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<title><![CDATA[RSS CLIPPING ABRAS - Economia]]></title>
<link>https://www.abras.com.br</link>
<description><![CDATA[Bem vindo ao canal de RSS do Clipping ABRAS - Economia]]></description>
<image><title><![CDATA[RSS Portal ABRAS Feed]]></title>
<link>https://www.abras.com.br</link>
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<language>pt-Br</language>
<pubDate>Tue, 19 May 2026 10:26:20 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[Produtos básicos lideram retração (-1,48%) e reduzem pressão sobre a cesta do Abrasmercado]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//produtos-bsicos-lideram-retrao--148-e-reduzem-presso-sobre-a-cesta-do-abrasmercado</link>
<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 18:51:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><img class="thumb w-100" src="https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2026/02/Canva-10-1170x780.jpg"></p><p>O <strong>Abrasmercado</strong>  indicador que acompanha a variação de preços de 35 produtos de largo consumo  registrou retração de 0,16% em janeiro. Com o resultado, o valor médio da cesta passou de R$ 800,35 em dezembro para R$ 799,08 em janeiro.</p><p>O movimento foi predominantemente influenciado pela queda nos produtos básicos, grupo que exerceu o principal efeito de contenção sobre o índice geral. Entre os destaques do mês estão o leite longa vida (-5,59%), o óleo de soja (-3,32%), a farinha de trigo (-1,63%), o arroz (-1,55%), o açúcar refinado (-1,54%), o café torrado e moído (-1,18%), além do feijão (-0,64%) e da farinha de mandioca (-0,56%). Em 12 meses, o preço do leite longa vida recuou 16,46% e do arroz, 27,30%.</p><p>Também apresentaram recuo o queijo muçarela (-0,63%), o leite em pó integral (-0,54%) e a massa sêmola de espaguete (-0,34%).</p><p>Entre as proteínas, o comportamento foi misto. Registraram queda os ovos (-4,48%), o frango congelado (-0,37%) e os cortes bovinos do dianteiro (-0,33%). Em sentido oposto, os cortes bovinos do traseiro (+1,86%) e o pernil (+0,05%) apresentaram elevação, refletindo ajustes pontuais de demanda.</p><p>Nos alimentos in natura, o tomate apresentou alta expressiva (+20,52%), movimento associado à maior sensibilidade às condições climáticas e à oferta. A batata subiu 0,66%, enquanto a cebola registrou leve retração (-0,21%).</p><p>Nos itens de uso pessoal, houve elevação no xampu (+0,34%), no sabonete (+0,63%), no papel higiênico (+0,65%) e no creme dental (+0,93%). Já na limpeza doméstica, desinfetante (+1,15%), sabão em pó (+0,51%) e água sanitária (+0,43%) registraram alta, enquanto o detergente líquido para louças (-0,36%) ajudou a conter a variação do grupo.</p><h4>Análise regional</h4><p>Apesar da retração nacional (-0,16%), o comportamento regional foi heterogêneo. O resultado agregado foi influenciado principalmente pelo Sudeste, que registrou a maior queda do mês (-0,23%), com o valor médio da cesta passando de R$ 820,85 para R$ 818,97.</p><p>Nas demais regiões, prevaleceram variações positivas. No Sul, foi observada a maior alta regional (+0,39%), com a cesta avançando de R$ 869,94 para R$ 873,35. O Nordeste registrou elevação de 0,26%, passando de R$ 715,34 para R$ 717,19. No Centro-Oeste, a alta foi de 0,08%, com o valor médio saindo de R$ 753,68 para R$ 754,26.</p><p>No Norte, houve estabilidade relativa (+0,03%), com o preço médio variando de R$ 872,82 para R$ 873,07.</p><h4>Recorte: cesta de 12 produtos básicos recua 1,48%</h4><p>No recorte de 12 produtos básicos, o movimento foi mais expressivo do que no índice geral. O preço médio nacional caiu 1,48% em janeiro, passando de R$ 340,39 para R$ 335,35, evidenciando alívio mais consistente nos itens de maior peso no orçamento das famílias.</p><p>As quedas concentraram-se principalmente nos preços do leite longa vida (-5,59%), óleo de soja (-3,32%), farinha de trigo (-1,63%), arroz (-1,55%), açúcar refinado (-1,54%), café (-1,18%). Também registraram retração o feijão (-0,64%), o queijo muçarela (-0,63%), a farinha de mandioca (-0,56%), a massa sêmola de espaguete (-0,34%) e carne bovina  cortes do dianteiro (-0,33%). A margarina cremosa foi exceção, com alta de 1,14%.</p><p>Regionalmente, o Sudeste liderou a retração, com queda de 2,45% e valor médio de R$ 346,70, influenciando de forma relevante o resultado nacional. Na região, as quedas foram mais intensas do que na média do país, especialmente nos preços da carne bovina  cortes do dianteiro (-1,43%), leite longa vida (-7,36%) e do óleo de soja (-5,51%).</p><p>O Centro-Oeste recuou 1,21% (R$ 330,03), enquanto o Norte apresentou queda de 0,92% (R$ 411,34). No Nordeste, houve leve alta de 0,06%, com a cesta passando a custar R$ 299,33. Já o Sul registrou elevação de 0,16%, atingindo R$ 360,10.</p><h4>Capitais e regiões metropolitanas</h4><p>Entre as capitais e regiões metropolitanas, os menores valores médios da cesta de 12 produtos continuam concentrados no Nordeste. Em janeiro, Recife registrou R$ 297,70, Salvador R$ 297,72, Aracaju R$ 299,62 e Fortaleza R$ 299,81. São Luís apresentou valor ligeiramente superior, de R$ 301,80, mantendo, ainda assim, a região no menor patamar de custo médio do país.</p><p>No Centro-Oeste, os preços permaneceram em faixa intermediária, com Campo Grande (R$ 328,09), Brasília (R$ 330,24) e Goiânia (R$ 331,77), indicando relativa homogeneidade regional.</p><p>No Sudeste, a cesta apresentou valores mais elevados em relação ao Nordeste e ao Centro-Oeste, com Rio de Janeiro (R$ 342,23), São Paulo (R$ 346,54), Grande Vitória (R$ 347,93) e Belo Horizonte (R$ 350,11), refletindo maior pressão de custos nas grandes áreas metropolitanas.</p><p>Já no Sul, Porto Alegre registrou R$ 356,36 e Curitiba R$ 363,84, mantendo-se entre os maiores valores fora da região Norte.</p><p>O Norte segue concentrando os preços médios mais elevados da cesta, com Rio Branco (R$ 413,71) e Belém (R$ 408,96). O diferencial permanece associado, principalmente, aos custos logísticos, à distância dos grandes centros produtores e à dependência de abastecimento externo, fatores que impactam estruturalmente o preço final ao consumidor.</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pix já é a forma de pagamento mais usada no Brasil]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//pix-j-a-forma-de-pagamento-mais-usada-no-brasil</link>
<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 10:43:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">O&nbsp;<span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: 700;\">Pix</span>, servi&ccedil;o de pagamento instant&acirc;neo do Banco Central (BC), j&aacute; &eacute; a forma de pagamento mais utilizada pelos brasileiros. Ap&oacute;s quatro anos do seu lan&ccedil;amento, a modalidade supera as transa&ccedil;&otilde;es com dinheiro em esp&eacute;cie, segundo dados da pesquisa &ldquo;O Brasileiro e sua Rela&ccedil;&atilde;o com o Dinheiro&rdquo;, divulgada este m&ecirc;s pelo BC.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: 700;\">A ferramenta &eacute; usada por 76,4% da popula&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de ser aquela utilizada com maior frequ&ecirc;ncia para 46% dos entrevistados</span>. Na &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o da pesquisa, em 2021, o Pix havia entrado em opera&ccedil;&atilde;o havia poucos meses e, na &eacute;poca, j&aacute; era usado por 46% da popula&ccedil;&atilde;o. No recorte sobre frequ&ecirc;ncia, entretanto, seu percentual era de apenas 17%.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">Em segundo lugar, no atual levantamento, aparece o cart&atilde;o de d&eacute;bito, utilizado por 69,1% da popula&ccedil;&atilde;o, sendo o meio pagamento mais frequente para 17,4% dos entrevistados.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">J&aacute; o dinheiro em esp&eacute;cie (c&eacute;dulas e moedas) aparece em terceiro lugar na pesquisa deste ano, usado por 68,9% da popula&ccedil;&atilde;o, sendo o meio mais frequente para 22%. No levantamento de 2021, o dinheiro era utilizado por 83,6% da popula&ccedil;&atilde;o, sendo o mais frequente para 42% dos entrevistados.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">Na sequ&ecirc;ncia da atual pesquisa aparece o cart&atilde;o de cr&eacute;dito, utilizado por 51,6% da popula&ccedil;&atilde;o, o mais frequente para 11,5%. Por outro lado, o cart&atilde;o de cr&eacute;dito &eacute; a forma de pagamento usada com maior frequ&ecirc;ncia nos estabelecimentos comerciais, 42% do total, ante 25,7% de uso de Pix.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 28 de maio e 1&ordm; de julho, sendo que mil comp&otilde;em o p&uacute;blico espec&iacute;fico de caixas de estabelecimentos comerciais, em todas as capitais e em amostras de cidades com mais de 100 mil habitantes. O n&iacute;vel de confian&ccedil;a &eacute; de 95%, e a margem de erro &eacute; de 3,1%.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">Segundo o BC, o objetivo da pesquisa &eacute; o&nbsp;<em>&ldquo;aprimoramento cont&iacute;nuo da gest&atilde;o do meio circulante brasileiro e das a&ccedil;&otilde;es de divulga&ccedil;&atilde;o sobre caracter&iacute;sticas das c&eacute;dulas e moedas do Real&rdquo;</em>.&nbsp;<em>&ldquo;Mesmo com o Pix e toda a evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, o dinheiro em esp&eacute;cie ainda se faz bastante presente na vida dos brasileiros&rdquo;</em>, destaca a autarquia. A pesquisa tamb&eacute;m traz dados sobre a conserva&ccedil;&atilde;o de c&eacute;dulas, o uso de moedas e reconhecimento de itens de seguran&ccedil;a.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">De acordo com o estudo, o uso de c&eacute;dulas e moedas &eacute; mais intenso entre aqueles com menor renda: 75% das pessoas que recebem at&eacute; dois sal&aacute;rios m&iacute;nimos. O uso do dinheiro f&iacute;sico tamb&eacute;m &eacute; ligeiramente maior entre os idosos. De acordo com o levantamento, 72,7% das pessoas que t&ecirc;m 60 anos ou mais utilizam o meio.</p>
<h4 style=\"box-sizing: border-box; font-family: \">Aprimoramentos e oportunidades</h4>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">Na avalia&ccedil;&atilde;o do CEO e co-fundador da Tuna, Alexander Tabor, apesar de sua popularidade, o Pix ainda enfrenta desafios. Para quem paga, &eacute; necess&aacute;rio um smartphone e acesso &agrave; internet, o que pode ser uma barreira para idosos, pessoas com baixa escolaridade ou moradores de &aacute;reas rurais. Dessa forma, a inclus&atilde;o desses grupos ainda exige esfor&ccedil;os, como campanhas de educa&ccedil;&atilde;o digital e melhorias na infraestrutura de conectividade.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">A seguran&ccedil;a tamb&eacute;m &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o constante. Ainda que o BC tenha agido rapidamente para ampli&aacute;-la, impondo limites para transa&ccedil;&otilde;es noturnas e introduzido um limite de R$ 200 para dispositivos novos ainda n&atilde;o cadastrados como autorizados no aplicativo do banco, tais medidas tamb&eacute;m impuseram restri&ccedil;&otilde;es que afetam a experi&ecirc;ncia dos usu&aacute;rios leg&iacute;timos.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">Outro ponto cr&iacute;tico recai sobre os golpes relacionados ao pr&eacute;-pagamento, em que fraudadores recebem o valor e desaparecem sem entregar o produto ou servi&ccedil;o prometido. O Mecanismo Especial de Devolu&ccedil;&atilde;o (MED) foi criado para lidar com isso, permitindo o estorno em casos comprovados de fraude.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">Portanto, o equil&iacute;brio entre acessibilidade e seguran&ccedil;a &eacute; fundamental para o futuro do Pix. Solu&ccedil;&otilde;es que integrem tecnologias como biometria, tokeniza&ccedil;&atilde;o e intermedia&ccedil;&atilde;o podem ampliar o alcance do sistema sem comprometer a prote&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios. A inclus&atilde;o digital, por sua vez, &eacute; essencial para reduzir fraudes, aumentando a conscientiza&ccedil;&atilde;o e capacitando mais pessoas a utilizarem o Pix de maneira segura.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \">Para Tabor, o Pix ainda tem muito a oferecer. Pagamentos por aproxima&ccedil;&atilde;o, parcelamento e d&eacute;bito autom&aacute;tico j&aacute; est&atilde;o em desenvolvimento no Brasil, e j&aacute; em opera&ccedil;&atilde;o em sistemas parecidos no exterior, como por sistemas como o UPI da &Iacute;ndia e o PayNow de Singapura. A integra&ccedil;&atilde;o internacional tamb&eacute;m &eacute; uma possibilidade, com o Projeto Nexus, do Bank for International Settlements (BIS) propondo um modelo de interface multinacional para facilitar remessas globais.</p>
<p style=\"box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; color: #333333; font-family: \"><em>Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[GPA conclui processo de venda de postos de combustíveis]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//gpa-conclui-processo-de-venda-de-postos-de-combustveis</link>
<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 10:20:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h2 class=\"penci-psub-title \" style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: normal;\"><em><span style=\"font-size: x-small;\">Dos 71 postos vendidos, 49 foram adquiridos pelo grupo Ultra, dono da bandeira Ipiranga</span></em></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp; Como parte de seu plano de turnaround, o GPA anunciou na noite da &uacute;ltima quinta-feira, 26, a conclus&atilde;o da venda de 71 postos de combust&iacute;veis por R$ 200 milh&otilde;es.</p>
<p>&nbsp; A venda marca a &uacute;ltima etapa do plano de desinvestimento de ativos n&atilde;o core iniciado em 2023, com o objetivo de reduzir a alavancagem financeira, diminuir a d&iacute;vida l&iacute;quida e, consequentemente, fortalecer a estrutura de capital da empresa. Desde o ano passado, o GPA vem implementando este plano, que incluiu a venda de im&oacute;veis, a participa&ccedil;&atilde;o na CNova (empresa de e-commerce do Casino) e no grupo varejista colombiano &Eacute;xito e, mais recentemente, a venda de sua sede em S&atilde;o Paulo no formato de sale and leaseback.</p>
<p>&nbsp; Dos 71 postos vendidos, 49 foram adquiridos pelo grupo Ultra, dono da bandeira Ipiranga. Os demais, distribu&iacute;dos em outros oito estados, foram vendidos para diferentes compradores.</p>
<p>&nbsp; O GPA deve receber R$ 138 milh&otilde;es at&eacute; o final deste ano, com uma parcela adicional de R$ 62 milh&otilde;es a ser paga mediante determinadas condi&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; transfer&ecirc;ncia dos postos em cada regi&atilde;o. A opera&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m depende da aprova&ccedil;&atilde;o do Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (Cade).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper.</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Grupo Zaffari anuncia investimento de R$ 1,5 bilhão em novos empreendimentos]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//grupo-zaffari-anuncia-investimento-de-r-15-bilho-em-novos-empreendimentos</link>
<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 09:00:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h2 class=\"penci-psub-title \" style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: normal;\"><em><span style=\"font-size: x-small;\">Projeto envolve oito lan&ccedil;amentos no Rio Grande do Sul e um na cidade de Tabo&atilde;o da Serra, localizada na regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo</span></em></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp; O&nbsp;<strong>Grupo Zaffari</strong>&nbsp;acaba de anunciar um importante programa de investimentos at&eacute; o fima de 2025 que somados ultrapassa mais de R$ 1,5 bilh&atilde;o.</p>
<p>&nbsp; Ser&atilde;o oito lan&ccedil;amentos no Rio Grande do Sul, um na cidade de Tabo&atilde;o da Serra, localizada na regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo e outros dois estabelecimentos que servir&atilde;o de apoio operacional.</p>
<p>&nbsp; Segundo a empresa, o primeiro empreendimento a ser entregue ser&aacute; uma loja de atacado e varejo na cidade de Porto Alegre, a qual tem previs&atilde;o de entrega j&aacute; no in&iacute;cio do m&ecirc;s de julho.&nbsp;<em>&ldquo;Temos de come&ccedil;ar a pensar na economia. Acreditamos em novos empreendimentos para buscar empregos, tributos e rela&ccedil;&otilde;es de qualidade para que, gradativamente, nos afastemos da mem&oacute;ria negativa (fez refer&ecirc;ncia as enchentes no RS)&rdquo;</em>, declarou&nbsp;<strong>Claudio Zaffari, diretor do grupo ga&uacute;cho</strong>.</p>
<p>&nbsp; Tamb&eacute;m afetado pelas chuvas torrenciais e enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul, o Grupo Zaffari entende que agora &eacute; preciso olhar para o futuro. &ldquo;Esse &eacute; o nosso caminho. Temos que fazer nossa parte, que &eacute; continuar investindo&rdquo;, completou o diretor da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: estadao.com.br</em></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Rede Festival implanta soluções para gestão de frota e reduz custos]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//rede-festival-implanta-solues-para-gesto-de-frota-e-reduz-custos</link>
<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 11:21:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h2 class=\"penci-psub-title \" style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: normal;\"><em><span style=\"font-size: x-small;\">Efici&ecirc;ncia dos ve&iacute;culos e maior produtividade depende de an&aacute;lises minuciosas que s&oacute; a tecnologia &eacute; capaz de oferece, aponta especialista</span></em></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp; Desde que passou a ter, literalmente na palma da m&atilde;o, acesso em tempo real &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es sobre os ve&iacute;culos do setor que administra, o&nbsp;<strong>gerente de transporte do Festval,</strong><strong>&nbsp;J&uacute;lio Martins J&uacute;nior</strong>, hoje consegue tomar decis&otilde;es mais assertivas, como ele pr&oacute;prio define.&nbsp;<em>&ldquo;A confiabilidade dos dados &eacute; a chave do sucesso&rdquo;</em>, afirma, referindo-se &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o de custos e ao aumento da produtividade alcan&ccedil;ados. Isso refletiu em uma maior efici&ecirc;ncia e produtividade para a rede Festval, uma das mais importantes do Paran&aacute;..</p>
<p><strong>&nbsp; O caso do Festval &eacute; um dos tantos que mostram como a incorpora&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas especializadas em gest&atilde;o de frota tem se tornado indispens&aacute;vel</strong>. Sabe aquela distin&ccedil;&atilde;o entre itens obrigat&oacute;rios e opcionais de um ve&iacute;culo? Pois os recursos tecnol&oacute;gicos para acompanhar, monitorar, mensurar e analisar dados como consumo de combust&iacute;vel, desgaste de pneus e otimiza&ccedil;&atilde;o de rotas est&atilde;o na lista dos itens indispens&aacute;veis.</p>
