e tem que manter este foco e oferecer outros itens como um plus. Uma evolu&ccedil;&atilde;o mundial &eacute; o varejo multifun&ccedil;&atilde;o, mas o estabelecimento n&atilde;o pode perder sua identidade e come&ccedil;ar a brigar com o supermercado, com a padaria ou com o bar, pois isso n&atilde;o &eacute; interessante para ningu&eacute;m. Dentro desse caminho evolutivo do varejo, &eacute; inevit&aacute;vel que as farm&aacute;cias diversifiquem seu mix, assim como os supermercados que vendem rotisseria e petshop e as lojas de roupa que t&ecirc;m caf&eacute; e vendem objetos de decora&ccedil;&atilde;o&rdquo;, analisa Simone Terra.<br /><br /><strong>A tend&ecirc;ncia dos alimentos funcionais</strong><br />Algumas redes de farm&aacute;cia j&aacute; est&atilde;o acostumadas a comercializar al&eacute;m dos alimentos utilizados em tratamentos de diab&eacute;ticos, al&eacute;rgicos e rec&eacute;m nascidos, outros itens como balas, barras de cereais, &aacute;gua e refrigerantes. Mas incrementar as ofertas de produtos nas drugstores depende de investimentos variados que passam pelo mobili&aacute;rio espec&iacute;fico para armazenar produtos refrigerados, secos e perec&iacute;veis, al&eacute;m de projetos personalizados de gest&atilde;o por categoria e merchandising que incentivem a circula&ccedil;&atilde;o no ponto de venda. Outro ponto de aten&ccedil;&atilde;o est&aacute; no valor agregado aos produtos para tornar a farm&aacute;cia em um estabelecimento de bem-estar.<br /><br />Antes de qualquer mudan&ccedil;a, a empresa deve avaliar seus impactos na imagem, no posicionamento de sua marca e se as novas ofertas realmente est&atilde;o gerando mais valor para o seu p&uacute;blico alvo. &ldquo;A grande oportunidade &eacute; a farm&aacute;cia conseguir ver a sua miss&atilde;o, vendendo alimentos com funcionalidades, como barras de cereais integrais ou balas energ&eacute;ticas naturais. Existe espa&ccedil;o para que este tipo de estabelecimento fa&ccedil;a um trabalho diferenciado para oferecer diversos produtos, todos se relacionando com a qualidade de vida. N&atilde;o &eacute; s&oacute; vender alimento por vender, pois isto est&aacute; diretamente aliado &agrave; imagem. &Eacute; muito mais interessante uma farm&aacute;cia que vende ch&aacute;s e sucos do que uma que vende Coca-Cola&rdquo;, comenta a Diretora da Simone Terra Solu&ccedil;&otilde;es de Mercado, em entrevista ao portal.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Mundo do Marketing</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[PreÃ§os dos medicamentos terÃ£o reajuste de atÃ© 6,31%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35199</link>
<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 09:31:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Governo autoriza reajuste de 6,31% nos pre&ccedil;os dos medicamentos O menor reajuste autorizado, entre os tipos de rem&eacute;dios, ser&aacute; de 2,7%</p>
<p><br />Resolu&ccedil;&atilde;o da C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos (Cmed) publicada hoje (4) no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o autoriza reajuste de at&eacute; 6,31% nos pre&ccedil;os dos rem&eacute;dios. As altera&ccedil;&otilde;es valem para tr&ecirc;s grupos de medicamentos, definidos de acordo com o n&iacute;vel de participa&ccedil;&atilde;o de gen&eacute;ricos.<br /><br />Na categoria com maior participa&ccedil;&atilde;o, onde os gen&eacute;ricos representam 20% ou mais do faturamento, o reajuste autorizado pode chegar ao teto de 6,31%. Para rem&eacute;dios com faturamento de gen&eacute;ricos entre 15% e 20%, o reajuste autorizado &eacute; de at&eacute; 4,51%. J&aacute; entre medicamentos com menor participa&ccedil;&atilde;o de gen&eacute;ricos (faturamento menor que 15%), a Cmed autorizou um reajuste at&eacute; 2,7%.<br /><br />No ano passado, o reajuste autorizado pelo governo para medicamentos vendidos em todo o pa&iacute;s chegou a 5,85%.<br /><br /><strong>Pre&ccedil;os<br /></strong><br />Desde o dia 30 de mar&ccedil;o, os fabricantes est&atilde;o autorizados a aumentar os pre&ccedil;os dos rem&eacute;dios, mas faltava ainda este detalhamento de como definir a composi&ccedil;&atilde;o do Pre&ccedil;o M&aacute;ximo ao Consumidor.<br /><br />Para atualizar os valores, as empresas ter&atilde;o de adotar como refer&ecirc;ncia o Pre&ccedil;o Fabricante (PF) praticado em 31 de mar&ccedil;o de 2012. Nos medicamentos que tiveram sua comercializa&ccedil;&atilde;o iniciada entre 31 de mar&ccedil;o de 2012 e 30 de mar&ccedil;o de 2013, o ajuste ter&aacute; como refer&ecirc;ncia o PF m&aacute;ximo permitido pela CMED.<br /><br />Esse aumento, segundo explica a Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 2 da CMED, &eacute; baseado em um teto calculado com base na varia&ccedil;&atilde;o do &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulado no per&iacute;odo de mar&ccedil;o de 2012 at&eacute; fevereiro de 2013, que ficou em 6,31%; em um fator de produtividade; em uma parcela de fator de ajuste de pre&ccedil;os relativos intrassetor; e em uma parcela de fator de ajuste de pre&ccedil;os relativos entre setores, em tr&ecirc;s tipos de medicamentos.<br /><br />Para ter direito ao reajuste, o fabricante dever&aacute; apresentar &agrave; CMED, at&eacute; 5 de abril, relat&oacute;rio de comercializa&ccedil;&atilde;o, a ser preenchido de acordo com as instru&ccedil;&otilde;es definidas pela secretaria-executiva do &oacute;rg&atilde;o. A partir de setembro, a CMED poder&aacute; exigir a apresenta&ccedil;&atilde;o de novo relat&oacute;rio de comercializa&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Anvisa propÃµe rastreamento de remÃ©dios para evitar falsificaÃ§Ãµes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35179</link>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 12:39:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Caixas de medicamentos ter&atilde;o impress&atilde;o de c&oacute;digo bidimensional<br /><br /><br />Ap&oacute;s anos de debates e do abandono do projeto anterior, o governo divulga hoje o modelo que quer implementar para rastrear os medicamentos da f&aacute;brica &agrave; farm&aacute;cia -ou at&eacute; o paciente, no caso dos produtos controlados.<br /><br />A proposta, elaborada pela Anvisa (Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria), ficar&aacute; em consulta p&uacute;blica por 30 dias antes de virar norma.<br /><br />Da forma como est&aacute;, o texto prev&ecirc; um prazo de adapta&ccedil;&atilde;o de at&eacute; seis meses para a ind&uacute;stria e de at&eacute; um ano para distribuidoras e farm&aacute;cias.<br /><br />Chamado de "RG dos rem&eacute;dios", o modelo consiste na impress&atilde;o de um c&oacute;digo bidimensional similar ao de barras, mas com mais informa&ccedil;&otilde;es, nas embalagens.<br /><br />Vinculado ao c&oacute;digo est&aacute; um n&uacute;mero que identifica cada caixa, gerado por quem det&eacute;m o registro desse produto junto &agrave; Anvisa -a fabricante ou importadora.<br /><br />Estima-se que 4 bilh&otilde;es de embalagens circulem no pa&iacute;s por ano. Para evitar guardar todos os dados, a ag&ecirc;ncia repassou ao setor farmac&ecirc;utico a responsabilidade de guardar as informa&ccedil;&otilde;es -por no m&iacute;nimo dois anos ap&oacute;s expirada a validade.<br /><br />Assim, caber&aacute; a fabricantes, distribuidoras e farm&aacute;cias alimentar o sistema em tempo real com informa&ccedil;&otilde;es sobre onde foram parar as caixas de medicamentos.<br /><br />Segundo Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, s&oacute; haver&aacute; controle sobre quem compra o rem&eacute;dio no caso de subst&acirc;ncias controladas -dado que ser&aacute; guardado sob sigilo.<br /><br />N&atilde;o est&aacute; fechado ainda qual ser&aacute; o modelo de repasse dessas informa&ccedil;&otilde;es para a Anvisa -por meio de relat&oacute;rios ou a pedido da ag&ecirc;ncia.<br /><br />"O objetivo &eacute; ampliar o controle sanit&aacute;rio", diz Barbano, acrescentando que a medida vai evitar a venda de falsifica&ccedil;&otilde;es e contrabando, al&eacute;m de possibilitar an&aacute;lises do mercado.<br /><br />A rastreabilidade de medicamentos foi institu&iacute;da por lei em 2009. Em 2011, ap&oacute;s press&atilde;o da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica, a Anvisa suspendeu a proposta anterior, que previa o uso de selo da Casa da Moeda e foi criticada por encarecer o produto final.<br /><br />O atual modelo foi bem recebido pelo setor. "S&oacute; quem perde com essa decis&atilde;o &eacute; sonegador, falsificador e ladr&atilde;o de rem&eacute;dio. Vamos fazer um grande esfor&ccedil;o para que os prazos sejam cumpridos", diz Ant&ocirc;nio Britto, presidente-executivo da Interfarma (Associa&ccedil;&atilde;o da Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica de Pesquisa).<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Anvisa acelera autorizaÃ§Ã£o e nÃ£o libera alimentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35160</link>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 09:41:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) acelerou o tr&acirc;mite para a autoriza&ccedil;&atilde;o de funcionamento de farm&aacute;cias e drogarias ao admitir, a partir de agora, pedidos feitos por meio eletr&ocirc;nico, segundo previsto na Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 17, publicada na edi&ccedil;&atilde;o de segunda-feira do "Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o". At&eacute; ent&atilde;o, o pedido s&oacute; poderia ser feito em papel, por meio f&iacute;sico.<br /><br />Sobre a venda de alimentos, ao contr&aacute;rio do publicado na edi&ccedil;&atilde;o de ontem na p&aacute;gina B5, n&atilde;o houve mudan&ccedil;as. O presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, disse ontem ao Valor que a resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 17 nada muda nas regras sobre venda de alimentos nas farm&aacute;cias, regulada pela resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 44, de 2009.<br /><br />Parte do texto da resolu&ccedil;&atilde;o 17 reproduz outras tr&ecirc;s normativas anteriores da Anvisa, informou ontem a assessoria da autarquia. S&atilde;o elas: n&ordm; 1, de 2012; n&ordm; 1, de 2010; e n&ordm; 44, de 2009.<br /><br />Assim, a resolu&ccedil;&atilde;o publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU) de segunda-feira mant&eacute;m a lista de produtos e servi&ccedil;os que podem ser oferecidos em farm&aacute;cias e drogarias, segundo previsto na Instru&ccedil;&atilde;o Normativa (IN) n&ordm; 9, publicada em 2009. Ou seja, fornecimento, remunerado ou n&atilde;o, de medicamentos sujeitos a controle especial e n&atilde;o sujeitos a esse controle; manipula&ccedil;&atilde;o de rem&eacute;dios preparados na farm&aacute;cia; manipula&ccedil;&atilde;o de rem&eacute;dios que j&aacute; vem prontos; presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os farmac&ecirc;uticos; e com&eacute;rcio de cosm&eacute;ticos, de perfumes, de produtos de higiene, de correlatos, de alimentos e de plantas medicinais.<br /><br />Os alimentos que podem ser vendidos em farm&aacute;cias e drogarias continuam os mesmos. Os produtos permitidos s&atilde;o aqueles adotados em dietas com restri&ccedil;&atilde;o de nutrientes; para ingest&atilde;o controlada de nutrientes, para o controle do peso ou para praticantes de atividades f&iacute;sicas, por exemplo; e para grupos populacionais espec&iacute;ficos (ver lista abaixo).<br /><br />O texto mant&eacute;m a permiss&atilde;o para a comercializa&ccedil;&atilde;o de suplementos vitam&iacute;nicos e/ou minerais, ch&aacute;s, mel, pr&oacute;polis e geleia real.<br /><br />Por fim, seguem autorizadas as vendas de subst&acirc;ncias bioativas com alega&ccedil;&otilde;es de propriedades funcionais e/ou de sa&uacute;de; probi&oacute;ticos com alega&ccedil;&otilde;es de propriedades funcionais e/ou de sa&uacute;de e alimentos com alega&ccedil;&otilde;es de propriedade funcional e/ou de sa&uacute;de.<br /><br />Em 2010, o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) publicou decis&atilde;o favor&aacute;vel &agrave; venda de artigos de conveni&ecirc;ncia em farm&aacute;cias - uma reivindica&ccedil;&atilde;o do setor que &eacute; alvo de pol&ecirc;mica com a Anvisa.<br /><br />A resolu&ccedil;&atilde;o 17, de acordo com a Anvisa, tornar&aacute; "mais &aacute;gil" a concess&atilde;o de Autoriza&ccedil;&atilde;o de Funcionamento (AFE) e Autoriza&ccedil;&atilde;o Especial (AE) para farm&aacute;cias e drogarias. A mudan&ccedil;a tamb&eacute;m eliminar&aacute; atrasos na renova&ccedil;&atilde;o ao permitir que "o tr&acirc;mite para concess&atilde;o e renova&ccedil;&atilde;o seja totalmente informatizado, dispensando o envio de papel em meio f&iacute;sico", explicou, em nota, a ag&ecirc;ncia.<br /><br />A resolu&ccedil;&atilde;o permite que as autoriza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o analisadas pela Anvisa at&eacute; o prazo de vencimento sejam automaticamente renovadas por um ano. As AFEs e AEs devem ser solicitadas entre 60 dias e 180 dias antes do vencimento da permiss&atilde;o vigente.<br /><br />A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Redes de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma) criticou a nova resolu&ccedil;&atilde;o. "A resolu&ccedil;&atilde;o insiste, infelizmente, em manter o erro de interpreta&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o vigente ao definir que a AFE deve ser emitida por estabelecimento ou filial", afirmou a Abrafarma. Do ponto de vista da associa&ccedil;&atilde;o, &eacute; necess&aacute;ria "uma autoriza&ccedil;&atilde;o por empresa, e n&atilde;o por estabelecimento/filial".<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Anvisa libera venda de alimentos em farmÃ¡cias]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35151</link>
<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 12:42:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Resolu&ccedil;&atilde;o publicada ontem no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) causou certa confus&atilde;o no mercado. O &oacute;rg&atilde;o autorizou que farm&aacute;cias podem atuar como lojas de conveni&ecirc;ncia para a venda de cosm&eacute;ticos, perfumes, produtos de higiene, alimentos e plantas medicinais. A resolu&ccedil;&atilde;o chamou a aten&ccedil;&atilde;o especialmente pela autoriza&ccedil;&atilde;o na venda de alimentos.<br /><br />Uma decis&atilde;o do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ), de 2010, j&aacute; havia liberado a comercializa&ccedil;&atilde;o de alguns produtos aliment&iacute;cios em farm&aacute;cia. E varejistas do setor, especialmente no Norte e no Nordeste, j&aacute; oferecem uma ampla cesta de diferentes produtos &agrave; venda ao consumidor nos pontos de venda - como bolachas, salgadinhos e cereais - antes mesmo da decis&atilde;o do STJ.<br /><br />&Eacute; que nos &uacute;ltimos anos, as empresas conseguiram liminares na Justi&ccedil;a para garantir a venda das mercadorias que, at&eacute; ent&atilde;o, a Anvisa proibia. Procurada, a ag&ecirc;ncia n&atilde;o detalhou a medida publicada no Di&aacute;rio Oficial.<br /><br />A decis&atilde;o, que consta na Resolu&ccedil;&atilde;o da Diretoria Colegiada da Ag&ecirc;ncia n&deg; 17 (Di&aacute;rio Oficial), contraria entendimento formado pela pr&oacute;pria Anvisa em 2009. Na ocasi&atilde;o, a ag&ecirc;ncia reguladora permitiu a venda apenas de produtos diretamente relacionados &agrave; sa&uacute;de. A normativa causou pol&ecirc;mica e foi parar na Justi&ccedil;a anos depois.<br /><br />Agora, de acordo com a Anvisa, as farm&aacute;cias podem realizar seis outras atividades, al&eacute;m da venda de produtos de conveni&ecirc;ncia. S&atilde;o elas: a dispensa&ccedil;&atilde;o de medicamentos sujeitos a controle especial e tamb&eacute;m daqueles n&atilde;o sujeitos a controle; manipula&ccedil;&atilde;o de produtos magistrais (aqueles que se preparam na farm&aacute;cia) e oficinais (que j&aacute; s&atilde;o vendidos prontos). As drogarias tamb&eacute;m poder&atilde;o prestar servi&ccedil;os farmac&ecirc;uticos e manipular medicamentos est&eacute;reis.<br /><br />A decis&atilde;o da Anvisa teve reflexos no pre&ccedil;o das a&ccedil;&otilde;es das redes de farm&aacute;cias com a&ccedil;&atilde;o em bolsa. Ontem, as ONs da Brazil Pharma subiram 2,74% e as ordin&aacute;rias da Raia Drogasil registraram alta de 3,20% na BMF&amp;Bovespa (ver gr&aacute;fico nesta p&aacute;gina).<br /><br />Em junho de 2010, por 15 votos a zero, a Corte Especial, &oacute;rg&atilde;o m&aacute;ximo do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ), confirmou a libera&ccedil;&atilde;o da venda de produtos de conveni&ecirc;ncia nas farm&aacute;cias e drogarias do pa&iacute;s. O julgamento aconteceu em junho de 2010, mas o ac&oacute;rd&atilde;o foi publicado em setembro.<br /><br />Com essa decis&atilde;o tomada dois anos atr&aacute;s, as farm&aacute;cias deixaram de ser obrigadas a seguir uma lista de produtos publicada pela Anvisa, que pretendia restringir as atividades dos estabelecimentos, com a proibi&ccedil;&atilde;o da venda de produtos como barra de cereais, refrigerantes, matinais, servi&ccedil;os de pagamento de contas ou recarga de telefones celulares.<br /><br />"A venda de alguns produtos aliment&iacute;cios j&aacute; acontece em farm&aacute;cias do pa&iacute;s desde a decis&atilde;o do STJ", disse ontem S&eacute;rgio Mena Barreto, presidente Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Redes de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma).<br /><br />Essa abertura, inclusive, interessa &agrave;s empresas estrangeiras do setor que t&ecirc;m estudado planos de investimentos no pa&iacute;s e operam lojas que comercializam diferentes produtos em seus pontos pelo mundo. Uma delas &eacute; a americana CVS, que comprou a Onofre neste ano. (Colaborou Azelma Rodrigues, de Bras&iacute;lia)<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[RemÃ©dio jÃ¡ Ã© distribuÃ­do com reajuste de atÃ© 6,3%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35135</link>
<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 11:09:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, garante que nenhuma categoria de medicamento pode ter alta superior ao &iacute;ndice do custo de vida. Distribuidoras utilizaram portaria de mar&ccedil;o como base para subir os pre&ccedil;os<br /><br />Mesmo sem o aval do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, as distribuidoras de medicamentos se anteciparam e come&ccedil;aram a reajustar ontem os pre&ccedil;os em at&eacute; 6,3%. O consumidor j&aacute; deve sentir os efeitos desses aumentos no bolso esta semana. Mas a resolu&ccedil;&atilde;o com os percentuais s&oacute; dever&aacute; ser publicada nos pr&oacute;ximos dias no Di&aacute;rio Oficial.<br /><br />Para calcular o aumento, as empresas usaram como base uma portaria de 12 de mar&ccedil;o com regras gerais para o reajuste. &ldquo;N&atilde;o teremos alta acima da infla&ccedil;&atilde;o para nenhuma categoria. E a maior parte dos medicamentos ter&aacute; aumento autorizado abaixo do que foi o IPCA&rdquo;, garantiu o ministro Alexandre Padilha. O minist&eacute;rio, no entanto, informou que os laborat&oacute;rios ainda n&atilde;o est&atilde;o autorizados a elevar os pre&ccedil;os<br /><br />Pela primeira vez, desde 2004, o governo federal n&atilde;o publicou a autoriza&ccedil;&atilde;o do reajuste anual dos medicamentos com pre&ccedil;os controlados at&eacute; o fim de mar&ccedil;o. Mas, mesmo sem o aval do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, as distribuidoras come&ccedil;aram a praticar ontem mesmo aumentos de at&eacute; 6,31% nos pre&ccedil;os dos rem&eacute;dios. O ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, informou que a resolu&ccedil;&atilde;o com os percentuais de aumento ser&aacute; publicada ainda esta semana no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o e os reajustes n&atilde;o ser&atilde;o acima da infla&ccedil;&atilde;o. &mdash; De acordo com a f&oacute;rmula de c&aacute;lculo da Cemed (C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos), n&atilde;o teremos reajuste acima da infla&ccedil;&atilde;o para nenhuma categoria. E a maior parte dos medicamentos ter&aacute; reajuste autorizado priu o disposto na primeira resolu&ccedil;&atilde;o e seguiu o reajuste adotado pela ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica. &ldquo;A partir de hoje (ontem), os rem&eacute;dios aumentaram 6,31%.<br /><br />A C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos, &oacute;rg&atilde;o do governo formado por representantes de v&aacute;rios minist&eacute;rios, autorizou o aumento em todo o pa&iacute;s&rdquo;, informou o grupo, que acrescentou que os consumidores v&atilde;o sentir o impacto daqui a cerca de 15 dias. Segundo Eduardo Velho, economista-chefe da INVX Global Partners, o reajuste dos rem&eacute;dios trar&aacute; um impacto de 0,17 ponto percentual na infla&ccedil;&atilde;o em 2013. Mas ele estima que este impacto ser&aacute; mais que compensado pela desonera&ccedil;&atilde;o da cesta b&aacute;sica, que deve significar uma redu&ccedil;&atilde;o de 0,40 ponto percentual no IPCA.<br /><br />Ele projeta que a infla&ccedil;&atilde;o termine o ano em 5,62%. l cada em 12 de mar&ccedil;o, n&atilde;o apenas estabeleceu os crit&eacute;rios de composi&ccedil;&atilde;o do aumento, como tamb&eacute;m autorizou o reajuste a partir do &uacute;ltimo dia 30. S&oacute; que a resolu&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica com o percentual de reajuste, que deve ser publicada esta semana, leva em considera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; a infla&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m os ganhos de produtividade das empresas e o pre&ccedil;o dos insumos usados na produ&ccedil;&atilde;o dos rem&eacute;dios.<br /><br />O reajuste dos rem&eacute;dios foi confirmada pelo presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Defesa dos Consumidores e Usu&aacute;rios de Medicamentos do Rio de Janeiro, Odari Saboia. Segundo ele, na pesquisa realizada ontem com as distribuidoras, a entidade verificou aumento de at&eacute; 6% no pre&ccedil;o de custo de cerca de 100 medicamentos. Uma das distribuidoras que enviam rem&eacute;dios para a associa&ccedil;&atilde;o, a Profarma, informou que come&ccedil;ou a repassar ontem os novos pre&ccedil;os informados pelos laborat&oacute;rios. O Grupo Panpharma tamb&eacute;m disse que cumabaixo do que foi o IPCA &mdash; disse Padilha.<br /><br />O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de informou que os laborat&oacute;rios ainda n&atilde;o est&atilde;o autorizados a elevar os pre&ccedil;os e que essa permiss&atilde;o s&oacute; vir&aacute; a partir da publica&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices. Observou que, se houver alguma corre&ccedil;&atilde;o, deve estar dentro do teto em vigor, referente ao aumento autorizado em mar&ccedil;o do ano passado.<br /><br />Jorge Froes, diretor executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Atacado Farmac&ecirc;utico (Abafarma), disse que as distribuidoras j&aacute; receberam as listas das ind&uacute;strias com novos valores e que, ontem mesmo, come&ccedil;aram a praticar os pre&ccedil;os. Pelas contas da ind&uacute;stria, com base nos crit&eacute;rios publicados pelo governo, a eleva&ccedil;&atilde;o poder&aacute; chegar a 6,31% &mdash; o que corresponde &agrave; infla&ccedil;&atilde;o medida pelo IPCA nos 12 meses encerrados em fevereiro. Em m&eacute;dia, ficar&aacute; em 4,59%, segundo a ind&uacute;stria.<br /><br />&nbsp;Segundo Eduardo Velho, economista-chefe da INVX Global Partners, o reajuste dos rem&eacute;dios trar&aacute; um impacto de 0,17 ponto percentual na infla&ccedil;&atilde;o em 2013. Mas ele estima que este impacto ser&aacute; mais que compensado pela desonera&ccedil;&atilde;o da cesta b&aacute;sica, que deve significar uma redu&ccedil;&atilde;o de 0,40 ponto percentual no IPCA. Ele projeta que a infla&ccedil;&atilde;o termine o ano em 5,62%. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo<br /><br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Eurofarma compra a peruana Refasa CarriÃ³n]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35132</link>
<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 10:31:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Eurofarma fechou h&aacute; duas semanas a compra da Refasa Carri&oacute;n, a 25&ordf; companhia do setor no mercado peruano. A empresa j&aacute; adquiriu, desde 2009, pequenas empresas na Argentina, no Uruguai, no Chile e na Col&ocirc;mbia. Juntas, as opera&ccedil;&otilde;es internacionais equivalem a 8% das vendas da Eurofarma. O M&eacute;xico e a Venezuela s&atilde;o mercados priorit&aacute;rios. O mercado brasileiro de medicamentos representa 40% do latino-americano e cresceu, no ano passado, a uma taxa de 12%<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Segmento de genÃ©ricos cresce menos que o esperado]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35131</link>
<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 10:14:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O setor de gen&eacute;ricos do pa&iacute;s cresceu 10,7% em fevereiro, na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo m&ecirc;s de 2012, de acordo com a Pr&oacute;Gen&eacute;ricos (associa&ccedil;&atilde;o do setor). Apesar da alta, a taxa ficou abaixo do esperado pela entidade. Em fevereiro do ano passado, a eleva&ccedil;&atilde;o havia sido quase o dobro (24,2%).<br /><br />"A gente n&atilde;o pode reclamar [da expans&atilde;o], mas precisamos ampliar o acesso das pessoas aos medicamentos", afirma a presidente da associa&ccedil;&atilde;o, Telma Salles.<br />A queda no ritmo de crescimento n&atilde;o &eacute; decorrente de um amadurecimento do mercado, segundo Salles, mas da "fragilidade econ&ocirc;mica" do pa&iacute;s e da falta de lan&ccedil;amentos de novos produtos.<br /><br />Ao todo, 1.140 pedidos de registros de novos gen&eacute;ricos aguardam resposta da Anvisa, de acordo com dados da Pr&oacute;Gen&eacute;ricos. Outros 323 produtos esperam renova&ccedil;&atilde;o de registros -o mais antigo &eacute; de outubro de 2008."As empresas precisam renovar o portf&oacute;lio", diz Salles.<br /><br />A Anvisa adotou, em mar&ccedil;o, medidas para agilizar esses processos. Entre elas est&atilde;o a publica&ccedil;&atilde;o de um edital de concurso p&uacute;blico para contratar mais profissionais e um sistema eletr&ocirc;nico de registro de medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Anvisa quer debater regras para rastreabilidade]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35129</link>
<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 10:08:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) coloca na ter&ccedil;a-feira (2) em consulta p&uacute;blica regras para rastreabilidade dos medicamentos, um sistema que permitir&aacute; acompanhar a trajet&oacute;ria do rem&eacute;dio desde a sua produ&ccedil;&atilde;o at&eacute; a venda para o consumidor. O modelo proposto se encaixa nas reivindica&ccedil;&otilde;es da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica: caixas com c&oacute;digo bidimensional, o c&oacute;digo de barras.<br /><br />As novas regras ficar&atilde;o em consulta p&uacute;blica por 30 dias. Foram preparadas por t&eacute;cnicos da Anvisa que, durante um ano e meio, discutiram o modelo agora proposto. O presidente da ag&ecirc;ncia, Dirceu Barbano, diz que o sistema ser&aacute; implantado em etapas. Na primeira fase, ser&aacute; exigida a adapta&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica, a quem caber&aacute; produzir as novas embalagens. Num segundo momento, distribuidores ter&atilde;o de instalar um banco de dados. A &uacute;ltima fase ser&aacute; implantada nas farm&aacute;cias. "Faremos o poss&iacute;vel para fazer nossa parte at&eacute; mesmo antes do prazo proposto", afirmou o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o da Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica de Pesquisa (Interfarma), Antonio Brito. "Com esse sistema, somente quem perde s&atilde;o os sonegadores e os falsificadores", completou.<br /><br />Este &eacute; o segundo modelo de rastreamento proposto pela ag&ecirc;ncia. O primeiro formato escolhido, um selo feito pela Casa da Moeda, desagradou o setor produtivo. Diante das press&otilde;es, em mar&ccedil;o de 2011 o sistema foi suspenso e um grupo de trabalho foi formado para apresentar alternativas.<br /><br />Reajuste<br /><br />O ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, afirmou que a C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o de Mercado de Medicamentos (Cmed) deve divulgar esta semana o &iacute;ndice do reajuste dos rem&eacute;dios. De acordo com ele, o valor acertado n&atilde;o dever&aacute; ser superior &agrave; infla&ccedil;&atilde;o acumulada no per&iacute;odo. Padilha afirmou que o valor autorizado estar&aacute; abaixo do IPCA. As regras valem para cerca de 20 mil itens. Medicamentos de alta concorr&ecirc;ncia no mercado, fitoter&aacute;picos e homeop&aacute;ticos n&atilde;o est&atilde;o sujeitos aos valores determinados pela Cmed.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Nordeste Ã© desafio para a Brazil Pharma]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35126</link>
