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<title><![CDATA[RSS CLIPPING ABRAS - Higiene e Beleza]]></title>
<link>http://www.abras.com.br</link>
<description><![CDATA[Bem vindo ao canal de RSS do Clipping ABRAS - Higiene e Beleza]]></description>
<image><title><![CDATA[RSS Portal ABRAS Feed]]></title>
<link>http://www.abras.com.br</link>
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<language>pt-Br</language>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:36:34 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[Natura mais barata]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36979</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:08:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Natura anunciou o lan&ccedil;amento, em julho, de uma nova submarca, a &ldquo;Sou&rdquo;, de cuidados para o corpo e os cabelos. A empresa investiu R$ 100 milh&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o de f&aacute;brica e compra de maquin&aacute;rio para a linha, que traz embalagens simples e menores, al&eacute;m de pre&ccedil;os mais baixos. Para alcan&ccedil;ar essa meta, a companhia optou por otimizar sistemas, como o uso de refil, que utiliza 70% menos pl&aacute;stico. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto&eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Sob ataque de rivais, Natura faz mudanças]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36908</link>
<pubDate>Mon, 20 May 2013 09:17:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Empresa apresenta sua nova marca, a Sou, com pre&ccedil;os mais baixos<br /><br />Embora mantenha lideran&ccedil;a no setor de beleza, companhia perdeu participa&ccedil;&atilde;o de mercado em 2012<br /><br />Ap&oacute;s perder participa&ccedil;&atilde;o de mercado no ano passado e ser acusada de ter abandonado seu &iacute;mpeto de inova&ccedil;&atilde;o, a Natura, l&iacute;der do mercado de beleza no Brasil, tenta dar sinais de que 2013 ser&aacute; um ano de mudan&ccedil;as.<br /><br />Nesta semana, a companhia apresentou uma nova linha de produtos de higiene pessoal ao mercado, a Sou, um dos principais lan&ccedil;amentos dos &uacute;ltimos anos.<br /><br />Com pre&ccedil;os mais acess&iacute;veis que os demais itens da marca, a novidade &eacute; uma das apostas da empresa para recuperar o terreno perdido nos &uacute;ltimos anos para rivais -em 2012, sua participa&ccedil;&atilde;o de mercado caiu um ponto percentual, para 13,4%.<br /><br />Ao mesmo tempo, a Natura se prepara para estender para todo o pa&iacute;s, nos pr&oacute;ximos dois anos, um projeto de vendas pela internet iniciado em novembro passado em Campinas (SP), que representa uma das maiores mudan&ccedil;as no seu tradicional modelo de vendas diretas.<br /><br />No novo sistema, o cliente adquire os produtos por meio da p&aacute;gina de uma das consultoras -8.000 participaram do piloto na cidade paulista. Elas recebem uma comiss&atilde;o pela venda on-line.<br /><br />A entrega, no entanto, ocorre diretamente dos centros de distribui&ccedil;&atilde;o da Natura para a casa do consumidor, sem passar pelas m&atilde;os das consultoras. Nos testes iniciais, a taxa cobrada pelo frete foi de R$ 4.<br /><br />Outra novidade &eacute; que o consumidor t&ecirc;m um portf&oacute;lio de itens mais amplo na internet, menos atrelado aos cat&aacute;logos c&iacute;clicos.<br /><strong><br />DESAFIO</strong><br /><br />As mudan&ccedil;as ocorrem em um momento em que os dois principais pilares do modelo de neg&oacute;cios da companhia -as vendas diretas e a cultura baseada em inova&ccedil;&atilde;o- t&ecirc;m sido postos &agrave; prova.<br /><br />O desempenho do setor -o Brasil j&aacute; &eacute; o terceiro maior mercado de beleza do mundo, com receitas de R$ 34 bilh&otilde;es- levou multinacionais como Unilever e P&amp;G a investirem pesado no pa&iacute;s.<br /><br />Em 2012, a diferen&ccedil;a entre a participa&ccedil;&atilde;o de mercado da Natura e da vice-l&iacute;der (Unilever) caiu para 1,5 pontos percentuais. Eram 3,8 pontos no ano anterior.<br /><br />Competidores nacionais, como O Botic&aacute;rio, tamb&eacute;m avan&ccedil;aram. Silenciosamente, a rival lan&ccedil;ou um programa em que seus franqueados comandam grupos de consultoras nas suas regi&otilde;es de atua&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, criou uma nova marca, a Eudora, tamb&eacute;m com vendas diretas.<br /><br />Segundo estimativas do mercado, 20% das consultoras da Natura tamb&eacute;m revendem itens de O Botic&aacute;rio.