<p>&nbsp; Tanto &eacute; assim que uma pesquisa em escala global, a &ldquo;Mercado de Solu&ccedil;&otilde;es de Gerenciamento de Frota&rdquo;, realizada pela Mordor Intelligence, aponta que em todo o mundo o gerenciamento de frota vai demandar recursos anuais que chegar&atilde;o, em 2028, a US$ 52,4 bilh&otilde;es. Outro dado, da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Infraestrutura de Base (Adib): o setor privado de transporte e log&iacute;stica no Brasil somar&aacute; investimentos de R$ 100 bilh&otilde;es em at&eacute; tr&ecirc;s anos pr&oacute;ximos.</p>
<p>&nbsp; Ou seja, diante de cifras bilion&aacute;rias, n&atilde;o h&aacute; mais espa&ccedil;o para formas rudimentares de gest&atilde;o na &aacute;rea. &Eacute; o que adverte o especialista&nbsp;<strong>Elcio Rosa, diretor de Produtos e Tecnologia da Gestran</strong>, plataforma de gest&atilde;o de frotas. Com mais quase 20 anos de experi&ecirc;ncia no mercado de transporte e log&iacute;stica, para ele n&atilde;o &eacute; mais conceb&iacute;vel gerenciar uma frota na base de pranchetas ou, quando muito, planilhas de Excel.</p>
<p><em>&nbsp; &ldquo;O cen&aacute;rio &eacute; promissor para a gest&atilde;o de frotas e para o gestor, para o profissional respons&aacute;vel pela &aacute;rea, na medida em que as solu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas est&atilde;o se difundindo, sendo aprimoradas e evoluindo&rdquo;</em>, afirma. Al&eacute;m da robotiza&ccedil;&atilde;o, algoritmos e machine learning (aprendizado da m&aacute;quina), a intelig&ecirc;ncia artificial est&aacute; sendo incorporada de vez.&nbsp;<em>&ldquo;A transforma&ccedil;&atilde;o digital &eacute; uma necessidade que se imp&otilde;e aos frotistas&rdquo;.</em></p>
<p>&nbsp; A Gestran &eacute; desenvolvedora de um software SaaS (software como servi&ccedil;o) que registra, acompanha e analisa informa&ccedil;&otilde;es sobre gasto com combust&iacute;vel, consumo de pneus, procedimentos de manuten&ccedil;&atilde;o, checklist dos ve&iacute;culos, ordens de servi&ccedil;os e visibilidade completa (monitoramento) de dados e desempenhos. Atende frotistas do pr&oacute;prio setor de transportes, e ainda empresas do agroneg&oacute;cio, ind&uacute;stria e varejo &ndash; entre elas, a rede Festval, citada no in&iacute;cio deste texto.</p>
<p><em>&nbsp; &ldquo;Antes da solu&ccedil;&atilde;o da Gestran&rdquo;</em>, explica o diretor de transporte do Festval,&nbsp;<em>&ldquo;n&atilde;o havia, por exemplo, um hist&oacute;rico de manuten&ccedil;&atilde;o de cada ve&iacute;culo. Agora, n&atilde;o. Temos o controle dos pneus, desde o in&iacute;cio de sua vida &uacute;til at&eacute; seu esgotamento, com dados e informa&ccedil;&otilde;es que nos permitem analisar por que tal vida &uacute;til &eacute; longa ou curta. Tamb&eacute;m o controle do consumo de combust&iacute;veis. Com tudo isso, conseguimos reduzir custos e aumentar a produtividade&rdquo;</em>.</p>
<p>&nbsp; Na pr&aacute;tica, cada ve&iacute;culo tem seu controle de gastos. Al&eacute;m disso, a solu&ccedil;&atilde;o conta com m&oacute;dulos de backoffice, com controle e planejamento financeiro, e de automa&ccedil;&atilde;o de processos de lan&ccedil;amento de notas fiscais eletr&ocirc;nicas, e de gest&atilde;o integrada de cargas.</p>
<p>&nbsp; O pr&oacute;ximo passo, j&aacute; em constru&ccedil;&atilde;o, &eacute; o desenvolvimento e incorpora&ccedil;&atilde;o de intelig&ecirc;ncia artificial &agrave;s solu&ccedil;&otilde;es da Gestran. O projeto, pontua Elcio Rosa, consiste em criar um assistente virtual em IA, para o gestor de frota, fornecendo a esses profissionais insights que agilizem e tornem ainda mais assertivas as decis&otilde;es a serem tomadas.&nbsp;<em>&ldquo;Vamos ampliar as funcionalidades de nossa plataforma&rdquo;</em>, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper.</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Spani anuncia investimento de R$ 45 milhões com nova loja Paulínia]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//spani-anuncia-investimento-de-r-45-milhes-com-nova-loja-paulnia</link>
<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 09:05:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h2 class=\"penci-psub-title \" style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: normal;\"><em><span style=\"font-size: x-small;\">&ldquo;Dentro do nosso plano estrat&eacute;gico damos mais um passo para refor&ccedil;ar nossa marca na regi&atilde;o&rdquo;, afirma Cl&eacute;ber Gomez, diretor presidente da rede atacadista</span></em></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp; A&nbsp;<strong>rede Spani Atacadista</strong>&nbsp;anuncia mais um investimento na regi&atilde;o de Campinas, dessa vez, em Paul&iacute;nia, que receber&aacute; em breve uma loja para atender os clientes da cidade e regi&atilde;o.</p>
<p>&nbsp; Dando continuidade ao plano de expans&atilde;o do grupo, o investimento para a abertura dessa unidade &eacute; da ordem de R$ 45 milh&otilde;es. Nesse ano, a rede j&aacute; realizou a abertura de uma loja na capital paulista e sua terceira unidade em Campinas.</p>
<p><em>&nbsp; &ldquo;Dentro do nosso plano estrat&eacute;gico damos mais um passo para refor&ccedil;ar nossa marca na regi&atilde;o e consolidarmos o crescimento da rede Spani no Estado&rdquo;</em>, afirma&nbsp;<strong>Cl&eacute;ber Gomez, Diretor Presidente da rede Spani Atacadista</strong>.</p>
<p>&nbsp; Em Paul&iacute;nia, a loja Spani ser&aacute; instalada na principal entrada da cidade com uma &aacute;rea de vendas de 4.000 m2, 7500 itens e os servi&ccedil;os conforme suas &uacute;ltimas inaugura&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estrat&eacute;gia e Crescimento</strong></p>
<p><br />&nbsp; Para o diretor-presidente do Spain Atacadista, Cl&eacute;ber Gomez, o sucesso do projeto de expans&atilde;o da rede, iniciada em 2017, &eacute; o resultado de dois pilares estrat&eacute;gicos.</p>
<p><em>&ldquo;Desde o in&iacute;cio, a nossa expans&atilde;o se caracterizou por uma administra&ccedil;&atilde;o de crescimento respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel justamente para enfrentar momentos de oscila&ccedil;&otilde;es da economia do pa&iacute;s e, al&eacute;m disso, estamos sempre atentos a quest&atilde;o da log&iacute;stica da opera&ccedil;&atilde;o, da capacita&ccedil;&atilde;o de pessoal e de boas negocia&ccedil;&otilde;es com fornecedores para garantir a melhor pol&iacute;tica de pre&ccedil;os aos nossos clientes&rdquo;</em>, diz.</p>
<p>&nbsp; Segundo Gomez, a estrat&eacute;gia de crescimento para 2024 ir&aacute; priorizar a abertura de novas unidades no Estado de S&atilde;o Paulo.&nbsp;<em>&ldquo;Al&eacute;m do que j&aacute; est&aacute; planejado, a rede segue atenta as oportunidades que o mercado oferecer. Nos dois casos, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; continuar expandindo, seja para cumprir o que est&aacute; no nosso estudo de mercado ou, como j&aacute; aconteceu, para avaliar e aproveitar as oportunidades que possam surgir&rdquo;</em>, afirma o diretor-presidente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper.</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Flex Atacarejo prevê aumento nas vendas durante as festas juninas]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//flex-atacarejo-prev-aumento-nas-vendas-durante-as-festas-juninas</link>
<pubDate>Thu, 20 Jun 2024 09:06:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h2 class=\"penci-psub-title \" style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: normal;\"><em><span style=\"font-size: x-small;\">Procura por culin&aacute;ria t&iacute;pica e novas experi&ecirc;ncias gastron&ocirc;micas aquecem o mercado durante os meses de junho e julho</span></em></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; A busca por produtos t&iacute;picos das festas juninas deve provocar um aumento de 17% nas vendas do setor supermercadista, segundo pesquisa da Scanntech. A celebra&ccedil;&atilde;o por meio da culin&aacute;ria tradicional intensifica a procura por produtos como doces industrializados, com pa&ccedil;oca, p&eacute; de moleque e amendoim, liderando a lista com 28%. Em seguida, v&ecirc;m os ingredientes para pratos t&iacute;picos, como milho de pipoca (23%), coco ralado (20%) e amendoim (19%), que est&atilde;o entre as iguarias mais procuradas nessa &eacute;poca do ano.</p>
<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; Para o setor, essas del&iacute;cias representam uma &oacute;tima oportunidade. Segundo&nbsp;<strong>Am&iacute;lcar Pavan, s&oacute;cio-fundador do Flex Atacarejo</strong>, a prepara&ccedil;&atilde;o para as festas juninas come&ccedil;ou meses antes.&nbsp;<em>&ldquo;Iniciamos o planejamento com bastante anteced&ecirc;ncia para garantir que nossos estoques estivessem prontos para atender &agrave; crescente demanda. A cada ano, notamos um aumento significativo nas compras de produtos juninos logo ap&oacute;s a P&aacute;scoa. Por isso, refor&ccedil;amos nossos estoques para assegurar que nossos clientes encontrem os produtos que desejam&rdquo;</em>, explica.</p>
<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; Esse crescimento &eacute; atribu&iacute;do n&atilde;o apenas ao aumento no consumo de produtos tradicionais, mas tamb&eacute;m ao interesse crescente por novas experi&ecirc;ncias gastron&ocirc;micas que combinam tradi&ccedil;&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o. Para Am&iacute;lcar, essa &eacute; uma &eacute;poca crucial para o setor.&nbsp;<em>&ldquo;As festas juninas representam um momento importante para o varejo alimentar. Nossa expectativa &eacute; que, durante junho e julho, as vendas aumentem 30% em todas as lojas da rede. Al&eacute;m disso, &eacute; um per&iacute;odo em que a fideliza&ccedil;&atilde;o do cliente pode ser trabalhada com ofertas especiais e promo&ccedil;&otilde;es tem&aacute;ticas&rdquo;</em>, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style=\"text-align: center;\"><img src=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/06/festa_junina-1.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" /></p>
<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; O varejo alimentar, por sua vez, est&aacute; pronto para atender &agrave; demanda, oferecendo uma ampla variedade de produtos para todos os gostos. A prepara&ccedil;&atilde;o antecipada e o ajuste dos estoques refletem a import&acirc;ncia que essas festividades t&ecirc;m para o setor, que espera um aumento significativo nas vendas e um fortalecimento do relacionamento com os clientes durante esse per&iacute;odo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper.</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[ExpoSuper 2024 promete movimentar mais de R$ 1 bilhão no setor supermercadista catarinense]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//exposuper-2024-promete-movimentar-mais-de-r-1-bilho-no-setor-supermercadista-catarinense</link>
<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 08:46:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h2 class=\"penci-psub-title \" style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: normal;\"><em><span style=\"font-size: x-small;\">Evento reunir&aacute; mais de 25 mil visitantes e 300 expositores em Balne&aacute;rio Cambori&uacute; (SC) com palestras de grandes nomes do cen&aacute;rio nacional</span></em></span></h2>
<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;</p>
<p>&nbsp; A&nbsp;<strong>Associa&ccedil;&atilde;o Catarinense de Supermercados (Acats)</strong>&nbsp;est&aacute; organizando a&nbsp;<strong>35&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da ExpoSuper &ndash; Feira de Produtos</strong>, Servi&ccedil;os e Equipamentos para Supermercados, que ser&aacute; realizada entre os dias 18 e 20 de Junho, no Expocentro de Balne&aacute;rio Cambori&uacute;. Este evento, que &eacute; o maior e mais completo do varejo de Santa Catarina, reunir&aacute; mais de 25 mil visitantes e 300 expositores, al&eacute;m de 40 espa&ccedil;os dedicados a produtos da agricultura familiar do estado e contar&aacute; com a cobertura do&nbsp;<strong>Programa SuperHiper ABRAS</strong>.</p>
<p>&nbsp; A&nbsp;<strong>ExpoSuper 2024</strong>&nbsp;oferece uma plataforma &uacute;nica para empres&aacute;rios e executivos do setor supermercadista de todo o pa&iacute;s realizarem neg&oacute;cios, trocarem experi&ecirc;ncias e se atualizarem sobre as &uacute;ltimas tend&ecirc;ncias e inova&ccedil;&otilde;es do mercado. Com todos os estandes j&aacute; comercializados, o evento promete gerar mais de R$ 1 bilh&atilde;o em neg&oacute;cios.</p>
<p><strong>&nbsp; Programa&ccedil;&atilde;o de alto impacto&nbsp;</strong>&ndash; A feira deste ano contar&aacute; com palestras de renomados especialistas, incluindo&nbsp;<strong>Paulo Guedes, ex-ministro da Economia do Brasil</strong>, que falar&aacute; sobre tend&ecirc;ncias econ&ocirc;micas e de mercado. Outros palestrantes confirmados s&atilde;o&nbsp;<strong>Diego Ribas, ex-Flamengo</strong>, hoje comentarista e mentor de atletas;&nbsp;<strong>Junior Borneli, um dos principais nomes do empreendedorismo e inova&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s</strong>;&nbsp;<strong>Alfredo Soares, especialista em e-commerce e vendas</strong>, e&nbsp;<strong>Andrea Iorio, que discutir&aacute; a transforma&ccedil;&atilde;o digital no varejo</strong>. A programa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m abrange uma s&eacute;rie de workshops, pain&eacute;is e palestras focados em varejo, gest&atilde;o, marketing, vendas e log&iacute;stica.</p>
<p><strong>&nbsp; Compromisso com o desenvolvimento sustent&aacute;vel</strong>&nbsp;&ndash; A organiza&ccedil;&atilde;o da ExpoSuper &eacute; parte da miss&atilde;o da Acats de promover o desenvolvimento sustent&aacute;vel do setor. O evento n&atilde;o s&oacute; reafirma a for&ccedil;a e a representatividade do segmento supermercadista, mas tamb&eacute;m oferece aos empres&aacute;rios e profissionais uma oportunidade valiosa para fazer networking, encontrar novas oportunidades de neg&oacute;cios e aprender com os maiores especialistas do Brasil.</p>
<p><strong>Programa&ccedil;&atilde;o de palestras da 35&ordf; ExpoSuper 2024</strong></p>
<p><strong>18 de junho</strong><br />9h30 &ndash; 9h45: Abertura<br />Boas-vindas por Alexandre Simioni, Presidente Executivo da Acats e Presidente do Grupo Passarela.<br />9h45 &ndash; 11h: Painel &ndash; Economia e Neg&oacute;cios: Situa&ccedil;&atilde;o Atual e Perspectivas<br />Painelistas: Alexandre Simioni e Jo&atilde;o Galassi, Presidente da Abras..<br />11h &ndash; 12h: Palestra Magna &ndash; Tend&ecirc;ncias Econ&ocirc;micas do Mercado Brasileiro<br />Palestrante: Paulo Guedes, Economista e ex-Ministro da Economia do Brasil (2019-22).<br />14h &ndash; 15h: Painel &ndash; Lideran&ccedil;a Feminina: A Jornada para Chegar ao Topo<br />Painelistas: Mait&ecirc; Lang, Monique Pizzetti, Mediadora: Silvia Marafon.<br />15h &ndash; 16h: Palestra &ndash; Transforma&ccedil;&atilde;o Digital: Desenvolvendo Lideran&ccedil;as para Viver a Inova&ccedil;&atilde;o<br />Palestrante: Andrea Iorio.<br />16h &ndash; 17h: Talk Show</p>
<p><strong>19 de junho</strong><br />9h30 &ndash; 10h15: Palestra &ndash; O Uso de Dados no Varejo<br />Palestrante ser&aacute; anunciado em breve.<br />11h &ndash; 12h: Palestra Magna &ndash; Do Risco &agrave; Gl&oacute;ria: Resili&ecirc;ncia, Lideran&ccedil;a e Supera&ccedil;&atilde;o<br />Palestrante: Diego Ribas, Mentor de Atletas e comentarista.<br />14h &ndash; 15h: Painel &ndash; Gest&atilde;o Orientada por Dados para uma Opera&ccedil;&atilde;o de Alta Performance<br />Painelistas: Alexandre C. de Quadros, Jos&eacute; Roberto Sampaio, Mediadora: Cibele Regis.<br />15h30 &ndash; 16h30: Palestra &ndash; Vender! Vender! Vender! Como Encantar Clientes e Turbinar Resultados<br />Palestrante: Ciro Bottini, Vendedor e comunicador.</p>
<p><strong>20 de junho</strong><br />9h30 &ndash; 10h30: Palestra Magna &ndash; Bora Vender: A Melhor Estrat&eacute;gia &eacute; Atitude<br />Palestrante: Alfredo Soares, CEO da G4 Educa&ccedil;&atilde;o e Xtech, S&oacute;cio Vtex.<br />11h &ndash; 12h: Palestra Magna &ndash; Organiza&ccedil;&otilde;es Infinitas: A Transforma&ccedil;&atilde;o Digital e a Intelig&ecirc;ncia Artificial Aplicada ao Varejo<br />Palestrante: Junior Borneli, Cofundador e CEO da StartSe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper.</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Com aquisição, rede britânica avança em foodservice]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//com-aquisio-rede-britnica-avana-em-foodservice</link>
<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 09:25:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h2 class=\"penci-psub-title \" style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-weight: normal;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Waitrose adquire servi&ccedil;o de kits de comida Dishpatch para se fazer presente em mais momentos de consumo de seus clientes</span></em></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp; A&nbsp;<strong>rede brit&acirc;nica</strong>&nbsp;<strong>de supermercados premium Waitrose</strong>&nbsp;fechou a compra da Dishpatch, um servi&ccedil;o de entrega de kits de comida pr&eacute;-pronta que oferece refei&ccedil;&otilde;es com qualidade de restaurante, em um menu assinado por alguns dos principais chefs do Reino Unido, como Angela Hartnett, Michel Roux Jr, Rick Stein e Sabrina Ghayour.</p>
<p>&nbsp; Com mais de 40 menus &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos clientes, a Dishpatch faz entregas de refei&ccedil;&otilde;es e vinhos todas as sextas-feiras, fazendo valer o &ldquo;sextou&rdquo; ou um jantar mais incrementado no final de semana.</p>
<p>&nbsp; O que diferencia a Dishpatch de outras empresas do setor, segundo a Waitrose, &eacute; a qualidade dos pratos (um apelo importante para os consumidores de alta renda clientes da varejista), al&eacute;m da conveni&ecirc;ncia de oferecer pratos pr&eacute;-prontos, que precisam apenas de poucos passos de finaliza&ccedil;&atilde;o. Dessa forma, um trabalho longo de prepara&ccedil;&atilde;o de boas refei&ccedil;&otilde;es &eacute; evitado.</p>
<p>&nbsp; &ldquo;Atender nossos clientes com alimentos da melhor qualidade &eacute; um valor que temos em comum com a Dishpatch. Por isso, acreditamos no sucesso da nossa atua&ccedil;&atilde;o conjunta&rdquo;, afirma James Bailey, diretor-executivo da Waitrose.&nbsp;<em>&ldquo;Estamos entusiasmados em levar nosso conceito de neg&oacute;cios para um p&uacute;blico mais amplo e explorar novas oportunidades&rdquo;</em>, afirma&nbsp;<strong>Peter Butler, fundador e CEO da Dishpatch</strong>.</p>
<p>&nbsp; A opera&ccedil;&atilde;o da Dishpatch continuar&aacute; sendo administrada pelo fundador e o neg&oacute;cio ser&aacute; desenvolvido de forma independente da rede de supermercados. O valor da transa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi revelado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: reda&ccedil;&atilde;o SuperHiper.</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Festa Junina: supermercadistas esperam aumento nas vendas de produtos típicos]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//festa-junina-supermercadistas-esperam-aumento-nas-vendas-de-produtos-tpicos</link>