<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 12:44:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Rede de farm&aacute;cias do grupo BTG tamb&eacute;m v&ecirc; aumento da concorr&ecirc;ncia no Centro-Oeste</em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /><br />A Brazil Pharma, do grupo BTG, &eacute; a empresa do segmento de farm&aacute;cias que tem demonstrado mais agressividade em expans&atilde;o nos &uacute;ltimos anos. A companhia, criada em 2009, tem perseguido a meta de se tornar o maior grupo do segmento fora do Sudeste. Isto porque al&eacute;m da grande competi&ccedil;&atilde;o verificada na regi&atilde;o, os custos tamb&eacute;m s&atilde;o mais altos nesta &aacute;rea do pa&iacute;s.<br /><br />Por&eacute;m, mesmo com a expan- s&atilde;o acelerada &mdash; foram dez aqui- si&ccedil;&otilde;es em quatro anos &mdash; , e as perspectivas de crescimento deste mercado, a Brazil Pharma admite que o varejo farmac&ecirc;uti- co reserva s&eacute;rios desafios. &ldquo;Um ponto negativo do mercado &eacute; o aumento da competi&ccedil;&atilde;o nas regi&otilde;es Centro-oeste e Nordeste&rdquo;, afirma Andr&eacute; S&aacute;, presidente da Brazil Pharma.<br /><br />No Centro-oeste, a compa- nhia opera a Drogaria Ros&aacute;rio e as franquias da Farmais. &ldquo;Continuamos l&iacute;der na regi&atilde;o, mas seria ingenuidade dizer que a competi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o vai aumentar&rdquo;, diz S&aacute;. Na regi&atilde;o Nordeste &eacute; o estado da Bahia que apresenta uma competi&ccedil;&atilde;o mais acirrada, afirma o executivo. L&aacute;, a companhia opera as unidades da Farm&aacute;cia Sant&rsquo;ana. A situa&ccedil;&atilde;o no estado ficou ainda mais complicada para a empresa no ano passado por causa do inc&ecirc;ndio em seu centro de distribui&ccedil;&atilde;o localizado em Salvador.<br /><br />O acidente fez com que a em- presa dependesse dos distribui- dores para abastecer as lojas da Bahia, o que tornou mais dif&iacute;cil conseguir boas negocia&ccedil;&otilde;es com os fabricantes. Agora, com a conclus&atilde;o do novo centro de distribui&ccedil;&atilde;o, em Cama&ccedil;ari, a companhia espera retomar as r&eacute;deas do mercado baiano. Para este ano, est&aacute; programa da a abertura de mais dois dep&oacute;sitos: um no Nordeste e ou- tro no Sul do pa&iacute;s.<br /><br />A companhia tamb&eacute;m possui armaz&eacute;ns em Bel&eacute;m (PA), Jaboat&atilde;o dos Guararapes (PE), Bras&iacute;lia (DF) e Canoas (RS). O segundo pon- to negativo enfrentado no varejo de farm&aacute;cias, segundo S&aacute;, diz respeito a custo e infla&ccedil;&atilde;o. &ldquo;A infla&ccedil;&atilde;o tem sido um problema para o pa&iacute;s como um todo. Esta- mos tentando driblar isso com aumento de nossa efici&ecirc;ncia. Na companhia, estamos com me- nos gente fazendo mais&rdquo;, afir- ma. O crescimento org&acirc;nico deve continuar no mesmo ritmo do ano passado, quando a compa- nhia abriu 96 unidades. &ldquo;Vamos inaugurar por volta de cem uni- dades. Acima disso aumenta a possibilidade de cometer er- ros&rdquo;, diz S&aacute;. Em 2012, a compa- nhia faturou R$ 2,6 bilh&otilde;es, alta de 168,5% na compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior. J&aacute; o lucro l&iacute;qui- do do per&iacute;odo caiu 63,8% para R$ 2,9 milh&otilde;es<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Coop investe R$ 900 mil para lanÃ§ar duas drogarias de rua]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35037</link>
<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 09:25:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Buscando ampliar o leque de clientes, a Coop (Cooperativa de Consumo), com matriz em Santo Andr&eacute;, lan&ccedil;ou ontem duas drogarias externas em S&atilde;o Bernardo. As novas instala&ccedil;&otilde;es tiveram investimento de R$ 900 mil. Do total, cerca de R$ 400 mil foram destinados &agrave; loja da Rua Djalma Dutra, 235, no Centro, onde foram contratados 12 colaboradores. A outra farm&aacute;cia est&aacute; localizada na Avenida Maria Servidei Demarchi, 1.613, bairro Demarchi.<br /><br />&ldquo;&Eacute; um projeto piloto. As duas unidades servir&atilde;o como experi&ecirc;ncia para que no futuro possamos ajustar as opera&ccedil;&otilde;es e mediar a situa&ccedil;&atilde;o real do desempenho. Ap&oacute;s seis meses vamos come&ccedil;ar a ter retorno&rdquo;, prev&ecirc; Marcio Francisco Blanco do Valle, que assumir&aacute; a presid&ecirc;ncia da diretoria da rede a partir do dia 1&ordm;.<br /><br />&Eacute; a primeira vez que o grupo inaugura farm&aacute;cias desvinculadas das unidades. &ldquo;Com o dinheiro utilizado para abrir uma loja com drogaria, o investimento fica muito mais caro, chegando a R$ 15 milh&otilde;es&rdquo;, analisa Valle.<br /><br />Para a gerente de neg&oacute;cios de drogaria da Coop, Rosangela Prado, as duas lojas devem alavancar em 20% as comercializa&ccedil;&otilde;es mensais da rede. &ldquo;As vendas entre as 28 drogarias instaladas nas unidades da Coop somam, atualmente, 1,5 milh&atilde;o de produtos por m&ecirc;s&rdquo;, esclarece.<br /><br />De acordo com o relat&oacute;rio do conselho de administra&ccedil;&atilde;o divulgado nesta semana em assembleia geral ordin&aacute;ria, a Coop pesquisou, em dez drogarias regionais, 24 medicamentos variados e de grande procura. As farm&aacute;cias em supermercados locais apresentaram pre&ccedil;o 9,3% maior do que a cooperativa; drogarias da regi&atilde;o apontaram valor 32,86% maior e as grandes redes em S&atilde;o Paulo, 30,12%. &ldquo;O n&uacute;mero de drogarias que temos nos permite melhor negocia&ccedil;&atilde;o com os fabricantes de rem&eacute;dios, repassando esse desconto para nosso p&uacute;blico. Em contrapartida, a rede &eacute; uma cooperativa e tem por objetivo beneficiar o cooperado, portanto, n&atilde;o visa o lucro, mas sim o fornecimento bruto. Revertemos o &lsquo;faturamento&rsquo; em mais produtos, com menores pre&ccedil;os&rdquo;, defende Valle.<br /><br />O layout interno e a comunica&ccedil;&atilde;o visual tamb&eacute;m est&atilde;o alinhados com o atual projeto de moderniza&ccedil;&atilde;o pelo qual passaram todas as unidades internas da rede. &ldquo;Mantivemos o conforto e a praticidade que os clientes est&atilde;o acostumados quando v&atilde;o &agrave;s lojas da Coop&rdquo;, afirma o gerente de marketing, Celso Furtado.<br /><br />As drogarias de rua estar&atilde;o abertas das 8h &agrave;s 22 hs, de segunda a s&aacute;bado e aos domingos das 8h &agrave;s 18h.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Diario do Grande ABC</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Drogarias externas da COOP sÃ£o abertas ao pÃºblico]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=35031</link>
<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 15:45:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><br /><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">
<table style="margim 10px;float:right" border="0" width="100">
<tbody>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td><img title="Demarchi" src="/img/par/3/5/3550.jpg" alt="Demarchi" width="300" height="225" /></td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Unidade da Drogaria Coop - Bairro Demarchi - S&atilde;o Bernardo do Campo</span></td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td><img title="Djalmadutra" src="/img/impar/3/5/3551.jpg" alt="Djalmadutra" width="300" height="223" /></td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Drogaria Coop da rua Djalma Dutra - Centro - S&atilde;o Bernardo do Campo</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
A Coop - Cooperativa de Consumo inaugurou nesta ter&ccedil;a-feira (26) simultaneamente em S&atilde;o Bernardo do Campo duas drogarias externas - fora de suas unidades de distribui&ccedil;&atilde;o. <br /></span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">
<p><br />A drogaria da rua Djalma Dutra, 235 - Centro foi inaugurada por Marcio Francisco Blanco do Valle, que a partir do dia 1&ordm; de abril assume a presid&ecirc;ncia da diretoria, e a unidade da avenida Maria Servidei Demarchi, 1613 - Bairro Demarchi, pelo atual presidente da Coop, Antonio Jos&eacute; Monte.</p>
<p>As duas unidades exigiram investimentos na ordem de R$ 900 mil e servir&atilde;o como piloto para que em seis meses a cooperativa possa avaliar o seu desempenho, aprimorar os processos e partir para a expans&atilde;o do n&uacute;mero de unidades.</p>
<p><br />De acordo com Marcio Francisco Blanco do Valle, as drogarias sempre tiveram um importante papel social, haja visto que a Coop foi pioneira na sua implanta&ccedil;&atilde;o dentro das unidades de distribui&ccedil;&atilde;o. "Criar drogarias independentes foi uma forma encontrada para levar esse servi&ccedil;o mais perto do cooperado sem a necessidade de inaugurar lojas. Com o investimento de uma unidade de distribui&ccedil;&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel abrir de 10 a 15 drogarias externas", explica Marcio Valle.</p>
<p><br /><br />Nas drogarias est&atilde;o disponibilizados 7 mil itens, entre medicamentos e ampla linha de perfumaria, higiene pessoal, infantil, puericultura e dermocosm&eacute;ticos. Seu funcionamento ser&aacute; das 8 &agrave;s 22 horas, de segunda a s&aacute;bado e aos domingos das 8 &agrave;s 18 horas. A fachada das novas drogarias segue o estilo clean e moderno e tanto a ilumina&ccedil;&atilde;o interna como externa &eacute; de led, aprimorando a sua luminosidade e ao mesmo tempo com menor consumo de energia el&eacute;trica. O lay out interno e comunica&ccedil;&atilde;o visual tamb&eacute;m est&atilde;o alinhados com o atual projeto de moderniza&ccedil;&atilde;o pelas quais passaram todas as drogarias internas da rede.</p>
<p><br /><br /><strong><span style="text-decoration: underline;">Sobre a Coop:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><br /></span></strong>
<p>Considerada a maior cooperativa de consumo da Am&eacute;rica Latina e 14&ordf; no ranking da ABRAS - Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados, a Coop possui mais de 1,6 milh&atilde;o de cooperados e 28 unidades de distribui&ccedil;&atilde;o, localizadas no ABC Paulista, Sorocaba, S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, Piracicaba e Tatu&iacute;, e dois postos de combust&iacute;veis, um em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos e um na cidade de Tatu&iacute;. Encerrou 2012 com fornecimento bruto de R$ 1,76 bilh&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">
<p>Fonte: Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o da COOP</p>
</span></p>
</span>
<p>&nbsp;</p>
</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" >35031</guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sem PIS/Cofins, consumidor economizaria 11% em remÃ©dio]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34933</link>
<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 11:06:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica quer aproveitar a deixa do varejo e tamb&eacute;m se beneficiar de um corte de tributos federais.<br /><br />Enquanto as empresas se articulam com pol&iacute;ticos para que o interesse seja defendido no Congresso, a Interfarma (Associa&ccedil;&atilde;o da Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica de Pesquisa) fez uma simula&ccedil;&atilde;o de quanto os rem&eacute;dios custariam sem PIS/Cofins.<br /><br />Isentos do imposto, os consumidores economizariam 11,27%. O pre&ccedil;o de uma caixa de desatinibe, utilizado no tratamento de leucemia, com 60 comprimidos de 50 mg, por exemplo, cairia de R$ 14.398,25 para R$ 12.774,97.<br /><br />"O impacto da redu&ccedil;&atilde;o dos impostos seria imediato, porque o pre&ccedil;o do medicamento &eacute; tabelado pelo governo. N&atilde;o teria como o pre&ccedil;o final ao consumidor n&atilde;o ser reduzido, como ocorreu com itens da cesta b&aacute;sica", afirma o presidente-executivo da entidade, Ant&ocirc;nio Britto.<br /><br />A associa&ccedil;&atilde;o calculou ainda a economia que haveria para o consumidor caso o ICMS tamb&eacute;m fosse zerado. O mesmo rem&eacute;dio para leucemia custaria R$ 10.475,86 -desconto de 27,20%.<br /><br />"Sabemos que cortar o ICMS &eacute; mais complicado, pois depende de uma articula&ccedil;&atilde;o com todos os Estados. Mas, se o governo quer ampliar o acesso aos medicamentos, tem que mexer nos tributos."<br /><br />A isen&ccedil;&atilde;o de impostos pode ampliar a demanda do setor. Segundo o executivo, 74% dos rem&eacute;dios hoje s&atilde;o comprados pelos consumidores e 52% dos tratamentos s&atilde;o abandonados no meio. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova classe C e maior perspectiva de vida da populaÃ§Ã£o impulsionam as vendas de medicamentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34894</link>
<pubDate>Thu, 21 Mar 2013 09:40:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As vendas de medicamentos no Brasil dever&atilde;o crescer, em m&eacute;dia, entre 15% e 20% este ano sobre a receita de R$ 49,6 bilh&otilde;es registrada no ano passado, disse nesta quarta-feira &agrave; Ag&ecirc;ncia Brasil o diretor executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Distribuidores de Laborat&oacute;rios Nacionais (Abradilan), Geraldo Monteiro. Ele participou da abertura da 9&ordf; Feira Abradilan Farma &amp; HPC (higiene, perfumaria e cosm&eacute;ticos), no Riocentro. O aumento das vendas em rela&ccedil;&atilde;o a 2011 alcan&ccedil;ou 15,8%.<br /><br />Monteiro destacou que a ascens&atilde;o das classes sociais D e E &agrave; classe C e a eleva&ccedil;&atilde;o da renda do trabalhador brasileiro foram fatores que impulsionaram o setor. &ldquo;Com certeza absoluta. O cidad&atilde;o, com mais renda, vai ao consumo, principalmente dessas classes D e E que at&eacute; ent&atilde;o eram mais baixas. Isso tem contribu&iacute;do bastante para o consumo&rdquo;. Segundo ele, essa fatia da popula&ccedil;&atilde;o passou a investir mais em sa&uacute;de. &ldquo;E por conta disso, os medicamentos tamb&eacute;m est&atilde;o dentro dos produtos ligados &agrave; sa&uacute;de&rdquo;.<br /><br />A maior perspectiva de vida do brasileiro &eacute; outro fator, de acordo com Monteiro, que sinaliza para a amplia&ccedil;&atilde;o das vendas. &ldquo;A popula&ccedil;&atilde;o, com perspectiva de vida cada vez maior, certamente vai investir mais na preven&ccedil;&atilde;o. E os medicamentos, que todo mundo imagina que seriam s&oacute; para a cura [de doen&ccedil;as] podem ser usados tamb&eacute;m na preven&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /><br />A proje&ccedil;&atilde;o do mercado de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano, acima da taxa de 0,9% registrada em 2012, aponta tamb&eacute;m para o crescimento das vendas de rem&eacute;dios, disse o diretor executivo da Abradilan. &ldquo;Vai contribuir, sim, com certeza, uma vez que quando h&aacute; perspectiva de aumento do PIB, h&aacute; mais perspectiva de emprego, de renda. Tudo isso, de uma maneira ou de outra, vai refletir no consumo. E os medicamentos, produtos para a sa&uacute;de, cosm&eacute;ticos, est&atilde;o dentro do perfil de consumo do cidad&atilde;o&rdquo;.<br /><br />A carga tribut&aacute;ria &eacute;, segundo Geraldo Monteiro, o principal entrave para um maior desenvolvimento do setor, porque acaba refletindo nos custos que s&atilde;o repassados ao consumidor. Ele reivindicou do governo a diminui&ccedil;&atilde;o da carga tribut&aacute;ria que incide sobre o setor de medicamentos, hoje da ordem de 33,9%. Al&eacute;m disso, o setor paga obriga&ccedil;&otilde;es acess&oacute;rias, que representam 1,8% do faturamento das empresas com ganhos at&eacute; R$ 100 milh&otilde;es, informou o diretor. &ldquo;A redu&ccedil;&atilde;o da carga &eacute; ben&eacute;fica n&atilde;o s&oacute; para o setor, mas para a sociedade, porque cada vez que a carga tribut&aacute;ria &eacute; reduzida, isso vai refletir direto no pre&ccedil;o final do produto. Isso beneficia o consumidor&rdquo;, completou.<br /><br />A 9&ordf; Feira Abradilan Farma &amp; HPC vai at&eacute; sexta-feira (22). Os organizadores estimam que entre 20 mil e 25 mil pessoas passem pelo Riocentro. Eles dever&atilde;o movimentar entre R$ 250 milh&otilde;es e R$ 270 milh&otilde;es em neg&oacute;cios. A feira da Abradilan &eacute; considerada o mais importante evento do segmento farmac&ecirc;utico do Brasil.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio de Pernambuco</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pacote de estÃ­mulo Ã  produÃ§Ã£o de medicamentos reduz prazo de registro]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34850</link>
<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 11:15:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de d&aacute; in&iacute;cio hoje a um pacote para estimular a produ&ccedil;&atilde;o nacional de medicamentos e, consequentemente, baratear o pre&ccedil;o dos rem&eacute;dios para a popula&ccedil;&atilde;o. As medidas passam por uma reformula&ccedil;&atilde;o da estrutura e das fun&ccedil;&otilde;es da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa).<br /><br />A principal delas &eacute; a diminui&ccedil;&atilde;o, de nove para seis meses, do prazo de registro de medicamentos considerados priorit&aacute;rios pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) ou inovadores. Hoje, h&aacute; uma fila de mais de mil pedidos aguardando registro. A meta &eacute; acabar com ela ainda neste ano. Para os medicamentos considerados n&atilde;o priorit&aacute;rios, o prazo institu&iacute;do para o in&iacute;cio da an&aacute;lise dos registros tamb&eacute;m &eacute; de 180 dias. Essas metas ser&atilde;o publicadas hoje no "Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o".<br /><br />Para dar conta desses prazos, grande parte da estrutura interna da Anvisa ser&aacute; alterada. Ser&aacute; publicado hoje o edital de concurso para contrata&ccedil;&atilde;o de 314 servidores, dos quais 80% ser&atilde;o lotados na &aacute;rea de registro de medicamentos.<br /><br />Outras mudan&ccedil;as ocorrer&atilde;o nas pr&oacute;ximas semanas. Atualmente, umas das atribui&ccedil;&otilde;es da Anvisa &eacute; o cadastramento de estabelecimentos ligados &agrave; sa&uacute;de, como farm&aacute;cias e distribuidoras de rem&eacute;dios. Uma nova regra ir&aacute; determinar que isso tamb&eacute;m poder&aacute; ser feito pelas vigil&acirc;ncias estaduais e municipais. A partir de abril, ter&aacute; in&iacute;cio tamb&eacute;m o Sistema de Registro Eletr&ocirc;nico de Medicamentos, ferramenta que visa desburocratizar o processo, eliminando a necessidade de documentos e dossi&ecirc;s. A expectativa &eacute; reduzir em at&eacute; 40% o tempo de an&aacute;lise.<br /><br />O prazo de validade do certificado de boas pr&aacute;ticas, necess&aacute;rio para que as empresas possam produzir medicamentos, ser&aacute; estendido de dois para quatro anos. A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; que, quando a empresa tem boas pr&aacute;ticas, ela dificilmente as perde. O objetivo com essa medida &eacute; reduzir pela metade o n&uacute;mero de inspe&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Ser&aacute; tamb&eacute;m publicado um decreto presidencial com nova regulamenta&ccedil;&atilde;o da Lei de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria, com o intuito de desburocratiz&aacute;-la. Um outro decreto cria o Conselho Cient&iacute;fico da Anvisa, para auxiliar a ag&ecirc;ncia a avaliar riscos e a qualidade de novos medicamentos.<br /><br />O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de tamb&eacute;m autorizou a Anvisa a reconhecer atividades de inspe&ccedil;&atilde;o de f&aacute;bricas feitas por outras ag&ecirc;ncias internacionais. Hoje, muitos funcion&aacute;rios da Anvisa t&ecirc;m de visitar f&aacute;bricas de outros pa&iacute;ses para avaliar os produtos que entram no mercado brasileiro. S&atilde;o 450 viagens por ano, com tr&ecirc;s servidores indo em cada uma delas. H&aacute; um consenso ente o minist&eacute;rio e a ag&ecirc;ncia de que h&aacute; grande perda de tempo e dinheiro com esse procedimento, uma vez que esses pa&iacute;ses t&ecirc;m ag&ecirc;ncias de vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria com reconhecida excel&ecirc;ncia.<br /><br />O ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, disse ontem que o objetivo das medidas &eacute; estimular a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica. "As medidas preparam a Anvisa para um ambiente de fortalecimento da produ&ccedil;&atilde;o industrial. A Anvisa foi criada em um momento (1999) em que a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o nacional era baixa. Isso mudou, e esse pacote se encaixa nesse perfil, de acelerar a produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos." A informa&ccedil;&atilde;o foi publicada em primeira m&atilde;o pelo Valor PRO, servi&ccedil;o em tempo real do Valor.<br /><br />Segundo Padilha, o impacto para a popula&ccedil;&atilde;o &eacute; o aumento da concorr&ecirc;ncia, diminui&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os e maior oferta de produtos. "S&oacute; &eacute; poss&iacute;vel ampliar o acesso a medicamentos se ampliarmos a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o nacional, principalmente dos produtos mais caros."<br /><br />A maior parte das medidas tenta equiparar a Anvisa &agrave; similar dos Estados Unidos, a FDA, sigla para Food and Drug Administration. Tanto as metas de 180 dias para os registros e an&aacute;lises de medicamentos quanto a possibilidade de reconhecimento de ag&ecirc;ncias internacionais decorrem da experi&ecirc;ncia americana. Al&eacute;m do que ser&aacute; publicado hoje, e dos dois decretos presidenciais, algumas medidas ter&atilde;o de passar pelo crivo do Congresso, o que ser&aacute; feito por projetos de lei ou medidas provis&oacute;rias.<br /><br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Sandoz quer reforÃ§ar marca no paÃ­s]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34813</link>
<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 12:43:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A farmac&ecirc;utica Sandoz, bra&ccedil;o de medicamentos gen&eacute;ricos da su&iacute;&ccedil;a Novartis, quer se consolidar como uma marca forte no Brasil. Segunda maior produtora de gen&eacute;ricos do mundo, o desempenho da companhia no pa&iacute;s ainda deixa muito a desejar - a empresa aparece como a oitava nesse segmento no mercado nacional, de acordo com levantamento da consultoria IMS Health.<br /><br />Ao Valor, o presidente global do grupo, Jeff George, disse que a farmac&ecirc;utica quer refor&ccedil;ar sua posi&ccedil;&atilde;o como produtora de medicamentos de alta tecnologia, caso dos biossimilares (vers&atilde;o gen&eacute;rica de rem&eacute;dios biol&oacute;gicos) e de produtos injet&aacute;veis, sobretudo os voltados para tratamento de c&acirc;ncer. "O mercado brasileiro &eacute; considerado estrat&eacute;gico para a Sandoz."<br /><br />Esse discurso &eacute; adotado pela maioria dos executivos internacionais de grandes farmac&ecirc;uticas que querem avan&ccedil;ar no Brasil. No caso espec&iacute;fico da Sandoz, a empresa n&atilde;o consegue concorrer de igual para igual com os laborat&oacute;rios brasileiros que colocam muito rapidamente no mercado vers&otilde;es gen&eacute;ricas de produtos que tiveram suas patentes expiradas. Fontes ouvidas pelo Valor afirmam que a multinacional n&atilde;o se adapta &agrave; pr&aacute;tica da pol&iacute;tica agressiva de descontos concedida pelas farmac&ecirc;uticas nacionais. "Embora sejam do mesmo grupo, Novartis e Sandoz agem como se fossem independentes no Brasil. Desde 2006, a Sandoz trocou pelo menos cinco vezes de presidente no pa&iacute;s", disse uma fonte. A companhia informou que segue uma pol&iacute;tica de expatria&ccedil;&atilde;o que estimula a mudan&ccedil;a de executivos entre os pa&iacute;ses.<br /><br />Entre as dez maiores companhias de gen&eacute;ricos do pa&iacute;s, a Sandoz &eacute; a &uacute;nica multinacional a comercializar no Brasil medicamento biossimilar j&aacute; enquadrado na nova regulamenta&ccedil;&atilde;o da Anvisa (Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria). Nesse segmento, a empresa ainda n&atilde;o tem concorrente direto no pa&iacute;s. As rec&eacute;m-criadas companhias nacionais - Bionovis e Orygen - estimam colocar seus biossimilares no mercado nos pr&oacute;ximos meses.<br /><br />Maior produtora global de biossimilares e injet&aacute;veis, a Sandoz comercializa desde 2011 no pa&iacute;s o horm&ocirc;nio de crescimento Omnitrope. O mercado de biossimilar no Brasil gira em torno de US$ 1,6 bilh&atilde;o, segundo estimativas do grupo, considerando que 66% das mol&eacute;culas de produtos biol&oacute;gicos no mercado nacional v&atilde;o perder suas patentes este ano. No mercado internacional, a Sandoz tem tr&ecirc;s produtos biossimilares e em seu pipeline possui de oito a dez mol&eacute;culas em desenvolvimento, das quais seis em estudos cl&iacute;nicos na fase 3 (mais avan&ccedil;ada). "A empresa est&aacute; preparada para atender esse segmento com produtos de alta tecnologia", disse George.<br /><br />De acordo com o executivo, a receita com as vendas de medicamentos no Brasil cresceu 29% em 2012, considerado um desempenho excepcional pelo grupo. A companhia n&atilde;o divulga o faturamento por pa&iacute;s. O Valor apurou que as vendas de gen&eacute;ricos da Sandoz no pa&iacute;s ficou em torno de US$ 230 milh&otilde;es no ano passado. O segmento de gen&eacute;ricos de marca (similares) avan&ccedil;ou 92% no ano passado.<br /><br />"A participa&ccedil;&atilde;o das vendas do Brasil no faturamento global do grupo ainda est&aacute; entre os 15 maiores, mas dever&aacute; ficar entre os dez a partir de 2013", afirmou o executivo. Os EUA, Alemanha, R&uacute;ssia, Fran&ccedil;a e Canad&aacute;, respectivamente, s&atilde;o os cinco principais mercados do grupo no mundo.<br /><br />Com uma f&aacute;brica no pa&iacute;s, instalada em Camb&eacute; (PR), essa unidade &eacute; considerada centro de excel&ecirc;ncia no desenvolvimento de orais s&oacute;lidos, entre eles os contraceptivos hormonais. No ano passado, esta planta produziu mais de 1 bilh&atilde;o de c&aacute;psulas para atender ao crescimento da demanda nacional. "A companhia contratou 140 novos funcion&aacute;rios para atender a maior demanda no mercado nacional", disse o executivo. A unidade brasileira absorve cerca de 90% de toda a produ&ccedil;&atilde;o. O restante &eacute; exportado.<br /><br />Segundo George, a Sandoz tem a vantagens de ser uma empresa global com um portf&oacute;lio amplo e novos em desenvolvimento.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[RemÃ©dios no Brasil serÃ£o reajustados no dia 30]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34709</link>
<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 10:01:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><em>Percentual depender&aacute; de infla&ccedil;&atilde;o, de custo de insumos e dos ganhos das empresas</em></p>
<p><br /><br />&nbsp;<br />BRAS&Iacute;LIA &ndash; Os rem&eacute;dios poder&atilde;o ter os pre&ccedil;os reajustados a partir do dia 30 de mar&ccedil;o, segundo autoriza&ccedil;&atilde;o da C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos (Cmed), formada por uma equipe interministerial liderada pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. A autoriza&ccedil;&atilde;o com os crit&eacute;rios de composi&ccedil;&atilde;o dos ajustes dos pre&ccedil;os foi publicada nesta ter&ccedil;a-feira no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o.<br /><br />Para esses reajustes, ser&atilde;o consideradas as expectativas de infla&ccedil;&atilde;o, de ganhos de produtividade das empresas de medicamentos e o pre&ccedil;o dos insumos usados na produ&ccedil;&atilde;o dos rem&eacute;dios. Para a infla&ccedil;&atilde;o, dever&aacute; ser usado o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulado entre mar&ccedil;o de 2011 e fevereiro de 2012, calculado pelo IBGE.<br /><br />Em mar&ccedil;o do ano passado, os aumentos autorizados pela c&acirc;mara de regula&ccedil;&atilde;o foram de 5,85%, no grupo de maior concorr&ecirc;ncia, e de 2,80%, no intermedi&aacute;rio. Na categoria com menor concorr&ecirc;ncia de mercado, houve uma redu&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os de 0,25%.<br /><br />Em 2011, os reajustes autorizados foram de 3,54%, 4,77% e 6,01%, dependendo da participa&ccedil;&atilde;o dos gen&eacute;ricos no mercado. Quanto mais gen&eacute;ricos concorrentes tem um rem&eacute;dio, maior &eacute; o aumento autorizado pelo governo.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo - RJ</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Governo autoriza reajuste no preÃ§o de medicamentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34695</link>
<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 13:35:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Reajuste de pre&ccedil;os de medicamentos entra em vigor a partir de 30 de mar&ccedil;o<br /><br /><br />O governo, por meio do Conselho de Ministros da C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos (CMED), autorizou, nesta ter&ccedil;a-feira, reajuste de pre&ccedil;os de medicamentos a partir de 30 de mar&ccedil;o.<br /><br />O ajuste dever&aacute; adotar como refer&ecirc;ncia o Pre&ccedil;o Fabricante usado a partir de 31 de mar&ccedil;o de 2012. Dever&aacute; ser utilizado para a forma&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), acumulado no per&iacute;odo de mar&ccedil;o de 2011 at&eacute; fevereiro de 2012.<br /><br />Ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o oficial do IPCA de fevereiro de 2013, que ficou em 0,60%, a CMED editar&aacute; resolu&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica sobre a forma de defini&ccedil;&atilde;o do Pre&ccedil;o Fabricante e do Pre&ccedil;o M&aacute;ximo ao Consumidor dos medicamentos e da forma de apresenta&ccedil;&atilde;o de Relat&oacute;rio de Comercializa&ccedil;&atilde;o pelas empresas produtoras, destaca a resolu&ccedil;&atilde;o publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU).<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Hypermarcas acredita que fusÃ£o com o AchÃ© poderia fazer sentido]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34688</link>