<br /><br />Para alguns analistas, a companhia n&atilde;o acompanhou a agressividade exigida pelo mercado nos &uacute;ltimos anos.<br /><br />"A hegemonia da Natura est&aacute; sendo desafiada pela falta de velocidade da companhia em enfrentar as amea&ccedil;as dos competidores", disse o banco de investimentos Brasil Plural, em relat&oacute;rio.<br /><br />Os analistas da equipe tamb&eacute;m s&atilde;o c&eacute;ticos quanto &agrave; capacidade de a empresa ganhar mercado com a Sou, pois os produtos da categoria (xampus, hidratantes e sabonetes) s&atilde;o menos adequados ao modelo de venda direta. <br /><br /><strong><br />'Loja-conceito' da marca chegar&aacute; a mais cidades</strong><br /><br />Al&eacute;m da iniciativa que permitir&aacute; ao cliente comprar itens da marca pela internet, em site de consultoras, a Natura tamb&eacute;m planeja expandir um projeto de lojas-conceito.<br /><br />Ap&oacute;s operar uma dessas lojas em S&atilde;o Paulo, j&aacute; fechada, a empresa vai levar o projeto para outras cidades. Cerca de 30 teriam potencial (a Natura n&atilde;o confirma o n&uacute;mero.)<br /><br />Segundo Jos&eacute; Marino, vice-presidente da Natura, as lojas t&ecirc;m a fun&ccedil;&atilde;o de estreitar o relacionamento com a marca. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Beleza Natural, do Rio, entra em SP]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36893</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 11:11:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O Instituto Beleza Natural, rede de lojas de tratamento para cabelos crespos e ondulados, fundada por Helo&iacute;sa Assis, a Zica, colocar&aacute; seus p&eacute;s em S&atilde;o Paulo. A primeira filial paulista ser&aacute; inaugurada em setembro. O local escolhido foi o Mais Shopping, no Largo Treze, em Santo Amaro.<br /><br />O instituto realizou uma pesquisa que apontou a regi&atilde;o como a de maior presen&ccedil;a de seu p&uacute;blico-alvo, em sua maioria negros com cabelos bastante crespos. Mas o grupo espera atrair tamb&eacute;m caravanas de clientes do interior de S&atilde;o Paulo e de Estados do Sul. "Hoje no Rio j&aacute; recebemos nos fins de semanas &ocirc;nibus de clientes do interior de S&atilde;o Paulo e de outros Estados que v&ecirc;m se tratar nos nossos sal&otilde;es", diz Jacqueline Alves, superintendente de marketing da rede Beleza Natural.<br /><br />Atualmente s&atilde;o 12 caravanas, com mais de 2 mil clientes cadastradas, que v&ecirc;m mensalmente ao Rio em &ocirc;nibus alugados, normalmente nos fins de semana. "O mercado paulista &eacute; estrat&eacute;gico para a marca, n&atilde;o s&oacute; por ser o principal do Brasil e ser uma vitrine, mas por j&aacute; termos muitas clientes vindas do Estado", afirma a superintendente.<br /><br />O investimento na nova loja &eacute; de R$ 2,5 milh&otilde;es. A filial paulista ter&aacute; 500 m2, com 25 lavat&oacute;rios. Os sal&otilde;es da rede funcionam num sistema de linha de montagem, na qual a cliente vai mudando de ambiente &agrave; medida que avan&ccedil;a nas etapas do tratamento. A Beleza Natural contratar&aacute; 100 funcion&aacute;rios para atender uma capacidade de 500 clientes por dia. O grupo ainda planeja abrir mais duas lojas este ano na cidade.<br /><br />A rede n&atilde;o revela o faturamento, mas numa conta m&eacute;dia &eacute; poss&iacute;vel calcular que gire em torno R$ 160 milh&otilde;es por ano: s&atilde;o 90 mil clientes por m&ecirc;s que gastam um t&iacute;quete m&eacute;dio de R$ 150 em suas 13 lojas. Desse total, 10 unidades est&atilde;o no Estado do Rio, duas no Esp&iacute;rito Santo e uma em Salvador. A expectativa &eacute; que a nova filial de S&atilde;o Paulo provoque um aumento de 6% no faturamento j&aacute; em 2013.<br /><br />O t&iacute;quete m&eacute;dio das paulistas que v&atilde;o &agrave;s unidades no Rio tamb&eacute;m fica em torno de R$ 150 (tratamento super-relaxante, mais kit de produtos). Al&eacute;m disso, Jacqueline, conta que tem cerca de 100 pedidos de produtos para S&atilde;o Paulo por m&ecirc;s, via o servi&ccedil;o de atendimento ao consumidor, com um t&iacute;quete m&eacute;dio de R$ 65.<br /><br />O Instituto foi fundado h&aacute; 20 anos por Zica, que passou dez anos criando produtos para resolver o problema de seus pr&oacute;prios cabelos. Um dia, os vizinhos elogiaram a solu&ccedil;&atilde;o e ela ent&atilde;o criou a f&oacute;rmula. Junto com Rog&eacute;rio Assis e Leila Velez, desenvolveu a linha de montagem que come&ccedil;a com a separa&ccedil;&atilde;o dos cabelos, segue para a hidrata&ccedil;&atilde;o, aplica&ccedil;&atilde;o do creme super-relaxante, e se a cliente quiser, corte, escova e outros servi&ccedil;os, como fazer sobrancelhas e maquiagem. Para clientes mais exigentes, o sal&atilde;o tem uma &aacute;rea vip, onde pode ser agendado um tratamento separado. O custo extra &eacute; de R$ 20.