<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 09:30:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h2 class=\"penci-psub-title \" style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: normal;\"><em><span style=\"font-size: x-small;\">Milho de pipoca, canjica, confeitaria com doces e bolos, canela e cravo s&atilde;o alguns dos itens mais procurados</span></em></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Celebrada em diversas regi&otilde;es brasileiras, a&nbsp;<strong>festa junina</strong>&nbsp;&eacute; um per&iacute;odo de grande import&acirc;ncia cultural, aquece a economia e proporciona &oacute;timos n&uacute;meros nas vendas de itens aliment&iacute;cios ligados a essa data.</p>
<p><em>&ldquo;Para as festas juninas de 2024, a nossa expectativa &eacute; de um crescimento de 18%. As nossas lojas est&atilde;o preparadas e abastecidas com os itens consumidos durante esse per&iacute;odo. Milho de pipoca, canjica, snacks, confeitaria com doces e bolos, assim como as especiarias da &eacute;poca como canela e cravo&rdquo;</em>, declarou o&nbsp;<strong>gerente de Trade Marketing do Grupo Savegnago, Marcos Leite</strong>.</p>
<p><strong>&nbsp;&nbsp;</strong>Para o per&iacute;odo junino, os supermercadistas v&ecirc;m investindo na experiencia do cliente e isso pode ser comprovado nas a&ccedil;&otilde;es de trade criadas pelas redes.</p>
<p><em>&ldquo;Aqui no Savegnago n&oacute;s utilizamos barracas t&iacute;picas, decora&ccedil;&atilde;o e degusta&ccedil;&otilde;es nas lojas em parceria com os principais fornecedores. A festa junina traz todo o clima alegre para as lojas que &eacute; t&iacute;pico dessa &eacute;poca. Trabalhamos toda a nossa comunica&ccedil;&atilde;o nos canais de venda com esse mesmo tema. Isso faz com que a experi&ecirc;ncia de compra dos nossos clientes seja ainda melhor&rdquo;</em>, completou Marcos.</p>
<div id=\"penci-post-gallery__51589\" class=\"penci-post-gallery-container justified column-2 justified-gallery\"><a class=\"penci-gallery-ite item-gallery-justified jg-entry\" href=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/06/5-1.jpg\"></a><a class=\"penci-gallery-ite item-gallery-justified jg-entry\" href=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/06/2-8.jpg\"></a><a class=\"penci-gallery-ite item-gallery-justified jg-entry\" href=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/06/3-5.jpg\"></a><a class=\"penci-gallery-ite item-gallery-justified jg-entry\" href=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/06/4-3.jpg\"></a></div>
<p style=\"text-align: center;\"><img class=\" ls-is-cached lazyloaded\" title=\"4\" src=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/06/4-3-585x459.jpg\" alt=\"\" /></p>
<p style=\"text-align: center;\"><img class=\" ls-is-cached lazyloaded\" title=\"3\" src=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/06/3-5-585x459.jpg\" alt=\"\" /></p>
<p style=\"text-align: center;\"><img class=\" ls-is-cached lazyloaded\" title=\"2\" src=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/06/2-8-585x459.jpg\" alt=\"\" /></p>
<p style=\"text-align: center;\"><img class=\" ls-is-cached lazyloaded\" title=\"5\" src=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/06/5-1-585x459.jpg\" alt=\"\" /></p>
<p>&nbsp; Em paralelo as festas juninas, o per&iacute;odo de f&eacute;rias escolares tamb&eacute;m contribui para um maior fluxo de clientes nas lojas. Da&iacute; a import&acirc;ncia em criar espa&ccedil;os mais l&uacute;dicos com o tema junino. &Eacute; assim que o Andorinha Hiper avalia esse per&iacute;odo do ano.</p>
<p><em>&nbsp; &ldquo;Temos algumas a&ccedil;&otilde;es acontecendo dentro da loja, montagens de exposi&ccedil;&otilde;es, degusta&ccedil;&otilde;es e algumas a&ccedil;&otilde;es em nossa loja virtual como pack de produtos de destaque no per&iacute;odo. Indiretamente temos uma forte atua&ccedil;&atilde;o junto &agrave; comunidade, anualmente temos o &ldquo;Arraial do Andorinha&rdquo; em que montamos toda uma estrutura da festa para as crian&ccedil;as e seus pais terem uma tarde de festa.</em></p>
<p><em>&nbsp; Esse senso de comunidade &eacute; um pilar importante para o Andorinha, ent&atilde;o nessa a&ccedil;&atilde;o acabamos gerando visibilidade para a sazonalidade contribuindo para as categorias que crescem com o consumo do per&iacute;odo&rdquo;</em>, comentou a&nbsp;<strong>gerente de marketing do Andorinha Hiper, Moara Verdelho</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Reda&ccedil;&atilde;o Super Hiper.&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Consumidores americanos voltam a preferir supermercados]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//consumidores-americanos-voltam-a-preferir-supermercados</link>
<pubDate>Fri, 31 May 2024 10:19:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: normal;\">Quatro em cada 10 pessoas fazem a maior parte de suas compras em supermercados, maior &iacute;ndice desde o pr&eacute;-pandemia</span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp; Os consumidores americanos est&atilde;o voltando a preferir os supermercados na hora de realizar as compras de alimentos e produtos para casa, depois de uma d&eacute;cada em que as lojas de departamentos de massa (Walmart e Target) e o varejo online ganharam prefer&ecirc;ncia.</p>
<p><strong>&nbsp; De acordo com o estudo &ldquo;US Grocery Shopper Trends 2024: Finding Value&rdquo;, do FMI &ndash; The Food Industry Association, os supermercados s&atilde;o hoje o destino principal de compras de 40% dos consumidores, dois pontos percentuais mais que no ano passado</strong>. O &iacute;ndice vinha est&aacute;vel desde 2021, mas continua bem abaixo dos n&uacute;meros de 2014, quando os supermercados eram a escolha preferida de 52% dos americanos.</p>
<p><em>&nbsp; &ldquo;Historicamente, os supermercados s&atilde;o a escolha mais popular entre os formatos de loja. Em 2019, 49% diziam comprar alimentos majoritariamente nos supermercados e apenas 24% em lojas de massa. Desde ent&atilde;o, esses &uacute;ltimos players avan&ccedil;aram 9 pontos percentuais&rdquo;</em>, comenta&nbsp;<strong>Laurie Demeritt, CEO do The Hartman Group</strong>, que realizou o estudo para o FMI.</p>
<p>&nbsp; Segundo o estudo, a perda de representatividade dos supermercados nos &uacute;ltimos 10 anos decorre principalmente da ida dos clientes a mais lojas e canais de compra &ndash; especialmente durante a pandemia, quando o e-commerce passou a ser muito mais representativo no e-commerce de alimentos.</p>
<p>&nbsp; O online, por&eacute;m, continua tendo um papel relevante. Se o percentual dos que dizem fazer a maior parte de suas compras de alimentos pela internet caiu dos 17% do pico da pandemia para 10%, hoje 67% dos consumidores fazem compras online de supermercados eventualmente, contra 49% em mar&ccedil;o de 2020.&nbsp;<em>&ldquo;Esse movimento &eacute; impulsionado pelas gera&ccedil;&otilde;es mais novas: 84% da Gen Z e 81% dos Millennials compram alimentos online de vez em quando, contra 49% entre os baby boomers&rdquo;</em>, afirma Demeritt.</p>
<p>&nbsp; As principais raz&otilde;es pelas quais os consumidores escolhem um supermercado f&iacute;sico como sua op&ccedil;&atilde;o priorit&aacute;ria de compra s&atilde;o uma maior variedade ou melhor qualidade dos alimentos (40%) e maior variedade ou qualidade dos hortifrutis, mais especificamente (41%). O pre&ccedil;o tamb&eacute;m &eacute; um aspecto relevante na defini&ccedil;&atilde;o de onde comprar, citado por 41% dos entrevistados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Revista Super Hiper.&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Varejista europeu busca expansão com abordagem múltipla]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//varejista-europeu-busca-expanso-com-abordagem-mltipla</link>
<pubDate>Tue, 28 May 2024 09:06:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: normal;\">Ahold Delhaize anunciou nova estrat&eacute;gia de expans&atilde;o &ldquo;Growing Together&rdquo;, baseado em 6 pontos e avan&ccedil;o do omnichannel</span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp; O grupo europeu&nbsp;<strong>Ahold Delhaize</strong>&nbsp;anunciou no fim da semana passada uma estrat&eacute;gia de expans&atilde;o baseada em seis prioridades: pessoas de sucesso, comunidades e planeta saud&aacute;veis, experi&ecirc;ncias vibrantes para o cliente, produtos confi&aacute;veis, impulso &agrave; inova&ccedil;&atilde;o e excel&ecirc;ncia operacional e de portf&oacute;lio.</p>
<p><em>&nbsp; &ldquo;Adotamos uma estrat&eacute;gia de m&uacute;ltiplos pontos, que tocam nossos v&aacute;rios stakeholders, para equilibrar as necessidades de nossos clientes, colaboradores e da sociedade em geral&rdquo;</em>, afirma&nbsp;<strong>Frans Muller, presidente e CEO da varejista</strong>. Batizada de &ldquo;Growing Together&rdquo;, a iniciativa pretende fazer com que a empresa se mantenha na vanguarda da inova&ccedil;&atilde;o em produtos saud&aacute;veis, experi&ecirc;ncias omnichannel e transforma&ccedil;&atilde;o da cadeia de suprimentos.</p>
<p>&nbsp; A ideia &eacute; que o&nbsp;<strong>&ldquo;Growing Together</strong>&rdquo; permita que a Ahold Delhaize cres&ccedil;a a partir de sua base atual de clientes, oferecendo experi&ecirc;ncias consistentes, eficientes e interessantes para ent&atilde;o atrair novos p&uacute;blicos. Com seus programas de fidelidade impulsionados por conte&uacute;do digital, a empresa pretende ultrapassar a marca de 80% de compras feitas por membros de seu programa em 2028, quando ent&atilde;o seu app dever&aacute; contar com cerca de 30 milh&otilde;es de usu&aacute;rios ativos por m&ecirc;s.</p>
<p>Outras metas definidas pela administra&ccedil;&atilde;o da companhia s&atilde;o as seguintes:</p>
<ul>
<li>Aumentar suas vendas de produtos de marca pr&oacute;pria dos atuais 38% para 45% em cinco anos;</li>
<li>Melhorar a percep&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o das lojas, para tornar a opera&ccedil;&atilde;o mais competitiva;</li>
<li>Acelera&ccedil;&atilde;o das bandeiras Hannaford, Stop &amp; Shop e Food Lion nos EUA;</li>
<li>Gerar cerca de 3 bilh&otilde;es de euros em 2028 com novas fontes de receita, especialmente retail media;</li>
<li>Reduzir custos em 5 bilh&otilde;es nos pr&oacute;ximos 5 anos com sinergias operacionais, al&eacute;m da automa&ccedil;&atilde;o e uso de IA na log&iacute;stica, back office e opera&ccedil;&atilde;o de lojas;</li>
<li>Alcan&ccedil;ar um crescimento m&eacute;dio anual de 4% entre 2023 e 2028, superando a m&eacute;dia do setor supermercadista na Europa e EUA;</li>
<li>Ter uma for&ccedil;a de trabalho que reflita 100% das comunidades onde a empresa atua, tanto em termos de inclus&atilde;o quanto de equidade de g&ecirc;nero.</li>
</ul>
<p>&nbsp; Com opera&ccedil;&otilde;es nos Estados Unidos, Europa e Indon&eacute;sia, a Ahold Delhaize atende mais de 63 milh&otilde;es de clientes por semana, conta com mais de 7.700 lojas no mundo e emprega 402 mil pessoas. Nos EUA, a empresa &eacute; a 11&ordf; maior supermercadista do pa&iacute;s e uma das empresas mais sustent&aacute;veis do setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Reda&ccedil;&atilde;o Super Hiper.</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[DM assina parceria com o Grupo Aliança]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//dm-assina-parceria-com-o-grupo-aliana</link>
<pubDate>Fri, 24 May 2024 10:05:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><em>Importante player do mercado na Bahia, acordo vai unificar opera&ccedil;&atilde;o e implantar cart&otilde;es no modelo private label</em></h4>
<p>&nbsp; A DM, empresa de servi&ccedil;os financeiros especializada em cart&otilde;es de loja (private label), assinou uma parceria com o Grupo Alian&ccedil;a, rede que re&uacute;ne diversos supermercados com atua&ccedil;&atilde;o em todo o estado da Bahia. S&atilde;o 175 lojas como Novo Mix, Itao, Mix Bahia, Fort, Mais Supermercado, Super Mix, Atacad&atilde;o S&atilde;o Roque e Rede Total. A parceria vai unificar a opera&ccedil;&atilde;o do Grupo que vai adotar o cart&atilde;o com a marca, no formato private label.</p>
<p><em>&nbsp; &ldquo;Estamos muito otimistas com essa parceria com a Rede Alian&ccedil;a, que vai consolidar nossa presen&ccedil;a em todo o estado da Bahia, na regi&atilde;o Nordeste. Esse acordo representa novas oportunidades para a DM. A previs&atilde;o &eacute; de que a nossa base de clientes ativos cres&ccedil;a at&eacute; 12.000 em 2024. A Rede Alian&ccedil;a re&uacute;ne importantes players do varejo na regi&atilde;o&rdquo;</em>, salienta&nbsp;<strong>F&aacute;bio Trivedi, gerente de expans&atilde;o da DM</strong>.</p>
<p>&nbsp; A parceria entre a DM e o Grupo Alian&ccedil;a foi assessorada pelo escrit&oacute;rio Char&atilde;o Associados, o que foi viabilizado gra&ccedil;as &agrave;s semelhan&ccedil;as entre os valores de cada empresa. O Grupo Alian&ccedil;a tem como prop&oacute;sito realizar a&ccedil;&otilde;es que promovem a uni&atilde;o associativa, a coopera&ccedil;&atilde;o e a troca de experi&ecirc;ncias e conhecimentos entre associados, buscando o fortalecimento das redes regionais com rentabilidade operacional, al&eacute;m da visibilidade corporativa.</p>
<p><em>&nbsp; &ldquo;Presente em toda a cidade de Salvador, al&eacute;m da regi&atilde;o metropolitana e em mais de 19 munic&iacute;pios, nossa proposta com a parceria com a DM &eacute; conseguir democratizar ainda mais o acesso &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. Queremos, tamb&eacute;m, potencializar ainda mais nossa opera&ccedil;&atilde;o e com os cart&otilde;es que ser&atilde;o administrados pela DM&rdquo;</em>, ressaltou&nbsp;<strong>Jessica Mizushima, diretora do Grupo</strong>.</p>
<p>&nbsp; Al&eacute;m de ter uma das an&aacute;lises de cr&eacute;dito mais &aacute;geis do mercado, os clientes do Grupo Alian&ccedil;a ter&atilde;o &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o todo o servi&ccedil;o de atendimento da DM, que &eacute; certificado com o selo RA 1000 do Reclame Aqui.&nbsp;<em>&ldquo;&Eacute; uma parceria onde todos saem ganhando &ndash; n&oacute;s da DM oferecemos aquilo que fazemos de melhor na gest&atilde;o do neg&oacute;cio, contando inclusive com a intelig&ecirc;ncia na administra&ccedil;&atilde;o de cart&otilde;es private label&rdquo;</em>, finaliza F&aacute;bio Trivedi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Reda&ccedil;&atilde;o Super Hiper.&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Trader Joes: consumidor quer valor, não preço]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//trader-joes-consumidor-quer-valor-no-preo</link>
<pubDate>Thu, 23 May 2024 08:50:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><em>Rede americana de supermercados se destaca entregando qualidade e evitando competi&ccedil;&atilde;o exclusivamente baseada em descontos</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Renato M&uuml;ller</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp; &Eacute; comum que o varejo foque em produtos de qualidade a pre&ccedil;os mais altos, ou ent&atilde;o foque no pre&ccedil;o baixo e abra m&atilde;o da qualidade. A rede de supermercados Trader Joe&rsquo;s, com mais de 500 lojas em mais de 40 estados americanos, vem tendo sucesso com pre&ccedil;os competitivos e qualidade superior.</p>
<p><em>&nbsp; &ldquo;Violamos todas as regras do varejo, menos uma: entregamos muito valor para os clientes&rdquo;</em>. Essa &eacute; uma frase conhecida do fundador da rede,&nbsp;<strong>Joe Coulombe</strong>, e que ainda hoje se aplica ao neg&oacute;cio. Em uma recente edi&ccedil;&atilde;o do podcast&nbsp;<em>&ldquo;Inside Trader Joe&rsquo;s&rdquo;</em>, os apresentadores&nbsp;<strong>Tara Miller</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Matt Sloan</strong>&nbsp;(ambos executivos da rede) discutiram o que pre&ccedil;o, custo e valor significam &ndash; e como eles se traduzem na experi&ecirc;ncia dos consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/nos-eua-posicao-politica-aparece-ate-mesmo-nos-supermercados/\" target=\"_blank\">Nos EUA, posi&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica aparece at&eacute; mesmo nos supermercados</a></li>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/varejo-volta-ao-basico-nas-oportunidades-de-midia-nas-lojas/\" target=\"_blank\">Varejo volta ao b&aacute;sico nas oportunidades de m&iacute;dia nas lojas</a></li>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/supermercados-aumentam-disputa-pelas-visitas-dos-clientes/\" target=\"_blank\">Supermercados aumentam disputa pelas visitas dos clientes</a></li>
</ul>
<p><em>&nbsp; &ldquo;Pre&ccedil;o &eacute; um componente importante do valor. O que procuramos fazer &eacute; oferecer uma qualidade excepcional a um pre&ccedil;o muito bom, fazendo com que a equa&ccedil;&atilde;o custo/benef&iacute;cio seja muito vantajosa para os clientes&rdquo;</em>, afirma&nbsp;<strong>Matt Sloan, VP de marketing da empresa</strong>.&nbsp;<em>&ldquo;Pre&ccedil;o &eacute; o que o cliente paga. Valor &eacute; o que ele recebe pelo que paga&rdquo;</em>, acrescenta.</p>
<p>&nbsp; Para a&nbsp;<strong>diretora de marketing Tara Miller</strong>, um ponto essencial da estrat&eacute;gia &eacute; que a marca se posiciona como um agente de compras para os clientes. &ldquo;Queremos levar sempre a melhor negocia&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel, pois, com bons pre&ccedil;os, os clientes compram mais&rdquo;, acredita.</p>
<p>&nbsp; Al&eacute;m disso, a empresa s&oacute; mexe nos pre&ccedil;os dos produtos se os custos mudam. Assim, aumento de pre&ccedil;os &eacute; a &uacute;ltima op&ccedil;&atilde;o &ndash; e caso os custos diminuam, o pre&ccedil;o na g&ocirc;ndola varia para baixo tamb&eacute;m. &ldquo;Dessa forma, conseguimos oferecer muito valor pelo que cobramos, sempre&rdquo;, justifica Sloan.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Reda&ccedil;&atilde;o Super Hiper.&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Paderrí investe na categoria de pães e bolos, trazendo maior valor agregado para o mercado]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//paderr-investe-na-categoria-de-pes-e-bolos-trazendo-maior-valor-agregado-para-o-mercado</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2024 09:28:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><em>Com o crescente interesse e exig&ecirc;ncia do consumidor em ter novas experi&ecirc;ncias e produtos de alta qualidade, o segmento de p&atilde;es especiais vem se expandindo dentro da categoria</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Oferecido por Norac Foods Brasil</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp; A presen&ccedil;a de&nbsp;<strong>Paderr&iacute;</strong>&nbsp;nas principais vitrines do varejo alimentar e a expans&atilde;o territorial s&atilde;o fortes alavancas para o crescimento da marca. A categoria de bolos apresentou forte crescimento de 35% em valor, contribuindo para o alcance da segunda posi&ccedil;&atilde;o no ranking do segmento de bolos Brasil e a lideran&ccedil;a na regi&atilde;o Sul com 25% em share valor no AS.</p>
