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<title><![CDATA[RSS CLIPPING ABRAS - Padaria, Confeitaria]]></title>
<link>http://www.abras.com.br</link>
<description><![CDATA[Bem vindo ao canal de RSS do Clipping ABRAS - Padaria, Confeitaria]]></description>
<image><title><![CDATA[RSS Portal ABRAS Feed]]></title>
<link>http://www.abras.com.br</link>
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<language>pt-Br</language>
<pubDate>Thu, 23 May 2013 22:38:02 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[Mercado indica queda para o preço do trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=37105</link>
<pubDate>Thu, 23 May 2013 12:01:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A expectativa de uma safra maior no Mercosul j&aacute; pressiona as cota&ccedil;&otilde;es do trigo da Argentina para entrega futura. O trigo do pa&iacute;s, que &eacute; o principal fornecedor do Brasil, est&aacute; sendo ofertado a US$ 270 por tonelada para entrega em janeiro, 18% abaixo do pre&ccedil;o atual, na casa dos US$ 330.<br /><br />No Brasil, a cota&ccedil;&atilde;o do cereal bateu recorde no mercado &agrave; vista. Os neg&oacute;cios com entrega futura, no entanto, permanecem travados com os compradores &agrave; espera de uma queda acentuada nas cota&ccedil;&otilde;es a partir de agosto, quando come&ccedil;am as colheitas no Paran&aacute; e Paraguai.<br /><br />Segundo a Safras &amp; Mercado, a &aacute;rea plantada com trigo no Mercosul vai crescer 18,7% neste ano, para 7,3 milh&otilde;es de hectares, puxada por Argentina e Brasil. A consultoria prev&ecirc; um aumento de 29% no cultivo argentino, para 4,5 milh&otilde;es hectares. No Uruguai, a expans&atilde;o estimada &eacute; de 2,8% e, no Paraguai, de 2,9%. Para o Brasil, a consultoria projeta uma &aacute;rea de 2,01 milh&otilde;es de hectares, 5,7% maior.<br /><br />O presidente do Moinho Pac&iacute;fico, Lawrence Pih, diz que a queda dos pre&ccedil;os deve chegar ao Brasil no segundo semestre. "Os moinhos n&atilde;o est&atilde;o fazendo compras antecipadas nem da safra brasileira nem da argentina, &agrave; espera da acomoda&ccedil;&atilde;o do mercado. Acredito em cota&ccedil;&otilde;es 20% mais baixas no Brasil a partir da pr&oacute;xima safra", diz Pih.<br /><br />A produ&ccedil;&atilde;o argentina, colhida a partir de novembro, s&oacute; ser&aacute; liberada para exporta&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s 15 de dezembro. No entanto, antes disso, em agosto, come&ccedil;a a colheita no Paran&aacute; e tamb&eacute;m no Paraguai, que tamb&eacute;m destina 90% de suas exporta&ccedil;&otilde;es ao mercado brasileiro.<br /><br />Na avalia&ccedil;&atilde;o do especialista da Safras &amp; Mercado, &Eacute;lcio Bento, a entrada da produ&ccedil;&atilde;o do Paraguai n&atilde;o deve causar uma baixa muito expressiva, pois os estoques dos moinhos e do governo est&atilde;o muito baixos. "&Eacute; um fator de press&atilde;o, mas n&atilde;o muito significativo", diz Bento.<br /><br />O fato &eacute; que, por enquanto, o mercado f&iacute;sico continua em alta no Brasil com a escassez do cereal no curto prazo. Somente em maio, a valoriza&ccedil;&atilde;o acumulada do indicador Cepea/Esalq para o trigo no Paran&aacute; &eacute; de 4,88% - ontem, o indicador subiu 0,15%, a R$ 741,73 por tonelada. Mas os bons lotes ainda remanescentes da safra passada s&atilde;o negociados por at&eacute; R$ 800 a tonelada no Estado. No Rio Grande do Sul, o indicador tamb&eacute;m acumula alta em maio, de 4,14% - ontem, o indicador subiu 0,70%, a R$ 618,33 a tonelada.<br /><br />Nesse contexto, aumentou a procura pelo trigo ofertado nos leil&otilde;es da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a maior parte de safras antigas e de menor qualidade. Desde o in&iacute;cio dos leil&otilde;es, o governo ofertou 332,8 mil toneladas do cereal, sendo que 60% foram adquiridos. No &uacute;ltimo leil&atilde;o, os moinhos compraram 71% da oferta.<br /><br />Diante do pouco volume de trigo dispon&iacute;vel do Mercosul, a ind&uacute;stria moageira est&aacute; sendo obrigada a buscar o cereal nos Estados Unidos e no Canad&aacute;. O presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria do Trigo de S&atilde;o Paulo (Sindustrigo), Christian Saigh, destaca que, desde mar&ccedil;o, quando o governo liberou a importa&ccedil;&atilde;o de at&eacute; 2 milh&otilde;es de toneladas de trigo de fora do Mercosul sem a cobran&ccedil;a da Tarifa Externa Comum (TEC), j&aacute; foram compradas em torno de 500 mil toneladas do cereal, que come&ccedil;am agora a chegar aos portos brasileiros. Segundo Saigh, a previs&atilde;o &eacute; que o pa&iacute;s importe da Argentina 2,5 milh&otilde;es de toneladas neste ano, ante 5 milh&otilde;es de 2012.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Comissão do Senado aprova projeto que pode reduzir preço do pão]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=37060</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:53:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos do Senado aprovou nesta ter&ccedil;a-feira (21) projeto que exclui da base de c&aacute;lculo do Simples Nacional as receitas da venda de p&atilde;o por padarias e estabelecimentos semelhantes.<br /><br />A mudan&ccedil;a, se confirmada pelo plen&aacute;rio do Senado e tamb&eacute;m pela C&acirc;mara, abre caminho para a redu&ccedil;&atilde;o no pre&ccedil;o dos p&atilde;es e derivados ao desonerar a venda dos produtos.<br /><br />Autora do projeto, a senadora Vanessa Graziottin (PCdoB-AM) afirma que a expectativa do setor &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o em 4% no pre&ccedil;o dos p&atilde;es. Segundo a senadora, das 75 mil empresas do setor, 95% est&atilde;o enquadradas no Simples.<br /><br />O relator do projeto, senador Cyro Miranda (PSDB-GO) alterou a proposta original ao incluir al&iacute;quota simb&oacute;lica de 0,5% de contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria patronal (0,4%) e de ICMS (0,1%) sobre as opera&ccedil;&otilde;es. A mudan&ccedil;a, segundo o parlamentar, &eacute; necess&aacute;ria porque a Constitui&ccedil;&atilde;o pro&iacute;be a Uni&atilde;o de conceder isen&ccedil;&atilde;o de tributo estadual.<br /><br />"Como a maioria absoluta das panificadoras &eacute; ou pode ser enquadrada como microempresa ou empresa de pequeno porte, em tese, a desonera&ccedil;&atilde;o do produto seria quase completa, beneficiando toda a popula&ccedil;&atilde;o, sobretudo a mais pobre, dado o peso representado pelo item alimenta&ccedil;&atilde;o nas suas despesas", afirmou o relator.<br /><br />O Simples &eacute; o sistema tribut&aacute;rio escolhida pela maioria das padarias porque contempla empresas com receita bruta anual de at&eacute; R$ 360 mil. O projeto ainda precisa ser aprovado pelo plen&aacute;rio do Senado, depois pela C&acirc;mara, para que a mudan&ccedil;a entre em vigor.<br />&nbsp;<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Nordeste</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Moinhos cancelam a compra de trigo dos Estados Unidos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=37048</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:20:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Com os pre&ccedil;os norte-americanos elevados nas &uacute;ltimas semanas e as recentes quedas nos pre&ccedil;os FOB de trigo argentino, compras do cereal dos Estados Unidos ainda n&atilde;o decolaram por parte de moinhos e traders brasileiras. Apesar da proximidade do fim da exclus&atilde;o de cobran&ccedil;a de tarifa externa comum, neg&oacute;cios com os norte-americanos encontram-se muito longe da cota liberada.<br /><br />Nos dados divulgados no final da &uacute;ltima semana pelo governo dos Estados Unidos, houve cancelamento de neg&oacute;cios com trigo norte-americano por parte do mercado brasileiro. Os neg&oacute;cios (n&atilde;o embarques) que no in&iacute;cio do m&ecirc;s estavam concretizados no total de 491,3 mil toneladas no ano-safra, regrediram para 454,7 mil toneladas.<br /><br />Verificou-se cancelamento de 36,6 mil toneladas de trigo hard americano (trigo p&atilde;o), com esta classe de trigo somando neste momento 350,2 mil toneladas adquiridas n&atilde;o s&oacute; por moinhos, mas por traders, que vender&atilde;o o produto em lotes menores no mercado interno.<br /><br />De acordo com a paridade de importa&ccedil;&atilde;o de trigo calculada por AF News An&aacute;lises no &uacute;ltimo dia 15, o trigo argentino tinha vantagem de R$ 69/ton em rela&ccedil;&atilde;o ao hard americano, lembrando que esta diferen&ccedil;a chegou a estar favor&aacute;vel ao trigo dos EUA em meados de abril.<br /><br />Com isso, a quase totalidade dos embarques argentinos de trigo previstos s&atilde;o, atualmente, destinados ao mercado brasileiro.<br /><br />A esperan&ccedil;a de moinhos locais &eacute; que os pre&ccedil;os norte-americanos caiam no final deste m&ecirc;s e in&iacute;cio do pr&oacute;ximo, e com isso as cota&ccedil;&otilde;es tornem-se vi&aacute;veis nos atuais pre&ccedil;os de farinhas de trigo.<br /><br /><strong>Oferta baixa no Pa&iacute;s</strong><br /><br />Os compradores brasileiros est&atilde;o cada vez mais preocupados com a disponibilidade de trigo em gr&atilde;o no curto prazo, avaliou ontem o Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea).<br /><br />Segundo dados do Seab/Deral citados pelo Cepea, no Paran&aacute;, 99% da safra j&aacute; teria sido negociada at&eacute; o final de abril. Al&eacute;m disso, 4% do gr&atilde;o da safra que ainda est&aacute; sendo semeada j&aacute; teria sido comercializada, fato incomum para este mercado, acrescentou o centro.<br /><br />Em meio a uma sinaliza&ccedil;&atilde;o de alguns vendedores de que seus estoques j&aacute; estariam quase zerados, e com os altos pre&ccedil;os no mercado internacional, os compradores estariam se voltando aos leil&otilde;es da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para obter os gr&atilde;os, mesmo que o produto ofertado pela companhia n&atilde;o tenha a qualidade por eles desejada.<br /><br />Na &uacute;ltima semana, o pre&ccedil;o m&eacute;dio pago ao produtor (balc&atilde;o) no mercado ga&uacute;cho ficou est&aacute;vel, enquanto no mercado de lote (entre empresas) houve avan&ccedil;o do 1,7%.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Desoneração para panificadoras]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=37004</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:12:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Bras&iacute;lia - A Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE) do Senado aprovou projeto que retira a receita das padarias proveniente da venda de p&atilde;es da base de c&aacute;lculo do Simples Nacional. A proposta, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), tem o objetivo de baratear o pre&ccedil;o do produto ao fazer uma desonera&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria na comercializa&ccedil;&atilde;o de p&atilde;es e cong&ecirc;neres feitos &agrave; base de farin&aacute;ceos para a imensa maioria das padarias e estabelecimentos similares do Pa&iacute;s, abrangidos pelo Simples. <br /><br />A principal mudan&ccedil;a feita pelo relator, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), foi incluir a al&iacute;quota simb&oacute;lica de 0,5% de contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria patronal (0,4%) e de ICMS (0,1%) sobre as opera&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Tendo em vista que a maioria absoluta das panificadoras &eacute; ou pode ser enquadrada como microempresa ou empresa de pequeno porte, em tese, a desonera&ccedil;&atilde;o do produto seria quase completa, beneficiando toda a popula&ccedil;&atilde;o, sobretudo a mais pobre, dado o peso representado pelo item alimenta&ccedil;&atilde;o nas suas despesas&rdquo;, disse Cyro Miranda em seu parecer .<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Empresas e Neg&oacute;cios</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Empresas oferecem projeto de padaria às lojas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=36655</link>
<pubDate>Mon, 13 May 2013 10:49:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><img title="Dci 13" src="/img/impar/3/6/3691.jpg" border="0" alt="" width="851" height="452" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Trigo segue firme por temores climáticos no Brasil e nos EUA]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=36602</link>
<pubDate>Fri, 10 May 2013 11:20:10 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>As cota&ccedil;&otilde;es do trigo seguem firmes no mercado dom&eacute;stico, apoiadas por not&iacute;cias de um clima mais seco em regi&otilde;es produtoras no Paran&aacute; e de geadas nos EUA, avaliou o Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea). Ainda, informou o centro, a demanda pelo cereal segue firme, mesmo com a realiza&ccedil;&atilde;o de leil&atilde;o pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na semana passada. Na &uacute;ltima semana, a m&eacute;dia do pre&ccedil;o pago ao produtor (balc&atilde;o) paranaense subiu 0,7%. No mercado de lotes, a m&eacute;dia teve alta de 2,6%. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Escassez de trigo pode puxar alta de até 10% nos pães e nas massas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=36577</link>
<pubDate>Fri, 10 May 2013 10:01:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>No Rio, p&atilde;ozinho deve ficar 5% mais caro este ano<br /><br />Depois de subir 15,86% nos &uacute;ltimos 12 meses, o p&atilde;o franc&ecirc;s deve passar por nova rodada de reajuste, preveem fabricantes. No Rio, o pre&ccedil;o do p&atilde;o, que tem um ter&ccedil;o dos custos vindo da farinha de trigo &mdash; tamb&eacute;m em alta por causa de problemas de abastecimento do trigo &mdash;, deve subir cerca de 5% at&eacute; o fim do ano. O macarr&atilde;o pode ter alta de at&eacute; 10% j&aacute; neste semestre.<br /><br />&mdash; A farinha deve ainda subir 20% neste ano. N&atilde;o podemos acompanhar isso tudo, mas devemos aumentar o p&atilde;o em mais ou menos 5% &mdash; afirma o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Industriais de Panifica&ccedil;&atilde;o e Similares do Rio (Abipan-Rio), Jos&eacute; Severiano C&acirc;mara.<br /><br />O quilo de p&atilde;o &eacute; vendido, em m&eacute;dia, por R$ 8 no Rio. O vice-presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Panifica&ccedil;&atilde;o e Confeitaria (Abip), Jos&eacute; Batista de Oliveira, prefere a cautela:<br /><br />&mdash; Seria precipitado falar em aumento. A expectativa &eacute; que n&atilde;o se tenha mais nenhum. J&aacute; o macarr&atilde;o e o p&atilde;o de forma podem ficar cerca de 10% mais caros at&eacute; o fim do semestre, pelas contas do presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Massas Aliment&iacute;cias (Abima), Claudio Zan&atilde;o.<br /><br />&mdash; At&eacute; o primeiro semestre, os aumentos est&atilde;o garantidos. A expectativa agora &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao segundo semestre, se vamos ter uma boa colheita e se a situa&ccedil;&atilde;o na Argentina vai melhorar &mdash; diz.<br /><br />Problemas com o abastecimento de trigo no mercado brasileiro t&ecirc;m pressionado os pre&ccedil;os de p&atilde;es, massas e cereais. Nos &uacute;ltimos 12 meses, a farinha de trigo acumula alta de 24,79% pelo IPCA. O p&atilde;o de forma sobe 18,94%. O biscoito est&aacute; 9,60% mais caro e o macarr&atilde;o, 11,32%.<br /><br />A Argentina, principal fornecedora de trigo do Brasil, teve problemas com a seca, o que for&ccedil;ou a compra de trigo mais caro do Canad&aacute; e dos EUA. No Brasil, a produ&ccedil;&atilde;o veio 25,7% menor que no ano anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Com isso, as importa&ccedil;&otilde;es subiram de 6 milh&otilde;es, na safra 2011 e 2012, para 7,2 milh&otilde;es na 2012/2013.<br /><br />Segundo o Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), o lote de trigo do norte do Paran&aacute; vendido entre empresas custou, em m&eacute;dia, R$ 717 a tonelada em abril. No mesmo m&ecirc;s de 2012, custava R$ 472. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo - RJ</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Trigo escasso encarece farinha no país]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=36484</link>
<pubDate>Wed, 08 May 2013 11:33:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A cr&ocirc;nica depend&ecirc;ncia brasileira de trigo importado virou um problema maior neste ano. A ind&uacute;stria moageira foi pega no contrap&eacute; de uma produ&ccedil;&atilde;o interna menor e largamente comprometida com contratos antecipados de exporta&ccedil;&atilde;o. Nos vizinhos do Mercosul, tradicionais fornecedores, o suprimento secou e, agora a op&ccedil;&atilde;o &eacute; trazer o cereal dos Estados Unidos. Para alguns moinhos, a conta est&aacute; saindo 10% mais cara, mesmo com a isen&ccedil;&atilde;o da Tarifa Externa Comum (TEC), concedida pelo governo para a importa&ccedil;&atilde;o de 2 milh&otilde;es de toneladas at&eacute; 31 de julho.<br /><br />Em 2013, os pre&ccedil;os m&eacute;dios internos do trigo j&aacute; est&atilde;o 37% mais altos. De R$ 538 por tonelada em 2012, o pre&ccedil;o m&eacute;dio do cereal saltou para R$ 741 este ano, conforme indicador Cepea/Esalq (Paran&aacute;). Uma grande parte desse reajuste j&aacute; chegou &agrave; farinha, mat&eacute;ria-prima para p&atilde;es, massas e biscoitos. Segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria do Trigo (Abitrigo), o pre&ccedil;o m&eacute;dio do derivado j&aacute; est&aacute; 25,5% maior que em 2012.<br /><br />Com custo maior, o setor de p&atilde;es e massas j&aacute; iniciou reajustes que devem alcan&ccedil;ar 10% at&eacute; junho, diz Cl&aacute;udio Zan&atilde;o, presidente da Abima, associa&ccedil;&atilde;o que representa a ind&uacute;stria de massas, biscoitos e p&atilde;es. Em 2012, os pre&ccedil;os desses itens j&aacute; ficaram, em m&eacute;dia, 15% mais altos para o consumidor, devido &agrave; escalada das cota&ccedil;&otilde;es do trigo no segundo semestre do ano passado, conta Zan&atilde;o. "Obviamente, cada empresa tem sua pol&iacute;tica de repasse. Algumas ret&ecirc;m reajustes para ganhar participa&ccedil;&atilde;o de mercado", afirma.<br /><br />A quest&atilde;o &eacute; que n&atilde;o h&aacute;, neste momento, expectativa de recuo nos pre&ccedil;os do trigo. Pelo menos at&eacute; a entrada da safra do Paran&aacute;, a partir de agosto, o pa&iacute;s ter&aacute; que buscar o cereal nos Estados Unidos.<br /><br />O Brasil consome 10 milh&otilde;es de toneladas de trigo por ano, mas, normalmente, s&oacute; produz 5,5 milh&otilde;es. Em 2012/13, a colheita caiu 25%, para 4,3 milh&otilde;es de toneladas, sendo que 1,5 milh&atilde;o foram exportadas. Restaram no mercado interno &iacute;nfimas 2,8 milh&otilde;es. Por isso, segundo a Conab, a previs&atilde;o &eacute; de importa&ccedil;&atilde;o de 7 milh&otilde;es de toneladas no ciclo que termina em agosto.<br /><br />"Os estoques no pa&iacute;s est&atilde;o praticamente zerados. A alternativa &eacute; buscar cereal americano. Mas as cargas s&oacute; chegam depois de 30 dias e n&atilde;o conseguem entrar no pa&iacute;s de imediato", diz o presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria de Trigo de S&atilde;o Paulo, Christian Saigh. Segundo traders, nos &uacute;ltimos meses, o tempo m&eacute;dio de atraso no descarregamento de navios com trigo no porto de Santos (SP) vem sendo de 50 dias. "H&aacute; apenas tr&ecirc;s ber&ccedil;os de atraca&ccedil;&atilde;o para o cereal, quando o necess&aacute;rio seriam pelo menos seis ber&ccedil;os", afirma Saigh.<br /><br />Al&eacute;m disso, os moinhos do interior do Paran&aacute;, acostumados a trazer trigo do Paraguai por rodovia, t&ecirc;m que arcar com custos de frete do porto at&eacute; o interior do Estado. "A partir do porto de Paranagu&aacute; (PR), o trigo americano tem que percorrer 500 km at&eacute; o interior. Em Cascavel, por exemplo, chega por cerca de R$ 800 a tonelada, sem a cobran&ccedil;a da TEC. No porto, o cereal chega a R$ 720", compara o presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria do Trigo do Paran&aacute; (Sindustrigo-PR), Marcelo Vosnika.<br /><br />A colheita paranaense do cereal j&aacute; chegou a 3,3 milh&otilde;es de toneladas na safra 2010/11, o que estimulou a expans&atilde;o da ind&uacute;stria local, hoje com condi&ccedil;&atilde;o de processar volume semelhante, para uma colheita que encolheu para 2,1 milh&otilde;es de toneladas. "Est&aacute;vamos importando do Paraguai, mas a oferta l&aacute; acabou rapidamente. Por isso, estamos com elevada ociosidade. A moagem est&aacute; em 2,6 milh&otilde;es de toneladas", diz Vosnika.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Argentina devolverá imposto sobre exportações de trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=36388</link>
<pubDate>Tue, 07 May 2013 10:49:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O governo argentino devolver&aacute; ao setor produtivo os impostos cobrados sobre as exporta&ccedil;&otilde;es&nbsp; de trigo, a fim de estimular o plantio recentemente iniciado, disseram ontem fontes do setor privado e do governo. O objetivo do governo &eacute; impulsionar o cultivo do trigo, cuja produ&ccedil;&atilde;o tem sido muito baixa nos &uacute;ltimos anos, em parte devido &agrave;s pol&iacute;ticas p&uacute;blicas desfavor&aacute;veis. A medida, segundo a fonte do governo, ser&aacute; um novo incentivo aos produtores ap&oacute;s uma permiss&atilde;o para exportar 5 milh&otilde;es de toneladas de trigo. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Pullman completa 60 anos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=36354</link>
<pubDate>Mon, 06 May 2013 12:09:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Marca do grupo Bimbo ganha nova logo e campanha.<br /><br />S&atilde;o Paulo - A Pullman, marca mais tradicional do Grupo Bimbo no Brasil, l&iacute;der mundial em panificados, comemora 60 anos de hist&oacute;ria junto &agrave; fam&iacute;lia brasileira. Para celebrar este anivers&aacute;rio, a marca desenvolveu uma logo comemorativa exclusiva, que ganhou a presen&ccedil;a especial do Osito Bimbo, &iacute;cone do grupo em todo o mundo. O Osito traduz todo o cuidado e carinho da marca na produ&ccedil;&atilde;o de seus produtos, e refor&ccedil;a ser v&iacute;nculo com a consumidora no preparo de lanches e refei&ccedil;&otilde;es para a fam&iacute;lia.<br /><br />"Ele &eacute; o parceiro da dona-de-casa, que busca cada vez mais praticidade e versatilidade. Com os produtos Pullman, ela ganha mais tempo para se divertir e aproveitar os momentos em fam&iacute;lia", destaca o gerente de Grupo da Bimbo do Brasil, Bruna Tedesco. A logo exclusiva com o Osito estar&aacute; presente em todas as a&ccedil;&otilde;es da campanha de Pullman 60 anos que envolve TV, material de ponto de venda e internet, com a estreia de uma p&aacute;gina oficial da marca no Facebook.<br /><br />"A campanha celebra muitos anos de participa&ccedil;&atilde;o da Pullman em reuni&otilde;es familiares e destaca a import&acirc;ncia destes instantes que s&atilde;o t&atilde;o essenciais, mas t&atilde;o raros nos dias de hoje. Esta uni&atilde;o &agrave; mesa, que sempre traz os tradicionais p&atilde;es e bolos da marca, faz com que estes momentos &uacute;nicos sejam vividos de forma compartilhada, entre fam&iacute;lia e amigos", comenta a gerente da Marca Pullman, Juliana Cora Bastos.<br /><br />Internet - Para promover uma conex&atilde;o ainda mais direta com seus consumidores e fortalecer a comunica&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da internet, a Pullman estreia sua p&aacute;gina oficial no Facebook com um exclusivo concurso cultural que ressalta a import&acirc;ncia de se vivenciar e, principalmente, recordar esses momentos &uacute;nicos em fam&iacute;lia. Com o conceito Pullman: sabor de fam&iacute;lia reunida, a marca convida todos os consumidores, sejam av&oacute;s, pais, m&atilde;es, e filhos, para construir a hist&oacute;ria da Pullman por meio de suas deliciosas lembran&ccedil;as com a marca.<br /><br />O concurso cultural Hist&oacute;ria Saborosa &eacute; uma oportunidade para cada um compartilhar os momentos inesquec&iacute;veis que vivemos com nossos amigos e familiares. Em sua p&aacute;gina oficial do Facebook (www.facebook.com/pullman), h&aacute; um link espec&iacute;fico do concurso cultural para que, ao acessar, o consumidor preencha seus dados pessoais e descreva a sua hist&oacute;ria em fam&iacute;lia com a participa&ccedil;&atilde;o de Pullman. Lembran&ccedil;as que transformaram aqueles caf&eacute;s, lanches, almo&ccedil;os, e festas em momentos inesquec&iacute;veis podem agora ser registrados para que todos passem a ver como &eacute; importante e gostoso compartilhar de momentos como estes ao longo da vida. O concurso cultural Hist&oacute;ria Saborosa premiar&aacute; as dez melhores hist&oacute;rias com uma cesta de piquenique recheada com produtos Pullman para que continuem desfrutando o sabor que tem quando toda a fam&iacute;lia est&aacute; reunida.<br /><br />Al&eacute;m dessa plataforma digital, a Pullman refor&ccedil;a a intera&ccedil;&atilde;o com a marca atrav&eacute;s de seu site oficial Mundo Pullman (www.mundopullman.com.br), em que disponibiliza informa&ccedil;&otilde;es sobre a linha de produtos da marca e muito mais.<br /><br />Inova&ccedil;&atilde;o - A Pullman celebra os 60 anos investindo tamb&eacute;m no segmento de torradas e ampliando seu portf&oacute;lio de bolos com Delice dispon&iacute;vel nas vers&otilde;es chocolate com brigadeiro e cenoura com chocolate, al&eacute;m de oferecer toda a sua linha de p&atilde;es (tradicional, p&atilde;es de lanche, integrais e light), bisnagas, tortilhas, bolos, mini bolos, rocamboles, e biscoitos.<br /><br />O Grupo Bimbo &eacute; uma das maiores empresas de panifica&ccedil;&atilde;o do mundo em volume de produ&ccedil;&atilde;o e vendas. L&iacute;der no continente americano, conta com 153 plantas e mais de mil centros de distribui&ccedil;&atilde;o localizados estrategicamente em 19 pa&iacute;ses da Am&eacute;rica, &Aacute;sia e Europa. Suas linhas de produtos incluem p&atilde;o de forma, bolos, bolachas, doces, tortilhas, snacks doces e salgados, entre outras. O Grupo Bimbo fabrica mais de 8 mil produtos e tem uma das maiores redes de distribui&ccedil;&atilde;o do mundo, com mais de 50 mil rotas e cerca de 127 mil colaboradores. No Brasil, desde 2001, quando assumiu duas tradicionais marcas Pullman e Plus Vita, a empresa possui mais de 5.300 colaboradores em oito f&aacute;bricas presentes nas regi&otilde;es Sudeste, Centro-Oeste, Sul e Nordeste. Al&eacute;m de Pullman e Plus Vita, &eacute; detentora das marcas Nutrella, Ana Maria, Crocant&iacute;ssimo, Firenze e Laura.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Debulhando o trigo de Minas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=36314</link>
<pubDate>Mon, 06 May 2013 10:33:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Campos dourados ganham espa&ccedil;o no estado. O trigo se fortalece como op&ccedil;&atilde;o para os agricultores mineiros para o cultivo de inverno. Apesar da concorr&ecirc;ncia com outros gr&atilde;os, a produ&ccedil;&atilde;o n&atilde;o para de crescer. Neste ano, deve passar das 80 mil toneladas. Na safra 2013/2014, a expectativa &eacute; de que salte para 160 mil toneladas. A entrada de novas regi&otilde;es no plantio, como o Sul do estado, e a boa produtividade, que chega a 4,5 mil quilos por hectare, garantida pelo clima adequado, s&atilde;o alavancas para a cultura. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Conab vende 40 mil toneladas de trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=36264</link>
<pubDate>Fri, 03 May 2013 10:42:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Em duas opera&ccedil;&otilde;es de leil&atilde;o realizadas ontem, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vendeu mais 39,9 mil toneladas de trigo &agrave;s ind&uacute;strias moageiras, para dar continuidade ao combate &agrave; car&ecirc;ncia do produto no mercado, em raz&atilde;o da entressafra.<br /><br />Os dois leil&otilde;es juntos arrecadaram R$ 27.912.182,72. Os munic&iacute;pios que comercializaram 100% dos lotes foram, no Paran&aacute;, Capit&atilde;o Le&ocirc;nidas, Cascavel e Ponta Grossa, e no Rio Grande do Sul, Muitos Cap&otilde;es e Passo Fundo.<br /><br />O valor restante do produto, cerca de 32.044 toneladas, ser&aacute; colocado novamente em oferta daqui a 15 dias, somados a mais 50 mil toneladas do produto. O trigo &eacute; dos estoques do governo e est&aacute; localizado nas unidades da Companhia do Rio Grande do Sul, Paran&aacute; e S&atilde;o Paulo.<br /><br />Mesmo com plantio recente, o trigo (2012/ 2013) do Paran&aacute; j&aacute; come&ccedil;a a ser comercializado, diferentemente das safras anteriores. Nas &uacute;ltimas temporadas era comum uma nova safra somar-se a um bom volume de cereal ainda em estoque. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Padarias apostam na diversificação]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35979</link>
<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 09:47:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Empresas se preparam para receber novos clientes e continuar agradando os antigos freq&uuml;entadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diversifica&ccedil;&atilde;o &eacute; a palavra de ordem entre as padarias de Belo Horizonte. &Agrave;s v&eacute;speras da Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, que acontece entre 15 e junho e 15 de julho, elas se preparam para receber novos clientes e, claro, continuar agradando os antigos freq&uuml;entadores. Para isso, investem em novos produtos e servi&ccedil;os, aumentam a &aacute;rea de circula&ccedil;&atilde;o e se esmeram na apresenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A tradicional Trigopane, com unidades nos bairros Buritis (regi&atilde;o Oeste) e Sion (Centro-Sul), aposta no aumento de vendas no per&iacute;odo do evento esportivo, j&aacute; que o clima festivo favorece o consumo, principalmente de petiscos, bebidas e lanches r&aacute;pidos. Segundo o gerente de Marketing da empresa, Igor Silva, estrat&eacute;gias espec&iacute;ficas j&aacute; foram tra&ccedil;adas. "Especialmente nos dias de jogos ser&atilde;o oferecidos produtos t&iacute;picos dos pa&iacute;ses participantes. Tamb&eacute;m ser&atilde;o feitas a&ccedil;&otilde;es relacionadas ao clima dos jogos, de alegria e patriotismo", adianta Silva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas n&atilde;o s&atilde;o apenas as competi&ccedil;&otilde;es esportivas que motivam a busca por novidades. A padaria j&aacute; oferece, al&eacute;m de p&atilde;es variados, mais de 25 servi&ccedil;os diferentes, como a&ccedil;ougue, restaurante, revistaria, hortifr&uacute;ti, comida japonesa e pizzas, entre outros. "Est&aacute; em nosso slogan &lsquo;Tudo para voc&ecirc; em um s&oacute; lugar!&rsquo;, que &eacute; realmente uma de nossas metas, que &eacute; atender nossos clientes em suas necessidades alimentares", afirma o gerente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A tarefa de sempre proporcionar novas experi&ecirc;ncias aos consumidores, por&eacute;m, torna-se mais dif&iacute;cil com a escassez de m&atilde;o de obra qualificada, que tamb&eacute;m atinge o setor. "Para amenizar o problema, procuramos contratar colaboradores dentro de nosso perfil e oferecer oportunidades de crescimento e treinamento. Nesta &eacute;poca do ano, o quadro de pessoal sofre um refor&ccedil;o de 15%, devido &agrave;s festas juninas e &agrave; Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es. Prezamos o atendimento aos nossos clientes e por isso temos essa preocupa&ccedil;&atilde;o", completa Silva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pampulha - Na mesma dire&ccedil;&atilde;o caminha a Padaria Pampulha, instalada h&aacute; 18 anos no bairro Santa Am&eacute;lia, na regi&atilde;o Norte de Belo Horizonte. Depois de uma reforma para amplia&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o, no fim do ano passado, e da modifica&ccedil;&atilde;o na forma de exposi&ccedil;&atilde;o dos produtos, que permitiu o aumento do autoatendimento, a novidade agora &eacute; a introdu&ccedil;&atilde;o das pizzas no card&aacute;pio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o respons&aacute;vel pelas compras da panificadora, Rodrigo Vieira, al&eacute;m de novos produtos e servi&ccedil;os, os clientes querem rapidez e efici&ecirc;ncia no atendimento. "Mudamos o layout da loja para facilitar o atendimento. As pessoas querem qualidade e agilidade. Apesar de nossos clientes n&atilde;o abrirem m&atilde;o dos produtos tradicionais, eles querem sempre novidades. A pizza surgiu dos pedidos dos clientes", revela Vieira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, as padarias da regi&atilde;o da Pampulha devem ficar bastante movimentadas na &eacute;poca da Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, devido &agrave; sua proximidade do Est&aacute;dio Governador Magalh&atilde;es Pinto - o Mineir&atilde;o. Por isso, a maioria delas j&aacute; est&aacute; preparada para o evento esportivo. "Percebemos que as outras padarias da &aacute;rea tamb&eacute;m est&atilde;o investindo com novos produtos e pequenas reformas. Todos est&atilde;o animados", aponta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inova&ccedil;&atilde;o - No bairro Nova Floresta (regi&atilde;o Nordeste), a Padaria Forno d&rsquo;Oro, inaugurada em 1986, fez da inova&ccedil;&atilde;o sua marca registrada. Para a propriet&aacute;ria Aline Eliazar Moreira Mignolo essa &eacute; uma estrat&eacute;gia que deve ser corriqueira e n&atilde;o apenas nas &eacute;pocas de grandes eventos. "Lan&ccedil;amos, pelo menos, sete produtos por semana. Procuramos otimizar a produ&ccedil;&atilde;o, utilizando as mesmas massas com novos formatos e recheios. O objetivo &eacute; sempre surpreender o consumidor", explica a empres&aacute;ria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Al&eacute;m da grande variedade de produtos tradicionais, a padaria oferece lanches r&aacute;pidos, pizza feita na hora, sandu&iacute;ches montados pelos clientes, quitutes assados na hora, diversificado mix de rotisserie e uma linha produtos prontos, como molho de cachorro quente e alm&ocirc;ndegas. "Desenvolvemos linhas de produtos artesanais pr&oacute;prios. Os clientes est&atilde;o cada vez mais interessados em artigos artesanais, feitos na hora e que agregam valores como saudabilidade e praticidade", ressalta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Aline, entretanto, &eacute; preciso tomar cuidado para que as inova&ccedil;&otilde;es n&atilde;o descaracterizem o empreendimento. Tudo deve ser feito pensando na conveni&ecirc;ncia do cliente, mas sem deixar de ser uma padaria. E, para garantir o sucesso da empreitada, contar com uma equipe qualificada e experiente &eacute; fundamental. "Vivemos a mesma dificuldade com a m&atilde;o de obra que qualquer outro setor. Procuramos, ent&atilde;o, reter os talentos, oferecendo a possibilidade de desenvolvimento de carreira e premia&ccedil;&otilde;es, mas, mesmo assim, n&atilde;o conseguimos manter o quadro sempre completo", reclama.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contram&atilde;o - Apesar das promessas de bons neg&oacute;cios com a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, a Padaria P&atilde;o Fofo, localizada no bairro Cora&ccedil;&atilde;o Eucar&iacute;stico (regi&atilde;o Noroeste), preferiu apostar na fidelidade de seus clientes. Por isso, n&atilde;o criou nenhuma estrat&eacute;gia espec&iacute;fica para a competi&ccedil;&atilde;o esportiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a gerente da unidade, Ir&ecirc;s Malt&ecirc;s, a empresa aposta mais na tradi&ccedil;&atilde;o e na clientela cativa. "Estamos localizados bem em frente &agrave; PUC-Minas (Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de Minas Gerais) e o nosso maior p&uacute;blico &eacute; formado por estudantes, que est&atilde;o acostumados com produtos mais simples e baratos", explica a funcion&aacute;ria.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Preço do pão francês encarece 91,17% na década]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35964</link>