<br /><br />A rede vem aumentando em 30%, em m&eacute;dia, seu faturamento ano a ano e t&ecirc;m atualmente 1,7 mil empregados. O grupo possui ainda uma f&aacute;brica pr&oacute;pria, a Cor Brasil, que produz mensalmente cerca de 250 toneladas de produtos para abastecimento dos sal&otilde;es e para uso dom&eacute;stico das clientes.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Grupos internacionais miram setor de cosméticos no Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36874</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:09:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Marcas de cosm&eacute;ticos e maquiagem tra&ccedil;am planos agressivos de expans&atilde;o org&acirc;nica no Brasil a partir do aquecimento no setor. Players como as americanas NYX e Maybelline NY planejam pelo menos dobrar o n&uacute;mero atual de unidades no Pa&iacute;s. Enquanto isso, brasileiras como Cont&eacute;m 1g buscam novos mercados em cidades interioranas para n&atilde;o perder espa&ccedil;o neste mercado.<br /><br />A Maybelline NY, pertencente &agrave; gigante de cosm&eacute;ticos L'Or&eacute;al, pretende contar com 50 quiosques pr&oacute;prios da marca at&eacute; o fim de 2013. Atualmente a empresa, que atua nos p&uacute;blicos A, B e C conta com 14 pontos de venda em funcionamento, distribu&iacute;dos pelo do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Minas Gerais.<br /><br />Com apenas uma loja pertencente &agrave; L'Oreal e todas as outras abertas atrav&eacute;s de franquias, a marca busca sedimentar sua presen&ccedil;a no Pa&iacute;s. Em entrevista exclusiva ao DCI, a diretora de marketing da Maybelline, Renata Kameyama, afirma que o foco ser&aacute; a abertura em shopping centers de grandes cidades brasileiras.<br /><br />"Est&aacute; planejado que sejam abertas novas unidades muito em breve em S&atilde;o Paulo, tanto na capital como no interior. A expans&atilde;o come&ccedil;a principalmente no Nordeste e Sudeste, ao longo de 2013". Este ano j&aacute; foram inaugurados pontos de venda em Recife (PE), Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG). Todo o processo est&aacute; sendo feito sob consultoria da Franchise Store, empresa especializada em tra&ccedil;ar planos de expans&atilde;o por franchising.<br /><br />De acordo com a executiva, a tend&ecirc;ncia de expans&atilde;o atrav&eacute;s do sistema de franquias deve ser mantida. "A expectativa &eacute; que Maybelline continue com um n&uacute;mero bastante agressivo de crescimento nos pr&oacute;ximos anos."<br /><br />Mesmo com a crescente import&acirc;ncia dos quiosques pr&oacute;prios, o varejo tradicional continuar&aacute; sendo um canal importante para o player. Presente no Pa&iacute;s desde o ano 2000, os cosm&eacute;ticos s&oacute; eram vendidos em lojas de departamentos e farm&aacute;cias at&eacute; o ano de 2010, quando foi aberto o primeiro ponto de venda da marca no Norte Shopping, no Rio de Janeiro.<br /><br />Ap&oacute;s a inaugura&ccedil;&atilde;o da loja pr&oacute;pria, h&aacute; tr&ecirc;s anos, foram abertas tr&ecirc;s unidades em 2011 e mais uma no ano passado. A diretora de marketing da empresa explica que esse per&iacute;odo foi importante para o processo que viria a seguir. "Esses anos serviram como prepara&ccedil;&atilde;o para a expans&atilde;o agressiva que a Maybelline planeja ainda em 2013 e nos pr&oacute;ximos anos. Contratamos profissionais, especializados nesse processo e em planejamento".<br /><br />O mix de produtos da Maybelline no Pa&iacute;s tamb&eacute;m ser&aacute; expandido. Com cerca de 180 produtos vendidos atualmente no Brasil, a linha deve alcan&ccedil;ar at&eacute; 300 ainda em 2013, todos de fabrica&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria. "Ritmo de lan&ccedil;amentos vai ser bastante intenso este ano. Lan&ccedil;amos em fevereiro no Brasil o BB Cream, sucesso absoluto em outros continentes e tamb&eacute;m inova&ccedil;&otilde;es no carro chefe da marca, a m&aacute;scara colossal, por exemplo", completa.<br /><br />Para a empres&aacute;ria, a ideia de compras interativas em espa&ccedil;os que levam o nome do player permite atrair um n&uacute;mero maior de clientes. "Classificamos esses novos pontos de venda como a segunda gera&ccedil;&atilde;o. &Eacute; uma grande evolu&ccedil;&atilde;o, que mostra mais claramente os c&oacute;digos e conceitos da marca, em que a cliente testa produtos com maquiadores e pode lev&aacute;-los para casa".