<p>&nbsp; Nossas Madeleines tem uma excelente aceita&ccedil;&atilde;o no mercado com sua receita diferenciada, textura leve e macia, e sem conservantes entrou no gosto do consumidor brasileiro.&nbsp;<strong>Al&eacute;m da fam&iacute;lia de crepes com sabores aut&ecirc;nticos e amado pelos brasileiros, lan&ccedil;amos recentemente o sabor morango para completar o portif&oacute;lio, o que j&aacute; era um sucesso com os sabores Chocolate, Doce de Leite e Brigadeiro Crocante ficou ainda melhor</strong>.</p>
<p>&nbsp; A for&ccedil;a da marca reflete na linha de p&atilde;es brioches, sendo especialista nesta categoria e fabricante pioneiro com o &ldquo;saber fazer&rdquo; h&aacute; mais de 30 anos na Fran&ccedil;a, trazemos inova&ccedil;&otilde;es para o mercado brasileiro e qualidade superior em nossos produtos.</p>
<p>&nbsp; Nosso carro-chefe, o P&atilde;o de leite nas vers&otilde;es Tradicional e Gotas de chocolate, s&atilde;o super vers&aacute;teis para todos os momentos de consumo, &eacute; percept&iacute;vel que sua receita &uacute;nica gera uma entrega de valor agregado aos consumidores.</p>
<p>&nbsp; Com o crescente interesse e exig&ecirc;ncia do consumidor em ter novas experi&ecirc;ncias e produtos de alta qualidade, o segmento de p&atilde;es especiais vem se expandindo dentro da categoria.<br />&nbsp; Essa tend&ecirc;ncia traz vantagem competitiva e agrega valor ao ponto de venda. Essa nova categoria tamb&eacute;m vem movimentando o mercado e com isso visualizamos uma grande oportunidade e almejamos cont&iacute;nuo crescimento nesse setor nos pr&oacute;ximos anos.</p>
<p><strong>Conhe&ccedil;a nossa linha de P&atilde;es, Bolos e Crepes Paderr&iacute;:</strong></p>
<div id=\"gallery-1\" class=\"gallery galleryid-58291 gallery-columns-1 gallery-size-full\"><dl class=\"gallery-item\"> <dt class=\"gallery-icon landscape\"><a href=\"https://superhiper.com.br/paderri-investe-na-categoria-de-paes-e-bolos-trazendo-maior-valor-agregado-para-o-mercado/paderri_paes/\"><img src=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/05/paderri_paes.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"753\" /></a></dt> </dl>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Reda&ccedil;&atilde;o Super Hiper.</em></p>
</div>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Satisfação do consumidor em abril atinge 77,95% na região Centro-Oeste do País]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//satisfao-do-consumidor-em-abril-atinge-7795-na-regio-centro-oeste-do-pas</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2024 09:22:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><em>Indicador INSV-Consumidor acompanha as manifesta&ccedil;&otilde;es dos clientes a respeito das suas experi&ecirc;ncias nos supermercados</em></h4>
<p>&nbsp; Em abril, o <strong>&Iacute;</strong><strong>ndice Nacional de Satisfa&ccedil;&atilde;o do Varejo (INSV-Consumidor)</strong>, monitorado pela Inroots, para a regi&atilde;o do Centro-Oeste (Goi&aacute;s, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) ficou em 77,95%, um n&iacute;vel bom de satisfa&ccedil;&atilde;o, mais assim, abaixo da m&eacute;dia nacional de 1,49 pontos.</p>
<p>&nbsp; Para a an&aacute;lise do INSV-Consumidor de abril de 2024 na regi&atilde;o, foram coletados 1178 coment&aacute;rios dos consumidores sobre suas experi&ecirc;ncias de compra nos supermercados da regi&atilde;o que est&atilde;o na lista dos 100 maiores do Pa&iacute;s no ranking da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados (ABRAS).</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/satisfacao-do-consumidor-em-fevereiro-sobe-para-7918/\" target=\"_blank\">Satisfa&ccedil;&atilde;o do consumidor em fevereiro sobe para 79,18%</a></li>
</ul>
<p><strong>Pilares de Satisfa&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>&nbsp; Quando analisados os principais pilares da satisfa&ccedil;&atilde;o no Centro-Oeste, foram encontrados destaque para o pilar Loja. O pilar com o menor n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo foi o Pre&ccedil;o.</p>
<div id=\"gallery-1\" class=\"gallery galleryid-58325 gallery-columns-1 gallery-size-full\"><dl class=\"gallery-item\"> <dt class=\"gallery-icon landscape\" style=\"text-align: center;\"><a href=\"https://superhiper.com.br/satisfacao-do-consumidor-em-abril-atinge-7795-na-regiao-centro-oeste/whatsapp-image-2024-05-21-at-12-14-22/\"><img class=\"attachment-full size-full lazyloaded\" src=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-21-at-12.14.22.jpeg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"289\" /></a></dt> </dl></div>
<p><strong>Detalhamento dos Pilares</strong></p>
<p>&nbsp; Lista dos principais indicadores encontrados com rela&ccedil;&atilde;o aos pilares de satisfa&ccedil;&atilde;o apresentados</p>
<div id=\"gallery-2\" class=\"gallery galleryid-58325 gallery-columns-1 gallery-size-full\"><dl class=\"gallery-item\"> <dt class=\"gallery-icon landscape\" style=\"text-align: center;\"><a href=\"https://superhiper.com.br/satisfacao-do-consumidor-em-abril-atinge-7795-na-regiao-centro-oeste/whatsapp-image-2024-05-21-at-12-14-32/\"><img class=\"attachment-full size-full lazyloaded\" src=\"https://superhiper.com.br/devlop/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-21-at-12.14.32.jpeg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"289\" /></a></dt><dt class=\"gallery-icon landscape\" style=\"text-align: center;\"><br /></dt><dt class=\"gallery-icon landscape\" style=\"text-align: left;\"><em>Reda&ccedil;&atilde;o Super Hiper.</em></dt> </dl></div>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Com investimento de R$ 45 milhões, Arena Atacado anuncia nova loja em Cosmópolis, SP]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//com-investimento-de-r-45-milhes-arena-atacado-anuncia-nova-loja-em-cosmpolis-sp</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2024 09:46:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><em>Cidade ganhar&aacute; uma loja moderna, climatizada e com um mix de mais de 7 mil produtos; 200 vagas de emprego diretos e indiretos ser&atilde;o geradas</em></h4>
<p>O<strong>&nbsp;Arena Atacado</strong>, uma das bandeiras do Grupo S&atilde;o Vicente, anunciou na &uacute;ltima sexta-feira, 17, o investimento de R$ 45 milh&otilde;es de reais na cidade de Cosm&oacute;polis para a constru&ccedil;&atilde;o da sexta loja do grupo no setor de atacarejo. Com inaugura&ccedil;&atilde;o prevista ainda para 2024, a nova loja ser&aacute; constru&iacute;da na rua Ant&ocirc;nio Carlos Nogueira, esquina com avenida Centen&aacute;rio do Dr. Paulo de Almeida, pr&oacute;ximo &agrave; rodovi&aacute;ria da cidade.</p>
<p>Com gera&ccedil;&atilde;o de 200 vagas de emprego diretos e indiretos, Cosm&oacute;polis ganhar&aacute; uma loja moderna, climatizada e com um mix de mais de 7 mil produtos. Com &aacute;rea de constru&ccedil;&atilde;o de 7.400m&sup2;, sendo 3.300m&sup2; de &aacute;rea de vendas, a loja contar&aacute; tamb&eacute;m com 17 checkouts e 6 caixas de autoatendimento, trazendo mais agilidade para as compras menores. Para maior conforto para os clientes, o estacionamento contar&aacute; com 180 vagas entre cobertas e descobertas.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/grupo-sao-vicente-reinaugura-a-sua-mais-tradicional-loja-em-americana-sp/\" target=\"_blank\">Grupo S&atilde;o Vicente reinaugura a sua mais tradicional loja em Americana (SP)</a></li>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/supermercados-sao-vicente-reinaugura-loja-de-hortolandia/\" target=\"_blank\">Supermercados S&atilde;o Vicente destaca compromisso com ESG em reinaugura&ccedil;&atilde;o de loja</a></li>
</ul>
<p><em>&ldquo;Para n&oacute;s, &eacute; muito importante ampliar nossa participa&ccedil;&atilde;o em Cosm&oacute;polis com a nossa bandeira Arena Atacado. J&aacute; atendemos a cidade com nossa bandeira Supermercados S&atilde;o Vicente desde 2005, agora com o Arena &eacute; mais uma maneira de colaborar com os pequenos e m&eacute;dios empreendedores, al&eacute;m dos consumidores finais que buscam economia no abastecimento de seus lares&rdquo;</em>, disse o&nbsp;<strong>diretor presidente do Arena Atacado, Marcos Cavicchiolli</strong>.</p>
<p><em>&ldquo;Para n&oacute;s &eacute; uma alegria muito grande a chegada do Arena Atacado ao nosso munic&iacute;pio. Isso demonstra o bom momento que a cidade vive! Sem sombra de d&uacute;vidas, &eacute; uma oportunidade de crescimento e gera&ccedil;&atilde;o de emprego. Agrade&ccedil;o por escolherem Cosm&oacute;polis! Que momento especial que vivemos&rdquo;</em>, exclamou o&nbsp;<strong>prefeito de Cosm&oacute;polis, J&uacute;nior Felisbino</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Revista Super Hiper.</em></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Varejo volta ao básico nas oportunidades de mídia nas lojas]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//varejo-volta-ao-bsico-nas-oportunidades-de-mdia-nas-lojas</link>
<pubDate>Mon, 20 May 2024 10:19:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<div class=\"x-the-content entry-content\">
<h4 style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-weight: normal;\">Retail media, no ponto de venda, tem se limitado as a&ccedil;&otilde;es de sampling e telas com publicidade</em></h4>
<p><em>Por Renato M&uuml;ller</em></p>
<p>Recentemente, a Amazon desistiu da tecnologia Just Walk Out (lojas sem caixas de pagamento) em favor dos Dash Carts (carrinhos de compra inteligentes) em suas lojas Amazon Fresh. Al&eacute;m de satisfazer o desejo dos consumidores por uma tecnologia com a qual est&atilde;o mais familiarizados, a medida tamb&eacute;m amplia o &ldquo;estoque&rdquo; de oportunidades publicit&aacute;rias da empresa.</p>
<p>Em um movimento separado, mas que faz parte da mesma tend&ecirc;ncia, o Walmart enfatizou o potencial de retail media dentro de suas lojas a partir de estrat&eacute;gias simples, como oferecer amostras de produtos e exibir an&uacute;ncios nas telas de TV nas lojas. Ao que tudo indica, o &ldquo;back to basics&rdquo; &eacute; a nova/antiga tend&ecirc;ncia na publicidade digital do varejo.</p>
<p><span>Leia mais:</span></p>
<ul>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/lojas-fisicas-se-tornam-essenciais-para-crescimento-do-e-commerce/\" target=\"_blank\">Lojas f&iacute;sicas se tornam essenciais para crescimento do e-commerce</a></li>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/supermercados-aumentam-disputa-pelas-visitas-dos-clientes/\" target=\"_blank\">Supermercados aumentam disputa pelas visitas dos clientes</a></li>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/supermercados-independentes-apostam-em-retail-media/\" target=\"_blank\">Supermercados independentes apostam em retail media</a></li>
<li><a rel=\"noopener\" href=\"https://superhiper.com.br/supermercados-mudam-a-cara-do-varejo-de-nova-york/\" target=\"_blank\">Supermercados mudam a cara do varejo de Nova York</a></li>
</ul>
<p><span>Esse &eacute; um mercado que est&aacute; crescendo rapidamente. Cerca de US$ 370 milh&otilde;es ir&atilde;o para retail media dentro das lojas neste ano, ou 0,7% dos investimentos em publicidade omnichannel</span>. Para a Insider Intelligence, esse &eacute; um mercado que alcan&ccedil;ar&aacute; US$ 1 bilh&atilde;o em 2028.</p>
<p>Trata-se de um &ldquo;patinho feio&rdquo; nos investimentos em publicidade digital, uma vez que a parte do le&atilde;o nessa &aacute;rea vai para os canais online, onde &eacute; mais simples medir, testar e escalar. Dentro das lojas, um ambiente ainda anal&oacute;gico, &eacute; mais dif&iacute;cil obter o mesmo tipo de benef&iacute;cio.</p>
<p>Por outro lado, onde s&oacute; h&aacute; mato existem mais oportunidades.&nbsp;<em>&ldquo;Existe um grande investimento financeiro dos varejistas que querem melhorar a experi&ecirc;ncia de compra nas lojas, e muitas das oportunidades ainda n&atilde;o foram testadas ou n&atilde;o est&atilde;o comprovadas&rdquo;</em>, afirma a analista&nbsp;<span>Sarah Manzano, da Insider Intelligence</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Revista Superhiper.</p>
<div></div>
</div>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" ></guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Região Norte do País tem crescimento na indústria]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//regio-norte-do-pas-tem-crescimento-na-indstria</link>
<pubDate>Mon, 01 Apr 2024 10:46:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<h4 style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"font-weight: normal; font-size: small;\">De acordo com dados obtidos, em janeiro deste ano houve crescimento de 87,2% na inten&ccedil;&atilde;o das empresas em lan&ccedil;ar produtos</span></em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A ind&uacute;stria da regi&atilde;o norte do Pa&iacute;s permanece confiante em rela&ccedil;&atilde;o a lan&ccedil;amento de produtos. O &iacute;ndice GS1 de atividade industrial, divulgado recentemente pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Automa&ccedil;&atilde;o-GS1 Brasil,&nbsp;<span>mostra que os estados da regi&atilde;o foram os que mais demonstraram interesse em colocar novos itens no mercado</span>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O indicador mede a inten&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o em lan&ccedil;ar produtos quando solicita o cadastro de c&oacute;digos de barras de padr&atilde;o global, atribu&iacute;do pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Automa&ccedil;&atilde;o-GS1 Brasil. De acordo com os dados, em janeiro deste ano houve crescimento de 87,2% na inten&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria do Norte em lan&ccedil;ar produtos. Comparado com janeiro de 2023 o crescimento foi de 80%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title=\"Tabela\" src=\"https://antigo.abras.com.br/img/impar/1/0/10669.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" width=\"758\" height=\"158\" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><span style=\"font-size: small;\"><strong>Entenda o &iacute;ndice</strong></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&Iacute;ndice antecedente de produ&ccedil;&atilde;o industrial que mede a inten&ccedil;&atilde;o de lan&ccedil;amento de produtos no Brasil, por meio dos pedidos de c&oacute;digos barras pelas empresas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>ORIGINAL</span>&nbsp;&ndash; dado bruto reflete as solicita&ccedil;&otilde;es de GTIN m&ecirc;s a m&ecirc;s.</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\"><span>DESSAZONALIZADO</span>&nbsp;&ndash; s&eacute;rie livre de efeito sazonal, exclui efeitos t&iacute;picos de meses espec&iacute;ficos e permite uma avalia&ccedil;&atilde;o mais intuitiva de tend&ecirc;ncia do crescimento da s&eacute;rie entre os meses (ex. comportamento hist&oacute;rico de aumento de pedidos por conta de datas comemorativas).</span></li>
</ul>
<div><span style=\"font-size: small;\"><strong><br /></strong></span></div>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong>O &Iacute;ndice GS1 Brasil de Atividade Industrial ser&aacute; divulgado:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style=\"font-size: small;\">Todo 1&ordm; dia &uacute;til do m&ecirc;s</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Primeiro indicador antecedente de Ind&uacute;stria a ser divulgado</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Poder explicativo adicional &ndash; n&atilde;o direto &ndash; com signific&acirc;ncia estat&iacute;stica</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Relacionado com Inova&ccedil;&atilde;o &ndash; portf&oacute;lio de produtos das empresas</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">Setores relacionados com CNAE &ndash; Divis&atilde;o 10 a 33</span></li>
<li><span style=\"font-size: small;\">N&uacute;mero &Iacute;ndice (Base: m&eacute;dia de 2012 = 100)</span></li>
</ul>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" ></guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vendas no comércio retomam crescimento e têm alta de 2,5% em janeiro]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//vendas-no-comrcio-retomam-crescimento-e-tm-alta-de-25-em-janeiro</link>
<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 11:31:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">As vendas no com&eacute;rcio cresceram 2,5% em janeiro na compara&ccedil;&atilde;o com dezembro. &Eacute; o primeiro crescimento significativo desde setembro de 2023. Na &eacute;poca, o avan&ccedil;o fora de 0,8%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">&Eacute; tamb&eacute;m a melhor evolu&ccedil;&atilde;o entre meses seguidos desde janeiro de 2023, quando a alta tinha sido igualmente de 2,5%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Com&eacute;rcio, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O resultado do primeiro m&ecirc;s de 2024 ajuda a compensar a queda de 1,4% de dezembro de 2023. Na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo m&ecirc;s do ano passado, janeiro apresenta alta de 4,1%. J&aacute; no acumulado de 12 meses, o resultado &eacute; positivo em 1,8%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com os novos n&uacute;meros, o varejo brasileiro se encontra 5,7% acima do patamar pr&eacute;-pandemia da covid-19, de fevereiro de 2020, por&eacute;m 0,8% abaixo de n&iacute;vel recorde, alcan&ccedil;ado em outubro de 2020.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"O com&eacute;rcio varejista veio de 2 meses mais fracos, em que os resultados foram bastante abaixo do que poder&iacute;amos ter visto. Esse &eacute; um comportamento que foi observado n&atilde;o s&oacute; em 2024, mas tamb&eacute;m em outros anos, quando, por exemplo, houve queda nas vendas no fim de 2022 e uma recupera&ccedil;&atilde;o em janeiro\", explica o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Efeito Black Friday<br />Cinco das oito atividades pesquisadas avan&ccedil;aram em janeiro deste ano. Os destaques foram as de tecidos, vestu&aacute;rio e cal&ccedil;ados (8,5%) e de equipamentos e materiais para escrit&oacute;rio, inform&aacute;tica e comunica&ccedil;&atilde;o (6,1%), que tiveram as principais influ&ecirc;ncias sobre o resultado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O pesquisador do IBGE explica que a evolu&ccedil;&atilde;o significativa de janeiro &eacute; tamb&eacute;m um efeito estat&iacute;stico da Black Friday, que antecipou para novembro vendas que seriam realizadas em dezembro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"Setorialmente, os resultados vieram com muita amplitude de crescimento em setores que tiveram queda grande no Natal, depois de concentrar as vendas na Black Friday. Isso aconteceu em tecidos, vestu&aacute;rio e cal&ccedil;ados, m&oacute;veis e eletrodom&eacute;sticos; equipamentos e materiais para escrit&oacute;rio, inform&aacute;tica e comunica&ccedil;&atilde;o; e outros artigos de uso pessoal e dom&eacute;stico, que, juntos, puxaram o crescimento do varejo em janeiro\".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">As vendas de tecidos, vestu&aacute;rio e cal&ccedil;ados ca&iacute;ram 6,9% no &uacute;ltimo m&ecirc;s de 2023. No caso de m&oacute;veis e eletrodom&eacute;sticos, o tombo foi ainda maior, 7,4%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os n&uacute;meros de janeiro s&atilde;o comparados com uma base mais baixa de dezembro, sem contar que janeiro &eacute; tamb&eacute;m m&ecirc;s tradicional de queimas de estoque, que estimulam vendas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Outro setor que teve amplia&ccedil;&atilde;o de vendas em janeiro foi o de hiper, supermercados, produtos aliment&iacute;cios, bebidas e fumo, que cresceu 0,9%. O comportamento desse segmento do varejo &eacute; importante, pois &eacute; o de maior peso na pesquisa, 55,5%. Janeiro foi o terceiro m&ecirc;s seguido no campo positivo, o que deixou o setor 9,9% acima do patamar pr&eacute;-pandemia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Campo negativo<br />Tr&ecirc;s atividades ficaram no campo negativo em janeiro: livros, jornais, revistas e papelaria (3,6%); artigos farmac&ecirc;uticos, m&eacute;dicos, ortop&eacute;dicos e de perfumaria (1,1%), terceira de maior peso na pesquisa; e combust&iacute;veis e lubrificantes (0,2%).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O IBGE identificou que as vendas do varejo em janeiro tiveram alta em 24 das 27 unidades da federa&ccedil;&atilde;o. Em queda, apenas Santa Catarina (1%), Minas Gerais (0,1%) e Maranh&atilde;o (0,1%).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Vendas do comércio na Páscoa devem crescer 4,5% e chegar a R$ 3,44 bi]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//vendas-do-comrcio-na-pscoa-devem-crescer-45-e-chegar-a-r-344-bi</link>