<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 12:47:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente da fabricante de medicamentos e bens de consumo Hypermarcas, Claudio Bergamo, negou ontem que a empresa esteja participando do processo de venda do laborat&oacute;rio Ach&eacute;. No entanto, o executivo disse que uma eventual fus&atilde;o entre as empresas poderia fazer sentido, dada a complementariedade das linha de produtos, mas precisaria ser analisada em detalhes para garantir vantagens aos acionistas.<br /><br />Em teleconfer&ecirc;ncia com acionistas ontem, Bergamo comentou ainda que o ano de 2013 come&ccedil;ou "morno" para a empresa, com vendas abaixo das expectativas. O motivo seria conjuntural, devido ao Carnaval antecipado e &agrave; mudan&ccedil;a na legisla&ccedil;&atilde;o fiscal interestadual para produtos com componentes importados, com a equaliza&ccedil;&atilde;o do Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os (ICMS) em 4%, que estaria causando "incertezas" no mercado.<br /><br />"Isso dever&aacute; ser corrigido ao longo do ano. Mesmo com o crescimento no primeiro trimestre abaixo da expectativa, reafirmamos nosso guidance de um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, deprecia&ccedil;&atilde;o e amortiza&ccedil;&atilde;o) ajustado de R$ 950 milh&otilde;es", afirmou. A meta representaria avan&ccedil;o de cerca de 10% sobre o resultado de 2012.<br /><br />A Hypermarcas teve lucro l&iacute;quido de R$ 124,7 milh&otilde;es no &uacute;ltimo trimestre de 2012, ante R$ 49,6 milh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo de 2011. No ano de 2012, o lucro l&iacute;quido foi de R$ 204 milh&otilde;es, ante preju&iacute;zo de R$ 55 milh&otilde;es no ano anterior. No ano, o Ebitda somou R$ 865,2 milh&otilde;es, avan&ccedil;o de 24,5% sobre 2011.<br /><br />A companhia registrou receita l&iacute;quida de R$ 3,8 bilh&otilde;es no ano, com crescimento org&acirc;nico de 16,5% na compara&ccedil;&atilde;o com 2011. O desempenho reflete aumentos de receita l&iacute;quida de 26,6% na divis&atilde;o farma e de 6,7% na divis&atilde;o consumo. No quarto trimestre do ano, essas duas divis&otilde;es registraram expans&otilde;es de 31,1% e 14,5%, respectivamente, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2011.<br /><br />Ach&eacute;<br /><br />Empresas globais do setor farmac&ecirc;utico, como GlaxoSmithKline , Novartis, Pfizer e Abbott Laboratories, est&atilde;o entre as interessadas na brasileira Ach&eacute;, que pode ser vendida por US$ 3 bilh&otilde;es ou mais, segundo a ag&ecirc;ncia Reuters. A receita da Ach&eacute; nos 12 meses at&eacute; 30 de setembro de 2012 foi de R$ 1,5 bilh&atilde;o e o Ebitda, de R$ 540 milh&otilde;es, segundo a ag&ecirc;ncia Fitch.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Rede Ultrapopular prevÃª expansÃ£o de 150% no ano]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34630</link>
<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 11:39:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Inaugurada em maio do ano passado com apenas tr&ecirc;s lojas, a rede de drogarias Ultrapopular est&aacute; prestes a comemorar um ano de atividades no varejo e j&aacute; re&uacute;ne 51 unidades ligadas a nove redes associadas &agrave; Febrafar, com atua&ccedil;&atilde;o em S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Mato Grosso, Goi&aacute;s, Para&iacute;ba, Bahia e no Distrito Federal. O r&aacute;pido crescimento, segundo aponta o presidente Edison Tamascia, deve-se ao bem-sucedido modelo de neg&oacute;cio adotado pela rede, que possui estrutura e caracter&iacute;sticas pr&oacute;prias. &ldquo;A Ultrapopular foi idealizada exclusivamente para servir de alternativa de neg&oacute;cio para os empres&aacute;rios integrados &agrave;s redes associadas &agrave; Febrafar&rdquo;, justifica Tamascia, que tamb&eacute;m preside a Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Redes Associativistas de Farm&aacute;cias. O executivo acrescenta que a estrat&eacute;gia adotada para tornar o modelo atrativo &eacute; o baixo custo para gerenciamento. &ldquo;N&atilde;o implementamos servi&ccedil;os. O que procuramos fazer &eacute; centralizar as negocia&ccedil;&otilde;es na sede da rede e otimizar a performance dos colaboradores de cada loja,&rdquo; relata.<br /><br />De acordo com o Diretor Executivo, Jos&eacute; Abud Neto, &ldquo;o gerenciamento das lojas &eacute; 100% realizado por nossa central administrativa, onde dispomos de profissionais da &aacute;rea administrativa, tecnol&oacute;gica e comercial, al&eacute;m de uma farmac&ecirc;utica&rdquo;, diz. E frisa que adv&eacute;m da central da rede a determina&ccedil;&atilde;o da lista e a padroniza&ccedil;&atilde;o do cadastro de produtos a serem comercializados, a precifica&ccedil;&atilde;o a ser adotada no PDV, bem como o acompanhamento das vendas que s&atilde;o efetivadas em cada loja. &ldquo;Por meio de relat&oacute;rios, conseguimos identificar a performance de cada ponto de venda e, em caso de incompatibilidades, temos condi&ccedil;&otilde;es imediatas de promover as a&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para manter toda a sua efici&ecirc;ncia operacional&rdquo;, completa.<br /><br />Sob o slogan &ldquo;Quem &eacute; a maior, tem o pre&ccedil;o menor&rdquo;, a rede permite aos empres&aacute;rios do grupo associativista a obten&ccedil;&atilde;o de vantagens competitivas e maior lucratividade por meio de um gerenciamento sistem&aacute;tico de custos, pr&aacute;tica de descontos e cria&ccedil;&atilde;o de imagem de pre&ccedil;o baixo junto &agrave; clientela. Ali&aacute;s, conforme explica o diretor administrativo da rede, Paulo Roberto O. da Costa, este &eacute; o posicionamento estrat&eacute;gico da rede -oferecer &agrave; popula&ccedil;&atilde;o medicamentos com os pre&ccedil;os mais baratos do Brasil, possibilitando a todas as pessoas a continuidade de seus tratamentos.<br /><br />Respons&aacute;vel por criar a estrutura necess&aacute;ria para a gest&atilde;o e o funcionamento das farm&aacute;cias e oferecer todo o suporte necess&aacute;rio para o empres&aacute;rio, desde a montagem do estabelecimento at&eacute; a estrat&eacute;gia comercial a ser adotada, o executivo, que &eacute; cientista farmac&ecirc;utico p&oacute;s-graduado em Gest&atilde;o de Neg&oacute;cios, aponta algumas das principais caracter&iacute;sticas das lojas ultrapopulares. &ldquo;Al&eacute;m de disporem de manuais de orienta&ccedil;&atilde;o [normas e procedimentos e marketing, por exemplo], elas seguem padroniza&ccedil;&atilde;o visual [layout interno e externo], contam com equipe de colaboradores uniformizada e iniciam as opera&ccedil;&otilde;es com um mix composto por mais de 13 mil itens -entre medicamentos gen&eacute;ricos, similares e de marca,&rdquo; informa Costa.<br /><br /><br />Modelo obt&eacute;m ades&atilde;o de empres&aacute;rios varejistas de todo o pa&iacute;s<br /><br /><br />Desde a inaugura&ccedil;&atilde;o da primeira drogaria Ultrapopular do Brasil, em 2 de maio de 2012, pelo empres&aacute;rio Giuliano Trindade, da cidade mineira de Campo Belo, at&eacute; os dias atuais, o modelo ultrapopular tem obtido ades&atilde;o maci&ccedil;a dos empres&aacute;rios varejistas de todo o pa&iacute;s. Trindade alega que o sucesso do empreendimento se deve ao conceito adotado pela rede e ao pr&oacute;prio formato implantado pelo estabelecimento. &ldquo;O formato de drogaria n&atilde;o &eacute; simplesmente uma tend&ecirc;ncia, e sim uma necessidade real de se ter um modelo competitivo e sustent&aacute;vel de neg&oacute;cio. Afinal, se o nosso pior concorrente est&aacute; por vir, ent&atilde;o que sejamos n&oacute;s&rdquo;.<br /><br />J&aacute; Luiz Carlos Stanganelli Junior explica que teve acesso ao modelo Ultrapopular quando iniciou uma incessante busca por uma Associa&ccedil;&atilde;o no mercado que lhe oferecesse um diferencial estrat&eacute;gico. &ldquo;Li uma mat&eacute;ria na imprensa sobre a Rede Ultrapopular, o que despertou meu interesse pelo nome, layout proposto e, sobretudo, pela seriedade dos executivos que a conduzem. Ap&oacute;s visita &agrave; central administrativa e a algumas lojas em funcionamento, imediatamente decidi investir no neg&oacute;cio, que saiu do papel em dezembro passado&rdquo;, relata. Ainda que a drogaria Ultrapopular paulistana, vinculada &agrave; rede Farma 100, tenha aberto as portas h&aacute; apenas tr&ecirc;s meses, o empres&aacute;rio j&aacute; observa que o pre&ccedil;o altamente competitivo, as Opera&ccedil;&otilde;es Log&iacute;sticas (OLs) de medicamentos gen&eacute;ricos e a panfletagem t&ecirc;m colaborado substancialmente para o crescimento da clientela e do ticket m&eacute;dio do estabelecimento.<br /><br />"Por diversas vezes, os clientes v&ecirc;m &agrave; loja e se assusta com os pre&ccedil;os baixos. Ou&ccedil;o muitos dizerem que o nosso estabelecimento &eacute; &lsquo;BBB&rsquo;, pois oferece Bom atendimento, &eacute; Bonito e oferece medicamentos a pre&ccedil;o Barato,&rdquo; comemora. Junior est&aacute; convicto de que &eacute; um excelente neg&oacute;cio investir em loja Ultrapopular. &ldquo;Diferente das demais, a Ultrapopular &eacute; uma loja &lsquo;mista&rsquo;, pois vendemos diversos tipos de medicamentos e, tamb&eacute;m, produtos de perfumaria de alto giro&rdquo;, refor&ccedil;a.<br /><br />A farmac&ecirc;utica Ana Carolina Barros aponta algumas das principais a&ccedil;&otilde;es que fazem de sua loja Ultrapopular um grande sucesso em solo mato-grossense. &ldquo;Entre as a&ccedil;&otilde;es internas, destacam-se a orienta&ccedil;&atilde;o aos colaboradores para que constantemente falem aos clientes sobre a economia que eles obt&ecirc;m ao adquirirem seus produtos. Externamente, h&aacute; a distribui&ccedil;&atilde;o de panfletos e uso de caixa de som na porta da loja para capta&ccedil;&atilde;o de clientes&rdquo;, afirma. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Jornal do Commercio - AM</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Panvel cresce com foco no bem-estar]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34625</link>
<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 11:24:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Empresa projeta investir cerca de R$ 200 milh&otilde;es nos pr&oacute;ximos cinco anos e concluir nova sede at&eacute; final de 2013<br /></em><br /><br />Quem est&aacute; na faixa dos 50 anos vai lembrar que 1973, foi um ano que marcou o mercado farmac&ecirc;utico ga&uacute;cho. Nessa &eacute;poca, duas das principais redes do segmento no Estado &ndash; as farm&aacute;cias Panitz, com atua&ccedil;&atilde;o na Capital, e Velgos, forte no Interior &ndash; deixaram a concorr&ecirc;ncia de lado e uniram for&ccedil;as para criar uma das empresas mais admiradas pelos ga&uacute;chos.<br /><br />A parceria come&ccedil;ou mais cedo. No final da d&eacute;cada de 60, as redes de farm&aacute;cias enfrentavam dificuldades de abastecimento, pois precisavam comprar direto das f&aacute;bricas, no centro do pa&iacute;s, e n&atilde;o conseguiam manter os estoques. Em 1967, com a cria&ccedil;&atilde;o da Dimed, uma das empresas do grupo, as duas redes e outras farm&aacute;cias passaram a usar essa estrutura.<br /><br />Com isso, a uni&atilde;o entre as duas foi uma consequ&ecirc;ncia quase que natural e tornou a empresa mais forte nas negocia&ccedil;&otilde;es com os fornecedores e possibilitou a cria&ccedil;&atilde;o de grandes estoques. E a logomarca ainda preserva a mem&oacute;ria dessa uni&atilde;o: o PanVel tem o P e o V em destaque, que refor&ccedil;a as origens.<br /><br />Al&eacute;m disso, at&eacute; hoje a sede Dimed, na Rua Gomes Jardim, em Porto Alegre, &eacute; a base log&iacute;stica e administrativa do grupo. O outro v&eacute;rtice surgiu em 1969, quando a Dimed adquiriu o laborat&oacute;rio Lifar, hoje respons&aacute;vel pelos produtos da marca pr&oacute;pria da rede.<br /><br />Ao longo dessas quatro d&eacute;cadas, a Panvel se consolidou como uma rede reconhecida pelo foco no bem-estar. Tanto &eacute; que os slogans variaram nesse per&iacute;odo &ndash; de Sempre Perto de Voc&ecirc; a Voc&ecirc; Sempre Bem &ndash;, justamente para assinalar essa proximidade com os consumidores. Outro exemplo disso envolve as redes sociais. No ano passado, um comercial da empresa com a cachorrinha Sofia foi muito comentada e elogiada pelo p&uacute;blico.<br /><br />&ndash; Conseguimos criar uma rela&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a e de intimidade com os nossos clientes. Esse &eacute; um patrim&ocirc;nio importante que desejamos preservar &ndash; afirma o vice-presidente da Panvel, Julio Mottin Neto, filho do atual presidente do grupo, Julio Mottin.<br /><br />Em 1989, a empresa inovou ao lan&ccedil;ar produtos com marca pr&oacute;pria, que hoje re&uacute;ne mais de 500 itens divididos em 18 submarcas. Os produtos correspondem a quase 20% das vendas da rede na &aacute;rea de perfumaria.<br /><br />A Panvel tem tr&ecirc;s modelos de loja: express, bem-estar e promocionais. As express (cerca de 20% das unidades) s&atilde;o voltadas &agrave; conveni&ecirc;ncia, instaladas em shoppings e supermercados do grupo Zaffari, postos de combust&iacute;veis da rede Ipiranga e hospitais. As bem-estar (20% do total) t&ecirc;m espa&ccedil;o f&iacute;sico maior e produtos de maior valor, com foco em perfumaria e dermocosm&eacute;ticos.<br /><br />J&aacute; as promocionais, que correspondem a 60% das farm&aacute;cias, como as do Centro da Capital, dedicam aten&ccedil;&atilde;o especial &agrave;s promo&ccedil;&otilde;es.<br /><br />&ndash; Nunca acreditamos na expans&atilde;o a partir de aquisi&ccedil;&otilde;es, mas no crescimento org&acirc;nico, que &eacute; mais barato e eficiente, com a abertura de novas lojas &ndash; diz Mottin Neto, que em 2013 completa 40 anos, mesma idade da rede que administra.<br /><br />A chegada da gigante norte-americana de farm&aacute;cias CVS ao mercado brasileiro n&atilde;o assusta a dire&ccedil;&atilde;o da Panvel. Pelo contr&aacute;rio: a rede ga&uacute;cha quer continuar sua expans&atilde;o, especialmente com a abertura de novas lojas no Paran&aacute;.<br /><br />No final deste ano, a Panvel deve concluir as obras de sua nova sede em Eldorado do Sul, que reunir&aacute;, em uma &aacute;rea de 50 mil m&sup2;, um centro de distribui&ccedil;&atilde;o ainda mais moderno e a &aacute;rea administrativa. O investimento ser&aacute; de R$ 60 milh&otilde;es.<br /><br />&ndash; N&atilde;o estamos procurando compradores. Estamos investindo em qualidade e acreditamos que ainda temos muito espa&ccedil;o para crescer nos pr&oacute;ximos 10 anos &ndash; enfatiza.<br /><br />Perfil<br />Funda&ccedil;&atilde;o: 1967 (Dimed) &ndash; 1973 (Panvel)<br />N&uacute;mero de funcion&aacute;rios: 5 mil<br />N&uacute;mero de lojas: 300<br />N&uacute;mero de itens da marca pr&oacute;pria: 500, com 18 submarcas<br />Investimentos nos pr&oacute;ximos cinco anos: R$ 200 milh&otilde;es<br />Faturamento em 2012: R$ 1,7 bilh&atilde;o<br />Estimativa de faturamento para 2013: R$ 1,9 bilh&atilde;o<br />Investimento na nova sede: R$ 60 milh&otilde;es<br />T&eacute;rmino das obras: dezembro de 2013<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[FarmÃ¡cias e drogarias podem repetir alta de 18% este ano]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34509</link>
<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 12:43:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s crescer 16,1% em 2012 e atingir o faturamento de R$ 25 bilh&otilde;es, o setor de farm&aacute;cias e drogarias tem provado seu potencial, em especial na abertura de lojas. No ano passado, s&oacute; entre as grandes redes foram contabilizados 4.692 novos pontos de vendas, &iacute;ndice 8% maior em rela&ccedil;&atilde;o a 2011, e que pode crescer este ano. Quando se fala no setor como um todo, &eacute; esperado um incremento em linha com 2012, mas com vi&eacute;s de alta que pode chegar a 18%.<br /><br />Outro fato a ser ressaltado &eacute; o de que o setor pode vir a sofrer uma onda de internacionaliza&ccedil;&atilde;o nas opera&ccedil;&otilde;es, uma vez que a expectativa &eacute; a da chegada da bandeira norte-americana Walgreens ao mercado, por meio de aquisi&ccedil;&atilde;o. Justamente como fez a CVS Caremark, ao adquirir 80% da participa&ccedil;&atilde;o da Drogaria Onofre, neste ano. Mas isso n&atilde;o deve diminuir o potencial dos players genuinamente brasileiros, nem mesmo deve frustrar as perspectivas de crescimento das redes em atua&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s.<br /><br />Um exemplo disso &eacute; a rede Pague Menos, do Cear&aacute;, que s&oacute; no ano passado abriu 96 lojas e beira hoje 600 pontos de vendas. Ao DCI, o presidente da rede Deusmar Queir&oacute;s disse que a perspectiva para 2013 &eacute; abrir mais 100 lojas. At&eacute; 2017, a meta &eacute; chegar ao patamar de 1.000 opera&ccedil;&otilde;es. "N&oacute;s optamos pelo crescimento org&acirc;nico. N&atilde;o estamos preocupados em sermos o primeiro do mercado, e sim manter as nossas margens que est&atilde;o positivas", disse.<br /><br />O executivo referiu-se ao ranking da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma), entidade que re&uacute;ne dados das 29 maiores empresas do varejo farmac&ecirc;utico, divulgado ontem, que coloca sua bandeira em segundo lugar, perdendo para a Raia Drogasil - fus&atilde;o entre as bandeiras Raia e Drogasil ocorrida em 2011, que hoje somam 828 lojas em opera&ccedil;&atilde;o. A rede lidera o mercado, devido ao seu faturamento de R$ 4,7 bilh&otilde;es.<br /><br />O crescimento org&acirc;nico foi citado tamb&eacute;m por S&eacute;rgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma. "No ano passado o crescimento no n&uacute;mero de lojas foi na ordem de 8,34%, impulsionado pelo crescimento org&acirc;nico das empresas que atuam no setor", comentou. Ainda segundo Barreto, n&atilde;o existe uma regi&atilde;o com maior potencial, pois ainda h&aacute; bastante espa&ccedil;o para o varejo farmac&ecirc;utico no Brasil. "Regi&otilde;es como o Sudeste e Sul s&atilde;o as mais organizadas, mas onde houver oportunidade haver&aacute; uma rede disposta a investir", explicou ele.<br /><br />Para Deusmar Queir&oacute;s, diferente de seus concorrentes, a Pague Menos tem em seu plano de expans&atilde;o continuar sendo uma bandeira &uacute;nica. "Abriremos nossas lojas esse ano com foco no sudeste e centro-oeste, mas iremos manter nossa estrutura, sem precisar misturar opera&ccedil;&otilde;es".<br /><br />Em 2011, a movimenta&ccedil;&atilde;o do mercado interno envolveu a Drogaria S&atilde;o Paulo, ao se fundir com a Pacheco, opera&ccedil;&atilde;o do Rio de Janeiro. Juntas, hoje elas somam 864 pontos de vendas regionalizados e divididos por bandeiras. J&aacute; para este ano, Barreto acredita que o setor passar&aacute; por um momento de calmaria, mas a partir de 2014 pode ser que haja uma nova onda de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es. "Depois da estabilidade, os empres&aacute;rios come&ccedil;am a analisar novas possibilidades", aponta.<br /><br />Para o presidente da rede Pague Menos Deusmar Queir&oacute;s, muito mais que a internacionaliza&ccedil;&atilde;o das redes, o mercado ver&aacute; as grandes redes incorporando as pequenas, e tornando-se verdadeiros conglomerados. "Ao longo do tempo, as grandes redes de farm&aacute;cias v&atilde;o acabar por pegar a maior fatia do mercado. Hoje, a propor&ccedil;&atilde;o &eacute; de 40% dominado por grandes redes, contra 10% das pequenas", explicou ele.<br /><br />Questionado sobre a vinda da concorr&ecirc;ncia internacional, Queir&oacute;s ressaltou que isso j&aacute; &eacute; visto h&aacute; muito tempo no Pa&iacute;s, com o Walmart atuando tamb&eacute;m nesse setor. "Tem mercado para todos. Hoje temos uma forte presen&ccedil;a do Walmart, mas isso n&atilde;o impede, nem mesmo atrapalha o nosso crescimento", afirmou.<br /><br />Quem tamb&eacute;m aproveita o bom desempenho do setor s&atilde;o as redes de pequeno porte, ainda sobreviventes em meio ao avan&ccedil;o das gigantes. Em nota, a Drogarias Ultrapopular, com apenas 3 lojas em opera&ccedil;&atilde;o, afirmou que pretende crescer em 150% o n&uacute;mero de lojas.<br /><br />Com atua&ccedil;&atilde;o maior no interior de S&atilde;o Paulo, a Drogarias Campe&atilde;, rede de 52 lojas pr&oacute;prias no modelo de farm&aacute;cia popular, projeta um 2013 robusto. Para isso, prev&ecirc; este ano a abertura de outras 24 unidades - mais da metade no interior de S&atilde;o Paulo.<br /><br />Conforme apontou o diretor comercial Giovani Bondan&ccedil;a, da rede Campe&atilde;, a perspectiva &eacute; manter o foco no p&uacute;blico da classe C, sendo que o interior chama aten&ccedil;&atilde;o devido o aumento do poder aquisitivo.<br /><br />"O ritmo de crescimento no interior est&aacute; acelerado e vemos que o poder de consumo das fam&iacute;lias j&aacute; ultrapassa o da capital. Estamos encontrando &oacute;timas oportunidades de neg&oacute;cios, bons pontos comerciais e receptividade da popula&ccedil;&atilde;o", finalizou.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Raia Drogasil se mantÃ©m lÃ­der do setor em vendas e lojas em 2012]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34496</link>
<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 10:36:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Raia Drogasil manteve a lideran&ccedil;a do setor farmac&ecirc;utico no Brasil em 2012, tanto em faturamento quanto em n&uacute;mero de lojas, conforme levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Redes de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma) divulgado nesta segunda-feira.<br /><br />A companhia, resultado da uni&atilde;o das redes Raia e Drogasil, foi seguida, em vendas e lojas, pela Drogaria S&atilde;o Paulo/Pacheco. Ambos os grupos anunciaram suas respectivas fus&otilde;es em 2011. Al&eacute;m da associa&ccedil;&atilde;o com a Pacheco, a Drogaria S&atilde;o Paulo naquele ano tamb&eacute;m adquiriu a rede Drog&atilde;o.<br /><br />A cearense Pague Menos, que recentemente suspendeu sua inten&ccedil;&atilde;o de realizar uma oferta p&uacute;blica inicial (IPO, na sigla em ingl&ecirc;s) de a&ccedil;&otilde;es, ficou em terceiro lugar em termos de faturamento e em quarto, quando se trata dos pontos de venda.<br /><br />J&aacute; a Brazil Pharma, holding de farm&aacute;cias do Grupo BTG Pactual, obteve a quarta posi&ccedil;&atilde;o em vendas e terceira em lojas no ano passado.<br /><br />A Onofre, rec&eacute;m-adquirida pela norte-americana CVS Caremark, manteve-se, em 2012, na oitava posi&ccedil;&atilde;o em vendas e 18a em n&uacute;mero de pontos de venda.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - SP</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[GenÃ©ricos tÃªm alta de 29,3%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34439</link>
<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 12:24:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>S&atilde;o Paulo - As receitas com vendas&nbsp; de medicamentos gen&eacute;ricos no Brasil tiveram alta de 29,3% em janeiro de 2013 ante igual m&ecirc;s de 2012, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Medicamentos Gen&eacute;ricos (Pr&oacute;Gen&eacute;ricos). O valor no m&ecirc;s chegou a R$ 978 milh&otilde;es, ante R$ 756 milh&otilde;es em 2012. Em volume, foram comercializadas 59 milh&otilde;es de unidades, crescimento de 22,3%. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Drogaria Extra farÃ¡ campanha]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34438</link>
<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 12:24:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Drogaria Extra, unidade de S&atilde;o Caetano do Sul, cidade&nbsp; do ABCD Paulista, anunciou que por meio de parceria com a Roche, vai realizar testes gratuitos de detec&ccedil;&atilde;o de Hepatite C. Os testes v&atilde;o acontecer de 5 a 8 de mar&ccedil;o, e qualquer pessoa pode participar. Basta comparecer &agrave; unidade localizada na Avenida Goi&aacute;s, 101, das 10h &agrave;s 18h. O resultado do teste sai na mesma hora e, se for detectada a doen&ccedil;a, as enfermeiras orientam os pr&oacute;ximos passos para o tratamento. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Disputa acirrada entre EMS e Medley]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34413</link>
<pubDate>Thu, 28 Feb 2013 12:42:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A disputa entre Medley, controlada pela francesa Sanofi, e a gigante nacional EMS no mercado de gen&eacute;ricos continua acirrada. Em receita, a Medley encerrou o m&ecirc;s de janeiro com vendas de US$ 128,6 milh&otilde;es e a EMS em US$ 105,5 milh&otilde;es, de acordo com dados obtidos pelo Valor. Se consideradas todas as empresas controladas pela EMS - Legrand, Germed e Nova Qu&iacute;mica -, as vendas da companhia totalizam US$ 160,6 milh&otilde;es, al&ccedil;ando o grupo ao topo.<br /><br />O mercado de gen&eacute;ricos esta sendo disputado palmo a palmo nos &uacute;ltimos anos por essas duas companhias. Adquirida pela Sanofi em 2009, a Medley refor&ccedil;ou a estrat&eacute;gia da multinacional de avan&ccedil;ar em pa&iacute;ses emergentes. At&eacute; aquele momento o segmento de gen&eacute;ricos era dominado por empresas nacionais. O Brasil representa a maior receita do grupo franc&ecirc;s dentro dos emergentes e se destaca entre os cinco principais mercados do grupo no mundo. Abrir m&atilde;o da lideran&ccedil;a seria um golpe duro para a companhia. No in&iacute;cio do ano, a Medley anunciou troca no comando - o executivo Wilson Borges foi nomeado novo diretor-geral do laborat&oacute;rio.<br /><br />A estrat&eacute;gia da EMS de pulverizar os registros de medicamentos gen&eacute;ricos em suas empresas controladas &eacute; o grande trunfo do grupo - desde o in&iacute;cio da comercializa&ccedil;&atilde;o dos gen&eacute;ricos no pa&iacute;s a companhia n&atilde;o se descola das primeiras posi&ccedil;&otilde;es. "O controlador [Carlos Sanchez] adotou uma estrat&eacute;gia certeira e ainda tem f&ocirc;lego para investir em inova&ccedil;&atilde;o", disse uma fonte.<br /><br />A Neo Qu&iacute;mica, adquirida pela Hypermarcas no fim de 2009, ficou em terceiro lugar em janeiro passado, com vendas de US$ 43,5 milh&otilde;es. Com sede em An&aacute;polis (GO), a f&aacute;brica recebeu investimentos de R$ 250 milh&otilde;es para sua expans&atilde;o, o que a coloca entre as maiores unidades produtoras da Am&eacute;rica Latina. A nacional Eurofarma segue em quarto lugar, com vendas de US$ 29,3 milh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo.<br /><br />Ao Valor, a Medley informou, por meio de sua assessoria, que &eacute; l&iacute;der desde 2002 e essa posi&ccedil;&atilde;o &eacute; respaldada por uma estrat&eacute;gia de crescimento sustent&aacute;vel e apoiada por uma marca reconhecida. "Vale lembrar que a Medley tem sete dos dez gen&eacute;ricos mais vendidos no pa&iacute;s [ IMS Health, dezembro 2012]. Em 2013, a Medley pretende consolidar ainda mais a sua posi&ccedil;&atilde;o no mercado nacional, por meio de fortalecimento de seu portf&oacute;lio com medicamentos relevantes e cada vez mais adaptados &agrave;s demandas do pa&iacute;s, al&eacute;m de aumentar a distribui&ccedil;&atilde;o em todo territ&oacute;rio nacional". Segundo a companhia, o desenvolvimento de novos medicamentos similares, a futura produ&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos e horm&ocirc;nios na f&aacute;brica do grupo em constru&ccedil;&atilde;o, em Bras&iacute;lia, tamb&eacute;m est&atilde;o entre os pilares de crescimento da empresa no Brasil.<br /><br />Os gen&eacute;ricos mais vendidos no m&ecirc;s passado foram o pantoprazol (indicado para reduzir acidez estomacal), com receita de US$ 8,8 milh&otilde;es; o losartan pot&aacute;ssico (combate hipertens&atilde;o arterial), com vendas de US$ 7,3 milh&otilde;es; e o omeprazol, tamb&eacute;m indicado para les&otilde;es g&aacute;stricas, com receita de US$ 6,5 milh&otilde;es no per&iacute;odo, segundo apurou o Valor.<br /><br />Em janeiro, as vendas de medicamentos gen&eacute;ricos totalizaram 59 milh&otilde;es de unidades (caixas), alta de 22,3% em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo do ano passado (48,258 milh&otilde;es de unidades), segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Medicamentos Gen&eacute;ricos (Pr&oacute; Gen&eacute;ricos). Em receita, as vendas somaram R$ 978 milh&otilde;es em janeiro, alta de 29,3% sobre igual per&iacute;odo do ano passado. Com isso, a participa&ccedil;&atilde;o dos gen&eacute;ricos nas vendas totais de medicamentos ficou em 26,6%, ante 25,6% sobre igual per&iacute;odo de 2012.<br /><br />Para Telma Salles, presidente da Pr&oacute; Gen&eacute;ricos, o resultado &eacute; positivo e sinaliza um ano de expans&atilde;o. Embora tenha encerrado 2012 com crescimento de volumes de 17%, o desempenho dos gen&eacute;ricos foi o mais fraco da hist&oacute;ria do setor. A entidade projeta uma expans&atilde;o da ordem de 25% em unidades para este ano e a expectativa &eacute; de que a participa&ccedil;&atilde;o dos gen&eacute;ricos suba de 25% para 30% sobre as vendas totais de medicamentos no mesmo per&iacute;odo.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Anvisa quer receita para remÃ©dio tarja vermelha]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34378</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 10:34:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dois anos depois de impor a obrigatoriedade de apresenta&ccedil;&atilde;o de receita m&eacute;dica para a compra de antibi&oacute;ticos, a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) volta a discutir a amplia&ccedil;&atilde;o das restri&ccedil;&otilde;es para a compra de medicamentos. Desta vez, est&atilde;o na mira da ag&ecirc;ncia os rem&eacute;dios com tarja vermelha, cuja receita &eacute; obrigat&oacute;ria por lei, mas na pr&aacute;tica n&atilde;o &eacute; exigida nas farm&aacute;cias. O controle &eacute; mais rigoroso para os produtos de tarja preta, cuja receita fica retida no estabelecimento.