<br /><br />Expans&otilde;es<br /><br />Outras marcas de cosm&eacute;ticos tamb&eacute;m planejam crescer no ano de 2013 atrav&eacute;s da abertura de novas franquias. A empresa americana NYX pretende chegar a 200 unidades at&eacute; 2016, e cerca de 80 ainda em 2013. Atualmente, s&atilde;o 26 pontos de venda em funcionamento, instalados nos estados de S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Cear&aacute; e Sergipe.<br /><br />De acordo com o diretor de marketing e expans&otilde;es da NYX, Rog&eacute;rio Casagrande, o foco ser&atilde;o as metr&oacute;poles, inicialmente. "A princ&iacute;pio, a estrat&eacute;gia &eacute; entrar nas principais capitais brasileiras, com popula&ccedil;&atilde;o acima de meio milh&atilde;o de pessoas. Na sequ&ecirc;ncia abrir pontos em cidades pr&oacute;ximas desse universo".<br /><br />Casagrande ainda afirma que o aquecimento na venda de produtos de beleza colabora para a expans&atilde;o feita pelas redes.<br /><br />"A minha interpreta&ccedil;&atilde;o &eacute; que o mercado de cosm&eacute;ticos no Brasil caminha para ser o segundo maior mundial, crescendo 10% ao ano. Antes a mulher tinha que ir at&eacute; uma farm&aacute;cia ou adquirir os produtos pelo porta a porta. Com lojas que vendem exclusivamente maquiagem, h&aacute; um consultor que tira d&uacute;vidas e uma maior variedade de produtos".<br /><br />J&aacute; a brasileira Cont&eacute;m 1g pretende abrir mais 30 pontos de venda at&eacute; o final do ano, chegando a quase 200 lojas. H&aacute; previs&atilde;o de inaugura&ccedil;&otilde;es nos grandes polos econ&ocirc;micos e em cidades do interior, como Ananindeua (PA), Caruaru (PE), Contagem (MG) e Vila Velha (ES).<br /><br />No ano de 2012, a marca teve faturamento de R$ 152 milh&otilde;es e h&aacute; previs&atilde;o de um crescimento girando em torno de 25%. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Por um consumo mais sustentável]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36857</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 08:37:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Porque voc&ecirc; precisa do que n&atilde;o precisa? Esse &eacute; um dos motes da nova linha de produtos para corpo e cabelos da Natura. Com o nome Sou, a linha, desenvolvida por mais de tr&ecirc;s anos por um time de profissionais destacado exclusivamente para o projeto, procura inovar ao priorizar materiais renov&aacute;veis na fabrica&ccedil;&atilde;o dos produtos e utilizar quantidade reduzida de ingredientes na f&oacute;rmula, que possui fragr&acirc;ncia &uacute;nica e n&atilde;o tem corantes.<br />&nbsp;<br />A nova linha tamb&eacute;m segue a tend&ecirc;ncia dos movimentos criativos minimalistas, ao propor "consumo inteligente, menos consumista e sem excessos". <br />&nbsp;<br />Com o objetivo de oferecer a nova linha a pre&ccedil;os abaixo da m&eacute;dia do mercado dos praticados pela Natura, na faixa de R$ 6,70 (sabonetes l&iacute;quidos) a R$ 10,40 (hidratantes corporais), a Natura investiu R$ 100 milh&otilde;es para melhorar os processos em toda a cadeia de produ&ccedil;&atilde;o. Uma das primeiras a&ccedil;&otilde;es foi a cria&ccedil;&atilde;o da "f&oacute;rmula inteligente" pela perfumista da Natura, Ver&ocirc;nica Kato, com notas mais leves ou encorpadas para cada item da linha. "O desafio foi criar um produto de&nbsp; fragr&acirc;ncia &uacute;nica com menos de 30 ingredientes. Em geral, usa-se uns 100", explicou. <br />&nbsp;<br />A Natura inovou tamb&eacute;m na cria&ccedil;&atilde;o do design inteligente das embalagens: todas t&ecirc;m formato de gota &ndash; "a forma m&iacute;nima de apresenta&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua", segundo a empresa, que fica dentro do conceito "sem excessos" &ndash;,&nbsp; mesmo tamanho (200 ml) e desenho (a diferen&ccedil;a &eacute; apenas na cor). Elas levam 70% menos pl&aacute;stico, s&atilde;o flex&iacute;veis como as de um refil e permitem o uso "at&eacute; a &uacute;ltima gota", para evitar desperd&iacute;cios.&nbsp;&nbsp; <br /><br />No caso da fabrica&ccedil;&atilde;o, as m&aacute;quinas importadas da Espanha fazem todo o processo de constru&ccedil;&atilde;o da embalagem &ndash; que vem enrolada em bobinas e economiza custos de transporte, al&eacute;m de selar o filme, cortar, envasar e lacrar.<br />&nbsp;<br />Por conta do formato em que o material para embalagem chega, a cada 1 mil recipientes vazios de Sou, s&oacute; seria poss&iacute;vel transportar 28 das embalagens tradicionais da Natura.