<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 16:16:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">O com&eacute;rcio brasileiro espera um faturamento total de R$ 3,44 bilh&otilde;es em vendas relacionadas &agrave; P&aacute;scoa. Isso representa um crescimento de 4,5% na compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado, j&aacute; descontada a infla&ccedil;&atilde;o. A estimativa foi divulgada nesta quarta-feira (13) pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC) e abrange itens caracter&iacute;sticos como chocolate, bacalhau e vinhos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A P&aacute;scoa &eacute; a sexta data comemorativa mais relevante para o com&eacute;rcio. Se confirmada a expectativa, ser&aacute; o quarto ano seguido de alta nas vendas. A trajet&oacute;ria de crescimento que vinha sendo observada desde 2016 foi interrompida apenas em 2020, ano em que se iniciou a pandemia de covid-19, que afetou severamente toda a economia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quatro estados devem responder por mais da metade (51%) do total de vendas esperadas: S&atilde;o Paulo (R$ 948,08 milh&otilde;es), Minas Gerais (R$ 352,57 milh&otilde;es), Rio de Janeiro (R$ 243,19 milh&otilde;es) e Rio Grande do Sul (R$ 194,18 milh&otilde;es).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o anual do faturamento, os maiores destaques s&atilde;o Santa Catarina e Minas Gerais, com crescimentos de 7,4% e 7,2%, respectivamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O levantamento da CNC aponta que a P&aacute;scoa deste ano vem acompanhada de grande alta de importa&ccedil;&atilde;o de itens t&iacute;picos do per&iacute;odo. As compras externas de chocolate devem alcan&ccedil;ar 3,35 mil toneladas, avan&ccedil;o de 21,4% em rela&ccedil;&atilde;o a 2023. No caso do bacalhau, deve haver um crescimento mais significativo, 61,9%. S&atilde;o 7,12 mil toneladas, a maior importa&ccedil;&atilde;o registrada desde o in&iacute;cio do levantamento, em 1997.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Pre&ccedil;os<br />A pesquisa da CNC aponta que os pre&ccedil;os dos produtos e servi&ccedil;os t&iacute;picos estar&atilde;o 5,2% mais caros este ano. Essa \"infla&ccedil;&atilde;o da P&aacute;scoa\" &eacute; superior &agrave; infla&ccedil;&atilde;o oficial acumulada no pa&iacute;s em 12 meses, 4,5%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A lista de itens inclui chocolate, pescado, bacalhau, bolos, azeite de oliva, refrigerante e &aacute;gua, vinho e alimenta&ccedil;&atilde;o fora de casa. O &uacute;nico que deve chegar mais barato este ano &eacute; o bacalhau, com recuo de 3,2% no pre&ccedil;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">J&aacute; o grande vil&atilde;o &eacute; o azeite de oliva, que ficou 45,7% mais caro em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; &uacute;ltima P&aacute;scoa.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com a CNC, a valoriza&ccedil;&atilde;o do real frente o d&oacute;lar ajudou a tornar mais baratos pre&ccedil;os de produtos importados. A taxa de c&acirc;mbio, que &agrave;s v&eacute;speras da P&aacute;scoa de 2023 se situava em R$ 5,20, atualmente se encontra perto dos R$ 5 - um recuo de quase 4,3%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Produção da indústria cai 1,6% de dezembro para janeiro]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//produo-da-indstria-cai-16-de-dezembro-para-janeiro</link>
<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 12:16:09 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">A produ&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria brasileira apresentou recuo de 1,6% em janeiro de 2024 na compara&ccedil;&atilde;o com dezembro de 2023. Esse resultado &eacute; a maior queda desde abril de 2021, quando houve regress&atilde;o de 1,9%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta quarta-feira (6), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O n&uacute;mero de janeiro deste ano interrompe uma sequ&ecirc;ncia de dois meses seguidos de alta: dezembro (1,6%) e novembro (0,6%). J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo m&ecirc;s do ano passado, o desempenho foi positivo, com alta de 3,6%. Nessa modalidade de compara&ccedil;&atilde;o com mesmo per&iacute;odo do ano anterior, o desempenho de janeiro de 2024 &eacute; a sexta alta seguida. No acumulado de 12 meses, o setor industrial cresceu 0,4%.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com a performance de janeiro, a ind&uacute;stria brasileira est&aacute; 0,8% abaixo do patamar pr&eacute;-pandemia (fevereiro de 2020) e 17,5% abaixo do n&iacute;vel recorde alcan&ccedil;ado em maio de 2011.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong>Influ&ecirc;ncias</strong></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Apesar da queda no primeiro m&ecirc;s deste ano, o gerente da pesquisa, Andr&eacute; Macedo, destaca que se verifica um perfil disseminado de taxas positivas, \"alcan&ccedil;ando 18 dos 25 ramos industriais pesquisados\". Isso significa que poucos setores influenciaram o resultado final do m&ecirc;s.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Os destaques negativos ficaram com ind&uacute;strias extrativas (-6,3%) e produtos aliment&iacute;cios (-5%).</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"A primeira atividade foi pressionada pela menor extra&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo e min&eacute;rio de ferro e interrompe dois meses consecutivos de crescimento na produ&ccedil;&atilde;o, per&iacute;odo no qual acumulou expans&atilde;o de 6,7%. A segunda teve como principal influ&ecirc;ncia negativa a redu&ccedil;&atilde;o na fabrica&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car, eliminando parte da expans&atilde;o de 11,3% acumulada no per&iacute;odo entre julho e dezembro\", explica Macedo.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Outras contribui&ccedil;&otilde;es negativas vieram de confec&ccedil;&atilde;o de artigos do vestu&aacute;rio e acess&oacute;rios (-6,4%) e de produtos t&ecirc;xteis (-4,2%).</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Entre as dezoito atividades que apontaram expans&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o, produtos qu&iacute;micos (7,9%), equipamentos de inform&aacute;tica, produtos eletr&ocirc;nicos e &oacute;pticos (13,7%), ve&iacute;culos automotores, reboques e carrocerias (4,0%) e m&aacute;quinas e equipamentos (6,4%) exerceram os principais impactos em janeiro de 2024.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Mercado reduz para 3,76% previsão de inflação em 2024]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//mercado-reduz-para-376-previso-de-inflao-em-2024</link>
<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 16:37:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">A previs&atilde;o do mercado financeiro para o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s - teve redu&ccedil;&atilde;o de 3,8% para 3,76% este ano. A estimativa est&aacute; no Boletim Focus desta ter&ccedil;a-feira (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de institui&ccedil;&otilde;es financeiras para os principais indicadores econ&ocirc;micos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para 2025, a proje&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o permaneceu em 3,51%. Para 2026 e 2027, as previs&otilde;es s&atilde;o de 3,5% para os dois anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A estimativa para 2024 est&aacute; dentro do intervalo da meta de infla&ccedil;&atilde;o que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN), a meta &eacute; 3% para este ano, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior &eacute; 1,5% e o superior 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas de infla&ccedil;&atilde;o est&atilde;o fixadas em 3%, com a mesma toler&acirc;ncia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em janeiro, pressionada pela alta dos alimentos, a infla&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s foi 0,42%, abaixo do apurado em dezembro, de 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Em 12 meses, o IPCA soma 4,51%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong>Juros b&aacute;sicos</strong><br />Para alcan&ccedil;ar a meta de infla&ccedil;&atilde;o, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa b&aacute;sica de juros - a Selic - definida em 11,25% ao ano pelo Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom). O comportamento dos pre&ccedil;os j&aacute; fez o BC cortar os juros pela quinta vez consecutiva, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas pr&oacute;ximas reuni&otilde;es. A segunda reuni&atilde;o do ano do Copom est&aacute; marcada para 19 e 20 de mar&ccedil;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em comunicado, o Copom indicou que esse &eacute; o ritmo apropriado para manter a pol&iacute;tica monet&aacute;ria contracionista \"necess&aacute;ria para o processo desinflacion&aacute;rio\". O &oacute;rg&atilde;o informou que a interrup&ccedil;&atilde;o dos cortes depender&aacute; do cen&aacute;rio econ&ocirc;mico \"de maior prazo\".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De mar&ccedil;o de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monet&aacute;rio que come&ccedil;ou em meio &agrave; alta dos pre&ccedil;os de alimentos, de energia e de combust&iacute;veis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Antes do in&iacute;cio do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no n&iacute;vel mais baixo da s&eacute;rie hist&oacute;rica iniciada em 1986. Por causa da contra&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produ&ccedil;&atilde;o e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da hist&oacute;ria de agosto de 2020 a mar&ccedil;o de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa &eacute; que a taxa b&aacute;sica caia para 8,5% ao ano e se mantenha nesse patamar em 2026 e 2027.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom aumenta a taxa b&aacute;sica de juros, a finalidade &eacute; conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos pre&ccedil;os, porque os juros mais altos encarecem o cr&eacute;dito e estimulam a poupan&ccedil;a. Mas, al&eacute;m da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimpl&ecirc;ncia, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas tamb&eacute;m podem dificultar a expans&atilde;o da economia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom diminui a Selic, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o cr&eacute;dito fique mais barato, com incentivo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla&ccedil;&atilde;o e estimulando a atividade econ&ocirc;mica.</span></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong>PIB e c&acirc;mbio</strong><br />J&aacute; a proje&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 1,75% para 1,77%. Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e servi&ccedil;os produzidos no pa&iacute;s - &eacute; de crescimento de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro projeta expans&atilde;o do PIB tamb&eacute;m em 2%, para os dois anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No ano passado, a economia brasileira cresceu 2,9%, de acordo com o IBGE. Em 2022, o PIB havia sido 3%. A alta em 2023 foi puxada pelo crescimento recorde de 15,1% do setor agropecu&aacute;rio, o maior avan&ccedil;o desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie hist&oacute;rica da pesquisa, em 1995. Tamb&eacute;m apresentaram aumentos os setores da ind&uacute;stria (1,6%) e de servi&ccedil;os (2,4%).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No caso do d&oacute;lar, a previs&atilde;o de cota&ccedil;&atilde;o est&aacute; em R$ 4,93 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previs&atilde;o &eacute; que a moeda americana fique em R$ 5.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Economia brasileira cresce 2,9% em 2023]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//economia-brasileira-cresce-29-em-2023</link>
<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 15:25:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">O Produto Interno Bruto (PIB), que &eacute; a soma de todos os bens e servi&ccedil;os produzidos no pa&iacute;s, cresceu 2,9% em 2023, com um valor total de R$ 10,9 trilh&otilde;es. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (1&deg;) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A alta do PIB no ano foi puxada por uma alta recorde de 15,1% do setor agropecu&aacute;rio, o maior avan&ccedil;o desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie hist&oacute;rica da pesquisa, em 1995. Tamb&eacute;m apresentaram aumentos os setores da ind&uacute;stria (1,6%) e do servi&ccedil;os (2,4%).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"A agropecu&aacute;ria cresceu 15,1% no ano passado, puxada muito pelos crescimentos nas produ&ccedil;&otilde;es de soja e milho, duas das mais importantes lavouras do Brasil\", explicou a pesquisadora do IBGE, Rebeca Palis. \"A ind&uacute;stria extrativa mineral, com a extra&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo e min&eacute;rio de ferro, cresceu bastante tamb&eacute;m\".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Segundo Rebeca, a agropecu&aacute;ria e a ind&uacute;stria extrativa responderam por metade do crescimento do PIB. \"Vale ressaltar tamb&eacute;m duas outras atividades importantes na economia: a parte de eletricidade, &aacute;gua, g&aacute;s e esgoto e a parte de intermedia&ccedil;&atilde;o financeira\".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Sob a &oacute;tica da demanda, o crescimento foi puxado pelo consumo das fam&iacute;lias (3,1%), consumo do governo (1,7%) e exporta&ccedil;&otilde;es (9,1%). A queda de 1,2% das importa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m contribuiu para o resultado. A forma&ccedil;&atilde;o bruta de capital fixo, isto &eacute;, os investimentos, por outro lado, caiu 3% no ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na passagem do terceiro para o quarto trimestre do ano, o PIB manteve-se est&aacute;vel. J&aacute; na compara&ccedil;&atilde;o do quarto trimestre de 2023 com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior, houve alta de 2,1%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Intenção de consumo das famílias cai 0,5% em fevereiro, aponta CNC]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//inteno-de-consumo-das-famlias-cai-05-em-fevereiro-aponta-cnc</link>
<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 16:45:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">O indicador Inten&ccedil;&atilde;o de Consumo das Fam&iacute;lias (ICF) caiu em fevereiro pelo terceiro m&ecirc;s seguido. O &iacute;ndice calculado pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC), divulgado nesta ter&ccedil;a-feira (20), fechou o m&ecirc;s em 105,7 pontos, 0,5% a menos que o m&ecirc;s anterior. O n&uacute;mero acima de 100 pontos indica percep&ccedil;&atilde;o geral de satisfa&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Apesar do recuo de janeiro para fevereiro, o patamar identificado &eacute; 10,4% maior que fevereiro do ano passado e o melhor para o per&iacute;odo desde 2015.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De acordo com a CNC, o resultado negativo na compara&ccedil;&atilde;o entre meses imediatamente seguidos &eacute; resultado de as fam&iacute;lias estarem mais preocupadas em pagar e diminuir d&iacute;vidas do que fazer mais aquisi&ccedil;&otilde;es.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No relat&oacute;rio, o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, explica que \"apesar das melhores taxas de juros, o saldo da carteira de cr&eacute;dito das pessoas f&iacute;sicas vem desacelerando em rela&ccedil;&atilde;o aos resultados do ano passado, mostrando menor procura por esses recursos\".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Queda na inadimpl&ecirc;ncia<br />Segundo o economista, ao observar a redu&ccedil;&atilde;o da inadimpl&ecirc;ncia, pode-se concluir que as fam&iacute;lias est&atilde;o aproveitando o cr&eacute;dito mais barato para ajustar seus or&ccedil;amentos em vez de fazer mais d&iacute;vidas por meio de consumo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A CNC entende que a busca por redu&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas em vez de mais consumo n&atilde;o &eacute; um fato negativo, \"muito pelo contr&aacute;rio\", diz a publica&ccedil;&atilde;o, pois mostra maior consci&ecirc;ncia das fam&iacute;lias brasileiras quanto &agrave;s suas finan&ccedil;as.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"A aten&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias brasileiras com o planejamento financeiro vem mostrando resultado no mercado de cr&eacute;dito e, apesar de enfraquecer o consumo, a inten&ccedil;&atilde;o de compra permanece melhor do que em anos anteriores\", afirma o texto.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Infla&ccedil;&atilde;o controlada<br />A pesquisa &eacute; feita em todo o pa&iacute;s, com uma amostra de 18 mil consumidores e leva em conta sete indicadores: tr&ecirc;s sobre as condi&ccedil;&otilde;es atuais (emprego, renda e n&iacute;vel de consumo), dois sobre expectativas para tr&ecirc;s meses &agrave; frente (perspectiva de consumo e perspectiva profissional), al&eacute;m da avalia&ccedil;&atilde;o do acesso ao cr&eacute;dito e momento atual para aquisi&ccedil;&atilde;o de bens dur&aacute;veis.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em fevereiro, o &uacute;nico item que teve alta na percep&ccedil;&atilde;o foi o da renda atual. A pesquisa aponta que a infla&ccedil;&atilde;o controlada \"ajudou a incrementar a renda real das fam&iacute;lias, dando maior poder de compra aos consumidores e sendo o &uacute;nico item a aquecer o com&eacute;rcio\". Al&eacute;m disso, o texto destaca que \"o crescimento constante na popula&ccedil;&atilde;o empregada tamb&eacute;m impactou o aumento da massa salarial, dando mais recursos para o consumo\".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Faixas de renda<br />A queda da inten&ccedil;&atilde;o de consumir em fevereiro foi puxada principalmente pelas fam&iacute;lias com renda abaixo de dez sal&aacute;rios-m&iacute;nimos (at&eacute; R$ 14.120), que recuou 0,6%. Para os grupamentos familiares com renda acima de dez sal&aacute;rios-m&iacute;nimos, a redu&ccedil;&atilde;o foi de 0,1%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"Fam&iacute;lias de menor renda, por estarem mais endividadas, priorizam o ajuste do seu or&ccedil;amento. Enquanto as com maiores rendimentos j&aacute; enxergam melhora no consumo futuro\", avalia a CNC.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Mercado eleva previsão da inflação para 2024 e 2025]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//mercado-eleva-previso-da-inflao-para-2024-e-2025</link>