<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 09:10:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O saboroso e tradicional p&atilde;ozinho pela manh&atilde; est&aacute; custando cada vez mais caro para o consumidor da regi&atilde;o. Hoje &eacute; quase artigo de luxo. H&aacute; dez anos, o quilo do p&atilde;o franc&ecirc;s era vendido a R$ 3,40; nos dias atuais, se paga R$ 6,50 pela mesma quantidade - 91,17% a mais. A maior alta aconteceu entre abril de 2012 e este m&ecirc;s - diferen&ccedil;a de 21,72%, ou R$ 1,16 a mais por quilo no bolso do consumidor do Grande ABC. O &iacute;ndice &eacute; maior do que a infla&ccedil;&atilde;o oficial do Pa&iacute;s, o IPCA (&Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo), que acumula alta de 6,59% em 12 meses (mar&ccedil;o contra mar&ccedil;o). O levantamento foi feito pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo Andr&eacute;) a pedido da equipe do Di&aacute;rio, com base nas padarias das redes supermercadistas. &Eacute; bom ressaltar que o quilo do alimento entre as padarias da regi&atilde;o beira os R$ 10 (R$ 9,59, em m&eacute;dia).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tamanho desse reajuste tem nome: o trigo. A pol&iacute;tica brasileira de depend&ecirc;ncia das importa&ccedil;&otilde;es de trigo para abastecimento do mercado interno mostra este ano seus limites diante da instabilidade da produ&ccedil;&atilde;o na Argentina - historicamente respons&aacute;vel por 80% das importa&ccedil;&otilde;es no Pa&iacute;s.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a AF News (ag&ecirc;ncia de mercado da farinha e trigo), a &aacute;rea de produ&ccedil;&atilde;o da Argentina declina h&aacute; v&aacute;rios anos em raz&atilde;o de sua pol&iacute;tica de privilegiar o mercado interno, o que restringe a disputa por trigo entre os moinhos locais e traders (especuladores que compram a&ccedil;&otilde;es e as vendem em curto prazo visando dinheiro r&aacute;pido), e reduz a rentabilidade para os produtores. Segundo o Minist&eacute;rio da Agricultura do pa&iacute;s, na safra de 2012/13, a varia&ccedil;&atilde;o foi negativa em 15% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior; como consequ&ecirc;ncia, a exporta&ccedil;&atilde;o para o Brasil encolheu 36% em volume nos &uacute;ltimos 12 meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>"Para driblar os altos pre&ccedil;os, o governo brasileiro, a partir deste m&ecirc;s, liberou a importa&ccedil;&atilde;o do trigo de outros pa&iacute;ses que n&atilde;o sejam do Mercosul sem que seja cobrada a al&iacute;quota chamada de TEC (Tarifa Externa Comum), de 10% sobre o valor da saca. A medida j&aacute; come&ccedil;a a fazer efeito. Os pre&ccedil;os de refer&ecirc;ncia de exporta&ccedil;&atilde;o do trigo argentino sofreram redu&ccedil;&atilde;o de 6,25% nos &uacute;ltimos 30 dias, ao mesmo tempo em que o pre&ccedil;o norte-americano (refer&ecirc;ncia no cen&aacute;rio internacional) aumentou em 0,6%", contextualiza Gabriel Ferreira, analista de mercado da AF News.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria de Panifica&ccedil;&atilde;o de Santo Andr&eacute; e regi&atilde;o, Ant&ocirc;nio Carlos Henriques, se paga hoje R$ 86 por uma saca de 50 quilos, em m&eacute;dia. "Para se ter ideia, uma padaria da regi&atilde;o gasta entre 120 e 150 sacas por m&ecirc;s, sendo que cada saca de farinha produz cerca de 1.000 a 1.100 p&atilde;ezinhos. A verdade &eacute; que estamos a merc&ecirc; do mercado mundial, j&aacute; que o trigo &eacute; uma commodity, como a soja e o etanol." Henriques explica que 35% da composi&ccedil;&atilde;o do custo do p&atilde;o vem da farinha de trigo. "&Eacute; a principal mat&eacute;ria-prima."<br />Com isso, os moradores das sete cidades j&aacute; reduziram a compra do p&atilde;ozinho. "Hoje, se leva a quantidade exata para o consumo, nada de comprar a mais e deixar para depois", enfatiza Henriques.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisa da consultoria Kantar Worldpanel aponta que, no primeiro bimestre, todas as classes sociais no Pa&iacute;s diminu&iacute;ram a quantidade de consumo de p&atilde;es artesanais, como o franc&ecirc;s, classificado entre os cinco itens alimentos que teve queda de compra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os pr&oacute;ximos meses a tend&ecirc;ncia &eacute; de que o quilo do p&atilde;ozinho fique mais barato, devido a redu&ccedil;&atilde;o do valor do trigo. "Como os pre&ccedil;os se elevaram, os produtores brasileiros se animaram e ampliaram a &aacute;rea de cultivo, assim como todos os pa&iacute;ses produtores do Hemisf&eacute;rio Norte. No Paran&aacute;, por exemplo, as lavouras cresceram cerca de 10%. A partir de agosto come&ccedil;a a colheita, e a expectativa &eacute; de que o pre&ccedil;o tenha queda", explica Ferreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Consumo do alimento cai nas panificadoras do Grande ABC</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o aumento no pre&ccedil;o do p&atilde;ozinho e a mudan&ccedil;a da rotina das fam&iacute;lias nos &uacute;ltimos tempos, a compra do p&atilde;o franc&ecirc;s diminuiu 35 pontos percentuais na &uacute;ltima d&eacute;cada, segundo o s&oacute;cio-propriet&aacute;rio da rede Padaria Brasileira, com matriz em Santo Andr&eacute;, Antonio Henrique Afonso Jr. "Antes, 75% das pessoas compravam o (p&atilde;o) franc&ecirc;s, hoje apenas 40%."</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, isso se deve n&atilde;o apenas ao pre&ccedil;o, mas ao ritmo de vida das pessoas. "Antes, a fila na padaria era para comprar p&atilde;o. Hoje, &eacute; para tomar caf&eacute; no estabelecimento. As pessoas passaram a fazer mais refei&ccedil;&otilde;es fora de casa. Os clientes v&atilde;o &agrave;s padarias para almo&ccedil;ar, comer pizzas, lanches e sopas, por exemplo."<br />Al&eacute;m disso, o empres&aacute;rio aponta a diversidade de produtos no momento da compra. "Hoje, temos p&atilde;o de centeio, de gr&atilde;os, integral, com recheio. &Eacute; uma infinidade."</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CUSTO - O morador da regi&atilde;o que vai ao mercado comprar os itens para o caf&eacute; da manh&atilde; gasta, em m&eacute;dia, R$ 17,72. Desse total, o maior valor &eacute; gasto com o p&atilde;o, cujo quilo custa R$ 6,50. Em seguida, est&aacute; o pacote de caf&eacute; (500 gramas), vendido, em m&eacute;dia, a R$ 6,13. O pote de margarina cremosa (500 gramas) &eacute; encontrado a R$ 2,86, aproximadamente. Por &uacute;ltimo est&aacute; o litro de leite Longa Vida, comercializado a R$ 2,23.<br />J&aacute; para saborear o tradicional p&atilde;o na chapa com pingado (leite com caf&eacute;) na padaria, o consumidor da regi&atilde;o paga cerca de R$ 6,50.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Grande ABC</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Conselho prevê produção global de trigo 4% maior]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35934</link>
<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 10:26:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O Conselho Internacional de Gr&atilde;os (IGC) reduziu em 3% na quinta-feira, dia 25, a previs&atilde;o de safra global de trigo 2013/2014, para 680 milh&otilde;es de toneladas. Ainda assim, o n&uacute;mero representaria um crescimento de 4% ante o ciclo anterior, atribu&iacute;do pelo conselho ao aumento da &aacute;rea plantada e da produtividade, principalmente na Uni&atilde;o Europeia e nos pa&iacute;ses da antiga Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica. O IGC projetou ainda que a produ&ccedil;&atilde;o mundial de milho deve chegar a 939 milh&otilde;es de toneladas em 2013/2014, aumento de 10% ante a temporada anterior, de acordo com o IGC, devido &agrave; expectativa de &aacute;rea colhida e rendimento m&eacute;dio maiores. No caso do trigo, o IGC apontou que uma queda do uso do cereal para ra&ccedil;&atilde;o ser&aacute; compensada pelo aumento da demanda da ind&uacute;stria.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Conab coloca à venda mais 72,3 mil toneladas de trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35857</link>
<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 19:19:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza no dia 2 de maio, mais dois leil&otilde;es para a venda de mais de 72.341 mil toneladas de trigo em gr&atilde;os e tamb&eacute;m ensacado, oriundos dos estoques do governo.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"> A medida atende a pol&iacute;tica governamental de suprimento do mercado interno que enfrenta problemas ocasionados pela entressafra, como a alta de pre&ccedil;os. O gr&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel em armaz&eacute;ns localizados nos estados de S&atilde;o Paulo, Paran&aacute; e Rio Grande do Sul.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">As opera&ccedil;&otilde;es ir&atilde;o ocorrer por meio do Sistema Eletr&ocirc;nico de Comercializa&ccedil;&atilde;o da estatal (SEC) e ser&atilde;o voltadas &agrave;s ind&uacute;strias moageiras. Elas devem estar devidamente cadastradas na base de dados da Companhia e precisam ter situa&ccedil;&atilde;o regular no Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes (SIRCOI). Os leil&otilde;es come&ccedil;am sempre &agrave;s 9h. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />Mais informa&ccedil;&otilde;es: www.conab.gov.br</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />Fonte: Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" >35857</guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo investiga suposto cartel de farinha de trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35644</link>
<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 10:01:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Cade realizou opera&ccedil;&atilde;o de busca e apreens&atilde;o de documentos; pre&ccedil;o do produto no Nordeste &eacute; 20% mais alto<br /><br />Em busca de provas contra um suposto cartel de farinha de trigo, a Superintend&ecirc;ncia Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (Cade) realizou ontem uma opera&ccedil;&atilde;o de busca e apreens&atilde;o de documentos em quatro capitais de Estados do Nordeste, regi&atilde;o respons&aacute;vel por cerca de um quarto da produ&ccedil;&atilde;o nacional.<br /><br />As investiga&ccedil;&otilde;es do Cade mostraram que o pre&ccedil;o da farinha de trigo na regi&atilde;o Nordeste &eacute; aproximadamente 20% superior ao praticado nos Estados do Centro-Sul do Pa&iacute;s. "A exist&ecirc;ncia de um cartel nesse setor prejudicaria a economia do Pa&iacute;s como um todo", afirmou o &oacute;rg&atilde;o antitruste por meio de nota.<br /><br />Item relevante da cesta b&aacute;sica, a farinha de trigo &eacute; usada tamb&eacute;m na panifica&ccedil;&atilde;o, setor que corresponde a mais de 50% da demanda do produto, al&eacute;m de fabrica&ccedil;&atilde;o de massas, doces e biscoitos.<br /><br />Durante a opera&ccedil;&atilde;o nas cidades de Macei&oacute; (AL), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Natal (RN), foram cumpridos 15 mandados de buscas em seis empresas de moagem, tr&ecirc;s distribuidoras e uma associa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O objetivo foi apurar den&uacute;ncias de que havia reuni&otilde;es frequentes entre diretores das companhias para negociar pre&ccedil;os, condi&ccedil;&otilde;es de venda e divis&atilde;o do mercado.<br /><br />"De acordo com as den&uacute;ncias, os distribuidores n&atilde;o poderiam descumprir os acordos firmados, sob pena de sofrerem san&ccedil;&otilde;es. Os comerciantes que n&atilde;o aceitassem o acordo seriam punidos com cortes no volume do produto e com o aumento do pre&ccedil;o no m&ecirc;s seguinte", completou a nota do Cade.<br /><br />Apoio. Batizada de "Opera&ccedil;&atilde;o M&oacute;s", em refer&ecirc;ncia &agrave;s pedras que trituram os gr&atilde;os nos moinhos, a for&ccedil;a-tarefa contou com o apoio de 28 oficiais de Justi&ccedil;a, 70 policiais rodovi&aacute;rios federais, 16 peritos da Pol&iacute;cia Federal, 39 servidores do Cade, dois servidores do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, al&eacute;m do aux&iacute;lio da Procuradoria Regional Federal da 5&ordf; Regi&atilde;o.<br /><br />Os documentos apreendidos ser&atilde;o analisados pela Superintend&ecirc;ncia Geral do Cade e, caso os ind&iacute;cios de cartel sejam confirmados, um processo administrativo ser&aacute; aberto pelo &oacute;rg&atilde;o de defesa da concorr&ecirc;ncia. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Agroindústria do amendoim]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35582</link>
<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 07:57:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Santa Helena, maior ind&uacute;stria do segmento de doces e confeitos &agrave; base de amendoim do Brasil, aproveita a combina&ccedil;&atilde;o do calend&aacute;rio das festas juninas com a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es para levar aos pontos de vendas de todo o pa&iacute;s as mais variadas linhas de produtos de aperitivo. Para o per&iacute;odo junino, que representa 25% do faturamento anual da empresa, a Santa Helena destaca o Pralineto, amendoim com cobertura doce e crocante nos sabores tradicional e chocolate, em pacotes de 120g; e a consagrada Pa&ccedil;oquita.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Brasil compra seis vezes mais trigo dos Estados Unidos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35509</link>
<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 08:05:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O Brasil j&aacute; comprou mais de 300 mil toneladas de trigo dos Estados Unidos em 2013, volume seis vezes maior do que o registrado em todo o ano passado, beneficiado por uma recente redu&ccedil;&atilde;o de tarifa para importa&ccedil;&otilde;es fora do Mercosul, segundo dados dos governos do Brasil e dos EUA. Mas o prazo dado pelo governo brasileiro para as ind&uacute;strias importarem toda a cota livre de taxa, de 2 milh&otilde;es de toneladas, &eacute; ex&iacute;guo, disseram integrantes do mercado nacional.<br /><br />Preocupado com a infla&ccedil;&atilde;o e diante de uma quebra de safra de trigo no Brasil e nos pa&iacute;ses vizinhos que elevou os pre&ccedil;os, o governo brasileiro elevou a cota de importa&ccedil;&atilde;o do cereal de fora do Mercosul de 1 milh&atilde;o de toneladas para 2 milh&otilde;es de toneladas, mas manteve o prazo para a validade das compras sem tarifa at&eacute; o final de julho.<br /><br />"N&atilde;o dar&aacute; tempo para exercer os 2 milh&otilde;es, [o prazo] teria que ser at&eacute; meados de setembro, e n&atilde;o julho", disse o empres&aacute;rio Lawrence Pih, presidente do Moinho Pac&iacute;fico, um dos maiores do pa&iacute;s.<br /><br />Isso significa que as expectativas de uma demanda brasileira maior pelo cereal dos EUA - que deve dominar a cota - pode n&atilde;o ser toda cumprida, o que minimizaria os efeitos de maiores compras do Brasil sobre os pre&ccedil;os internacionais.<br /><br />Desde de que o governo anunciou a cota inicial, em fevereiro, as ind&uacute;strias teriam comprado n&atilde;o mais do que 500 mil toneladas fora do Mercosul, estimou Pih, que tamb&eacute;m atua como conselheiro da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de S&atilde;o Paulo e na Abitrigo, a entidade dos moinhos nacionais.<br /><br />Cerca de 80% do trigo comprado fora do Mercosul, que est&aacute; come&ccedil;ando a chegar aos portos brasileiros, deve ser norte-americano, e o restante ser&aacute; canadense, prev&ecirc; o industrial.<br /><br />O empres&aacute;rio citou como principal fator para as empresas n&atilde;o conseguirem cumprir a cota a quest&atilde;o da disponibilidade de fluxo de caixa para as importa&ccedil;&otilde;es, diante das margens mais apertadas da ind&uacute;stria, al&eacute;m de problemas log&iacute;sticos e de armazenagem.<br /><strong><br />Corrida contra o tempo</strong><br /><br />Uma vez que grande parte do trigo a ser comprado fora do Mercosul, dentro da cota livre de tarifa, vir&aacute; dos EUA, os moinhos brasileiros ter&atilde;o que correr contra o tempo, pois leva 45 dias para o produto norte-americano chegar ao Brasil, al&eacute;m de outros dez dias para o cereal ser desembara&ccedil;ado no porto.<br /><br />Uma sa&iacute;da para aproveitamento total da cota, comentou Pih, seria ampliar o prazo de sua validade, mas essa &eacute; uma medida que, segundo ele, o governo n&atilde;o tomar&aacute;, para n&atilde;o prejudicar os produtores brasileiros, que est&atilde;o ampliando a &aacute;rea plantada em 2013 na expectativa de obterem bons pre&ccedil;os pelo seu produto na colheita, que ganha for&ccedil;a em agosto.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Empresa de Minas vai comercializar pudim com o Japão]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35494</link>
<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 09:48:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Mistura em p&oacute; para o preparo do doce tem a marca Pratice Line.<br /><br />H&aacute; quatro anos Edmar Cerceau fez uma mudan&ccedil;a radical em sua vida. Largou o ramo financeiro, no qual j&aacute; atuava desde 1998, para investir no desenvolvimento de produtos aliment&iacute;cios. Hoje, Cerceau come&ccedil;a a colher os frutos dessa virada. Ele est&aacute; preparando a entrada no mercado de uma mistura em p&oacute; para preparo de pudim de leite condensado da marca Practice Line e inclusive j&aacute; tem propostas de exporta&ccedil;&atilde;o para o Jap&atilde;o e Portugal.<br /><br />Cerceau explica que a empresa participou h&aacute; cerca de um m&ecirc;s da 37&ordf; Exposi&ccedil;&atilde;o Internacional de Alimentos e Bebidas - Foodex, feira internacional realizada no Jap&atilde;o, e que l&aacute; fechou contrato com um representante que ir&aacute; comercializar os produtos naquele pa&iacute;s. "Agora estamos passando por um per&iacute;odo de quarentena e at&eacute; o final de abril devemos ter autoriza&ccedil;&atilde;o para come&ccedil;ar a exportar", diz. Com isso, a mistura em p&oacute; para preparo de pudim de leite condensado deve chegar ao mercado japon&ecirc;s antes mesmo de ocupar as g&ocirc;ndolas no Brasil.<br /><br />Por aqui, Cerceau est&aacute; fechando as negocia&ccedil;&otilde;es com redes de distribui&ccedil;&atilde;o para colocar o produto no mercado. A produ&ccedil;&atilde;o das misturas &eacute; terceirizada. "N&oacute;s desenvolvemos a formula&ccedil;&atilde;o e o produto &eacute; vendido com a marca Practice Line", esclarece. A empresa est&aacute; trabalhando no desenvolvimento de uma mousse instant&acirc;nea de chocolate, de uma linha de chantily e de uma mistura em p&oacute; de preparo de brigadeiro.<br /><br />O empres&aacute;rio tamb&eacute;m est&aacute; por tr&aacute;s da Cia do Pudim, empresa que comercializa para restaurantes, hot&eacute;is e lanchonetes pudins em embalagens individuais de 100 gramas. Em dezembro do ano passado, ele exp&ocirc;s os produtos na Feira de Artesanato, que aconteceu no Expominas, na regi&atilde;o Oeste, em Belo Horizonte.<br /><br />L&aacute;, ele fez contato com um representante que atua em Portugal e depois de muita conversa j&aacute; prepara a primeira remessa de mistura em p&oacute; para preparo de pudim de leite condensado para mandar para o pa&iacute;s.<br /><br />As embalagens individuais de pudins, que s&atilde;o fabricadas a partir da mistura, s&atilde;o produzidas na f&aacute;brica da empresa no bairro Santa Am&eacute;lia, na regi&atilde;o da Pampulha, em Belo Horizonte. A cozinha industrial montada no local tem capacidade de fabricar at&eacute; 50 mil unidades por dia. A ideia do empres&aacute;rio &eacute; lan&ccedil;ar ainda este ano as lojas da Cia do Pudim. O formato inicial ser&aacute; de lojas licenciadas e depois de um ano elas ser&atilde;o transformadas em franquias.<br /><br /><br />Lojas - "J&aacute; estamos em negocia&ccedil;&atilde;o para implanta&ccedil;&atilde;o de lojas aqui em Belo Horizonte, em S&atilde;o Paulo e na regi&atilde;o Nordeste do pa&iacute;s. Os pudins depois de prontos t&ecirc;m vida &uacute;til de 30 dias, ent&atilde;o temos que levar isso em considera&ccedil;&atilde;o na hora de implantar as unidades", afirma Cerceau. A meta &eacute; alcan&ccedil;ar 30 lojas licenciadas dentro do primeiro ano de opera&ccedil;&atilde;o para depois transform&aacute;-las em franquias. Os parceiros que abrirem as lojas dentro desse prazo n&atilde;o v&atilde;o pagar a taxa de franquia.<br /><br />O formato das unidades ser&aacute; de quiosques a partir de tr&ecirc;s metros quadrados. Inicialmente, eles v&atilde;o comercializar pudins de leite condensados com calda em dez sabores diferentes. <br /></p>
<p><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Brasil eleva para 2 mi t cota de importação de trigo sem tarifa]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35379</link>
<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 09:20:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Exterior (Camex) elevou nesta ter&ccedil;a-feira de 1 milh&atilde;o para 2 milh&otilde;es de toneladas a cota para importa&ccedil;&atilde;o de trigo sem tarifa de fora do Mercosul, ao mesmo tempo em que zerou o imposto de importa&ccedil;&atilde;o do algod&atilde;o para compras totais de 80 mil toneladas.<br /><br />As medidas visam trazer algum al&iacute;vio para as ind&uacute;strias, que est&atilde;o lidando com custos mais altos por conta do per&iacute;odo de entressafra ou redu&ccedil;&atilde;o da produtividade das lavouras do Mercosul.<br /><br />O trigo poder&aacute; ser importado com redu&ccedil;&atilde;o de al&iacute;quota at&eacute; 31 de julho de 2013, per&iacute;odo de entressafra no Brasil, segundo comunicado do Minist&eacute;rio de Desenvolvimento, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Exterior.<br /><br />A cota&ccedil;&atilde;o deste cereal no mercado brasileiro no in&iacute;cio deste m&ecirc;s apontava para alta de 50 por cento em rela&ccedil;&atilde;o ao pre&ccedil;o m&eacute;dio do trigo em abril do ano passado, de acordo com dados do Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /><br />Em fevereiro, a Camex j&aacute; havia reduzido de 10 por cento para zero a tarifa de importa&ccedil;&atilde;o de trigo para uma cota inicial de 1 milh&atilde;o de toneladas, e tinha alertado para a possibilidade de elevar o volume, caso a Argentina n&atilde;o atendesse a demanda do Brasil.<br /><br />"A medida foi adotada tendo em vista tamb&eacute;m a quebra da safra na Argentina, principal fornecedor do produto para o mercado brasileiro", informou o minist&eacute;rio.<br /><br />A safra de trigo da Argentina, principal fornecedor do Brasil, caiu para 11 milh&otilde;es de toneladas na &uacute;ltima colheita, contra 15,5 milh&otilde;es na temporada anterior, segundo os dados mais recentes do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).<br /><br />O Brasil j&aacute; come&ccedil;ou a comprar trigo fora do Mercosul, especialmente dos Estados Unidos, de onde integrantes do mercado consideram que vir&aacute; a maior parte do cereal importado fora do bloco econ&ocirc;mico sul-americano.<br /><br />Desde o an&uacute;ncio da redu&ccedil;&atilde;o da tarifa, em fevereiro, at&eacute; a semana passada, o Brasil j&aacute; importou mais de 300 mil toneladas do trigo dos EUA, de acordo com dados do USDA. A cota livre de tarifa come&ccedil;ou a vigorar em 1o de abril.<br /><br />Estimativas iniciais do mercado apontavam para uma necessidade de importa&ccedil;&atilde;o de trigo de fora do Mercosul de pelo menos 1 milh&atilde;o de toneladas, mas a pr&oacute;pria decis&atilde;o da Camex indica que a demanda para compras externas fora do bloco comercial &eacute; maior.<br /><br />ALGOD&Atilde;O<br /><br />A Camex tamb&eacute;m decidiu nesta ter&ccedil;a-feira reduzir de 10 por cento para zero o Imposto de Importa&ccedil;&atilde;o para fibras de algod&atilde;o, a fim de garantir o abastecimento no per&iacute;odo de entressafra.<br /><br />A isen&ccedil;&atilde;o do imposto &eacute; v&aacute;lida para as importa&ccedil;&otilde;es realizadas no per&iacute;odo de 1o de maio a 31 de julho de 2013, at&eacute; o limite de 80 mil toneladas.<br /><br />"O objetivo da medida &eacute; evitar interrup&ccedil;&atilde;o no suprimento das fibras de algod&atilde;o para as ind&uacute;strias t&ecirc;xteis e de vestu&aacute;rio, durante a entressafra da produ&ccedil;&atilde;o nacional, nos meses de maio, junho e julho deste ano", disse a nota.<br /><br />A medida atendeu a um pedido da ind&uacute;stria, que originalmente solicitou uma cota livre de tarifa de 200 mil toneladas.<br /><br />Segundo o Cepea, apesar de uma boa safra em 2012, as exporta&ccedil;&otilde;es dos &uacute;ltimos meses enxugaram a disponibilidade interna, ao mesmo tempo em que ind&uacute;strias precisam se reabastecer.<br /><br />Os pre&ccedil;os do algod&atilde;o j&aacute; se estabilizaram nos &uacute;ltimos dias, ap&oacute;s registrarem alta de 14 por cento em mar&ccedil;o, informou o Cepea nesta ter&ccedil;a-feira. Segundo pesquisas do instituto, nos &uacute;ltimos dias as varia&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias dos pre&ccedil;os da pluma no mercado brasileiro n&atilde;o foram expressivas, havendo uma retra&ccedil;&atilde;o dentre os compradores e uma liquidez baixa.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo - RJ</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Camex dobra cota de importação de trigo com alíquota zero]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35368</link>
<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 08:52:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Exterior (Camex) aprovou ontem duas medidas para evitar a alta nos pre&ccedil;os de algod&atilde;o e de trigo. Uma das decis&otilde;es elevou a quantidade de trigo em gr&atilde;os que poder&aacute; entrar no pa&iacute;s sem pagar Imposto de Importa&ccedil;&atilde;o. A cota, que era de um milh&atilde;o de toneladas, passou para 2 milh&otilde;es de toneladas, que poder&atilde;o ser importadas com al&iacute;quota zero do tributo at&eacute; 31 de julho deste ano. O percentual anterior do Imposto de Importa&ccedil;&atilde;o sobre esse produto era de 10%.<br /><br />A medida foi motivada pela quebra de safra de trigo na Argentina, um dos principais fornecedores do produto ao Brasil. A Camex constatou que a produ&ccedil;&atilde;o nacional n&atilde;o teria condi&ccedil;&otilde;es de abastecer o mercado interno do pa&iacute;s e, ent&atilde;o, decidiu ampliar a quantidade de trigo em gr&atilde;os que poder&aacute; ser importada sem a incid&ecirc;ncia do tributo. "O que &eacute; bom para conter a infla&ccedil;&atilde;o", disse o ministro do Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Pepe Vargas, ao sair da reuni&atilde;o.<br /><br />A Camex tamb&eacute;m decidiu zerar a al&iacute;quota do Imposto de Importa&ccedil;&atilde;o para fibras de algod&atilde;o, que era de 10%. A cota, nesse caso, &eacute; de 80 mil toneladas e o per&iacute;odo para importa&ccedil;&atilde;o com o benef&iacute;cio foi fixado entre 1&ordm; de maio e 31 de julho. O produto &eacute; usado como mat&eacute;ria-prima pela ind&uacute;stria t&ecirc;xtil. Um dos motivos para a redu&ccedil;&atilde;o do imposto, segundo o Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, foi a entressafra do produto, entre maio e julho.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Conab comercializa 52% do cereal leiloado ofertado]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35236</link>
<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 09:07:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O leil&atilde;o realizado ontem pela Conab comercializou 26,8 mil toneladas de trigo. O total colocado &agrave; venda foi de 51,7 mil toneladas. O produto &eacute; proveniente do governo. O objetivo da opera&ccedil;&atilde;o foi ajudar o mercado interno a enfrentar problemas causados pela entressafra, como a alta de pre&ccedil;os. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Francesa Jacquet planeja sete fábricas no Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35203</link>
<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 09:56:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Meta da fabricante de p&atilde;es e bolos &eacute; alcan&ccedil;ar a lideran&ccedil;a no pa&iacute;s nas pr&oacute;ximas duas d&eacute;cadas<br /><br />A fabricante francesa de p&atilde;es e bolos Jacquet est&aacute; disposta a se tornar, nos pr&oacute;ximos 20 anos, l&iacute;der no segmento em que atua no Brasil. E para chegar ao topo, a empresa tem a inten&ccedil;&atilde;o de instalar no per&iacute;odo sete f&aacute;bricas no mercado nacional. <br /><br />&ldquo;O Brasil &eacute; um pa&iacute;s em expans&atilde;o e entendemos que existem boas oportunidades por aqui, motivadas principalmente pela nova caracter&iacute;stica do consumidor brasileiro&rdquo;, explica Ricardo Guerra diretor da Jacquet Guerra do Brasil, que inaugurou no ano passado sua primeira f&aacute;brica no pa&iacute;s, localizada em Guarapuava, no Paran&aacute;.<br /><br />Das seis f&aacute;bricas que ainda ser&atilde;o instaladas, duas ficar&atilde;o localizadas na regi&atilde;o sudeste, enquanto o sul receber&aacute; mais unidades. J&aacute; o nordeste tamb&eacute;m vai abrigar, segundo Guerra, duas f&aacute;bricas, enquanto o centro- oeste tem previs&atilde;o para receber somente uma unidade. <br /><br />O executivo da Jacquet Guerra do Brasil &mdash; resultado de uma parceria do grupo paranaense Guerra com a francesa Limagrain &mdash; revela ao Brasil Econ&ocirc;mico que a empresa tem dinheiro em caixa para realizar novos aportes no Brasil. &ldquo;O grupo Limagrain fatura anualmente &euro; 2 bilh&otilde;es e destina 16% do seu faturamento para novos investimentos&rdquo;, explica. <br /><br />Na unidade de Guarapuava a companhia destinou cerca de R$ 80 milh&otilde;es. <br /><br />Para se tornar l&iacute;der no Brasil, a Jacquet vai abusar da tecnologia e espera resolver problemas enfrentados por muitos brasileiros como a curta validade de produtos como o p&atilde;o de forma. &ldquo;O prazo m&eacute;dio dos p&atilde;es de forma est&aacute; em torno de 11 dias. Nosso produto poder&aacute; ser consumido em at&eacute; 25 dias&rdquo;, destaca o executivo, fazendo mist&eacute;rio. J&aacute; na linha de bolos, em que a validade m&eacute;dia &eacute; de 90 dias, Guerra conta que os produtos da marca podem chegar at&eacute; 260 dias. <br /><br />Sem dar detalhes sobre como &eacute; poss&iacute;vel atingir essa performance, o executivo revela apenas que a extens&atilde;o da validade &eacute; resultado &ldquo;de uma tecnologia desenvolvida pela Limagrain&rdquo; tratada como &ldquo;um segredo de produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Por&eacute;m o executivo garante que nos produtos &ldquo;n&atilde;o &eacute; utilizado nenhum tipo de conservante.&rdquo; <br /><br />Com participa&ccedil;&atilde;o pequena no Brasil, Guerra diz que a empresa espera ganhar mercado a partir do in&iacute;cio completo da unidade no Paran&aacute;, que atualmente s&oacute; produz a linha de biscoitos. Em outubro deste ano, a empresa tem a previs&atilde;o de dar in&iacute;cio na produ&ccedil;&atilde;o de bolos, enquanto a linha de p&atilde;es come&ccedil;ar&aacute; no primeiro semestre de 2014. Por enquanto, os produtos vendidos no Brasil s&atilde;o importados da Europa. &ldquo;Nosso trabalho aqui ser&aacute; de longo prazo. Colocamos o p&eacute; no Brasil para ficar e vamos sempre caminhar para frente&rdquo;, disse. <br /><br />Um fator importante para ganhar mercado aqui s&atilde;o os pontos de venda. De acordo com o executivo no segundo semestre deste ano os produtos da Jacquet v&atilde;o estar presente nas principais redes de supermercado do pa&iacute;s. Por enquanto, produtos como bolos, biscoitos e minibolos s&atilde;o vendidos apenas nas lojas do P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car, por meio de um acordo comercial. <br /><br /><strong>Novos mercados </strong><br />Guerra diretor da Jacquet Guerra do Brasil explica que o foco da empresa para o pa&iacute;s n&atilde;o est&aacute; ligado aos problemas econ&ocirc;micos da Europa &mdash; onde a empresa possui oito f&aacute;bricas. <br /><br />&ldquo;Continuamos crescendo na Europa. A diferen&ccedil;a &eacute; que o mercado europeu j&aacute; est&aacute; maduro e por isso n&atilde;o apresenta crescimento t&atilde;o grande, o que n&atilde;o significa que os volumes s&atilde;o pequenos&rdquo;, explica. &ldquo;N&atilde;o &eacute; um mercado em decad&ecirc;ncia&rdquo;. <br /><br />As unidades instaladas no Brasil v&atilde;o ajudar tamb&eacute;m a companhia a ganhar ainda mais espa&ccedil;o na Am&eacute;rica Latina, servindo como plataforma de exporta&ccedil;&atilde;o. &ldquo;O Brasil vai ser a nossa base na Am&eacute;rica Latina para que possamos exportar para outros pa&iacute;ses da regi&atilde;o.&rdquo; <br /><br />Questionado sobre os principais pontos de interesse na Am&eacute;rica Latina, por&eacute;m, o executivo apenas informa que &ldquo;o foco das exporta&ccedil;&otilde;es n&atilde;o possui restri&ccedil;&otilde;es. &Eacute; o mercado que vai ditar as regras&rdquo;, explica Guerra que tamb&eacute;m est&aacute; negociando novas f&aacute;bricas nos Estados Unidos.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Americanos têm interesse em cota do Brasil para trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35054</link>
<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 11:23:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os Estados Unidos, maiores exportadores de trigo do mundo, sinalizam interesse em se beneficiar da cota de importa&ccedil;&atilde;o de 1 milh&atilde;o de toneladas do cereal com tarifa zero que o Brasil abrir&aacute; a partir de abril. A "janela" ficar&aacute; aberta por quatro meses e valer&aacute; para compras brasileiras de pa&iacute;ses de fora do Mercosul, que ficar&atilde;o isentas da al&iacute;quota de 10% da Tarifa Externa Comum (TEC) por esse per&iacute;odo. No mercado, a expectativa &eacute; que a cota seja atendida sobretudo pela R&uacute;ssia.<br /><br />Assim, Washington, que aparentemente aposta que seus produtores poder&atilde;o exportar dentro da cota, nos pr&oacute;ximos meses, poder&aacute; se decepcionar. &Eacute; que a efetiva&ccedil;&atilde;o desses neg&oacute;cios depender&aacute; do tipo de administra&ccedil;&atilde;o de cota a ser adotada por Bras&iacute;lia. Por exemplo: o Brasil pode contabilizar toda a importa&ccedil;&atilde;o da Argentina dentro da cota, o que tiraria espa&ccedil;o para as tentativas dos EUA.<br /><br />Mas os Estados Unidos est&atilde;o agora, tamb&eacute;m, com uma vis&atilde;o de mais longo prazo. E come&ccedil;aram a cobrar do Brasil, hoje no Comit&ecirc; de Agricultura da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC), uma defini&ccedil;&atilde;o sobre o regime de importa&ccedil;&atilde;o da commodity quando a cota expirar, em julho.<br /><br />Na pr&aacute;tica, os EUA trouxeram de volta &agrave; mesa uma negocia&ccedil;&atilde;o que se arrasta desde 1996. &Eacute; que o Brasil assumiu na Rodada Uruguai o compromisso de criar uma cota de importa&ccedil;&atilde;o de 750 mil toneladas para o trigo com al&iacute;quota bem mais baixa do que a tarifa extra-cota consolidada de 45%.<br /><br />Como o Brasil abre uma cota tempor&aacute;ria apenas de tempos em tempos, quando tem problemas de abastecimento, os EUA sempre insistiram em obter uma compensa&ccedil;&atilde;o. Com isso, Bras&iacute;lia teria de rever sua lista de compromissos e reduzir a tarifa de outro produto, por exemplo.<br /><br />J&aacute; o argumento recorrente do Brasil &eacute; que o pa&iacute;s n&atilde;o precisa rever seu compromisso na OMC porque o tratamento que oferece hoje nas importa&ccedil;&otilde;es de trigo seria mais vantajoso: a tarifa de importa&ccedil;&atilde;o aplicada de 10%, bem mais baixa do que a taxa m&aacute;xima (consolidada) que pode estabelecer pelo acordo da OMC.<br /><br />Reagindo a quest&otilde;es sobre o futuro regime do trigo, a delega&ccedil;&atilde;o do Brasil informou aos americanos que est&aacute; aberta a ouvi-los, sem prejulgar qualquer tipo de acordo.<br /><br />Em uma sess&atilde;o em que o Brasil assumiu o comando do Comit&ecirc; de Agricultura, com a elei&ccedil;&atilde;o do diplomata Guilherme Bayer para sua presid&ecirc;ncia, os americanos mantiveram a regularidade em indagar sobre os benef&iacute;cios do Programa para Escoamento de Produto (PEP) para culturas como trigo, milho e arroz.<br /><br />A delega&ccedil;&atilde;o brasileira explicou que o programa d&aacute; apoio ao deslocamento interno da produ&ccedil;&atilde;o. Essa produ&ccedil;&atilde;o pode at&eacute; ser destinada &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o est&aacute; condicionada a isso. Os brasileiros ficaram de transmitir aos americanos uma lista dos leil&otilde;es realizados nos &uacute;ltimos cinco anos, especialmente de arroz.<br /><br />E o Canad&aacute; apresentou no Comit&ecirc; de Agricultura questionamentos que fizera sobre a &aacute;rea industrial, j&aacute; que o programa Brasil Maior, e tamb&eacute;m o Reintegra, abarcam produtos agr&iacute;colas. A resposta brasileira foi que a mudan&ccedil;a no primeiro &eacute; a forma como a empresa recolhe a contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria. No caso do Reintegra, o Brasil argumenta que a devolu&ccedil;&atilde;o de imposto indireto &eacute; permitida pelo Acordo de Subs&iacute;dios da OMC.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Produção de trigo deve ter recuo de 25,7% sobre 2012]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35041</link>
<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 09:49:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">BRAS&Iacute;LIA - A produ&ccedil;&atilde;o brasileira de trigo em 2012/2013 est&aacute; estimada em 4,30 milh&otilde;es de toneladas, 25,7% a menos que o total produzido na safra passada, 5,79 milh&otilde;es de toneladas, apontou o &uacute;ltimo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A redu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea, ocorreu pela retra&ccedil;&atilde;o da produtividade, principalmente no Rio Grande do Sul, que foi o maior produtor na safra passada. O recuo da produtividade foi ocasionado pelas condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas desfavor&aacute;veis que atingiram o sul do Brasil no ano passado. Somados, Paran&aacute; e o Rio Grande do Sul devem ser respons&aacute;veis por 91,3% da produ&ccedil;&atilde;o nacional de trigo na safra atual, com 4,07 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pães e bolos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=35016</link>
<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 11:41:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O setor de p&atilde;es e de bolos industrializados cresceu 9% e 12% em 2012 ante 2011, respectivamente, conforme um balan&ccedil;o da Abima (que representa os fabricantes de bolos, p&atilde;es e massas).<br /><br />O faturamento da ind&uacute;stria chegou a R$ 3,5 bilh&otilde;es com os p&atilde;es no ano passado e a R$ 663 milh&otilde;es com os bolos.<br /><br />"A tend&ecirc;ncia para este ano &eacute; de nova alta para os dois setores. Em cinco anos, o mercado de p&atilde;es cresceu 55% e o de bolos 58%", diz Cl&aacute;udio Zan&atilde;o, presidente da Abima.<br /><br />A expectativa agora &eacute; a inclus&atilde;o do p&atilde;o industrial na lista de produtos desonerados por impostos federais (PIS/Cofins). Cerca de 71% da popula&ccedil;&atilde;o consome a mercadoria, segundo a associa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />"Temos conversado com o governo e estamos confiantes na desonera&ccedil;&atilde;o. A decis&atilde;o deve sair em dois meses. A redu&ccedil;&atilde;o no pre&ccedil;o poder&aacute; chegar a 5%", diz Zan&atilde;o. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Panificação cresce 11,6%, com faturamento de R$ 70 bilhões]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34967</link>
<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 11:30:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>O faturamento da panifica&ccedil;&atilde;o brasileira em 2012 cresceu 11,6% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, movimentando R$ 70,29 bilh&otilde;es </em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /><br />Este &eacute; o sexto ano consecutivo em que o setor registra crescimento anual superior a 10%. &ldquo;Esse desempenho revela n&atilde;o apenas a import&acirc;ncia econ&ocirc;mica do setor, como tamb&eacute;m sua capacidade de resposta para atender &agrave;s novas demandas e exig&ecirc;ncias do consumidor&rdquo;, diz o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria da Panifica&ccedil;&atilde;o e Confeitaria (Abip), Alexandre Pereira. <br /><br />O comportamento positivo do setor foi obtido apesar da estagna&ccedil;&atilde;o das vendas de seu principal produto &ndash; o p&atilde;o, cujo consumo per capita est&aacute; estacionado nos 33,5 quilos por habitante ano, pouco mais da metade dos 60 quilos recomendados pela ONU. Nesse ambiente, o crescimento do setor &eacute; explicado pelo processo de moderniza&ccedil;&atilde;o que a panifica&ccedil;&atilde;o atravessa, com uma maior oferta de mix de produtos, novos e diferenciados servi&ccedil;os e avan&ccedil;ados processos de gest&atilde;o. &ldquo;A padaria soube se reinventar, transformando-se num aut&ecirc;ntico centro de conveni&ecirc;ncia para o consumidor&rdquo;, diz Alexandre. <br /><br />Em rela&ccedil;&atilde;o ao p&atilde;o &ndash; o carro chefe do segmento &ndash; o presidente da Abip afirma que h&aacute; grande espa&ccedil;o de crescimento, considerando-se o n&iacute;vel de consumo de pa&iacute;ses de condi&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio econ&ocirc;micas similares ao Brasil. &ldquo;Os uruguaios consomem 51 quilos/ano, os argentinos, 73, e os chilenos, 98. Ou seja, h&aacute; um enorme espa&ccedil;o para o incremento do consumo brasileiro, o que interessa a toda a sociedade, em raz&atilde;o das propriedades nutricionais do p&atilde;o, um produto b&aacute;sico, rico em prote&iacute;nas&rdquo;, diz ele.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Empresas &amp; Neg&oacute;cios</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Secretaria de Comércio Exterior regulamenta importação de trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34842</link>