<br />&nbsp;<br />"Desmistificamos a ideia de que produtos sustent&aacute;veis s&atilde;o mais caros que os convencionais, ao criar uma linha de qualidade, com expectativa do produto Natura &ndash; e sem impacto ambiental", completou Fabiana Pellicciari, gerente da unidade de neg&oacute;cios Sou.<br />&nbsp;<br />Estrat&eacute;gia &ndash; Para criar a linha Sou, a companhia identificou uma fatia do mercado onde a Natura n&atilde;o est&aacute; presente, de acordo com o vice-presidente executivo Jos&eacute; Vicente Marino: apesar de estar em 49% dos lares de consumidores brasileiros, a marca n&atilde;o tem 49% de participa&ccedil;&atilde;o de mercado. Hoje, s&atilde;o 23%, informou. <br />&nbsp;<br />A busca por essa fatia, disse, n&atilde;o tem a ver com classe social, j&aacute; que o consumidor orientado &agrave; marca independe disso, mas sim &eacute; pelos "consumidores de promo&ccedil;&otilde;es", ou seja, os que querem comprar de forma inteligente. "Percebemos como criar uma oferta de melhor acesso sem simplesmente baixar o pre&ccedil;o. &Eacute; um jeito de reinventar o que a gente faz a partir do que acredita e oferecer o inusitado", afirmou o executivo.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br /><strong>&nbsp;<br /><br />Divulga&ccedil;&atilde;o</strong><br />O portf&oacute;lio da nova linha da Natura &eacute; de 28 produtos, e em julho as consultoras come&ccedil;am a vender sabonetes l&iacute;quidos e hidratantes. Na segunda quinzena de setembro, chegam ao mercado a linha de shampoos, condicionadores, m&aacute;scaras de tratamento capilar e creme para pentear. <br />&nbsp;<br />O esfor&ccedil;o de comunica&ccedil;&atilde;o estar&aacute; em todas as m&iacute;dias, mas ser&aacute; baseado principalmente nas redes sociais, com o lan&ccedil;amento da fanpage Sou digital em 17 de junho. Em julho, ser&aacute; a vez de iniciar um hub (grupo de discuss&otilde;es) de "conversas instigantes" sobre novas formas de consumo. "Queremos criar uma rede de boas ideias com nosso 1 milh&atilde;o de consultoras e 100 milh&otilde;es de consumidores", completou a gerente Fabiana. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - SP</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
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<title><![CDATA[Natura muda para ter produto mais barato]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36838</link>
<pubDate>Thu, 16 May 2013 10:55:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Natura lan&ccedil;a em julho uma nova submarca de produtos para corpo e cabelo, batizada de Sou, com embalagens menores e mais simples e pre&ccedil;os bem abaixo dos praticados pela empresa de venda direta. O projeto come&ccedil;ou a ser desenvolvido h&aacute; 3 anos e meio e foi testado por dez meses no interior de S&atilde;o Paulo. O lan&ccedil;amento pode ajudar a companhia a recuperar participa&ccedil;&atilde;o no mercado de higiene pessoal, no qual perde espa&ccedil;o desde o ano passado. A companhia investiu R$ 100 milh&otilde;es em f&aacute;brica e maquin&aacute;rio para a produzir a nova linha.<br /><br />Para chegar a uma faixa de pre&ccedil;o menor do que pratica hoje, a Natura buscou maior efici&ecirc;ncia em toda a cadeia, desde a escolha de mat&eacute;ria-prima at&eacute; o consumo final. A embalagem usa 70% menos pl&aacute;stico e &eacute; flex&iacute;vel como a de um refil. Al&eacute;m de ser mais econ&ocirc;mico para a empresa, o formato permite maior aproveitamento do conte&uacute;do - o consumidor pode espremer a embalagem at&eacute; o final. Os produtos s&atilde;o feitos com menos ingredientes e com a mesma fragr&acirc;ncia. Todos os recipientes s&atilde;o do mesmo tamanho (200 ml) e desenho -- a cor &eacute; a &uacute;nica coisa que os diferencia. A ideia &eacute; dar ao consumidor apenas o "essencial", diz Jos&eacute; Vicente Marino, vice-presidente executivo da Natura.<br /><br />As m&aacute;quinas que fabricam a linha foram importadas da Espanha e est&atilde;o instaladas em uma unidade pr&oacute;pria da Natura, em Cajamar (SP), e em dois fabricantes terceirizados em Louveira (SP).<br /><br />A embalagem chega &agrave; linha de produ&ccedil;&atilde;o enrolada em bobinas, economizando espa&ccedil;o no transporte. O pl&aacute;stico &eacute; introduzido no equipamento, e o produto sai de l&aacute; pronto. Uma &uacute;nica m&aacute;quina &eacute; capaz de construir a embalagem, envasar e lacrar todos os itens da linha. S&atilde;o feitos 100 produtos por minuto. Para se ter uma ideia, na f&aacute;brica de cremes da Natura, onde funcionam duas linhas de produ&ccedil;&atilde;o de Sou, a m&eacute;dia &eacute; de 60 itens por minuto. Essa f&aacute;brica est&aacute; em expans&atilde;o e vai mais que dobrar de tamanho at&eacute; 2014, passando de 12 para 26 linhas de produ&ccedil;&atilde;o.