<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 16:35:26 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">A previs&atilde;o do mercado financeiro para o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s - teve eleva&ccedil;&atilde;o, passando de 3,81% para 3,82% este ano.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A estimativa est&aacute; no Boletim Focus desta quinta-feira (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de institui&ccedil;&otilde;es financeiras para os principais indicadores econ&ocirc;micos.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para 2025, a proje&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m subiu de 3,5% para 3,51%. Para 2026 e 2027, as previs&otilde;es s&atilde;o de 3,5% para os dois anos. </span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A estimativa para 2024 est&aacute; dentro do intervalo da meta de infla&ccedil;&atilde;o que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN), a meta &eacute; de 3% para este ano, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior &eacute; 1,5% e o superior 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas de infla&ccedil;&atilde;o est&atilde;o fixadas em 3%, com a mesma toler&acirc;ncia.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em janeiro, pressionada pela alta dos alimentos, a infla&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s foi de 0,42%, abaixo do apurado em dezembro, de 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Em 12 meses, o IPCA soma 4,51%.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Juros b&aacute;sicos<br />Para alcan&ccedil;ar a meta de infla&ccedil;&atilde;o, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa b&aacute;sica de juros - a Selic - definida em 11,25% ao ano pelo Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom). O comportamento dos pre&ccedil;os j&aacute; fez o BC cortar os juros pela quinta vez consecutiva, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas pr&oacute;ximas reuni&otilde;es.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em comunicado, o Copom indicou que esse &eacute; o ritmo apropriado para manter a pol&iacute;tica monet&aacute;ria contracionista \"necess&aacute;ria para o processo desinflacion&aacute;rio\". O &oacute;rg&atilde;o informou que a interrup&ccedil;&atilde;o dos cortes depender&aacute; do cen&aacute;rio econ&ocirc;mico \"de maior prazo\".</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De mar&ccedil;o de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monet&aacute;rio que come&ccedil;ou em meio &agrave; alta dos pre&ccedil;os de alimentos, de energia e de combust&iacute;veis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Antes do in&iacute;cio do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no n&iacute;vel mais baixo da s&eacute;rie hist&oacute;rica iniciada em 1986. Por causa da contra&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produ&ccedil;&atilde;o e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da hist&oacute;ria de agosto de 2020 a mar&ccedil;o de 2021.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa &eacute; que a taxa b&aacute;sica caia para 8,5% ao ano e se mantenha nesse patamar em 2026 e 2027.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom aumenta a taxa b&aacute;sica de juros, a finalidade &eacute; conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos pre&ccedil;os, porque os juros mais altos encarecem o cr&eacute;dito e estimulam a poupan&ccedil;a. Mas, al&eacute;m da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimpl&ecirc;ncia, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas tamb&eacute;m podem dificultar a expans&atilde;o da economia.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom diminui a Selic, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o cr&eacute;dito fique mais barato, com incentivo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla&ccedil;&atilde;o e estimulando a atividade econ&ocirc;mica.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">PIB e c&acirc;mbio <br />A proje&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano permaneceu em 1,6%. Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e servi&ccedil;os produzidos no pa&iacute;s - &eacute; de crescimento de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro projeta expans&atilde;o do PIB tamb&eacute;m em 2%, para os dois anos.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Superando as proje&ccedil;&otilde;es, no terceiro trimestre do ano passado a economia brasileira cresceu 0,1%, na compara&ccedil;&atilde;o com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi de 3,2%.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com o resultado, o PIB est&aacute; novamente no maior patamar da s&eacute;rie hist&oacute;rica, ficando 7,2% acima do n&iacute;vel de antes da pandemia, registrado nos tr&ecirc;s &uacute;ltimos meses de 2019. Os dados do quarto trimestre de 2023, com o consolidado do ano, ser&atilde;o divulgados pelo IBGE em 1&ordm; de mar&ccedil;o.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No caso do d&oacute;lar, a previs&atilde;o de cota&ccedil;&atilde;o est&aacute; em R$ 4,92 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previs&atilde;o &eacute; que a moeda americana fique em R$ 5.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil </span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Setor de serviços avança 2,3% em 2023, revela o IBGE]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//setor-de-servios-avana-23-em-2023-revela-o-ibge</link>
<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 16:05:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">Os servi&ccedil;os cresceram 2,3% em 2023 no terceiro ano seguido de expans&atilde;o do setor. Em dezembro passado, o volume de servi&ccedil;os no Brasil avan&ccedil;ou 0,3%, sendo o segundo resultado positivo consecutivo. O acumulado nos dois &uacute;ltimos meses do ano representou avan&ccedil;o de 1,2%, o que permitiu a recupera&ccedil;&atilde;o de parte da perda de 2,1% anotada entre agosto e outubro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em rela&ccedil;&atilde;o a dezembro de 2022 os servi&ccedil;os apresentaram recuo de 2,0%, que &eacute; o mais intenso desde janeiro de 2021, quando houve queda de 5,0%. No acumulado dos &uacute;ltimos 12 meses, os servi&ccedil;os diminu&iacute;ram o ritmo. Eles apresentaram recuo na magnitude de crescimento de 3,1% em novembro para 2,3% em dezembro de 2023. Os n&uacute;meros fazem parte da Pesquisa Mensal de Servi&ccedil;os (PMS), divulgada nesta sexta-feira (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A s&eacute;rie hist&oacute;rica mostrou que, com a alta de 0,3% de dezembro, o setor de servi&ccedil;os ficou 11,7% acima do n&iacute;vel pr&eacute;-pandemia, em fevereiro de 2020, e 1,7% abaixo do ponto mais alto da s&eacute;rie em dezembro de 2022.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o IBGE, a &uacute;ltima vez que o setor de servi&ccedil;os registrou crescimento por tr&ecirc;s anos consecutivos foi entre 2012 e 2014. Naquele momento, houve ganho de 11,3%. No tri&ecirc;nio atual - de 2021 a 2023 - a evolu&ccedil;&atilde;o foi ainda mais expressiva: avan&ccedil;o de 22,9%. O IBGE informou, tamb&eacute;m, que o crescimento de 2,3% registrado em 2023 foi o menos intenso da sequ&ecirc;ncia. Em 2021, a alta ficou em 10,9% e em 8,3% em 2022.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Segundo o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, em 2021 e 2022 houve a constru&ccedil;&atilde;o de uma base de compara&ccedil;&atilde;o elevada, que pode ser explicada tanto pela retomada do setor ap&oacute;s o per&iacute;odo de isolamento da pandemia de covid-19, como, sobretudo, por conta dos ganhos extraordin&aacute;rios dos segmentos de servi&ccedil;os de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e o do transporte de cargas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"Dessa forma, apresentar expans&atilde;o sobre dois anos que cresceram substancialmente &eacute; algo relevante\", informou o IBGE.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Atividades<br />Quatro das cinco atividades da Pesquisa Mensal de Servi&ccedil;os tiveram taxas positivas em 2023. A pesquisa apontou ainda que 55,4% dos 166 tipos de servi&ccedil;os analisados tiveram crescimento. Os destaques ficaram por conta dos servi&ccedil;os de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o (3,4%) e de profissionais, administrativos e complementares (3,7%).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"No primeiro, os principais impactos foram do aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de telecomunica&ccedil;&otilde;es; desenvolvimento e licenciamento de softwares; desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; tratamentos de dados, provedores de servi&ccedil;os de aplica&ccedil;&atilde;o e servi&ccedil;os de hospedagem na internet; e portais, provedores de conte&uacute;do e outros servi&ccedil;os de informa&ccedil;&atilde;o na Internet\", detalhou o IBGE.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A expans&atilde;o de loca&ccedil;&atilde;o de autom&oacute;veis; de servi&ccedil;os de engenharia; de cobran&ccedil;as e informa&ccedil;&otilde;es cadastrais; de atividades de intermedia&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios em geral; e de ag&ecirc;ncias de viagens favoreceu o resultado dos servi&ccedil;os profissionais, administrativos e complementares.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"Atividades que se fortaleceram no contexto do p&oacute;s-pandemia colocaram o setor de servi&ccedil;os em patamares elevados. Houve, por exemplo, aumentos consider&aacute;veis nos servi&ccedil;os voltados &agrave;s empresas, notadamente os servi&ccedil;os de TI [tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o]\", observou o gerente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Neste contexto, ele ressaltou o transporte rodovi&aacute;rio de carga, que influenciou o avan&ccedil;o de 1,5% nas atividades de servi&ccedil;os de transportes, servi&ccedil;os auxiliares aos transportes e Correios. \"&Eacute; um segmento que cresceu, num primeiro momento na esteira do aumento do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico e que ganhou novos impulsos com a expans&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, na medida em que se cria a necessidade de transporte de insumos, como adubos e fertilizantes, al&eacute;m de operar o pr&oacute;prio escoamento da colheita\", explicou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fam&iacute;lias<br />Os servi&ccedil;os prestados &agrave;s fam&iacute;lias registraram alta de 4,7% e fecharam as atividades em expans&atilde;o. &Uacute;nico a ter resultado negativo, o setor de outros servi&ccedil;os apresentou retra&ccedil;&atilde;o de 1,8%. O motivo foi a menor receita vinda de servi&ccedil;os financeiros auxiliares; administra&ccedil;&atilde;o de fundos por contrato ou comiss&atilde;o; corretoras de t&iacute;tulos e valores mobili&aacute;rios; e administra&ccedil;&atilde;o de bolsas e mercados de balc&atilde;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o pesquisador, o resultado de 2023 seguiu a tend&ecirc;ncia observada em 2022. \"Com a retomada p&oacute;s-isolamento da pandemia, h&aacute; uma redistribui&ccedil;&atilde;o da renda dispon&iacute;vel das fam&iacute;lias, com redu&ccedil;&atilde;o das aplica&ccedil;&otilde;es financeiras e aumento do consumo de bens e servi&ccedil;os, que estavam mais represados nos per&iacute;odos de maior incerteza\", disse.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Estados<br />Das 27 unidades da federa&ccedil;&atilde;o, 25 tiveram eleva&ccedil;&atilde;o na receita real de servi&ccedil;os, sendo os resultados positivos em Minas Gerais (7,7%), Paran&aacute; (11,2%), Rio de Janeiro (3,3%), Mato Grosso (16,4%), Santa Catarina (8,0%) e Rio Grande do Sul (4,4%). As quedas foram anotadas em S&atilde;o Paulo (-1,8%) e Amap&aacute; (-2,2%).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Pela primeira vez, o setor de servi&ccedil;os prestados &agrave; fam&iacute;lia ultrapassou o patamar pr&eacute;-pandemia em dezembro de 2023. Essa era a &uacute;nica atividade da pesquisa que ainda n&atilde;o havia conseguido esse desempenho. Em dezembro, houve alta de 3,5% e, com isso, os servi&ccedil;os prestados &agrave;s fam&iacute;lias passaram a ficar no maior n&iacute;vel desde fevereiro de 2016.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"&Eacute; um setor que veio, pouco a pouco, eliminando as perdas da pandemia. Houve uma mudan&ccedil;a na configura&ccedil;&atilde;o das atividades. Os servi&ccedil;os de aplicativos de entrega, por exemplo, acabaram se apropriando de uma parte das receitas dos restaurantes, havendo, assim, uma transfer&ecirc;ncia de receita entre dois setores do setor de servi&ccedil;os\", exemplifica Lobo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Apesar da retomada em bom ritmo da atividade tur&iacute;stica, que auxilia a melhora do setor de alojamento e alimenta&ccedil;&atilde;o, fundamental para a atividade de servi&ccedil;os prestados &agrave;s fam&iacute;lias, o retorno ainda gradativo ao trabalho presencial ou h&iacute;brido tamb&eacute;m explica o ritmo mais lento de retomada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"Ainda h&aacute; um grande contingente de pessoas trabalhando de maneira remota, o que ajuda a transferir receita dos servi&ccedil;os (restaurantes) para o com&eacute;rcio (supermercado), por exemplo\", relatou Lobo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Alta nos transportes<br />Os setores de transportes tamb&eacute;m foram destaque com a alta de 1,3%. O resultado interrompe uma sequ&ecirc;ncia de campos negativos seguidos, que resultou em perda acumulada de 5,4%. Em movimento contr&aacute;rio, com varia&ccedil;&atilde;o de 0,2%, a atividade de servi&ccedil;os de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o teve a terceira taxa positiva seguida. O ganho acumulado ficou em 1,8%. As quedas foram notadas em servi&ccedil;os profissionais, administrativos e complementares (-1,7%) e os outros servi&ccedil;os (-1,2%).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Tamb&eacute;m em dezembro, 18 das 27 unidades da federa&ccedil;&atilde;o acusaram crescimento. \"A alta mais importante veio de S&atilde;o Paulo (0,6%), seguido por Distrito Federal (2,8%), Santa Catarina (1,8%) e Paran&aacute; (0,8%). Em contrapartida, Rio de Janeiro (-2,6%), seguido por Minas Gerais (-1,4%), Mato Grosso (-2,6%) e Mato Grosso do Sul (-4,1%) foram as principais quedas\", informou o IBGE.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Na compara&ccedil;&atilde;o de dezembro de 2023 com dezembro de 2022, a pesquisa mostrou evolu&ccedil;&atilde;o de 1,4%, sendo a 33&ordf; taxa positiva seguida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Indicadores<br />Para o IBGE, a Pesquisa Mensal de Servi&ccedil;os produz indicadores para o Brasil, o que permite acompanhar o comportamento conjuntural do setor de servi&ccedil;os no pa&iacute;s.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Nas an&aacute;lises, os pesquisadores investigam \"a receita bruta de servi&ccedil;os nas empresas formalmente constitu&iacute;das, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um servi&ccedil;o n&atilde;o financeiro, exclu&iacute;das as &aacute;reas de sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o\". A pr&oacute;xima divulga&ccedil;&atilde;o do estudo - referente a janeiro de 2024 - ser&aacute; feita no dia15 de mar&ccedil;o pr&oacute;ximo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Inflação de janeiro fica em 0,42%, pressionada pela alta dos alimentos]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//inflao-de-janeiro-fica-em-042-pressionada-pela-alta-dos-alimentos</link>