<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 10:52:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A regulamenta&ccedil;&atilde;o da importa&ccedil;&atilde;o de 1 milh&atilde;o de toneladas de trigo - isentas da al&iacute;quota de 10% da Tarifa Externa Comum (TEC) incidente sobre as compras feitas fora de pa&iacute;ses do Mercosul - foi publicada nesta segunda-feira, dia 18, no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU). A medida, que entra em vigor em 1&ordm; de abril e se encerra no dia 31 de julho, visa a atender &agrave; demanda dos moinhos, por causa da quebra da safra brasileira. Houve tamb&eacute;m problemas de queda da produ&ccedil;&atilde;o e perda de qualidade do trigo na Argentina, que abastece metade do consumo nacional. O objetivo &eacute; garantir o abastecimento interno e evitar press&otilde;es inflacion&aacute;rias.<br /><br />A Portaria da Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior (Secex), vinculada ao Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio (MDIC), estabelece que uma cota de 900 mil toneladas de trigo (90% do total previsto) ser&aacute; efetuada de acordo com o volume importado por empresa ao longo do ano passado, tendo com piso de participa&ccedil;&atilde;o 0,75% das importa&ccedil;&otilde;es.<br /><br />A Secex definiu que 10% da cota (100 mil toneladas) ser&atilde;o utilizados como reserva t&eacute;cnica "para atender a situa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o previstas, podendo ser tamb&eacute;m destinada a amparar importa&ccedil;&otilde;es de empresas que compraram no exterior quantidade inferior a 0,75% do total importado". Segundo a Portaria, na an&aacute;lise e deferimento dos pedidos ser&aacute; obedecida a ordem de registro das licen&ccedil;as de importa&ccedil;&atilde;o. A cota inicial a ser concedida a cada empresa ser&aacute; limitada a 30 mil toneladas.<br /><br />&Aacute;rea maior na safra<br /><br />A triticultura no Brasil Central dever&aacute; recuperar a redu&ccedil;&atilde;o de 10% da &aacute;rea de plantio verificada nas &uacute;ltimas duas safras. O que levar&aacute; os agricultores dos Estados de Minas Gerais, Goi&aacute;s, Mato Grosso e Distrito Federal a apostarem no trigo &eacute; o aumento do pre&ccedil;o dos gr&atilde;os.<br /><br />O trigo foi recuperando aos poucos a competitividade no mercado, e a comercializa&ccedil;&atilde;o passou de R$ 36 para R$ 50 por saca de 60 quilos, vendida a uma m&eacute;dia de R$ 45.<br /><br />A estimativa de crescimento da triticultura nesta regi&atilde;o &eacute; do pesquisador J&uacute;lio C&eacute;sar Albrecht, da Embrapa Cerrados (Planaltina-DF), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria-Embrapa.<br /><br />"Em 2013, a &aacute;rea semeada com trigo no Brasil Central s&oacute; n&atilde;o ir&aacute; se expandir ainda mais por falta de semente no mercado", ressaltou o pesquisador.<br /><br />A semente foi comercializada em m&eacute;dia a R$ 2 por quilo, tendo em alguns casos chegado a R$ 2,50 por quilo. Na safra anterior, a semente ficou entre R$ 1,20 e R$ 1,50 o quilo.<br /><br />A redu&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de plantio de trigo nas duas safras anteriores foi consequ&ecirc;ncia do alto pre&ccedil;o do feij&atilde;o, que fez com que os agricultores preferissem substituir a cultura. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Negócios com trigo estão travados no país]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34746</link>
<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 11:08:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Comercializa&ccedil;&atilde;o do gr&atilde;o ocorre pontualmente, conforme as necessidades de moinhos e ind&uacute;strias.<br /><br /><br />As negocia&ccedil;&otilde;es envolvendo o trigo tanto no Rio Grande do Sul quanto no Paran&aacute; continuam bem travadas. As vendas ocorrem pontualmente conforme os moinhos e ind&uacute;strias necessitam, o que reduz a quantidade de compradores no mercado. Leil&otilde;es de venda de trigo por parte Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), j&aacute; est&atilde;o agendados para meados de mar&ccedil;o o que poder&aacute; dar maior liquidez ao mercado se os pre&ccedil;os ficarem dentro do que o mercado espera.<br /><br />Junto a isso, em mar&ccedil;o j&aacute; come&ccedil;a a entrar trigo de outras regi&otilde;es que n&atilde;o o Mercosul, o que tr&aacute;s uma nova perspectiva para o trigo no Brasil no qual os pre&ccedil;os internos voltar&atilde;o, aos poucos, a normalidade e v&atilde;o refletir os pre&ccedil;os praticados internacionalmente.<br /><br />Em Cascavel, importante regi&atilde;o produtora, o valor indicado para a compra da tonelada de trigo &eacute; R$ 750,00, ou seja, 2,6% a menos que no m&ecirc;s anterior e 3,85% a menos que m&aacute;xima atingida no ano de R$ 780,00/t. No Rio Grande do Sul, os pre&ccedil;os tamb&eacute;m ca&iacute;ram levemente passando para R$ 640,00/ton no interior, isto &eacute;, 5,88% no m&ecirc;s.<br /><br />O Paran&aacute; se prepara para plantar mais uma safra de trigo. A partir de mar&ccedil;o, mais de 60% dos munic&iacute;pios paranaenses est&atilde;o aptos a plantar o gr&atilde;o e a tend&ecirc;ncia &eacute; de recupera&ccedil;&atilde;o do plantio em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, que foi a menor &aacute;rea plantada na m&eacute;dia dos &uacute;ltimos 10 anos. O produtor est&aacute; se animando com a eleva&ccedil;&atilde;o de 70% no pre&ccedil;o do trigo e, por isso, optando por ampliar um pouco o plantio.<br /><br />Levantamento - O primeiro levantamento sobre a inten&ccedil;&atilde;o de plantio de trigo feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, divulgado nesta segunda-feira (04), aponta para um crescimento de 6% na &aacute;rea plantada, passando de 778 mil hectares plantados no ano passado para 825 mil hectares que devem ser plantados este ano. Esse avan&ccedil;o ainda est&aacute; aqu&eacute;m da m&eacute;dia de plantio entre 2000 a 2009, que foi de 1,1 milh&atilde;o de hectares plantados com trigo no Paran&aacute;, informou o engenheiro agr&ocirc;nomo Carlos Hugo Godinho, do Deral.<br /><br />A Conab, em seu levantamento de mar&ccedil;o, estima a produ&ccedil;&atilde;o brasileira de trigo da safra 2012/13 em 4,3 milh&otilde;es de toneladas, 25,7% inferior ao apontado na safra 2011/12, que somou 5,778 mi/t. O total da &aacute;rea plantada est&aacute; estimado em 1,895 milh&atilde;o de hectares, 12,5% abaixo da temporada 2011/12, quando a &aacute;rea ficou em 2,166 milh&otilde;es de hectares.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Relatório do USDA faz milho e trigo subirem]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34635</link>
<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 12:05:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mesmo com poucas altera&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao cen&aacute;rio tra&ccedil;ado em fevereiro, o relat&oacute;rio de oferta e demanda de gr&atilde;os nos mercados americano e global divulgado sexta-feira pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) ofereceu sustenta&ccedil;&atilde;o &agrave;s cota&ccedil;&otilde;es de milho e trigo e abriu espa&ccedil;o para uma pequena queda da soja na bolsa de Chicago.<br /><br />No milho, a corre&ccedil;&atilde;o de maior impacto foi a amplia&ccedil;&atilde;o da demanda nos EUA nesta safra 2012/13 para 265,11 milh&otilde;es de toneladas, 1% a mais que o previsto no m&ecirc;s passado mas 5% abaixo de 2011/12. O USDA n&atilde;o alterou a proje&ccedil;&atilde;o para os estoques finais do pa&iacute;s, mas baixou os globais para 117,48 milh&otilde;es de toneladas, 0,5% menos que o estimado em fevereiro. Em Chicago, os contratos para maio subiram 12,25 centavos, para US$ 7,0350 por bushel.<br /><br />Esse salto teve efeitos positivos sobre as cota&ccedil;&otilde;es do trigo, que pode ser usado como alternativa ao milho em ra&ccedil;&otilde;es. Em Chicago, maio fechou a US$ 6,97 por bushel, ganho de 1,5 centavo, apesar de o USDA ter elevado em 3,7% sua previs&atilde;o para os estoques finais do cereal nos EUA para 19,5 milh&otilde;es de toneladas, ante 20,2 milh&otilde;es em 2011/12.<br /><br />No tabuleiro da soja, o USDA causou poucas surpresas. O Brasil segue na lideran&ccedil;a na produ&ccedil;&atilde;o e nas exporta&ccedil;&otilde;es do gr&atilde;o, mas a "disputa" com os EUA poder&aacute; ganhar novas cores caso a escassez de chuvas em &aacute;reas do Sul brasileiro se mantenha. Em Chicago houve queda de pre&ccedil;os.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Trigo: Preço no país se ajusta refletindo queda externa]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34620</link>
<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 10:18:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Marcado por baixa liquidez e vendas pontuais o mercado de trigo no pa&iacute;s parece estar voltando aos poucos &agrave; normalidade. A escassez do produto causada pela quebra da safra 2012/13 proporcionou uma situa&ccedil;&atilde;o at&iacute;pica de descolamento entre os pre&ccedil;os internos e externos do cereal. "Por outro lado, a manuten&ccedil;&atilde;o da tend&ecirc;ncia de queda do trigo no mercado internacional come&ccedil;a a refletir com mais intensidade no produto brasileiro, com isso reafirmamos a percep&ccedil;&atilde;o de que o valor do trigo no Brasil vai se ajustar aos praticados no exterior", salientou o analista da consultoria Safras &amp; Mercado Renan Magro.<br /><br />Em fevereiro, a atua&ccedil;&atilde;o dos compradores no mercado foi mais contida e, com isso, os pre&ccedil;os recuaram. Com a ind&uacute;stria operando "da m&atilde;o para a boca", isto &eacute;, comprando apenas o necess&aacute;rio para manter as suas opera&ccedil;&otilde;es dentro da normalidade os pre&ccedil;os do trigo nas regi&otilde;es produtoras recuaram.<br /><br />No Paran&aacute;, o pre&ccedil;o m&eacute;dio do trigo era de R$ 800,00/ton agora, ap&oacute;s as quedas, seu pre&ccedil;o &eacute; de R$ 760/ton, apontando uma queda de 5% no m&ecirc;s. Em outro grande estado produtor, o Rio Grande do Sul, o pre&ccedil;o do trigo passou de R$ 680/ton para R$ 640/ton, ou seja, 5,88% a menos. Apesar das sucessivas quedas, o pre&ccedil;o do trigo no pa&iacute;s ainda est&aacute; bem acima da sua m&eacute;dia hist&oacute;rica, assim comparando com o mesmo per&iacute;odo do ano passado o trigo est&aacute; valendo 60% a mais no Paran&aacute; e tem 50% de valoriza&ccedil;&atilde;o no Rio Grande do Sul.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[M. Dias Branco vê boas oportunidades nos segmentos de pães e chocolates]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34572</link>
<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 08:00:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Fabricante prepara-se para iniciar a produ&ccedil;&atilde;o de massa para bolos e estuda aquisi&ccedil;&otilde;es em outras &aacute;reas </em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /> <br /> <br /> Paralelamente ao seu plano de iniciar a produ&ccedil;&atilde;o de mistura para bolos e torradas, a M. Dias Branco, fabricante de biscoitos, massas e farinha, estuda entrar em novos mercados. &ldquo;Estamos atentos a oportunidades de aquisi&ccedil;&otilde;es. Os segmentos de barras de cereal, chocolates e p&atilde;es industrializados s&atilde;o bem interessantes&rdquo;, afirma &Aacute;lvaro Bandeira de Paula, diretor de rela&ccedil;&otilde;es com investidores da M. Dias Branco. <br /> <br /> A &uacute;ltima aquisi&ccedil;&atilde;o da companhia foi o Moinho Santa L&uacute;cia, em maio do ano passado. A empresa &eacute; especializada na moagem de trigo e tamb&eacute;m fabrica biscoitos e massas. Enquanto estuda poss&iacute;veis aquisi&ccedil;&otilde;es, a empresa procura umlugar para instalar sua f&aacute;brica de torradas. &ldquo;O in&iacute;cio da produ&ccedil;&atilde;o destes produtos deve ficar para 2014&rdquo;, afirma Bandeira. J&aacute; a fabrica&ccedil;&atilde;o de mistura para bolos come&ccedil;ar&aacute; este ano e ser&aacute; concentrada na unidade da Bahia. <br /> <br /> Os produtos lan&ccedil;ados pela companhia nos &uacute;ltimos dois anos representaram 4,6% das vendas totais de 2012. Este fato &ldquo;atesta a expectativa positiva quanto &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o deste percentual para os pr&oacute;ximos anos&rdquo;, informou a empresa em seu balan&ccedil;o financeiro. <br /> <br /> Em 2013, a companhia continuar&aacute; perseguindo seu plano de alcan&ccedil;ar 100% de verticaliza&ccedil;&atilde;o da farinha, sua principal mat&eacute;ria- prima. Para isto vai construir dois moinhos: um na sua f&aacute;brica de Recife e outro na unidade de Bento Gon&ccedil;alves. A companhia possui quatro moinhos no Nordeste, mas ainda n&atilde;o &eacute; autossuficiente na produ&ccedil;&atilde;o de farinha na regi&atilde;o. &ldquo;No Rio Grande do Sul tamb&eacute;m temos que comprar farinha de terceiros, j&aacute; que o moinho mais pr&oacute;ximo desta unidade fabril fica na Bahia&rdquo;, afirma Bandeira. <br /> <br /> Desempenho<br /> <br /> Em 2012, o lucro l&iacute;quido da companhia atingiu R$ 470,5 milh&otilde;es, alta de 28,4% na compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior. A receita l&iacute;quida do per&iacute;odo foi de R$ 3,5 bilh&otilde;es, aumento de 21,8%. No quarto trimestre de 2012, a fabricante fez um investimento de R$ 28,7 milh&otilde;es os quais foram destinados a amplia&ccedil;&atilde;o e moderniza&ccedil;&atilde;o de f&aacute;bricas. Considerando todo o ano, o desembolso foi de R$ 117,2 milh&otilde;es. Em 2013, a empresa informou em seu balan&ccedil;o que investir&aacute; um valor ainda maior, embora n&atilde;o revele o montante exato. <br /> <br /> A M. Dias Branco &eacute; l&iacute;der no mercado nacional de massas e biscoitos com participa&ccedil;&atilde;o de cerca de 26% em cada um dos segmentos. Atualmente, os biscoitos respondem por 54,8% da receita da companhia. As massas representam 22% do faturamento enquanto o segmento de farinha e farelo fica com 17,7% e o de margarinas e gorduras com 5,5%. <br /> <br /> Perspectivas<br /> <br /> Devido a alta do trigo verificada no ano passado, a companhia precisou repassar a alta dos custos para os pre&ccedil;os dos produtos na tentativa de preservar suas margens. Mas este ano, a companhia trabalha com uma expectativa de queda no pre&ccedil;o do trigo nos meses de maio e abril. &ldquo;A companhia continuar&aacute; com os esfor&ccedil;os para recomposi&ccedil;&atilde;o de suas margens, os quais contemplam uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es como expans&atilde;o de volume de vendas, melhoria de mix de produtos vendidos e administra&ccedil;&atilde;o dos repasses de custos a pre&ccedil;os&rdquo;, informou em seu balan&ccedil;o.<br /> <br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Área de plantio de trigo pode aumentar até 10%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34494</link>
<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 10:28:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Governo ga&uacute;cho libera R$ 250 milh&otilde;es para financiar lavouras de inverno<br /><br /><br />Produtores j&aacute; come&ccedil;am a projetar a expans&atilde;o da &aacute;rea de trigo com recursos extras que haver&aacute; para o cultivo. Na abertura da Expodireto Cotrijal, segunda-feira, em N&atilde;o-Me-Toque, o governo do Estado anunciou verba de R$ 250 milh&otilde;es para o financiamento das lavouras de inverno.<br /><br />Conforme estimativa da Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura do Estado (Farsul), o valor deve contribuir para um aumento de at&eacute; 10% na &aacute;rea de trigo neste ano. Assim, a lavoura poderia chegar a 1,1 milh&atilde;o de hectares. A entidade ainda projeta que no m&iacute;nimo R$ 150 milh&otilde;es sejam aplicados no trigo, principal cultura de inverno no Rio Grande do Sul.<br /><br />&ndash; Os cr&eacute;ditos s&atilde;o incentivos para que os produtores ampliem as &aacute;reas, de olho nos mercados nacional e internacional &ndash; afirma Hamilton Jardim, presidente da comiss&atilde;o do trigo da Farsul.<br /><br />Na avalia&ccedil;&atilde;o do economista da Federa&ccedil;&atilde;o das Cooperativas Agropecu&aacute;rias do Estado (Fecoagro) Tarc&iacute;sio Minetto, os recursos para as lavouras de inverno, ap&oacute;s uma boa safra de ver&atilde;o, abrem portas para que os produtores invistam cada vez mais em tecnologia.<br /><br />Recurso federal deve ser anunciado na sexta-feira<br /><br />Com o empr&eacute;stimo do Plano Safra de Inverno, os agricultores podem financiar o custeio e a comercializa&ccedil;&atilde;o das lavouras de canola, cevada, aveia, triticale, centeio e girassol. Pecu&aacute;ria e hortigranjeiros tamb&eacute;m s&atilde;o contemplados.<br /><br />Segundo o presidente do Banrisul, T&uacute;lio Zamin, o valor total &eacute; o dobro do oferecido na &uacute;ltima safra:<br /><br />&ndash; Este recurso j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel aos agricultores, que podem entrar em contato com o banco na Expodireto ou em qualquer ag&ecirc;ncia.<br /><br />No ano passado, de acordo com o Banrisul, foram financiados R$ 62,6 milh&otilde;es apenas para o custeio das lavouras de trigo.<br /><br />Na sexta-feira, outros R$ 250 milh&otilde;es em financiamentos foram anunciados pelo banco, para a comercializa&ccedil;&atilde;o da safra de milho. No total, s&atilde;o R$ 500 milh&otilde;es em recursos para os agricultores.<br /><br />Al&eacute;m da financiamento do Estado, os produtores aguardam o an&uacute;ncio dos valores do Plano Safra do governo federal para o inverno, que podem chegar a R$ 500 milh&otilde;es, segundo o secret&aacute;rio de Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola do Minist&eacute;rio da Agricultura, Neri Geller. O an&uacute;ncio deve ser feito na manh&atilde; de sexta-feira, &uacute;ltimo dia da Expodireto.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Clima nos EUA guia preços do trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34474</link>
<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 12:03:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A seca que devastou a produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os nos EUA em meados do ano passado e reduziu em pouco mais de 100 milh&otilde;es de toneladas as colheitas de soja e milho no pa&iacute;s na safra 2012/13 tamb&eacute;m afetou o trigo de inverno no pa&iacute;s. Plantado a partir de agosto, o cereal "herdou" um solo em geral ressequido - o que catapultou os pre&ccedil;os na bolsa de Chicago &agrave; casa dos US$ 9 j&aacute; em setembro -, mas o recente retorno da umidade ao cintur&atilde;o de produ&ccedil;&atilde;o americano j&aacute; tirou suporte dos pre&ccedil;os.<br /><br />Segundo Renan Gomes, da consultoria Safras &amp; Mercado, o clima nos EUA tem exercido efeito decisivo sobre os pre&ccedil;os internacionais do trigo desde dezembro. "Como o rumo dos pre&ccedil;os da commodity estava muito dependente das condi&ccedil;&otilde;es do tempo no pa&iacute;s, que &eacute; o maior exportador mundial, todos voltaram suas aten&ccedil;&otilde;es para l&aacute;". Mas chuvas e nevascas ganharam for&ccedil;a nos &uacute;ltimos 15 dias, o que esvaziou os pr&ecirc;mios de risco clim&aacute;tico sobre os pre&ccedil;os.<br /><br />Segundo a ag&ecirc;ncia Dow Jones Newswires, previs&otilde;es do Servi&ccedil;o Nacional de Meteorologia dos EUA indicam pouca probabilidade de chuvas nas Grandes Plan&iacute;cies dos EUA (onde se concentra a produ&ccedil;&atilde;o de trigo no pa&iacute;s) nos pr&oacute;ximos cinco dias, mas em um horizonte de seis a 14 dias as proje&ccedil;&otilde;es confirmam que h&aacute; chance de precipita&ccedil;&atilde;o acima da m&eacute;dia - o que n&atilde;o resolveria o problema, mas j&aacute; traria algum al&iacute;vio.<br /><br />Conforme Pedro Dejneka, da PHDerivativos Consultoria, os agentes de mercado chegaram a cogitar uma quebra de 20% na produ&ccedil;&atilde;o dos EUA caso a estiagem persistisse. "Mesmo com a volta da umidade, podemos ver uma produ&ccedil;&atilde;o entre 5% a 10% menor que a esperada inicialmente". No in&iacute;cio de fevereiro, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) previu a safra 2012/13 do pa&iacute;s em 61,7 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />Nesse contexto, Gomes, da Safras &amp; Mercado, diz que h&aacute; a possibilidade de a commodity recuar ao n&iacute;vel de US$ 6,50 por bushel no curto prazo em Chicago. Mas Dejneka ressalta que os fundos est&atilde;o com posi&ccedil;&otilde;es vendidas recorde, por isso o mercado estaria suscet&iacute;vel a um "rebote violento", sobretudo se n&atilde;o houver chuvas ou neve nas pr&oacute;ximas semanas nas regi&otilde;es produtoras dos EUA.<br /><br />"Os movimentos de alta podem ser tempor&aacute;rios ou pode haver uma retomada mais duradoura, caso se firme a demanda pelo trigo dos EUA e haja a confirma&ccedil;&atilde;o de uma safra menor que a esperada. Ainda vejo potencial para o cereal subir para US$ 7,50 a US$ 7,70 por bushel nos contratos de maio e julho", previu. Na sexta, maio fechou a US$ 7,2050 por bushel, em alta de 6 centavos.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Produtor de trigo deverá ter à disposição crédito de R$ 500 milhões]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34242</link>
<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 11:03:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Proposta do governo de incentivar cultivo do cereal busca repor estoques e abastecer ind&uacute;strias<br /><br /><br />Para ampliar a produ&ccedil;&atilde;o e garantir o abastecimento interno de trigo, o governo federal deve liberar R$ 500 milh&otilde;es de recursos para o plano safra das culturas de inverno. Os detalhes foram acertados nesta quinta-feira em reuni&atilde;o dos minist&eacute;rios da Agricultura e da Fazenda e, at&eacute; o dia 28, a proposta deve ser enviada para a aprova&ccedil;&atilde;o do Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN).<br /><br />Al&eacute;m do cr&eacute;dito, o governo promete refor&ccedil;ar o seguro agr&iacute;cola, que deve ter recurso entre R$ 80 milh&otilde;es e R$ 90 milh&otilde;es, alterar o zoneamento para o trigo, ampliando o tempo de plantio, e reajustar entre 6% e 9% o pre&ccedil;o m&iacute;nimo da cultura, que hoje &eacute; de R$ 501 por tonelada para o tipo 1 da variedade p&atilde;o. Secret&aacute;rio de pol&iacute;tica agr&iacute;cola do Minist&eacute;rio da Agricultura, Neri Geller ainda n&atilde;o sabe estimar quanto da verba ser&aacute; destinada para o Rio Grande do Sul, mas informa que a maior parte ser&aacute; dividida entre ga&uacute;chos e paranaenses. A preocupa&ccedil;&atilde;o maior &eacute; garantir mat&eacute;ria-prima &agrave;s ind&uacute;strias depois da quebra na safra passada do cereal. No Estado, conforme a Emater, a perda chegou a 31% por causa de problemas clim&aacute;ticos.<br /><br />Produtores reivindicam reajuste do pre&ccedil;o m&iacute;nimo<br /><br />Os preju&iacute;zos devem for&ccedil;ar os moinhos a buscar o produto em outros mercados, como os Estados Unidos, j&aacute; que a Argentina, principal parceiro do Brasil, tamb&eacute;m sofreu com o clima.<br /><br />&ndash; Com esse volume de recursos mais alto, queremos estimular a produ&ccedil;&atilde;o de trigo para repor estoques. Essas medidas servem para trazermos renda ao produtor e, ao mesmo tempo, controlar a infla&ccedil;&atilde;o, evitando o aumento excessivo do pre&ccedil;o do p&atilde;o e produtos que dependem do cereal &ndash; explica Geller.<br /><br />Para o setor produtivo, se o pacote &eacute; bom ou n&atilde;o depender&aacute; de levantamentos que ser&atilde;o finalizados at&eacute; 28 de fevereiro pelos produtores ga&uacute;chos e paranaenses sobre inten&ccedil;&atilde;o de plantio e custos de produ&ccedil;&atilde;o das lavouras e que ser&atilde;o apresentados na reuni&atilde;o da C&acirc;mara Setorial das Culturas de Inverno, em Bras&iacute;lia. O primeiro conflito ser&aacute; o reajuste do pre&ccedil;o m&iacute;nimo do trigo. O setor pede eleva&ccedil;&atilde;o de cerca de 15%, fechando a R$ 576 a tonelada do produto.<br /><br />&ndash; S&oacute; aqui no Rio Grande do Sul temos uma pr&eacute;via de inten&ccedil;&atilde;o de plantio pr&oacute;xima de um milh&atilde;o de hectares. Precisamos ver o que os paranaenses pretendem para esta safra, mas a tend&ecirc;ncia &eacute; aumentar a &aacute;rea tamb&eacute;m. Se isto ocorrer, os R$ 500 milh&otilde;es ser&atilde;o poucos &ndash; avalia o presidente da Comiss&atilde;o de Trigo da Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Hamilton Jardim.<br /><br />Na safra passada, o valor total oferecido para as culturas de inverno foi de R$ 430 milh&otilde;es. O governo do Estado tamb&eacute;m est&aacute; formulando um plano de incentivo &agrave;s culturas de inverno.<br /><br />O plano<br /><br />Cr&eacute;dito: O valor que deve ser liberado pelo governo federal &eacute; de R$ 500 milh&otilde;es para as culturas de inverno, aumento de 16% ante R$ 430 milh&otilde;es da safra passada.<br /><br />Seguro: a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; de que a subven&ccedil;&atilde;o para o seguro agr&iacute;cola chegue a at&eacute; R$ 90 milh&otilde;es.<br /><br />Zoneamento agr&iacute;cola: a proposta do governo federal &eacute; ampliar o per&iacute;odo de plantio, mas ainda n&atilde;o h&aacute; defini&ccedil;&atilde;o sobre o novo prazo.<br /><br />Pre&ccedil;o m&iacute;nimo: deve ter reajuste entre 6% a 9%. Com isso, pode chegar a R$ 546 a tonelada para o tipo 1 da variedade p&atilde;o. O valor atual &eacute; de R$ 501 a tonelada.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Acordo estabelece critérios fitossanitários para importação de trigo da Rússia]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34227</link>
<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 12:42:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Objetivo do governo brasileiro &eacute; minimizar risco de desabastecimento no mercado interno<br /><br /><br />Os governos do Brasil e da R&uacute;ssia definiram nesta quarta-feira os crit&eacute;rios fitossanit&aacute;rios que v&atilde;o garantir a libera&ccedil;&atilde;o da venda do trigo russo no mercado brasileiro. O acordo foi assinado pelas autoridades dos dois pa&iacute;ses durante a 4&ordf; Comiss&atilde;o Brasileiro-Russa de Alto N&iacute;vel, que ocorre em Bras&iacute;lia.<br /><br />A expectativa das autoridades brasileiras &eacute; que, com a entrada do produto russo, seja poss&iacute;vel minimizar o risco de desabastecimento no mercado dom&eacute;stico, com a quebra de safra da produ&ccedil;&atilde;o brasileira.<br /><br />Para garantir a seguran&ccedil;a do produto importado, o governo russo ter&aacute; de emitir uma esp&eacute;cie de certificado do trigo que estiver dentro das normas fitossanit&aacute;rias, assegurando que todos os crit&eacute;rios tenham sido seguidos.<br /><br />As autoridades dos dois pa&iacute;ses tamb&eacute;m discutiram a possibilidade de fornecimento de farelo de soja brasileiro para a R&uacute;ssia, mas os detalhes desse acordo ainda n&atilde;o foram divulgados.<br /><br />Durante o encontro liderado pelo vice-presidente da Rep&uacute;blica, Michel Temer, e pelo primeiro-ministro da R&uacute;ssia, Dmitri Medvedev, negociadores dos dois pa&iacute;ses tamb&eacute;m conseguiram acordar entendimentos em outras &aacute;reas. A R&uacute;ssia ser&aacute; inclu&iacute;da no programa brasileiro Ci&ecirc;ncia sem Fronteiras, o que vai aumentar o leque de possibilidades para os estudantes brasileiros que poder&atilde;o participar de cursos de gradua&ccedil;&atilde;o, doutorado e p&oacute;s-doutorado em institui&ccedil;&otilde;es russas.<br /><br />Os representantes dos dois pa&iacute;ses tamb&eacute;m decidiram que v&atilde;o compartilhar informa&ccedil;&otilde;es sobre pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para o desenvolvimento de pequenas e m&eacute;dias empresas e para garantir que esses neg&oacute;cios tenham acesso a estudos e pesquisas de aperfei&ccedil;oamento.<br /><br />&nbsp;&nbsp; <br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS<br /><br /><br /><br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Trigo ganha competitividade, diz Cepea]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34143</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 12:21:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O trigo voltou a ser competitivo em rela&ccedil;&atilde;o ao milho nos &uacute;ltimos meses em importantes pra&ccedil;as do Sul do pa&iacute;s, de acordo com c&aacute;lculos do Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), e, consequentemente, sua produ&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ser maior que a inicialmente prevista na regi&atilde;o na temporada de inverno desta safra 2012/13.<br /><br />Levando em conta os custos m&eacute;dios dos insumos utilizados nas lavouras e as m&eacute;dias de pre&ccedil;os dos cereais nos meses de novembro, dezembro e janeiro, o Cepea constatou vantagens do trigo em rela&ccedil;&atilde;o ao milho safrinha tanto em &aacute;reas em "disputa" entre esses cultivos tanto no norte do Paran&aacute; quanto em Passo Fundo, no norte do Rio Grande do Sul.<br /><br />No norte paranaense, onde a produtividade m&eacute;dia considerada para o trigo foi de 41,32 sacas de 60 quilos por hectare, o custo operacional, incluindo todos os desembolsos da safra, foi calculado em R$ 25,89 por saca, o que proporcionaria uma rentabilidade de 38,5%, conforme o Cepea.<br /><br />Para o milho safrinha semeado na mesma &aacute;rea, o Cepea estimou a produtividade m&eacute;dia em R$ 74,38 sacas de 60 quilos por hectare e o custo operacional, em R$ 22,71 por saca, e a equa&ccedil;&atilde;o resultou em rentabilidade de 15,3%.<br /><br />No quadro de Passo Fundo, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; parecida. Com uma produtividade m&eacute;dia calculada em 52 sacas por hectare e custo operacional de R$ 26,57, a rentabilidade do trigo chegaria a 17,3% e tamb&eacute;m deixaria a do "rival" para tr&aacute;s.<br /><br />Computados os custos totais, incluindo terras, o Cepea informou que "o cultivo de trigo em Passo Fundo geraria receita praticamente igual ao custo, com rentabilidade praticamente nula. No norte do Paran&aacute;, no entanto, a rentabilidade do trigo seria positiva em quase 23%, enquanto a do milho se limitaria a 5%".<br /><br />Em comunicado, o centro de estudos da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" afirmou que seus pesquisadores preveem que o trigo vai se manter vantajoso em rela&ccedil;&atilde;o ao milho safrinha apesar da decis&atilde;o do governo federal de facilitar suas importa&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Para isso, foi suspensa no in&iacute;cio deste m&ecirc;s a Tarifa Externa Comum (TEC) de 10% para a importa&ccedil;&atilde;o de 1 milh&atilde;o de toneladas do cereal de fora do Mercosul para desembarque entre 1&ordm; de abril e 31 de julho.<br /><br />Em larga medida, a decis&atilde;o foi tomada para compensar a menor disponibilidade de trigo da Argentina, tradicional fornecedor do Brasil nesse mercado e que tende a produzir menos este ano.<br /><br />Nas estimativas de safra que divulgou no in&iacute;cio deste m&ecirc;s, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projetou a produ&ccedil;&atilde;o brasileira de trigo em 4,3 milh&otilde;es de toneladas em 2012/13, quase 26% menos que em 2011/12.<br /><br />As importa&ccedil;&otilde;es do produto, por sua vez, foram previstas em 7 milh&otilde;es de toneladas, praticamente 1 milh&atilde;o de toneladas a mais em igual compara&ccedil;&atilde;o e maior volume das &uacute;ltimas safras.<br /><br />Para a segunda safra de milho, a Conab previu a produ&ccedil;&atilde;o brasileira em 2012/13 em 40,9 milh&otilde;es de toneladas, 4,6% mais que em 2011/12 e volume superior ao previsto para a temporada de ver&atilde;o, que est&aacute; sendo colhida - colaborando para a queda dos pre&ccedil;os em janeiro e favorecendo o trigo - e dever&aacute; render 35,1 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pão francês chega a custar quase R$ 12 em BH]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34138</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 12:13:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Levantamento do Procon revela que o pre&ccedil;o m&eacute;dio na capital &eacute; de R$ 9,25. Na Regi&atilde;o Centro-Sul e Oeste, um quilo do produto pode ser encontrado por R$ 11,90<br /><br /><br />O pre&ccedil;o do quilo do p&atilde;ozinho franc&ecirc;s est&aacute; custando quase R$ 12 em algumas padarias de Belo Horizonte. O pre&ccedil;o &eacute; mais alto do que muita carne. Para se ter ideia, a&ccedil;ougues da capital negociam o quilo do ac&eacute;m a R$ 10,13 e da fraudinha a R$ 11,19, segundo pesquisa realizada pelo Procon da Assembleia. Quando comparado com a mesma quantidade das carnes su&iacute;nas ou de aves, a diferen&ccedil;a fica ainda maior. O pre&ccedil;o m&eacute;dio dos cortes su&iacute;nos n&atilde;o ultrapassam R$ 11,71, com excess&atilde;o da lingui&ccedil;a de lombo (R$ 12,59 kg) e o lombo (R$ 11,98 kg). Nas aves, o pre&ccedil;o m&eacute;dio varia de R$ R$ 12,07 (corac&atilde;o) a R$ 4,01 (frango resfriado). <br /><br />Em 35 padarias da capital, o pre&ccedil;o m&eacute;dio do quilo do p&atilde;o franc&ecirc;s foi de R$ 9,25 em fevereiro, contra R$ 9,10 em janeiro, varia&ccedil;&atilde;o de 1,70%. Em dois estabelecimentos da Regi&atilde;o Oeste e Centro-Sul, o quilo do produto sai por R$ 11,90 - o valor mais caro encontrado pelos pesquisadores. J&aacute; o quilo mais barato &eacute; vendido por R$ 6,40 em uma padaria no Barreiro, diferen&ccedil;a de R$ 5,50 (85,94%) no quilo de um mesmo produto. A pesquisa tamb&eacute;m constatou aumento de 1,22% no pre&ccedil;o m&eacute;dio do p&atilde;o franc&ecirc;s, sendo que, o maior aumento (3,7%) foi registrado na regi&atilde;o Nordeste e o menor (1%) na regi&atilde;o Leste.<br /><br />Segundo o Sindicato da Ind&uacute;stria da Panifica&ccedil;&atilde;o de Minas Gerais (Amip&atilde;o), a alta nos pre&ccedil;os j&aacute; era esperada desde o ano passado devido a entraves nos acordos econ&ocirc;micos entre Brasil - principal comprador do cereal - e a Argentina, segundo o Sindicato da Ind&uacute;stria da Panifica&ccedil;&atilde;o de Minas Gerais (Amip&atilde;o).Al&eacute;m disso, o Brasil encerrou o ano com uma safra menor que a de 2011 em fun&ccedil;&atilde;o da redu&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea plantada e das chuvas. &ldquo;Esses entraves j&aacute; impactam os pre&ccedil;os do produto no Brasil, at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s, muitos empres&aacute;rios do setor compravam o quilo da farinha de trigo a R$ 58, sendo que o pre&ccedil;o saltou para R$ 120&rdquo;, disse a agente de relacionamento do sindicato, Paula Santos. Em rela&ccedil;&atilde;o a disparidade de pre&ccedil;os do p&atilde;o de sal, a entidade informou que cada empresa tem um custo e gasto diferente.<br /><br />Demais produtos<br /><br />O pre&ccedil;o m&eacute;dio de produtos vendidos nas padarias tamb&eacute;m subiram (1,91%) em fevereiro, em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s anterior. Nos estabelecimentos da regi&atilde;o Noroeste de Belo Horizonte, foi registrada a maior varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os, sendo 7,31%. J&aacute; a menor varia&ccedil;&atilde;o foi observada nas padarias do Barreiro, representando um acr&eacute;scimo de 0,95% nos pre&ccedil;os m&eacute;dios. J&aacute; nas Regi&otilde;es Centro-Sul, Oeste e Nordeste de Belo Horizonte foram constatadas redu&ccedil;&otilde;es nos pre&ccedil;os m&eacute;dios dos produtos comercializados de 0,46%; 0,92%; e 2,2%, respectivamente.<br /><br />O presunto de peru Sadia (7,1%), o peito de peru defumado Sadia (4,2%), o requeij&atilde;o Itamb&eacute; (4,2%), a mortadela Bologna comum Sadia (3,6%) e a mu&ccedil;arela DM (2,9%) foram os produtos que apresentaram maior aumento no pre&ccedil;o m&eacute;dio. O p&atilde;o de forma Seven Boys (3%) e o p&atilde;o sovado (2,3%) foram os produtos que sofreram maior redu&ccedil;&atilde;o nos pre&ccedil;os m&eacute;dios. Confira a pesquisa completa.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Trigo é mais atraente que milho da safrinha]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34129</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 11:11:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O trigo volta a ser economicamente competitivo frente ao milho, conforme c&aacute;lculos do Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Depois de ter perdido &aacute;rea para os milharais -ou, pelo menos, ter tido sua expans&atilde;o tolhida- nas &uacute;ltimas safras, o trigo proporciona remunera&ccedil;&atilde;o suficiente para que o produtor opte por esta cultura na safra de inverno. Pesquisadores acreditam que o gr&atilde;o se manter&aacute; vantajoso mesmo com a suspens&atilde;o dos 10% da Tarifa Externa Comum (TEC) concedida pelo governo brasileiro no in&iacute;cio de fevereiro &agrave; importa&ccedil;&atilde;o de 1 milh&atilde;o de toneladas de fora do Mercosul a aportarem no Pa&iacute;s entre 1&deg; de abril e 31 de julho.<br /><br />Para calcular a competitividade do milho e do trigo na safra de inverno que come&ccedil;a a ser cultivada, pesquisadores selecionaram a regi&atilde;o norte do Paran&aacute; e o Munic&iacute;pio de Passo Fundo (RS). Os pre&ccedil;os de insumos e os valores de venda da produ&ccedil;&atilde;o considerados representam as m&eacute;dias de novembro e dezembro de 2012 e janeiro de 2013 nas respectivas regi&otilde;es. Os coeficientes t&eacute;cnicos (doses de insumos e produtividade) considerados se baseiam nos levantamentos da equipe de pesquisa junto a produtores e consultores das localidades referentes &agrave; safra de 2011/2012.<br /><br />Em Passo Fundo, considerando-se a produtividade de 52 sacas de trigo por hectare, o custo operacional (que representa todos os desembolsos da safra) deste cereal seria de R$ 26,57 por saca de 60 quilos (kg), o que proporcionaria rentabilidade de 17,3% sobre o pre&ccedil;o m&eacute;dio observado nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses (novembro a janeiro), de R$ 31,17 por saca.<br /><br />Na regi&atilde;o norte do Paran&aacute;, com produtividade m&eacute;dia de 41,32 sacas por hectare, o custo operacional do trigo seria de R$ 25,89 por saca. Tomando-se como base o pre&ccedil;o m&eacute;dio de R$ 35,86 a saca de 60 kg, a rentabilidade do trigo paranaense seria de 38,5%. O milho de segunda safra, por sua vez, na regi&atilde;o norte do Paran&aacute;, teria custo de R$ 22,71 a saca de 60 kg, para uma produtividade de 74,38 por saca por hectare (ha). Com pre&ccedil;o m&eacute;dio de R$ 26,18 a saca de 60 kg, a rentabilidade seria 15,3%.<br /><br />J&aacute; ao serem analisados os custos totais, o cultivo de trigo em Passo Fundo geraria receita praticamente igual ao custo, com rentabilidade praticamente nula. No norte do Paran&aacute;, no entanto, a rentabilidade do trigo seria positiva em quase 23%, enquanto a do milho se limitaria a 5%.<br /><br />Al&eacute;m disso, as cota&ccedil;&otilde;es do trigo no mercado de balc&atilde;o (recebidas pelo produtor) est&atilde;o em alta, e as do milho, enfraquecidas com a entrada da safra de ver&atilde;o. A m&eacute;dia do trigo em janeiro no norte do Paran&aacute; foi de R$ 38,23 a saca, e, na parcial de fevereiro, est&aacute; a R$ 40,23. J&aacute; o milho, na mesma regi&atilde;o, passou de R$ 25,59 para R$ 25,24, o que deixaria a competitividade do trigo ainda maior do que o identificado nos c&aacute;lculos.<br /><br />Na avalia&ccedil;&atilde;o de pesquisadores do Cepea, se a TEC for liberada para apenas 1 milh&atilde;o de toneladas e, ao mesmo tempo, houver aumentos nos pre&ccedil;os m&iacute;nimos do cereal, h&aacute; boas chances de que a &aacute;rea de trigo brasileira pelo menos n&atilde;o diminua.