<br /><br />Essa discuss&atilde;o conta com o apoio de boa parte da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica do pa&iacute;s, mas &eacute; vista com reserva pela Abrafarma (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Redes de Farm&aacute;cias e Drogarias). "Temos de fazer valer a lei", afirmou Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindicato da Ind&uacute;stria de Produtos Farmac&ecirc;uticos no Estado de S&atilde;o Paulo (Sindusfarma).<br /><br />Para Mussolini, o setor quer aproveitar a ocasi&atilde;o para discutir tamb&eacute;m quais os medicamentos que podem ou n&atilde;o ser rotulados com tarja vermelha. "H&aacute; alguns rem&eacute;dios nessa categoria, por exemplo, que poderiam ser exclu&iacute;dos da obrigatoriedade de apresenta&ccedil;&atilde;o da receita", disse. Mussolini citou o caso de produtos para tratamentos g&aacute;stricos, que poderiam ser inseridos na lista de medicamentos isento de prescri&ccedil;&atilde;o (Mip). Os Mips s&atilde;o indicados para tratamento de sintomas e males menores, como dores e resfriados porque seus princ&iacute;pios ativos est&atilde;o bem abaixo das doses t&oacute;xicas, segundo Mussolini, tamb&eacute;m membro do Conselho Nacional de Sa&uacute;de (CNS).<br /><br />"A Inglaterra &eacute; um caso emblem&aacute;tico por ser um dos pa&iacute;ses com maior volume de medicamentos isentos de prescri&ccedil;&atilde;o. Como o sistema de sa&uacute;de ingl&ecirc;s cobre os custos com medicamentos, os pacientes n&atilde;o precisam ir ao m&eacute;dico toda hora para pedir receita para comprar um simples rem&eacute;dio para dor de cabe&ccedil;a", disse Mussolini.<br /><br />S&eacute;rgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma, v&ecirc; com preocupa&ccedil;&atilde;o as medidas de restri&ccedil;&atilde;o da Anvisa, mas concorda com o Sindusfarma sobre a revis&atilde;o do que deve ou n&atilde;o ser inclu&iacute;da na categoria tarja vermelha. A Abrafarma discutir&aacute; hoje esse tema com os associados. De acordo com Barreto, as vendas de antib&oacute;ticos em 2011, primeiro ano de exig&ecirc;ncia da receita, recuaram 17%, de 39 milh&otilde;es de unidades para 32 milh&otilde;es, nas grandes redes de farm&aacute;cia. Em 2012, registrou recupera&ccedil;&atilde;o de 6%, para 34 milh&otilde;es de unidades. Nas redes de farm&aacute;cias independentes, houve ligeiro aumento das vendas no primeiro ano e avan&ccedil;ou 14% no segundo, para 64 milh&otilde;es de unidades. "Ou seja, nas farm&aacute;cias que cumprem a lei, as vendas ca&iacute;ram."<br /><br />A Anvisa estendeu at&eacute; o dia 8 de mar&ccedil;o o prazo para formar um grupo de trabalho com o setor para propor solu&ccedil;&otilde;es concretas sobre o tema, como forma de evitar a automedica&ccedil;&atilde;o. A ag&ecirc;ncia come&ccedil;ou a discutir a restri&ccedil;&atilde;o h&aacute; alguns meses. Essa medida &eacute; um desdobramento da audi&ecirc;ncia p&uacute;blica realizada em setembro do ano passado, cujas discuss&otilde;es apontaram para a necessidade de reunir diversos setores da sociedade para formular propostas de a&ccedil;&otilde;es concretas.<br /><br />De acordo com Mussolini, a automedica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode ser vista como uma iniciativa conden&aacute;vel. Segundo ele, essa pr&aacute;tica &eacute; recomendada pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS), desde que feita com responsabilidade.<br /><br />Em 2010, a Anvisa foi alvo de protesto das redes varejistas ap&oacute;s a implementa&ccedil;&atilde;o da resolu&ccedil;&atilde;o 44, determinando que todos os rem&eacute;dios deveriam ser oferecidos ao consumidor pelo balconista. No ano passado, a ag&ecirc;ncia voltou atr&aacute;s, ap&oacute;s ter sido alvo de mais de 70 processos. A Anvisa defendia a amplia&ccedil;&atilde;o do controle sanit&aacute;rio, com o argumento de que o uso incorreto pode levar &agrave; intoxica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Essa tese foi fortemente questionada pelas ind&uacute;strias. Segundo o Sindusfarma, a principal causa de intoxica&ccedil;&atilde;o por medicamento no pa&iacute;s n&atilde;o est&aacute; relacionada a nenhum princ&iacute;pio ativo ou grupo de risco, mas pelo consumo abusivo motivado por tentativas de suic&iacute;dio. Essa raz&atilde;o responde por mais de 40% dos casos registrados no pa&iacute;s em 2010 (estat&iacute;stica mais recente). Dos 86.700 casos de intoxica&ccedil;&atilde;o humana por agentes t&oacute;xicos diversos, anotados naquele ano, apenas 655 resultaram de automedica&ccedil;&atilde;o, ou 0,75% do total.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[RemÃ©dios podem variar atÃ© 143,5% em Fortaleza]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34322</link>
<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 11:17:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Consultar pre&ccedil;os antes &eacute; o melhor rem&eacute;dio para aproveitar a &acute;briga&acute; de descontos entre as farm&aacute;cias da cidade<br /><br />Comprar qualquer medicamento nas farm&aacute;cias de Fortaleza exige tempo e muita disposi&ccedil;&atilde;o do consumidor para garantir uma boa economia. Pesquisa direta realizada ontem pela reportagem em cinco grandes redes de farm&aacute;cia que atuam na Capital cearense revelou que a diferen&ccedil;a de pre&ccedil;os numa mesma apresenta&ccedil;&atilde;o de igual princ&iacute;pio pode chegar a 143,5%.<br /><br />Entre os fatores que favorecem a expans&atilde;o do mercado farmac&ecirc;utico ganha destaque, o aumento da renda familiar no Pa&iacute;s, mas o consumidor n&atilde;o deve prescindir da pesquisa FOTO: KID J&Uacute;NIOR<br /><br />&Eacute; o caso do Glifage XR (metformina) indicado para o tratamento da diabetes, doen&ccedil;a muito comum nos dias de hoje e que atinge mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o com idade a partir de 40 anos. A mesma marca do rem&eacute;dio custa R$ 5,40 na Farm&aacute;cia Santa Branca, mas pode ser encontrada por mais do que o dobro ou R$ 13,15, na Telejuca.<br /><br />Medicamento tradicional<br /><br />A segunda maior varia&ccedil;&atilde;o, de 88,2%, atinge um medicamento tradicional e muito procurado: o Elixir Pareg&oacute;rico, usado para c&oacute;licas e outras indisposi&ccedil;&otilde;es do aparelho digestivo. O frasco de 30 mililitros (ml), em gotas, varia de R$ 8,90 a R$ 16,75 nas farm&aacute;cias Telejuca e Dose Certa, respectivamente.<br /><br />Outro exemplo de medicamento que acabou chamando a aten&ccedil;&atilde;o foi o Claritin Xarope, vendido a R$ 30,97 na Santa Branca e a R$ 20,48 na Telejuca - uma diferen&ccedil;a de 51,22% ou, em valores reais, de R$ 10,45.<br /><br />J&aacute; o Buscopan Composto em gotas na apresenta&ccedil;&atilde;o de 20 ml custa R$ 7,43 na Pague Menos e R$ 10,63 na Santa Branca, resultando assim numa varia&ccedil;&atilde;o de 43,06%. Diferen&ccedil;a semelhante (42,85%) ocorre com uma simples cartela de Tylenol de 750g. O analg&eacute;sico encontrado por R$ 3,22 na Pague Menos, sai por R$ 4,60 na Dose Certa.<br /><br />Recomenda&ccedil;&atilde;o<br /><br />Para evitar dor de cabe&ccedil;a, o presidente do Sincofarma-CE (Sindicato do Com&eacute;rcio Varejista de Produtos Farmac&ecirc;uticos do Cear&aacute;), Ant&ocirc;nio F&eacute;lix, recomenda: "a pesquisa &eacute; sempre o melhor rem&eacute;dio". &Eacute; que, segundo ele, h&aacute; v&aacute;rios fatores que influenciam os pre&ccedil;os de medicamentos.<br /><br />"O pre&ccedil;o depende se o medicamento &eacute; fracionado, da marca e, principalmente, da negocia&ccedil;&atilde;o com o laborat&oacute;rio. Eles &eacute; que definem o desconto para cada cliente. Se uma rede de farm&aacute;cias compra mais, &eacute; natural que ela receba maior desconto. Ent&atilde;o, com essa briga de descontos que h&aacute; entre farm&aacute;cias, elas geralmente repassam o que ganham para o consumidor final para ficarem a frente da concorr&ecirc;ncia", explica F&eacute;lix.<br /><br />Ainda segundo o presidente do Sincofarma-CE, no caso de anticoncepcionais e rem&eacute;dios para hipertens&atilde;o ou diabetes, como &eacute; o caso do Glifage XR, que lidera a varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os na pesquisa, o consumidor pode at&eacute; obt&ecirc;-los de gra&ccedil;a.<br /><br />"Apresentando a receita m&eacute;dica, a identidade e o comprovante de endere&ccedil;o no balc&atilde;o da farm&aacute;cia, o medicamento &eacute; custeado 100% pelo governo federal. Pode ser rico ou pobre, esse &eacute; um direito garantido &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, mas muita gente n&atilde;o sabe disso", assinala.<br /><br />Mercado<br /><br />Em consequ&ecirc;ncia do aquecimento no setor farmac&ecirc;utico, distribuidores de medicamentos associados a Abradilan (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Distribuidores de Laborat&oacute;rios Nacionais) j&aacute; est&atilde;o com boas expectativas para este ano. Segundo pesquisa da Abradilan, por exemplo, 9,1% dos associados esperam um crescimento de at&eacute; 10%, acompanhados de 36,4% que acreditam no aumento de 11 a 20% e 24,6% projetam crescimento de 21 a 30%. Al&eacute;m desses, 30,3% dos associados projetam crescimento acima dos 30%.<br /><br />Renda em alta<br /><br />Entre os fatores que favorecem a expans&atilde;o do mercado farmac&ecirc;utico ganha destaque, o aumento da renda familiar, pois de acordo com o Departamento Intersindical de Estat&iacute;stica e Estudos Socioecon&ocirc;micos (Dieese), 45,5 milh&otilde;es de brasileiros t&ecirc;m seus rendimentos e consumos referenciados no sal&aacute;rio m&iacute;nimo.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Nordeste - CE<br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Hypermarcas inaugura fÃ¡brica]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34292</link>
<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 11:51:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Brainfarma, subsidi&aacute;ria que fabrica medicamentos do Grupo Hypermarcas, inaugurou na sexta-feira, em An&aacute;polis (GO), um novo complexo industrial. A unidade, que demandou investimentos de R$ 250 milh&otilde;es, produz mais de 6 bilh&otilde;es de comprimidos, podendo chegar a 10 bilh&otilde;es por ano. S&atilde;o produzidos l&aacute; medicamentos isentos de prescri&ccedil;&atilde;o e gen&eacute;ricos. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Hypermarcas reforÃ§a a produÃ§Ã£o de medicamentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34283</link>
<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 09:07:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Com um aporte de R$ 250 milh&otilde;es, empresa inaugurou um complexo industrial em An&aacute;polis, Goi&aacute;s </em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /> <br /> Como parte da estrat&eacute;gia de fortalecer suas marcas e ampliar a produ&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de medicamentos, o Grupo Hypermarcas inaugurou um moderno complexo industrial em An&aacute;polis (GO). A partir de um aporte de R$ 250 milh&otilde;es, a estrutura, pertencente &agrave; divis&atilde;o Brainfarma, produzir&aacute; mais de seis bilh&otilde;es de comprimidos por ano, o triplo da capacidade anterior do complexo, que agora passa a ter capacidade m&aacute;xima instalada para produzir 10 bilh&otilde;es. &ldquo;A divis&atilde;o farma representa mais de 50% das vendas do grupo, investimos mais de R$ 500 milh&otilde;es em tecnologia, produtos e estrutura dessa divis&atilde;o&rdquo;, disse Claudio Bergamo, presidente da Hypermarcas. <br /> <br /> Em entrevista ao BRASIL ECON&Ocirc;MICO, Bergamo explicou que o foco da companhia &eacute; concentrar em uma &uacute;nica regi&atilde;o as opera&ccedil;&otilde;es de cada divis&atilde;o. Assim, em An&aacute;polis est&aacute; toda a divis&atilde;o de f&aacute;rmacos, nas opera&ccedil;&otilde;es da Brainfarma, subsidi&aacute;ria do grupo, enquanto a divis&atilde;o de consumoest&aacute; na cidade de Senador Canedo, (GO). &ldquo;Ao centralizar, temos ganhos de escala e competitividade, o que nos possibilita ser mais fortes tamb&eacute;m". <br /> <br /> A unidade de An&aacute;polis foi adquirida em 2009, quando a Hypermarcas, no auge de suas aquisi&ccedil;&otilde;es, comprou a Neo Qu&iacute;mica, por R$ 1,3 bilh&atilde;o. Este neg&oacute;cio transformou o grupo no terceiro maior laborat&oacute;rio de capital brasileiro e um dos l&iacute;deres no mercado de medicamentos gen&eacute;ricos e sem prescri&ccedil;&atilde;o. Entre as marcas produzidas no complexo est&atilde;o Apracur, Atroveran, Benegripe, Biot&ocirc;nico Fontoura, Doril, Engov, Gelol, entre outros. <br /> <br /> Ao longo dos &uacute;ltimos anos, a companhia fez 23 aquisi&ccedil;&otilde;es, incluindo nomes de peso do mercado, como do laborat&oacute;rio brasileiro Mantecorp, adquirido em 2010 por R$ 2,5 bilh&otilde;es. &ldquo;No momento n&atilde;o est&aacute; no nosso foco fazer novas compras, estamos concentrados em fomentar o crescimento rent&aacute;vel e sustent&aacute;vel das opera&ccedil;&otilde;es que j&aacute; temos&rdquo;, diz Bergamo. Em dez anos, a companhia aumentouem 52 vezes o seu faturamento. Em 2011, a receita do grupo fechou em R$ 3,3 bilh&otilde;es, crescimento de 19,1% em rela&ccedil;&atilde;o a 2010.Noterceiro trimestre do ano passado, a divis&atilde;o farm&aacute;cias cresceu 40%, enquanto a de consumo teve alta de 2,2%. <br /> <br /> Para seguir com a estrat&eacute;gia de crescimento, a companhia vem investindo em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, com um centro de inova&ccedil;&atilde;oemAlphaville, regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo, para a divis&atilde;o de consumo e outro em An&aacute;polis, para os produtos farmac&ecirc;uticos. &ldquo;Tamb&eacute;m investimos 20% do nosso faturamento em marketing, outro ponto fundamental para sustentar nosso crescimento&rdquo;, diz. <br /> <br /> Uma parte importante desse investimento est&aacute; em a&ccedil;&otilde;es comerciais como foi o caso do patroc&iacute;nio da Neo Qu&iacute;mica ao Corinthians por dois anos. Al&eacute;m disso, Ronaldo Naz&aacute;rio o &ldquo;Fen&ocirc;meno&rdquo;, &eacute; garoto propaganda da pr&oacute;pria Neo Qu&iacute;mica, mas tamb&eacute;m das marcas Benegripe e Bozzano. &ldquo;Estou muito feliz de fazer parte dessa fam&iacute;lia e de compartilhar desse momento de crescimento da companhia&rdquo;, declarou o exatleta durante cerim&ocirc;nia de inaugura&ccedil;&atilde;o do novo complexo. <br /> <br /> Dos laborat&oacute;rios, saem produtos inovadores como &eacute; o caso do novo ado&ccedil;ante ZeroCal sucralose, umproduto cujo princ&iacute;pio ativo &eacute; feito &agrave; base de cana-de-a&ccedil;&uacute;car. &ldquo;&Eacute; um produto com conceito mais saud&aacute;vel, e uma parcela da popula&ccedil;&atilde;o brasileira j&aacute; est&aacute; disposta a pagar mais por produtos como este&rdquo;, explica. Na opini&atilde;o de Bergamo, omercado brasileiro de sa&uacute;de e tamb&eacute;m o de bem estar, devem continuar crescendo ao redor de 11% nos pr&oacute;ximos dez anos, dando continuidade ao crescimento verificado nos &uacute;ltimos dois anos. &ldquo;O Brasil mudou, hoje o consumidor quer novidades e est&aacute; disposto a pagar mais, desde que voc&ecirc; tenhaumproduto de qualidade e com um valor justo&rdquo;, avalia. <br /> <br /> Ele explica que enquanto outros setores da economia t&ecirc;m sofrido com a desacelera&ccedil;&atilde;o, os setores de f&aacute;rmacos e consumo seguem e crescimento, puxado pela melhora da renda e da gera&ccedil;&atilde;o de emprego. &ldquo;Existe umademanda reprimida por esses produtos, especialmente por parte da nova classe m&eacute;dia&rdquo;, diz</p>
<p style="text-align: justify;"><br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Hypermarcas em GoiÃ¡s]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34257</link>
<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 12:42:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O grupo Hypermarcas inaugura oficialmente hoje a expans&atilde;o de sua f&aacute;brica da Neo Qu&iacute;mica, em An&aacute;polis (GO). Ap&oacute;s um investimento de cerca de R$ 150 milh&otilde;es, a unidade farmac&ecirc;utica, uma das maiores da Am&eacute;rica Latina, fica com uma capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de cerca de 6 bilh&otilde;es de comprimidos/ano. Nessa f&aacute;brica s&atilde;o produzidos medicamentos isentos de prescri&ccedil;&atilde;o, como Apracur, Atroveran, Benegrip, Biot&ocirc;nico Fontoura, Doril, de prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, gen&eacute;ricos e similares.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Grupo EMS investe nos EUA e avalia o AchÃ©]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34222</link>
<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 12:38:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O EMS, maior farmac&ecirc;utica brasileira e a terceira da Am&eacute;rica Latina, vai investir em empresas que desenvolvem medicamentos inovadores nos Estados Unidos ainda nas primeiras fases, afirmou ao Valor Carlos Sanchez, presidente do conselho de administra&ccedil;&atilde;o da companhia. Al&eacute;m disso, o grupo pretende diversificar sua atua&ccedil;&atilde;o, com projetos em infraestrutura, e tem interesse no Ach&eacute;.<br /><br />Com o investimento nos Estados Unidos, a empresa ter&aacute; participa&ccedil;&atilde;o nas vendas desses rem&eacute;dios quando tiverem seu registros aprovados no mercado americano pelo FDA (Food and Drug Administration), ag&ecirc;ncia que regulamenta a venda de medicamentos e alimentos daquele pa&iacute;s.<br /><br />Essa pr&aacute;tica &eacute; muito comum entre as multinacionais, que fazem parcerias para desenvolvimento conjunto. &Eacute; a primeira vez que uma brasileira toma essa iniciativa. "Os Estados Unidos respondem por 70% do desenvolvimento de medicamentos inovadores." Sem dar maiores detalhes, Sanchez disse que j&aacute; tem fechado coinvestimentos com empresas nos EUA e analisa outras parcerias nesse mesmo sentido naquele pa&iacute;s.<br /><br />Com faturamento bruto de R$ 5,9 bilh&otilde;es em 2012, a companhia quer crescer mais de 30% ao ano. Para isso, prospecta neg&oacute;cios no Brasil. O grupo nacional Ach&eacute; &eacute; o seu alvo, embora Sanchez afirme que o pre&ccedil;o do ativo est&aacute; bem alto. "A &aacute;rea de prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica do Ach&eacute; &eacute; muito importante", disse. A Sigma Pharma, controlada pelo grupo EMS, atua nessa &aacute;rea. Caso concretizasse o neg&oacute;cio com o Ach&eacute; colocaria o grupo entre as maiores da Am&eacute;rica Latina. Uma fus&atilde;o entre as duas empresas tamb&eacute;m poderia ser negociada, mas n&atilde;o h&aacute; nada de concreto no momento.<br /><br />Rei dos gen&eacute;ricos, Sanchez enxerga longe. O empres&aacute;rio, que assumiu os neg&oacute;cios de seu pai aos 26 anos, quer tornar o EMS a primeira multinacional farmac&ecirc;utica brasileira. O empres&aacute;rio n&atilde;o tem planos de ir &agrave; bolsa e n&atilde;o quer vender o controle da empresa. No mercado, no entanto, as apostas s&atilde;o de que uma das controladas do grupo, casos da Germed, Legrand, Sigma Pharma e Nova Qu&iacute;mica, todas produtoras de medicamentos, pode abrir o capital. "Assumi os neg&oacute;cios do meu pai, que come&ccedil;ou com uma pequena farm&aacute;cia em Santo Andr&eacute;, e teve uma morte prematura. Minha m&atilde;e era uma oper&aacute;ria. Tiveram uma vida humilde", disse, ao contar a trajet&oacute;ria do grupo fundado h&aacute; 49 anos.<br /><br />Para os pr&oacute;ximos cinco anos, a divis&atilde;o farmac&ecirc;utica do grupo dever&aacute; responder por 50% dos neg&oacute;cios da companhia. Os outros 50% vir&atilde;o de outros setores, que incluem incorpora&ccedil;&otilde;es imobili&aacute;rias, concess&otilde;es de rodovias e neg&oacute;cios que ainda ser&atilde;o prospectados. A fam&iacute;lia Sanchez tem participa&ccedil;&atilde;o em diversas &aacute;reas de neg&oacute;cios por meio de sua "family office".<br /><br />Ontem, o grupo inaugurou oficialmente sua f&aacute;brica de embalagens de medicamentos s&oacute;lidos em Hortol&acirc;ndia (SP), com capacidade para produzir 76 milh&otilde;es de unidades por m&ecirc;s, em um investimento de R$ 150 milh&otilde;es. Autoridades do governo, como o ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, e o governador de S&atilde;o Paulo, Geraldo Alckmin, estiverem presentes. At&eacute; 2014, ser&atilde;o aportados pelo grupo R$ 600 milh&otilde;es para construir uma f&aacute;brica de horm&ocirc;nios e produtos oncol&oacute;gicos em Bras&iacute;lia, uma unidade produtora de medicamentos em Manaus (AM), e outra em Jaguari&uacute;na (SP), voltada para suplementos alimentares. A capacidade da companhia atingir&aacute; 1 bilh&atilde;o de unidades de medicamentos por ano at&eacute; 2015.<br /><br />Conhecida por sua produ&ccedil;&atilde;o voltada para gen&eacute;ricos - a EMS foi a primeira companhia a colocar no mercado brasileiro a vers&atilde;o gen&eacute;rica do Viagra (combate disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til), cuja patente pertence &agrave; americana Pfizer, o grupo est&aacute; fazendo suas apostas em medicamentos inovadores, considerados o futuro do setor farmac&ecirc;utico. O centro de pesquisa e desenvolvimento do grupo, um dos maiores da Am&eacute;rica Latina, tem em seu pipeline dez medicamentos inovadores em desenvolvimento no segmento de prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Rede CampeÃ£ foca em itens de manipulaÃ§Ã£o]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34206</link>
<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 11:10:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Impulsionada pela expans&atilde;o do mercado de farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s, que hoje conta com mais de 7 mil estabelecimentos e representam 10% do com&eacute;rcio de medicamentos, a Drogarias Campe&atilde; registrou aumento de 30% das vendas de manipulados em 2012.<br /><br />"&Eacute; um mercado potente, no qual existe grande procura, principalmente por f&oacute;rmulas focadas no bem-estar, como produtos dermatol&oacute;gicos e suplementa&ccedil;&atilde;o alimentar [prote&iacute;nas e shakes, entre outros]", afirmou o diretor- -comercial da Drogarias Campe&atilde;, Giovani Bondan&ccedil;a.<br /><br />O executivo frisou que o crescimento est&aacute; ligado ao aumento da personaliza&ccedil;&atilde;o dos rem&eacute;dios. Os m&eacute;dicos prescrevem de acordo com a necessidade do paciente e evitam doses e medicamentos em excesso.<br /><br />"Os dermatologistas representam grande alavanca de crescimento, porque mesmo com a entrada de grandes marcas no Pa&iacute;s, muitos ainda preferem personalizar as receitas", disse ele.<br /><br />O mercado &eacute; competitivo e demanda grande investimento em estrutura f&iacute;sica e equipamentos, capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e gest&atilde;o eficiente, mas, de acordo com Bondan&ccedil;a, estrat&eacute;gia bem definida garante o retorno financeiro positivo: "Vemos mais uma oportunidade para crescer".<br /><br />A empresa informou que investe no treinamento de atendentes, em pre&ccedil;os acess&iacute;veis e em laborat&oacute;rios que possuem controle de qualidade. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Eurofarma estÃ¡ prestes a concluir aquisiÃ§Ã£o no Peru]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34180</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 12:28:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O laborat&oacute;rio nacional Eurofarma vai anunciar nas pr&oacute;ximas semanas a compra de uma farmac&ecirc;utica no Peru, apurou o Valor. A aquisi&ccedil;&atilde;o faz parte da estrat&eacute;gia internacionaliza&ccedil;&atilde;o do grupo. Ainda neste semestre a companhia pretende ir novamente &agrave;s compras. A empresa est&aacute; em negocia&ccedil;&otilde;es para adquirir outro ativo, que seria na Guatemala.<br /><br />Ao contr&aacute;rio da estrat&eacute;gia adotada por outros importantes laborat&oacute;rios no pa&iacute;s, que concentram seus investimentos em ativos nacionais, a Eurofarma, uma das maiores companhias brasileiras, quer refor&ccedil;ar sua posi&ccedil;&atilde;o na Am&eacute;rica Latina. At&eacute; 2015, a farmac&ecirc;utica, que registrou faturamento da ordem de R$ 1,5 bilh&atilde;o em 2011, quer avan&ccedil;ar em importantes mercados da regi&atilde;o, como o M&eacute;xico e parte da Am&eacute;rica Central, de acordo com fontes.<br /><br />A empresa tamb&eacute;m n&atilde;o descarta realizar aquisi&ccedil;&otilde;es em pa&iacute;ses onde j&aacute; est&aacute; presente, como Argentina, Uruguai, Col&ocirc;mbia e Chile. A Eurofarma, segundo as mesmas fontes, quer refor&ccedil;ar sua posi&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas de oncologia e prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica nos pa&iacute;ses onde j&aacute; est&aacute; presente.<br /><br />O movimento de "latiniza&ccedil;&atilde;o" teve in&iacute;cio em 2009, quando a companhia anunciou a compra do pequeno laborat&oacute;rio Quesada, que terceiriza a produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos. Um ano depois, comprou os laborat&oacute;rios Gautier, no Uruguai, e o Volta, no Chile. A empresa n&atilde;o descarta construir uma unidade produtora de medicamentos na Argentina e analisa entrar no mercado venezuelano. Em abril do ano passado, a Eurofarma comprou uma f&aacute;brica da Schering Plough, na Col&ocirc;mbia, empresa que pertence ao grupo MSD.<br /><br />No mercado interno, a empresa tamb&eacute;m fez importantes movimentos de expans&atilde;o. A compra da Segmenta, produtora de soros, com sede em Ribeir&atilde;o Preto (SP), em 2011, ajudou a complementar o portf&oacute;lio da Eurofarma na &aacute;rea hospitalar, o que tamb&eacute;m inclui medicamentos injet&aacute;veis e antibi&oacute;ticos.<br /><br />Em 2012, a empresa formou uma joint venture com a multinacional americana MSD (Merck &amp; Co) e a Crist&aacute;lia para criar a Supera RX, empresa que far&aacute; a comercializa&ccedil;&atilde;o de medicamentos maduros dos tr&ecirc;s laborat&oacute;rios. Nessa opera&ccedil;&atilde;o, a MSD tem participa&ccedil;&atilde;o de 51%. Crist&aacute;lia e Eurofarma ficam com 24,5% cada.<br /><br />O Valor apurou que a companhia n&atilde;o pretende no curto e m&eacute;dio prazos adquirir ativos no Brasil. O foco da farmac&ecirc;utica ser&aacute; o mercado externo.<br /><br />Com forte presen&ccedil;a nos segmentos de gen&eacute;ricos e prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, a Eurofarma tamb&eacute;m faz parte da Orygen Biotecnologia, superfarmac&ecirc;utica criada no ano passada, com apoio do governo, para desenvolver medicamentos biossimilares. Fazem parte dessa companhia a Biolab e Crist&aacute;lia.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Distribuidores de remÃ©dio projetam crescimento em 2013]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34159</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 10:49:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo a Abradilan, a expectativa de aumento gira em torno de 11% a 20% neste ano<br /><br /><br />Distribuidores de medicamentos esperam um crescimento de vendas de dois d&iacute;gitos para o setor em 2013, segundo proje&ccedil;&otilde;es da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Distribuidores de Laborat&oacute;rios Nacionais (Abradilan) coletadas junto a associados. A maior parte das empresas (36,4%) tem a expectativa de registrar crescimento de 11% a 20% este ano.<br /><br />A Abradilan tem 128 associados que, segundo a entidade, atendem 77% das farm&aacute;cias e drogarias do pa&iacute;s. Um grupo menor de empresas distribuidoras (24,60%) projetou um crescimento de at&eacute; 30% e outros 30,3% dos empres&aacute;rios ainda acreditam num crescimento acima de 30% no ano. Em 2012, de acordo com o diretor executivo da entidade, Geraldo Monteiro, os distribuidores registraram crescimento de 29%.<br /><br />Apesar de mais cautelosas, as previs&otilde;es para este ano s&atilde;o consideradas positivas pelo dirigente. Ele destacou que deve continuar o ritmo de expans&atilde;o do &uacute;ltimo ano, acompanhando as previs&otilde;es de alta nas vendas do varejo farmac&ecirc;utico. A entidade que representa o varejo, a Abrafarma, espera crescimento de 16% nas vendas em 2013, n&uacute;mero igual ao registrado em 2012.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[GenÃ©ricos obtÃªm o menor crescimento desde seu surgimento]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34128</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 11:02:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mercado de medicamentos gen&eacute;ricos registrou em 2012 crescimento de 17% no volume de unidades vendidas em compara&ccedil;&atilde;o a 2011. Foram comercializados 679,6 milh&otilde;es de unidades frente aos 580,8 milh&otilde;es registrados no ano anterior. Apesar da alta, este foi o menor crescimento, em volume, da hist&oacute;ria dos gen&eacute;ricos desde que a categoria chegou ao mercado brasileiro, em 2001.<br /><br />As vendas movimentaram R$ 11,1 bilh&otilde;es no ano passado, 40,6% a mais que os R$ 8,7 bilh&otilde;es auferidos em 2011. O valor, auditado pelo IMS Health, n&atilde;o considera os descontos de mais de 50% oferecidos pela ind&uacute;stria ao varejo e se baseia nos registros de pre&ccedil;os junto &agrave; C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos (CMED).<br /><br />Al&eacute;m da desacelera&ccedil;&atilde;o na economia nacional como um todo, a presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Medicamentos Gen&eacute;ricos (Pr&oacute; Gen&eacute;ricos), Telma Salles, credita o pior desempenho &agrave; queda no ritmo de expira&ccedil;&atilde;o de patentes. "Esper&aacute;vamos que o acesso se expandisse, compensando a redu&ccedil;&atilde;o da entrada de novos produtos no mercado, o que n&atilde;o aconteceu", afirma.<br /><br />Em 2011, o mercado de gen&eacute;ricos havia registrado crescimento de 32,3% no volume de unidades vendidas na compara&ccedil;&atilde;o com 2010, com avan&ccedil;o de 41% em valor. "No in&iacute;cio do ano passado, esper&aacute;vamos atingir at&eacute; 35% [de crescimento em volume]", diz Telma.<br /><br />A diminui&ccedil;&atilde;o do crescimento, por&eacute;m, n&atilde;o impediu que o segmento desse um salto na participa&ccedil;&atilde;o de mercado em unidades, que fechou com m&eacute;dia de 26,3% em 2012, contra 24,9% em 2011. Em valores, o market share atingiu a marca de 22,4%, contra 20,5% no ano anterior. O avan&ccedil;o, no entanto, ficou bem abaixo das expectativa da Pr&oacute; Gen&eacute;ricos, que era de atingir 30% de participa&ccedil;&atilde;o em valor no ano que passou.<br /><br />A performance dos gen&eacute;ricos em 2012 se manteve acima do conjunto da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica brasileira, que cresceu apenas 10,8%. Exclu&iacute;da a participa&ccedil;&atilde;o dos gen&eacute;ricos nas vendas do setor, o crescimento &eacute; ainda menor, atingindo a marca de 8,8%. "Em 2013, esperamos que uma conjuntura econ&ocirc;mica mais robusta nos ajude a recuperar os &iacute;ndices de crescimento de anos anteriores", conclui a porta-voz.<br /><br />Teuto<br /><br />Mesmo com o avan&ccedil;o menor do mercado, o laborat&oacute;rio Teuto Pfizer espera manter forte ritmo de crescimento. A empresa instalou, entre janeiro e fevereiro, novas emblistadeiras em seu setor de produ&ccedil;&atilde;o de s&oacute;lidos. Segundo o gerente do segmento, Ronan Faleiro, ainda ser&atilde;o instalados novos equipamentos de manipula&ccedil;&atilde;o, compress&atilde;o e encapsulamento. A companhia espera dobrar de faturamento at&eacute; o final do ano. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Mercado de medicamentos genÃ©ricos diminui ritmo e cresce 17% em 2012]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34110</link>