<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 10:11:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">A infla&ccedil;&atilde;o oficial no m&ecirc;s de janeiro ficou em 0,42%, puxada principalmente pela alta no pre&ccedil;o dos alimentos. Esse patamar fica abaixo do 0,56% apurado pelo &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) no m&ecirc;s anterior, dezembro.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em 12 meses, o &iacute;ndice soma 4,51%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). </span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em janeiro, o grupo alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, que tem maior peso na cesta de consumo das fam&iacute;lias (21,12%), subiu 1,38%. Isso significa um peso de 0,29 ponto percentual (p.p.) no IPCA do m&ecirc;s. &Eacute; a maior alta de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas para o m&ecirc;s desde 2016, quando o grupo alcan&ccedil;ou eleva&ccedil;&atilde;o de 2,28%.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O IBGE explica que fatores clim&aacute;ticos foram os principais motivos que causaram o aumento no pre&ccedil;o dos alimentos no come&ccedil;o de 2024.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"O aumento nos pre&ccedil;os dos alimentos &eacute; relacionado, principalmente, &agrave; temperatura alta e &agrave;s chuvas mais intensas em diversas regi&otilde;es produtoras do pa&iacute;s\", explica o gerente da pesquisa, Andr&eacute; Almeida.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong><br /></strong></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong>Custos da alimenta&ccedil;&atilde;o</strong><br />Entre os alimentos que mais pesaram no bolso do brasileiro est&atilde;o a cenoura (43,85%), batata-inglesa (29,45%), feij&atilde;o-carioca (9,70%), arroz (6,39%) e frutas (5,07%).</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"Historicamente, h&aacute; uma alta dos alimentos nos meses de ver&atilde;o, em raz&atilde;o dos fatores clim&aacute;ticos, que afetam a produ&ccedil;&atilde;o, em especial, dos alimentos in natura, como os tub&eacute;rculos, as ra&iacute;zes, as hortali&ccedil;as e as frutas. Neste ano, isso foi intensificado pela presen&ccedil;a do El Ni&ntilde;o\", destaca Almeida.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O pesquisador contextualiza ainda que no caso do arroz, a &Iacute;ndia, maior produtor mundial, enfrentou quest&otilde;es clim&aacute;ticas que atingiram a produ&ccedil;&atilde;o e cortou as exporta&ccedil;&otilde;es no segundo semestre de 2023. O resultado &eacute; menos produto &agrave; venda e, consequentemente, maior o pre&ccedil;o.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong><br /></strong></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong>Transportes</strong><br />O grupo transportes - o segundo que mais pesa na cesta mensal das fam&iacute;lias (20,93%) - ajudou a frear a infla&ccedil;&atilde;o em janeiro. Houve defla&ccedil;&atilde;o, ou seja, recuo nos pre&ccedil;os, de 0,65%. O al&iacute;vio veio de um vil&atilde;o dos &uacute;ltimos meses, o pre&ccedil;o das passagens a&eacute;reas. Depois de terem subido 82,03% no acumulado de setembro, outubro, novembro e dezembro do ano passado, os bilhetes vendidos pelas companhias a&eacute;reas ca&iacute;ram, em m&eacute;dia, 15,22% em janeiro de 2024. Esse foi o item que teve o maior impacto negativo em todo o IPCA.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Ainda no grupo dos transportes, houve queda nos pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis (-0,39%), com os recuos do etanol (-1,55%), &oacute;leo diesel (-1,00%) e gasolina (-0,31%).</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">\"Como a gasolina &eacute; o subitem de maior peso individual no IPCA, essa queda de pre&ccedil;os em janeiro ajudou a conter o resultado geral do &iacute;ndice\", analisa o gerente do IBGE.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O g&aacute;s veicular, com aumento de 5,86%, foi o &uacute;nico dos combust&iacute;veis pesquisados a ter alta no m&ecirc;s.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Terceiro grupo com maior peso no or&ccedil;amento familiar (15,31%), a habita&ccedil;&atilde;o teve alta de 0,25%.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong>12 meses</strong></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O IPCA &eacute; considerado a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s, pois &eacute; o &iacute;ndice utilizado pelo Banco Central para perseguir a meta oficial de infla&ccedil;&atilde;o (3% no acumulado de 12 meses, com toler&acirc;ncia de 1,5 p.p para mais ou para menos). O &iacute;ndice calcula o custo de vida de fam&iacute;lias que ganham entre um e 40 sal&aacute;rios m&iacute;nimos.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com o resultado de janeiro, o acumulado de 12 meses diminuiu de 4,62% para 4,51%. &Eacute; o quarto m&ecirc;s seguido com redu&ccedil;&atilde;o nesse acumulado. No mesmo m&ecirc;s do ano passado, o IPCA tinha sido de 0,53%.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong><br /></strong></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><strong>INPC</strong><br />O IBGE tamb&eacute;m divulgou nesta quinta-feira o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC). A principal diferen&ccedil;a dele para o IPCA &eacute; que apura a infla&ccedil;&atilde;o para fam&iacute;lias com renda de um a cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos. O resultado do INPC em janeiro, 0,55%, ficou acima do IPCA por conta do maior peso que o grupo alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas tem para as pessoas dessa faixa de renda, ou seja, quanto menor a renda, maior o gasto proporcional com comida. O &iacute;ndice acumula alta de 3,82% em 12 meses.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte:Ag&ecirc;ncia Brasil </span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//estimativas-do-mercado-para-inflao-e-pib-permanecem-estveis</link>
<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 12:03:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">As previs&otilde;es do mercado financeiro para os principais indicadores econ&ocirc;micos em 2024 ficaram est&aacute;veis, de acordo com a edi&ccedil;&atilde;o do Boletim Focus, divulgado nesta ter&ccedil;a-feira (6), em Bras&iacute;lia. A pesquisa - realizada com economistas - &eacute; divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para este ano, a expectativa para o crescimento da economia permaneceu em 1,6%. J&aacute; para 2025, o Produto Interno Bruto (PIB - a soma dos bens e servi&ccedil;os produzidos no pa&iacute;s - deve ficar em 2%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro tamb&eacute;m projeta expans&atilde;o do PIB em 2%, para os dois anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Superando as proje&ccedil;&otilde;es, no terceiro trimestre do ano passado a economia brasileira cresceu 0,1%, na compara&ccedil;&atilde;o com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi de 3,2%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com o resultado, o PIB est&aacute; novamente no maior patamar da s&eacute;rie hist&oacute;rica, ficando 7,2% acima do n&iacute;vel de antes da pandemia, registrado nos tr&ecirc;s &uacute;ltimos meses de 2019. Os dados do quarto trimestre de 2023, com o consolidado do ano, ser&atilde;o divulgados pelo IBGE em 1&ordm; de mar&ccedil;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">No caso do d&oacute;lar, a previs&atilde;o de cota&ccedil;&atilde;o est&aacute; em R$ 4,92 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previs&atilde;o &eacute; que a moeda americana fique em R$ 5.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Infla&ccedil;&atilde;o<br />A previs&atilde;o para este ano do &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerada a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s - permaneceu em 3,81% nesta edi&ccedil;&atilde;o do Focus. Para 2025, a estimativa de infla&ccedil;&atilde;o &eacute; de 3,5%. Para 2026 e 2027, as previs&otilde;es tamb&eacute;m s&atilde;o de 3,5% para os dois anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A estimativa para 2024 est&aacute; dentro do intervalo da meta de infla&ccedil;&atilde;o que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN), a meta &eacute; de 3% para este ano, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior &eacute; 1,5% e o superior 4,5%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para 2025 e 2026, as metas de infla&ccedil;&atilde;o est&atilde;o fixadas em 3%, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em dezembro de 2023, a infla&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s foi de 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Com isso, o IPCA fechou o ano passado com alta acumulada de 4,62%. Os dados de janeiro ser&atilde;o divulgados pelo IBGE na quinta-feira (8).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Taxa de juros<br />Para alcan&ccedil;ar a meta de infla&ccedil;&atilde;o, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa b&aacute;sica de juros - a Selic - definida em 11,25% ao ano pelo Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom). O comportamento dos pre&ccedil;os j&aacute; fez o BC cortar os juros pela quinta vez consecutiva, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas pr&oacute;ximas reuni&otilde;es.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em comunicado, o Copom indicou que esse &eacute; o ritmo apropriado para manter a pol&iacute;tica monet&aacute;ria contracionista \"necess&aacute;ria para o processo desinflacion&aacute;rio\". O &oacute;rg&atilde;o informou que a interrup&ccedil;&atilde;o dos cortes depender&aacute; do cen&aacute;rio econ&ocirc;mico \"de maior prazo\".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De mar&ccedil;o de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monet&aacute;rio que come&ccedil;ou em meio &agrave; alta dos pre&ccedil;os de alimentos, de energia e de combust&iacute;veis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Antes do in&iacute;cio do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no n&iacute;vel mais baixo da s&eacute;rie hist&oacute;rica iniciada em 1986. Por causa da contra&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produ&ccedil;&atilde;o e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da hist&oacute;ria de agosto de 2020 a mar&ccedil;o de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa &eacute; que a taxa b&aacute;sica caia para 8,5% ao ano e se mantenha nesse patamar em 2026 e 2027.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Taxa de juros<br />Quando o Copom aumenta a taxa b&aacute;sica de juros, a finalidade &eacute; conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos pre&ccedil;os porque os juros mais altos encarecem o cr&eacute;dito e estimulam a poupan&ccedil;a. Mas, al&eacute;m da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimpl&ecirc;ncia, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas tamb&eacute;m podem dificultar a expans&atilde;o da economia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom diminui a Selic, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o cr&eacute;dito fique mais barato, com incentivo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla&ccedil;&atilde;o e estimulando a atividade econ&ocirc;mica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Produção da indústria fecha 2023 com alta de 0,2%]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//produo-da-indstria-fecha-2023-com-alta-de-02</link>
<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 11:28:58 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A produ&ccedil;&atilde;o industrial do pa&iacute;s teve alta de 1,1% em dezembro, sendo o quinto m&ecirc;s seguido com resultado positivo. Assim, a ind&uacute;stria brasileira fecha 2023 com alta de 0,2%. Em 2022, o resultado tinha sido queda de 0,7%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (2), no Rio de Janeiro, pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O resultado ajuda a colocar a produ&ccedil;&atilde;o das f&aacute;bricas no patamar superior ao per&iacute;odo da pr&eacute;-pandemia, 0,7% acima de fevereiro de 2020. Por&eacute;m, o setor produtivo est&aacute; ainda 16,3% abaixo do maior n&iacute;vel j&aacute; registrado em maio de 2011.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de o ano passado ter terminado no campo positivo, somente nove dos 25 ramos pesquisados mostraram crescimento na produ&ccedil;&atilde;o. Os destaques positivos foram registrados por ind&uacute;strias extrativas, produtos derivados de petr&oacute;leo e biocombust&iacute;veis e produtos aliment&iacute;cios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre as atividades com indicadores negativos destacam-se ve&iacute;culos automotores, produtos qu&iacute;micos, m&aacute;quinas e equipamentos, m&aacute;quinas, aparelhos e materiais el&eacute;tricos e equipamentos de inform&aacute;tica, produtos eletr&ocirc;nicos e &oacute;pticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Semestres distintos<br />Segundo o gerente da pesquisa, Andr&eacute; Macedo, 2023 foi marcado por dois per&iacute;odos distintos. O primeiro semestre teve um comportamento predominantemente negativo da ind&uacute;stria geral, com uma queda de 0,3%. J&aacute; no segundo semestre houve uma melhora de ritmo na produ&ccedil;&atilde;o industrial, resultando num crescimento de 0,5%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>\"Isso tamb&eacute;m fica muito vis&iacute;vel quando observamos o indicador m&ecirc;s contra m&ecirc;s imediatamente anterior, com cinco meses de taxas positivas consecutivas, culminando com a expans&atilde;o de 1,1% em dezembro. Com isso, o acumulado do ano, que ficou negativo uma boa parte de 2023, passou para o campo positivo\", observa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O pesquisador do IBGE explica que o resultado de 2023 &eacute; considerado praticamente est&aacute;vel, ou seja, um crescimento t&iacute;mido. Entre os fatores que contribu&iacute;ram para o desempenho da ind&uacute;stria, ele lista o comportamento positivo do mercado de trabalho, com aumento na massa de rendimentos e infla&ccedil;&atilde;o controlada, especialmente no segmento de produtos aliment&iacute;cios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta semana, o IBGE divulgou que a taxa m&eacute;dia de desemprego do ano passado ficou em 7,8% - a menor desde 2014. J&aacute; a infla&ccedil;&atilde;o oficial terminou o ano passado em 4,62%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>\"Vale destacar tamb&eacute;m a contribui&ccedil;&atilde;o positiva das exporta&ccedil;&otilde;es, especialmente no que se refere &agrave;s commodities [mat&eacute;rias-primas b&aacute;sicas negociadas com pre&ccedil;os internacionais]. Tamb&eacute;m se observa, ao longo do ano, o in&iacute;cio da flexibiliza&ccedil;&atilde;o na pol&iacute;tica monet&aacute;ria com a redu&ccedil;&atilde;o na taxa de juros\", finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Mercado reduz para 3,81% previsão para inflação de 2024]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//mercado-reduz-para-381-previso-para-inflao-de-2024</link>
<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 15:15:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">A previs&atilde;o do mercado financeiro para o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s - teve redu&ccedil;&atilde;o, passando de 3,86% para 3,81% este ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A estimativa est&aacute; no Boletim Focus desta ter&ccedil;a-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de institui&ccedil;&otilde;es financeiras para os principais indicadores econ&ocirc;micos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para os pr&oacute;ximos anos - 2025, 2026 e 2027, a proje&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o permaneceu em 3,5%. </span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A estimativa para 2024 est&aacute; dentro do intervalo da meta de infla&ccedil;&atilde;o que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN), a meta &eacute; de 3% para este ano, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior &eacute; 1,5% e o superior 4,5%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para 2025 e 2026, as metas de infla&ccedil;&atilde;o est&atilde;o fixadas em 3%, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em dezembro de 2023, a infla&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s foi de 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Com isso, o IPCA fechou o ano passado com alta acumulada de 4,62%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Juros b&aacute;sicos <br />Para alcan&ccedil;ar a meta de infla&ccedil;&atilde;o, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa b&aacute;sica de juros - a Selic - definida em 11,75% ao ano pelo Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom). Ap&oacute;s sucessivas quedas no fim do primeiro semestre de 2023, a infla&ccedil;&atilde;o voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O comportamento dos pre&ccedil;os fez o BC cortar os juros quatro vezes no semestre passado, em todas as reuni&otilde;es do Copom. Em ata divulgada, o colegiado informou que continuar&aacute; a promover novos cortes de 0,5 ponto nas pr&oacute;ximas reuni&otilde;es, mas n&atilde;o detalhou quando vai parar de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento depender&aacute; do comportamento da infla&ccedil;&atilde;o no primeiro semestre de 2024.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Reuni&atilde;o do Copom<br />Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. A primeira reuni&atilde;o do Copom neste ano ocorre em hoje (30) e amanh&atilde; (31) e os analistas esperam que a Selic seja reduzida a 11,25%. Para o fim de 2025, 2026 e 2027, a previs&atilde;o &eacute; de Selic em 8,5% ao ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De mar&ccedil;o de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monet&aacute;rio que come&ccedil;ou em meio &agrave; alta dos pre&ccedil;os de alimentos, energia e combust&iacute;veis. Por um ano, at&eacute; agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Antes do in&iacute;cio do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no n&iacute;vel mais baixo da s&eacute;rie hist&oacute;rica iniciada em 1986. Por causa da contra&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produ&ccedil;&atilde;o e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da hist&oacute;ria de agosto de 2020 a mar&ccedil;o de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom aumenta a taxa b&aacute;sica de juros, a finalidade &eacute; conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos pre&ccedil;os porque os juros mais altos encarecem o cr&eacute;dito e estimulam a poupan&ccedil;a. Mas, al&eacute;m da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimpl&ecirc;ncia, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas tamb&eacute;m podem dificultar a expans&atilde;o da economia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom diminui a Selic, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o cr&eacute;dito fique mais barato, com incentivo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla&ccedil;&atilde;o e estimulando a atividade econ&ocirc;mica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">PIB e c&acirc;mbio <br />A proje&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano permaneceu em 1,6%. Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e servi&ccedil;os produzidos no pa&iacute;s - &eacute; de crescimento de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro projeta expans&atilde;o do PIB tamb&eacute;m em 2%, para os dois anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Superando as proje&ccedil;&otilde;es, no terceiro trimestre do ano passado a economia brasileira cresceu 0,1%, na compara&ccedil;&atilde;o com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi de 3,2%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com o resultado, o PIB est&aacute; novamente no maior patamar da s&eacute;rie hist&oacute;rica, ficando 7,2% acima do n&iacute;vel de antes da pandemia, registrado nos tr&ecirc;s &uacute;ltimos meses de 2019. Os dados do quarto trimestre de 2023, com o consolidado do ano, ser&aacute; divulgado pelo IBGE em 1&ordm; de mar&ccedil;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A previs&atilde;o de cota&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar est&aacute; em R$ 4,92 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previs&atilde;o &eacute; que a moeda americana fique em R$ 5.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Mercado reduz novamente previsão de inflação para 2024]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//mercado-reduz-novamente-previso-de-inflao-para-2024</link>