<br /><br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Brasil se abre a trigo russo e espera vender soja]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34121</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 09:32:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&Agrave;s v&eacute;speras da chegada do primeiro-ministro da R&uacute;ssia, Dmitri Medvedev, ao Brasil, os t&eacute;cnicos do Minist&eacute;rio da Agricultura j&aacute; informaram aos russos que ser&aacute; liberada a importa&ccedil;&atilde;o de trigo daquele pa&iacute;s. &Eacute; grande a expectativa, no governo brasileiro, de que sejam assinados importantes acordos sobre com&eacute;rcio e compra de armamentos para a defesa. Reuni&atilde;o t&eacute;cnica bilateral acertou ontem os &uacute;ltimos detalhes para liberar a importa&ccedil;&atilde;o de trigo russo no Brasil e eliminar barreiras &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o de soja em gr&atilde;o e farelo para a R&uacute;ssia.<br /><br />Ainda n&atilde;o h&aacute; garantia dos russos que, como esperam os brasileiros, seja aumentado o n&uacute;mero de frigor&iacute;ficos autorizados a vender carne su&iacute;na ao mercado daquele pa&iacute;s - espera-se que, amanh&atilde;, com as reuni&otilde;es do grupo de alto n&iacute;vel bilateral, Medvedev anuncie o credenciamento dos frigor&iacute;ficos, no Rio Grande do Sul, Paran&aacute; e Mato Grosso. Hoje, apenas quatro frigor&iacute;ficos que exportam su&iacute;nos t&ecirc;m autoriza&ccedil;&atilde;o para vender &agrave; R&uacute;ssia, e eles j&aacute; operam em capacidade m&aacute;xima. Os protocolos de libera&ccedil;&atilde;o da importa&ccedil;&atilde;o de trigo russo no Brasil e de soja em gr&atilde;o e farelo na R&uacute;ssia j&aacute; est&atilde;o prontos para assinatura. No caso russo, dependem de decis&atilde;o final do Minist&eacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores local.<br /><br />A soja em gr&atilde;o &eacute; o nono produto mais exportado pelo Brasil &agrave; R&uacute;ssia. A libera&ccedil;&atilde;o da entrada do trigo da R&uacute;ssia n&atilde;o ter&aacute; efeito neste ano, porque a seca eliminou excedentes export&aacute;veis naquele pa&iacute;s. A R&uacute;ssia n&atilde;o poder&aacute; se aproveitar, portanto, da suspens&atilde;o tempor&aacute;ria da tarifa de importa&ccedil;&atilde;o de trigo decidida neste m&ecirc;s pela C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Exterior.<br /><br />Durante a visita de Medvedev, deve ser anunciada tamb&eacute;m a decis&atilde;o brasileira de comprar equipamentos de defesa antia&eacute;rea de fabrica&ccedil;&atilde;o russa, uma aquisi&ccedil;&atilde;o j&aacute; negociada pelo Minist&eacute;rio da Defesa no come&ccedil;o do ano, ap&oacute;s a concord&acirc;ncia russa em transferir tecnologia e fabricar, no Brasil, parte dos componentes do sistema de defesa antia&eacute;rea a ser montado. N&atilde;o h&aacute;, ainda, decis&atilde;o final por parte da presidente Dilma Rousseff, que, no entanto, deu sinal verde &agrave;s negocia&ccedil;&otilde;es sobre a compra, feitas em janeiro, cerca de um m&ecirc;s depois da visita dela a Moscou.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /><br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Indústria paga mais caro por trigo dos Estados Unidos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34116</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 09:26:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Safra ruim na Argentina faz com que moinhos importem cereal americano e repassem custos ao varejo<br /><br /><br />A industria brasileira processadora de trigo vive um per&iacute;odo delicado. A safra reduzida do cereal na Argentina &mdash; principal exportador do produto para o Brasil &mdash; nem de longe atendeu &agrave; demanda dos moinhos. A solu&ccedil;&atilde;o foi colocar um plano B em a&ccedil;&atilde;o e importar o produto dos Estados Unidos, o que pode custar cerca de US$ 100 milh&otilde;es a mais, uma vez que o pre&ccedil;o da tonelada do trigo americano para as empresas pode ser entre US$ 10 e US$ 30 mais caro em compara&ccedil;&atilde;o ao Argentino, segundo Marcos Pereira, gerente nacional de vendas da Nita. &ldquo;Noventa por cento dos moinhos ter&atilde;o que comprar trigo dos americanos neste ano&rdquo;, diz. <br /><br />O executivo n&atilde;o revela se a companhia Nita j&aacute; fez ou vai fazer importa&ccedil;&otilde;es do trigo norte-americano, por quest&otilde;es estrat&eacute;gicas, mas explica que a seca que assolou as lavouras norte-americanas em 2012 tamb&eacute;m ajudou a ampliar os pre&ccedil;os. <br /><br />O estrago poderia ser maior caso o real estivesse valorizado e o governo federal n&atilde;o tivesse derrubado a Tarifa Externa Comum (TEC) por quatro meses. Sem ela, os empres&aacute;rios brasileiros podem importar o cereal em pa&iacute;ses de fora do Mercosul, sem ter que arcar com o imposto. <br /><br />Tradicionalmente, a ind&uacute;stria brasileira importa trigo dos pa&iacute;ses do Mercosul, mas a safra argentina menor, somada &agrave;s quest&otilde;es pol&iacute;ticas daquele pa&iacute;s vem dificultando a rela&ccedil;&atilde;o comercial. Al&eacute;m disso, a produ&ccedil;&atilde;o de Paraguai e Uruguai &eacute; insuficiente para atender &agrave; demanda. &ldquo;Algumas empresas possuem estoques mais longos e devem esperar um pouco para fazer as compras externas&rdquo;, diz Pereira. <br /><br />O Brasil &eacute; um dos maiores importadores mundiais do cereal, j&aacute; que produz apenas 50% do que demanda. Em 2012, o Brasil produziu 5,7 milh&otilde;es de toneladas e importou 6,5 milh&otilde;es de toneladas de trigo, sendo 5 milh&otilde;es da Argentina. <br /><br />A Moinho Globo afirmou em nota que com estoques bem abastecidos, n&atilde;o pretende recorrer ao mercado norte-americano ou canadense. &ldquo;Contamos com estoque e o restante da demanda ser&aacute; suprida com importa&ccedil;&atilde;o de pa&iacute;ses do Mercosul, especialmente Uruguai e Paraguai&rdquo;, afirmou Rui Marcos de Souza, gerente de suprimentos da empresa. <br /><br />A reportagem de Brasil Econ&ocirc;mico procurou algumas empresas do setor, mas at&eacute; o fechamento da edi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o conseguiu retorno. A Bunge, que mant&eacute;m nove moinhos no Brasil, e no ano passado anunciou investimentos de US$ 350 milh&otilde;es em tr&ecirc;s novos moinhos para aumentar a participa&ccedil;&atilde;o dos derivados de trigo no total de neg&oacute;cios do grupo no Brasil, preferiu n&atilde;o se manifestar sobre o assunto. O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Trigo (Abitrigo), S&eacute;rgio Amaral, n&atilde;o pode conceder entrevista. <br /><br />Segundo Pereira, ao menos at&eacute; setembro, o pre&ccedil;o da commodity dever&aacute; permanecer em alta. &ldquo;S&oacute; depois disso, com a pr&eacute;via da safra argentina e os resultados das safras do hemisf&eacute;rio norte &eacute; que teremos alguma perspectiva se os pre&ccedil;os ir&atilde;o recuar.&rdquo; At&eacute; l&aacute;, com o repasse dos altos custos de produ&ccedil;&atilde;o ao varejo, o consumidor j&aacute; paga mais caro n&atilde;o s&oacute; pela farinha de trigo, mas tamb&eacute;m por todos os seus derivados, como bolos, biscoitos e at&eacute; o p&atilde;o franc&ecirc;s.<br /><br /><br />Cereal em alta reduziu consumo em 2008<br /><br />A alta dos pre&ccedil;os do trigo, causadas pela queda na produ&ccedil;&atilde;o argentina e aumento da demanda surtiu efeito nos pre&ccedil;os do varejo e no consumo de massas e cereais. A not&iacute;cia parece repetida, mas n&atilde;o &eacute;. <br /><br />Em 2008, n&atilde;o s&oacute; no Brasil mas em outros pa&iacute;ses, o reajuste dos pre&ccedil;os causou retra&ccedil;&atilde;o no consumo. Na It&aacute;lia, as vendas de macarr&atilde;o e p&atilde;o ca&iacute;ram naquela &eacute;poca, por causa dos altos pre&ccedil;os repassados ao consumidor. <br /><br />Para Marcos Pereira, gerente nacional de vendas da Nita, o cen&aacute;rio para este ano no Brasil s&oacute; n&atilde;o ser&aacute; pior que o verificado h&aacute; cinco anos, porque desta vez, o c&acirc;mbio est&aacute; desvalorizado. &ldquo;De l&aacute; pra c&aacute;, houve retra&ccedil;&atilde;o de mais ou menos 25% no valor do real&rdquo;, diz. <br /><br />Naquele per&iacute;odo, as recorrentes quedas na cota&ccedil;&atilde;o da moeda norte-americana davam ainda mais for&ccedil;a para que as commodities se valorizassem no mercado nacional e internacional. No primeiro bimestre de 2008, a ind&uacute;stria brasileira pagou aproximadamente 53% a mais na tonelada do trigo em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2007. J&aacute; o p&atilde;o franc&ecirc;s teve aumento de 20% no pre&ccedil;o em um ano. Os reajustes foram t&atilde;o significativos que chegaram a ter efeito sobre a infla&ccedil;&atilde;o brasileira.<br /><br />&nbsp;<br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Preço da farinha dobrou no último ano]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=34014</link>
<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 09:46:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p><img title="Farinha" src="/img/impar/3/3/3393.jpg" border="0" alt="" width="750" height="458" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ve&iacute;culo: O Liberal - PA</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Importação de trigo é facilitada]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33898</link>
<pubDate>Thu, 07 Feb 2013 08:53:38 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Minas dever&aacute; produzir cerca de 120 mil toneladas de trigo ao longo deste ano<br /><br /><br /><br />A decis&atilde;o do governo federal em suspender por quatro meses a cobran&ccedil;a de Imposto de Importa&ccedil;&atilde;o (II) de at&eacute; 1 milh&atilde;o de toneladas de trigo produzido em pa&iacute;ses fora do Mercosul n&atilde;o impactar&aacute; na decis&atilde;o dos produtores mineiros em investir na cultura ao longo da pr&oacute;xima safra. De acordo com os representantes do setor, a medida tem como objetivo garantir o abastecimento do mercado interno no per&iacute;odo de entressafra da produ&ccedil;&atilde;o brasileira.<br /><br />Conforme dados do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio (Mdic), a C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Exterior (Camex) decidiu reduzir temporariamente o Imposto de Importa&ccedil;&atilde;o do trigo em gr&atilde;o. A al&iacute;quota do produto foi alterada de 10% para 0%, no per&iacute;odo de 1&ordm; de abril a 31 de julho deste ano, com cota de 1 milh&atilde;o de toneladas.<br /><br />O produto foi inclu&iacute;do na Lista de Exce&ccedil;&atilde;o da Tarifa Externa Comum (Letec). A medida foi aprovada em fun&ccedil;&atilde;o da quebra de safra na Argentina, principal fornecedor de trigo para o Brasil. O objetivo &eacute; garantir o abastecimento interno e evitar press&otilde;es inflacion&aacute;rias.<br /><br />Segundo o coordenador do Programa de Desenvolvimento da Competitividade da Cadeia Produtiva do Trigo (Comtrigo), da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Seapa), Lindomar Ant&ocirc;nio Lopes, mesmo com a isen&ccedil;&atilde;o do imposto, a produ&ccedil;&atilde;o brasileira do cereal n&atilde;o dever&aacute; sofrer altera&ccedil;&otilde;es negativas. Isso acontecer&aacute; pela produ&ccedil;&atilde;o local ser suficiente apenas para atender 50% da demanda por trigo, sendo o restante importado de outros pa&iacute;ses.<br /><br />"A previs&atilde;o &eacute; que a produ&ccedil;&atilde;o no Sul do pa&iacute;s seja reduzida em cerca de 1 milh&atilde;o de toneladas, dessa forma a depend&ecirc;ncia do Brasil pelo trigo importado que j&aacute; era grande ficar&aacute; ainda maior. Outro problema que incentivou a isen&ccedil;&atilde;o do imposto &eacute; a queda da qualidade e da quantidade de trigo argentino, principal fornecedor do cereal", avalia.<br /><br />Demanda - Para o presidente do Moinhos Vera Cruz, Jacques Berliner, a isen&ccedil;&atilde;o do imposto do trigo n&atilde;o ir&aacute; interferir nos rumos do mercado. Isso ocorrer&aacute; pelo fato de a demanda estar mais concentrada no Norte e Nordeste do pa&iacute;s, locais mais afastados das &aacute;reas de produ&ccedil;&atilde;o do trigo e que dever&atilde;o importar maior volume.<br /><br />"O trigo argentino disponibilizado para as importa&ccedil;&otilde;es est&aacute; com a qualidade e o volume inferiores ao necess&aacute;rio para abastecer os moinhos brasileiros. A medida deve abrir espa&ccedil;o para a produ&ccedil;&atilde;o dos Estados Unidos, que com o imposto teria um pre&ccedil;o muito maior para entrar no mercado brasileiro. Como a demanda &eacute; grande, o volume de importa&ccedil;&atilde;o &eacute; limitado e a medida vale apenas at&eacute; julho, per&iacute;odo em que a produ&ccedil;&atilde;o brasileira ainda n&atilde;o est&aacute; no pico de colheita, acredito que os pre&ccedil;os pagos pelo gr&atilde;o continuar&atilde;o valorizados, incentivando assim a produ&ccedil;&atilde;o", ressalta.<br /><br />Para o coordenador do Comtrigo, a redu&ccedil;&atilde;o da oferta de trigo na Argentina e o receio de faltar produto no mercado brasileiro servem de alerta para o governo brasileiro. Isso pelo alto potencial que o pa&iacute;s possui para produzir o cereal, por&eacute;m n&atilde;o existe incentivo para ampliar o volume.<br /><br />"O pa&iacute;s precisa incentivar a produ&ccedil;&atilde;o de trigo, j&aacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es concretas de ampliar a &aacute;rea plantada e nos tornarmos autossuficientes. A regi&atilde;o central do pa&iacute;s, incluindo Minas Gerais, Goi&aacute;s, Distrito Federal e Mato Grosso tem condi&ccedil;&otilde;es de abrigar o gr&atilde;o tropical, que possui qualidade e produtividade superior &agrave; registrada no Sul do pa&iacute;s", diz.<br /><br />De acordo com a Seapa, Minas Gerais dever&aacute; produzir cerca de 120 mil toneladas de trigo ao longo deste ano. A safra mineira al&eacute;m de ter qualidade superior, apresenta produtividade de 4,5 a cinco toneladas por hectares, enquanto no Sul do pa&iacute;s a m&eacute;dia &eacute; de duas toneladas por hectare. Outra vantagem &eacute; que o trigo mineiro chega ao mercado cerca de 60 dias antes da produ&ccedil;&atilde;o do Sul do Brasil, garantindo ao produtor pre&ccedil;os mais elevados.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Trigo fica isento de imposto por quatro meses]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33887</link>
<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 12:56:33 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O governo decidiu ontem interromper por quatro meses a cobran&ccedil;a de imposto para a importa&ccedil;&atilde;o de at&eacute; 1 milh&atilde;o de toneladas de trigo produzido em pa&iacute;ses fora do Mercosul. A medida, aprovada pela C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Exterior (Camex), deve contribuir para amenizar a infla&ccedil;&atilde;o neste in&iacute;cio de ano.<br /><br />"O governo est&aacute; atento ao impacto em rela&ccedil;&atilde;o aos pre&ccedil;os recebidos pelos produtores brasileiros e tamb&eacute;m ao impacto da mat&eacute;ria-prima no &iacute;ndice inflacion&aacute;rio", disse o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, que participou da reuni&atilde;o da Camex.<br /><br />De abril a julho deste ano, o trigo comprado em pa&iacute;ses de fora do Mercosul ficar&aacute; isento da cobran&ccedil;a da Tarifa Externa Comum (TEC), que &eacute; um imposto de importa&ccedil;&atilde;o cobrado por todos os integrantes do bloco sobre produtos que v&ecirc;m de outras na&ccedil;&otilde;es. A al&iacute;quota da TEC sobre trigo &eacute; de 10%.<br /><br />A retirada tempor&aacute;ria do imposto &eacute; um pedido dos moinhos brasileiros, que importam cerca de 50% do trigo que processam, ou cerca de 5 milh&otilde;es de toneladas anuais. No &uacute;ltimo ano, no entanto, al&eacute;m da frustra&ccedil;&atilde;o da safra brasileira, a Argentina, principal fornecedora, colheu menos produto e cereal de qualidade inferior devido &agrave;s chuvas.<br /><br />O secret&aacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais do Minist&eacute;rio da Agricultura, C&eacute;lio Porto, disse que representantes dos governos do Brasil e da Argentina v&atilde;o se reunir no dia 4 de mar&ccedil;o, em Bras&iacute;lia, para discutir a quest&atilde;o da isen&ccedil;&atilde;o da TEC sobre as importa&ccedil;&otilde;es de trigo de fora do bloco.<br /><br />Porto explicou que o Brasil vai pedir dados sobre a disponibilidade de trigo argentino para exporta&ccedil;&atilde;o. A informa&ccedil;&atilde;o ser&aacute; crucial para que o Pa&iacute;s decida ou n&atilde;o ampliar o volume de 1 milh&atilde;o de toneladas autorizado para importa&ccedil;&atilde;o sem cobran&ccedil;a da TEC.<br /><br />O pedido da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria do Trigo (Abitrigo) &eacute; de isen&ccedil;&atilde;o para importa&ccedil;&atilde;o de 2,5 milh&otilde;es de toneladas. "Como a Conab tem 500 mil toneladas em estoque, o volume necess&aacute;rio cai para 2 milh&otilde;es", disse o secret&aacute;rio.<br /><br />Leite. A Camex tamb&eacute;m aprovou ontem a manuten&ccedil;&atilde;o da tarifa antidumping sobre a importa&ccedil;&atilde;o de leite da Nova Zel&acirc;ndia (3,9%) e Uni&atilde;o Europeia (14,8%). Mendes Ribeiro disse que essa medida serve como recado "para nossos amigos uruguaios e argentinos".<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo<br /><br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pães, bolos e salgados mais caros]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33880</link>
<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 12:47:45 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Mat&eacute;ria-prima sofre reajuste e promove efeito cascata sobre os derivados; alta varia de 5% a 10%</em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /><br />Ap&oacute;s altas consecutivas na farinha de trigo, panificadoras come&ccedil;am a reajustar o pre&ccedil;o das mercadorias na Grande Cuiab&aacute;. O aumento no p&atilde;o franc&ecirc;s deve variar de 5% a 10%, dependendo a estrutura dos estabelecimentos e da qualidade e origem da mat&eacute;ria-prima, que comp&otilde;e 80% do produto. Entretanto, segundo o diretor financeiro do Sindicato das Panificadoras e Confeitarias de Mato Grosso (Sindipan/MT), Jo&atilde;o Tressoldi, o empres&aacute;rio que fizer um reajuste inferior a 10% estar&aacute; achatando a margem de lucro, absorvendo os aumentos nos custos de produ&ccedil;&atilde;o, que chegam a 50%. &ldquo;O mercado &eacute; livre. Cada empres&aacute;rio decidir&aacute; seu reajuste&rdquo;.<br /><br />Nelson Ferreira de Barros, 59, estranhou o pre&ccedil;o do p&atilde;o mandi em uma panificadora do bairro Coophamil que, segundo ele, era 60 centavos e passou para 80 centavos, de um dia para outro. &ldquo;Eu sei que o padeiro usa muita energia, que vai baixar 32%. A&iacute; aumenta o p&atilde;o. Ficou um neg&oacute;cio esquisito. Em vez de baixar, aumentou&rdquo;, diz o artista pl&aacute;stico, que j&aacute; decidiu mudar o card&aacute;pio do caf&eacute; da manh&atilde; que ter&aacute; menos p&atilde;o.<br /><br />Conforme Tressoldi, a representatividade da energia no custo da produ&ccedil;&atilde;o &eacute; inferior &agrave; mat&eacute;ria-prima e outros itens, como folha de pagamento. &ldquo;Nos &uacute;ltimos anos o sal&aacute;rio m&iacute;nimo tem subido acima da infla&ccedil;&atilde;o e a demanda por m&atilde;o de obra tamb&eacute;m aumentou. As pessoas est&atilde;o migrando, voc&ecirc; acaba tendo que pagar mais para mant&ecirc;-lo&rdquo;.<br /><br />Outro grande vil&atilde;o &eacute; o reajuste no pre&ccedil;o do trigo, que vem sendo justificado pela produ&ccedil;&atilde;o nacional insuficiente e, consequentemente, a depend&ecirc;ncia da importa&ccedil;&atilde;o do produto, que &eacute; atrelado ao d&oacute;lar. &ldquo;O produtor brasileiro, como nunca foi bem remunerado, n&atilde;o teve incentivo para produzir&rdquo;, avalia o Tressoldi. Em raz&atilde;o desse mercado, a Bunge em Mato Grosso, por exemplo, repassou aos clientes 2 reajustes recentes no trigo: 10% em dezembro para a linha importada e 7% para a mesclada (mistura de farinha). Agora em janeiro, a alta foi maior, de 25% para o trigo importado e 15% para o mesclado.<br /><br />O estoque ajudou a manter os pre&ccedil;os na Esta&ccedil;&atilde;o do P&atilde;o ap&oacute;s o reajuste de dezembro, explica a gerente Neuza Urbano, confirmando que uma nova alta ocorrer&aacute; nos pr&oacute;ximos dias porque a negocia&ccedil;&atilde;o de uma nova compra foi feita e dever&aacute; elevar em 6% o p&atilde;o franc&ecirc;s ao consumidor. O empres&aacute;rio Jos&eacute; Souto, propriet&aacute;rio da Panificadora Monte L&iacute;bano, optou por &ldquo;segurar&rdquo; o repasse no p&atilde;o franc&ecirc;s, mas precisou reajustar em 15% os demais alimentos, como salgados e doces, produzidos com trigo.<br /><br />Na Padaria Am&eacute;rica o reajuste no p&atilde;o franc&ecirc;s, que ser&aacute; feito esta semana, dever&aacute; ser de 5%, e nos demais produtos em 7%. O gerente Claudivino Rosa J&uacute;nior, n&atilde;o descarta um aumento maior, o que depender&aacute; do pre&ccedil;o da mat&eacute;ria-prima. &ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o consegue comprar hoje e segurar o pre&ccedil;o. Maior dificuldade &eacute; o c&acirc;mbio&rdquo;. A &uacute;nica certeza de Izabel Nunes de Oliveira, gerente da P&atilde;es D&rsquo; Milla, &eacute; que o aumento tamb&eacute;m ser&aacute; repassado esta semana aos clientes. O percentual ser&aacute; definido ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o das planilhas de custos.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: A Gazeta - Cuiab&aacute;-MT</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Brasil vai zerar tarifa de importação sobre trigo para atender demanda interna]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33860</link>
<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 08:35:04 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Exterior (Camex), &oacute;rg&atilde;o vinculado &agrave; Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, decidiu na reuni&atilde;o desta ter&ccedil;a-feira (5) zerar a tarifa sobre as importa&ccedil;&otilde;es de trigo dos pa&iacute;ses que n&atilde;o pertencem ao Mercosul (Mercado Comum do Sul). Atualmente, a taxa est&aacute; em 10%.<br /><br />A medida vale de abril a julho deste ano, para uma quota inicial de 1 milh&atilde;o de toneladas do produto, que pode ser elevada a 2 milh&otilde;es. A informa&ccedil;&atilde;o foi dada pelo secretario de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais do Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Mapa), C&eacute;lio Porto.<br /><br />De acordo com ele, a Argentina, principal exportador de trigo para o pa&iacute;s, ainda n&atilde;o &ldquo;bateu o martelo&rdquo; sobre o volume que poder&aacute; fornecer ao Brasil, e por isso a quota de importa&ccedil;&otilde;es do produto com taxa zerada ainda pode ser alterada.<br /><br />O Brasil tem uma reuni&atilde;o agendada com o pa&iacute;s vizinho em 4 de mar&ccedil;o para discutir o assunto. Outros pa&iacute;ses, como Uruguai, j&aacute; definiram a quantidade que estar&aacute; dispon&iacute;vel para exporta&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O secret&aacute;rio informou que a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria do Trigo (Abitrigo) pleiteou tarifa zero para 2,5 milh&otilde;es de toneladas do produto. No entanto, como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) disp&otilde;e de 500 mil toneladas, pode n&atilde;o haver necessidade de reduzir as taxas para quantidade t&atilde;o grande.<br /><br />De acordo com Abitrigo, tem havido quebra de safra do produto tanto no Brasil quanto nos pa&iacute;ses fornecedores, gerando dificuldade para atendimento da demanda nacional.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio de Pernambuco</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Mercado de trigo segue travado no país]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33798</link>
<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 10:23:13 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tarifa Externa Comum de pa&iacute;ses externos ao Mercosul foi suspensa neste ano.<br /><br /><br />Nesta semana, a fraca demanda ainda imperou no mercado de trigo no Brasil. No Rio Grande do Sul, a baixa disponibilidade em m&atilde;os dos produtores imp&otilde;e grandes varia&ccedil;&otilde;es no pre&ccedil;o do cereal. "Essas discrep&acirc;ncias ocorrem devido a fatores como a qualidade do produto, que est&aacute; muito uniforme no Estado", explicou o analista da consultoria Safras &amp; Mercado Renan Magro. Com isso, as vendas ocorrem pontualmente e em pequenas quantidades. Os valores negociados no Estado para o trigo est&atilde;o bem comportados, atualmente na faixa dos R$ 680/t para a compra e R$ 700/t para a venda. Assim, no acumulado de um m&ecirc;s a varia&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o do cereal ficou 2,86% negativos no Estado.<br /><br />Os neg&oacute;cios com trigo utilizado para ra&ccedil;&atilde;o animal est&atilde;o atualmente com valor de R$ 510/t em m&eacute;dia para exporta&ccedil;&atilde;o, apresentando recuo de 7,27% quando comparado com as semanas anteriores, quando a tonelada era negociada a R$ 550. No Paran&aacute;, os moinhos seguem, de maneira geral, bem estocados e existe uma certa dificuldade no repasse de pre&ccedil;os para a ind&uacute;stria de alimentos. A tonelada de trigo na regi&atilde;o oeste do Estado est&aacute; cotada a R$ 780 na compra e R$ 800 na venda.<br /><br />Fato importante neste ano para o mercado de trigo no Mercosul &eacute; a desonera&ccedil;&atilde;o da cobran&ccedil;a da Tarifa Externa Comum (TEC) sobre o produto importado de pa&iacute;ses externos ao bloco, que hoje &eacute; de 10%. "Em 2008, num momento semelhante, a TEC foi suspensa, entretanto a medida n&atilde;o teve a resposta esperada e acabou afetando tanto produtores quanto moinhos", afirmou o analista. Outras medidas que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) poder&aacute; tomar s&atilde;o a venda de estoques de trigo e o aumento do pre&ccedil;o m&iacute;nimo. Quanto aos estoques governamentais, espera-se que os leil&otilde;es ocorram nos meses de fevereiro e mar&ccedil;o. J&aacute; quanto aos pre&ccedil;os m&iacute;nimos, a tend&ecirc;ncia &eacute; de pequena altera&ccedil;&atilde;o para a safra 2013/2014.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Alta do trigo deve elevar área de plantio neste ano]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33717</link>
<pubDate>Thu, 31 Jan 2013 11:21:02 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O trigo continua com eleva&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o no mercado externo. Quebra nas safras dos principais produtores em 2012 e cen&aacute;rio nada otimista para as pr&oacute;ximas safras, principalmente nos Estados Unidos, for&ccedil;am a alta do cereal.<br /><br />O primeiro contrato foi negociado ontem a US$ 7,87, com alta de 22% em 12 meses.<br /><br />A maior demanda por trigo no ano passado, devido &agrave; quebra na safra de milho nos Estados Unidos, colocou os pa&iacute;ses dependentes de importa&ccedil;&atilde;o em alerta.<br /><br />Essa alta de pre&ccedil;os dever&aacute; elevar a &aacute;rea de plantio do trigo, aumentando a oferta do cereal no mercado. O Canad&aacute; ser&aacute; um dos pa&iacute;ses onde haver&aacute; aumento de &aacute;rea, segundo o governo. At&eacute; esse produto chegar ao mercado, os pre&ccedil;os devem ficar pressionados.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Mercado do trigo continua estável]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33573</link>
<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 10:46:05 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mercado dom&eacute;stico de trigo segue est&aacute;vel. A intensifica&ccedil;&atilde;o das vendas n&atilde;o ocorreu devido &agrave; discord&acirc;ncia fundamental dos mercados entre compradores e vendedores. No segundo maior produtor nacional, o Rio Grande do Sul, o mercado segue lento para o trigo de boa qualidade, que possui valor indicado para a compra no interior em R$ 680/t e na venda o valor chega a R$ 700/t. Desse modo, o pre&ccedil;o praticado hoje no Estado &eacute; 3,03% superior ao registrado no mesmo per&iacute;odo de dezembro.<br /><br />"Em tempo, o trigo negociado no Estado possui os mais variados prazos de pagamento, o que aumenta a complexidade para fechamento de neg&oacute;cios", destaca o analista de Safras &amp; Mercado Renan Magro. O trigo tipo ra&ccedil;&atilde;o, por ter pre&ccedil;os menores, est&aacute; com demanda mais aquecida no Rio Grande do Sul, e seu pre&ccedil;o m&eacute;dio est&aacute; em R$ 550/t.<br /><br />No Paran&aacute;, as opera&ccedil;&otilde;es de compra e venda de trigo ainda seguem devagar e os pre&ccedil;os elevados. Restam aproximadamente 10% da safra paranaense para ser comercializada, e assim as vendas ocorrem pontualmente no interior do Estado. Em Cascavel, R$ 780/t &eacute; o valor indicado para a compra e R$ 800/t &eacute; o valor para venda, apontando alta de 4% em um m&ecirc;s.<br /><br />O Minist&eacute;rio da Agricultura da Argentina estimou em seu relat&oacute;rio mensal a &aacute;rea cultivada com trigo no pa&iacute;s em 3,48 milh&otilde;es de hectares, o que representa uma retra&ccedil;&atilde;o de 24,8% no ano.<br /><br />Os estoques iniciais da temporada s&atilde;o estimados em 600 mil toneladas. A produ&ccedil;&atilde;o deve ser de 10,1 milh&otilde;es de toneladas, com 4,7 milh&otilde;es de toneladas destinados &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o. Os estoques finais no pa&iacute;s est&atilde;o projetados em 400 mil toneladas.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[J. Macêdo mira padarias e atacadistas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33547</link>
<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 12:07:12 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A cearense J.Mac&ecirc;do e a americana Bunge, que durante oito anos foram parceiras na venda de produtos de panifica&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o concorrentes a partir de 1&ordm; de mar&ccedil;o. O mercado de farinha para consumo dom&eacute;stico encolhe h&aacute; alguns anos, e a J.Mac&ecirc;do - l&iacute;der no setor, com as marcas Dona Benta e Sol - perde participa&ccedil;&atilde;o. Agora, a J.Mac&ecirc;do vai mudar o foco e passa a apostar na alimenta&ccedil;&atilde;o fora do lar ("food service"). A panifica&ccedil;&atilde;o &eacute; o primeiro passo desse novo momento da companhia, conforme antecipou ontem o Valor PRO, servi&ccedil;o de informa&ccedil;&atilde;o em tempo real do Valor.<br /><br />A J. Mac&ecirc;do investe R$ 10 milh&otilde;es no projeto de panifica&ccedil;&atilde;o. A verba saiu do caixa, uma parte foi contabilizada no or&ccedil;amento de 2012 e outra neste ano. A meta &eacute; que a venda de farinhas para o "food service" corresponda a 10% do volume de vendas j&aacute; em 2013. Para isso, a J.Mac&ecirc;do treina uma nova equipe de 40 pessoas, entre vendedores e t&eacute;cnicos, que ensinam padeiros a manusear seus produtos. As a&ccedil;&otilde;es come&ccedil;aram com 30 produtos (farinhas e misturas para p&atilde;es e bolos) para os mercados das regi&otilde;es Norte e Nordeste. O objetivo &eacute; estar em 3 mil pontos de venda no primeiro ano, principalmente padarias e atacadistas.<br /><br />A J.Mac&ecirc;do n&atilde;o vai entrar em uma &aacute;rea desconhecida. A panifica&ccedil;&atilde;o j&aacute; foi seu principal neg&oacute;cio, &aacute;rea em que atuou de 1952 e 2004, at&eacute; o acordo com a Bunge. Em 2004, a J.Mac&ecirc;do tinha seis produtos para panifica&ccedil;&atilde;o, que representavam 60% do volume vendido.<br /><br />O contrato de compartilhamento de linhas de produ&ccedil;&atilde;o ("Cons&oacute;rcio Trigo Brasil"), assinado em 2004, impediu a concorr&ecirc;ncia entre as empresas, uma vez que a J.Mac&ecirc;do fornecia farinha para a Bunge usar em panifica&ccedil;&atilde;o e vender para o "food service", e a Bunge produzia farinha de trigo para consumo dom&eacute;stico, que a J.Mac&ecirc;do vendia ao consumidor, al&eacute;m de massas e biscoitos.<br /><br />Agora, a J.Mac&ecirc;do vai disputar com a Bunge espa&ccedil;o no mercado de panifica&ccedil;&atilde;o, que faturou R$ 63 bilh&otilde;es em 2011 e cresceu 11,9% no ano, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria da Panifica&ccedil;&atilde;o e Confeitaria (Abip).<br /><br />O movimento faz parte da estrat&eacute;gia da J.Mac&ecirc;do para aumentar a rentabilidade em um setor concorrido e no qual as margens s&atilde;o apertadas. No balan&ccedil;o do 3&ordm; trimestre de 2012, o mais recente a ser divulgado, a J.Mac&ecirc;do informou que perdeu participa&ccedil;&atilde;o de mercado em farinhas dom&eacute;sticas (de 26,6% para 25,4%) - seu principal produto, que corresponde a 40% da receita bruta -, sendo que o volume do mercado como um todo recuou 6,9%, em rela&ccedil;&atilde;o a 2011.<br /><br />A J.Mac&ecirc;do tamb&eacute;m perdeu participa&ccedil;&atilde;o em outras duas categorias: massas - a segunda maior do portf&oacute;lio, com 32% da receita bruta - e misturas para p&atilde;es e bolos. A receita l&iacute;quida no per&iacute;odo foi de R$ 305 milh&otilde;es, praticamente estagnada em rela&ccedil;&atilde;o a 2011 (0,7% maior). O faturamento da J.Mac&ecirc;do em 2011 foi de R$ 1,4 bilh&atilde;o.<br /><br />"A parceria estava restringindo, ao inv&eacute;s de ampliar as possibilidades", diz o presidente da J. Mac&ecirc;do, Enrique Ussher. Segundo ele, algumas tend&ecirc;ncias de consumo se desenham no pa&iacute;s - como o crescimento da alimenta&ccedil;&atilde;o fora do lar e a demanda por produtos de maior praticidade e valor agregado -, e esse novo cen&aacute;rio levou as empresas a caminhos diferentes.<br /><br />Fornecer a linha de produtos de panifica&ccedil;&atilde;o &eacute; o primeira fase da estrat&eacute;gia da J.Mac&ecirc;do. "No futuro poderemos criar novos produtos, feitos a quatro m&atilde;os, com donos de padarias", diz Ussher. "A padaria est&aacute; se tornando um neg&oacute;cio bem mais importante e amplo", diz o rec&eacute;m-empossado diretor de neg&oacute;cios de panifica&ccedil;&atilde;o e trigo, Irineu Pedrollo, executivo da J.Mac&ecirc;do h&aacute; 20 anos.<br /><br />Procurada, a Bunge n&atilde;o atendeu o pedido de entrevista feito pela reportagem para comentar a entrada da J.Mac&ecirc;do na panifica&ccedil;&atilde;o. Mas em julho de 2012, semanas depois de as duas empresas divulgarem que a parceria iria terminar, o vice-presidente de alimentos da Bunge Brasil, Gilberto Tomazoni, disse ao Valor que a meta da multinacional era aumentar a participa&ccedil;&atilde;o dos derivados de trigo nas vendas totais, focar em produtos de maior valor agregado e analisar potenciais aquisi&ccedil;&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Onda de calor na Austrália afeta cinturão de trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33510</link>
<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 11:46:07 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A pior onda de calor j&aacute; registrada na Austr&aacute;lia est&aacute; ressecando o cintur&atilde;o de gr&atilde;os, prejudicando as perspectivas de plantio de trigo do segundo maior exportador mundial neste ano e agravando temores sobre estoques globais em meio a uma implac&aacute;vel seca nos EUA. <br /><br />A temporada de plantio do trigo na Austr&aacute;lia ainda deve demorar pelo menos dois meses, mas as temperaturas, acima de 40 graus Celsius, j&aacute; retiraram grande parte da t&atilde;o necess&aacute;ria umidade do solo, dizem analistas e traders. Um decl&iacute;nio da produ&ccedil;&atilde;o australiana de trigo pelo segundo ano consecutivo pode causar uma alta dos pre&ccedil;os de refer&ecirc;ncia deste cereal na Bolsa de Chicago, que saltaram para uma m&aacute;xima de um m&ecirc;s na ter&ccedil;a-feira por expectativas de que a seca ir&aacute; diminuir os rendimentos da safra de trigo de inverno dos Estados Unidos. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pão de sal fica mais caro em Belo Horizonte]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33477</link>
<pubDate>Wed, 23 Jan 2013 11:07:33 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p>As regi&otilde;es Noroeste e Oeste foram as campe&atilde;s dos pre&ccedil;os altos<br /><br /><br />Em um ano, o pre&ccedil;o m&eacute;dio do p&atilde;o de sal aumentou 8,33%. O dado foi constatado por uma pesquisa do Procon Assembleia realizada com 39 estabelecimentos em Belo Horizonte, nos dias 14 e 15 de janeiro. O estudo tamb&eacute;m mostra que o valor do produto aumentou neste m&ecirc;s em m&eacute;dia 1,03% na compara&ccedil;&atilde;o com dezembro.<br /><br />As regi&otilde;es Noroeste e Oeste foram as campe&atilde;s dos pre&ccedil;os altos, apresentando 13,66% e 12,60% de aumento, respectivamente, no per&iacute;odo de janeiro de 2012 at&eacute; janeiro de 2013.<br /><br />Outros produtos de padaria tamb&eacute;m registraram aumento no pre&ccedil;o m&eacute;dio. O aumento de 1,42%, na compara&ccedil;&atilde;o com dezembro, foi um reflexo principalmente dos pre&ccedil;os do quilo do presunto da marca Sadia (R$ 32,90) e do p&atilde;o sovado (R$ 17,99). Ambos aumentaram respectivamente 3,81% e 3,78%.<br /><br />Entre os produtos que tiveram as maiores redu&ccedil;&otilde;es nos pre&ccedil;os, entre dezembro e janeiro, est&atilde;o o leite, o requeij&atilde;o e a manteiga. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Indústrias de trigo avançam para agregar valor à farinha]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33462</link>