<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 15:44:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: small;">Participa&ccedil;&atilde;o de mercado bate recorde e atinge &nbsp;26,3% no acumulado</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: small;"> do ano. Economia proporcionada aos consumidores chega a R$ 33,3 Bilh&otilde;es&nbsp;</span></em></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />O mercado de medicamentos gen&eacute;ricos registrou em 2012 crescimento de 17% no volume de unidades vendidas em compara&ccedil;&atilde;o a 2011. Foram comercializadas 679,6 milh&otilde;es de unidades frente aos 580,8 milh&otilde;es registradas no ano anterior. Embora vigoroso este foi o menor crescimento em volume da hist&oacute;ria dos gen&eacute;ricos desde que a categoria chegou ao mercado brasileiro, em 2001.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /> As vendas do setor movimentaram R$11,1 bilh&otilde;es no ano passado, montante 40,6% superior aos R$ 8,7 bilh&otilde;es aferidos em 2011. O valor, auditado pelo IMS Healt, n&atilde;o considera os descontos de mais de 50% oferecidos pela ind&uacute;stria ao varejo e se baseia nos registros de pre&ccedil;os feitos pelos laborat&oacute;rios na C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos (CMED). <br /> Para a entidade, a redu&ccedil;&atilde;o de ritmo da economia brasileira com um todo, impactou o setor em 2012. "Estamos apreensivos". O setor cresceu acima dos 30% em volume em 2010 e 2011 e perdeu ritmo em 2012, diz Telma Salles, presidente executiva da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Medicamentos Gen&eacute;ricos (Pr&oacute;Gen&eacute;ricos).</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /> Al&eacute;m disso, registramos menor n&uacute;mero de patentes expiradas em 2012, um acentuado aumento nos custos de produ&ccedil;&atilde;o e fortes press&otilde;es por descontos no varejo, diz Telma Salles.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /> A diminui&ccedil;&atilde;o no ritmo de crescimento do mercado de gen&eacute;ricos, por&eacute;m, n&atilde;o impediu que o segmento desse um salto na participa&ccedil;&atilde;o de mercado em unidades, que fechou com m&eacute;dia de 26,3% no acumulado do ano em 2012, contra 24,9% em 2011. Em valores, o Market Share dos gen&eacute;ricos atingiu a marca de 22,4%, contra 20,5% em 2011.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /> A performance dos gen&eacute;ricos em 2012 se manteve acima do conjunto da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica brasileira que cresceu apenas 10,8%. Ao excluirmos a participa&ccedil;&atilde;o dos gen&eacute;ricos nas vendas do setor farmac&ecirc;utico, o crescimento &eacute; ainda menor, atingindo a marca de 8,8%.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /> Ainda de acordo com Telma Salles, os gen&eacute;ricos ser&atilde;o cada vez mais indispens&aacute;veis como politica de sa&uacute;de p&uacute;blica. "Os gen&eacute;ricos vem cumprindo papel fundamental que &eacute; a inclus&atilde;o de mais brasileiros ao mercado farmac&ecirc;utico", diz. Dos 10 medicamentos mais prescritos no pa&iacute;s, 8 s&atilde;o gen&eacute;ricos. Entre os 20 gen&eacute;ricos mais vendidos no pa&iacute;s, 7 s&atilde;o para uso cr&ocirc;nico. "Os maiores beneficiados pelos gen&eacute;ricos s&atilde;o os portadores de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas como hipertens&atilde;o, diabetes e colesterol", explica Salles.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /> Desde que chegaram ao mercado brasileiro os gen&eacute;ricos geraram mais de R$ 33, 3 Bilh&otilde;es de economia aos consumidores. "Os gen&eacute;ricos barateiam os custos dos tratamentos e oferecem a mesma qualidade, efic&aacute;cia e seguran&ccedil;a apresentada pelos medicamentos de refer&ecirc;ncia", conclui Salles.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;">Fonte: Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Medicamentos Gen&eacute;ricos (Pr&oacute;Gen&eacute;ricos)/ Portal Abras</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Disputa por AchÃ© esbarra no preÃ§o]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34102</link>
<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 12:25:30 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desentendimentos sobre os rumos estrat&eacute;gicos da farmac&ecirc;utica Ach&eacute; podem levar um dos maiores laborat&oacute;rios do pa&iacute;s a mudar de m&atilde;os. Os acionistas controladores - as fam&iacute;lias Dellape Baptista, Siaulys e Depieri - n&atilde;o falam a mesma l&iacute;ngua h&aacute; muito tempo. Os s&oacute;cios analisam v&aacute;rias propostas para a venda da farmac&ecirc;utica.<br /><br />As diferen&ccedil;as entre as tr&ecirc;s fam&iacute;lias tornaram-se irrevers&iacute;veis a ponto de o governo tentar articular uma opera&ccedil;&atilde;o para que a farmac&ecirc;utica n&atilde;o seja vendida para multinacionais. Grandes grupos globais, entre eles, Novartis, Teva, GSK e Pfizer, analisam os ativos da companhia. Mas a proposta que mais agrada ao governo envolve o BTG Pactual e BNDES, que costuram uma poss&iacute;vel uni&atilde;o entre o Ach&eacute; e a Hypermarcas com o argumento de fortalecer o setor.<br /><br />O BTG est&aacute; envolvido em dois poss&iacute;veis desfechos, segundo fontes. Para que qualquer um deles se concretize, por&eacute;m, &eacute; preciso que nenhum estrangeiro apresente apetite suficiente para o pre&ccedil;o dos vendedores. No primeiro, a Hypermarcas emitiria a&ccedil;&otilde;es, que seriam compradas pelo BTG. O BNDES financiaria o resto da opera&ccedil;&atilde;o, promovendo a fus&atilde;o entre as duas farmac&ecirc;uticas e os controladores sairiam do neg&oacute;cio. No outro formato, o BTG compraria as partes dos Dellape Baptista e Siualys, tornando-se s&oacute;cio da fam&iacute;lia Depieri. O grupo de assessoria financeira Lazard, contratado pelos controladores, est&aacute; recebendo as propostas. O BNDES n&atilde;o comenta o assunto. O Ach&eacute; disse que n&atilde;o est&aacute; &agrave; venda.<br /><br />As negocia&ccedil;&otilde;es, contudo, esbarram no pre&ccedil;o do ativo. Os controladores avaliam o Ach&eacute; entre R$ 15 bilh&otilde;es e R$ 18 bilh&otilde;es, o equivalente a um m&uacute;ltiplo de 25 a 32 vezes o lucro antes de juros, impostos, deprecia&ccedil;&atilde;o e amortiza&ccedil;&atilde;o (Ebitda) de 2012. No ano passado, o indicador alcan&ccedil;ou R$ 560 milh&otilde;es, segundo fontes. Em 2011, ficou em R$ 454 milh&otilde;es.<br /><br />Os interessados na companhia t&ecirc;m achado o pre&ccedil;o salgado. E h&aacute; uma equa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil de equilibrar para garantir que o Ach&eacute; fique em m&atilde;os nacionais. A fam&iacute;lia Depieri tem o direito de prefer&ecirc;ncia sobre as demais participa&ccedil;&otilde;es e poderia exerc&ecirc;-lo junto com BTG e Hypermarcas. Contudo, para que isso ocorra, significa que o pre&ccedil;o ter&aacute; de ser atrativo para o comprador. Na pr&aacute;tica, isso tiraria o interesse das duas demais fam&iacute;lias em vender. Pessoas que acompanham de perto a opera&ccedil;&atilde;o acreditam que a solu&ccedil;&atilde;o mais fact&iacute;vel &eacute; o laborat&oacute;rio ser comprado (100% do capital) por um grupo estrangeiro.<br /><br />Para que os Depieri e o BTG consigam comprar a parte dos dois s&oacute;cios seria necess&aacute;rio levantar no m&iacute;nimo R$ 10 bilh&otilde;es. As duas fam&iacute;lias propensas a vender n&atilde;o est&atilde;o abertas a falar em troca de ativos ou de participa&ccedil;&otilde;es: querem dinheiro vivo.<br /><br />Uma associa&ccedil;&atilde;o com a Hypermarcas - cujo valor de mercado &eacute; de R$ 11,2 bilh&otilde;es - ou outro grande laborat&oacute;rio nacional - a EMS tamb&eacute;m estaria avaliando o ativo - &eacute; um sonho antigo do governo. O Ach&eacute; &eacute; um dos quatro s&oacute;cios da Bionovis, junto com EMS, Hypermarcas e Uni&atilde;o Qu&iacute;mica, cada um com 25%. O acordo de acionistas dessa companhia, criada em 2012 com a ben&ccedil;&atilde;o do governo, prev&ecirc; que se uma das s&oacute;cias transferir seu controle para uma multinacional os acionistas remanescentes t&ecirc;m de comprar a participa&ccedil;&atilde;o do grupo que est&aacute; saindo.<br /><br />Criada em 1965, dos tr&ecirc;s s&oacute;cios fundadores somente Adalmiro Dellape Baptista est&aacute; vivo. "Os s&oacute;cios-fundadores sempre se deram bem, mas a rela&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou a degringolar no fim dos anos 90, com a aprova&ccedil;&atilde;o da Lei do Gen&eacute;ricos. O Ach&eacute; comprou uma briga com o [ent&atilde;o] ministro da Sa&uacute;de, Jos&eacute; Serra", afirmou uma fonte. "O amor entre eles acabou. Agora &eacute; o dinheiro que fala mais alto", disse a mesma fonte.<br /><br />No fim dos anos 90, Adalmiro foi grande opositor da proposta de Serra ao programa de gen&eacute;ricos e ao congelamento de pre&ccedil;os aos rem&eacute;dios impostos na &eacute;poca. Mas as rusgas n&atilde;o ficam por a&iacute;. Os controladores se envolveram em uma disputa judicial, encerrada em 2001, cujo ponto central da disc&oacute;rdia foi o balan&ccedil;o da Schering-Plough no Brasil, empresa da qual o Ach&eacute; detinha 42% do capital. Havia suspeita de irregularidades nas contas da companhia.<br /><br />Al&eacute;m do controle do Ach&eacute;, os acionistas mant&ecirc;m importantes neg&oacute;cios. A fam&iacute;lia Baptista, por exemplo, controla a Partage, empresa de empreendimentos imobili&aacute;rios. Os Siaulys possuem redes de hot&eacute;is de luxo, como o Unique. Os Depieri s&atilde;o investidores do mercado financeiro. As fam&iacute;lias tamb&eacute;m est&atilde;o entre os acionistas da BR Pharma, bra&ccedil;o de varejo farmac&ecirc;utico do BTG.<br /><br />Adquirir uma participa&ccedil;&atilde;o na companhia, portanto, poderia gerar sinergias para os neg&oacute;cios do BTG no setor. O grupo ficaria com um p&eacute; na produ&ccedil;&atilde;o e outro na distribui&ccedil;&atilde;o de medicamentos. As conversas com os acionistas do Ach&eacute; v&ecirc;m sendo conduzidas h&aacute; alguns meses pela equipe da &aacute;rea de "private equity" do banco. O mercado farmac&ecirc;utico &eacute; um dos setores em que o BTG v&ecirc; ainda potencial de consolida&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Desde o fim de 2000, quando decidiram profissionalizar a gest&atilde;o, as fam&iacute;lias controladoras do Ach&eacute; - que passaram a atuar apenas no conselho de administra&ccedil;&atilde;o - buscam estrat&eacute;gias para manter o grupo entre os maiores. Em 2010, fizeram uma reorganiza&ccedil;&atilde;o societ&aacute;ria, criando tr&ecirc;s Fundos de Investimento em Participa&ccedil;&otilde;es (FIP) - um para cada uma das fam&iacute;lias que compartilham o controle da companhia.<br /><br />O consenso, h&aacute; tr&ecirc;s anos, era abrir o capital da empresa. Em 2011, a companhia j&aacute; estava preparada para ir &agrave; bolsa, mas as condicoes adversas de mercado levaram o grupo a adiar esses planos por tempo indeterminado. Outra estrat&eacute;gia da companhia foi negociar uma grande aquisi&ccedil;&atilde;o e o alvo eleito foi o laborat&oacute;rio nacional Mantecorp, adquirido pela Hypermarcas. H&aacute; dois anos, o grupo tamb&eacute;m tentou costurar uma parceria com a inglesa GlaxoSmithKline (GSK) para formar uma joint venture para trabalhar com medicamentos maduros no mercado nacional, que tamb&eacute;m n&atilde;o deu certo.<br /><br />No dia 7, a situa&ccedil;&atilde;o voltou a ficar tensa no grupo com a sa&iacute;da do executivo-chefe, Jos&eacute; Ricardo Mendes da Silva. A companhia est&aacute; sendo comandada por um colegiado at&eacute; a contrata&ccedil;&atilde;o de um novo executivo.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Mercado de genÃ©ricos perde ritmo em 2012]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34079</link>
<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 09:06:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s mais de dez anos de crescimentos robustos, a ind&uacute;stria de medicamentos gen&eacute;ricos brasileira perdeu seu ritmo em 2012.<br /><br />O segmento registrou alta de 17% no volume de unidades vendidas no ano passado ante 2011, segundo a Pr&oacute;Gen&eacute;ricos (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Medicamentos Gen&eacute;ricos).<br /><br />Foi o menor crescimento em volume da hist&oacute;ria dos gen&eacute;ricos desde que a categoria chegou ao mercado brasileiro, em 2001. O setor havia crescido acima dos 30% em volume em 2010 e 2011, segundo a Pr&oacute;Gen&eacute;ricos.<br /><br />A comercializa&ccedil;&atilde;o ficou em 679,6 milh&otilde;es de unidades no ano e movimentou R$ 11,1 bilh&otilde;es, aponta a entidade.<br /><br />"Isso n&atilde;o impediu que o segmento desse um salto. A performance dos gen&eacute;ricos se manteve acima do conjunto da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica brasileira", diz Telma Salles, presidente da entidade.<br /><br />"A participa&ccedil;&atilde;o de mercado em unidades foi de 26,3% em 2012 ante 24,9% em 2011. Mas &eacute; um sinal de alerta, sim. Perdeu ritmo", afirma.<br /><br />Press&otilde;es sobre os custos de produ&ccedil;&atilde;o, pre&ccedil;o da mat&eacute;ria-prima, peso da folha de pagamento, tributos e pedidos de descontos do varejo s&atilde;o os respons&aacute;veis pela perda de velocidade, segundo Salles.<br /><br />"Tamb&eacute;m registramos um n&uacute;mero menor de patentes expiradas no ano passado. Estamos estudando como ser&aacute; o cen&aacute;rio neste ano", diz. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Como Marcos Arede convenceu a CVS a comprar a Drogaria Onofre]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=34002</link>
<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 12:22:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ele seduziu a CVS<br /><br />Como o empres&aacute;rio Marcos Arede conseguiu convencer a maior rede farmac&ecirc;utica do mundo a comprar a Drogaria Onofre.<br /><br />Por Carlos Eduardo VALIM<br /><br />A Drogaria Onofre est&aacute; longe das primeiras posi&ccedil;&otilde;es do mercado de redes de farm&aacute;cias no Brasil. Com um faturamento de R$ 450 milh&otilde;es e 44 lojas, ela &eacute; a apenas a oitava em receita. Mas a empresa comandada pelo empres&aacute;rio Marcos Arede, em conjunto com o seu irm&atilde;o e s&oacute;cio Ricardo, ambos da terceira gera&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia que fundou o neg&oacute;cio, conseguiu seduzir a gigante americana CVS Caremark, a maior empresa do varejo de medicamentos do mundo, com faturamento de US$ 123 bilh&otilde;es, e dona da segunda maior rede de farm&aacute;cias dos Estados Unidos, com 7,3 mil lojas, e maior concorrente da rival e conterr&acirc;nea Walgreens. Os seus encantos? A Onofre possui a maior receita por metro quadrado do setor, segundo a empresa de pesquisas Euromonitor. <br />&nbsp;<br />Em m&eacute;dia, cada ponto embolsa R$ 10 milh&otilde;es por ano. A Raia Drogasil, a maior do setor, por exemplo, consegue arrecadar 40% menos nos seus 776 pontos de venda. Por essas raz&otilde;es, a CVS comprou 100% do capital da fam&iacute;lia Arede e assumiu o controle da Drogaria Onofre, em sua primeira investida fora dos Estados Unidos. O valor do neg&oacute;cio n&atilde;o foi revelado, mas estima-se que os americanos tenham concordado em pagar em torno de R$ 600 milh&otilde;es, valor que seria superior a 20 vezes o Ebitda (medida de gera&ccedil;&atilde;o de caixa), de acordo com fontes ouvidas por DINHEIRO. &ldquo;Vemos o Brasil como um mercado atraente, que deve crescer acima de 10% anualmente, na pr&oacute;xima d&eacute;cada&rdquo;, afirmou Larry Merlo, o CEO da CVS, durante teleconfer&ecirc;ncia na quarta-feira 6. <br />&nbsp;<br />Os irm&atilde;os Arede, que n&atilde;o se pronunciaram, v&atilde;o permanecer na gest&atilde;o da empresa. &ldquo;A CVS levou junto o passe dos dois, j&aacute; que eles t&ecirc;m o expertise do neg&oacute;cio&rdquo;, afirma uma fonte do setor, que acompanhou a negocia&ccedil;&atilde;o. Mantendo esse conhecimento dentro de casa, a CVS quer aproveitar melhor a expans&atilde;o do varejo farmac&ecirc;utico no Brasil, que cresceu 16,5% at&eacute; novembro de 2012. Muito acima dos 4% do mercado americano. &ldquo;A aquisi&ccedil;&atilde;o da Onofre &eacute; como colocar o dedo na &aacute;gua&rdquo;, diz Merlo. &ldquo;O mercado brasileiro ainda &eacute; altamente fragmentado, ent&atilde;o vemos grandes oportunidades de crescimento.&rdquo; A transa&ccedil;&atilde;o deve estimular ainda mais a onda de consolida&ccedil;&atilde;o do setor, que j&aacute; conta com grandes grupos como a Raia Drogasil, a DP SP e a Brazil Pharma. <br />&nbsp;<br />&ldquo;O nome do jogo em varejo &eacute; escala, para pulverizar os custos de marketing, com &aacute;reas de opera&ccedil;&otilde;es, de compras e para ganhar poder de barganha&rdquo;, afirma Eduardo Seixas, s&oacute;cio da consultoria americana de varejo Alvarez &amp; Marsal. Foi exatamente isso o que motivou a Profarma, terceira maior distribuidora de medicamentos do Brasil, com faturamento de R$ 3,1 bilh&otilde;es. Neste ano, ela anunciou sua entrada no varejo com a compra de tr&ecirc;s empresas. Nas duas &uacute;ltimas semanas de janeiro, ela comprou as redes Drogasmil e Farmalife, ambas do grupo mexicano Casa Saba, e 50% da carioca Tamoios. Com isso, somar&aacute; 142 lojas e um faturamento anual de R$ 700 milh&otilde;es. <br />&nbsp;<br />&ldquo;Foi uma medida defensiva&rdquo;, diz Sammy Birmarcker, CEO e presidente do conselho da empresa, que passou cinco d&eacute;cadas apenas distribuindo rem&eacute;dios para as farm&aacute;cias. Mas, ao se tornar tamb&eacute;m uma concorrente de seus clientes, a empresa dever&aacute; optar por uma estrat&eacute;gia cautelosa de crescimento. &ldquo;N&atilde;o vamos adotar pol&iacute;ticas suicidas de pre&ccedil;os&rdquo;, afirma Birmarcker. &ldquo;Se exagerarmos no varejo, podemos ser punidos no atacado.&rdquo; A empresa acredita que, mesmo assim, pode elevar a sua margem de lucro operacional, dos atuais 2,5% para acima de 4%. E, dessa forma, experimentar um pouco do gostinho que tanto atraiu a CVS &agrave; Onofre: o de um mercado lucrativo e em expans&atilde;o.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto &Eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[GenÃ©ricos 2.0]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33975</link>
<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 08:25:26 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por que os maiores laborat&oacute;rios brasileiros se uniram para criar duas empresas para competir com as estrangeiras no mercado de medicamentos biol&oacute;gicos. Em jogo, um mercado de R$ 2 bilh&otilde;es ao ano.<br /><br /><br />Por Carlos Eduardo VALIM<br /><br />Nada foi mais ben&eacute;fico para as empresas farmac&ecirc;uticas brasileiras do que os rem&eacute;dios gen&eacute;ricos, c&oacute;pias perfeitas do medicamento de refer&ecirc;ncia. Gra&ccedil;as aos medicamentos sem marca, em 13 anos, o equil&iacute;brio de for&ccedil;as do setor foi completamente alterado. Os laborat&oacute;rios de capital nacional passaram a competir de igual para igual com pot&ecirc;ncias internacionais do setor, como a su&iacute;&ccedil;a Novartis, a americana Pfizer e a francesa Sanofi-Aventis, entre outras. Um exemplo disso &eacute; o grupo EMS, do empres&aacute;rio Carlos Sanchez, o atual l&iacute;der de mercado, que ocupava a 29&ordf; posi&ccedil;&atilde;o em 1999. Mas essa f&oacute;rmula de crescimento come&ccedil;a a ficar desgastada. <br />&nbsp;<br />Nem tanto pelas receitas de gen&eacute;ricos, que cresceram 29% nos primeiros 11 meses de 2012, o que representa 22% das vendas de medicamentos no Brasil. O problema &eacute; que, no curto prazo, n&atilde;o h&aacute; nenhum grande blockbuster com patente prestes a vencer, como o Viagra, para tratar disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til, ou o Lipitor, que combate o colesterol, que acrescentaram bilh&otilde;es de reais aos cofres dos laborat&oacute;rios nacionais quando suas c&oacute;pias chegaram ao mercado. Em 2013, por exemplo, o faturamento dos rem&eacute;dios que perder&atilde;o patente no Brasil somar&aacute; p&iacute;fios R$ 170 milh&otilde;es, de acordo com a consultoria americana IMS Health. Mas h&aacute; vida ap&oacute;s os gen&eacute;ricos. <br />&nbsp;<br />A pr&oacute;xima onda da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica responde pelo nome de biossimilares. Trata-se de c&oacute;pias aproximadas de medicamentos biol&oacute;gicos, j&aacute; que n&atilde;o podem ser reproduzidos de forma id&ecirc;ntica, como fazem os gen&eacute;ricos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s drogas sint&eacute;ticas. &Eacute; uma transi&ccedil;&atilde;o e tanto para o setor, que pode ser comparada &agrave; troca das barulhentas m&aacute;quinas de escrever pelo computador. Desta vez, os fabricantes nacionais resolveram unir-se para entrar na fase 2.0 dos rem&eacute;dios sem marca, criando duas empresas. De um lado est&aacute; a Orygen Biotecnologia, cujos s&oacute;cios s&atilde;o Eurofarma, Crist&aacute;lia e Biolab &ndash; a Libbs deixou a joint venture em janeiro deste ano. <br />&nbsp;<br />De outro, encontra-se a Bionovis, formada por EMS, Ach&eacute;, Hypermarcas e Uni&atilde;o Qu&iacute;mica. &ldquo;&Eacute; um projeto de dez anos, para ajudar a cobrir o d&eacute;ficit da balan&ccedil;a comercial brasileira com medicamentos e para ganharmos capacidade de exporta&ccedil;&atilde;o no setor&rdquo;, diz Odnir Finotti, presidente da Bionovis. &ldquo;Ser&aacute; algo parecido com o promovido no setor aeron&aacute;utico, pela Embraer.&rdquo; Cada uma das novas organiza&ccedil;&otilde;es precisar&aacute; investir cerca de R$ 500 milh&otilde;es para produzir os seus primeiros rem&eacute;dios biosssimilares. &Eacute; f&aacute;cil entender por que esses laborat&oacute;rios, acostumados a competir acirradamente nos balc&otilde;es das farm&aacute;cias, se uniram. <br />&nbsp;<br />H&aacute; um potencial avaliado em R$ 2 bilh&otilde;es de vendas anuais a ser explorado em medicamentos biol&oacute;gicos que est&atilde;o perdendo as suas patentes no Pa&iacute;s. Mais: dos dez rem&eacute;dios de maior valor de neg&oacute;cio no mundo, em 2016, oito ser&atilde;o biol&oacute;gicos, segundo a empresa de pesquisas brit&acirc;nica EvaluatePharma. Juntos, somar&atilde;o vendas globais de US$ 55,5 bilh&otilde;es. &ldquo;Existem centenas de medicamentos biol&oacute;gicos sendo desenvolvidos em laborat&oacute;rios ao redor do mundo&rdquo;, diz Andrew Simpson, presidente da Orygen, que respondeu nos &uacute;ltimos dez anos pela dire&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica do Instituto Ludwig para Pesquisa de C&acirc;ncer, em Nova York, e coordenou o Projeto Genoma no Brasil. &ldquo;A variedade de rem&eacute;dios poss&iacute;vel &eacute; quase infinita.&rdquo; <br />&nbsp;<br />REINVEN&Ccedil;&Atilde;O Muitas das gigantes do setor farmac&ecirc;utico est&atilde;o direcionando fortemente suas apostas para esse campo, como Roche, Novartis, Bristol-Myers Squibb e Pfizer. O desafio das pioneiras dos biossimilares &eacute; ganhar parte desse mercado por meio de op&ccedil;&otilde;es mais baratas que os rem&eacute;dios de marca. &ldquo;Uma mol&eacute;cula biol&oacute;gica &eacute; centenas de vezes maior do que uma sint&eacute;tica&rdquo;, afirma Simpson. Isso se traduz em gastos maiores. Enquanto a produ&ccedil;&atilde;o de um gen&eacute;rico custa em torno de R$ 1,5 milh&atilde;o, o de um biossimilar pode variar entre US$ 50 milh&otilde;es e US$ 150 milh&otilde;es. &ldquo;N&atilde;o adianta s&oacute; mudar a linha de compress&atilde;o e de embalagem, como se faz para produzir um gen&eacute;rico&rdquo;, diz Nelson Mussolini, vice-presidente da Sindusfarma, o sindicato setorial. &ldquo;&Eacute; preciso reinventar o medicamento.&rdquo;<br />&nbsp;<br />Por se tratar de copiar um processo de crescimento de c&eacute;lulas vivas, que s&atilde;o manipuladas e passam por muta&ccedil;&atilde;o em laborat&oacute;rio, a necessidade de testes cl&iacute;nicos em pacientes tamb&eacute;m &eacute; muito maior no biossimilar. As ag&ecirc;ncias regulat&oacute;rias do Brasil, dos Estados Unidos e da Europa exigem que testes humanos comprovem que o medicamento tem o mesmo efeito do produto de refer&ecirc;ncia que pretende copiar. &ldquo;Apenas as pesquisas cl&iacute;nicas de rem&eacute;dios para c&acirc;ncer podem custar R$ 50 milh&otilde;es&rdquo;, diz Finotti, da Bionovis. Al&eacute;m do alto valor de investimento, as chances de um rem&eacute;dio biol&oacute;gico n&atilde;o vingar, durante a fase de desenvolvimento, s&atilde;o maiores do que a de um gen&eacute;rico. <br />&nbsp;<br />Os primeiros medicamentos de nova gera&ccedil;&atilde;o devem chegar ao mercado brasileiro em tr&ecirc;s anos<br />&nbsp;<br />&ldquo;No &uacute;ltimo ano, muitas empresas internacionais abandonaram projetos de biossimilares em fases avan&ccedil;adas&rdquo;, diz Simpson. Outro obst&aacute;culo para as empresas brasileiras est&aacute; na competi&ccedil;&atilde;o com pa&iacute;ses mais avan&ccedil;ados nos f&aacute;rmacos biol&oacute;gicos, como &Iacute;ndia, Argentina, e principalmente, a Coreia do Sul, onde as gigantes LG e Samsung entraram no neg&oacute;cio de biossimilares. Mas, mesmo que o mercado externo se mostre muito competitivo, a Bionovis e a Orygen j&aacute; nascem com um grande cliente garantido. Praticamente todos os medicamentos biol&oacute;gicos consumidos no Brasil s&atilde;o pagos pelo sistema governamental de universaliza&ccedil;&atilde;o ao tratamento m&eacute;dico. <br />&nbsp;<br />Isso porque eles s&atilde;o rem&eacute;dios de alt&iacute;ssimo custo, voltados a doen&ccedil;as raras e complexas &ndash; como doen&ccedil;as autoimunes e c&acirc;ncer &ndash;, que os consumidores n&atilde;o costumam conseguir pagar com os pr&oacute;prios recursos. Isso leva a uma situa&ccedil;&atilde;o em que 3,7% do volume de rem&eacute;dios comprados pelo governo representa 32% dos seus gastos. O setor p&uacute;blico tamb&eacute;m n&atilde;o deve se restringir ao papel de cliente principal das empresas. O BNDES participou das discuss&otilde;es para a forma&ccedil;&atilde;o das duas empresas e indicou a seus acionistas o interesse de investir nos projetos. Antes de tudo isso, resta saber quando os biossimilares nacionais come&ccedil;ar&atilde;o a chegar &agrave;s m&atilde;os dos brasileiros. <br />&nbsp;<br />Entre as suas diversas fases de desenvolvimento e aprova&ccedil;&atilde;o, um rem&eacute;dio do tipo pode demorar mais de sete anos para ir a mercado. Como forma de reduzir o tempo de lan&ccedil;amento, a Bionovis e a Orygen est&atilde;o em fases finais de acordos com empresas internacionais, para transfer&ecirc;ncia de tecnologia. &ldquo;Depois desses acordos, a previs&atilde;o &eacute; de que os primeiros biossimilares possam chegar ao mercado em cerca de tr&ecirc;s anos&rdquo;, diz Reginaldo Arcuri, presidente do Grupo FarmaBrasil, associa&ccedil;&atilde;o de farmac&ecirc;uticas brasileira que deu in&iacute;cio &agrave;s discuss&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o das duas empresas. &Eacute; uma aposta arriscada, mas que pode garantir o futuro da ind&uacute;stria nacional de medicamentos.<br />&nbsp;<br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto &Eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[A desalavancagem da Hypermarcas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33972</link>