<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 11:32:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">O mercado financeiro reduziu novamente a previs&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o para este ano. Segundo proje&ccedil;&atilde;o do Boletim Focus, divulgada hoje (22) pelo Banco Central (BC), o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s - deve fechar este ano em 3,86%. H&aacute; uma semana, a proje&ccedil;&atilde;o do mercado era de que a infla&ccedil;&atilde;o este ano ficasse em 3,87%. H&aacute; quatro semanas, a previs&atilde;o era de 3,91%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Divulgado semanalmente, o Boletim Focus re&uacute;ne a proje&ccedil;&atilde;o de mais de 100 institui&ccedil;&otilde;es do mercado para os principais indicadores econ&ocirc;micos do pa&iacute;s. Para 2025, a proje&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o ficar&aacute; em 3,5%. Para 2026 e 2027, a previs&atilde;o &eacute; que o &iacute;ndice fique nos 3,5% nos dois anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A estimativa para 2024 est&aacute; dentro do intervalo de meta de infla&ccedil;&atilde;o que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN), a meta &eacute; 3% para 2023, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual (p.p) para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior &eacute; 1,5% e o superior 4,5%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para alcan&ccedil;ar a meta de infla&ccedil;&atilde;o, o BC usa como principal instrumento a taxa b&aacute;sica de juros, a Selic, a taxa b&aacute;sica de juros, definida em 11,75% ao ano pelo Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O comit&ecirc; informou que deve seguir com cortes de 0,5 p.p nas pr&oacute;ximas reuni&otilde;es.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom aumenta a taxa b&aacute;sica de juros, a finalidade &eacute; conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos pre&ccedil;os porque os juros mais altos encarecem o cr&eacute;dito e estimulam a poupan&ccedil;a.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom diminui a Selic, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o cr&eacute;dito fique mais barato, com incentivo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla&ccedil;&atilde;o e estimulando a atividade econ&ocirc;mica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa &eacute; de que a taxa b&aacute;sica caia para 8,5% ao ano. A mesma previs&atilde;o para 2026 e 2027.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">PIB<br />Em rela&ccedil;&atilde;o ao crescimento do Produto Interno Bruto - soma de todos os bens e servi&ccedil;os finais produzidos no pa&iacute;s - (PIB), o Focus aumentou a previs&atilde;o de crescimento, em 2024, para 1,6%, ante os 1,59% da semana passada. Para 2025, o boletim tamb&eacute;m manteve a previs&atilde;o de crescimento da semana passada de 2%, que tamb&eacute;m &eacute; a mesma para os anos de 2025 e 2026.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">C&acirc;mbio<br />O boletim divulgado nesta segunda-feira tamb&eacute;m prev&ecirc; diminui&ccedil;&atilde;o no valor do c&acirc;mbio em d&oacute;lar. Segundo o Focus, em 2024, a moeda fecha o ano em R$ 4,92. Na semana passada, a previs&atilde;o era de R$ 4,95. H&aacute; quatro semanas a previs&atilde;o era de que a moeda norte-americana ficasse em R$ 5,00. Para 2025, a proje&ccedil;&atilde;o &eacute; que o d&oacute;lar tamb&eacute;m fique em R$ 5,00. Para 2026, a expectativa &eacute; que o c&acirc;mbio feche em R$ 5,05 e para 2027, em R$ 5,10.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Inflação deve fechar este ano em 3,87%]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//inflao-deve-fechar-este-ano-em-387</link>
<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 15:44:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">O mercado financeiro reduziu a previs&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o para este ano. Segundo proje&ccedil;&atilde;o do Boletim Focus, divulgada hoje (15) pelo Banco Central (BC), o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s - deve fechar este ano em 3,87%. H&aacute; uma semana, a proje&ccedil;&atilde;o do mercado era de que a infla&ccedil;&atilde;o este ano ficasse em 3,90%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Divulgado semanalmente, o Boletim Focus re&uacute;ne a proje&ccedil;&atilde;o de mais de 100 institui&ccedil;&otilde;es do mercado para os principais indicadores econ&ocirc;micos do pa&iacute;s. Para 2025, a proje&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o deve ficar em 3,50%. Para 2026 e 2027, a previs&atilde;o &eacute; que a infla&ccedil;&atilde;o se mantenha nos 3,5% nos dois anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A estimativa para 2024 est&aacute; dentro do intervalo de meta de infla&ccedil;&atilde;o que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN), a meta &eacute; 3% para 2024, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual (p.p)para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior &eacute; 1,5% e o superior 4,5%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para alcan&ccedil;ar a meta de infla&ccedil;&atilde;o, o BC usa como principal instrumento a taxa b&aacute;sica de juros, a Selic, a taxa b&aacute;sica de juros, definida em 11,75% ao ano pelo Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom).</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O comit&ecirc; informou que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas pr&oacute;ximas reuni&otilde;es.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom aumenta a taxa b&aacute;sica de juros, a finalidade &eacute; conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos pre&ccedil;os porque os juros mais altos encarecem o cr&eacute;dito e estimulam a poupan&ccedil;a.</span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom diminui a Selic, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o cr&eacute;dito fique mais barato, com incentivo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla&ccedil;&atilde;o e estimulando a atividade econ&ocirc;mica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa &eacute; que a taxa b&aacute;sica caia para 8,5% ao ano. A mesma previs&atilde;o para os anos de 2026 e 2027.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">C&acirc;mbio<br />O boletim divulgado nesta segunda-feira, tamb&eacute;m, prev&ecirc; uma diminui&ccedil;&atilde;o no valor do c&acirc;mbio em d&oacute;lar. Segundo o Focus, em 2024, a moeda fecha o ano em R$ 4,95. H&aacute; quatro semanas a previs&atilde;o era de que a moeda norte-americana ficasse em R$ 5,00. Para 2025, a proje&ccedil;&atilde;o &eacute; que o d&oacute;lar tamb&eacute;m fique em R$ 5,00. Para 2026, a previs&atilde;o &eacute; que o c&acirc;mbio feche em R$ 5,06 e para 2027, em R$ 5,10.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">PIB<br />Em rela&ccedil;&atilde;o ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB - Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e servi&ccedil;os produzidos no pa&iacute;s), o Focus manteve a previs&atilde;o da semana passada de crescimento de 1,59% para este ano. Para 2025, o boletim tamb&eacute;m manteve a previs&atilde;o de crescimento da semana passada de 2%, que tamb&eacute;m &eacute; a mesma para os anos de 2025 e 2026.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[IPCA chega a 0,56% em dezembro e encerra ano com alta de 4,62%]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//ipca-chega-a-056-em-dezembro-e-encerra-ano-com-alta-de-462</link>
<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 11:43:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">A infla&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s foi de 0,56% em dezembro. Com isso, o IPCA fechou 2023 com alta acumulada de 4,62%, dentro do intervalo da meta da infla&ccedil;&atilde;o determinada pelo Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN), que era de 3,25%, com toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, entre 1,75% e 4,75%. Os dados s&atilde;o do &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">Em dezembro, todos os nove grupos de produtos e servi&ccedil;os analisados pela pesquisa registraram alta. A maior veio de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas (1,11%), grupo que acelerou em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s anterior (0,63%) e exerceu o maior impacto sobre o resultado geral (0,23 ponto percentual). Com o aumento nos pre&ccedil;os da batata-inglesa (19,09%), do feij&atilde;o-carioca (13,79%), do arroz (5,81%) e das frutas (3,37%), a alimenta&ccedil;&atilde;o no domic&iacute;lio subiu 1,34%. Por outro lado, o pre&ccedil;o do leite longa vida baixou pelo s&eacute;timo m&ecirc;s seguido (-1,26%).</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">\"O aumento da temperatura e o maior volume de chuvas em diversas regi&otilde;es do pa&iacute;s influenciaram a produ&ccedil;&atilde;o dos alimentos, principalmente dos in natura, como os tub&eacute;rculos, hortali&ccedil;as e frutas, que s&atilde;o mais sens&iacute;veis a essas varia&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas\", explicou, em nota, o gerente do IPCA, Andr&eacute; Almeida.</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">\"No caso do arroz, que registrou alta pelo quinto m&ecirc;s seguido, a produ&ccedil;&atilde;o foi impactada pelo clima desfavor&aacute;vel\", disse o pesquisador. \"J&aacute; a alta do feij&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com a redu&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea plantada, o clima adverso e o aumento do custo de fertilizantes\", completou.</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">No mesmo per&iacute;odo, a alimenta&ccedil;&atilde;o fora do domic&iacute;lio (0,53%) acelerou frente ao m&ecirc;s anterior (0,32%), com as altas do lanche (0,74%) e da refei&ccedil;&atilde;o (0,48%). Esses dois itens tamb&eacute;m tiveram aumento na compara&ccedil;&atilde;o com novembro.</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">No grupo dos transportes (0,48%), o segundo que mais contribuiu para o &iacute;ndice geral 0,10 pontos percentuais (p.p), as passagens a&eacute;reas (8,87%) continuaram subindo. Dezembro foi o quarto m&ecirc;s seguido com varia&ccedil;&otilde;es positivas desse subitem, que representou o maior impacto individual sobre a infla&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s (0,08 p.p.). Por outro lado, todos os combust&iacute;veis pesquisados (-0,50%) tiveram defla&ccedil;&atilde;o: &oacute;leo diesel (-1,96%), etanol (-1,24%), gasolina (-0,34%) e g&aacute;s veicular (-0,21%).</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">\"Pelo fato de a gasolina ser o subitem de maior peso entre os 377 pesquisados pelo IPCA, com essa queda, ela segurou o resultado no &iacute;ndice do m&ecirc;s\", ressaltou Andr&eacute;. Em dezembro, os pre&ccedil;os desse combust&iacute;vel ca&iacute;ram pelo terceiro m&ecirc;s consecutivo.</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">J&aacute; em habita&ccedil;&atilde;o (0,34%), que desacelerou na compara&ccedil;&atilde;o com novembro (0,48%), os destaques foram as altas da energia el&eacute;trica residencial (0,54%), da taxa de &aacute;gua e esgoto (0,85%) e do g&aacute;s encanado (1,25%). Os demais grupos registraram os seguintes resultados: artigos de resid&ecirc;ncia (0,76%), vestu&aacute;rio (0,70%), despesas pessoais (0,48%) sa&uacute;de e cuidados pessoais (0,35%), educa&ccedil;&atilde;o (0,24%) e comunica&ccedil;&atilde;o (0,04%).</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">INPC<br />O &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC) registrou alta de 0,55% em dezembro, acima do resultado do m&ecirc;s anterior (0,10%). O &iacute;ndice acumulou aumento de 3,71% no ano, abaixo do registrado no ano anterior (5,93%). No acumulado de 2023, houve alta de 0,33% nos produtos aliment&iacute;cios e de 4,83% nos n&atilde;o aliment&iacute;cios. \"O resultado acumulado do ano do INPC ficou abaixo do IPCA principalmente por conta do maior peso que o grupo alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas tem dentro da cesta\", explicou o pesquisador.</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">Em dezembro do ano passado, os pre&ccedil;os dos produtos aliment&iacute;cios aceleraram (de 0,57% para 1,20%). Os n&atilde;o aliment&iacute;cios tamb&eacute;m registraram varia&ccedil;&otilde;es maiores (0,35% em dezembro contra -0,05% no m&ecirc;s anterior).</span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\"><br /></span></span></p>
<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Mercado eleva para 1,59% projeção de expansão da economia em 2024]]></title>
<link>https://www.abras.com.br/clipping/economia//mercado-eleva-para-159-projeo-de-expanso-da-economia-em-2024</link>
<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 11:15:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style=\"font-size: small;\">A previs&atilde;o do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu, passando de 1,52% para 1,59%. A estimativa est&aacute; no boletim Focus desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a proje&ccedil;&atilde;o para os principais indicadores econ&ocirc;micos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB - a soma dos bens e servi&ccedil;os produzidos no pa&iacute;s) - &eacute; de crescimento de 2%, a mesma proje&ccedil;&atilde;o para 2026.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O Focus continua trazendo as previs&otilde;es para 2023, j&aacute; que os n&uacute;meros ainda est&atilde;o sendo consolidados. O mercado estima que o PIB de 2023 fique em 2,92%. O resultado do quarto trimestre, com o consolidado do ano, ser&aacute; divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) em 1&ordm; de mar&ccedil;o.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Superando as proje&ccedil;&otilde;es, no terceiro trimestre do ano passado a economia brasileira cresceu 0,1%, na compara&ccedil;&atilde;o com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. No ano, a alta acumulada foi 3,2%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Com o resultado, o PIB est&aacute; novamente no maior patamar da s&eacute;rie hist&oacute;rica, ficando 7,2% acima do n&iacute;vel pr&eacute;-pandemia, registrado nos tr&ecirc;s &uacute;ltimos meses de 2019.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A previs&atilde;o de cota&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar est&aacute; em R$ 5 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previs&atilde;o &eacute; que a moeda americana fique neste mesmo patamar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Infla&ccedil;&atilde;o<br />Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Focus, a previs&atilde;o para o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerada a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s - para 2024 se manteve em 3,9%. Para 2025 e 2026, a proje&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m permaneceu no mesmo patamar, em 3,5% para os dois anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A estimativa para 2024 est&aacute; acima do centro da meta de infla&ccedil;&atilde;o que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN), a meta &eacute; de 3% para este ano, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior &eacute; 1,5% e o superior 4,5%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para 2025 e 2026, as metas de infla&ccedil;&atilde;o est&atilde;o fixadas em 3%, com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o mercado financeiro, a infla&ccedil;&atilde;o do ano passado deve ficar em 4,47%. Os dados de 2023 ser&atilde;o divulgados pelo IBGE na pr&oacute;xima quinta-feira (11).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Em novembro de 2023, o aumento de pre&ccedil;os dos alimentos pressionou o resultado da infla&ccedil;&atilde;o. O IPCA ficou em 0,28%, segundo o IBGE. O percentual foi maior que a taxa de setembro, que teve alta de 0,24%. A infla&ccedil;&atilde;o acumulada em 2023 atingiu 4,04%. Nos &uacute;ltimos 12 meses, o &iacute;ndice consolidado est&aacute; em 4,68%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">A meta definida pelo CMN para 2023 &eacute; 3,25%, tamb&eacute;m com toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual. Segundo o BC, no &uacute;ltimo Relat&oacute;rio de Infla&ccedil;&atilde;o, a chance de o &iacute;ndice oficial superar o teto da meta em 2023 &eacute; 17%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Taxa de juros<br />Para alcan&ccedil;ar a meta de infla&ccedil;&atilde;o, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa b&aacute;sica de juros - a Selic - definida em 11,75% ao ano pelo Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom). Ap&oacute;s sucessivas quedas no fim do primeiro semestre de 2023, a infla&ccedil;&atilde;o voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">O comportamento dos pre&ccedil;os fez o BC cortar os juros quatro vezes no semestre passado, em todas as reuni&otilde;es do Copom. Em ata divulgada, o colegiado informou que continuar&aacute; a promover novos cortes de 0,5 ponto nas pr&oacute;ximas reuni&otilde;es, mas n&atilde;o detalhou quando vai parar de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento depender&aacute; do comportamento da infla&ccedil;&atilde;o no primeiro semestre de 2024.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. A primeira reuni&atilde;o do Copom neste ano ocorre em 30 e 31 de janeiro e os analistas esperam que a Selic seja reduzida a 11,25%. Para o fim de 2025 e de 2026, a previs&atilde;o &eacute; de Selic em 8,5% ao ano, nos dois anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">De mar&ccedil;o de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monet&aacute;rio que come&ccedil;ou em meio &agrave; alta dos pre&ccedil;os de alimentos, energia e combust&iacute;veis. Por um ano, at&eacute; agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Antes do in&iacute;cio do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no n&iacute;vel mais baixo da s&eacute;rie hist&oacute;rica iniciada em 1986. Por causa da contra&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produ&ccedil;&atilde;o e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da hist&oacute;ria de agosto de 2020 a mar&ccedil;o de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom aumenta a taxa b&aacute;sica de juros, a finalidade &eacute; conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos pre&ccedil;os porque os juros mais altos encarecem o cr&eacute;dito e estimulam a poupan&ccedil;a. Mas, al&eacute;m da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimpl&ecirc;ncia, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas tamb&eacute;m podem dificultar a expans&atilde;o da economia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Quando o Copom diminui a Selic, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o cr&eacute;dito fique mais barato, com incentivo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla&ccedil;&atilde;o e estimulando a atividade econ&ocirc;mica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasil&nbsp;</span></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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