<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 11:39:25 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O consumo de trigo no Brasil est&aacute; estagnado h&aacute; pelo menos uma d&eacute;cada em 10 milh&otilde;es de toneladas, apesar do crescimento da popula&ccedil;&atilde;o e da renda - essa &uacute;ltima, grande propulsora do maior consumo de prote&iacute;nas no pa&iacute;s. A preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de e a boa forma f&iacute;sica ajuda a explicar a resist&ecirc;ncia que o mercado de trigo encontra ao tentar crescer em volume. A sa&iacute;da para os moinhos vem sendo a de investir na agrega&ccedil;&atilde;o de valor &agrave; tradicional farinha de trigo. Especialistas acreditam que esse mercado caminha para o que se tornou o segmento de caf&eacute;: elevados investimentos em tecnologia e alto valor agregado.<br /><br />Entre 2007 e 2011, o consumo de farinha de trigo no Brasil cresceu 1,3%, enquanto que, mundialmente, a demanda avan&ccedil;ou 4,3% no mesmo per&iacute;odo, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Massas Aliment&iacute;cias (Abima). Em igual intervalo, o consumo per capita de massas aliment&iacute;cias (macarr&atilde;o) caiu 7,5%, enquanto o de prote&iacute;nas, como a carne de frango, subiu 28%, conforme a Uni&atilde;o Brasileira de Avicultura (Ubabef).<br /><br />Na contram&atilde;o dos derivados de farinha de trigo est&aacute; o p&atilde;o industrializado, cujo consumo per capita entre 2007 e 2011 avan&ccedil;ou 24%. Mas nesse caso, diz o presidente da Abima, Cl&aacute;udio Zan&atilde;o, &eacute; poss&iacute;vel que tenha havido um ganho de mercado em cima do p&atilde;o franc&ecirc;s.<br /><br />Para driblar o baixo crescimento do processamento de trigo no pa&iacute;s, o Moinho Pac&iacute;fico, com capacidade de processar 200 mil toneladas do cereal por ano, tem hoje em seu portf&oacute;lio 21 tipos diferentes de farinhas. H&aacute; cinco anos, conta o presidente da empresa, Lawrence Pih, esse n&uacute;mero n&atilde;o passava de sete. "A farinha de trigo 'commodity' quase n&atilde;o d&aacute; margem de lucro. Por isso, buscamos desenvolver farinhas espec&iacute;ficas".<br /><br />Ao ano, o Pac&iacute;fico investe 5% do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. H&aacute; cinco anos, o or&ccedil;amento para essa &aacute;rea era praticamente nulo, segundo ele. "&Agrave;s vezes chegamos a fazer 100 amostras diferentes de farinha para o cliente at&eacute; acertar o ponto exato do produto. O mercado est&aacute; passando por uma revolu&ccedil;&atilde;o", acrescenta o executivo.<br /><br />Dentro de uma mesma ind&uacute;stria, por exemplo, como a de biscoitos, h&aacute; necessidade de uma farinha especial para atender a produ&ccedil;&atilde;o de wafer, outra para a de cream crackers, assim como uma adaptada &agrave; prepara&ccedil;&atilde;o da bolacha recheada, explica o assessor institucional da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira do Trigo, Reino P&eacute;cala Rae. Ainda h&aacute;, completa ele, a diversidade da ind&uacute;stria de massas (secas, instant&acirc;neas e frescas) e p&atilde;es diversos.<br /><br />O assessor da Abitrigo lembra que, at&eacute; a d&eacute;cada de 90, o mercado do cereal era controlado pelo governo, o &uacute;nico autorizado a realizar aquisi&ccedil;&atilde;o do cereal, tanto no mercado interno como no exterior - o Brasil &eacute; importador l&iacute;quido de trigo. Os laborat&oacute;rios dos moinhos se restringiam a realizar an&aacute;lises de umidade e de res&iacute;duos contidos no cereal fornecido pelo governo, conta Rae. A partir de 1992, o mercado se abriu e os moinhos come&ccedil;aram a buscar novos mercados.<br /><br />Mas essa demanda por diversifica&ccedil;&atilde;o na farinha de trigo tornou-se mais forte nos &uacute;ltimos cinco anos, avalia o vice-presidente do Moinho Santa Clara, Christian Saigh. A empresa, com sede em S&atilde;o Paulo e capacidade para processar 150 mil toneladas de trigo por ano, investe R$ 300 mil anuais em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. H&aacute; cinco anos, os aportes nessa &aacute;rea n&atilde;o passavam de 20% desse valor, conta o executivo.<br /><br />Na m&eacute;dia, o Moinho Santa Clara vem lan&ccedil;ando anualmente mais de dez tipos diferentes de farinha de trigo no mercado. Por conta dessa estrat&eacute;gia de agregar valor ao portf&oacute;lio, a empresa vem registrando aumento anual de 10% no resultado operacional, enquanto os volumes vendidos crescem de 5% a 6%, segundo Saigh.<br /><br />Para ele, o futuro do mercado de farinha est&aacute; na composi&ccedil;&atilde;o de misturas sob medida ao cliente, mas tamb&eacute;m com adi&ccedil;&atilde;o de sabores, tais como queijo, azeitona, entre outros. "O mercado de trigo est&aacute; come&ccedil;ando a se parecer com o de caf&eacute;, que ficou mais sofisticado com o acr&eacute;scimo de aromas e sabores", avalia Saigh.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Safra argentina de trigo fica abaixo do esperado]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33405</link>
<pubDate>Mon, 21 Jan 2013 07:19:16 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A safra argentina de trigo chegou ao fim, e a produ&ccedil;&atilde;o ficou em 9,8 milh&otilde;es de toneladas, abaixo dos 11 milh&otilde;es previstos inicialmente.<br /><br />Os dados foram apurados pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires, que atribui a queda &agrave;s sucessivas chuvas ocorridas nas &aacute;reas de plantio.<br /><br />Al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o de produtividade, o excesso de chuva trouxe tamb&eacute;m doen&ccedil;as &agrave;s lavouras e perda de qualidade do produto final, na avalia&ccedil;&atilde;o da Bolsa.<br /><br />Da &aacute;rea semeada de 3,6 milh&otilde;es de hectares, pelo menos 240 mil foram perdidos, apontam os dados finais da safra do pa&iacute;s vizinho.<br /><br />A produ&ccedil;&atilde;o desta safra fica 30% abaixo da obtida na anterior, quando os argentinos obtiveram 14 milh&otilde;es de toneladas. Com a queda de produ&ccedil;&atilde;o, o pa&iacute;s poder&aacute; n&atilde;o atingir a meta de exporta&ccedil;&atilde;o. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Negócios com trigo mantêm-se escassos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33348</link>
<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 11:13:31 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mercado de trigo est&aacute; parado. Tanto no Rio Grande do Sul quanto no Paran&aacute;, neg&oacute;cios ocorrem apenas pontualmente e ainda em lotes pequenos. "Com a proximidade de colheita da safra de milho os estoques formados com trigo v&atilde;o sendo liberados para dar espa&ccedil;o ao gr&atilde;o novo que chega ao mercado, com isso a percep&ccedil;&atilde;o &eacute; de que os moinhos possam estar com um excesso de oferta dispon&iacute;vel, apesar da menor produ&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica de trigo na safra 2012/13", explica o analista de Safras &amp; Mercado Renan Magro.<br /><br />No Paran&aacute;, as opera&ccedil;&otilde;es de compra e venda seguem lentas e os pre&ccedil;os elevados. Em Cascavel, a indica&ccedil;&atilde;o para compra de trigo est&aacute; em R$ 780/t, enquanto que a venda chega a R$ 800/t apresentando alta mensal de aproximadamente 10%. No Rio Grande do Sul, um mercado mais movimentado se apresenta para trigo ra&ccedil;&atilde;o, de menor qualidade, e com pre&ccedil;os na faixa dos R$ 550/t no Estado.<br /><br />Por outro lado, o trigo p&atilde;o ainda segue com dificuldade para ser negociado, pois os pre&ccedil;os s&atilde;o considerados altos pela ind&uacute;stria. Em Carazinho, a indica&ccedil;&atilde;o de compra est&aacute; em R$ 680/t e a venda chega a R$ 710/t, apontando alta de 4,62% em um m&ecirc;s.<br /><br />A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu levantamento de janeiro, estima a produ&ccedil;&atilde;o brasileira de trigo na safra 2012/13 em 4,3 milh&otilde;es de toneladas, n&uacute;mero 25,7% inferior ao apontado na safra 2011/12, que somou 5,79 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />O total da &aacute;rea plantada com o cereal est&aacute; estimado em 1,89 milh&atilde;o de hectares, 12,5% abaixo da temporada 2011/12, quando a &aacute;rea ficou em 2,17 milh&otilde;es de hectares.<br /><br />A produtividade m&eacute;dia no pa&iacute;s est&aacute; prevista em 2.269 quilos por hectare, queda 15,1% ante a produtividade registrada na safra anterior, de 2.672 quilos por hectare.<br /><br />Segundo o novo levantamento da Conab, o Paran&aacute; ocupa a primeira posi&ccedil;&atilde;o entre os estados produtores do cereal, com safra estimada em 2,11 milh&otilde;es de toneladas, 15,5% abaixo das 2,50 milh&otilde;es de toneladas de 2011/12. A &aacute;rea plantada pelos produtores no Paran&aacute; &eacute; apontada em 773,8 mil hectares, 25,8% abaixo dos 1,04 milh&atilde;o de hectares plantados na safra passada. O Rio Grande do Sul ocupa a segunda posi&ccedil;&atilde;o, com safra projetada em 1,81 milh&atilde;o de toneladas, decr&eacute;scimo de 33,8% ante as 2,74 milh&otilde;es de toneladas de 2011/12. (AE)<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Importação de trigo via Porto de Santos em janeiro já superou dezembro]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33338</link>
<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 08:28:25 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Movimenta&ccedil;&atilde;o no Porto de Santos para o trigo vem superior aos meses anteriores ainda com apenas a primeira metade do m&ecirc;s completo, reflexo de alguma redu&ccedil;&atilde;o nos pre&ccedil;os internacionais e no per&iacute;odo de colheita nos nossos pa&iacute;ses vizinhos.<br /><br />Segundo o line-up do principal porto da Am&eacute;rica Latina, desembarques de trigo neste m&ecirc;s j&aacute; somam 82,75 mil toneladas. Todos os navios previstos ou atracados tem como origem portos argentinos, algo que mostra que ainda n&atilde;o se verificam compras de trigo externo ao MERCOSUL por parte dos moinhos paulistas.<br /><br />Comparado aos meses anteriores, tivemos o desembarque de 71,9 mil toneladas em dezembro e 65,7 mil toneladas em novembro, mostrando que a recente alta nos pre&ccedil;os do trigo no interior e o per&iacute;odo sazonal favorecem compras externas no sudeste como mostramos recentemente em nossa tabela de paridade de importa&ccedil;&atilde;o de trigo.<br /><br />H&aacute; uma restri&ccedil;&atilde;o de exporta&ccedil;&otilde;es de trigo argentina at&eacute; o in&iacute;cio de mar&ccedil;o em 2,5 milh&otilde;es de toneladas. Isso tamb&eacute;m acelera o apetite dos importadores neste momento, j&aacute; que em 6 de mar&ccedil;o uma nova reuni&atilde;o entre o governo argentino e as traders locais ir&aacute; definir o aumento ou n&atilde;o das libera&ccedil;&otilde;es de exporta&ccedil;&otilde;es de trigo daquele pa&iacute;s.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Agrolink</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Índia exporta recorde de trigo em meio à oferta ajustada]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33282</link>
<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 11:43:15 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A &Iacute;ndia poder&aacute; exportar tr&ecirc;s vezes mais trigo neste ano e chegar a um n&iacute;vel acima do esperado, em recorde de 6 milh&otilde;es de toneladas, ajudando a reduzir um d&eacute;ficit na oferta de gr&atilde;os de baixa qualidade e a manter limitados os pre&ccedil;os globais. Cinco anos de safras recordes criaram grandes estoques na &Iacute;ndia em um per&iacute;odo em que Austr&aacute;lia e R&uacute;ssia, segundo e terceiro maiores exportadores, enfrentam encolhimento da produ&ccedil;&atilde;o devido ao clima adverso. O volume que a &Iacute;ndia deve exportar &eacute; irris&oacute;rio no com&eacute;rcio global de quase 140 milh&otilde;es de toneladas, mas preencher&aacute; as necessidades de grandes compradores de trigo de baixa qualidade no Oriente M&eacute;dio e na &Aacute;frica, uma vez que a oferta global diminuiu.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Escassez de semente agravará restrição de oferta do trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33222</link>
<pubDate>Fri, 11 Jan 2013 12:01:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma esperada falta de sementes compromete o t&iacute;mido aumento de &aacute;rea previsto para as lavouras de trigo no Rio Grande do Sul, onde se pretende expandir os trigais de 0,9 para 1,1 milh&atilde;o de hectares na safra de 2013/2014.<br /><br />A escassez de mat&eacute;ria-prima decorrente dos baixos n&iacute;veis de produtividade e de qualidade do estado na &uacute;ltima temporada, tamb&eacute;m implica maior necessidade de importa&ccedil;&atilde;o do cereal neste ano.<br /><br />Num cen&aacute;rio mundial em que pa&iacute;ses triticultores se recuperam de quebras hist&oacute;ricas - com estoques de 63 milh&otilde;es de toneladas (duas semanas de consumo) e pre&ccedil;os superiores a R$ 750 por tonelada no mercado global -, o Brasil deve importar sete milh&otilde;es de toneladas de trigo em 2013.<br /><br />A tonelada do trigo est&aacute; cotada a R$ 756 (RS) e R$ 653 (PR).<br /><br />Este volume corresponde a um d&eacute;ficit de US$ 3 bilh&otilde;es na balan&ccedil;a comercial, calcula o presidente da Comiss&atilde;o de Trigo da Federa&ccedil;&atilde;o de Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Hamilton Jardim. Segundo ele, as cota&ccedil;&otilde;es da commodity devem se firmar nos patamares atuais ao longo do ano.<br /><br />Atra&iacute;do pela rentabilidade da cultura, o produtor ga&uacute;cho tende a ampliar sua &aacute;rea de produ&ccedil;&atilde;o, de acordo com a Farsul. Contudo, a inten&ccedil;&atilde;o de cultivo deve esbarrar na falta de sementes. "Vamos ter dificuldades nesse sentido. Na colheita passada, os padr&otilde;es m&iacute;nimos da produ&ccedil;&atilde;o de sementes n&atilde;o foram atingidos ", diz Jardim.<br /><br />A produtora Sementes Estrela, de Erexim (RS), que havia produzido 150 mil sacos (40 quilos) para 2012, sofreu quebra de 33% na lavoura destinada a este ano. De oito variedades plantadas, duas foram anuladas pelo clima, conta o empres&aacute;rio Efraim Fischmann.<br /><br />"No ano passado, houve tr&ecirc;s ingredientes clim&aacute;ticos: seca em julho, geada em setembro e excesso de chuvas em novembro", lembra. "Foi uma rara conjuga&ccedil;&atilde;o do clima. H&aacute; muitos anos n&atilde;o ocorria, como em 2012, uma quebra que envolvesse as safras de ver&atilde;o e inverno", endossa Jardim.<br /><br />Vide o Paran&aacute;<br /><br />Enquanto os triticultores do Rio Grande do Sul buscam recuperar a produtividade perdida - a Farsul projeta, com otimismo, produ&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s milh&otilde;es de toneladas neste ano, ante 1,8 milh&atilde;o na colheita passada -, os paranaenses v&ecirc;m de uma temporada bem- -sucedida, em que colheram dois milh&otilde;es de toneladas de trigo.<br /><br />"O produtor ga&uacute;cho, ao contr&aacute;rio do paranaense, teve muito problema de qualidade", compara Jardim. Por esse motivo, 70% da produ&ccedil;&atilde;o do Rio Grande do Sul est&atilde;o sendo vendidos a pre&ccedil;o m&iacute;nimo (cerca de R$ 500 por tonelada). "O processo de panifica&ccedil;&atilde;o exige trigo de alta qualidade", diz.<br /><br />J&aacute; a oferta do Paran&aacute; tende, inclusive, a diminuir neste ano, pois os produtores v&ecirc;m optando pela rentabilidade da segundo safra de milho (a "safrinha", de inverno), em vez de arcar com os riscos e oscila&ccedil;&otilde;es do trigo, observa o representante da Farsul.<br /><br />No caso das sementes, a oferta paranaense deve ser equilibrada neste ano e, al&eacute;m disso, encaminhada, em parte, aos agricultores ga&uacute;chos. A Associa&ccedil;&atilde;o Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas (Apasem) estima reserva de 2,5 mil sacos (50 quilos) da mat&eacute;ria-prima para este ano, repetindo o volume de 2012. Do total, 300 mil costumam ser encaminhados ao Rio Grande do Sul.<br /><br />A Sementes Fr&oacute;es, que atende quatro munic&iacute;pios ao norte do Paran&aacute;, diz que n&atilde;o houve problemas clim&aacute;ticos na regi&atilde;o. Sua produ&ccedil;&atilde;o, de 140 mil sacos de sementes por ano, ficou est&aacute;vel em 2012. "Algumas variedades devem socorrer o Rio Grande do Sul, equilibrando nosso mercado."</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Brasil terá de fazer compra extra para garantir trigo à indústria]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33218</link>
<pubDate>Fri, 11 Jan 2013 11:33:49 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Clima acabou prejudicando o cereal, cuja produ&ccedil;&atilde;o teve quebra de 31,29%<br /><br /><br />Com a quebra na safra de trigo consolidada em 31,29%, conforme dados divulgados pela Emater, o Brasil precisar&aacute; recorrer a parceiros al&eacute;m do Mercosul para garantir o abastecimento da ind&uacute;stria. Tanto que o setor j&aacute; pede ao governo a isen&ccedil;&atilde;o da tarifa externa comum de 10% para este ano.<br /><br />&mdash; Al&eacute;m do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai sofreram com problemas clim&aacute;ticos e devem reduzir as exporta&ccedil;&otilde;es aqui para o Brasil. Teremos de encontrar outros vendedores, o que encarece nosso custo &mdash; ressalta o presidente do Sindicato das Ind&uacute;strias de Trigo do Estado (Sinditrigo), Jos&eacute; Antoniazzi.<br /><br />Entre esses mercados est&atilde;o, por exemplo, os Estados Unidos, que neste caso precisam pagar a tarifa. O analista da Safras e Mercado Renan Magro Gomes afirma que, apesar da seca, os americanos t&ecirc;m estoques suficientes para atender &agrave; demanda brasileira pelo cereal. A preocupa&ccedil;&atilde;o em fechar a conta existe porque, conforme Antoniazzi, existe um compromisso de exporta&ccedil;&atilde;o de 800 mil toneladas do cereal.<br /><br />A colheita ga&uacute;cha da atual safra de trigo somou 1,88 milh&atilde;o de toneladas. Al&eacute;m da geada no final de setembro, o atraso no plantio por causa da seca prolongada e o excesso de chuva no per&iacute;odo da colheita foram fatores considerados determinantes para a quebra, conforme t&eacute;cnicos da Emater e da Embrapa Trigo. Em 2011, a colheita chegou a 2,74 milh&otilde;es de toneladas do cereal.<br /><br />Al&eacute;m da perda da produ&ccedil;&atilde;o, a produtividade foi reduzida de uma estimativa inicial de 2,56 mil quilos por hectare para 1,91 quilos por hectare. Parte da produ&ccedil;&atilde;o colhida teve perda de qualidade. De acordo com o chefe-geral da Embrapa Trigo, Sergio Dotto, cerca de 60% do trigo colhido tem qualidade suficiente para a ind&uacute;stria de panifica&ccedil;&atilde;o, o que estar&aacute; ajustado com o consumo anual do cereal no Rio Grande do Sul, de 1,1 milh&atilde;o. O impacto da queda j&aacute; foi sentido no final do ano passado, com o aumento de 20% no pre&ccedil;o do p&atilde;o ao consumidor.<br /><br />&mdash; Temos que lembrar que parte deste produto j&aacute; estava destinado para exporta&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m vai para moinhos de outros Estados. Mas h&aacute; a compensa&ccedil;&atilde;o com a importa&ccedil;&atilde;o de trigo dos pa&iacute;ses do Mercosul &mdash; salienta Dotto.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[País tem safra recorde, mas produção de trigo é a menor em cinco anos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33192</link>
<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 12:36:22 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A produ&ccedil;&atilde;o nacional de gr&atilde;os vai bem. Dever&aacute; registrar mais um recorde neste ano, somando 180,4 milh&otilde;es de toneladas. Os dados s&atilde;o da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e, se confirmados, v&atilde;o representar uma alta de 14 milh&otilde;es de toneladas em rela&ccedil;&atilde;o ao volume do ano passado.<br /><br />A produ&ccedil;&atilde;o de trigo, no entanto, n&atilde;o vai bem. O pa&iacute;s dever&aacute; ter a menor safra dos &uacute;ltimos cinco anos, obtendo apenas 4,3 milh&otilde;es de toneladas, conforme as mais recentes estimativas da Conab.<br /><br />Essa queda de produ&ccedil;&atilde;o ocorre em um momento ruim porque for&ccedil;ar&aacute; o Brasil a importar pelo menos 7 milh&otilde;es de toneladas do cereal em um ano de menor oferta na Am&eacute;rica do Sul.<br /><br />Os argentinos, principais fornecedores do cereal ao Brasil, v&atilde;o produzir pr&oacute;ximo de 9,5 milh&otilde;es de toneladas. As estimativas eram de 11 milh&otilde;es. Com isso, o governo do pa&iacute;s vizinho est&aacute; colocando barreiras &agrave;s exporta&ccedil;&otilde;es do cereal, o que dever&aacute; afetar as compras brasileiras.<br /><br />O Brasil vai ter de complementar com importa&ccedil;&otilde;es de outros pa&iacute;ses fora do Mercosul, pagando pre&ccedil;o mais elevado pelo produto. Essa alta poder&aacute; refletir no bolso dos consumidores.<br /><br />Um dos pontos positivos &eacute; que a produ&ccedil;&atilde;o mundial de trigo, ap&oacute;s a forte quebra no ano passado, se recomp&otilde;e em v&aacute;rios dos principais pa&iacute;ses produtores.<br /><br />Os dados de ontem da Conab indicam maior oferta de arroz, que vai a 12,1 milh&otilde;es de toneladas, e de soja (82,7 milh&otilde;es de toneladas).<br /><br />A oferta de milho, ap&oacute;s o recorde de 73 milh&otilde;es de toneladas de 2012, recua para 72,2 milh&otilde;es neste ano. A safrinha ter&aacute; a maior queda no per&iacute;odo: menos 4,2%. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Milho deve substituir trigo na segunda safra, diz Conab]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33153</link>
<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 11:51:30 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O diretor de Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola e Informa&ccedil;&otilde;es da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Porto, previu, nesta quarta-feira, uma substitui&ccedil;&atilde;o "severa" de plantio de trigo por milho na segunda safra (de inverno), assim como j&aacute; ocorreu no ano passado. "O cen&aacute;rio &eacute; de safra de trigo inferior a 5 milh&otilde;es de toneladas", estimou.<br /><br />Porto salientou que o trigo &eacute; o &uacute;nico gr&atilde;o que o Brasil n&atilde;o tem autossufici&ecirc;ncia. "Isso faz com que tenhamos depend&ecirc;ncia maior da Argentina", pontuou. At&eacute; mar&ccedil;o, de acordo com ele, n&atilde;o deve haver mudan&ccedil;a de pre&ccedil;os dessa commodity. O diretor considerou, por&eacute;m, que o Paran&aacute;, que pode usar a mesma &aacute;rea para trigo ou milho, deve dar prefer&ecirc;ncia ao milho, como j&aacute; ocorreu em 2012. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Empresa de pão de mel planeja expansão por meio de franquias]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33123</link>
<pubDate>Tue, 08 Jan 2013 11:33:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Expectativa da &Aacute;gua na Boca &eacute; abrir 25 quiosques e mais cinco linhas de produ&ccedil;&atilde;o para ganhar mercado em 2013<br /><br /><br />A receita de p&atilde;o de mel da av&oacute; Fernanda fazia a alegria das tardes do diretor comercial Caio Prado. E o seu doce preferido na inf&acirc;ncia transformou-se no principal neg&oacute;cio da fam&iacute;lia. A empresa &Aacute;gua na Boca vende p&atilde;es de mel para as principais redes de supermercado do Pa&iacute;s e agora investe na expans&atilde;o da marca por meio de franquias. A expectativa &eacute; faturar R$ 16 milh&otilde;es em 2013, 33% a mais que os R$ 12 milh&otilde;es obtidos em 2012.<br /><br />"Minha m&atilde;e tinha a receita da minha av&oacute; e meu pai teve a ideia de profissionalizar o produto, colocar c&oacute;digo de barras, tabela nutricional e embalagem bonita para vender em supermercados, lojas de conveni&ecirc;ncia e padarias", conta Prado, que comanda a empresa ao lado da irm&atilde;, Paola.<br /><br />O crescimento da empresa foi r&aacute;pido. Ao fechar contratos com hipermercados como Carrefour, Zaffari e Walmart, por exemplo, a produ&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria saltou de 100 unidades, em 2009, para 30 mil atualmente.<br /><br />Agora, o neg&oacute;cio familiar pretende pavimentar a expans&atilde;o por meio de franquias, novamente uma ideia trazida pelo pai de Prado. "Est&aacute;vamos na f&aacute;brica e eu sempre pe&ccedil;o para pegar um p&atilde;o de mel que acabou de sair do forno para experimentar. Foi a&iacute; que meu pai teve a ideia: vender um p&atilde;o de mel feito na hora, que ficaria muito melhor. Mas isso s&oacute; seria vi&aacute;vel se fosse em loja, em um quiosque", diz Prado.<br /><br />Atualmente, a rede tem uma loja pr&oacute;pria e quatro franquias nas cidades de Guarulhos, Campinas, Goi&acirc;nia e Sobral, no Cear&aacute;. O plano &eacute; abrir outras 25 unidades at&eacute; o fim de 2013. Para abrir um quiosque da marca, o investimento inicial &eacute; de pelo menos R$ 93 mil. A marca estipulou o tempo m&eacute;dio do retorno em at&eacute; 36 meses e o lucro mensal oscila entre R$ 6 mil e R$ 12 mil.<br /><br />Estrat&eacute;gia. As duas f&aacute;bricas instaladas em Barueri, na Grande S&atilde;o Paulo, n&atilde;o conseguem atender todo o Brasil. Dessa forma, a rede tamb&eacute;m pretende aumentar o n&uacute;mero de f&aacute;bricas por meio do sistema de franquias. A ideia &eacute; fornecer a massa e o recheio para o franqueado cuidar da linha de montagem: assar, rechear, cobrir, embalar e distribuir os doces para redes de supermercado e outros varejistas.<br /><br />De acordo com Caio Prado, o Brasil comporta 14 franquias do modelo, com investimento inicial de R$ 330 mil. Os planos s&atilde;o abrir cinco unidades em 2013.<br /><br />Claudia Bittencourt, diretora-geral do Grupo Bittencourt, consultoria especializada em franquias, aponta que o franchising est&aacute; evoluindo de todas as formas e as franquias de f&aacute;bricas s&atilde;o uma tend&ecirc;ncia do setor. Segundo ela, a unidade pode cuidar de todo o processo de produ&ccedil;&atilde;o ou encerrar parte da montagem do produto. "Dependendo da regi&atilde;o em que a f&aacute;brica est&aacute;, ela n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de atender o Nordeste, por exemplo, por uma quest&atilde;o de frete ou outros fatores. Nesse cen&aacute;rio, as franquias aparecem como uma alternativa para a rede tra&ccedil;ar seu plano de expans&atilde;o", afirma.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[2012 foi ano atípico para o mercado de trigo no Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=33057</link>
<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 08:15:11 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A comercializa&ccedil;&atilde;o de trigo est&aacute; dif&iacute;cil devido &agrave; falta de qualidade<br /><br /><br />O ano de 2012 foi bem at&iacute;pico para o mercado de trigo no Brasil. Marcado por apresentar pequenas varia&ccedil;&otilde;es no mercado dom&eacute;stico, o trigo, teve dois per&iacute;odos distintos ao longo desse ano: o primeiro semestre foi de estabilidade e no segundo de r&aacute;pida e forte eleva&ccedil;&atilde;o nos pre&ccedil;os. "A quebra da produ&ccedil;&atilde;o no Hemisf&eacute;rio Norte deu ao mercado fundamentos para essa forte valoriza&ccedil;&atilde;o no contexto internacional e a menor produ&ccedil;&atilde;o e produtividade no Mercosul trataram por acelerar esse processo", explica o analista de Safras &amp; Mercado Renan Magro.<br /><br />O ano come&ccedil;ou com o governo movimentando o mercado de trigo atrav&eacute;s das opera&ccedil;&otilde;es de PEP e Pepro. Os leil&otilde;es come&ccedil;aram em novembro e foram at&eacute; 29 de mar&ccedil;o. Foram negociados 2.204 mil toneladas do total de 3.355 mil toneladas ofertas nas opera&ccedil;&otilde;es de PEP. Esse dado corresponde a 65,68%. Nos leil&otilde;es de Pepro, 173 mil toneladas das 375 mil toneladas ofertadas foram negociadas, o equivalente a 46,15%. O valor total das opera&ccedil;&otilde;es (desde 10/11/12) &eacute; de R$ 200,699 milh&otilde;es.<br /><br />A expectativa era para uma safra cheia no pa&iacute;s, especialmente no Rio Grande do Sul, repetindo o desempenho da temporada anterior. A novidade ficou por conta da redu&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea cultivada no Paran&aacute;, tradicionalmente o maior produtor brasileiro, e o aumento no Rio Grande do Sul, que passou de segundo para primeiro em &aacute;rea cultivada. O desenrolar da safra estava bom, at&eacute; que as geadas tardias prejudicaram as lavouras nos dois estados, mas afetando mais o cereal ga&uacute;cho. Como se j&aacute; n&atilde;o fosse suficiente, as chuvas na poda de colheita prejudicaram ainda mais a qualidade do produto e reduziu significativamente a produtividade.<br /><br /><br />&Aacute;rea plantada - Segundo o relat&oacute;rio do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paran&aacute;, a &aacute;rea destinada ao cultivo de trigo no estado deve apresentar queda de 27% no ano e passando de 1,064 milh&atilde;o de hectares para 776,499 mil de hectares. O rendimento m&eacute;dio deve passar de 2,38 kg por hectare em 2010/11 para 2,72 kg por hectare na safra 2011/12, alta de 15%. Com isso, a produ&ccedil;&atilde;o deve cair 14% em 2011/12, passando de 2,452 milh&otilde;es de toneladas para 2,114 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />No Rio Grande do Sul, segundo a Emater-RS, a safra foi encerrada com os produtores tentando colocar o produto no mercado. A comercializa&ccedil;&atilde;o tem sido dif&iacute;cil no sentido de que a qualidade dos gr&atilde;os, em sua maioria, n&atilde;o apresenta qualidade exigida pelos moinhos.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Setor de panificação tem crescimento]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32930</link>
<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 12:45:02 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segmento deve faturar R$ 7 bi em 2012<br /><br />Cifra do setor em Minas Gerais representa um incremento de 15% em rela&ccedil;&atilde;o ao exerc&iacute;cio passado.<br /><br />O setor de panifica&ccedil;&atilde;o em Minas Gerais deve fechar 2012 com faturamento de cerca de R$ 7 bilh&otilde;es. A cifra representa crescimento de 15% em rela&ccedil;&atilde;o ao exerc&iacute;cio passado. No cen&aacute;rio nacional, levantamento realizado pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria a Panifica&ccedil;&atilde;o (Abip) mostrou que as empresas de panifica&ccedil;&atilde;o e confeitarias brasileiras faturaram cerca de R$ 70 bilh&otilde;es este ano, crescimento de 11,3% com rela&ccedil;&atilde;o a 2011.<br /><br />O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Mineira da Ind&uacute;stria da Panifica&ccedil;&atilde;o (Amip&atilde;o), Jos&eacute; Batista de Oliveira, no entanto, n&atilde;o acredita que o setor como um todo registrou esse crescimento em Minas Gerais. "Empresas que realizam um trabalho voltado para a inova&ccedil;&atilde;o do mix de produtos e para o atendimento de qualidade podem ter alcan&ccedil;ado crescimento nesse n&iacute;vel, mas n&atilde;o &eacute; a realidade de todo o setor", diz.<br /><br />Em 2011, a panifica&ccedil;&atilde;o mineira movimentou R$ 6,08 bilh&otilde;es. A cifra de R$ 7 bilh&otilde;es estimada para 2012 representa ent&atilde;o crescimento em torno de 15% sobre o ano passado. Oliveira explica que Minas Gerais representa 10% do mercado nacional e que a cifra &eacute; estimada em cima dos n&uacute;meros levantados pela Abip. Para ele, o crescimento de 11,3% no mercado nacional tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; uma realidade de todo o setor.<br /><br />Um dos gargalos que impede o crescimento da panifica&ccedil;&atilde;o em Minas Gerais &eacute; a falta de m&atilde;o de obra. Para Oliveira, a situa&ccedil;&atilde;o de pleno emprego que a capital mineira vive dificulta a contrata&ccedil;&atilde;o de pessoal pelas cerca de 1,1 mil empresas do setor instaladas na cidade. " complicado formar uma boa equipe, pois o funcion&aacute;rio entra em um dia e sai no outro. A rotatividade &eacute; muito grande", reclama. A panifica&ccedil;&atilde;o mineira gera cerca de 80 mil postos de trabalho.<br /><br />Mudan&ccedil;as - Oliveira afirma tamb&eacute;m que a panifica&ccedil;&atilde;o mineira est&aacute; passando por mudan&ccedil;as. "As empresas est&atilde;o buscando novos nichos de mercado, sobretudo na &aacute;rea de gastronomia. Elas est&atilde;o investindo em caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o e happy hour. Esse movimento &eacute; bastante positivo e necess&aacute;rio para o crescimento", observa.<br /><br />Outra tend&ecirc;ncia que ele destaca &eacute; de crescimento dos produtos de fabrica&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria dentro das padarias. O h&aacute;bito por uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel, com produtos frescos e feitos na hora vai impulsionar o setor. "Nesse quesito a padaria &eacute; bastante &aacute;gil, pois a interface com o cliente acontece o tempo todo", avalia.<br /><br />Para ele, s&atilde;o esses fatores que possibilitaram que algumas empresas do setor crescessem em 2012 e que continuar&atilde;o impulsionando as vendas da panifica&ccedil;&atilde;o no pr&oacute;ximo ano. " um trabalho que est&aacute; apenas come&ccedil;ando, mas esse conceito de gastronomia vai acelerar o setor nos pr&oacute;ximos anos", conclui.<br /><br />Segundo n&uacute;meros da Amip&atilde;o, o setor gera em Minas aproximadamente 120 mil empregos somando diretos e indiretos nas cerca de 9 mil empresas formalizadas e 14 mil pontos de venda.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Mercado de trigo no Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32848</link>
<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 11:01:40 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mercado de trigo no Brasil segue firme. De maneira geral, os pre&ccedil;os internos do cereal permanecem elevados, mas a forte queda nos pre&ccedil;os internacionais do gr&atilde;o pode mudar esse cen&aacute;rio. Segundo o analista de Safras &amp; Mercado, Renan Gomes, os outros dois fatores do trip&eacute; fundamental que vinham dando sustenta&ccedil;&atilde;o para os pre&ccedil;os do trigo continuam firmes: a valoriza&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar perante o real e a quebra da produ&ccedil;&atilde;o no Brasil e na Argentina.<br /><br />De acordo com Safras &amp; Mercado, com o d&oacute;lar na casa do R$ 2,05, o trigo importado, que representa em m&eacute;dia 50% do consumo de gr&atilde;o, chega custando mais no pa&iacute;s o que possibilita pre&ccedil;os internos mais elevados, dado a paridade de importa&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, as condi&ccedil;&otilde;es de oferta tanto dentro do pa&iacute;s quanto no Mercosul, como um todo, est&atilde;o desgastadas pelas quebras em regi&otilde;es produtoras importantes.Assim, temos um cen&aacute;rio de pre&ccedil;os em queda.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Sabor em Queijo traz a São Paulo seus tradicionais palitos de queijo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32802</link>
<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 09:00:33 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"> 
<table style="float: right;" border="0" width="100">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td><img title="Queijo23" src="/img/impar/3/2/3235.jpg" alt="Queijo23" width="360" height="180" /></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
A Sabor em Queijo, atuante h&aacute; 10 anos em Minas Gerais, leva para S&atilde;o Paulo o palito de queijo, feito com o verdadeiro queijo canastra com Selo de Origem no Brasil e de Indica&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica, sem a adi&ccedil;&atilde;o de insumos artificiais, gordura trans e gl&uacute;ten.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">A marca chega a capital com tr&ecirc;s sabores Paliqueijo - 350g (sabor tradicional), Palitom - 350g (tomate seco e ervas) e Palipizza - 230g (presunto, or&eacute;gano e cebola). O grande destaque &eacute; para o prazo de validade que &eacute; igual ao da massa caseira congelada, 4 meses, para manter a textura, leveza e sabor do produto.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">"Nossa produ&ccedil;&atilde;o &eacute; feita at&eacute; o ponto de n&atilde;o perder as caracter&iacute;sticas do produto, o mais pr&oacute;xima poss&iacute;vel da caseira. As pessoas cuidam mais da sa&uacute;de para viver mais e melhor, mas para isso n&atilde;o precisam se privar de consumir a receita mais tradicional de Minas, por isso s&oacute; usamos insumos naturais para ter um bom produto com qualidade, sabor e que n&atilde;o fa&ccedil;a mal &agrave; sa&uacute;de.", declara a s&oacute;cia da Sabor em Queijo, Ana Lu&iacute;sa.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /> <br />Sobre a Sabor em Queijo:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;">Com uma receita tradicional de fam&iacute;lia, a marca est&aacute; h&aacute; 10 anos no mercado mineiro. Foi a primeira ind&uacute;stria brasileira a trabalhar com biscoitos de queijo congelados em embalagem de 350g.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />A empresa possui maquin&aacute;rio exclusivo para a fabrica&ccedil;&atilde;o do produto desenvolvido por um dos s&oacute;cios. A marca comercializa atualmente 1300 caixas por m&ecirc;s nas 4 maiores redes supermercadistas da capital mineira e inicia seu processo de expans&atilde;o na cidade de S&atilde;o Paulo ampliando em 100% sua produ&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />Mais informa&ccedil;&otilde;es: www.saboremqueijo.com.br</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Fonte: Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o da Sabor em Queijo/Portal Abras</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[O segredo da fabricação do panetone]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32776</link>
<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 11:07:16 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>L&iacute;der em panetones, Bauducco usa fermento trazido da It&aacute;lia h&aacute; 64 anos, que &eacute; guardado a sete chaves na sede da empresa<br /></em><br /><br />V&aacute;rias empresas t&ecirc;m sua f&oacute;rmula secreta. A mais famosa &eacute; a da Coca-Cola, guardada em um cofre gigante, na sede da empresa, em Atlanta, nos Estados Unidos. A cidade de Guarulhos, na Grande S&atilde;o Paulo, abriga um outro segredo industrial, menos conhecido, mas tamb&eacute;m relacionado a um produto popular: a massa madre dos panetones da Bauducco, fabricados pela Pandurata Alimentos, dona da marca.<br /><br />Trazida da It&aacute;lia por Carlo Bauducco em 1948, a massa madre &eacute; cultivada, alimentada e conservada desde ent&atilde;o para ser usada todos os anos na produ&ccedil;&atilde;o dos panetones da marca. "Ela &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o da empresa, o grande segredo do sucesso da companhia", explica Vivian Ramirez de Andrade, gerente de produtos sazonais da Pandurata.<br /><br />Os produtos sazonais, geralmente dedicados a festas como P&aacute;scoa e Natal - categoria em que se encaixam os panetones -, representam hoje 30% das vendas da Pandurata, que deve fechar este ano na casa de R$ 2 bilh&otilde;es em faturamento. O tradicional quitute natalino j&aacute; respondeu por metade da receita da empresa, que historicamente lidera o mercado - uma depend&ecirc;ncia que a companhia est&aacute; tentando combater com uma estrat&eacute;gia de diversifica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />At&eacute; hoje, no entanto, a Bauducco tem 40% do mercado de panetones industrializados no Pa&iacute;s (na conta, n&atilde;o entram os panetones fabricados por padarias e supermercados).<br /><br />G&ecirc;nese do neg&oacute;cio. "A Bauducco foi fundada por causa dos panetones", afirma Vivian. Ela conta que o italiano Carlo Bauducco vendeu, em 1948, m&aacute;quinas de panifica&ccedil;&atilde;o para um amigo que morava no Brasil. Mas depois de meses do fechamento do neg&oacute;cio, ele n&atilde;o havia recebido o pagamento e tamb&eacute;m n&atilde;o tinha not&iacute;cia das m&aacute;quinas.<br /><br />Resolveu, ent&atilde;o, vir ao Brasil para ver o que tinha acontecido. As m&aacute;quinas estavam retidas no Porto de Santos - v&iacute;tima da j&aacute; antiga burocracia brasileira - e seu "amigo" havia desaparecido do mapa. Sem ter o que fazer diante do preju&iacute;zo certo e sem poder levar as m&aacute;quinas para a It&aacute;lia, Bauducco decidiu usar ele mesmo as m&aacute;quinas para montar uma panifica&ccedil;&atilde;o no Brasil. Voltou para a It&aacute;lia para avisar a fam&iacute;lia da decis&atilde;o e mudou-se para o Brasil, trazendo a massa madre que iria ser o embri&atilde;o da primeira fornada.<br /><br />"No Brasil, poucas empresas usam massas madres, mas existem regi&otilde;es na It&aacute;lia em que existe a capacidade de se cultivar essas massas madres", explica Caio Gouvea, presidente da Puratos Brasil, subsidi&aacute;ria da multinacional belga especializada em produtos para panifica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Mistura. A massa madre nada mais &eacute; que a mistura fermentada de &aacute;gua com farinha de trigo. O que difere uma massa madre de outra &eacute; a cepa de levedura que essa mistura cont&eacute;m. "Com o fermento biol&oacute;gico comum, o panificador controla a forma, o volume e a textura da fornada. Com a massa madre, ele tamb&eacute;m pode controlar o sabor", explica Gouvea.<br /><br />Na Bauducco, segundo Vivian, a mesma massa madre &eacute; usada desde os primeiros panetones fabricados pela empresa, quando ela era ainda uma pequena doceria no bairro do Br&aacute;s, na regi&atilde;o central de S&atilde;o Paulo. O segredo, segundo ela, &eacute; a conserva&ccedil;&atilde;o.<br /><br />'Dieta' de &aacute;gua e farinha. "Diariamente a massa &eacute; alimentada e cuidada", explica a executiva. Em uma sala fechada e com temperatura constantemente controlada, a massa recebe todo dia uma por&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e farinha de trigo, para que os micro-organismos contidos nela nunca deixem de se multiplicar.<br /><br />A alimenta&ccedil;&atilde;o da massa &eacute; feita 24 horas por dia, por tr&ecirc;s funcion&aacute;rios, que se revezam em tr&ecirc;s turnos de trabalho. S&oacute; eles t&ecirc;m acesso &agrave; massa madre dentro da companhia. Ela n&atilde;o pode nem mesmo ser fotografada, apesar dos constantes pedidos da reportagem. "S&atilde;o cuidados que a empresa toma para que a conserva&ccedil;&atilde;o n&atilde;o sofra nenhuma amea&ccedil;a", ressalta Vivian.<br /><br />H&aacute; 12 anos, quando a Bauducco inaugurou sua f&aacute;brica em Extrema, no Sul de Minas Gerais, a Pandurata resolveu levar parte da massa madre para a nova unidade. "Foi uma maneira de fazer uma esp&eacute;cie de 'back-up' da massa para o caso de que algo aconte&ccedil;a", explica Vivian.<br /><br />Divis&atilde;o do p&atilde;o. Todo ano, no m&ecirc;s de julho, segundo a diretora da Bauducco, um peda&ccedil;o da massa &eacute; retirado para dar origem a uma nova fornada de panetones. A esse peda&ccedil;o da massa madre, os funcion&aacute;rios acrescentam farinha e &aacute;gua. Essa massa &eacute; dividida v&aacute;rias vezes e amassada at&eacute; formar grandes bolotas, quase do tamanho de um saco de batatas de 25 quilos (veja ilustra&ccedil;&atilde;o ao lado).<br /><br />Cada uma das "bolotas" &eacute; acomodada em uma grande forma, parecida com um ber&ccedil;o. V&aacute;rios desses "bercinhos" ficam por oito horas descansando em uma sala apelidada na empresa de ber&ccedil;&aacute;rio, ou "sala dos beb&ecirc;s".<br /><br />Quando acrescida de ovos, a&ccedil;&uacute;car, frutas e passas, a bolota d&aacute; origem &agrave; massa do panetone, que ser&aacute; fermentada e assada. Cada uma dessas bolotas rende aproximadamente 500 quilos de panetone, ou mil unidades da vers&atilde;o de 500 gramas que s&atilde;o vendidas no varejo. Este ano, a Pandurata est&aacute; colocando no mercado 65 milh&otilde;es de panetones - 5 milh&otilde;es a mais do que em 2011.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Rio Grande do Sul é o maior consumidor per capita de panetone no país]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32761</link>