<br /><br />De acordo com Marino, a Natura quer atingir consumidores que n&atilde;o s&atilde;o contemplados pela empresa: os "ca&ccedil;adores de barganhas". O executivo conta que, no planejamento estrat&eacute;gico de 2008 e 2009, a companhia identificou a necessidade de entrar nesse segmento. Segundo Marino, a linha busca preencher uma faixa intermedi&aacute;ria de pre&ccedil;os. O ingresso nessa nova classe pode dar &agrave; Natura maior condi&ccedil;&atilde;o de competir com marcas vendidas no varejo tradicional assim como outras empresas de venda direta, como Avon e Jequiti. A faixa mais baixa &eacute; outra lacuna no p&uacute;blico-alvo da empresa. "Sabonete de 50 centavos a Natura n&atilde;o tem e n&atilde;o est&aacute; nos nossos planos ter", diz.<br /><br />O lan&ccedil;amento que promete apenas o essencial vai na contram&atilde;o da atual onda de sofistica&ccedil;&atilde;o do consumo verificada no mercado de higiene e beleza. Marino diz que o que &eacute; essencial varia muito de uma pessoa para outra. "A gente reconhece que existem outros desejos e outras formas de consumir que s&atilde;o leg&iacute;timas e que a gente n&atilde;o vai deixar de atender", diz o executivo, quando questionado sobre o risco de promover o consumo do "essencial". Nos testes que a empresa fez em cidades m&eacute;dias de S&atilde;o Paulo, a canibaliza&ccedil;&atilde;o de outras linhas da marca foi muito pequena, segundo o executivo.<br /><br />O mote da campanha de marketing, que deve ir ao ar em agosto, ser&aacute; o consumo consciente. Uma das coisas que a campanha vai promover &eacute; que o consumidor pode aproveitar at&eacute; a &uacute;ltima gota.<br /><br />O portf&oacute;lio da linha Sou &eacute; de 28 produtos, que devem chegar aos poucos ao mercado. Em julho, as consultoras da Natura come&ccedil;am a vender cinco itens - duas vers&otilde;es de sabonete l&iacute;quido a R$ 6,70 e tr&ecirc;s variantes de hidratante a R$ 10,60. Hoje o hidratante mais barato da Natura custa R$ 31,80 (a embalagem de 400 ml). O valor, por mililitros, da linha Sou tamb&eacute;m &eacute; menor. At&eacute; outubro, estar&atilde;o &agrave; venda produtos para cabelos: xampus, condicionador, m&aacute;scara e creme para pentear. Apesar dos pre&ccedil;os menores, a margem de alguns produtos s&atilde;o at&eacute; melhores, segundo Marino. "Conseguimos viabilizar margem onde tem gente que fica apertado", diz, sem dar maiores detalhes.<br /><br />A Natura tamb&eacute;m relan&ccedil;ou na semana passada a linha Plant, de cuidados com os cabelos, com novas f&oacute;rmulas e embalagens. Com as novidades, a Natura espera recuperar participa&ccedil;&atilde;o no mercado de produtos para o cabelo, diz Marino. A concorr&ecirc;ncia &eacute; acirrada, com fortes investimentos de multinacionais como Unilever, Procter &amp; Gamble e L'Or&eacute;al. A Natura perdeu um ponto percentual no mercado de higiene pessoal no ano passado, para 13,4%, principalmente nas categorias de desodorante e xampu. Unilever, Procter e O Botic&aacute;rio ganharam mercado no mesmo per&iacute;odo.<br /><br />No primeiro trimestre deste ano, as vendas da Natura cresceram apenas 2% no Brasil. Um dos motivos internos para esse desempenho fraco foi a falta de inova&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo. Os pr&oacute;ximos trimestres v&atilde;o tentar consertar isso. Segundo Marino, as vendas come&ccedil;aram a melhorar a partir da segunda quinzena de fevereiro. Ele disse que a empresa teve "um bom Dia das M&atilde;es".<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Uma briga fio a fio pelo cabelo das brasileiras]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36642</link>