<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 08:21:29 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Hypermarcas anunciou, na ter&ccedil;a-feira 5, a conclus&atilde;o da venda de uma f&aacute;brica de medicamentos em Bragan&ccedil;a Paulista, interior de S&atilde;o Paulo, para a Avert. O neg&oacute;cio, anunciado em 4 de dezembro, por R$ 17 milh&otilde;es, fez os pap&eacute;is da companhia presidida por Cl&aacute;udio Bergamo subir para R$ 18,09 na quarta-feira 6, a maior cota&ccedil;&atilde;o desde maio de 2011. Segundo a analista da Coinvalores, Sandra Peres, a venda de ativos que n&atilde;o s&atilde;o rent&aacute;veis pode ajudar a empresa no movimento de desalavancagem, iniciado em 2011. &ldquo;O mercado v&ecirc; essas a&ccedil;&otilde;es como positivas&rdquo;, afirma. <br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />&ldquo;Os resultados desse processo v&atilde;o come&ccedil;ar a aparecer nos n&uacute;meros de 2013, e os investidores est&atilde;o de olho nisso.&rdquo; Segundo Sandra, a melhora do cen&aacute;rio macroecon&ocirc;mico, na compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado, tamb&eacute;m &eacute; positiva e gera boas expectativas aos investidores. &ldquo;No momento, nossa recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; de manuten&ccedil;&atilde;o para o papel&rdquo;, afirma a analista. Considerando uma melhora no fluxo de caixa da companhia, o Bank of America Merrill Lynch afirmou, em relat&oacute;rio, que mantinha a recomenda&ccedil;&atilde;o de compra para os pap&eacute;is, elevando o pre&ccedil;o-alvo das a&ccedil;&otilde;es da empresa de R$ 20 para R$ 22.<br /></p>
<p style="text-align: justify;"><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto &Eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Venda da rede de drogarias Onofre a grupo americano pode mudar o perfil do setor]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33943</link>
<pubDate>Fri, 08 Feb 2013 10:26:30 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A venda da rede de drogarias Onofre para o grupo de sa&uacute;de CVS Caremark, dos EUA, pode ser o primeiro passo para a internacionaliza&ccedil;&atilde;o do setor no pa&iacute;s. &Eacute; o que afirmam especialistas de varejo, ap&oacute;s a empresa americana ter anunciado a transa&ccedil;&atilde;o, na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira. A CVS &eacute; a maior empresa do ramo dos EUA e faturou US$ 123 bilh&otilde;es em 2012. Ao comprar a rede brasileira, que conta com 44 lojas, a gigante faz sua primeira investida internacional. O valor da transa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi divulgado.<br /><br />Para o consultor Ulysses Reis, da Treinasse, o movimento lembra o ocorrido com os supermercados no fim da d&eacute;cada de 90, quando muitas redes foram adquiridas por empresas estrangeiras. J&aacute; Marco Quintarelli, consultor de varejo do Grupo Azo, prev&ecirc; mudan&ccedil;as no perfil das farm&aacute;cias, influenciadas pelas americanas, menos restritas a medicamentos.<br /><br />A tend&ecirc;ncia de diversifica&ccedil;&atilde;o de produtos &eacute; confirmada pelos dados da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Redes de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma). Entre 2009 e 2012, o segmento de n&atilde;o medicamentos cresceu mais de 95%, chegando a um faturamento de mais de R$ 7,7 bilh&otilde;es no ano passado. Ao todo, o setor faturou R$ 25 bilh&otilde;es.<br /><br />&mdash; Isso mostra que estamos mais pr&oacute;ximos do modelo americano, mais ousado &mdash; disse S&eacute;rgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma.<br /><br />Rog&eacute;rio Sobral, especialista em fus&otilde;es e professor da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas, aponta desafios:<br /><br />&mdash; H&aacute; diferen&ccedil;as entre os perfis. Se tentarem aplicar o mesmo modelo aqui, sem adaptar, n&atilde;o vai funcionar.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo - RJ</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Americana CVS compra a Onofre e acirra briga no mercado de farmÃ¡cias]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33926</link>
<pubDate>Thu, 07 Feb 2013 12:57:14 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um neg&oacute;cio envolvendo uma rede de m&eacute;dio porte pode abrir a porta para mudan&ccedil;as significativas no mercado brasileiro de farm&aacute;cias: a rede Onofre, com 44 lojas, foi adquirida pela americana CVS. O mercado espera que a l&iacute;der no segmento nos Estados Unidos - com 7,4 mil lojas, receita de US$ 123 bilh&otilde;es no ano passado e participa&ccedil;&atilde;o de 20% da venda de medicamentos prescritos - tenha apetite para incomodar as atuais l&iacute;deres de mercado no Pa&iacute;s.<br /><br />A compra da Onofre foi anunciada de maneira discreta ontem pela CVS. O valor da opera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi revelado, mas &eacute; estimado em R$ 600 milh&otilde;es por fontes de mercado. O mais importante, no entanto, &eacute; que esse &eacute; o primeiro passo do projeto de expans&atilde;o internacional da gigante americana. Por isso, analistas dizem ser pouco prov&aacute;vel que o projeto brasileiro da CVS fique restrito &agrave; Onofre. Apesar da consolida&ccedil;&atilde;o recente, o mercado local de drogarias ainda &eacute; bastante pulverizado e oferece oportunidades tanto por crescimento org&acirc;nico quanto por aquisi&ccedil;&otilde;es.<br /><br />A chegada de uma gigante internacional do porte da CVS pode representar para as drogarias uma transforma&ccedil;&atilde;o semelhante &agrave; experimentada pelo varejo de alimentos nos anos 1990, quando redes como Walmart e Sonae aportaram no Pa&iacute;s. "Esse &eacute; o verdadeiro in&iacute;cio da internacionaliza&ccedil;&atilde;o do setor de farm&aacute;cias", afirma o consultor Alberto Sorrentino, s&oacute;cio da GS&amp;MD - Gouv&ecirc;a de Souza. Segundo ele, o movimento dever&aacute; acelerar a expans&atilde;o das redes locais e poder&aacute; motivar a vinda de outras redes internacionais ao Pa&iacute;s.<br /><br />A raz&atilde;o de tanto interesse pelo Brasil &eacute; econ&ocirc;mica. Nos Estados Unidos, CVS, Walgreens e RiteAid dominam quase sozinhas o mercado, enquanto em v&aacute;rios pa&iacute;ses da Europa - incluindo a Alemanha, maior economia do continente - a venda de medicamentos &eacute; regulamentada e controlada pelo governo. No Brasil, enquanto isso, relat&oacute;rio do Bank of America Merrill Lynch aponta que as tr&ecirc;s maiores redes do Pa&iacute;s respondem por apenas 24% do faturamento do setor.<br /><br />A alta pulveriza&ccedil;&atilde;o do mercado brasileiro &eacute; evidenciada pelo n&uacute;mero de lojas das l&iacute;deres de mercado. Por aqui, DPSP (uni&atilde;o das drogarias Pacheco e S&atilde;o Paulo) tem 710 lojas, enquanto Raia Drogasil soma 828. Nos Estados Unidos, a CVS tem 7,4 mil pontos de venda e sua principal rival, a Walgreens, soma 8 mil. "Para crescer rapidamente, a solu&ccedil;&atilde;o da CVS pode ser a compra de outra rede regional importantes", diz o s&oacute;cio da Business to Lawyers - B2L, Rubens Gaspar Serra. A mineira Ara&uacute;jo, a ga&uacute;cha Panvel e a paranaense Nissei est&atilde;o entre as redes mais assediadas por investidores.<br /><br />Hora de ceder. A forma&ccedil;&atilde;o de grupos maiores tende a acelerar a sa&iacute;da de grupos regionais de m&eacute;dio porte. Para Serra, a Onofre se decidiu pela venda porque n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es de empreender uma expans&atilde;o diante de concorrentes com mais poder de investimento, como Raia Drogasil, DPSP e a BR Pharma, bra&ccedil;o de farm&aacute;cias do banco de investimentos BTG. "Eles tentaram migrar para o varejo online, mas esbarram na regula&ccedil;&atilde;o, que restringiu mais a venda de medicamentos sem receita", explica o s&oacute;cio da B2L.<br /><br />H&aacute; cerca de um ano, quando as conversas com a CVS j&aacute; tinham come&ccedil;ado, os irm&atilde;os Marcos e Ricardo Arede tentaram uma &uacute;ltima cartada para evitar a venda da empresa fundada pelo av&ocirc; deles h&aacute; mais de 80 anos. No fim de 2010, decidiram que abririam uma loja em cada mercado importante do interior paulista. Essas unidades serviriam como pontos de apoio &agrave; estrat&eacute;gia de e-commerce. Em um primeiro momento, a meta era abrir 15 lojas ao longo de 2012. No entanto, como o projeto n&atilde;o vingou, a rede s&oacute; agregou cinco pontos de venda no ano passado. Nos &uacute;ltimos meses, o mercado j&aacute; dava como certa a venda da opera&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Com a conclus&atilde;o do neg&oacute;cio, o destino dos Arede ainda &eacute; incerto. Para Alberto Sorrentino, da GS&amp;MD, as rela&ccedil;&otilde;es da fam&iacute;lia no Pa&iacute;s s&atilde;o vitais para guiar os primeiros passos da CVS no Brasil - logo, pelo menos temporariamente, eles devem permanecer na companhia. Ontem, fontes de mercado afirmavam que a fam&iacute;lia ainda seguiria como s&oacute;cia minorit&aacute;ria do empreendimento, com uma fatia de 20%. No entanto, embora n&atilde;o tenha divulgado nenhum detalhe sobre a compra da Onofre, a assessoria de imprensa da rede americana confirmou ao Estado de que se trata de uma aquisi&ccedil;&atilde;o de 100% do neg&oacute;cio. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[CVS compra Onofre por R$ 670 milhÃµes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33917</link>
<pubDate>Thu, 07 Feb 2013 12:21:57 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O an&uacute;ncio da aquisi&ccedil;&atilde;o do controle da rede de farm&aacute;cias Onofre pela americana CVS &eacute; o mais importante movimento de entrada de capital estrangeiro no setor de drogarias no pa&iacute;s. E a mais cara opera&ccedil;&atilde;o j&aacute; feita nesse segmento. Maior grupo de varejo e servi&ccedil;os de farm&aacute;cias dos Estados Unidos, a CVS pagou R$ 670 milh&otilde;es por 80% da rede brasileira, avaliada em R$ 830 milh&otilde;es, apurou o Valor. A fam&iacute;lia Arede, fundadora da empresa, ficou com os outros 20%. Pagaram &agrave; vista, em dinheiro, e assumiram tamb&eacute;m as d&iacute;vidas da companhia.<br /><br />O valor do neg&oacute;cio equivale a 26 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, deprecia&ccedil;&atilde;o e amortiza&ccedil;&atilde;o) alcan&ccedil;ado pela empresa em 2012 - a taxa m&aacute;xima registrada nesse mercado era 15 vezes o Ebitda (ver an&aacute;lise abaixo). Oficialmente, as empresas n&atilde;o informaram os valores da transa&ccedil;&atilde;o. Liderada pelos executivos Ricardo e Marcos Arede, a Onofre acertou com a CVS a perman&ecirc;ncia dos cofundadores no comando. N&atilde;o foi informado o per&iacute;odo para isso. Os diretores s&atilde;o netos de Arlindo Arede, criador em 1934 da "Pharmacia Onofre", que em 1957 se transformou em Drogaria Onofre.<br /><br />A rede varejista &eacute; a oitava maior do pa&iacute;s, com 44 lojas e receita de R$ 452 milh&otilde;es no ano passado, apurou o Valor. A fam&iacute;lia vendeu o controle porque entendeu que precisava acelerar o crescimento para n&atilde;o perder escala e acabar encolhendo, num mercado em forte consolida&ccedil;&atilde;o, segundo fonte pr&oacute;xima &agrave; fam&iacute;lia. Desde 2010, esse setor enfrenta um processo de concentra&ccedil;&atilde;o em pleno andamento - a Raia se uniu &agrave; Drogasil e a Drogaria S&atilde;o Paulo se juntou com a Pacheco, ambos os neg&oacute;cios em 2010. A BR Pharma comprou uma s&eacute;rie de empresas nos &uacute;ltimos dois anos.<br /><br />A confirma&ccedil;&atilde;o da opera&ccedil;&atilde;o aconteceu ontem, pelo comando da CVS, em teleconfer&ecirc;ncia de resultados do quarto trimestre - quando a companhia anunciou alta de 15% na receita l&iacute;quida de US$ 124 bilh&otilde;es em 2012, e aumento de 14,2% no lucro operacional, que atingiu US$ 7,2 bilh&otilde;es no ano passado. "O Brasil &eacute; um &oacute;timo mercado cujo crescimento na &aacute;rea de produtos de cuidados para sa&uacute;de e farm&aacute;cias deve alcan&ccedil;ar dois d&iacute;gitos na pr&oacute;xima d&eacute;cada", disse aos analistas Larry Merlo, presidente mundial da CVS.<br /><br />De acordo com Merlo, a elevada pulveriza&ccedil;&atilde;o desse setor no pa&iacute;s pode ser uma boa oportunidade para crescer, j&aacute; que h&aacute; dezenas de m&eacute;dias e pequenas companhias espalhadas pelo pa&iacute;s. Segundo analistas, o cont&iacute;nuo aumento da demanda desse segmento, ancorado na alta da renda e estabilidade nas taxas de desemprego tamb&eacute;m comp&otilde;e esse cen&aacute;rio de interesse no mercado local. "A &uacute;nica l&oacute;gica que explica uma aquisi&ccedil;&atilde;o t&atilde;o cara &eacute; a quest&atilde;o estrat&eacute;gica. Mercados como o Brasil viraram priorit&aacute;rios", disse o economista Nelson Barrizzelli.<br /><br />&Eacute; o mesmo motivo que leva outras cadeias estrangeiras a pensar em entrar no pa&iacute;s. Walgreens e Duane Reade j&aacute; teriam estudado o mercado local, de acordo com fontes de bancos.<br /><br />No Brasil, a CVS ter&aacute; que operar num mercado com taxas de retorno menores que o registrado pelo grupo, num setor com outra legisla&ccedil;&atilde;o e quadro concorrencial diferente. Nos EUA, a margem bruta da CVS est&aacute; em 31%. Na Brasil, o &iacute;ndice n&atilde;o passa de 25% entre as redes de capital aberto. At&eacute; ent&atilde;o, a primeira e &uacute;nica negocia&ccedil;&atilde;o de empresa estrangeira foi a entrada da mexicana Casa Saba, que j&aacute; se desfez da redes Drogasmil adquiridas em 2008.<br /><br />Em 2012, as vendas das principais varejistas do setor mantiveram sua tend&ecirc;ncia de crescimento em 2012, de acordo com a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de redes de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma). A receita das 31 empresas ligadas &agrave; entidade atingiu R$ 25 bilh&otilde;es, alta 16% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2011. Do valor total, os medicamentos registraram incremento de 15,27%, somando R$ 17,26 bilh&otilde;es, dos quais R$ 3,1 bilh&otilde;es foram de rem&eacute;dios gen&eacute;ricos. Os n&atilde;o medicamentos totalizaram R$ 7,79 bilh&otilde;es, alta de 17,67% em rela&ccedil;&atilde;o a 2011. Outro destaque foi o aumento de vendas do programa "Aqui tem Farm&aacute;cia Popular". As vendas atingiram R$ 468 milh&otilde;es, aumento de 49,2% sobre o ano anterior.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Em 2013, grandes redes abrirÃ£o mais de 300 lojas no paÃ­s]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33905</link>
<pubDate>Thu, 07 Feb 2013 11:39:44 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s anos de intensa consolida&ccedil;&atilde;o, as maiores redes de farm&aacute;cias do pa&iacute;s devem priorizar a abertura de novas lojas para crescer em 2013.<br /><br />De acordo com levantamento feito pela Folha, Raia Drogasil, Brazil Pharma e Pague Menos abrir&atilde;o, juntas, 320 unidades neste ano, uma das maiores expans&otilde;es org&acirc;nicas dos &uacute;ltimos anos.<br /><br />Com as novas drogarias, as 28 redes associadas &agrave; Abrafarma devem superar a marca de 5.000 lojas no Brasil.<br /><br />O baixo desemprego e o aumento de consumo de produtos mais caros, como cosm&eacute;ticos, sustentam os planos das companhias.<br /><br />"As pessoas est&atilde;o com dinheiro no bolso todo m&ecirc;s e isso &eacute; muito importante para o neg&oacute;cio", diz Deusmar Queir&oacute;s, fundador e presidente da Pague Menos, que tem cerca de 480 lojas no pa&iacute;s.<br /><br />Segundo o empres&aacute;rio, as vendas de cosm&eacute;ticos e de medicamentos gen&eacute;ricos devem continuar impulsionando o setor. "Esperamos crescer de 11% a 15% neste ano, uma maravilha diante do que se espera do PIB."<br /><br />A Abrafarma prev&ecirc; expans&atilde;o de 16% a 18% em 2013. A categoria de n&atilde;o medicamentos, que inclui produtos como maquiagem e xampu, deve continuar ampliando sua participa&ccedil;&atilde;o nas vendas das drogarias, hoje em 31%.<br /><br />NO RADAR<br /><br />Em conversa com a Folha em janeiro, Miguel Almeida, vice-presidente de e-commerce da Walgreens, maior rede de drogarias dos EUA, afirmou que o Brasil, assim como outros pa&iacute;ses emergentes, est&aacute; no radar da companhia.<br /><br />Portanto, segundo ele, a expans&atilde;o para outros pa&iacute;ses est&aacute; no planejamento de "m&eacute;dio prazo" da empresa, que se fundiu &agrave; inglesa Boots no ano passado, dando origem a uma das maiores redes do mundo, com 11 mil lojas em 12 pa&iacute;ses. "Os pr&oacute;ximos anos ser&atilde;o dedicados &agrave; integra&ccedil;&atilde;o dos neg&oacute;cios", disse. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Vendas em farmÃ¡cias somam R$ 25 bilhÃµes em 2012, alta de 16%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33876</link>
<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 12:27:10 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As vendas do setor farmac&ecirc;utico divulgadas pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de redes de Farm&aacute;cia e Drogaria (Abrafarma) somaram R$ 25 bilh&otilde;es em 2012, alta de 16,01% em compara&ccedil;&atilde;o com as do ano anterior. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o de banco de dados mantido pela Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Administra&ccedil;&atilde;o da Universidade de S&atilde;o Paulo (FIA-USP).<br /><br />Do valor total de vendas, R$ 17,2 bilh&otilde;es v&ecirc;m apenas da comercializa&ccedil;&atilde;o de medicamentos, o que representou um crescimento de 15,27% em rela&ccedil;&atilde;o a 2011. Outros R$ 7,8 bilh&otilde;es vieram da venda de produtos de higiene e beleza, segmento que teve alta de 17,67%.<br /><br />Em unidades de produtos vendidas, houve alta de 6,59%, um total de 1,9 bilh&atilde;o de vendas. O n&uacute;mero total de clientes atendidos tamb&eacute;m subiu de um ano para outro. Houve alta de 7,41%, chegando a 738 milh&otilde;es de atendimentos.<br /><br />Considerando-se apenas a venda de gen&eacute;ricos, houve aumento do valor total das vendas de 25,17% ante 2011, gerando R$ 3,1 bilh&otilde;es. A Abrafarma destacou ainda as vendas ligadas ao programa Aqui tem Farm&aacute;cia Popular. O volume total subiu 49,17%, atingindo R$ 468 milh&otilde;es. O n&uacute;mero de clientes atendidos no programa Farm&aacute;cia Popular subiu 46,35%, chegando a 19,6 milh&otilde;es.<br /><br />A Abrafarma tamb&eacute;m reportou crescimento no n&uacute;mero de lojas abertas no Pa&iacute;s. Ao final de 2012, as principais redes somavam 4 692 endere&ccedil;os, aumento de 8,33% na compara&ccedil;&atilde;o com 2011. A Abrafarma re&uacute;ne as 31 maiores redes de farm&aacute;cias do Brasil, que representam cerca de 38% das vendas de medicamentos no Pa&iacute;s.<br /><br />E-commerce<br /><br />Afora o crescimento das vendas de medicamentos no varejo f&iacute;sico de drogarias e farm&aacute;cias, o ambiente on-line do segmento em quest&atilde;o tamb&eacute;m tem percebido forte demanda. Com a evolu&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico (e-commerce) de rem&eacute;dios e produtos de sa&uacute;de, o varejo farmac&ecirc;utico on-line aposta em crescimento devido &agrave; quest&atilde;o da praticidade da compra e da entrega expressa.<br /><br />De maneira geral, segundo o IMS Health, em 2015 o Brasil dever&aacute; aparecer em 6&ordm; lugar no ranking mundial de consumo de medicamentos. Em 2005, o Pa&iacute;s aparecia na 10&ordf; coloca&ccedil;&atilde;o e, em 2010, com um mercado estimado de R$ 62 bilh&otilde;es, o Brasil galgou tr&ecirc;s posi&ccedil;&otilde;es, atingindo a 7&ordf; posi&ccedil;&atilde;o mundial.<br /><br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Vendas em farmÃ¡cias somam R$ 25 bilhÃµes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33865</link>
<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 10:03:28 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alta em 2012 foi de 16,01%.<br /><br />S&atilde;o Paulo - As vendas do setor farmac&ecirc;utico divulgadas pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de redes de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma) somaram R$ 25 bilh&otilde;es em 2012, alta de 16,01% em compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o de banco de dados mantido pela Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Administra&ccedil;&atilde;o da Universidade de S&atilde;o Paulo (Fia/USP).<br /><br />Do valor total de vendas, R$ 17,2 bilh&otilde;es s&atilde;o apenas da comercializa&ccedil;&atilde;o de medicamentos, o que representou um crescimento de 15,27% em rela&ccedil;&atilde;o a 2011. Outros R$ 7,8 bilh&otilde;es vieram da venda de produtos de higiene e beleza, segmento que teve alta de 17,67%.<br /><br />Em unidades de produtos vendidas houve alta de 6,59%, um total de 1,9 bilh&atilde;o de vendas. O n&uacute;mero total de clientes atendidos tamb&eacute;m subiu de um ano para outro. Houve alta de 7,41%, chegando a 738 milh&otilde;es de atendimentos.<br /><br />Considerando-se apenas a venda de gen&eacute;ricos, houve aumento do valor total das vendas de 25,17% ante 2011, gerando R$ 3,1 bilh&otilde;es. A Abrafarma destacou ainda as vendas ligadas ao programa Aqui tem Farm&aacute;cia Popular. O volume total subiu 49,17%, atingindo R$ 468 milh&otilde;es. O n&uacute;mero de clientes atendidos no programa Farm&aacute;cia Popular subiu 46,35%, chegando a 19,6 milh&otilde;es<br /><br />A Abrafarma tamb&eacute;m reportou crescimento no n&uacute;mero de lojas abertas no pa&iacute;s. Ao final de 2012, as principais redes somavam 4.692 endere&ccedil;os, aumento de 8,33% na compara&ccedil;&atilde;o com 2011. A Abrafarma re&uacute;ne as 31 maiores redes de farm&aacute;cias do Brasil, que representam cerca de 38% das vendas de medicamentos no pa&iacute;s. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Similares e genÃ©ricos vÃ£o acirrar disputa por espaÃ§o em 2014]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33847</link>
<pubDate>Tue, 05 Feb 2013 12:32:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As farmac&ecirc;uticas v&atilde;o intensificar nos pr&oacute;ximos meses as conversas com a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) para definirem qual a melhor estrat&eacute;gia de mercado para a comercializa&ccedil;&atilde;o de medicamentos similares e gen&eacute;ricos no Brasil a partir do segundo semestre de 2014. No ano que vem, termina o prazo para que os laborat&oacute;rios produtores de similares (tamb&eacute;m conhecidos como gen&eacute;ricos de marca) fa&ccedil;am os testes de bioequival&ecirc;ncia, o que em tese comprova que esse rem&eacute;dio tem o mesmo princ&iacute;pio ativo, concentra&ccedil;&atilde;o e forma farmac&ecirc;utica de um produto de refer&ecirc;ncia.<br /><br />Em entrevista ao Valor, o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, afirmou que cerca de 95% desses medicamentos j&aacute; possuem os testes de bioequival&ecirc;ncia. Isso significa que similares e gen&eacute;ricos ter&atilde;o o mesmo status sanit&aacute;rio. Ou seja, ser&atilde;o c&oacute;pias id&ecirc;nticas dos produtos de refer&ecirc;ncia que perderam a patente. "Para a Anvisa, o mais importante &eacute; a garantia &eacute; de que os similares tenham sua efic&aacute;cia e seguran&ccedil;a devidamente comprovadas", disse.<br /><br />Segundo Barbano, as discuss&otilde;es daqui para frente s&atilde;o para encontrar a melhor forma de lidar com a quest&atilde;o de mercado. "S&atilde;o v&aacute;rias quest&atilde;o importantes, que envolvem a Cmed [C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos] e as ind&uacute;strias. Temos que saber como o consumidor ser&aacute; beneficiado."<br /><br />Como na teoria n&atilde;o haver&aacute; mais diferen&ccedil;a entre similar e gen&eacute;rico; na pr&aacute;tica &eacute; preciso saber como o pre&ccedil;o do similar ser&aacute; definido, uma vez que o laborat&oacute;rio produtor de similar investe em uma marca para o seu produto. O medicamento similar &eacute; prescrito pelo m&eacute;dico e cada ind&uacute;stria tem sua pol&iacute;tica de marketing.<br /><br />Por lei, os medicamentos gen&eacute;ricos t&ecirc;m de ser no m&iacute;nimo 35% mais baratos que os de refer&ecirc;ncia. No caso dos similares, o teto m&aacute;ximo &eacute; a m&eacute;dia de pre&ccedil;os dos produtos j&aacute; dispon&iacute;veis no mercado.<br /><br />A Anvisa determinou em 2004, por meio da RDC 134, que todos os similares dever&atilde;o apresentar, at&eacute; 2014, testes para garantir que os efeitos s&atilde;o os mesmos dos medicamentos de refer&ecirc;ncia (original). Os laborat&oacute;rios ganharam prazo de dez anos para fazer essa comprova&ccedil;&atilde;o. Empres&aacute;rios ouvidos pelo Valor disseram que alguns desses produtos tiveram de ser retirados do mercado porque os testes de bioequival&ecirc;ncia s&atilde;o caros. Barbano disse que essa quest&atilde;o &eacute; ultrapassada, uma vez que v&aacute;rios laborat&oacute;rios se especializaram nesses testes, barateando os custos.<br /><br />Para Telma Salles, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Medicamentos Gen&eacute;ricos (Pr&oacute;-Gen&eacute;ricos), os dois tipos de medicamentos n&atilde;o ter&atilde;o competi&ccedil;&atilde;o entre si. "Acredito que o mercado se ajustar&aacute;. As ind&uacute;strias de similares ter&atilde;o de trabalhar a sua marca", afirmou.<br /><br />Henrique Tada, diretor t&eacute;cnico-executivo da Associa&ccedil;&atilde;o dos Laborat&oacute;rios Farmac&ecirc;uticos Nacionais (Alanac), que representa os produtores de medicamentos similares, informou que cada ind&uacute;stria tem sua pol&iacute;tica de pre&ccedil;os para os medicamentos. Mas a quest&atilde;o mais importante a ser debatida, segundo ele, &eacute; a intercambialidade desses medicamentos.<br /><br />Atualmente, todo medicamento gen&eacute;rico &eacute; intercambi&aacute;vel com o produto de refer&ecirc;ncia. O mesmo ainda n&atilde;o ocorre com o similar. "Os similares n&atilde;o podem ser intercambi&aacute;veis. Se vamos alterar isso ou n&atilde;o, depende das discuss&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao modelo mais favor&aacute;vel ao consumidor. Do ponto de vista sanit&aacute;rio, eles poderiam ser. Temos de verificar os aspectos legais e econ&ocirc;micos que envolvem a quest&atilde;o da marca. Os pre&ccedil;os n&atilde;o s&atilde;o iguais. Os gen&eacute;ricos por lei t&ecirc;m de ser mais barato; o similar n&atilde;o. Temos de debater isso ao longo de um ano e meio e avaliar qual o melhor modelo para o consumidor", disse Barbano.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Novas aquisiÃ§Ãµes elevam a concentraÃ§Ã£o em farmÃ¡cias]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33775</link>