<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 07:55:29 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Consumo do bolo com sabores alternativos deve crescer 20% neste final de ano, para 3,6 milh&otilde;es<br /><br /><br />O gosto da massa doce misturado ao de frutas secas ou chocolate combina muito bem com chimarr&atilde;o. Prova disso &eacute; que o Rio Grande do Sul &eacute; respons&aacute;vel pelo maior consumo de panetones por pessoa no pa&iacute;s, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Ga&uacute;cha de Supermercados (Agas).<br /><br />Neste Natal, os ga&uacute;chos devem comprar 20% a mais de panetones do que no ano passado. Somente nos supermercados, devem ser vendidos 3,6 milh&otilde;es de panetones no Estado &ndash; uma unidade para cada tr&ecirc;s ga&uacute;chos. Para a Agas, uma das raz&otilde;es para o crescimento foi a antecipa&ccedil;&atilde;o da oferta destes itens nas prateleiras.<br /><br />Do total de venda, 90% deve ser de produtos industrializados, embora n&atilde;o haja nenhuma f&aacute;brica de panetone no Estado.<br /><br />&ndash; &Eacute; um reflexo da dificuldade de produ&ccedil;&atilde;o. H&aacute; menos oferta de produtos artesanais &ndash; afirma o presidente da Agas, Ant&ocirc;nio Cesa Longo.<br /><br />A produ&ccedil;&atilde;o ga&uacute;cha &eacute; restrita &agrave;s padarias. Conforme o Sindicato das Ind&uacute;strias de Panifica&ccedil;&atilde;o e Confeitaria e de Massas Aliment&iacute;cias e Biscoitos (Sindipan), apenas cerca 30% das 6 mil padarias t&ecirc;m produ&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria.<br /><br />&ndash; O que dificulta &eacute; a m&atilde;o de obra especializada que o panetone exige &ndash; explica Arildo Bennech Oliveira, presidente do Sindipan.<br /><br />O sindicato tamb&eacute;m projeta aumento de 20% na venda do produto nas padarias neste Natal. Colaboram para isso, segundo Oliveira, a maior variedade de sabores e a melhora na condi&ccedil;&atilde;o financeira dos ga&uacute;chos.<br /><br />Propriet&aacute;rio de uma padaria que faz panetones h&aacute; 10 anos em Lajeado, no Vale do Taquari, J&uacute;nior Schuh diz que, a cada Natal, a produ&ccedil;&atilde;o aumenta junto com o consumo. Em 2011, a padaria vendeu 2 mil panetones. Neste ano, projeta chegar a 2,6 mil unidades, aumento de 30%.<br /><br />&ndash; Fornecemos um produto mais caseiro, sem conservantes e com um gosto diferenciado, por isso conquistamos cada vez mais clientes &ndash; afirma Schuh.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Compra de trigo de fora do Mercosul deve disparar]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32752</link>
<pubDate>Fri, 14 Dec 2012 12:19:58 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Restri&ccedil;&otilde;es argentinas &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o de trigo e forte queda da produ&ccedil;&atilde;o brasileira v&atilde;o obrigar moinhos do Brasil a importar volumes elevados do cereal de fora do Mercosul, o que significa a obrigatoriedade de pagamento de 10% de Tarifa Externa Comum (TEC). Normalmente, menos de 5% das importa&ccedil;&otilde;es brasileiras s&atilde;o trazidas de fora do bloco. Nesta temporada, essa fatia deve alcan&ccedil;ar entre 35% e 42%. A condi&ccedil;&atilde;o deve encarecer ainda mais o trigo usado no Brasil. O pre&ccedil;o da farinha j&aacute; subiu 20% nos &uacute;ltimos dois meses. Novos ajustes est&atilde;o &agrave; vista.<br /><br />Segundo o presidente do Moinho Pac&iacute;fico, Lawrence Pih, a ind&uacute;stria vai precisar importar de 7 milh&otilde;es a 8 milh&otilde;es de toneladas do cereal para atender sua demanda interna, estimada em 10,5 milh&otilde;es de toneladas. Em torno de 2,5 milh&otilde;es a 3 milh&otilde;es ser&atilde;o importadas de fora do Mercosul.<br /><br />A produ&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica deve cair 22%, para 4,4 milh&otilde;es de toneladas, na safra 2012/13, que est&aacute; sendo colhida. Desse total, 1 milh&atilde;o de toneladas devem ser exportadas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).<br /><br />Na Argentina, de onde o Brasil compra cerca de 30% do trigo que consome, intemp&eacute;ries nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses afetaram a safra de inverno. A bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu para 9,8 milh&otilde;es de toneladas sua expectativa de colheita, queda de 30% em rela&ccedil;&atilde;o ao ciclo passado.<br /><br />At&eacute; o momento, os agricultores argentinos colheram 42% da &aacute;rea plantada na safra 2012/13. As preocupa&ccedil;&otilde;es com os danos &agrave; cultura levaram o governo da presidente Cristina Kirchner a cortar a cota de exporta&ccedil;&atilde;o em 1,5 milh&atilde;o de toneladas na semana passada. Ainda assim, a expectativa do mercado &eacute; de que o governo vai voltar atr&aacute;s e liberar a venda desse volume ao exterior ao fim da colheita.<br /><br />A ArgenTrigo, associa&ccedil;&atilde;o que representa os produtores de trigo do pa&iacute;s, prev&ecirc; que a safra 2012/13 alcance 10,5 milh&otilde;es de toneladas, com um estoque de passagem de 1 milh&atilde;o de toneladas e o consumo dom&eacute;stico de 5,5 milh&otilde;es de toneladas, o que deixaria 6 milh&otilde;es de toneladas dispon&iacute;veis para exporta&ccedil;&atilde;o - volume que, inicialmente, correspondia ao que o governo pretendia embarcar do cereal.<br /><br />Assim, explica Lawrence Pih, o Brasil ter&aacute; que buscar o cereal nos Estados Unidos. Ontem, a tonelada do trigo americano estava cotada a US$ 360 no porto nos Estados Unidos (Golfo). Somando-se as despesas de frete e a TEC, que incide em 10% nas importa&ccedil;&otilde;es de trigo de fora do Mercosul, o valor dessa carga chega ao moinho em S&atilde;o Paulo a US$ 470 por tonelada. Em reais, seria algo pr&oacute;ximo de R$ 970. J&aacute; o trigo argentino foi cotado ontem a US$ 435 posto no moinho em S&atilde;o Paulo, cerca de R$ 900.<br /><br />O cereal brasileiro vem buscando a paridade com o internacional e segue em alta. Segundo levantamento da Safras &amp; Mercado, somente em dezembro, o trigo subiu 20%, para R$ 780 a tonelada, em Maring&aacute; (PR). No entanto, com a escassez do produto no Mercosul, a press&atilde;o altista vem se intensificando. "Eu recebi hoje oferta de venda a R$ 820 para o norte do Paran&aacute;", diz Pih.<br /><br />Desde setembro, in&iacute;cio da safra no Brasil, o trigo subiu 30%, segundo a Safras. O cereal importado &eacute; ainda onerado adicionalmente com a alta do d&oacute;lar que, desde setembro, subiu 15%. "O aumento do custo de aquisi&ccedil;&atilde;o pelos moinhos supera 50% e, at&eacute; agora, foram repassados 20 pontos percentuais para o pre&ccedil;o da farinha", diz Pih. O repasse de outros 20 pontos ser&aacute; feito no primeiro trimestre de 2013", avisa o empres&aacute;rio.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Redução da oferta de trigo provoca a disparada no preço do grão]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32734</link>
<pubDate>Fri, 14 Dec 2012 08:12:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Agricultores com produto armazenado conseguem bons neg&oacute;cios no RS.Custo de R$ 40 da saca est&aacute; acima do m&iacute;nimo estipulado pelo governo.<br /><br /><br />A queda na oferta do trigo fez o pre&ccedil;o do gr&atilde;o disparar. Os agricultores do Rio Grande do Sul que ainda t&ecirc;m produto armazenado est&atilde;o conseguindo fechar bons neg&oacute;cios.<br /><br />O movimento de caminh&otilde;es carregados com trigo na cerealista em Cruz Alta, noroeste do Rio Grande do Sul, mostra a boa procura que o produto vem tendo no mercado. Este ano, o excesso de chuva nas lavouras provocou quebra na produ&ccedil;&atilde;o ga&uacute;cha. A colheita no estado j&aacute; terminou e o cereal est&aacute; nos armaz&eacute;ns das empresas e cooperativas.<br /><br />O produtor Fernando Della Mea ainda guarda 7,5 mil sacas do gr&atilde;o, metade da produ&ccedil;&atilde;o colhida este ano na propriedade. O agricultor tem recebido ofertas de compra de at&eacute; R$ 40 pela saca do trigo de melhor qualidade. "Esses patamares de pre&ccedil;os que o mercado est&aacute; oferecendo hoje s&atilde;o pre&ccedil;os muito bons em virtude dos anos anteriores que a gente n&atilde;o tinha liquidez", diz.<br /><br />O custo de R$ 40 a saca est&aacute; muito acima do m&iacute;nimo do governo, estipulado em R$ 30. Em rela&ccedil;&atilde;o ao valor de mercado de dezembro do ano passado, a varia&ccedil;&atilde;o &eacute; de 42%. A alta nos pre&ccedil;os vem sendo provocada pela quebra de safra no Brasil e em outros pa&iacute;ses. No ano passado, o Brasil chegou a exportar 1,9 milh&atilde;o de toneladas do trigo de qualidade inferior. Agora, a quebra da safra vai modificar esses n&uacute;meros.<br /><br />Em 2011, uma empresa cerealista de Cruz Alta fez o maior carregamento de trigo da hist&oacute;ria do Rio Grande do Sul, em um total de 700 mil toneladas. Mas neste ano a quebra na safra ir&aacute; reduzir esse volume em 40%. Como parte do trigo ga&uacute;cho perdeu qualidade este ano por causa do excesso de chuva, o mercado de exporta&ccedil;&atilde;o continuar&aacute; sendo um bom canal de vendas.<br /><br />Segunda a CONAB, a safra de trigo deste ano deve chegar a 4,4 milh&otilde;es de toneladas, com redu&ccedil;&atilde;o de 1,3 milh&atilde;o de toneladas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; safra passada.<br />&nbsp;<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Portal G1</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Arcor diversifica no Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32730</link>
<pubDate>Fri, 14 Dec 2012 07:59:14 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Com o crescimento do mercado de pane&shy;tones no Pa&iacute;s, a fabricante argentina de chocolates e biscoitos Arcor, dirigida por Oswaldo Nardi&shy;nelli, avalia a amplia&ccedil;&atilde;o de sua capacidade produtiva nesse segmento, que j&aacute; est&aacute; 100% ocupada. Neste ano, a empresa, que vai faturar R$ 1 bilh&atilde;o, deve obter um total de R$ 20 milh&otilde;es com a venda do p&atilde;o natalino.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto &Eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Argentinos poderão retomar a exportação de trigo em janeiro]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32721</link>
<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 12:31:47 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os produtores de trigo da Argentina acreditam na retomada parcial das exporta&ccedil;&otilde;es do produto em janeiro, mas descartam a possibilidade de que a cota de 6 milh&otilde;es de toneladas que havia sido autorizada pelo governo para esta safra seja cumprida.<br /><br />De acordo com Santiago Labourt, presidente da Argentrigo, entidade que re&uacute;ne os produtores do pa&iacute;s, j&aacute; foram exportados neste ano 4,5 milh&otilde;es de toneladas e 1 milh&atilde;o de toneladas adicionais poder&atilde;o ser liberadas no pr&oacute;ximo m&ecirc;s. Os embarques est&atilde;o temporariamente suspensos at&eacute; ter&ccedil;a-feira. Uma reuni&atilde;o programada para hoje da ind&uacute;stria moageira na secretaria de Com&eacute;rcio Interior, comandada por Guillermo Moreno, dever&aacute; determinar o estoque da produ&ccedil;&atilde;o que ser&aacute; dirigida para o mercado interno.<br /><br />A restri&ccedil;&atilde;o &agrave;s exporta&ccedil;&otilde;es n&atilde;o est&aacute; ligada a uma queda da produ&ccedil;&atilde;o, mas a uma tentativa do governo de regular os pre&ccedil;os no mercado interno e controlar a escalada inflacion&aacute;ria, de acordo com os produtores. "O efeito imediato da incerteza que foi introduzida para os produtores &eacute; a queda dos pre&ccedil;os. &Eacute; um sistema arriscado, porque leva no longo prazo ao desest&iacute;mulo ao plantio", afirmou Labourt.<br /><br />O sistema de cotas de exporta&ccedil;&atilde;o do trigo argentino &eacute; semelhante ao utilizado no pa&iacute;s para a carne bovina desde 2006: o governo restringe a atividade exportadora como forma de aumentar os estoques e reduzir a press&atilde;o inflacion&aacute;ria sobre a ind&uacute;stria de alimentos. No caso da pecu&aacute;ria bovina, houve uma redu&ccedil;&atilde;o de plant&eacute;is que come&ccedil;ou a ser revertida apenas este ano, depois de uma queda dr&aacute;stica de vendas ao exterior.<br /><br />O Minist&eacute;rio da Agricultura da Argentina est&aacute; afastado das discuss&otilde;es sobre o tema. "Esta quest&atilde;o &eacute; do &acirc;mbito exclusivo do Minist&eacute;rio da Economia", afirmou o secret&aacute;rio de Agricultura, Lorenzo Basso, ao afirmar que as restri&ccedil;&otilde;es &agrave;s exporta&ccedil;&otilde;es de trigo n&atilde;o se justificam por problemas na produ&ccedil;&atilde;o: "considerando os residuais da safra passada, teremos uma produ&ccedil;&atilde;o da ordem de 12 milh&otilde;es de toneladas". No relat&oacute;rio divulgado ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a estimativa para a produ&ccedil;&atilde;o argentina de trigo nesta safra foi mantida em 11 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />O Brasil adquiriu 56% das exporta&ccedil;&otilde;es de trigo da Argentina em 2011, que atingiram 8,3 milh&otilde;es de toneladas. O tema preocupa a ind&uacute;stria moageira brasileira, que acredita em aumento do pre&ccedil;o da mat&eacute;ria-prima, j&aacute; que houve redu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o brasileira de trigo no Rio Grande do Sul e redu&ccedil;&atilde;o do plantio no Paran&aacute;. A demanda brasileira por trigo importado para o pr&oacute;ximo ano &eacute; estimada em 7 milh&otilde;es de toneladas. Para Labourt, ainda h&aacute; possibilidade de se atender os contratos com o Brasil. "O Brasil come&ccedil;a a necessitar de trigo entre fevereiro e mar&ccedil;o e &eacute; poss&iacute;vel que consigamos coordenar nossos fluxos de venda", disse.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Empresários de Minas discutem futuro do setor de panificação]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32682</link>
<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 12:26:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Empres&aacute;rios e entidades que representam a panifica&ccedil;&atilde;o em Minas Gerais se reuniram ontem para discutir o futuro do setor. O encontro faz parte do projeto Vis&atilde;o de Futuro para as Padarias de Belo Horizonte desenvolvido pelo Sindicato e Associa&ccedil;&atilde;o Mineira da Ind&uacute;stria de Panifica&ccedil;&atilde;o (Amip&atilde;o) em parceria com o Servi&ccedil;o de Apoio &agrave;s Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae-MG) e com a Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).<br /><br />O presidente da Amip&atilde;o, Jos&eacute; Batista de Oliveira, explicou que dentro desse projeto foi contratada uma consultoria que, junto com as entidades, realizou uma pesquisa no mercado mundial para mapear diversas possibilidades de neg&oacute;cios ao redor do mundo. "Nosso objetivo &eacute; identificar quais deles podem servir de modelo para as padarias de Minas Gerais e aplic&aacute;-los aqui", disse. "Temos que pensar no futuro com a cabe&ccedil;a nele. A din&acirc;mica do mundo muda muito rapidamente", completou.<br /><br />Para ele, o modelo de neg&oacute;cios que mais se enquadra ao cen&aacute;rio de Belo Horizonte foi encontrado no estado norte-americano da Calif&oacute;rnia. "Nesse modelo, a padaria d&aacute; sustenta&ccedil;&atilde;o para uma ampla &aacute;rea de alimenta&ccedil;&atilde;o, com almo&ccedil;o, lanche, caf&eacute; da manh&atilde;, happy hour, tudo isso usando o p&atilde;o como base. Assim, eles agregam valor ao p&atilde;o e t&ecirc;m um faturamento maior em cima dos produtos que a pr&oacute;pria padaria fabrica", explicou.<br /><br />O pr&oacute;ximo passo, de acordo com Batista de Oliveira, &eacute; aprofundar as discuss&otilde;es em cima dos modelos de neg&oacute;cios que foram apresentados ontem para depois tra&ccedil;ar as a&ccedil;&otilde;es que ser&atilde;o desenvolvidas. "O setor de panifica&ccedil;&atilde;o tem uma preocupa&ccedil;&atilde;o muito grande com as padarias estarem inovando sempre e, assim, conseguindo se sustentar economicamente", observou. As a&ccedil;&otilde;es que forem definidas dentro do projeto ser&atilde;o apresentadas aos empres&aacute;rios em fevereiro do pr&oacute;ximo ano, quando ter&aacute; in&iacute;cio a etapa de implanta&ccedil;&atilde;o dessas a&ccedil;&otilde;es.<br /><br />A gerente de atendimento coletivo da ind&uacute;stria do Sebrae-MG, Marise Xavier Brand&atilde;o, lembrou que o setor de panifica&ccedil;&atilde;o na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) soma cerca de 1,2 mil empresas das quais a grande maioria s&atilde;o microempresas e empresas de pequeno porte. "Dentro desse cen&aacute;rio, n&oacute;s procuramos quais s&atilde;o os modelos em outros pa&iacute;ses que podem ser enquadrados nessas empresas e apresentamos aos empres&aacute;rios", explicou.<br /><br /><br />Mudan&ccedil;as - Ela destacou ainda que o setor de panifica&ccedil;&atilde;o est&aacute; passando por mudan&ccedil;as constantes e que muitos pa&iacute;ses j&aacute; passaram por esse processo. "Na Calif&oacute;rnia, por exemplo, o p&atilde;o industrial, por muito tempo, predominou no mercado devido &agrave; sua praticidade. No entanto, hoje o p&atilde;o artesanal voltou &agrave; lideran&ccedil;a, pois as pessoas est&atilde;o buscando maior qualidade de vida, mas &eacute; preciso agregar valor a ele.  isso que queremos mostrar aos panificadores mineiros", afirmou.<br /><br />Marise Xavier Brand&atilde;o tamb&eacute;m ressaltou que as entidades como a Amip&atilde;o, o Sebrae-MG e a Fiemg podem somente estimular a decis&atilde;o final do empres&aacute;rio. " preciso que os empres&aacute;rios se sensibilizem para aderir ao projeto. Pois a decis&atilde;o de investir ou n&atilde;o &eacute; deles", conclui. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Indústria busca alternativas à redução de oferta de trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32663</link>
<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 12:33:25 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Suspens&atilde;o dos embarques argentinos afeta fabricantes ga&uacute;chos<br /><br /><br /><br />A suspens&atilde;o dos embarques de trigo da safra argentina 2012/2013 at&eacute; 15 de dezembro e a inten&ccedil;&atilde;o do governo de Cristina Kirchner de reduzir entre 5% a 10% as licen&ccedil;as de exporta&ccedil;&otilde;es do gr&atilde;o dever&atilde;o aumentar a tend&ecirc;ncia de eleva&ccedil;&otilde;es nos pre&ccedil;os da farinha e do p&atilde;o no Estado ainda neste m&ecirc;s. A prov&aacute;vel redu&ccedil;&atilde;o das importa&ccedil;&otilde;es da Argentina preocupa as ind&uacute;strias trit&iacute;colas e de panifica&ccedil;&atilde;o ga&uacute;chas, que contavam com o produto do pa&iacute;s vizinho para suprir a queda na produ&ccedil;&atilde;o de trigo no Estado na &uacute;ltima safra.<br /><br />Conforme Jos&eacute; Antoniazzi, presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria do Trigo do Rio Grande do Sul, o Brasil consome anualmente 10,5 milh&otilde;es de toneladas do cereal. Com a frustra&ccedil;&atilde;o de safra no Rio Grande do Sul, causada pelas intemp&eacute;ries clim&aacute;ticas, e a redu&ccedil;&atilde;o de plantio no Paran&aacute;, onde os produtores optaram pelo milho, o Pa&iacute;s deve colher apenas 3 milh&otilde;es de toneladas com condi&ccedil;&otilde;es para transforma&ccedil;&atilde;o em farinha. &ldquo;O Paraguai e o Uruguai podem suprir 1,5 milh&atilde;o de toneladas. Mas o resto viria da Argentina&rdquo;, explica Antoniazzi.<br /><br />Oficialmente, os argentinos afirmam que ir&atilde;o exportar 6 milh&otilde;es de toneladas de uma safra de 11 milh&otilde;es de toneladas do gr&atilde;o. No entanto, o governo iniciou negocia&ccedil;&otilde;es para autorizar apenas 4,5 milh&otilde;es para venda no mercado externo. &ldquo;Com isso vai faltar trigo para as ind&uacute;strias brasileiras&rdquo;, afirma Antoniazzi. Segundo o dirigente, os moinhos nacionais ser&atilde;o for&ccedil;ados a importar o produto dos Estados Unidos, que &eacute; mais caro. &ldquo;Enquanto o trigo argentino custa US$ 425,00 a toneladas, o americano chega a US$ 500,00&rdquo;.<br /><br />O custo mais elevado dever&aacute; se refletir no pre&ccedil;o do p&atilde;o. Segundo Arildo Bennech Oliveira, presidente do Sindicato das Ind&uacute;strias de Panifica&ccedil;&atilde;o do Estado (Sindipan), o produto deve ficar de 10% a 20% mais caro em dezembro. &ldquo;Se houver um novo aumento no custo da farinha em torno de 20% em janeiro, ent&atilde;o o p&atilde;o dever&aacute; encarecer mais 10% no pr&oacute;ximo m&ecirc;s tamb&eacute;m&rdquo;, declara.<br /><br />Para tentar combater a eleva&ccedil;&atilde;o da farinha, as ind&uacute;strias panificadoras solicitaram na semana passada, ao governo federal, a redu&ccedil;&atilde;o do imposto de 10% cobrado pelo trigo de fora do Mercosul, assim como da taxa de frete de 25% da marinha mercante. &ldquo;Esperamos que o governo atenda a esse pedido logo. Hoje o quadro do setor &eacute; muito preocupante, pois se n&atilde;o forem liberados em breve os embarques da Argentina, faltar&aacute; trigo em janeiro&rdquo;, declara Oliveira.<br /><br />Segundo Hamilton Jardim, presidente da Comiss&atilde;o de Trigo da Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), o Brasil dever&aacute; gastar US$ 2,5 bilh&otilde;es com importa&ccedil;&atilde;o de trigo para suprir a necessidade nacional do gr&atilde;o. &ldquo;Estamos sangrando os cofres p&uacute;blicos por n&atilde;o termos uma pol&iacute;tica definida para a triticultura.&rdquo; Jardim estima que o Estado deve colher 1,85 milh&atilde;o de toneladas de trigo, das quais apenas 550 mil toneladas ter&atilde;o qualidade suficiente para atender &agrave; ind&uacute;stria moageira, devido &agrave;s perdas sofridas com as intemp&eacute;ries clim&aacute;ticas de agosto e setembro.<br /><br />No entanto, o presidente da comiss&atilde;o acredita que, com incentivo governamental, o Estado poderia aumentar sua produ&ccedil;&atilde;o e atender &agrave; demanda nacional. &ldquo;N&oacute;s plantamos apenas um milh&atilde;o de hectares de trigo. Mas temos potencial para ocupar 1,8 milh&atilde;o de hectares e colher at&eacute; 5,4 milh&atilde;o de toneladas. Em condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis, o Rio Grande do Sul e o Paran&aacute; poderiam atender a toda a necessidade da ind&uacute;stria nacional.&rdquo;<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Jornal do Com&eacute;rcio - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Importação de trigo argentino está paralisada pelo governo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32587</link>
<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 12:31:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os embarques de trigo da Argentina est&atilde;o paralisados desde quarta-feira, disseram nesta quinta-feira fontes do mercado no Brasil, o maior importador do cereal argentino. O governo do pa&iacute;s vizinho suspendeu embarques e cancelou parte das licen&ccedil;as de exporta&ccedil;&atilde;o previstas para a temporada 2012/2013, afirmaram as fontes, um importante empres&aacute;rio da ind&uacute;stria local e um corretor no Paran&aacute; com estreita rela&ccedil;&atilde;o com o mercado argentino. "O governo argentino suspendeu os embarques de trigo da safra nova... Os armadores est&atilde;o informando simplesmente que o governo n&atilde;o est&aacute; deixando embarcar", afirmou o empres&aacute;rio, que pediu para n&atilde;o ser identificado. Procurado, um porta-voz do Minist&eacute;rio da Agricultura da Argentina garantiu que o pa&iacute;s n&atilde;o est&aacute; avaliando uma redu&ccedil;&atilde;o das autoriza&ccedil;&otilde;es de exporta&ccedil;&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Escassez de trigo deve impactar indústria de pães, massas e biscoitos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32503</link>
<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 07:56:41 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pre&ccedil;o do produto em reais aumentou 40% nos &uacute;ltimos dois meses<br /><br /><br />A produ&ccedil;&atilde;o de trigo no Rio Grande do Sul enfrenta dificuldades, especialmente pela baixa qualidade devido aos temporais e geadas ocorridas no per&iacute;odo final do cultivo.<br /><br />Outro problema foi a quebra de safra na Argentina, principal fornecedor do gr&atilde;o para o Estado. V&aacute;rias regi&otilde;es do Brasil ter&atilde;o que importar trigo de fora do Mercosul. A ind&uacute;stria ga&uacute;cha do setor dificilmente compra de fora do bloco, devido ao alto custo do frete.<br /><br />O Diretor do Sindicato da Ind&uacute;stria de Trigo do Rio Grande do Sul, Gerson Preto, afirma que o pre&ccedil;o do trigo em reais aumentou 40% nos &uacute;ltimos dois meses, &eacute;poca em que deveria ficar mais barato. Preto relata ainda press&atilde;o da alta do d&oacute;lar sobre a importa&ccedil;&atilde;o e alerta que haver&aacute; repasse para a ind&uacute;stria de p&atilde;es, massas e biscoitos.<br /><br />&mdash; Tivemos uma safra prejudicada pelas condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e vamos ter que repassar esses custos &mdash;&nbsp; disse.<br /><br />Segundo Gerson Preto, o estoque de trigo deste ano &eacute; o mais baixo desde a cria&ccedil;&atilde;o do Mercosul. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Clima prejudica gaúchos e Paraná será líder em trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32471</link>
<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 11:48:55 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><br />Uma s&eacute;rie de intemp&eacute;ries clim&aacute;ticas minou as chances de o Rio Grande do Sul concretizar um feito in&eacute;dito: superar o Paran&aacute; na produ&ccedil;&atilde;o de trigo nacional. Os dados mais recentes coletados pela Empresa de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural (Emater/RS) indicam que os ga&uacute;chos colher&atilde;o, a duras penas, cerca de 1,8 milh&atilde;o de toneladas na safra 2012/13, ante as 2,5 milh&otilde;es de toneladas esperadas inicialmente. No Paran&aacute;, o Departamento de Economia Rural (Deral) prev&ecirc; 2,1 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />"Tivemos chuvas intensas, granizo e ventos fortes, que trouxeram acamamento das lavouras e doen&ccedil;as", afirma Luiz Ataides Jacobsen, assistente t&eacute;cnico da Emater/RS. A qualidade do cereal ga&uacute;cho tamb&eacute;m desaponta.<br /><br />No Paran&aacute;, o clima tamb&eacute;m provocou perdas. "Mas o problema se limitou &agrave; quantidade, porque a qualidade &eacute; boa", disse Carlos Hugo Godinho, t&eacute;cnico do Departamento de Economia Rural (Deral). A comercializa&ccedil;&atilde;o, que em outubro reduziu o ritmo, voltou a acelerar e est&aacute; em 56% da produ&ccedil;&atilde;o no Estado, acima da m&eacute;dia de 30% das &uacute;ltimas safras.<br /><br />Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) o pa&iacute;s produzir&aacute; 4,4 milh&otilde;es de toneladas de trigo em 2012/13. Com o consumo em 10,4 milh&otilde;es de toneladas, cerca de 6 milh&otilde;es de toneladas ser&atilde;o importadas, principalmente da Argentina e dos EUA.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Panetone muda receita para lucrar]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32367</link>
<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 09:38:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Segmento dominado por grandes empresas ainda reserva oportunidades para pequenos neg&oacute;cios de diversos setores</em></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma infinidade de s&iacute;mbolos adotados para representar o Natal e outros tantos s&atilde;o usados pelo com&eacute;rcio para anunciar a sua chegada. Mas o panetone &eacute; o principal deles. Tamanha popularidade e aceita&ccedil;&atilde;o fazem do p&atilde;o um item indispens&aacute;vel na ceia dos brasileiros. Mais do que isso: ele ocupa a posi&ccedil;&atilde;o de estrela entre os produtos natalinos que fomentam a economia e turbinam o faturamento de empresas de todos os portes nesta &eacute;poca do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas por tr&aacute;s do sucesso do p&atilde;o natalino h&aacute; importantes aspectos que podem ajudar o empreendedor a tra&ccedil;ar a melhor estrat&eacute;gia para impulsionar suas vendas. Segundo monitoramento sobre o consumo de panetone no Brasil, feito pelo Instituto Nielsen, o produto apresentou crescimento t&iacute;mido de 0,7% em valor de venda neste ano se comparado com 2011. Mas isso n&atilde;o &eacute; t&atilde;o importante. O que chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; que existe uma mudan&ccedil;a muito grande na forma como as pessoas compram o produto hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">"&Eacute; n&iacute;tido o fen&ocirc;meno da qualifica&ccedil;&atilde;o do consumo no mercado de panetones. O consumidor migrou do produto mais barato para o de maior valor. Hoje ele tem dinheiro para gastar mais na compra", explica Ramon Cassel, analista de mercado do Instituto Nielsen.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O segmento percebeu a mudan&ccedil;a e tratou de ampliar o portf&oacute;lio para agradar os clientes. O resultado disso &eacute; a enorme variedade de vers&otilde;es que o produto ganhou. "As vendas de itens que podem deixar o panetone mais atrativo e bonito, com cara de presente, aumentaram. A decora&ccedil;&atilde;o agrega valor ao produto", explica Alexandre Gomes, diretor-executivo da Arc&oacute;lor, uma pequena ind&uacute;stria especializada na produ&ccedil;&atilde;o de insumos para a fabrica&ccedil;&atilde;o do famoso p&atilde;o de Natal.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No mercado h&aacute; 30 anos, a empresa acompanha a evolu&ccedil;&atilde;o do produto por meio das demandas que chegam. "Antes, 98% das nossas vendas eram para padarias. Mas o crescimento do segmento de confeitaria abriu as portas para chegarmos at&eacute; o mercado semiprofissional e agora ele j&aacute; representa 10% das vendas", explica Gomes. "Esse mercado impactou tamb&eacute;m na forma como vendemos os insumos. Hoje j&aacute; temos quites para a fabrica&ccedil;&atilde;o de panetones em tamanhos menores, com 100 ou 250 gramas", afirma o empres&aacute;rio, que espera vender 300 toneladas de mistura para o produto at&eacute; dezembro, 10% a mais que no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Diferencia&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m da apar&ecirc;ncia caprichada, os panetones ganharam ingredientes mais nobres. "Todo ano tento fugir do convencional preparando recheios diferentes", diz a patissi&ecirc; Danielle Andrade, dona de um ateli&ecirc; que leva o seu nome na cidade de S&atilde;o Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, as vers&otilde;es da confeiteira v&atilde;o al&eacute;m do tradicional p&atilde;o de massa leve recheado com frutas cristalizadas. Elas levam chocolate importado e os recheios s&atilde;o feitos com pistache e damasco. "Sabores diferentes, como camafeu de nozes e brigadeiro belga, t&ecirc;m muita sa&iacute;da", explica Danielle, que neste ano tem a expectativa de aumentar em 10% a venda do produto. O panetone &eacute; respons&aacute;vel por at&eacute; 50% do faturamento da empresa no per&iacute;odo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A tend&ecirc;ncia de sofisticar um dos mais tradicionais itens da ceia promove tamb&eacute;m a expans&atilde;o de grandes, m&eacute;dias e pequenas empresas. A Pandurata, dona de marcas como Bauducco, Visconti e Tommy, projeta alta de 8% nas vendas. "Quem puxa o crescimento da categoria &eacute; a classe C", diz Renata Vieira, gerente de marketing do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A rede Amor Aos Peda&ccedil;os estima que neste final de ano a guloseima seja respons&aacute;vel por 30% do faturamento das lojas. "O panetone &eacute; um &iacute;cone do Natal e em uma doceria ele ganha ainda mais import&acirc;ncia. As pessoas que deixam de comprar no supermercado esperam um produto diferente", diz T&acirc;nia Nakajima, engenheira de alimentos da franquia. J&aacute; Marcio Morau, diretor de ind&uacute;stria do Grupo CRM, detentor das marcas Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau, estima que juntas as duas franquias vendam 400 toneladas de panetone.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas mesmo em um setor de disputa acirrada, neg&oacute;cios como padarias n&atilde;o s&atilde;o esmagados. "Grandes marcas dominam o mercado, mas a venda interna (de produtos fabricados no local) representa 50% do faturamento da padaria e o panetone pode, inclusive, ter um pre&ccedil;o maior", fala Alexandre Pereira, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria da Panifica&ccedil;&atilde;o e Confeitaria (Abip).</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" >32367</guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Preço em alta incentiva o plantio de trigo em Minas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32312</link>
<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 10:17:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os pre&ccedil;os altos pagos pelo trigo e as incertezas quanto ao volume a ser produzido em termos mundiais dever&atilde;o incentivar o aumento do plantio do cereal em Minas Gerais ao longo da pr&oacute;xima safra. Al&eacute;m disso, os projetos voltados para ampliar o acesso dos produtores &agrave; assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e a maior disponibilidade de cr&eacute;dito tamb&eacute;m contribuir&atilde;o para o crescimento da cultura.<br /><br />Segundo o coordenador do Programa de Desenvolvimento da Competitividade da Cadeia Produtiva do Trigo (Comtrigo), da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Seapa), Lindomar Ant&ocirc;nio Lopes, as expectativas em rela&ccedil;&atilde;o a pr&oacute;xima safra mineira s&atilde;o positivas.<br /><br />"A demanda pelo trigo continua aquecida e os pre&ccedil;os lucrativos, estes fatores s&atilde;o essenciais para que o produtor seja estimulado a ampliar o cultivo do cereal. Com o in&iacute;cio das a&ccedil;&otilde;es para levar maior assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica ao campo, previsto para iniciar em 2013, acreditamos que a produ&ccedil;&atilde;o estadual ir&aacute; crescer significativamente", disse.<br /><br />Devido ao clima do Estado, o trigo cultivado em Minas &eacute; colhido ao longo da entressafra, o que garante ao produtor um pre&ccedil;o mais alto que os pagos pelo cereal ao longo da fase de colheita das demais regi&otilde;es produtoras do pa&iacute;s. Al&eacute;m disso, por ser praticamente todo irrigado, a produtividade e a qualidade s&atilde;o favorecidas, o que garante tamb&eacute;m maior lucro para os triticultores.<br /><br />Outro ponto favor&aacute;vel para estimular o aumento da produ&ccedil;&atilde;o &eacute; o maior acesso ao cr&eacute;dito. De acordo com Lopes, apesar da maioria dos triticultores mineiros investirem recursos pr&oacute;prios no plantio da cultura, n&atilde;o dependendo de financiamento, &eacute; importante que as linhas espec&iacute;ficas existam. Seria interessante para o Estado a amplia&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito ao longo da comercializa&ccedil;&atilde;o da safra.<br /><br /><br />Demanda - O mercado brasileiro &eacute; um grande demandador do trigo. Anualmente o pa&iacute;s importa cerca de 50% do volume que consome, cerca de 12 milh&otilde;es de toneladas, isto pela produ&ccedil;&atilde;o interna ser insuficiente para abastecer as ind&uacute;strias. Diante a demanda maior que a oferta v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es tem sido desenvolvidas para que o cultivo seja ampliado.<br /><br />Para a pr&oacute;xima safra, o Banco do Brasil j&aacute; disponibilizou uma linha de cr&eacute;dito voltada para as culturas de inverno. De acordo com os dados da institui&ccedil;&atilde;o financeira a partir desta semana os interessados em investir na cultura ter&atilde;o recursos da ordem de R$ 500 milh&otilde;es para custeio antecipado das lavouras de trigo para plantio em 2013.<br /><br />A medida faz parte da estrat&eacute;gia de garantir aos produtores a possibilidade de obter melhores pre&ccedil;os na aquisi&ccedil;&atilde;o dos insumos necess&aacute;rios para a forma&ccedil;&atilde;o das lavouras de inverno, especialmente de trigo, permitindo maior remunera&ccedil;&atilde;o para a atividade. Al&eacute;m do cereal, a linha tamb&eacute;m &eacute; voltada para o sorgo.<br /><br />As ag&ecirc;ncias do BB j&aacute; est&atilde;o aptas a atender os produtores rurais e as cooperativas, de forma a assegurar a libera&ccedil;&atilde;o dos recursos ao setor produtivo em tempo h&aacute;bil. Est&atilde;o dispon&iacute;veis financiamentos com taxas controladas do cr&eacute;dito rural, de 5% ao ano para os produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao M&eacute;dio Produtor Rural (Pronanp) e de 5,5% ao ano para os demais produtores.<br /><br />Atualmente a demanda pelo trigo nacional se mant&eacute;m firme, segundo indica o levantamento feito pelo Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea). Mesmo diante de algumas oscila&ccedil;&otilde;es devido &agrave; intensifica&ccedil;&atilde;o do ritmo de colheita da safra brasileira e argentina, as cota&ccedil;&otilde;es permanecem em patamares elevados frente ao ano passado.<br /><br />Al&eacute;m da demanda, preocupa&ccedil;&otilde;es quanto ao volume da safra nos principais pa&iacute;ses produtores tamb&eacute;m sustentam os valores. De modo geral, o foco das aten&ccedil;&otilde;es s&atilde;o as incertezas quanto &agrave; produ&ccedil;&atilde;o em termos mundiais. Segundo dados do United States Department of Agriculture (Usda) o clima desfavor&aacute;vel ao desenvolvimento das lavouras de trigo em boa parte dos principais produtores deve reduzir a temporada mundial 2012/13 em 6,4%, totalizando 651,4 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />A safra 2011/12 do cereal j&aacute; foi colhida em Minas Gerais. A todo foram geradas no Estado 120 mil toneladas de trigo, frente as 90 mil toneladas registradas na safra anterior, alta de 33,3%. A &aacute;rea de sequeiro, geralmente localizadas na regi&atilde;o do Tri&acirc;ngulo, Noroeste e Alto Parana&iacute;ba, este ano foi reduzida devido &agrave; competi&ccedil;&atilde;o com o feij&atilde;o, que acumularam alta nos pre&ccedil;os desde o in&iacute;cio do ano.<br /><br />Em compensa&ccedil;&atilde;o, no Sul de Minas as &aacute;reas de sequeiro dobraram. A regi&atilde;o destinou ao cultivo do trigo em 2011 cerca de 6 mil hectares de trigo, e na safra atual expandiu para 12 mil hectares. A produ&ccedil;&atilde;o tem grande potencial nos munic&iacute;pios de Madre de Deus de Minas, Barbacena, Conselheiro Lafaiete, Tr&ecirc;s Cora&ccedil;&otilde;es e S&atilde;o Jo&atilde;o del-Rei.<br /><br />Atualmente, a principal regi&atilde;o produtora do Estado &eacute; o Alto Parana&iacute;ba, que responde por 57,2% da safra, seguida pelo Noroeste (18,93%) e Tri&acirc;ngulo (9,7%). Outro potencial identificado no Estado &eacute; a possibilidade de plantar o trigo de sequeiro, na safrinha, e o irrigado ao longo da seca, o que garantiria a oferta do produto por pelo menos seis meses.<br /></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Má colheita na Argentina faz Brasil comprar trigo alemão]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32300</link>