<pubDate>Mon, 13 May 2013 10:13:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Como convencer algu&eacute;m que um produto que n&atilde;o existia at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s &eacute; indispens&aacute;vel a partir de hoje? A cartilha de empresas de tecnologia - mestres em conseguir essa fa&ccedil;anha - est&aacute; sendo aplicada pelas ind&uacute;strias de cosm&eacute;ticos para convencer a mulher brasileira a gastar mais com produtos para os cabelos com os mais diferentes atributos. No Pa&iacute;s, a receita com a venda de xampu, tinturas e condicionadores cresceu pelo menos 15% em 2012, segundo a Nielsen. E a explica&ccedil;&atilde;o para o bom desempenho &eacute; uma s&oacute;: inova&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Para disputar a prefer&ecirc;ncia da consumidora brasileira, multinacionais como a anglo-holandesa Unilever, a americana Procter &amp; Gamble e a francesa L&#146;Or&eacute;al investem bilh&otilde;es de d&oacute;lares em desenvolvimento de produtos e em marketing todos os anos. O Brasil virou prioridade quando o assunto &eacute; o cuidado com os cabelos por uma raz&atilde;o simples: para a maior parte desses grandes conglomerados, o Pa&iacute;s &eacute; o mercado l&iacute;der em vendas no segmento.<br /><br />A mulher brasileira gasta pelo menos R$ 40 por m&ecirc;s com os cabelos atualmente, segundo pesquisa do Ibope Intelig&ecirc;ncia. O mesmo levantamento mostra que o potencial de crescimento ainda &eacute; forte para a &aacute;rea de tratamento dos fios, pois esses produtos est&atilde;o hoje presentes em apenas 55% dos lares brasileiros. Por isso, a ordem &eacute; inovar.<br /><br />Seguindo esse racioc&iacute;nio, a P&amp;G lan&ccedil;ou no Brasil uma ampola de tratamento para os fios que, sozinha, abriu um nicho de R$ 100 milh&otilde;es em 2012. Agora, a empresa se prepara para lan&ccedil;ar a linha Pantene Expert, com pre&ccedil;o m&eacute;dio de R$ 45. Em um ano, a Unilever transformou a Tr&eacute;sEmme na principal marca premium de xampu e condicionador do Pa&iacute;s, apesar do pre&ccedil;o 30% maior do que o cobrado pela tradicional linha Dove. "Foi o maior lan&ccedil;amento da hist&oacute;ria da Unilever", diz Fernando Fernandez, presidente do grupo no Pa&iacute;s.<br /><br />Hoje, est&aacute; claro para as multinacionais que n&atilde;o &eacute; s&oacute; o pre&ccedil;o que faz a cabe&ccedil;a das brasileiras. Por isso, as empresas t&ecirc;m investido mais nas marcas associadas &agrave; qualidade. Quando executivos de grandes empresas do setor de beleza falam sobre lan&ccedil;amentos, d&atilde;o muito mais &ecirc;nfase a marcas como Pantene, Tr&eacute;sEmme e L&#146;Oreal do que a Seda e Fructis, por exemplo, que s&atilde;o 50% mais baratas. "Mesmo para a consumidora da classe C, o pre&ccedil;o n&atilde;o &eacute; fator primordial de escolha em 90% dos casos", diz Juliana Azevedo, diretora de marketing da P&amp;G Beauty para a Am&eacute;rica Latina.<br /><br />Sofisticar a oferta deu certo para as tr&ecirc;s l&iacute;deres no mercado de produtos para cabelo no Pa&iacute;s - Unilever, L&#146;Or&eacute;al e P&amp;G. Com uma m&aacute;quina de lan&ccedil;amentos que pode chegar a 100 novos produtos por ano, essas empresas ganharam mercado e se distanciaram das concorrentes.<br /><br />Na avalia&ccedil;&atilde;o de especialistas em varejo, produtos inovadores para o tratamento dos cabelos est&atilde;o dispon&iacute;veis principalmente no grande varejo, em farm&aacute;cias e supermercados. "&Eacute; uma mudan&ccedil;a que trouxe conveni&ecirc;ncia ao consumidor, que pode encontrar mais variedade nos canais de venda", diz a executiva da P&amp;G.<br /><br />Embora ainda exista espa&ccedil;o para melhorar a oferta de produtos, n&atilde;o h&aacute; como negar que a "sofistica&ccedil;&atilde;o" j&aacute; &eacute; &oacute;bvia tanto nos supermercados quanto nas farm&aacute;cias. "Hoje, voc&ecirc; pode encontrar xampu de cabeleireiro em qualquer supermercado. Nas farm&aacute;cias, voc&ecirc; encontra at&eacute; marcas importadas, como a L&#146;Occitane", diz Marie-Oc&eacute;ane Gazurek, especialista em luxo e moda do Grupo Troiano de Branding.<br /><br />Rea&ccedil;&atilde;o - Mesmo com a percep&ccedil;&atilde;o de que esse &eacute; um mercado em crescimento, as principais marcas brasileiras de beleza n&atilde;o se movimentaram na mesma velocidade das multinacionais. Natura e O Botic&aacute;rio t&ecirc;m participa&ccedil;&atilde;o t&iacute;mida em produtos para cabelos (a Natura aparece na oitava posi&ccedil;&atilde;o e O Botic&aacute;rio est&aacute; fora da lista das dez maiores). As empresas esperam come&ccedil;ar a mudar este quadro a partir de agora.<br /><br />L&iacute;der no mercado brasileiro de cosm&eacute;ticos, a Natura est&aacute; com a estrat&eacute;gia mais ousada. Depois de anos adormecida, a marca Natura Plant est&aacute; voltando ao mercado com uma linha de tratamentos com 32 produtos que as consumidoras v&atilde;o receber a partir deste m&ecirc;s. Para desenvolver a novidade, a empresa entrevistou 5 mil mulheres brasileiras e segmentou a oferta para oito tipos de fios, segundo Renato Abramovich, diretor de unidade de neg&oacute;cios da Natura.