<pubDate>Fri, 01 Feb 2013 12:36:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A rede de farm&aacute;cias Extrafarma, do grupo paraense Imifarma, negocia a venda de pelo menos 30% da empresa com quatro fundos de investimentos. Controlada pela fam&iacute;lia Lazera, de Bel&eacute;m (PA), a companhia mant&eacute;m conversas com os fundos Texas Pacific Group (TPG) e Warburg Pincus, ambos dos Estados Unidos, com o Kinea, do Ita&uacute;, e com o 3i, da Inglaterra. A entrada de um s&oacute;cio no neg&oacute;cio daria impulso para que a companhia, com 175 lojas, expanda sua atua&ccedil;&atilde;o nas regi&otilde;es Norte e Nordeste, onde j&aacute; est&aacute; presente.<br /><br />Embora de m&eacute;dio porte, essa nova opera&ccedil;&atilde;o mostra que o movimento de concentra&ccedil;&atilde;o no setor de farm&aacute;cias continua acelerado. A Profarma, uma distribuidora de medicamentos fundada no Rio h&aacute; 51 anos, comprou tr&ecirc;s redes de farm&aacute;cias nos &uacute;ltimos 13 dias. Juntas, Farmalife, Drogasmil e Tamoio somam 140 lojas e faturaram R$ 645 milh&otilde;es em 2012, posicionando a Profarma entre as dez maiores varejistas do setor no Brasil.<br /><br />Desde que anunciou a sua estreia no varejo, h&aacute; duas semanas, as a&ccedil;&otilde;es da Profarma acumulam alta de 31% na bolsa. S&oacute; ontem, ap&oacute;s comunicar a aquisi&ccedil;&atilde;o da rede Tamoio, os pap&eacute;is subiram 12%, comportamento que reflete um ajuste de avalia&ccedil;&atilde;o do mercado em rela&ccedil;&atilde;o ao modelo de neg&oacute;cios da companhia.<br /><br />Nos &uacute;ltimos dois anos, uma fus&atilde;o ou aquisi&ccedil;&atilde;o foi anunciada a cada dois meses e, com isso, a concentra&ccedil;&atilde;o de mercado cresceu. Cerca de 50% das vendas est&atilde;o nas m&atilde;os de grandes redes, 3% com supermercados e 47% ocorrem nas pequenas e m&eacute;dias farm&aacute;cias.<br /><br /><strong><br />Extrafarma negocia venda de participa&ccedil;&atilde;o para fundos</strong><br /><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />A rede de farm&aacute;cias Extrafarma, do grupo paraense Imifarma, negocia a venda de pelo menos 30% da empresa com quatro fundos de investimentos, apurou o Valor. Controlada pela fam&iacute;lia Lazera, de Bel&eacute;m (PA), a companhia mant&eacute;m conversas hoje com os fundos Texas Pacific Group (TPG) e o Warburg Pincus, ambos dos Estados Unidos; o Kinea, do Ita&uacute; e o 3i, da Inglaterra. A decis&atilde;o deve ser tomada at&eacute; mar&ccedil;o.<br /><br />Nesse grupo est&atilde;o dois dos maiores gestores de private equity do mundo, o TGP e o Warburg Pincus. O banco Ita&uacute; BBA foi contratado pela Extrafarma para conduzir as negocia&ccedil;&otilde;es. A entrada de um fundo no neg&oacute;cio vai dar impulso para que a companhia, com 175 lojas, expanda seus neg&oacute;cios nas regi&otilde;es Norte e Nordeste do pa&iacute;s, onde a Extrafarma j&aacute; atua. O plano &eacute; manter essa parceria com os novos investidores por at&eacute; cinco anos, com a entrada dos recursos para sustentar a expans&atilde;o org&acirc;nica da empresa. Dentro desse prazo, a empresa tamb&eacute;m estuda a possibilidade de fazer uma Oferta P&uacute;blica de A&ccedil;&otilde;es (IPO, em ingl&ecirc;s). Procurados, TPG, Kinea, Warburg Pincus e 3i n&atilde;o se manifestaram.<br /><br />Em entrevista ao Valor, o presidente da companhia, Paulo Lazera, n&atilde;o comentou a informa&ccedil;&atilde;o sobre as negocia&ccedil;&otilde;es. Tamb&eacute;m n&atilde;o confirmou que h&aacute; fundos envolvidos na opera&ccedil;&atilde;o. Lazera disse que a companhia precisa refor&ccedil;ar a expans&atilde;o org&acirc;nica, e ocupar novos espa&ccedil;os em Estados onde a competi&ccedil;&atilde;o &eacute; menor - e as margens de retorno mais altas - do que o Sul e Sudeste. A companhia tem planos de abrir cerca de 70 novas farm&aacute;cias at&eacute; 2016. As l&iacute;deres desse mercado, como Raia Drogasil, tem aberto 100 lojas ao ano.<br /><br />Em 2012, a Extrafarma come&ccedil;ou a negociar um acordo com a Brazil Pharma, bra&ccedil;o de varejo farmac&ecirc;utico do BTG Pactual, mas as negocia&ccedil;&otilde;es n&atilde;o avan&ccedil;aram. A BR Pharma s&oacute; aceitava ficar com o controle do neg&oacute;cio, e a fam&iacute;lia Lazera n&atilde;o aceitava se desfazer do controle.<br /><br />H&aacute; uma intensa movimenta&ccedil;&atilde;o em torno de aquisi&ccedil;&otilde;es e novas parcerias no varejo de farm&aacute;cias no Brasil. A forte expans&atilde;o desse mercado - vendas do setor de drogarias cresceram 16,5% at&eacute; novembro - acima do verificado em mercados maduros, chama a aten&ccedil;&atilde;o de investidores estrangeiros. O processo de consolida&ccedil;&atilde;o se intensificou a partir da uni&atilde;o de Raia e Drogasil, em 2010, e com o forte ritmo de compras da BR Pharma.<br /><br />Com faturamento de R$ 915 milh&otilde;es em 2012, a Extrafarma est&aacute; presente nos Estados do Par&aacute;, Amap&aacute;, Maranh&atilde;o, Piau&iacute; e Cear&aacute;. Ao lado da Big Ben, controlada pela BR Pharma, a Extrafarma &eacute; uma das redes mais rent&aacute;veis da regi&atilde;o. Alcan&ccedil;ou valor de Ebitda de R$ 62 milh&otilde;es em 2012, com margem de 7,5% - a m&eacute;dia do mercado est&aacute; em 6%. "Na regi&atilde;o onde estamos, a margem bruta e o t&iacute;quete m&eacute;dio s&atilde;o maiores que no Sudeste", afirma Lazera. A expectativa &eacute; atingir receita de R$ 1,1 bilh&atilde;o em 2013 e R$ 1,3 bilh&atilde;o no pr&oacute;ximo ano.<br /><br />Fundada nos anos 60 pelo pai de Paulo Lazera, a companhia come&ccedil;ou originalmente como uma distribuidora de medicamentos no Par&aacute;. "Meu pai [Pedro de Castro Lazera, j&aacute; falecido] j&aacute; tinha trabalhado nesse segmento e decidiu abrir o pr&oacute;prio neg&oacute;cio", diz o empres&aacute;rio. Em 1997, a Imifarma decidiu entrar no varejo farmac&ecirc;utico e comprou sete lojas no Par&aacute;. Atualmente, a divis&atilde;o de distribui&ccedil;&atilde;o representa apenas 15% do faturamento do grupo, de R$ 915 milhoes no ano passado.<br /><br />H&aacute; cinco anos, a fam&iacute;lia Lazera decidiu profissionalizar a gest&atilde;o. Com o falecimento do fundador do grupo, o neg&oacute;cio era tocado pelos seus sete filhos - quatro mulheres e tr&ecirc;s homens. "Decidimos em comum acordo que contratar&iacute;amos executivos para os cargos-chave. Eu fui o &uacute;nico dos filhos que ficou no dia a dia da opera&ccedil;&atilde;o", diz afirmou Paulo Lazera.<br /><br />A empresa mant&eacute;m a divis&atilde;o de distribui&ccedil;&atilde;o de medicamentos, que apesar de ter atualmente pequena participa&ccedil;&atilde;o no faturamento total do grupo, &eacute; considerada uma &aacute;rea estrat&eacute;gica para a companhia. Tradicionais distribuidoras decidiram se enveredar para o canal de varejo. O caso mais recente &eacute; o da Profarma, que comprou tr&ecirc;s redes varejistas em 13 dias. <br /><br />Se a opera&ccedil;&atilde;o de venda de parte da Extrafarma for finalizada, as op&ccedil;&otilde;es de compra ou fus&atilde;o come&ccedil;am a ficar reduzidas. Das dez maiores varejistas do setor, poucas ainda atraem o interesse de investidores e de redes j&aacute; estabelecidas. Entre as empresas consideradas mais cobi&ccedil;adas pelo mercado hoje est&atilde;o as redes Ara&uacute;jo e Panvel.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil com "S"]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33655</link>
<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 11:33:26 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O bra&ccedil;o farmac&ecirc;utico do BTG Pactual, Brazil Pharma, dono das redes de farm&aacute;cias Sant'ana, Ros&aacute;rio, Big Ben, Mais Econ&ocirc;mica e Farmais, vai mudar sua marca.<br /><br />A partir de fevereiro, passa a assinar Brasil Pharma, com "s".<br /><br />O novo nome passar&aacute; a ser assinado junto com a marca de cada bandeira nas fachadas das 708 unidades da rede no pa&iacute;s.<br /><br />A estrat&eacute;gia &eacute; posicionar a companhia como uma rede de abrang&ecirc;ncia nacional.<br /><br />Outras iniciativas, como o plano de um novo modelo de arquitetura e design, tamb&eacute;m ser&atilde;o implementadas ao longo do projeto. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" >33655</guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vendas tiveram elevaÃ§Ã£o de 15,8% em 2012]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33541</link>
<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 11:22:25 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>No ano passado, faturamento do setor farmac&ecirc;utico alcan&ccedil;ou R$ 49,6 bilh&otilde;es, crescimento de 15,8% .</em><br /><br /><br />Que 2012 foi um ano de crescimento para o setor farmac&ecirc;utico n&atilde;o &eacute; segredo. Diariamente milh&otilde;es de brasileiros procuram por algum tipo de medicamento exposto nos balc&otilde;es e prateleiras das farm&aacute;cias e drogarias do pa&iacute;s. Este aquecimento nas vendas resultou em bons resultados, que possibilitaram fechar o ano anterior com indicadores muito positivos.<br /><br />O setor farma, que tem perspectivas de dobrar suas vendas nos pr&oacute;ximos cinco anos, de acordo com dados da IMS Health, em 2012 alcan&ccedil;ou um faturamento de R$ 49,6 bilh&otilde;es, apresentando crescimento de 15,8% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. Os gen&eacute;ricos tamb&eacute;m tiveram desempenho positivo nesse mesmo per&iacute;odo e o faturamento chegou aos R$ 11,1 bilh&otilde;es, apontando crescimento de 26,8%. J&aacute; os medicamentos de forma geral, em volume de unidades de medicamentos em 2012, tiveram crescimento de 10,6%, enquanto os gen&eacute;ricos cresceram 16,7%, ambos em rela&ccedil;&atilde;o a 2011.<br /><br />Respons&aacute;veis por grande parte deste aquecimento no setor farmac&ecirc;utico, os associados da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Distribuidores de Laborat&oacute;rios Nacionais (Abradilan) iniciaram 2012 com proje&ccedil;&otilde;es positivas, e segundo pesquisa realizada pela entidade as perspectivas foram atendidas. No quadro de proje&ccedil;&otilde;es, 10% dos associados acreditaram em um crescimento de at&eacute; 10%, seguidos de 36,40% que apostaram em um aumento de 11% a 20% e uma boa fatia composta por 45% dos associados da entidade foi bem otimista, projetando crescimento acima dos 30%. Segundo o diretor executivo da Abradilan, Geraldo Monteiro, "o crescimento nas vendas de medicamentos em 2012 foi pr&oacute;ximo ao projetado pelos associados da entidade".<br /><br />Presentes em 23 estados, os 128 associados da Abradilan sentiram esse impacto positivo na movimenta&ccedil;&atilde;o das vendas, devido &agrave; grande fatia que ocupam nas farm&aacute;cias e drogarias em todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s. Hoje, com 6.925 funcion&aacute;rios contratados para atenderem &agrave; demanda, representam 22% da distribui&ccedil;&atilde;o dos gen&eacute;ricos e 13% de medicamentos em geral, com visita&ccedil;&atilde;o a 77% da 71 mil farm&aacute;cias e drogarias no Brasil, sendo elas, 82% na regi&atilde;o Sudeste, 75% na regi&atilde;o Sul, 80% no Nordeste, 83% no Centro-Oeste e 34% no Norte do pa&iacute;s.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Profarma leva rede de drogarias]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33426</link>
<pubDate>Mon, 21 Jan 2013 10:47:01 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Profarma Distribuidora de Produtos Farmac&ecirc;uticos firmou contrato para aquisi&ccedil;&atilde;o, por R$ 87 milh&otilde;es, de 100% das a&ccedil;&otilde;es da CSB Drogarias, empresa com sede no Rio de Janeiro com foco no varejo farmac&ecirc;utico. A CSB Drogarias opera com aproximadamente 85 lojas utilizando as marcas Drogasmil e Farmalife. A rede est&aacute; em v&aacute;rios shoppings e faturou R$ 332,8 milh&otilde;es. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Profarma compra Drogasmil e Farmalife]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33397</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2013 12:35:16 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A distribuidora de medicamentos e itens de higiene pessoal Profarma fechou a compra das redes de farm&aacute;cias Drogasmil e Farmalife e, com essa iniciativa, ingressa no varejo. A aquisi&ccedil;&atilde;o foi fechada por R$ 87 milh&otilde;es.<br /><br />Os recursos sair&atilde;o do caixa da Profarma ap&oacute;s o Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (Cade) aprovar a opera&ccedil;&atilde;o. Segundo o diretor financeiro e de rela&ccedil;&otilde;es com Investidores da Profarma, Max Fischer, o valor final a ser pago descontar&aacute; as d&iacute;vidas existentes nas redes.<br /><br />"Fechamos essa aquisi&ccedil;&atilde;o pela metade dos m&uacute;ltiplos atribu&iacute;dos para empresas de farm&aacute;cia negociadas hoje na bolsa", afirmou Fischer. De que forma ele conseguiu negociar um pre&ccedil;o t&atilde;o atrativo em um setor que vive um momento de consolida&ccedil;&atilde;o e chama a aten&ccedil;&atilde;o at&eacute; de empresas internacionais ele n&atilde;o revela. "&Eacute; segredo", brincou Fischer.<br /><br />A Profarma est&aacute; adquirindo 85 lojas que faturaram ano passado R$ 332,8 milh&otilde;es e s&atilde;o concentradas no Rio de Janeiro.<br /><br />"A maioria est&aacute; em shoppings, o que lhes confere margens melhores, uma vez que eles n&atilde;o vivem a mesma situa&ccedil;&atilde;o das farm&aacute;cias de rua que, no Rio, muitas vezes est&atilde;o uma praticamente ao lado da outra", disse.<br /><br />As marcas Drogasmil e Farmalife pertenciam &agrave; Casa Saba Brasil, que surgiu com essas duas aquisi&ccedil;&otilde;es em 2010. O grupo mexicano Casa Saba &eacute; l&iacute;der no segmento de distribui&ccedil;&atilde;o de produtos farmac&ecirc;uticos em seu pa&iacute;s e, recentemente, fez uma grande aquisi&ccedil;&atilde;o no Chile. Segundo Fischer, o grupo deseja concentrar seus neg&oacute;cios nesses dois pa&iacute;ses.<br /><br />Fischer conta que o ingresso no segmento de varejo &eacute; uma terceira etapa de sua estrat&eacute;gia de crescimento, que j&aacute; passou pela expans&atilde;o geogr&aacute;fica e pela diversifica&ccedil;&atilde;o de produtos, inclusive de maior valor agregado.<br /><br />"N&atilde;o temos a pretens&atilde;o de ser a maior no setor de farm&aacute;cias, mas queremos ter uma plataforma relevante no mercado brasileiro", disse Fischer. Ele tamb&eacute;m informa que a Profarma continuar&aacute; avaliando outras oportunidades de compra no setor.<br /><br />"Nosso compromisso sempre foi manter nossa hist&oacute;ria de crescimento. Essa oportunidade agora est&aacute; no setor de varejo, muito fragmentado no Brasil", disse.<br /><br />A Profarma surgiu no Rio de Janeiro, h&aacute; 51 anos. Fischer conta que entre os anos de 1996 e 2008 a empresa as etapas estrat&eacute;gicas importantes. Primeiro expandiu-se geograficamente e tamb&eacute;m atrav&eacute;s de aquisi&ccedil;&otilde;es hoje conta com 15 centros de distribui&ccedil;&atilde;o espalhados por todo o pa&iacute;s. Uma segunda etapa foi a diversifica&ccedil;&atilde;o dos neg&oacute;cios. A Profarma dedicava-se &agrave; venda apenas de medicamentos e expandiu sua atua&ccedil;&atilde;o para itens de higiene e beleza. Tamb&eacute;m deixou de atender apenas hospitais privados ao adquirir uma empresa que prestava servi&ccedil;os para os p&uacute;blicos. E, com a compra da Arpmed, ano passado, passou a vender produtos de maior valor agregado, como medicamentos para o tratamento de c&acirc;ncer e dermatol&oacute;gicos.<br /><br />No meio desse caminho iniciado em 1997, a Profarma ainda abriu o capital, em 2006, e convive com as cobran&ccedil;as do mercado para manter-se como uma empresa com hist&oacute;ria de crescimento.<br /><br />"No nosso segmento, varejo e ind&uacute;stria t&ecirc;m as melhores margens. Agora deveremos aumentar as sinergias com os fornecedores, uma vez que nos transformamos em um parceiro que tamb&eacute;m tem o ve&iacute;culos farm&aacute;cias", afirma Fischer. H&aacute; outras companhias no Brasil que t&ecirc;m atividades de distribui&ccedil;&atilde;o e varejo, como a Dimed, no Sul.<br /><br />A Profarma tamb&eacute;m dever&aacute; trazer para seus quadros um executivo com experi&ecirc;ncia no setor para tocar seu novo neg&oacute;cio.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Plataforma compra CSB Drogarias e entra no varejo de farmÃ¡cias]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33387</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2013 11:46:11 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A empresa distribuidora de produtos farmac&ecirc;uticos Plataforma entrou no mercado de varejo ao adquirir todas as a&ccedil;&otilde;es da CSB Drogarias, do Rio de Janeiro, por R$ 87 milh&otilde;es. A aquisi&ccedil;&atilde;o ainda est&aacute; sujeita a avalia&ccedil;&atilde;o do Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (Cade). A informa&ccedil;&atilde;o foi anunciada nesta sexta-feira (18) em fato relevante enviado &agrave; Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CMV).<br /><br />&ldquo;Por meio desta aquisi&ccedil;&atilde;o, a Profarma passa a operar em um segmento com grandes perspectivas de crescimento e oportunidades de consolida&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de apresentar margens substancialmente maiores&rdquo;, destacou a distribuidora no texto.<br /><br />De acordo com o documento, a CSB Drogarias opera no varejo farmac&ecirc;utico da capital fluminense com aproximadamente 85 lojas utilizando as marcas Drogasmil e Drogasmil. Esta rede concentra sua atua&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o do Rio e Grande Rio. Seu faturamento em 2011 foi de R$ 332,8 milh&otilde;es.<br /><br />A Plataforma ainda anunciou que realizar&aacute; uma teleconfer&ecirc;ncia com o diretor presidente do grupo, Sammy Birmarcker, e o Diretor Financeiro, Max Fischer, na pr&oacute;xima segunda-feira (21).<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[O remÃ©dio genÃ©rico virou doenÃ§a para os laboratÃ³rios]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33384</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2013 11:26:18 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os gen&eacute;ricos eram a salva&ccedil;&atilde;o dos laborat&oacute;rios brasileiros e das multinacionais que cresciam no pa&iacute;s. Mas o que era solu&ccedil;&atilde;o passou a ser um baita problema<br /><br /><br />A vida melhorou para muita gente depois que caiu a patente sobre o citrato de sildenafila &mdash; o princ&iacute;pio ativo do Viagra, rem&eacute;dio para disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til lan&ccedil;ado pelo laborat&oacute;rio americano Pfizer em 1998. Em quest&atilde;o de dias, o rem&eacute;dio ficou muito mais barato. Em julho de 2010, a uma semana de perder a exclusividade, a Pfizer cortou seu pre&ccedil;o de 30 para 15 reais por comprimido.<br /><br />Em seguida, os primeiros gen&eacute;ricos chegaram ao mercado a 10 reais, e o pre&ccedil;o n&atilde;o parou mais de cair. Desde ent&atilde;o, as vendas do citrato de sildenafila saltaram do patamar de 2 milh&otilde;es para 30 milh&otilde;es de unidades anuais em 2012 &mdash; o equivalente a meio bilh&atilde;o de reais, segundo levantamento da consultoria IMS Health.<br /><br />Com a concorr&ecirc;ncia de cinco laborat&oacute;rios de gen&eacute;ricos nesse mercado, al&eacute;m dos outros quatro que j&aacute; produziam medicamentos semelhantes, o cen&aacute;rio est&aacute; uma maravilha para quem precisa de um Viagra de vez em quando. Hoje, o comprimido chega a ser vendido &agrave;s drogarias por menos de 1 real e ao consumidor final por 4 reais. Para quem fabrica, no entanto, o excesso de competi&ccedil;&atilde;o criou uma nova realidade &mdash; as margens s&atilde;o t&atilde;o baixas que &eacute; imposs&iacute;vel, hoje, ganhar dinheiro produzindo o gen&eacute;rico do Viagra.<br /><br />O que aconteceu ap&oacute;s a queda da patente do Viagra de certa forma sintetiza o momento vivido pelo mercado de gen&eacute;ricos nos &uacute;ltimos anos. Criados em 1999, como uma pol&iacute;tica para aumentar a oferta de medicamentos baratos &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, os gen&eacute;ricos foram os grandes respons&aacute;veis por impulsionar a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica nacional.<br /><br />Com as patentes liberadas, os laborat&oacute;rios brasileiros passaram a ter produtos competitivos, o que permitiu ampliar f&aacute;bricas, dominar os canais de distribui&ccedil;&atilde;o e vender para uma classe m&eacute;dia com mais dinheiro no bolso. De coadjuvantes, tornaram-se protagonistas &mdash; e o maior alvo do interesse de multinacionais. Em 2009, a francesa Sanofi comprou a paulista Medley, ent&atilde;o l&iacute;der do mercado de gen&eacute;ricos, por 1,5 bilh&atilde;o de reais.<br /><br />No ano seguinte, a Pfizer adquiriu a goiana Teuto, e a brasileira Hypermarcas comprou a Mantecorp por 2,5 bilh&otilde;es de reais. Os gen&eacute;ricos eram o rem&eacute;dio para impulsionar as vendas e, no caso das m&uacute;ltis, driblar as adversidades que se anunciavam com a queda das patentes de medicamentos como o Viagra e o anticolesterol L&iacute;pitor, o rem&eacute;dio mais vendido no mundo. O resultado foi um aumento brutal da concorr&ecirc;ncia &mdash; qualquer uma das cinco mol&eacute;culas de gen&eacute;rico mais vendidas hoje tem pelo menos cinco concorrentes id&ecirc;nticos.<br /><br />As vendas, &eacute; verdade, dispararam. Mas os pre&ccedil;os foram ao ch&atilde;o. "O modelo de neg&oacute;cios dos gen&eacute;ricos no Brasil est&aacute; muito pr&oacute;ximo do limite do que &eacute; sustent&aacute;vel", afirma Douglas Woods, especialista em ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica da consultoria Boston Consulting Group. <br /><br />Como o vento contr&aacute;rio pega primeiro quem puxa o comboio, a l&iacute;der Medley tem sido especialmente atingida. O ano de 2012 foi p&eacute;ssimo para a empresa, que trocou de presidente em outubro. Segundo executivos do setor, o que atinge a Medley &eacute; o cl&aacute;ssico problema do l&iacute;der que tenta manter seu posto a qualquer pre&ccedil;o. Assim como as concorrentes, a Medley &eacute; obrigada por lei a dar nos medicamentos gen&eacute;ricos um desconto de 35% em rela&ccedil;&atilde;o ao produto de marca.<br /><br />Na guerra de pre&ccedil;os, no entanto, n&atilde;o &eacute; raro esses cortes chegarem ao dobro disso. Para continuar l&iacute;der, a Medley passou nos &uacute;ltimos anos muito al&eacute;m desse limite, dando descontos de 85% ou 90% para as grandes farm&aacute;cias. Consequentemente, sobrou pouco espa&ccedil;o para o lucro &mdash; que n&atilde;o &eacute; divulgado. Estima-se que a margem operacional tenha ca&iacute;do &agrave; metade nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Em maio do ano passado, a Sanofi decidiu agir para reverter a queda.<br /><br />Segundo executivos de drogarias e distribuidoras, as principais medidas foram a determina&ccedil;&atilde;o de um teto de desconto de 75% e a an&aacute;lise das condi&ccedil;&otilde;es de venda caso a caso, em vez de aplicar um mesmo desconto a todo o portf&oacute;lio, como chegou a ocorrer no passado. Em junho, o diretor comercial, Milton Spinelli, foi substitu&iacute;do. Em outubro, o presidente, Decio Decaro, deixou a empresa e o cargo foi ocupado interinamente pelo vice-presidente da Sanofi na Am&eacute;rica Latina, Heraldo Marchezini.<br /><br />As mudan&ccedil;as comerciais causaram uma crise na rela&ccedil;&atilde;o com o varejo &mdash; que estava, obviamente, adorando a guerra de pre&ccedil;os entre as farmac&ecirc;uticas. Grandes redes, como Raia Drogasil e Drogaria S&atilde;o Paulo Pacheco, que concentram 75% das vendas da Medley, n&atilde;o aceitaram a nova pol&iacute;tica comercial, e a empresa foi obrigada a voltar atr&aacute;s.<br /><br />No pequeno varejo, a queda nos descontos acabou fazendo com que os produtos fossem simplesmente trocados por medicamentos semelhantes da concorr&ecirc;ncia. Assim, a participa&ccedil;&atilde;o de mercado da Medley em gen&eacute;ricos caiu de 31% para 26% nos 12 meses at&eacute; novembro &mdash; a maior queda do mercado. "Em 2012, priorizamos a rentabilidade, enquanto alguns concorrentes se tornaram mais agressivos", afirma Valdomiro Rodrigues, novo diretor comercial da Medley.<br /><br />Crescimento menor<br /><br />Como sair dessa armadilha? Rodrigues diz que a Medley pretende ampliar as vendas em mercados menos concorridos que S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro. No ano passado, ampliou de tr&ecirc;s para 15 as parcerias com distribuidores das re&shy;gi&otilde;es Centro-Oeste e Norte. Em fevereiro, o executivo Wilson Borges, que est&aacute; de sa&iacute;da do comando da opera&ccedil;&atilde;o local da farmac&ecirc;utica italiana Zambon, assumir&aacute; a Medley. Ser&aacute; o terceiro presidente desde a aquisi&ccedil;&atilde;o pelos franceses.<br /><br />Para a Sanofi, a urg&ecirc;ncia para reverter a situa&ccedil;&atilde;o no Brasil &eacute; grande. Em 2012, a empresa perdeu a patente de tr&ecirc;s campe&otilde;es de vendas nos Estados Unidos, entre eles o anticoagulante Plavix, at&eacute; ent&atilde;o o segundo medicamento&nbsp; mais vendido no mundo. "A companhia depender&aacute; ainda mais das opera&ccedil;&otilde;es nos mercados emergentes", afirma Mark&shy; Dainty, chefe da equipe de an&aacute;lise de mercado farmac&ecirc;utico do Citi na Inglaterra.<br /><br />Como mostra a queda de participa&ccedil;&atilde;o de mercado no ano passado, a Medley est&aacute; pagando o pre&ccedil;o de ter sido a primeira a fazer os cortes nos descontos. A quest&atilde;o &eacute;: at&eacute; quando os concorrentes v&atilde;o aguentar do jeito que est&atilde;o? Al&eacute;m de ter se tornado viciado em descontos de quase 90%, o mercado de gen&eacute;ricos j&aacute; n&atilde;o cresce tanto quanto no passado recente. No terceiro trimestre de 2012, a expans&atilde;o nas vendas foi de 16%, a menor desde a crise de 2008.<br /><br />Vale lembrar que as estat&iacute;sticas oficiais do setor consideram as vendas pelo pre&ccedil;o de tabela, ou seja, sem incluir na conta os descontos. O n&uacute;mero real, portanto, &eacute; muito menor. Para complicar um pouco mais as coisas,&nbsp; os custos continuam aumentando. Segundo levantamento do sindicato das ind&uacute;strias, o aumento dos custos de m&atilde;o de obra do setor foi duas vezes maior que a infla&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos cinco anos e deve seguir essa tend&ecirc;ncia no futuro. Como reverter essa situa&ccedil;&atilde;o? &Eacute; um rem&eacute;dio que as farmac&ecirc;uticas est&atilde;o procurando, mas ainda n&atilde;o acharam. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Portal Exame<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Pague Menos doa ambulÃ¢ncia]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33354</link>
<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 11:46:08 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As Farm&aacute;cias Pague Menos realizam hoje a quinta apura&ccedil;&atilde;o do concurso cultural "Doa&ccedil;&atilde;o de Ambul&acirc;ncias - 1 milh&atilde;o de Dotz", destinado exclusivamente a institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, privadas ou filantr&oacute;picas nacionais, atuantes na &aacute;rea de sa&uacute;de e indicadas pelos pr&oacute;prios clientes. Informa&ccedil;&otilde;es: www.paguemenos.com.br.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[ApÃ³s quatro anos, sistema de rastreamento de remÃ©dios ainda nÃ£o funciona]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33322</link>
<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 12:02:42 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>O objetivo da lei, que deveria ter passado a funcionar h&aacute; um ano, &eacute; evitar sonega&ccedil;&atilde;o fiscal, falsifica&ccedil;&atilde;o e roubo de cargas.</em><br /><br /><br />Sancionada h&aacute; quatro anos, a lei que determina o rastreamento dos medicamentos ainda n&atilde;o est&aacute; funcionando na pr&aacute;tica. A Lei 11.903, de 14 de janeiro de 2009, prev&ecirc; que a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) implante o Sistema Federal de Controle de Medicamento (SNCM), para que todos os rem&eacute;dios produzidos no Pa&iacute;s possam ser rastreados da f&aacute;brica at&eacute; chegar ao consumidor. Foi estabelecido prazo de tr&ecirc;s anos, ap&oacute;s a san&ccedil;&atilde;o, para total implanta&ccedil;&atilde;o do sistema.<br /><br />Segundo a lei, cada embalagem de rem&eacute;dio dever&aacute; ter uma identifica&ccedil;&atilde;o exclusiva, um n&uacute;mero individual. A identifica&ccedil;&atilde;o servir&aacute; para o controle na produ&ccedil;&atilde;o, venda, dispensa&ccedil;&atilde;o e prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, odontol&oacute;gica e veterin&aacute;ria. O objetivo &eacute; evitar sonega&ccedil;&atilde;o fiscal, falsifica&ccedil;&atilde;o e roubo de cargas.<br /><br />Segundo a Associa&ccedil;&atilde;o da Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica de Pesquisa (Interfarma), n&atilde;o houve avan&ccedil;os sobre o tema. A entidade destaca que a rastreabilidade dos medicamentos ser&aacute; uma &ldquo;senten&ccedil;a de morte&rdquo; para a sonega&ccedil;&atilde;o, a falsifica&ccedil;&atilde;o, o desvio, o roubo e demais fraudes cometidas na &aacute;rea. A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) estima que cerca de 30% dos rem&eacute;dios usados em pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina, no Sudeste da &Aacute;sia e na &Aacute;frica s&atilde;o falsificados.<br /><br />A Anvisa informou ter proposto, em 2011, um selo de seguran&ccedil;a, que seria fabricado pela Casa da Moeda, e usado nas caixas de rem&eacute;dio. Na ocasi&atilde;o, por&eacute;m, a ind&uacute;stria de medicamentos alegou que o selo aumentaria os custos de produ&ccedil;&atilde;o, e a ideia foi abandonada, de acordo com a ag&ecirc;ncia reguladora. Em dezembro de 2011, a ag&ecirc;ncia aprovou diretriz para uso da tecnologia chamada Datamatrix no rastreamento, esp&eacute;cie de c&oacute;digo de barras bidimensional, sem prazo para ser implantada.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[O homem de 16 bilhÃµes de pÃ­lulas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33304</link>