<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 08:15:46 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Informa&ccedil;&atilde;o &eacute; de comerciantes europeus e de analistas que acompanham o setor<br /><br />Safra do pa&iacute;s vizinho foi afetada pelas chuvas; outros grandes produtores tamb&eacute;m t&ecirc;m produ&ccedil;&atilde;o menor<br /><br /><br />Negociantes brasileiros podem ter feito uma rara compra de trigo alem&atilde;o em resposta aos baixos estoques da Argentina, principal fornecedor do produto ao pa&iacute;s.<br /><br />A safra argentina tem sofrido com meses de chuvas pesadas, que reduzem a qualidade do gr&atilde;o, e o mesmo cen&aacute;rio tem se repetido em outros pa&iacute;ses exportadores.<br /><br />"N&oacute;s ouvimos falar e temos a confirma&ccedil;&atilde;o de pelo menos um navio com trigo alem&atilde;o que vai partir logo para o Brasil", disse o analista de gr&atilde;os Noel Fryer, em nota.<br /><br />Segundo comerciantes, o interesse do Brasil no trigo alem&atilde;o, de alta qualidade, faz sentido, mas eles advertem que as vendas ainda precisavam ser confirmadas.<br /><br />"Existe muita conversa no mercado sobre isso, mas os detalhes ainda n&atilde;o est&atilde;o claros e a venda n&atilde;o foi confirmada", disse um comerciante.<br /><br />"Parece que o Brasil n&atilde;o est&aacute; conseguindo trigo suficiente da Argentina e est&aacute; tendo que recorrer a fornecedores alternativos."<br /><br />Al&eacute;m dos problemas na sua safra, a Argentina tamb&eacute;m tem exportado parte do sua limitada produ&ccedil;&atilde;o para outros pa&iacute;ses.<br /><br />"O excedente argentino para exporta&ccedil;&atilde;o &eacute; de apenas 4 milh&otilde;es de toneladas aproximadamente. Eles venderam para destinos mais distantes, ao mesmo tempo em que seu vizinho gigante [o Brasil] precisa de 4 milh&otilde;es de toneladas", disse Freyer.<br /><br />Os estoques reduzidos em na&ccedil;&otilde;es como R&uacute;ssia e Ucr&acirc;nia tem aumentado a demanda europeia por trigo em outros pa&iacute;ses. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Clima úmido traz mais doenças a trigo argentino]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32294</link>
<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 08:08:43 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O clima continua desfavor&aacute;vel para as lavouras de trigo na Argentina. A &aacute;rea deste ano ser&aacute; de 3,5 milh&otilde;es de hectares, 23% menos do que no per&iacute;odo anterior.<br /><br />A umidade, que atrasou o plantio em v&aacute;rias regi&otilde;es do pa&iacute;s, preocupa agora porque favorece o desenvolvimento de doen&ccedil;as nas lavouras.<br /><br />Apesar desse cen&aacute;rio desfavor&aacute;vel &agrave; produ&ccedil;&atilde;o do cereal, os dados recentes do governo n&atilde;o cont&ecirc;m altera&ccedil;&atilde;o nas estimativas de produ&ccedil;&atilde;o, que s&atilde;o de 11,1 milh&otilde;es de toneladas, abaixo dos 14,1 milh&otilde;es de toneladas da safra anterior. J&aacute; a Bolsa de Cereais prev&ecirc; volume menor: 10,1 milh&otilde;es de toneladas. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Banco do Brasil abre linha de crédito de R$ 500 milhões para financiar plantio de trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32231</link>
<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 08:35:26 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partir de hoje, os produtores de trigo poder&atilde;o pegar dinheiro emprestado no Banco do Brasil (BB) a fim de financiar a safra 2013. A institui&ccedil;&atilde;o oferece R$ 500 milh&otilde;es para custeio antecipado da lavoura.<br /><br />Os recursos ter&atilde;o juros de 5% ao ano para os produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao M&eacute;dio Produtor Rural (Pronamp) e de 5,5% para os demais. Tanto os agricultores individuais como as cooperativas j&aacute; podem ir &agrave;s ag&ecirc;ncias pegar os empr&eacute;stimos.<br /><br />Cada produtor poder&aacute; financiar at&eacute; R$ 800 mil. Se ele fizer parte do Pronamp, o limite cai para R$ 500 mil. O pagamento pode ser feito em at&eacute; quatro parcelas, sendo que a primeira presta&ccedil;&atilde;o vence 60 dias depois da colheita. No entanto, para ter direito a pagar parcelado, o produtor precisa entregar ao banco o recibo com o dep&oacute;sito da colheita em um armaz&eacute;m agr&iacute;cola.<br /><br />De acordo com o Banco do Brasil, o financiamento permite que os agricultores obtenham melhores pre&ccedil;os na compra dos insumos necess&aacute;rios para o desenvolvimento das lavouras com maior remunera&ccedil;&atilde;o para a atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Padarias de BH esperam incremento em dezembro]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32193</link>
<pubDate>Wed, 21 Nov 2012 08:52:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O m&ecirc;s de dezembro n&atilde;o traz aumento no faturamento apenas no com&eacute;rcio. As padarias de Belo Horizonte t&ecirc;m expectativa de aumentar em at&eacute; 20% a receita no &uacute;ltimo m&ecirc;s do ano ante o mesmo per&iacute;odo do ano passado. Panetones, produtos de confeitaria, bebidas, rabanadas, al&eacute;m do tradicional peru assado s&atilde;o os produtos mais comercializados nas panificadoras da Capital. Mas o crescimento das vendas n&atilde;o significa necessariamente lucro para os empres&aacute;rios. Empreendedores destacam que neste per&iacute;odo, apesar do incremento, os gastos com impostos e encargos de funcion&aacute;rios tamb&eacute;m s&atilde;o maiores.<br /><br />Gerente de marketing da padaria Trigopane do bairro Sion, regi&atilde;o Centro-Sul de Belo Horizonte, Igor Silva revela que o faturamento do m&ecirc;s de dezembro representa 20% do faturamento do m&ecirc;s. "Os produtos t&iacute;picos de Natal vendem muito bem neste per&iacute;odo". Silva afirma que para aumentar as vendas, a Trigopane investe na diversifica&ccedil;&atilde;o. "Procuramos dar muitas op&ccedil;&otilde;es aos clientes". Sobre os itens mais vendidos nesse per&iacute;odo, Silva destaca aqueles t&iacute;picos da &eacute;poca. "P&atilde;es caracter&iacute;sticos de Natal, como o panetone e as frutas da &eacute;poca s&atilde;o os produtos mais procurados pelos clientes", observa.<br /><br />J&aacute; o propriet&aacute;rio da padaria Vianney, localizada no bairro Funcion&aacute;rios, tamb&eacute;m na regi&atilde;o Centro-Sul da Capital, Pedro Santiago, espera um incremento de 20% no faturamento de dezembro com rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo em 2011. Para ele, al&eacute;m dos p&atilde;es especiais, as bebidas tamb&eacute;m t&ecirc;m destaque nas vendas. "As pessoas procuram tamb&eacute;m as ceias e os assados. Aqui n&atilde;o assamos as carnes de Natal para os clientes, j&aacute; vendemos os pratos t&iacute;picos de Natal prontos", esclarece.<br /><br />O propriet&aacute;rio da padaria Forno d&rsquo;Oro, no bairro Nova Floresta, regi&atilde;o Nordeste da cidade, Tarc&iacute;sio Moreira, tamb&eacute;m espera um incremento de 20% no faturamento da empresa neste m&ecirc;s de dezembro frente ao mesmo per&iacute;odo no passado. "Dezembro &eacute; um m&ecirc;s pragm&aacute;tico, ao mesmo tempo em que as vendas aumentam, as despesas aumentam tamb&eacute;m", alega.<br /><br />Para Moreira, gastos com o 13&ordm; sal&aacute;rio de funcion&aacute;rios, contas como a de energia e a contrata&ccedil;&atilde;o de tempor&aacute;rios impedem a padaria de registrar lucro maior no per&iacute;odo. "O faturamento obtido neste m&ecirc;s &eacute; para cumprir os compromissos, os encargos s&atilde;o muitos; as vendas sobem, mas n&atilde;o conseguimos fazer com que sobre dinheiro", comenta.<br /><br />Anteced&ecirc;ncia - Moreira come&ccedil;a a planejar o m&ecirc;s de dezembro em setembro, para diversificar seu mix de produtos e incluir a oferta de itens t&iacute;picos de Natal em seu estabelecimento. "Em setembro j&aacute; antecipo as compras de vinhos e frutas cristalizadas. Vendemos tamb&eacute;m panetones salgados e doces, rabanada e produtos de confeitaria. Contudo, as vendas dos outros produtos da padaria como p&atilde;o e leite continuam tamb&eacute;m neste per&iacute;odo", afirma.<br /><br />Para o presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria de Panifica&ccedil;&atilde;o (SIP) e propriet&aacute;rio da padaria e Delikatessen Bon&iacute;ssima, no bairro Gutierrez, regi&atilde;o Oeste de Belo Horizonte, Jos&eacute; Batista de Oliveira, os estabelecimentos que apresentarem diferenciais aos clientes ter&atilde;o aumento no faturamento neste m&ecirc;s de dezembro. "As padarias que oferecem uma delikatessen, p&atilde;es especiais ou ceia para o Natal ter&atilde;o um incremento de 10% a 20% em dezembro deste ano se comparado ao mesmo m&ecirc;s no ano passado", analisa.<br /><br />Segundo o presidente do SIP, sem mudan&ccedil;as mo mix, fica dif&iacute;cil incrementar as vendas no &uacute;ltimo m&ecirc;s do ano. "Para as demais padarias ser&aacute; um m&ecirc;s comum", avalia.<br /><br />De acordo com Oliveira, seu empreendimento dever&aacute; ter incremento na receita em cerca de 20%. Para ele, os itens mais vendidos s&atilde;o os da ceia de Natal. "Neste m&ecirc;s, por causa das diversas comemora&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas de dezembro, vinhos e espumantes aquecem as vendas das padarias. O &uacute;ltimo m&ecirc;s do ano gera um forte impacto nas vendas dessas bebidas. Os p&atilde;es s&atilde;o os mais representativos do per&iacute;odo, por&eacute;m, outros produtos como castanhas, frutas secas e o tradicional peru de Natal tamb&eacute;m t&ecirc;m boa sa&iacute;da", conclui.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Importações brasileiras de trigo tendem a ser quase 15% maiores]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32173</link>
<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 10:06:48 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos maiores importadores de trigo do mundo, o Brasil tende a ter que importar volumes ainda maiores do cereal nesta safra devido &agrave; quebra da produ&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica. Conforme estimativas da consultoria Safras &amp; Mercado, at&eacute; o fim desta safra, em julho do ano que vem, o pa&iacute;s deve comprar do exterior 6,6 milh&otilde;es de toneladas do cereal para atender sua demanda dom&eacute;stica, na ordem de 10,5 milh&otilde;es de toneladas anuais. No ciclo anterior, o pa&iacute;s importou 5,8 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />Em seu &uacute;ltimo levantamento, publicado neste m&ecirc;s, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) previu que o Brasil vai produzir 4,462 milh&otilde;es de toneladas de trigo, 22,9% abaixo do volume colhido no ciclo anterior. A retra&ccedil;&atilde;o &eacute; resultado da redu&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea plantada no Paran&aacute;, cujos produtores optaram pelo cultivo de milho, e do mau tempo que afetou as lavouras do Estado e do Rio Grande do Sul.<br /><br />O fato &eacute; que as importa&ccedil;&otilde;es do cereal na atual temporada j&aacute; est&atilde;o mais elevadas. Segundo levantamento da consultoria, com base em dados da Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior (Secex), entre agosto e outubro deste ano, o pa&iacute;s importou 1,976 milh&atilde;o de toneladas de trigo, 58,8% acima dos 1,244 milh&atilde;o de toneladas importadas no mesmo per&iacute;odo do ciclo anterior.<br /><br />O analista da Safras, Renan Magro Gomes, explica que, como h&aacute; tamb&eacute;m escassez do cereal na Argentina, principal fornecedor de trigo para o Brasil, as importa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o vindo em maiores volumes do Paraguai e tamb&eacute;m de fora do Mercosul, sobretudo dos Estados Unidos. "Em anos normais, em torno de 5% do volume v&ecirc;m de fora do Mercosul, onde h&aacute; benef&iacute;cios tribut&aacute;rios. Mas neste ciclo, esse percentual deve subir para 10%", avalia Gomes.<br /><br />Com isso, os moinhos brasileiros devem ter gastos adicionais com compra de trigo de fora do Mercosul. Isso porque, fora do bloco, a importa&ccedil;&atilde;o &eacute; tributada em 10% pela Tarifa Externa Comum (TEC) e ainda pelo Adicional ao Frete para Renova&ccedil;&atilde;o da Marinha Mercante (AFRMM), de 25% sobre o frete da importa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Segundo informa&ccedil;&otilde;es da Safras referentes &agrave;s cota&ccedil;&otilde;es de ontem, dia 19, o trigo argentino chega no porto brasileiro a cerca de R$ 842 por tonelada e o cereal americano, a R$ 1,007 por tonelada.<br /><br />Na outra ponta, as exporta&ccedil;&otilde;es ga&uacute;chas do cereal, j&aacute; firmadas antecipadamente, est&atilde;o na berlinda devido &agrave; baixa qualidade do cereal colhido que vem sendo colhido no Estado. Segundo traders, contratos de exporta&ccedil;&atilde;o de 300 mil toneladas de trigo do Rio Grande do Sul foram renegociados desde 15 de outubro. S&atilde;o contratos que foram convertidos de trigo tipo 1 (usado na panifica&ccedil;&atilde;o) para trigo para ra&ccedil;&atilde;o animal, com menor valor de mercado.<br /><br />Atualmente, a tonelada de trigo tipo 1 posto no porto de Rio Grande do Sul est&aacute; valendo US$ 342. O trigo para ra&ccedil;&atilde;o, est&aacute; cotado a cerca de US$ 260 por tonelada, ou seja, US$ 80 de diferen&ccedil;a.<br /><br />H&aacute; ainda, segundo traders, contratos de exporta&ccedil;&atilde;o de outras 500 mil toneladas do cereal ga&uacute;cho que podem ser objeto de renegocia&ccedil;&atilde;o. Tudo vai depender da confirma&ccedil;&atilde;o do baixo n&iacute;vel de qualidade do produto. Segundo a Emater-RS, at&eacute; o momento foram colhidas 85% da &aacute;rea cultivada com trigo no Estado, cuja produ&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve superar 2 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br /></p>
<p style="text-align: justify;">Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Fabricantes investem em novos sabores de panetones]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32132</link>
<pubDate>Fri, 16 Nov 2012 10:46:51 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Salve o panetone!<br /><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Panetone &eacute; um dos s&iacute;mbolos da &eacute;poca natalina. Os fabricantes investem em novos sabores e esperam vender mais. O Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car tem expectativa de aumentar em 20% a venda do produto este ano. O tradicional &ndash; recheado de frutas cristalizadas e uvas passas &ndash; continua sendo o mais comprado, mas ganham espa&ccedil;o nas prateleiras os salgados. A constante &eacute; a massa caracter&iacute;stica. Selecionamos algumas op&ccedil;&otilde;es gostosas para degustar e presentear.<br /><br />50 horas&nbsp; - Entre as novidades est&aacute; o Pullman Gourmet Olivier Anquier, feito com receita criada pelo franc&ecirc;s. O recheio cremoso cont&eacute;m pedacinhos de nozes e chocolate belga. Segundo a empresa, o bolo leva cerca de 50 horas para atingir a textura, a cremosidade e o sabor ideais. Com 550 gramas, tem pre&ccedil;o sugerido de R$ 17,90. A f&aacute;brica traz ao mercado tamb&eacute;m o panetone Ana Maria Mini Chef. A caixinha, boa para presentear crian&ccedil;as, inclui um panetone de 80 gramas, um sach&ecirc; de 15 gramas de cobertura de chocolate e um pacotinho de 15 gramas com mini M&amp;M's para&nbsp; decorar o bolo. Custa R$ 5,99. www.grupobimbo.com.br<br /><br />O Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car oferece 20 sabores de panetones doces e salgados, de fabrica&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria. "Nosso objetivo &eacute; comercializar 4,5 milh&otilde;es de panetones", diz Andr&eacute;a Sylos, gerente comercial de padaria do grupo. Segundo ela, 40% dos panetones comprados s&atilde;o de frutas, outros 40% de gotas de chocolate. Mas os salgados j&aacute; tomam 10% das vendas, sendo que o mais popular &eacute; o de provolone com calabresa. H&aacute; ainda de tr&ecirc;s queijos, bacalhau, tomate seco com azeitona preta. Os pre&ccedil;os v&atilde;o de R$ 4,99 (frutas) a R$ 16,90 (trufas). Parte do lucro &eacute; destinada &agrave; Associa&ccedil;&atilde;o de Assist&ecirc;ncia &agrave; Crian&ccedil;a Deficiente AACD. grupo www.paodeacucar.com.br<br /><br />Salgados - Tamb&eacute;m de produ&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria, a padaria Bella Paulista, que funciona 24 horas, aposta este ano nos panetones salgados, em sabores como presunto, salaminho, queijo provolone, calabresa, milho verde e azeitonas. Por R$ 3,15 a unidade com 100 gramas e R$ 13,10 com 500. O tradicional sai por R$ 3,80 na vers&atilde;o menor e R$ 13,50 na maior. H&aacute; o Pandoro, feito apenas com massa de panetone, sem qualquer recheio, R$ 7,60, com 500 gramas. www.bellapaulista.com<br /><br />A Cacau Show, com 1.200 lojas no Brasil, traz lan&ccedil;amentos como&nbsp; o panetone Brigadeiro (R$ 29,90). Com 600 gramas, tem na massa gotas de chocolate ao leite e granulado e recheio de brigadeiro. Na linha gourmet, a marca traz a caixa Formatos Belga (R$ 19,90), de chocolates em formatos natalinos, feitos com chocolate belga ao leite e branco. www.cacaushow.com.br<br /><br />Sofisticados - Na Kopenhagen, a novidade &eacute; o panetone trufado de chocolate com avel&atilde;s. Com 650 gramas, custa R$ 49,90. A rede est&aacute; lan&ccedil;ando ainda torradas natalinas (R$ 39,90 com 140 gramas), feitas de massa de panetone; canutti de Natal (105 gramas, R$ 19,90). E outros da sua segunda marca, Brasil Cacau, como crispie &aacute;rvore de Natal (50 gramas, R$ 5,40); e o combo pipoca (R$ 9,90, com 160 gramas) que vem com pipoca coberta de chocolate. www.kopenhagen.com.br<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - SP<br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Interior começa a importar modelo de 'padocas' paulistanas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32012</link>
<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 09:02:15 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Cidades como S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto, Ribeir&atilde;o Preto e Franca ganham padarias sofisticadas com multisservi&ccedil;o</em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /><br />Servi&ccedil;os como caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o e happy hour j&aacute; respondem por at&eacute; 50% do faturamento dos estabelecimentos<br /><br /><br />O modelo de neg&oacute;cio das padarias "multisservi&ccedil;o", com caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o, lanchonete e happy hour uma institui&ccedil;&atilde;o t&iacute;pica da vida paulistana-, come&ccedil;a a alcan&ccedil;ar o extremo do interior de S&atilde;o Paulo.<br /><br />Nas regi&otilde;es nordeste e norte do Estado, o modelo come&ccedil;ou a ganhar for&ccedil;a h&aacute; tr&ecirc;s anos, embora em cidades como Ribeir&atilde;o Preto, Franca ou S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto, distantes 300 quil&ocirc;metros ou mais da capital, ainda n&atilde;o existam as chamadas "superpadocas" como a Sta. Etienne, no Alto de Pinheiros, ou a Boston Bakery, no Itaim Bibi.<br /><br />Os estabelecimentos seguem modelos tradicionais de S&atilde;o Paulo, como a Requinte, na Penha, ou a Barcelona, em Higien&oacute;polis.<br /><br />S&atilde;o Paulo tem tem cerca de 13 mil padarias e, segundo estimativa da Aipesp (Associa&ccedil;&atilde;o Estadual das Padarias), um ter&ccedil;o delas adota o novo conceito.<br /><br />O presidente da associa&ccedil;&atilde;o, C&aacute;ssio Luciano Borges Barbosa, diz que o modelo "paulistano" de padaria cresce entre 5% e 10% por ano.<br /><br />"Montar uma padaria desse tipo do in&iacute;cio custa at&eacute; R$ 2 milh&otilde;es. Uma adapta&ccedil;&atilde;o, dependendo do projeto e dos materiais usados, chega a R$ 500 mil", diz Barbosa, dono de duas padarias em Piracicaba.<br /><br />ESPA&Ccedil;OS GOURMET<br /><br />Em Ribeir&atilde;o Preto, o setor come&ccedil;ou a moderniza&ccedil;&atilde;o em 2009, segundo o presidente do sindicato local das panificadoras, Benedito Ribeiro.<br /><br />"Os donos de padarias perceberam a necessidade de atualizar suas lojas e criaram espa&ccedil;os gourmet."<br /><br />Braulio Bessa, 36, sentiu isso na pr&aacute;tica. H&aacute; 12 anos, ele abriu a Villa Sucre&ecirc;, uma padaria tradicional. Em pouco tempo, migrou para o estilo "paulistano". "O cliente pedia um caf&eacute;, depois come&ccedil;ou a querer um almo&ccedil;o."<br /><br />S&oacute;cio da Bella Citta, tamb&eacute;m de Ribeir&atilde;o, Jean Riul, 32, diz que a diferencia&ccedil;&atilde;o leva movimento &agrave; padaria durante todo o dia.<br /><br />"Hoje, muitos clientes entram na padaria para tomar caf&eacute; da manh&atilde;, voltam no almo&ccedil;o, v&ecirc;m comer alguma coisa &agrave; tarde e, &agrave; noite, passam para comprar algo para levar para casa", afirmou Riul.<br /><br />A Padaria Estrela, em Franca, &eacute; uma das que mais se aproximam das "megapadarias" paulistanas. Tem cerca de 130 funcion&aacute;rios.<br /><br />A expans&atilde;o da Estrela come&ccedil;ou em 2006 e ainda n&atilde;o terminou, de acordo com o gerente Alexandre Marques Xavier, 28.<br /><br />Al&eacute;m de responder por entre 20% e 50% do faturamento das empresas, os servi&ccedil;os incorporados incrementam de 7% a 10% a venda dos outros itens &agrave; venda na padaria. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Safra de trigo ruim reflete no preço do pão]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=32000</link>
<pubDate>Fri, 09 Nov 2012 11:36:42 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Problemas clim&aacute;ticos prejudicaram desempenho da produ&ccedil;&atilde;o e j&aacute; motivaram reajuste na farinha</em><br /><br /><br />Al&eacute;m de preocupar agricultores, um novo rev&eacute;s nas lavouras do Rio Grande do Sul vai afetar o bolso do consumidor.<br /><br />Como vendavais, granizo e geada diminu&iacute;ram a produ&ccedil;&atilde;o e afetaram a qualidade do trigo no Estado, problema que se repete nos demais pa&iacute;ses produtores do Mercosul, o pre&ccedil;o da farinha j&aacute; subiu e o repasse deve chegar em breve a derivados como o p&atilde;ozinho.<br /><br />Levantamento divulgado ontem pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que a safra de trigo no Estado, com a colheita ainda em andamento, deve ser de 2,05 milh&otilde;es de toneladas, queda de 25% em compara&ccedil;&atilde;o a 2011 e de 16% ante a estimativa anterior para esta safra. O presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria de Trigo no Estado (Sinditrigo), Jos&eacute; Celestino Antoniazzi, estima que at&eacute; um quarto do produto que restou nas lavouras n&atilde;o tem qualidade suficiente para ser mo&iacute;do.<br /><br />Outro complicador, acrescenta, s&atilde;o os contratos de exporta&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 800 mil toneladas. A sa&iacute;da, diz o dirigente, &eacute; buscar um volume maior de trigo importado, tamb&eacute;m mais caro por problemas semelhantes:<br />&mdash; Em novembro, j&aacute; ocorreu um aumento m&eacute;dio de 8% em todas as farinhas e, para dezembro, est&atilde;o previstos mais 8%. O cen&aacute;rio &eacute; de preocupa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a abastecimento e pre&ccedil;os.<br /><br />A apreens&atilde;o &eacute; compartilhada pelo presidente do Sindicato das Ind&uacute;strias de Panifica&ccedil;&atilde;o e Confeitaria e de Massas Aliment&iacute;cias e Biscoitos no Estado do Rio Grande do Sul (Sindipan), Arildo Bennech Oliveira, que projeta a continuidade da oferta apertada e pre&ccedil;os em alta durante 2013.<br />&mdash; O que se avizinha &eacute; sombrio, e estes aumentos ter&atilde;o de ser repassados. Algumas padarias j&aacute; receberam farinha com esses novos valores &mdash; admite Oliveira, sem arriscar qual ser&aacute; o impacto no pre&ccedil;o de p&atilde;es, massas e biscoitos, nem a partir de quando.<br /><br />Para o analista de trigo Renan Gomes, da consultoria Safras &amp; Mercado, a situa&ccedil;&atilde;o pode mesmo se agravar a partir de fevereiro do pr&oacute;ximo ano. Apesar da quebra na produ&ccedil;&atilde;o e da falta de qualidade, a press&atilde;o da oferta agora, no per&iacute;odo de safra, ainda consegue evitar uma alta maior no pre&ccedil;o do trigo. Como as lavouras do Uruguai e da Argentina enfrentam problemas clim&aacute;ticos semelhantes, a safra 2012 do Mercosul deve ser 20% menor.<br /><br />Boletim conjuntural da Emater divulgado ontem indica que quase dois ter&ccedil;os das lavouras ga&uacute;chas j&aacute; foram colhidas, mas a qualidade tem se mostrado inferior ao aceit&aacute;vel pelos moinhos, deixando agricultores preocupados com os compromissos financeiros.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pão Integral só no nome: teste mostra marcas que usam mais farinha tradicional do que não refinada]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31913</link>
<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 13:01:09 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><br /><br />O p&atilde;o integral industrializado n&atilde;o &eacute; t&atilde;o integral assim, mostra an&aacute;lise da Proteste (&oacute;rg&atilde;o de defesa do consumidor). Quatro entre sete marcas testadas t&ecirc;m mais farinha tradicional do que a n&atilde;o refinada na composi&ccedil;&atilde;o.<br /><br />A an&aacute;lise mediu a quantidade de fibras dos produtos (todos tinham mais do que o indicado no r&oacute;tulo) e avaliou a lista de ingredientes da embalagem que, por determina&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria, devem ser organizados em ordem decrescente de quantidade.<br /><br />"Em quatro marcas, o primeiro item da lista &eacute; a farinha refinada. N&atilde;o &eacute; o que se espera de um p&atilde;o integral", diz Manuela Dias, nutricionista e pesquisadora da Proteste.<br /><br />O resultado evidencia a falta de regulamenta&ccedil;&atilde;o do setor e levanta a quest&atilde;o: quanto de gr&atilde;os n&atilde;o processados um alimento precisa ter para ser vendido como "integral"?<br /><br />As normas brasileiras ignoram o tema. "Faltam par&acirc;metros. O consumidor n&atilde;o sabe o que compra", critica Dias.<br /><br />Outros pa&iacute;ses t&ecirc;m normas espec&iacute;ficas sobre isso. Nos EUA, o p&atilde;o integral de trigo s&oacute; pode levar esse nome se for produzido apenas com farinha integral. Na Holanda, apenas p&atilde;es feitos com 100% de gr&atilde;os n&atilde;o processados ganham o r&oacute;tulo de integrais.<br /><br />A nutricionista Tatiana Bar&atilde;o diz que um produto rico em farinha branca n&atilde;o oferece os benef&iacute;cios daquele feito principalmente com trigo n&atilde;o processado.<br /><br />Em geral, p&atilde;es integrais industrializados usam entre 40% e 70% de trigo n&atilde;o refinado, segundo a nutricionista Raquel Pimentel. A farinha branca &eacute; adicionada para prolongar a data de validade e melhorar a apar&ecirc;ncia.<br /><br />"O p&atilde;o 100% integral &eacute; mais duro e quebradi&ccedil;o e pode ter sabor forte", diz Bar&atilde;o.<br /><br />O trigo n&atilde;o refinado preserva parte da casca do cereal, al&eacute;m do g&eacute;rmen. &Eacute; onde est&atilde;o os principais nutrientes, lembra Pimentel. "Vitamina E, B12 e minerais", lista.<br /><br />O p&atilde;o integral tem mais fibras que o outro, o que ajuda no funcionamento do intestino, prolonga a sensa&ccedil;&atilde;o de saciedade (as fibras s&atilde;o digeridas devagar) e ajuda a manter est&aacute;veis os n&iacute;veis de glicemia no sangue. "O p&atilde;o branco &eacute; rico em amido, que &eacute; absorvido rapidamente e resulta em picos glic&ecirc;micos, o que pode levar ao diabetes", diz Lara Natacci, nutricionista.<br /><br />Para as especialistas, n&atilde;o h&aacute; problemas no fato de os p&atilde;es testados terem mais fibras do que o indicado no r&oacute;tulo. "O medo &eacute; que o r&oacute;tulo esteja errado tamb&eacute;m nas quantidades de s&oacute;dio e de gordura", afirma Pimentel.<br /><br />OUTRO LADO<br /><br />Em nota, a Wickbold disse que n&atilde;o divulga dados sobre a f&oacute;rmula de seus produtos. Al&eacute;m disso, afirma que os p&atilde;es da marca que levam o nome "integral" t&ecirc;m cereais integrais, seguindo a legisla&ccedil;&atilde;o brasileira.<br /><br />Representantes da L&iacute;der Minas, fabricante do p&atilde;o Milani, informaram que a empresa utiliza entre 23% e 25% de farinha integral no produto avaliado pela Proteste.<br /><br />A Bimbo do Brasil, que det&eacute;m as marcas Firenze, Plus Vita e Nutrella, informou em nota que segue as regras para produtos integrais da organiza&ccedil;&atilde;o internacional Whole Grains Council.<br /><br />Procurada pela Folha, a Bread Life n&atilde;o respondeu. Os representantes da Gr&atilde;oLev n&atilde;o foram encontrados.<br /><br />A Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria informou que pretende rever a regulamenta&ccedil;&atilde;o dos produtos integrais, mas o tema n&atilde;o est&aacute; na agenda deste ano.<br /><br />COMO FOI FEITA A PESQUISA<br /><br />A Proteste comparou sete marcas encontradas em supermercados da cidade do Rio de Janeiro. A an&aacute;lise em laborat&oacute;rio determinou a quantidade de fibras de cada produto e a an&aacute;lise dos r&oacute;tulos mostrou o peso da farinha branca na receita<br /><br />COMO ESCOLHER PELA EMBALAGEM<br /><br />Ingredientes<br /><br />Observe a ordem em que os ingredientes aparecem no r&oacute;tulo: se a farinha tradicional estiver em primeiro lugar, o p&atilde;o tem mais trigo refinado. Prefira os produtos em que a farinha integral aparece primeiro<br /><br />Valor nutricional<br /><br />Na tabela nutricional, compare a quantidade de fibras (quanto mais fibras, maior a chance de o produto ser integral), observando o tamanho das por&ccedil;&otilde;es. Preste aten&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m ao teor de s&oacute;dio e de gordura saturada<br /><br />Selo<br /><br />A organiza&ccedil;&atilde;o internacional Whole Grains Council criou selos para identificar produtos que t&ecirc;m entre 51% e 100% de gr&atilde;os integrais em sua composi&ccedil;&atilde;o. Algumas marcas brasileiras t&ecirc;m o selo. Consulte a lista no site wholegrainscouncil.org <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Paraná deixa de ser autossuficiente em trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31868</link>
<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 11:46:40 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As ind&uacute;strias moageiras do Paran&aacute;, que costumavam ser facilmente abastecidas pelo trigo produzido no Estado, enfrentam este ano uma situa&ccedil;&atilde;o mais apertada. Com a expressiva redu&ccedil;&atilde;o de 27% na &aacute;rea plantada e uma safra estimada em 2,1 milh&otilde;es de toneladas este ano - 14% menor que a de 2011, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) -, o Paran&aacute; n&atilde;o ser&aacute; autossuficiente na produ&ccedil;&atilde;o do cereal e dever&aacute; amargar um d&eacute;ficit de pelo menos 200 mil toneladas.<br /><br />C&aacute;lculos do Sindicato da Ind&uacute;stria do Trigo do Paran&aacute; (Sinditrigo/PR) d&atilde;o conta de que o processamento anual est&aacute; em torno de 2,6 milh&otilde;es de toneladas. Desse total, cerca de 85%, ou 2,3 milh&otilde;es toneladas, vinham sendo fornecidas pelos agricultores do Estado - o restante &eacute; suprido pelo cereal importado, principalmente o do tipo "melhorador" trazido da Argentina. "A nossa grande vantagem era ter trigo, mas isso j&aacute; n&atilde;o &eacute; mais um benef&iacute;cio. Estamos no caminho inverso e, se os produtores locais n&atilde;o voltarem a plantar mais, os moinhos poder&atilde;o ficar inviabilizados", afirma Marcelo Vosnika, presidente da entidade.<br /><br />No curto prazo, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a demanda seja suprida pelo Paraguai. "O trigo paraguaio j&aacute; est&aacute; substituindo bem o paranaense. Muitas vezes, o produto chega para o moinho com pre&ccedil;o equivalente, ou at&eacute; 5% mais barato", diz. Em um horizonte mais longo, contudo, a escassez de oferta pode contrastar com a crescente capacidade de moagem. Nos &uacute;ltimos cinco anos, segundo o Sinditrigo, o processamento paranaense cresceu 30%. S&oacute; em 2011, o crescimento chegou a 13% e a previs&atilde;o &eacute; de avan&ccedil;ar mais 11% em 2012.<br /><br />A Coopavel faz parte desses n&uacute;meros: este ano, aportou R$ 45 milh&otilde;es em uma moageira no munic&iacute;pio de Cascavel, ber&ccedil;o da cooperativa, que ter&aacute; capacidade para processar 400 toneladas por dia de trigo. A unidade passar&aacute; por testes a partir de novembro e a expectativa &eacute; que ela entre em atividade em mar&ccedil;o.<br /><br />A tacada da Coopavel tem um diferencial competitivo: cerca de 80% do volume demandado pela moageira ser&aacute; abastecido pelos cooperados, e 20% dever&atilde;o ser trigo de maior qualidade trazido de pa&iacute;ses vizinhos, para fazer a mistura que resulte em uma farinha superior. "O objetivo foi incentivar a produ&ccedil;&atilde;o e garantir a comercializa&ccedil;&atilde;o", diz o presidente Dilvo Grolli. Segundo ele, a Coopavel investe em uma parceria com a Cooperativa Central de Pesquisa Agr&iacute;cola (Coodetec) para pesquisas de trigo de melhor qualidade e alta produtividade para o oeste do Estado. Este ano, a Coopavel espera receber 60 mil toneladas, ante a m&eacute;dia hist&oacute;rica de 90 mil a 120 mil toneladas, em fun&ccedil;&atilde;o da menor &aacute;rea plantada e de problemas clim&aacute;ticos.<br /><br />Al&eacute;m da Coopavel, Coamo (maior cooperativa agropecu&aacute;ria da Am&eacute;rica Latina, com sede em Campo Mour&atilde;o), Cotrigua&ccedil;u, da cidade de Palotina, Agr&aacute;ria, de Entre Rios, e Coagro, de Capanema, t&ecirc;m suas pr&oacute;prias plantas processadoras de trigo no Paran&aacute; - e comenta-se que dois novos projetos estejam no forno, um da Coamo e outro ligado &agrave; Batavo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Grupo Guerra vai produzir pão francês no Paraná]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31833</link>
<pubDate>Thu, 01 Nov 2012 12:03:30 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Receitas francesas de p&atilde;es, bolos e biscoitos v&atilde;o come&ccedil;ar a ser feitas em Guarapuava, no Paran&aacute;. A parceria entre a cooperativa francesa Limagrain e a empresa familiar Guerra, que come&ccedil;ou em 2011 na &aacute;rea de sementes e avan&ccedil;ou em 2012 para resinas de milho, resultou em mais um neg&oacute;cio. Do munic&iacute;pio do interior do Estado come&ccedil;ar&atilde;o a sair nas pr&oacute;ximas semanas bolachas com a marca Jacquet. Em dezembro, bolos importados da Fran&ccedil;a com o mesmo nome passar&atilde;o a ser vendidos no Brasil e, no segundo semestre de 2013, a produ&ccedil;&atilde;o de bolos e p&atilde;es industriais passar&aacute; a ser feita no pa&iacute;s.<br /><br />O paranaense Ricardo Guerra, diretor executivo do grupo desde 2003, est&aacute; animado com a sociedade e tem planos de longo prazo. "Queremos atingir a lideran&ccedil;a de mercado em, no m&aacute;ximo, duas d&eacute;cadas". Formado em administra&ccedil;&atilde;o de empresas, &eacute; membro de uma fam&iacute;lia que atua h&aacute; cinco gera&ccedil;&otilde;es no agroneg&oacute;cio e que deve faturar R$ 130 milh&otilde;es neste ano. "Nunca imaginei fazer neg&oacute;cio com franceses", diz, sobre a parceria que come&ccedil;ou a ser desenhada em 2009, por iniciativa da Limagrain. Esta tem mais de 3 mil cooperados. Ser&aacute; a primeira f&aacute;brica da Jacquet fora da Europa, onde tem 8 unidades, sendo sete na Fran&ccedil;a e uma na B&eacute;lgica, e h&aacute; estudos sendo feitos nos Estados Unidos.<br /><br />Na ter&ccedil;a, Guerra participou em Curitiba de reuni&otilde;es com Arnaud Schwizguebel, que era diretor internacional da Jacquet na Fran&ccedil;a e veio em mar&ccedil;o para o Paran&aacute; para ser o presidente da Jacquet Guerra. O executivo franc&ecirc;s vai come&ccedil;ar a estudar portugu&ecirc;s em novembro, mas j&aacute; conhece os h&aacute;bitos locais. "O franc&ecirc;s gosta de produtos tradicionais e o brasileiro quer novidades", cita, como exemplo.<br /><br />Com os produtos que quer vender no pa&iacute;s, a Jacquet Guerra do Brasil vai enfrentar nomes como Bimbo, Wickbold, Bauducco e Casa Su&iacute;&ccedil;a. A nova f&aacute;brica vai ser inaugurada no dia 8 de novembro e os produtos importados ser&atilde;o vendidos em dezembro; primeiro na rede P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car e depois ir&atilde;o para outros varejistas. A inten&ccedil;&atilde;o, no futuro, &eacute; desenvolver produtos espec&iacute;ficos para o Brasil. Um dos diferenciais citados por Ricardo &eacute; o prazo de validade dos itens - para p&atilde;es, superior a 20 dias. Ele n&atilde;o descarta fazer testes com produtos como baguete pr&eacute;-assada e resfriada, com validade de tr&ecirc;s meses.<br /><br />O Grupo Guerra, em alian&ccedil;a tecnol&oacute;gica com a Limagrain, atuar&aacute; na produ&ccedil;&atilde;o de semente, cultivo do trigo, recebimento dos gr&atilde;os, moagem e fornecimento da farinha para a f&aacute;brica. Mas ser&atilde;o importados misturas especiais e ingredientes para aromas e sabores. No come&ccedil;o, a Jacquet vai ser vendida no Sul, Sudeste e parte do Centro Oeste. Al&eacute;m da f&aacute;brica de Guarapuava, h&aacute; planos de montar estrutura no Nordeste do pa&iacute;s.<br /><br />Os s&oacute;cios (51% do neg&oacute;cio &eacute; da Limagrain e 49% da Guerra) n&atilde;o revelam qual ser&aacute; o investimento na f&aacute;brica paranaense e em marketing de entrada no pa&iacute;s, mas informam que esperam faturamento de R$ 50 milh&otilde;es em 2014. A empresa receber&aacute; incentivos fiscais do governo do Paran&aacute;, como adiamento no prazo de pagamento de ICMS, e vai gerar inicialmente 100 empregos. Na Europa, com as marcas Jacquet e Brossard, a Limagrain fatura US$ 275 milh&otilde;es. No mundo, onde est&aacute; em 40 pa&iacute;ses, &eacute; de &euro; 2 bilh&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Panetone: Indústrias apostam em novidades]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31805</link>
<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 12:33:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sem abrir m&atilde;o da tradi&ccedil;&atilde;o, empresas buscam diferenciais e estimam aumento na receita com as vendas.<br /><br /><br />Os panetones j&aacute; se tornaram um dos maiores s&iacute;mbolos do Natal brasileiro. De todos os tipos e para todos os gostos, eles tomam conta das g&ocirc;ndolas de padarias e supermercados nos &uacute;ltimos meses do ano e atraem a aten&ccedil;&atilde;o dos consumidores. Para se destacar dentro de um leque de tantas op&ccedil;&otilde;es, no entanto, as ind&uacute;strias buscam inovar com produtos diferenciados no mercado. Assim, algumas delas esperam crescimento de at&eacute; 20% na receita com vendas de panetone deste ano com rela&ccedil;&atilde;o a 2011.<br /><br />As f&aacute;bricas do Grupo Pandurata, que det&eacute;m as marcas Bauducco, Visconti e Tommy, em Campinas (SP) e em Extrema, no Sul de Minas, j&aacute; est&atilde;o trabalhando a todo vapor na produ&ccedil;&atilde;o dos panetones. Ao todo, ser&atilde;o fabricadas aproximadamente 65 milh&otilde;es de unidades. O n&uacute;mero &eacute; 8,3% superior ao registrado em 2011, que foi de 60 milh&otilde;es. O grupo contratou 2.650 funcion&aacute;rios tempor&aacute;rios para atuar nas &aacute;reas de produ&ccedil;&atilde;o e opera&ccedil;&atilde;o nos pontos de venda durante o Natal.<br /><br />A empresa espera para este ano crescimento na receita das vendas dos panetones em torno de 8% sobre o exerc&iacute;cio passado. "O &iacute;ndice est&aacute; em linha com as expectativas do varejo como um todo", afirma a gerente de marketing de produtos sazonais da Pandurata, Renata Vieira. Ela informa que essa ser&aacute; a maior fornada da empresa at&eacute; hoje e que os produtos chegar&atilde;o aos pontos de venda com embalagens diferenciadas e receitas especiais, em comemora&ccedil;&atilde;o aos 60 anos da Bauducco. "Al&eacute;m, &eacute; claro, dos tradicionais Panettone e Chocottone, carros-chefe do Natal brasileiro h&aacute; seis d&eacute;cadas", observa.<br /><br />Para a comemora&ccedil;&atilde;o, a Bauducco procurou aliar inova&ccedil;&atilde;o e tradi&ccedil;&atilde;o. "Resgatamos a hist&oacute;ria da marca, refor&ccedil;amos sua imagem artesanal e constru&iacute;mos uma nova identidade visual para nossos produtos, indo al&eacute;m das j&aacute; cl&aacute;ssicas caixas amarelas. Mantivemos nossa linha tradicional de produtos, modernizando as embalagens e reposicionando alguns itens, e estamos apostando fortemente em um novo segmento, o de presentes, que traz um layout in&eacute;dito para a categoria de panetones industrializados", diz Renata Vieira.<br /><br />Ao todo, ser&atilde;o 33 itens da marca, dos quais dez lan&ccedil;amentos, al&eacute;m de mudan&ccedil;as em outras dez embalagens da linha. Assim, al&eacute;m dos itens tradicionais, Panettone e Chocottone, e dos itens com recheios diferenciados, como Trufa, Maxi e Mousse, a marca chega &agrave;s g&ocirc;ndolas com grandes novidades. Entre elas est&atilde;o: Panettone Bauduco 750g Porta Panettone, Edi&ccedil;&atilde;o Comemorativa Bauducco, Panettone Especial 500g Cole&ccedil;&atilde;o Presente, Chocottone Especial 500g Cole&ccedil;&atilde;o Presente, Cesta Sele&ccedil;&atilde;o Especial Cole&ccedil;&atilde;o Presente, entre outras.<br /><br />A Bauducco tamb&eacute;m ir&aacute; lan&ccedil;ar neste Natal o Pandoro, um bolo com massa leve e macia, suave aroma de baunilha e formato peculiar que, quando cortado em fatias, ganha contorno de estrelas. Esse produto &eacute; tradicional no Natal italiano.<br /><br />J&aacute; a Visconti, que tamb&eacute;m pertence ao Grupo Pandurata, ir&aacute; manter o mesmo portf&oacute;lio de 2011. "Na Visconti, as novidades ficam por conta das artes da lata e da cesta de Natal. A primeira, decorada com listras coloridas, traz um visual mais moderno e jovial, em linha com a tend&ecirc;ncia da moda. A cesta, por sua vez, est&aacute; com layout mais leve, no qual se destaca um grande sino de Natal", detalha Renata Vieira. A empresa n&atilde;o deu informa&ccedil;&otilde;es sobre a Tommy.<br /><br /><br />Ana Maria - O Grupo Bimbo, que det&eacute;m as marcas Ana Maria, Pullman e Plus Vita, tamb&eacute;m est&aacute; apostando em produtos diferenciados para alavancar as vendas de panetone neste ano. A primeira aposta &eacute; o Ana Maria Mini Chef, que ser&aacute; lan&ccedil;ado em parceria com a M&amp;M&rsquo;s. Voltado para o p&uacute;blico infantil, o produto vem com confeitos e calda &agrave; parte, permitindo que as crian&ccedil;as enfeitem seu pr&oacute;prio panetone. O segundo item &eacute; o Panettone Gourmet Olivier Anquier. Trata-se de uma receita especial de massa de nozes com recheio de chocolate belga desenvolvida em parceria com o chefe Olivier Anquier. Ele ser&aacute; disponibilizado apenas nos mercados de S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro e Bras&iacute;lia.<br /><br />A produ&ccedil;&atilde;o de panetone pelo Grupo Bimbo acontece na planta da empresa instalada em S&atilde;o Paulo. Ele tamb&eacute;m tem uma f&aacute;brica em Contagem, na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), mas ela n&atilde;o tem linha de produ&ccedil;&atilde;o de panetones. N&atilde;o haver&aacute; crescimento na produ&ccedil;&atilde;o neste ano em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. A empresa n&atilde;o revela o n&uacute;mero de unidades que ser&atilde;o fabricadas nem a expectativa de crescimento nas vendas.<br /><br />"O Grupo Bimbo aposta no crescimento de suas marcas e o Estado de Minas Gerais est&aacute; dentro deste escopo de crescimento e expans&atilde;o de reconhecimento das marcas. Al&eacute;m disso, o mercado de panetones cresce todos os anos no pa&iacute;s e o Grupo Bimbo segue este crescimento nacional", afirma o gerente de produto do grupo, Andr&eacute; Ramello.<br /><br />Arcor - A produ&ccedil;&atilde;o dos panetones teve in&iacute;cio em junho na f&aacute;brica da Arcor instalada em Campinas (SP). A empresa responde pelas marcas Arcor, Aymor&eacute;, Triunfo e Noel. Ao todo, ser&atilde;o produzidas 2 mil toneladas de panetones para o Natal de 2012. Para isso, foram contratados cerca de 200 funcion&aacute;rios tempor&aacute;rios. Outros 200 est&atilde;o sendo selecionados para atuar nos pontos de venda. De acordo com o gerente de marketing de biscoitos e panificados da empresa, Eduardo Rizzo, a expectativa &eacute; de crescimento de 15% no volume de vendas e 20% na receita dos panetones neste ano com rela&ccedil;&atilde;o a 2011.<br /><br />"A categoria de panetones vem amadurecendo ao longo dos anos, estando presente em maior n&uacute;mero de lares. Dados do Instituto Nielsen mostram que, em 2011, o panetone esteve presente em 60% dos lares em Minas Gerais", observa. A marca mais forte da Arcor no Estado &eacute; a Aymor&eacute;. "Ent&atilde;o n&oacute;s levamos, al&eacute;m da linha tradicional, panetones de 500 gramas que v&ecirc;m em latas decoradas com as licen&ccedil;as dos principais times de futebol: Cruzeiro e Atl&eacute;tico. S&atilde;o embalagens para presentes e a nossa expectativa &eacute; que a aceita&ccedil;&atilde;o seja positiva", diz Rizzo.<br /><br />A Arcor tamb&eacute;m est&aacute; apostando em panetones com recheios diversos em latas decoradas de 700 gramas da marca Arcor para presentes. "N&oacute;s pretendemos crescer com essa ideia do panetone como presente", afirma. O gerente de marketing de biscoitos e panificados informa que a produ&ccedil;&atilde;o dos panetones, que vem desde junho, ser&aacute; encerrada j&aacute; na primeira semana de novembro.<br /><br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Safra de trigo deve recuar 16% em 2012/13, diz estudo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31793</link>
<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 11:42:51 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Produ&ccedil;&atilde;o pode alcan&ccedil;ar 4,75 milh&otilde;es/t.<br /><br /><br />A safra brasileira de trigo dever&aacute; totalizar 4,75 milh&otilde;es de toneladas em 2012/13, recuando 16% na compara&ccedil;&atilde;o com os 5,656 milh&otilde;es de toneladas do ano anterior. A estimativa faz parte de novo levantamento divulgado pela consultoria Safras &amp; Mercado, que aponta ainda queda de 13% na &aacute;rea - de 2,187 milh&otilde;es para 1,903 milh&atilde;o de hectares - e de 0,5% no rendimento, que ficaria em 2.586 quilos por hectare.<br /><br />"Al&eacute;m desta redu&ccedil;&atilde;o da quantidade, &eacute; preciso considerar os reflexos qualitativos, que ainda s&atilde;o de dif&iacute;cil mensura&ccedil;&atilde;o", avalia o analista s&ecirc;nior de Safras Elcio Bento.<br /><br />A proje&ccedil;&atilde;o leva em conta uma quebra na produ&ccedil;&atilde;o no Rio Grande do Sul. De acordo com Safras, os ga&uacute;chos devem produzir 2,2 milh&otilde;es de toneladas na temporada 2012/13, o que corresponde a uma quebra de 16,7% em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; anterior. Estes n&uacute;meros resultam de uma &aacute;rea cultivada de 980 mil hectares ( 5%) e de uma produtividade m&eacute;dia de 2.245 quilogramas/hectare (-20,5%). "Al&eacute;m desta redu&ccedil;&atilde;o da quantidade, &eacute; preciso considerar os reflexos qualitativos, que ainda s&atilde;o de dif&iacute;cil mensura&ccedil;&atilde;o", avalia o analista.<br /><br />"No Paran&aacute; tamb&eacute;m haver&aacute; redu&ccedil;&atilde;o do volume produzido. Por&eacute;m, o motivo da queda &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea plantada. Os paranaenses plantaram 775 mil hectares do cereal (-27%). Este recuo da &aacute;rea plantada deve-se basicamente &agrave; migra&ccedil;&atilde;o para o milho da safrinha", completa.<br /><br />Com isso, apesar de um aumento de 19,7% da produtividade m&eacute;dia, para 2.723 quilogramas/hectare, o montante produzido pelos triticultores paranaenses &eacute; estimado em 2,11 milh&otilde;es de toneladas. Nas demais regi&otilde;es produtoras foram plantados 81 mil hectares, que com uma produtividade m&eacute;dia de 2.901 quilogramas/hectare, resultou numa produ&ccedil;&atilde;o de 235 mil toneladas.<br /><br /><br />Abastecimento - Para garantir o abastecimento interno de trigo, Safras &amp; Mercado estima uma necessidade de importa&ccedil;&atilde;o de 7 milh&otilde;es de toneladas (em gr&atilde;o e farinha equivalente gr&atilde;o). Com isso, a oferta total do cereal no pa&iacute;s ser&aacute; de 12,808 milh&otilde;es de toneladas, recuando 7% em rela&ccedil;&atilde;o aos 13,725 milh&otilde;es de toneladas do ciclo anterior.<br /><br />O consumo dom&eacute;stico (industrial, semente e ra&ccedil;&atilde;o) &eacute; estimado em 10,91 milh&otilde;es de toneladas ( 0,4%). As exporta&ccedil;&otilde;es s&atilde;o previstas em 850 mil toneladas (-53%). Com isso, a demanda total do cereal ser&aacute; de 11,76 milh&otilde;es de toneladas, recuando 7% em rela&ccedil;&atilde;o aos 12,67 milh&otilde;es da temporada anterior. A subtra&ccedil;&atilde;o da oferta total e demanda, resultar&aacute; em estoques de 1,048 milh&atilde;o de toneladas, contra 1,058 milh&atilde;o de toneladas do ano comercial passado (1%).<br /><br />"Interessante destacar que nos &uacute;ltimos cinco anos comerciais, mais de 90% das importa&ccedil;&otilde;es brasileiras tiveram como origem nos parceiros do Mercosul, devido &agrave;s isen&ccedil;&otilde;es tribut&aacute;rias e vantagens log&iacute;sticas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s demais fontes de abastecimento", informa o analista de Safras Elcio Bento.<br /><br />No mesmo per&iacute;odo, do total comercializado pelos exportadores do Mercosul, o Brasil recebeu apenas 50%. Isso mostra que os parceiros possuem demanda de origens extrabloco. Com a quebra da produ&ccedil;&atilde;o em uma das regi&otilde;es de maior excedente export&aacute;vel do planeta, o cereal da regi&atilde;o seguir&aacute; sendo demandado.<br /><br />No ciclo 2012/13 a previs&atilde;o de exporta&ccedil;&atilde;o brasileira &eacute; de 7 milh&otilde;es de toneladas, o que corresponde a 88% do saldo export&aacute;vel no Mercosul. Estes n&uacute;meros mostram que poder&aacute; ser necess&aacute;ria a aquisi&ccedil;&atilde;o em origens extra-Mercosul. Com um frete maior e com a Tarifa Externa Comum (TEC) o custo de importa&ccedil;&atilde;o &eacute; maior.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Clima afeta a qualidade do trigo no Rio Grande do Sul]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31756</link>
<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 08:25:57 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Produtividade, antes estimada em tr&ecirc;s toneladas, agora &eacute; de 1,6 tonelada/hectare<br /><br /><br />As consequ&ecirc;ncias das geadas, chuvas e granizo que aconteceram no final de setembro e in&iacute;cio de outubro no Rio Grande do Sul come&ccedil;am a aparecer com mais nitidez nas lavouras de trigo afetadas pelos fen&ocirc;menos clim&aacute;ticos. Conforme a Emater-RS, em algumas &aacute;reas, os triticultores nem far&atilde;o a colheita, pois a qualidade do gr&atilde;o n&atilde;o atinge um m&iacute;nimo aceit&aacute;vel, o que n&atilde;o compensa os custos de retirada do produto.<br /><br />Conforme o engenheiro-agr&ocirc;nomo Cl&aacute;udio D&oacute;ro, da Emater-RS, as &aacute;reas mais prejudicadas est&atilde;o nas regi&otilde;es do Planalto M&eacute;dio e Miss&otilde;es, que s&atilde;o exatamente as principais zonas produtoras de trigo no Estado. &ldquo;Lavouras plantadas na segunda quinzena de junho e localizadas em &aacute;reas mais baixas foram as que mais sofreram, porque estavam exatamente no per&iacute;odo de flora&ccedil;&atilde;o e enchimento de gr&atilde;os e ficaram mais tempo expostas &agrave; geada.&rdquo;<br /><br />Atualmente, a cultura avan&ccedil;a nas fases de matura&ccedil;&atilde;o e colheita. A produtividade m&eacute;dia est&aacute; em torno de 1,4 a 1,6 tonelada por hectare de boa qualidade comercial. No entanto, h&aacute; perspectivas de redu&ccedil;&atilde;o dessa produtividade em algumas &aacute;reas, em decorr&ecirc;ncia das condi&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas anteriores, e que dever&atilde;o ser observadas mais no final da safra. &ldquo;At&eacute; o dia 25 de setembro trabalh&aacute;vamos com a expectativa de atingir uma m&eacute;dia de tr&ecirc;s mil quilos por hectare no Estado. Hoje, com os efeitos da geada e do tempo chuvoso de outubro, quem colher 1,5 mil quilos por hectare ter&aacute; conseguido uma marca muito boa&rdquo;, afirma D&oacute;ro.<br /><br />Nas &aacute;reas onde a colheita do trigo est&aacute; sendo realizada, os rendimentos obtidos est&atilde;o abaixo do desejado, n&atilde;o agradando aos produtores. Com 22% da &aacute;rea semeada no Estado j&aacute; colhida, os agricultores j&aacute; est&atilde;o revendo as atuais proje&ccedil;&otilde;es de safra.&nbsp; &ldquo;Nossa previs&atilde;o inicial, na &eacute;poca do plantio, era de 2,7 milh&otilde;es de toneladas. Depois dos problemas clim&aacute;ticos, reduzimos esse n&uacute;mero para 2,2 milh&otilde;es. Hoje, acredito que se chegarmos a 2 milh&otilde;es ser&aacute; uma estimativa otimista&rdquo;, aponta Hamilton Jardim, presidente da Comiss&atilde;o do Trigo da Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura do Estado (Farsul).<br /><br />A redu&ccedil;&atilde;o da qualidade do gr&atilde;o, provocada pelas chuvas do &uacute;ltimo m&ecirc;s, tamb&eacute;m tem reflexos no bolso do produtor. &ldquo;Se o clima tivesse contribu&iacute;do, poder&iacute;amos vender tranquilamente a saca de 60 quilos por R$ 35,00. Mas hoje muitos j&aacute; comercializam a R$ 25,00 a saca, e o valor pode cair ainda mais&rdquo;, alerta Jardim. Conforme a Emater-RS, atualmente a saca de 60 quilos est&aacute; cotada, em m&eacute;dia, a R$ 29,92 para o produtor no Estado.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Jornal do Com&eacute;rcio - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[A rede de lojas da Bauducco]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31730</link>
<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 08:37:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">H&aacute; duas semanas, a Pandurata, dona da marca Bauducco, inaugurou nos Jardins, em S&atilde;o Paulo, o que muita gente pensa ser uma loja conceito: uma esp&eacute;cie de "paneteria" na qual &eacute; vendida uma linha mais sofisticada de produtos fabricados pela empresa, em sua sede, em Guarulhos. Mas a Casa Bauducco, como foi batizada, n&atilde;o &eacute; um experimento ou conceito, diz Paulo Cardamone, da Bauducco. "A Casa Bauducco &eacute; uma nova unidade de neg&oacute;cios dentro da empresa. Queremos ter dez lojas at&eacute; o final do ano que vem entre S&atilde;o Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paran&aacute;", afirma o executivo, que deixou o cargo de diretor de marketing da empresa para assumir a diretoria da unidade Casa Bauducco.<br /><br />O modelo de loja, segundo ele, &eacute; novidade no Brasil, mas tradicional na Argentina e na Europa. "Vendemos p&atilde;es, biscoitos, panetones, crostatas e toda uma linha exclusiva e especial em um ambiente que remete a uma cozinha artesanal da It&aacute;lia", descreve.<br /><br />Cardamone n&atilde;o divulga a meta de faturamento do novo neg&oacute;cio, que teve investimento de R$ 6 milh&otilde;es para a nova linha de produ&ccedil;&atilde;o e montagem das lojas (a segunda ser&aacute; inaugurada no shopping Eldorado, no fim de novembro). Tamb&eacute;m n&atilde;o diz quanto investir&aacute; nas novas lojas. "Isso depende muito do ponto e da reforma do im&oacute;vel", afirma. Ele n&atilde;o confirma, mas, segundo fontes de mercado, a Casa Bauducco pode virar franquia, se o modelo for bem aceito pelo consumidor.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Ucrânia agita mercado global de trigo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31708</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2012 12:11:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Ucr&acirc;nia confirmou na segunda-feira que vai suspender suas exporta&ccedil;&otilde;es de trigo a partir de 15 de novembro, o que ampliou a press&atilde;o "altista" sobre as cota&ccedil;&otilde;es internacionais do cereal, mas a FAO, ag&ecirc;ncia da ONU para agricultura e alimenta&ccedil;&atilde;o, minimizou o impacto real dessa restri&ccedil;&atilde;o sobre os pre&ccedil;os globais dos alimentos.<br /><br />Para justificar a proibi&ccedil;&atilde;o, as autoridades ucranianas argumentaram que a colheita foi duramente afetada por uma estiagem pelo terceiro ano seguido e que n&atilde;o havia outra sa&iacute;da para evitar uma explos&atilde;o nos pre&ccedil;os dom&eacute;sticos de p&atilde;es e massas e problemas sociais no pa&iacute;s.<br /><br />A Ucr&acirc;nia &eacute; um dos dez maiores exportadores de trigo do mundo. Sua capacidade de exporta&ccedil;&atilde;o, estimada em 4 milh&otilde;es de toneladas por ano, foi revisada para 5,3 milh&otilde;es de toneladas nesta safra 2012/13, o que reduziria o abastecimento interno. Desde meados do m&ecirc;s passado, tradings se anteciparam &agrave; suspens&atilde;o e o ritmo de embarques dobrou.<br /><br />O Egito, maior importador global de trigo, foi o primeiro pa&iacute;s a reagir &agrave; proibi&ccedil;&atilde;o, considerando que a credibilidade ucraniana no mercado internacional de gr&atilde;os ficar&aacute; afetada. A Ucr&acirc;nia garante que vai respeitar os contratos de entrega j&aacute; assinados. J&aacute; o comiss&aacute;rio europeu de Agricultura, Dacian Ciolos, conclamou o pa&iacute;s a voltar atr&aacute;s e evitar medidas que elevem os pre&ccedil;os internacionais e causem mais turbul&ecirc;ncias nos fluxos comerciais.<br /><br />Para a Uni&atilde;o Europeia, a proibi&ccedil;&atilde;o vai "acrescentar tens&atilde;o desnecess&aacute;ria nos mercados agr&iacute;colas internacionais, e os que mais v&atilde;o sofrer s&atilde;o os mais pobres do mundo". A FAO sustenta que a Ucr&acirc;nia d&aacute; uma "mensagem errada" ao mundo com a proibi&ccedil;&atilde;o, mas avalia que a a&ccedil;&atilde;o n&atilde;o far&aacute; grande diferen&ccedil;a para o abastecimento global da commodity.<br /><br />Por um lado, porque Ucr&acirc;nia n&atilde;o &eacute; um exportador t&atilde;o importante assim; e de outro, porque j&aacute; era de conhecimento no mercado que o pa&iacute;s n&atilde;o teria muito a exportar depois da estiagem, como observou a analista de pre&ccedil;os da FAO, Concepcion Calpe.<br /><br />O bra&ccedil;o da ONU est&aacute; revisando suas proje&ccedil;&otilde;es sobre a produ&ccedil;&atilde;o de trigo e constatou que a produ&ccedil;&atilde;o de fato n&atilde;o &eacute; suficiente para atender ao consumo, mas que os estoques s&atilde;o confort&aacute;veis o suficiente para evitar impactos significativos nos mercados - ainda que esses estoques tendam a ficar em n&iacute;veis ligeiramente inferiores.<br /><br />O maior problema, diz Concepcion, &eacute; que os mercados reagem no curto prazo e a volatilidade de pre&ccedil;os cresce. A oferta de trigo atualmente &eacute; reduzida por causa da fraca colheita na R&uacute;ssia, das perspectivas ruins para as pr&oacute;ximas produ&ccedil;&otilde;es na Austr&aacute;lia e pela "transfer&ecirc;ncia" da demanda de milho para trigo nos por causa da pior seca nos Estados Unidos em mais de 50 anos.<br /><br />O aperto nos estoques de trigo foi confirmado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), que aponta quedas na produ&ccedil;&atilde;o na R&uacute;ssia (1 milh&atilde;o de toneladas), na Austr&aacute;lia (3 milh&otilde;es) e na Uni&atilde;o Europeia (800 mil). Na segunda-feira, na bolsa de Chicago, houve alta moderada das cota&ccedil;&otilde;es por conta da Ucr&acirc;nia, mas realiza&ccedil;&otilde;es de lucro influenciaram a queda registrada ontem<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Excesso de chuva prejudica colheita de trigo no noroeste do Rio Grande do Sul]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31636</link>
<pubDate>Wed, 24 Oct 2012 10:21:44 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">S&eacute;rie de problemas clim&aacute;ticos desde o fim de setembro preocupa produtores da regi&atilde;o<br /><br /><br />Agricultores tiveram de desacelerar a colheita de trigo devido ao excesso de chuva registrado nos &uacute;ltimos dias no noroeste do Estado. Al&eacute;m do rev&eacute;s, os produtores registram perdas com vendavais, granizo e geada fora de &eacute;poca desde o fim de setembro, o que afeta a qualidade do gr&atilde;o e reduz a produtividade. <br /><br />Em Cruz Alta, o produtor S&eacute;rgio Bronzatti, 40 anos, esperava superar a produtividade de 50 sacas por hectare do ano passado. Mas depois que os 130 hectares plantados na safra atual foram atingidos por um vendaval em setembro e por uma geada na semana seguinte, a expectativa &eacute; de colher 40% menos. <br /><br />&mdash; A qualidade do gr&atilde;o piorou muito, o que deve influenciar no pre&ccedil;o. Desse jeito, se n&atilde;o sobrarem d&iacute;vidas j&aacute; ficarei contente &mdash; afirma. <br /><br />A frustra&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m fez alguns desistirem da colheita. &Eacute; o caso de Antoninho Rubim, 61 anos, que cultiva trigo em Ibirub&aacute;. O granizo o fez perder os 200 hectares plantados. Do preju&iacute;zo de R$ 300 mil, o seguro s&oacute; dever&aacute; cobrir a metade. <br /><br />&mdash; A planta&ccedil;&atilde;o estava linda, nunca tinha visto um trigo t&atilde;o bonito. Bastou meia hora para o granizo destruir tudo &mdash; lamenta Rubim. <br /><br />Segundo o escrit&oacute;rio regional da Emater em Iju&iacute;, que abrange 47 munic&iacute;pios, o rendimento nos quase 90 mil hectares j&aacute; colhidos na regi&atilde;o &eacute; 30% abaixo da expectativa inicial, que calculava uma produtividade m&eacute;dia de 50 sacas por hectare. <br /><br />&mdash; As chuvas do in&iacute;cio da semana, al&eacute;m de atrasarem a colheita, contribuem significativamente para a redu&ccedil;&atilde;o na qualidade do produto &mdash; observa Geraldo Kasper, gerente regional da Emater. <br /><br />No Estado, 8% dos 970 mil hectares cultivados com trigo haviam sido colhidos at&eacute; a &uacute;ltima quinta-feira, conforme levantamento da Emater. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Clima afeta trigo e deve levar à maior importação em 7 anos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31606</link>
<pubDate>Tue, 23 Oct 2012 09:46:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As importa&ccedil;&otilde;es de trigo crescer&atilde;o 17% entre 2012 e 2013, preveem moinhos, com sete milh&otilde;es de toneladas. A proje&ccedil;&atilde;o se confirma &agrave; medida que chuvas comprometem a colheita do cereal no Rio Grande do Sul.<br /><br />"As expectativas mudaram, a safra nacional j&aacute; &eacute; bem menor do que no ano passado. O setor contava com o produto ga&uacute;cho", comenta o presidente do Moinho Pac&iacute;fico (SP), Lawrence Pih.<br /><br />O clima afetou lavouras no Planalto M&eacute;dio e nas Miss&otilde;es, duas das maiores regi&otilde;es triticultoras do Rio Grande do Sul. A previs&atilde;o estadual de colheita caiu de 2,7 para 2,3 milh&otilde;es de toneladas, segundo a Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).<br />"Certamente, as importa&ccedil;&otilde;es v&atilde;o ter que crescer", afirma o l&iacute;der da organiza&ccedil;&atilde;o, Hamilton Jardim. "A situa&ccedil;&atilde;o &eacute; preocupante. O que vem acontecendo - chuva, geada e granizo - ainda compromete a qualidade do trigo."<br /><br />As condi&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas do interior ga&uacute;cho propiciam a ocorr&ecirc;ncia de chuvas fortes, rajadas de vento, trovoadas e granizo, segundo o Instituto Nacional Meteorol&oacute;gico (Inmet).<br /><br />Propriet&aacute;rio de 1,4 mil hectares de terras em Boa Vista das Miss&otilde;es (RS), Cornelis Uitdewvilligen j&aacute; perdeu aproximadamente 40% de seu trigal. Conseguiu salvar os 10% que ficam em &aacute;reas mais elevadas, e menos sujeitas a geadas, da lavoura.<br />Cornelis contou que o cereal brotou mais r&aacute;pido neste ano, em fun&ccedil;&atilde;o de um inverno quente, ficando, portanto, sujeito aos vendavais e &agrave;s chuvas de granizo que se sucederam entre setembro e outubro, a esta&ccedil;&atilde;o.<br /><br />"Chove tanto, agora mesmo, que n&atilde;o d&aacute; nem para enxergar o que est&aacute; a quinze metros de dist&acirc;ncia. A energia el&eacute;trica acaba de cair", relatou, ontem, o produtor durante entrevista ao DCI.<br />"O trigo das partes altas da propriedade se salvou. Mas a safra vai ser sofrida. Vamos ver como as chuvas continuam."<br /><br />Exporta&ccedil;&otilde;es e p&atilde;o mais caro<br /><br />O Rio Grande do Sul tem 1,2 milh&atilde;o de toneladas de trigo contratadas pelo mercado externo. Com perda de qualidade, os contratos podem ter seus pre&ccedil;os revisados para baixo.<br />Contudo, segundo Jardim, da Farsul, esta n&atilde;o &eacute; a maior preocupa&ccedil;&atilde;o, pois um milh&atilde;o de toneladas est&aacute; destinado &agrave; regi&atilde;o norte da &Aacute;frica, em que o tipo do cereal consumido &eacute; o brando.<br /><br />"A maior perda de oportunidade &eacute; n&atilde;o poder atender ao mercado interno, que inclusive est&aacute; pagando melhor do que o internacional", observa o representante.<br />Segundo ele, "&eacute; p&uacute;blico e not&oacute;rio que o Rio Grande do Sul transformou sua matriz gen&eacute;tica, priorizando o tipo 'p&atilde;o'. Mas isso pode passar batido nesta safra." O tipo brando custa de 10% a 20% a menos, ainda de acordo com Jardim.<br /><br />A falta de trigo no mercado nacional, impulsionando a busca pelo produto no mercado externo, que tamb&eacute;m apresenta escassez de oferta, far&aacute; com que a farinha de p&atilde;o fique cerca de 10% mais cara, no Brasil, at&eacute; dezembro, de acordo com Pih, do Moinho Pac&iacute;fico.<br />Os pre&ccedil;os poder&atilde;o subir ainda mais at&eacute; abril de 2013, se os moinhos precisarem recorrer aos EUA e o Canad&aacute; - pa&iacute;s que produz o trigo considerado o melhor do mundo, com pre&ccedil;o at&eacute; US$ 80 maior por tonelada, considerando tamb&eacute;m os custos operacionais de traz&ecirc;-lo. "O pre&ccedil;o do p&atilde;o j&aacute; vem subindo", aponta Pih.<br /><br />Leste europeu<br /><br />Em crise de oferta, o Leste Europeu - cujos trigais s&atilde;o os maiores do mundo - lida com a pr&oacute;pria situa&ccedil;&atilde;o restringindo as exporta&ccedil;&otilde;es do cereal. A Ucr&acirc;nia baniu os embarques na semana passada; e a R&uacute;ssia, triticultora n&uacute;mero um do planeta, amea&ccedil;a fazer o mesmo, de acordo com Pih.<br /><br />Os russos, que produziram 55 milh&otilde;es de toneladas de trigo em 2011, devem fornecer 42 milh&otilde;es de toneladas neste ano.<br /><br />"A Austr&aacute;lia tamb&eacute;m nos preocupa", acrescenta Pih, explicando que o pa&iacute;s seria uma alternativa de oferta, tanto para a Europa quanto para o Brasil, mas enfrenta problemas semelhantes. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA['Quebra' no trigo prejudica exportações]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31553</link>
<pubDate>Fri, 19 Oct 2012 12:21:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A quebra da safra de trigo no Rio Grande do Sul - que, mesmo assim, dever&aacute; liderar a produ&ccedil;&atilde;o nacional do cereal este ano -, est&aacute; provocando cancelamentos de contratos de exporta&ccedil;&atilde;o. Traders estimam que, com a oferta menor, os embarques ga&uacute;chos dever&atilde;o ser cerca de 100 mil toneladas inferiores ao total previsto inicialmente.<br /><br />O volume equivale a 12,5% de um volume de 800 mil toneladas vendidas com antecipa&ccedil;&atilde;o. "A colheita est&aacute; no in&iacute;cio, mas alguns produtores j&aacute; sinalizaram que n&atilde;o v&atilde;o conseguir entregar o produto", diz um trader. Conhecidos como "washout", esses cancelamentos costumam ser definidos em consenso entre importador e exportador. Na maior parte dos casos, por&eacute;m, deixa alguma vantagem financeira ao comprador, j&aacute; que &eacute; o vendedor que n&atilde;o disp&otilde;e do produto.<br /><br />Muito demandado por pa&iacute;ses africanos que usam o cereal em substitui&ccedil;&atilde;o ao milho na composi&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;&otilde;es, o trigo do Rio Grande do Sul come&ccedil;ou a ser colhido nas &uacute;ltimas semanas. Neste ano, o Estado passou a liderar o cultivo do cereal no pa&iacute;s ao plantar 976,2 mil hectares, 4,7% mais que no ano passado, e superar o Paran&aacute;, que reduziu em 27% sua &aacute;rea, 761 mil hectares, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).<br /><br />O problema relacionado &agrave; oferta ga&uacute;cha tem origem nas fortes chuvas que ca&iacute;ram sobre regi&otilde;es produtoras do Estado nas &uacute;ltimas semanas, muitas vezes acompanhadas por vendavais e granizo. Na semana passada, a Emater-RS projetou queda de 10% na produtividade das lavouras, com tend&ecirc;ncia de piora.<br /><br />Segundo a Empresa de Pesquisa e Extens&atilde;o Rural do Estado, se essa proje&ccedil;&atilde;o se confirmar a produ&ccedil;&atilde;o ga&uacute;cha de trigo atingir&aacute;, no m&aacute;ximo, 2,284 milh&otilde;es de toneladas, queda de 10% em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; proje&ccedil;&atilde;o inicial. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; colheita anterior, o "tombo" ser&aacute; de 17%.<br /><br />Com a quebra no Rio Grande Sul - e a j&aacute; anunciada redu&ccedil;&atilde;o de &aacute;rea plantada no Paran&aacute;, que dever&aacute; produzir neste ano 14,8% a menos do que na temporada passada, a oferta interna do gr&atilde;o ficar&aacute; mais apertada em tempos de valoriza&ccedil;&atilde;o da commodity no mercado externo. Nas principais bolsas americanas, as altas desde junho s&atilde;o de cerca de 35%.<br /><br />Com os leil&otilde;es do cereal realizados pela Conab em agosto, os moinhos se abasteceram, mas os estoques dispon&iacute;veis, na m&eacute;dia, duram at&eacute; meados de novembro, diz o presidente do Moinho Pac&iacute;fico, Lawrence Pih. Ou seja, em breve as ind&uacute;strias ter&atilde;o que retomar compras. Produtores com trigo de boa qualidade est&atilde;o pedindo de R$ 690 a R$ 700 por tonelada, diz Renan Magro Gomes, analista da consultoria Safras &amp; Mercado. "Em torno de 70% da &aacute;rea paranaense j&aacute; foi colhida, mas a comercializa&ccedil;&atilde;o est&aacute; lenta".<br /><br />O valor pedido pelo produtor no Paran&aacute; est&aacute; dentro da paridade de importa&ccedil;&atilde;o do produto da Argentina. De acordo com c&aacute;lculos do presidente do Moinho Pac&iacute;fico, neste momento o trigo argentino vale cerca de US$ 345 por tonelada. Somando-se frete, servi&ccedil;os portu&aacute;rios e transporte do porto de Santos (SP) at&eacute; o moinho em S&atilde;o Paulo, esse valor chega na ind&uacute;stria entre R$ 700 a R$ 710. "Hoje, um trigo de boa qualidade em Maring&aacute; vale R$ 670 por tonelada. &Eacute; claro que o produtor quer puxar para cima esse valor para encostar na paridade", afirma Lawrence Pih.<br /><br />O Brasil deve produzir no ciclo atual em torno de 5 milh&otilde;es de toneladas do cereal, 13,5% abaixo da safra passada. Como o consumo interno deve ser de 10,4 milh&otilde;es de toneladas, est&atilde;o previstas importa&ccedil;&atilde;o de 6,7 milh&otilde;es de toneladas do cereal, segundo as estat&iacute;sticas da Conab.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Negociação de trigo esboça melhora no país]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=31516</link>
<pubDate>Thu, 18 Oct 2012 10:28:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nas &uacute;ltimas semanas, a liquidez no mercado ficou abaixo da esperada e pre&ccedil;os do cereal subiram.<br /><br /><br />As negocia&ccedil;&otilde;es envolvendo trigo no Brasil est&atilde;o come&ccedil;ando a dar sinais de melhora. Nas &uacute;ltimas semanas, a liquidez no mercado de trigo ficou abaixo da esperada, pois compradores e vendedores n&atilde;o estavam conseguindo fechar neg&oacute;cios por causa dos pre&ccedil;os mais altos. "As ind&uacute;strias que estavam mais estocadas buscaram comprar o m&iacute;nimo poss&iacute;vel, apenas as menores e com planejamento de curto prazo estavam comprando trigo com pre&ccedil;os mais elevados", explicou o analista de Safras &amp; Mercado Renan Gomes Magro.<br /><br />No momento, a tend&ecirc;ncia &eacute; de que o n&uacute;mero de potenciais compradores aumente com o consumo dos estoques inicias. Quanto &agrave;s cota&ccedil;&otilde;es, temos um mercado firme com pre&ccedil;os est&aacute;veis de maneira geral. Em Ponta Grossa, a tonelada do trigo segue com indica&ccedil;&atilde;o de R$ 650 para compra e de R$ 680 para venda. Ainda no Paran&aacute;, na regi&atilde;o de campos gerais, que chegou a sofrer com a geada deve apresentar uma queda na produtividade de trigo colhido. No Rio Grande do Sul as perdas ficaram por conta do clima que n&atilde;o d&aacute; tr&eacute;gua. A tonelada segue indicada em R$ 570 para compra e R$ 590 para venda, em Santa Rosa.<br /><br />Segundo o &uacute;ltimo relat&oacute;rio do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) do Paran&aacute;, a colheita de trigo est&aacute; 67% conclu&iacute;da, contra 62% da semana retrasada. Encontram-se em boas condi&ccedil;&otilde;es 58% das lavouras, 36% em condi&ccedil;&otilde;es m&eacute;dias e 6% em condi&ccedil;&otilde;es ruins. Do total, n&atilde;o h&aacute; planta&ccedil;&otilde;es em germina&ccedil;&atilde;o, nem em desenvolvimento vegetativo. J&aacute; 7% das planta&ccedil;&otilde;es est&atilde;o na fase de flora&ccedil;&atilde;o, 50% em frutifica&ccedil;&atilde;o e 43% em matura&ccedil;&atilde;o. A comercializa&ccedil;&atilde;o &eacute; de 21%.<br /><br /><br />Estoques - Na &uacute;ltima sexta-feira, o Usda divulgou seu relat&oacute;rio mensal de outubro. A safra 2012/13 do cereal nos EUA &eacute; projetada em 2,269 bilh&otilde;es de bushels, ligeiramente acima dos 2,268 bilh&otilde;es de bushels que vinham sendo previstos desde julho. Os estoques finais do pa&iacute;s na temporada 2012/13 foram projetados em 654 milh&otilde;es de bushels, abaixo dos 698 milh&otilde;es do relat&oacute;rio anterior. A proje&ccedil;&atilde;o de exporta&ccedil;&otilde;es caiu para 1,15 bilh&atilde;o de bushels. A safra mundial de trigo na temporada 2012/13 est&aacute; estimada em 653,05 milh&otilde;es de toneladas, abaixo da estimativa de setembro de 658,73 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />Os estoques finais mundiais de trigo em 2012/13 est&atilde;o estimados em 173,70 milh&otilde;es de toneladas, contra 176,71 milh&otilde;es de toneladas do m&ecirc;s anterior. O consumo global est&aacute; estimado em 678,22 milh&otilde;es de toneladas. A safra 2012/13 total do bloco de pa&iacute;ses anteriormente pertencente &agrave; Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica (entre eles R&uacute;ssia, Cazaquist&atilde;o e Ucr&acirc;nia) foi prevista em 77,71 milh&otilde;es de toneladas, nova redu&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao relat&oacute;rio anterior que indicou 78,96 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />Na temporada 2011/12, a safra &eacute; projetada em 114,42 milh&otilde;es de toneladas. Mesmo com a redu&ccedil;&atilde;o da safra, o bloco deve produzir mais do que os 81,06 milh&otilde;es de toneladas de 2010/11, quando uma forte estiagem castigou as lavouras e levou &agrave; proibi&ccedil;&atilde;o das exporta&ccedil;&otilde;es na R&uacute;ssia.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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