<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 08:23:01 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Como Luiz Donaduzzi, s&oacute;cio de um laborat&oacute;rio paranaense, pretende passar a produzir mais da metade dos comprimidos e doses de medicamentos gen&eacute;ricos do mercado brasileiro.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /><br />A cerca de 150 quil&ocirc;metros das Cataratas do Igua&ccedil;u, uma f&aacute;brica no munic&iacute;pio de Toledo, na regi&atilde;o oeste do Paran&aacute;, produz anualmente dez bilh&otilde;es de p&iacute;lulas, comprimidos e doses l&iacute;quidas de medicamentos gen&eacute;ricos. &Eacute; um n&uacute;mero que chama bastante a aten&ccedil;&atilde;o, em especial por representar mais de um ter&ccedil;o da produ&ccedil;&atilde;o nacional. O respons&aacute;vel por esse desempenho &eacute; o laborat&oacute;rio Prati-Donaduzzi, dono de um faturamento de R$ 500 milh&otilde;es em 2012. Fundado h&aacute; duas d&eacute;cadas pelo farmac&ecirc;utico ga&uacute;cho Luiz Donaduzzi com a sua esposa, Carmen, o irm&atilde;o Arno Donaduzzi e o genro Celso Prati, o laborat&oacute;rio prepara-se para um novo salto. Est&aacute; investindo R$ 100 milh&otilde;es em uma nova unidade industrial em Toledo, com previs&atilde;o de inaugura&ccedil;&atilde;o em outubro de 2014. <br />&nbsp;<br />Com ela, sua produ&ccedil;&atilde;o alcan&ccedil;ar&aacute; 16 bilh&otilde;es de medicamentos, um crescimento de 50%. Apesar desse tamanho e do gigantismo dos n&uacute;meros, a Prati-Donaduzzi &eacute; praticamente desconhecida no mercado nacional. At&eacute; recentemente, sempre operou fora do radar dos consumidores finais e das grandes redes de farm&aacute;cias. Seu foco s&atilde;o os rem&eacute;dios de baixos pre&ccedil;os vendidos para hospitais, por meio de licita&ccedil;&otilde;es governamentais. Entre os seus maiores sucessos de vendas est&atilde;o gen&eacute;ricos de omeprazol, voltado a disfun&ccedil;&otilde;es gastrointestinais, e do analg&eacute;sico paracetamol. &ldquo;Vamos investir agora em rem&eacute;dios de maior valor agregado&rdquo;, afirma Luiz Donaduzzi, presidente da Prati. O objetivo dessa estrat&eacute;gia &eacute; atingir novos mercados, sem perder, no entanto, o espa&ccedil;o conquistado nos hospitais. <br />&nbsp;<br />Lentamente, a empresa j&aacute; vem diminuindo a depend&ecirc;ncia do segmento. Em 2010, cerca de 90% da sua receita vinha das vendas hospitalares. No ano passado, j&aacute; ca&iacute;ra para 60%, gra&ccedil;as ao aumento do portf&oacute;lio de produtos. Atualmente, a Prati vende 107 gen&eacute;ricos, mas j&aacute; possui outros 50 medicamentos aguardando aprova&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria. Para 2014, a meta &eacute; desenvolver 70 novos rem&eacute;dios. Est&aacute; em seus planos produzir de forma terceirizada para grandes farmac&ecirc;uticas multinacionais. Nessa nova leva de produtos, est&atilde;o previstas &aacute;reas nunca antes exploradas pela empresa, como as de medicamentos para tratamento oncol&oacute;gico e rem&eacute;dios de marca pr&oacute;pria com prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica. <br />&nbsp;<br />&ldquo;Vamos aumentar em 25% nosso investimento em pesquisa e desenvolvimento&rdquo;, afirma Donaduzzi. &ldquo;O mesmo percentual ser&aacute; aplicado em marketing.&rdquo; Uma das primeiras iniciativas nessa &aacute;rea &eacute; o patroc&iacute;nio a uma equipe de stock car, caminho tamb&eacute;m seguido pelas fabricantes de gen&eacute;ricos rivais Eurofarma e Medley. A Prati tamb&eacute;m pretende, com o lan&ccedil;amento de novos medicamentos, ampliar o peso do varejo nos seus neg&oacute;cios, cuja atua&ccedil;&atilde;o atualmente &eacute; focada em redes menores e regionais. &ldquo;As grandes redes de farm&aacute;cias v&ecirc;m nos procurar, mas ainda n&atilde;o temos capacidade para atend&ecirc;-las&rdquo;, diz Eder Maffissoni, vice-presidente da farmac&ecirc;utica. Para levar &agrave; frente seu projeto de expans&atilde;o, a sa&iacute;da foi buscar em S&atilde;o Paulo funcion&aacute;rios de grandes empresas, incluindo de rivais. <br />&nbsp;<br />Dos atuais oito diretores, cinco foram contratados em 2012. Outros sete gerentes de primeiro n&iacute;vel tamb&eacute;m foram recrutados fora. &ldquo;Avisei o Carlos Sanchez (dono da EMS) de que estava sendo sondado pela Prati e iria visit&aacute;-los, mais para conhec&ecirc;-los do que por interesse em mudar de emprego&rdquo;, diz Marco Aur&eacute;lio Miguel, ex-diretor de marketing da EMS, que assumiu o mesmo cargo na Prati. &ldquo;Quando cheguei em Toledo, fiquei impressionado com o projeto e com o tamanho da f&aacute;brica.&rdquo; Fontes do mercado afirmam que um dos motivos para os planos de reformula&ccedil;&atilde;o da Prati est&aacute; no interesse de vender parte de seu controle. O que &eacute; negado por Donaduzzi. &ldquo;Somos apaixonados pelo trabalho e n&atilde;o faz sentido come&ccedil;ar em outra atividade agora&rdquo;, diz o fundador. <br />&nbsp;<br />&ldquo;H&aacute; um ass&eacute;dio muito grande das estrangeiras, at&eacute; porque h&aacute; poucas empresas de gen&eacute;ricos brasileiras vi&aacute;veis.&rdquo; Al&eacute;m da Medley, comprada pela francesa Sanofi-Aventis, a Teuto j&aacute; vendeu uma fatia de 40% para a americana Pfizer e a Multilab foi incorporada &agrave; japonesa Takeda. A EMS, l&iacute;der do mercado, n&atilde;o tem parceiros internacionais, nem planos de se associar a eles. Independen&shy;temente disso, Donaduzzi j&aacute; prepara a sucess&atilde;o no comando da empresa. O acordo entre os acionistas limita a presen&ccedil;a de familiares na administra&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Em quatro anos, devo sair da presid&ecirc;ncia e ficar s&oacute; no conselho de administra&ccedil;&atilde;o&rdquo;, diz Donaduzzi. &ldquo;Vou preparar um sucessor, que provavelmente ser&aacute; o Eder Maffissoni.&rdquo; Algo que a empresa n&atilde;o deve mudar &eacute; o car&aacute;ter particular do seu modelo de atua&ccedil;&atilde;o. <br />&nbsp;<br />A empresa n&atilde;o leva em conta os livros de administra&ccedil;&atilde;o que preconizam o foco estrito no neg&oacute;cio principal e a terceiriza&ccedil;&atilde;o das atividades n&atilde;o centrais. A Prati prefere fazer tudo por conta pr&oacute;pria, da opera&ccedil;&atilde;o log&iacute;stica &agrave; fabrica&ccedil;&atilde;o de embalagens. At&eacute; mesmo a obra da nova f&aacute;brica est&aacute; sendo tocada pelo s&oacute;cio Arno, que tem experi&ecirc;ncia em engenharia. O laborat&oacute;rio possuiu tamb&eacute;m uma estrutura pr&oacute;pria de distribui&ccedil;&atilde;o que rivaliza em tamanho com as maiores empresas do setor, no Pa&iacute;s, como a Panarello e Santa Cruz. A Prati leva por conta pr&oacute;pria seus medicamentos a 40 mil estabelecimentos, o que representa 75% de suas vendas. &ldquo;N&atilde;o olhamos para os concorrentes para imitar estrat&eacute;gias, mas para saber o que fazer de outro jeito&rdquo;, afirma Maffissoni.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto &Eacute; Dinheiro<br /><br /><br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[RemÃ©dio custa 35% menos do que pretende a indÃºstria]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33287</link>
<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 11:58:52 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Estudo da Anvisa mostra resultado das regras de precifica&ccedil;&atilde;o. Ind&uacute;stria justifica diferen&ccedil;a com impostos </em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /> <br /> Antes de colocar um medicamento no mercado, as ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas precisam decidir o pre&ccedil;o m&aacute;ximo que ser&aacute; cobrado &mdash; tarefa que tem que ser realizada em conjunto com a C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos (CMED), um &oacute;rg&atilde;o vinculado &agrave; Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa). &Eacute; de se imaginar que, em um processo desses, discord&acirc;ncias entre os valores pretendidos pela ind&uacute;stria e o liberado pelo governo ocorram o tempo todo. Estudo realizado pela CMED&mdash;e divulgado com exclusividade pelo BRASIL ECON&Ocirc;MICO &mdash; confirma essa ideia.<br /> <br /> O levantamento apontou que, desde que a atual regra de precifica&ccedil;&atilde;o entrou em vigor, em 2004, os valores autorizados foram, em m&eacute;dia, 35% menores do que os requeridos pelas companhias. &ldquo;&Eacute; absolutamente natural que isso aconte&ccedil;a. O problema nesse caso, n&atilde;o &eacute; a legisla&ccedil;&atilde;o, que est&aacute; em linha com a dos outros pa&iacute;ses, mas a execu&ccedil;&atilde;o. Como costuma acontecer no setor, as dificuldades de execu&ccedil;&atilde;o atrapalham a cria&ccedil;&atilde;o de um ambiente que incentive a inova&ccedil;&atilde;o&rdquo;, diz Ant&ocirc;nio Britto, presidente da Interfarma, entidade que re&uacute;ne as empresas do setor. <br /> <br /> Entre as ind&uacute;strias que t&ecirc;m maior dificuldade para aprova&ccedil;&atilde;o dos valores desejados, est&atilde;o aquelas com maior investimento em inova&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> Segundo o estudo, apenas 7% dos produtos cadastrados na categoria I&mdash;aquela que re&uacute;ne os medicamentos com maior grau de inova&ccedil;&atilde;o &mdash; foram aprovados sem ressalvas pela Anvisa. Na lista dos pedidos dessa categoria analisados pelo &oacute;rg&atilde;o, h&aacute; medicamentos desenvolvidos por gigantes mundiais, como Pfizer, Roche e Bayer. As empresas preferiram n&atilde;o comentar a quest&atilde;o. Segundo a Interfarma, por tr&aacute;s das diferen&ccedil;as entre os valores propostos pela ind&uacute;stria e os aceitos pela Anvisa n&atilde;o est&aacute; uma pol&iacute;tica comercial errada das companhias e nem mesmo uma tentativa exagerada de maximizar os ganhos. &ldquo;Quando voc&ecirc; analisa que a diferen&ccedil;a entre os valores &eacute; de 35% e que a carga tribut&aacute;ria do setor gira em torno de 32%, d&aacute; para come&ccedil;ar a entender onde est&aacute; o problema de fato&rdquo;, diz Britto. <br /> <br /> Seja qual for o motivo por tr&aacute;s das diferen&ccedil;as, a maioria absoluta dos pedidos de registro de pre&ccedil;o acabam rejeitados pela Anvisa, mesmo quando n&atilde;o h&aacute; altos graus de inova&ccedil;&atilde;o no produto. Dos mais de 1,1 mil processos j&aacute; analisados pelo &oacute;rg&atilde;o, apenas 33% dos casos tiveram os valores aprovados conforme sugerido pela ind&uacute;stria. &ldquo;Para conseguir aprovarumpre&ccedil;o mais elevado, as empresas muitas vezes tentam comprovar benef&iacute;cios adicionais do medicamento que, quando vamos investigar, nem sempre se constituem na pr&aacute;tica&rdquo;, diz Gabrielle Troncoso, gerente de Avalia&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica de Novas Tecnologias da Anvisa e uma das respons&aacute;veis pelo estudo. <br /> <br /> Mudan&ccedil;as no longo prazo<br /> <br /> Apesar de a diferen&ccedil;a entre os valores pretendidos pela ind&uacute;stria e os aprovados ainda serem grandes, a Anvisa v&ecirc; uma evolu&ccedil;&atilde;o. &ldquo;No come&ccedil;o, as discrep&acirc;ncias eram muito maiores. Acredito que a tend&ecirc;ncia &eacute; de a ind&uacute;stria se adequar cada vez melhor aos normativos&rdquo;, diz Gabrielle. Segundo ela, nos casosemque o &uacute;nico crit&eacute;rio considerado &eacute; o pre&ccedil;o praticadoemoutros pa&iacute;ses, as diferen&ccedil;as de valores j&aacute; s&atilde;o muito pequenas. &ldquo;S&atilde;o dados p&uacute;blicos, que a ind&uacute;stria tem acesso antes de nos apresentar o projeto.&rdquo; <br /> <br /> Para Britto, da Interfarma, a tend&ecirc;ncia &eacute; que omercado caminhe para uma menor regulamenta&ccedil;&atilde;o. &ldquo;A mudan&ccedil;a deve ser gradual, come&ccedil;ando nos setores mais competitivos, mas ser&aacute; boa, j&aacute; que o governo tem um grande &ocirc;nus burocr&aacute;tico por controlar absolutamente tudo.&rdquo;<br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[BR Pharma integra Ã¡reas e quer abrir 100 lojas em 2013]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33169</link>
<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 13:26:04 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A varejista de farm&aacute;cias Brazil Pharma, cujo maior acionista &eacute; o banco BTG Pactual, pode conseguir encerrar neste ano o processo de integra&ccedil;&atilde;o das redes adquiridas desde 2010. A integra&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea operacional, a mais demorada, deve levar aproximadamente mais um ano, diz Andr&eacute; S&aacute;, presidente da empresa. Criada em dezembro de 2009 com metade da diretoria oriunda do mercado financeiro, ela surgiu com o intuito de crescer por meio de aquisi&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Tornou-se a empresa que mais comprou neg&oacute;cios no setor de varejo nos &uacute;ltimos anos e hoje &eacute; a maior rede de drogarias do pa&iacute;s em n&uacute;mero de pontos, com 1.050 lojas, e a quarta em receita. Pelos c&aacute;lculos do comando, ao finalizar esse processo, o per&iacute;odo para consolidar os neg&oacute;cios em uma s&oacute; estrutura pode chegar a cerca de dois anos e meio. A integra&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios nas diversas &aacute;reas do varejo, ap&oacute;s a sequ&ecirc;ncia de aquisi&ccedil;&otilde;es no setor, tem levado de dois a tr&ecirc;s anos, em m&eacute;dia, pelo n&iacute;vel de complexidade desse processo.<br /><br />No caso da BR Pharma, com capital aberto em bolsa e 35,7% das a&ccedil;&otilde;es ordin&aacute;rias com o BTG, os analistas buscam entender como tem evolu&iacute;do a atual integra&ccedil;&atilde;o. E levantaram quest&otilde;es na reuni&atilde;o p&uacute;blica do comando com o mercado em dezembro. Da integra&ccedil;&atilde;o depende parte das redu&ccedil;&otilde;es nas despesas internas que pressionam a margem do grupo hoje. J&aacute; h&aacute; sinais de uma diminui&ccedil;&atilde;o nas despesas gerais e administrativas, mas a pr&oacute;pria empresa j&aacute; admitiu que espera ganhos maiores em 2013.<br /><br />"No fim do ano finalizamos os ajustes na &aacute;rea operacional das redes, que &eacute; a parte mais dif&iacute;cil e demorada", diz S&aacute;. "O que leva mais tempo &eacute; padroniza&ccedil;&atilde;o das lojas, a mudan&ccedil;a nos layouts. &Eacute; preciso que a empresa tenha mesmo n&iacute;vel de atendimento e servi&ccedil;o e a mesma cultura. Esses ajustes devem acontecer ao longo deste ano", diz o executivo da BR Pharma, que gastou R$ 578 milh&otilde;es em aquisi&ccedil;&otilde;es em 2011 e 2012, segundo balan&ccedil;o. A companhia ainda soma R$ 400 milh&otilde;es em caixa.<br /><br />Foram seis redes compradas em menos de 30 meses, desde julho de 2010 - algumas desconhecidas do mercado paulista. As redes nasceram no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia e Par&aacute; e a mais conhecida em S&atilde;o Paulo &eacute; a Farmais. Compraram-se lojas que operavam com sistemas de TI customizados, desenvolvidos internamente. Tamb&eacute;m entraram nessa cesta aquisi&ccedil;&otilde;es de lojas que n&atilde;o tinham &aacute;rea interna padronizada.<br /><br />No momento, a reorganiza&ccedil;&atilde;o das estruturas est&aacute; dividida em tr&ecirc;s frentes: comercial, administrativo e operacional. No comercial, a negocia&ccedil;&atilde;o com a ind&uacute;stria para compras de produtos j&aacute; acontece de forma unificada hoje, o que traz ganhos de escala. Ainda n&atilde;o concluiu, por&eacute;m, a unifica&ccedil;&atilde;o dos sistemas dos centros de distribui&ccedil;&atilde;o (s&atilde;o cinco no pa&iacute;s). J&aacute; na &aacute;rea administrativa, uniu-se boa parte dos servi&ccedil;os de escrit&oacute;rio em uma central &uacute;nica, o chamado Centro de Servi&ccedil;os Compartilhados (CSC).<br /><br />Entre as seis redes compradas, duas (Big Ben e Guararapes) n&atilde;o est&atilde;o dentro do CSC. Alguns ganhos foram percebidos. Por exemplo, a empresa passou a registrar neste ano uma economia de R$ 7,2 mil ao m&ecirc;s no vale transporte com a dedu&ccedil;&atilde;o de faltas injustificadas de empregados. Quem falta ao trabalho n&atilde;o usa o vale, e esse valor tem que ser deduzido. Outra economia de R$ 9,6 mil ao m&ecirc;s foi obtida com dedu&ccedil;&atilde;o das faltas com o vale alimenta&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Nas lojas, tamb&eacute;m t&ecirc;m sido tomadas medidas para padronizar os pontos por meio das reformas das &aacute;reas internas que est&atilde;o em andamento. "Queremos o mesmo formato de loja em todas as redes, com mesma disposi&ccedil;&atilde;o das g&ocirc;ndolas, dos caixas. E que se possa encontrar o mesmo n&iacute;vel de atendimento em todo lugar", diz S&aacute;. Para espalhar a "cultura BR Pharma" foi feito o que a empresa chamou de "roadshow de cultura". Oitenta e quatro lojas foram visitadas pela dire&ccedil;&atilde;o da rede desde julho.<br /><br />O executivo informou que a empresa pretende abrir 100 novas drogarias neste ano, em regi&otilde;es onde j&aacute; atua e em novos Estados. S&aacute; n&atilde;o antecipa os novos locais. Em 2012, a empresa abriu 96 farm&aacute;cias, ao mesmo tempo em que integrava os neg&oacute;cios comprados. Foram cerca de 300 aberturas desde 2010. A empresa tamb&eacute;m decidiu que vai "assinar" o nome Brazil Pharma no canto da fachada de seus pontos, mas o Brazil ser&aacute; com "s". A palavra "Pharma" (com Ph) fica, pois passa confian&ccedil;a, segundo consultoria feita pelo publicit&aacute;rio Nizan Guanaes.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Rede mineira de farmÃ¡cias mantÃ©m seu plano de expansÃ£o em 2013]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33154</link>
<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 12:46:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na primeira semana de dezembro &uacute;ltimo, a Drogaria Araujo alcan&ccedil;ou a cifra de R$ 1 bilh&atilde;o de faturamento em 2012. A rede fechou o exerc&iacute;cio passado com incremento de 18% sobre 2011. Para 2013 a expectativa &eacute; repetir esse mesmo &iacute;ndice na compara&ccedil;&atilde;o com 2012. Ao longo do ano passado, a empresa inaugurou 15 unidades. O valor total do aporte n&atilde;o foi divulgado.<br /><br />Neste ano, a Drogaria Araujo, com sede em Belo Horizonte, mant&eacute;m seu agressivo plano de expans&atilde;o e prev&ecirc; a abertura de mais 15 unidades da rede em Minas Gerais. A primeira a ser inaugurada em 2013 abrir&aacute; as portas no pr&oacute;ximo s&aacute;bado, no bairro Sion, na regi&atilde;o Centro-Sul de Belo Horizonte. Ela demandou aporte aproximado de R$ 4 milh&otilde;es. O valor total que ser&aacute; investido em novas unidades tamb&eacute;m n&atilde;o foi divulgado.<br /><br />O presidente da Drogaria Araujo, Modesto Araujo, informa que a loja do Sion ter&aacute; 1,2 mil metros quadrados e dois andares ligados por escadas rolantes e elevador panor&acirc;mico. "N&oacute;s seguimos o modelo das grandes drugstores americanas", observa. O ponto, ainda segundo ele, foi escolhido com base em estudo de mercado que mostrou a necessidade de uma drogaria de grande porte na regi&atilde;o. Todas as unidades da Drogaria Araujo s&atilde;o estabelecidas com base em pesquisas desse tipo.<br /><br />Modesto Araujo afirma que ser&atilde;o inauguradas, no total, 15 lojas em 2013. Todas elas dentro de Minas Gerais, mas ele n&atilde;o revelou as cidades. Ele explica que a legisla&ccedil;&atilde;o vigente dificulta a expans&atilde;o para outros estados. "Minas ainda nos oferece muitas oportunidades, n&atilde;o tem necessidade de aumentar meu custo operacional indo para outros estados sendo que ainda podemos crescer muito aqui", afirma. Atualmente, a rede conta com 120 lojas. Com as inaugura&ccedil;&otilde;es previstas, ela chegar&aacute; a 135 at&eacute; o final deste ano.<br /><br />Ainda em 2012, a &uacute;ltima loja a abrir as portas foi a filial batizada de Gustavo Ayala, no bairro Prado, na regi&atilde;o oeste de Belo Horizonte. Ela foi inaugurada no dia 28 de dezembro e ganhou esse nome para homenagear o consultor que implantou o sistema de gest&atilde;o de estoque na Drogaria Araujo. Com 1 mil metros quadrados, a unidade demandou aporte aproximado de R$ 3 milh&otilde;es. Ela fica em frente ao Hospital Fel&iacute;cio Rocho.<br /><br />Modesto Araujo afirma que a regi&atilde;o do bairro Prado re&uacute;ne importantes hospitais e v&aacute;rios consult&oacute;rios m&eacute;dicos e que tudo isso deve incrementar as vendas da loja. "Aquela &eacute; uma regi&atilde;o hospitalar com um mercado muito bom para medicamentos", observa. Ele n&atilde;o revela metas de venda para nenhuma unidade da Drogaria Araujo, mas garante que a unidade do bairro Prado est&aacute; com um desempenho muito bom e deve alcan&ccedil;ar os n&uacute;meros esperados.<br /><br />Parceria - Um pr&eacute;dio est&aacute; sendo erguido em cima da filial Gustavo Ayala. Ele &eacute; resultado de uma parceria entre a Drogaria Araujo e o Hospital Fel&iacute;cio Rocho. O hospital entrou com o terreno e a rede com a constru&ccedil;&atilde;o. O investimento est&aacute; previsto em R$ 15 milh&otilde;es. O espa&ccedil;o abrigar&aacute; consult&oacute;rios m&eacute;dicos.<br /><br />Em novembro de 2012, a Drogaria Araujo inaugurou uma de suas maiores lojas. Com 1,3 mil metros quadrados, a unidade, instalada na avenida Cristiano Machado, no bairro Cidade Nova, na regi&atilde;o Nordeste da capital mineira, demandou aporte de aproximadamente R$ 3 milh&otilde;es. "Ainda n&atilde;o t&iacute;nhamos nenhuma unidade na avenida no sentido centro/bairro. Ent&atilde;o abrimos uma loja completa, inclusive com servi&ccedil;o de drive thru", informa Modesto Araujo.<br /><br />A Drogaria Araujo encerrou 2012 com 6 mil funcion&aacute;rios. Com a abertura das novas unidades, neste ano esse n&uacute;mero ir&aacute; crescer. Atualmente, a rede est&aacute; presente em todas as regi&otilde;es da capital mineira, Betim, Contagem, Lagoa Santa, Nova Lima, Ribeir&atilde;o das Neves, Sabar&aacute;, Santa Luzia e Vespasiano, na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), al&eacute;m de Sete Lagoas, na regi&atilde;o Central de Minas Gerais.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Antigripal Naldecon volta Ã s farmÃ¡cias]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33132</link>
<pubDate>Tue, 08 Jan 2013 12:01:43 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de ficar quase um ano fora das g&ocirc;ndolas das farm&aacute;cias brasileiras, o antigripal Naldecon voltou a ser comercializado pela Bristol-Myers Squibb. A empresa vinha enfrentando problemas liberar a venda do produto no Brasil desde que resolveu transferir a produ&ccedil;&atilde;o do medicamento para a f&aacute;brica localizada no M&eacute;xico. Com isso, o Bristol teve que lidar com a aus&ecirc;ncia de um de seus campe&otilde;es de venda. Cerca de 1 milh&atilde;o de unidades do rem&eacute;dio s&atilde;o vendidas por ano.<br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[IndÃºstria farmacÃªutica destina seus recursos de pesquisa a outros paÃ­ses]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33061</link>
<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 09:06:57 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Legisla&ccedil;&atilde;o brasileira que define prazos muito longos torna invi&aacute;vel capta&ccedil;&atilde;o de investimento<br /><br />Na ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica, h&aacute; percep&ccedil;&atilde;o de que as empresas querem investir em inova&ccedil;&atilde;o no Brasil, mas as regras impostas para a realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas impossibilitam o desenvolvimento de medicamentos no pa&iacute;s.<br /><br />Levantamento realizado pela Interfarma &mdash; que representa o setor &mdash; aponta que o Brasil afastou, no ano passado, o desenvolvimento de 140 pesquisas cl&iacute;nicas a serem realizadas por grandes multinacionais farmac&ecirc;uticas, que escolheram outros destinos para fazer seus testes em humanos &mdash; referentes &agrave;s &uacute;ltimas fases de estudos antes de levar ao mercado um novo medicamento.<br /><br />Entre outubro de 2011 e o mesmo m&ecirc;s de 2012, dez companhias decidiram deixar de incluir o pa&iacute;s em suas pesquisas. Foram os longos prazos do governo brasileiro para autorizar os testes que levaram as companhias a desistir de investir no pa&iacute;s, segundo o presidente executivo da Interfarma, Ant&ocirc;nio Britto.<br /><br />&ldquo;Isso &eacute; reflexo de um cen&aacute;rio que mostra que os pa&iacute;ses que competem com o Brasil t&ecirc;m sido muito proativos em atrair pesquisa cl&iacute;nica, enquanto n&oacute;s n&atilde;o estamos melhorando em nada&rdquo;, diz Britto, em entrevista ao BRASIL ECON&Ocirc;MICO. &ldquo;Haver&aacute; uma redu&ccedil;&atilde;o ainda mais forte dos estudos cl&iacute;nicos em 2013. O mundo ainda n&atilde;o espera pelo Brasil&rdquo;. Ele compara, por exemplo, que a Coreia, a Argentina e o M&eacute;xico s&atilde;o os destinos que mais se destacam enquanto concorrentes brasileiros para receber esses investimentos. &ldquo;O Brasil tem ambiente favor&aacute;vel para esse tipo de pesquisa, devido &agrave; grande diversidade &eacute;tnica, mas acaba sendo preterido em raz&atilde;o da burocracia e dos prazos que imp&otilde;e&rdquo;, afirma.<br /><br />A boa not&iacute;cia, segundo Britto, &eacute; que a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) reconheceu essas distor&ccedil;&otilde;es e alterou suas regras. S&oacute; que, em dezembro, o Conselho Nacional de Sa&uacute;de retrocedeu nessa decis&atilde;o. &ldquo;O problema maior &eacute; que n&atilde;o est&aacute; clara a percep&ccedil;&atilde;o de que quem perde com isso n&atilde;o &eacute; a ind&uacute;stria, porque ela vai fazer isso em outro lugar. Os maiores prejudicados s&atilde;o os m&eacute;dicos, os pacientes e o pa&iacute;s de maneira geral&rdquo;, diz.<br /><br />O desenvolvimento de estudos cl&iacute;nicos est&aacute; diretamente relacionado &agrave; capacidade do pa&iacute;s de produzir e desenvolver novos medicamentos. No Brasil, 80% dos estudos de pesquisa cl&iacute;nica para desenvolvimento de novos medicamentos s&atilde;o conduzidos por empresas multinacionais, segundo a Anvisa. Mas apenas 4% do total desses estudos s&atilde;o dedicados a pesquisas cl&iacute;nicas de fase I, ou seja, aquelas em que um novo princ&iacute;pio ativo de medicamento &eacute; testado pela primeira vez em humanos. A grande maioria dos estudos refere- se &agrave; etapa final desses testes, a fase III.<br /><br />Especialistas defendem que a agilidade na aprova&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as &eacute; necess&aacute;ria para destravar o desenvolvimento de pesquisa e tecnologia no pa&iacute;s, tanto cl&iacute;nica quanto cir&uacute;rgica, visto que a legisla&ccedil;&atilde;o em vigor exige duplicidade de documentos burocr&aacute;ticos. &Eacute; essa morosidade que inviabiliza a cria&ccedil;&atilde;o de novas patentes.<br /><br /></p>
<p style="text-align: justify;">Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[SubsÃ­dio para compra de remÃ©dios]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=33058</link>
<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 08:16:00 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais de 2 milh&otilde;es de pessoas no Brasil j&aacute; recebem das empresas onde trabalham subs&iacute;dio para a compra de rem&eacute;dios, por meio do Programa de Benef&iacute;cio em Medicamentos (PBM) - originalmente, PBM &eacute; a sigla para Pharmacy Benefit Management. At&eacute; bem pouco tempo atr&aacute;s, poucas pessoas no Brasil conheciam esse benef&iacute;cio, muito comum nos Estados Unidos. No entanto, a ades&atilde;o de grandes empresas (como Petrobras, Unilever, Nestl&eacute;, Oi e IBM) ajudou a promover o benef&iacute;cio por aqui, que passou a ser o desejo de muitos empregados e de outras empresas tamb&eacute;m. Com isso, a expectativa da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Empresas Operadoras de PBM (PBMA) para 2013 &eacute; que outros 3,5 milh&otilde;es de empregados tenham acesso ao benef&iacute;cio, chegando a cerca de 6 milh&otilde;es de usu&aacute;rios.<br /><br />"As empresas est&atilde;o reconhecendo as vantagens que o benef&iacute;cio traz tanto para o empregado quanto para a pr&oacute;pria companhia. Al&eacute;m da promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de entre os funcion&aacute;rios, h&aacute; uma consider&aacute;vel redu&ccedil;&atilde;o nos custos da empresa relacionados &agrave; sa&uacute;de e um not&aacute;vel aumento da sua produtividade. Assim, os empregados passaram a demonstrar interesse pelo benef&iacute;cio e, na outra ponta, o Recursos Humanos (RH) das empresas viu o mesmo interesse em oferec&ecirc;-lo", diz o diretor da PBMA, Fabio Hansen. De acordo com a associa&ccedil;&atilde;o, as empresas subsidiam, em m&eacute;dia, cerca de 50% do valor dos medicamentos, que podem ser adquiridos numa extensa rede de farm&aacute;cias credenciadas.<br /><br />Pesquisas apontam que muitas pessoas deixam de seguir o tratamento medicamentoso prescrito pelo m&eacute;dico por n&atilde;o dispor mais de dinheiro para continuar comprando os rem&eacute;dios. No ano passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;sticas (IBGE) tamb&eacute;m divulgou que os gastos com medicamentos est&atilde;o entre os maiores dos brasileiros na &aacute;rea da sa&uacute;de. "O PBM &eacute; uma solu&ccedil;&atilde;o para esse grave problema que acomete milh&otilde;es de pessoas, garantindo acesso mais f&aacute;cil aos medicamentos necess&aacute;rios para os cuidados com a sa&uacute;de, evitando complica&ccedil;&otilde;es mais s&eacute;rias e, em muitos casos, at&eacute; mesmo o &oacute;bito. Trata-se de um direito &agrave; vida", conclui Hansen.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Papel da Raia Drogasil estÃ¡ perto de romper a resistÃªncia]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=32994</link>
<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 09:35:15 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Para analista gr&aacute;fico, a a&ccedil;&atilde;o tem boa liquidez, e est&aacute; em ponto interessante para compra ou venda.<br /><br />As a&ccedil;&otilde;es do grupo do setor farmac&ecirc;utico Raia Drogasil est&atilde;o pr&oacute;ximas de sua resist&ecirc;ncia, a cota&ccedil;&atilde;o de R$ 23,55, de acordo com Wagner Caetano, diretor da Top Traders. No preg&atilde;o de ontem, o papel encerrou cotado a R$ 23,28, uma alta de 1,22%. <br /><br />"&Eacute; uma a&ccedil;&atilde;o interessante, com boa liquidez, e est&aacute; em ponto interessante para compra ou venda. Isso porque o papel est&aacute; congestionado desde o dia 11 de dezembro entre as cota&ccedil;&otilde;es de R$ 22,81 a R$ 23,55. Se romper o patamar de R$ 23,55, deve buscar a cota&ccedil;&atilde;o de R$ 24,46, que &eacute; a m&aacute;xima do ano e sua m&aacute;xima hist&oacute;rica, atingida no dia<br />8 de outubro", diz o analista. <br /><br />O suporte da opera&ccedil;&atilde;o &eacute; a cota&ccedil;&atilde;o de R$ 22,81. Caso a cota&ccedil;&atilde;o rompa este n&iacute;vel, forma a figura N, cujo eixo &eacute; a cota&ccedil;&atilde;o, e o papel deve ser vendido pelo investidor, pois a cota&ccedil;&atilde;o pode voltar para o fundo registrado em dezembro, a cota&ccedil;&atilde;o de R$ 20,77.<br /><br />Caso rompa o patamar de R$ 23,55, anula a figura baixista e forma piv&ocirc; de alta capaz de lan&ccedil;ar a cota&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o &agrave; sua m&aacute;xima hist&oacute;rica e at&eacute; superar este patamar. <br /><br />O papel registra forte valoriza&ccedil;&atilde;o, de 120%, desde novembro do ano passado. No m&ecirc;s de agosto, a a&ccedil;&atilde;o oscilou e teve desvaloriza&ccedil;&atilde;o de 16%. Por&eacute;m, at&eacute; outubro recuperou e registrou valoriza&ccedil;&atilde;o de 22%, fazendo topos e fundos ascendentes. <br /><br />Entre outubro e dezembro, teve nova queda de 16% e, neste m&ecirc;s, se valoriza 12%. Caetano diz que a opera&ccedil;&atilde;o &eacute; de curto prazo. "Se o papel romper a m&aacute;xima hist&oacute;rica, pode ser estendida para o m&eacute;dio prazo".<br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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