<br /><br />Como o mercado est&aacute; bastante competitivo, a empresa reduziu o valor normalmente cobrado pelos xampus e condicionadores em 20%. Um frasco de Natura Plant dever&aacute; sair por cerca de R$ 12, valor semelhante ao dos produtos "top de linha" nos supermercados. A empresa, por&eacute;m, oferece a op&ccedil;&atilde;o da compra de refis, reduzindo o gasto com embalagens. Ao recomprar o produto, o desembolso da consumidora vai cair a menos de R$ 10.<br /><br />O Botic&aacute;rio tamb&eacute;m desenvolveu uma nova linha para sua marca mais popular, a Cuide-se Bem. O pre&ccedil;o dos produtos, de cerca de R$ 13, foi definido para aumentar a frequ&ecirc;ncia com que a consumidora vai &agrave; loja das marcas nas 3,5 mil unidades espalhadas pelo Pa&iacute;s.<br /><br />Natura e O Botic&aacute;rio est&atilde;o tentando transferir parte da reputa&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m em outras categorias - como perfumaria e cuidados com a pele - para o setor de cabelos. E assim, quem sabe, recuperar ao menos parte do espa&ccedil;o perdido para as multinacionais. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Coty se prepara para fazer oferta de ações em junho]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36480</link>
<pubDate>Wed, 08 May 2013 11:32:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Coty, fabricante de perfumes que n&atilde;o conseguiu comprar a Avon por US$ 10,7 bilh&otilde;es em 2012, vai tentar novamente fazer uma oferta p&uacute;blica inicial de a&ccedil;&otilde;es que pode ser a maior de uma companhia de varejo de consumo nos Estados Unidos desde a abertura de capital da grife de moda Michael Kors em 2011.<br /><br />A Coty vai tentar levantar US$ 700 milh&otilde;es a partir de junho, para aproveitar o apetite de investidores por novas listagens nos Estados Unidos em um momento em que o &iacute;ndice Standard &amp; Poor's passou a um patamar recorde, afirmam pessoas pr&oacute;ximas ao assunto. A Coty preferiu n&atilde;o comentar.<br /><br />A decis&atilde;o chega ap&oacute;s uma s&eacute;rie de contratempos para a Coty, que possui receitas anuais de US$ 4,6 bilh&otilde;es com o licenciamento de fragr&acirc;ncias para casas de luxo como Bottega Veneta e Calvin Klein e algumas das maiores celebridades do mundo, incluindo David Beckman e Beyonc&eacute;.<br /><br />Apesar do apoio p&uacute;blico de Warren Buffett, da Berkshire Hathaway, a Coty, que possui uma fatia de 82% de Joh. A Benckiser, a holding da fam&iacute;lia alem&atilde; Riemann, abandonou a oferta pela Avon em maio de 2012, ap&oacute;s a empresa de vendas diretas de cosm&eacute;ticos repetidamente rejeitar suas propostas.<br /><br />A Coty tinha organizado financiamentos da Berkshire Hathaway e do JP Morgan.<br /><br />Nos meses seguintes, a companhia teve um per&iacute;odo tumultuado, marcado por turbul&ecirc;ncias na gest&atilde;o, uma oferta p&uacute;blica adiada e grandes baixas cont&aacute;beis no valor de duas aquisi&ccedil;&otilde;es feitas em 2010.<br /><br />Bernd Beetz, que transformou a companhia em uma das maiores fabricantes de cosm&eacute;ticos do mundo, aposentou-se inesperadamente como presidente-executivo e foi substitu&iacute;do por Michele Scannavini, um executivo da Coty e antigo diretor da marca de artigos esportivos Fila.<br /><br />Semanas depois de Scannavini assumir, a Coty culpou um mercado desfavor&aacute;vel para ofertas e mudan&ccedil;as de gest&atilde;o pelo adiamento da abertura de capital.<br /><br />Em uma s&eacute;rie de documentos regulat&oacute;rios, a Coty revelou US$ 573 milh&otilde;es em baixas cont&aacute;beis relacionadas com a compra de US$ 352 milh&otilde;es da TJoy, um grupo chin&ecirc;s de cuidados para a pele, e a aquisi&ccedil;&atilde;o de US$ 930 milh&otilde;es da Philosofy, marca tamb&eacute;m de produtos para a pele.<br /><br />As baixas cont&aacute;beis levaram a Coty a um preju&iacute;zo l&iacute;quido de US$ 324 milh&otilde;es no ano fiscal de 2012, ante ganhos de US$ 61,7 milh&otilde;es em cada um dos dois anos anteriores.<br /><br />Uma pessoa familiar &agrave;s negocia&ccedil;&otilde;es afirmou que a Coty fez auditorias insuficientes antes de fechar as duas aquisi&ccedil;&otilde;es e chamou ambos os neg&oacute;cios de "ma&ccedil;&atilde;s ruins".<br /><br />A nova tentativa de uma oferta inicial chega quando o lucro l&iacute;quido da companhia aparentemente come&ccedil;a a melhorar. Nos seis meses at&eacute; 31 de dezembro, a Coty reportou ganhos de US$ 210 milh&otilde;es, alta de 5,8% em rela&ccedil;&atilde;o a um ano antes.<br /><br />Uma listagem bem-sucedida pode oferecer uma sa&iacute;da para o grupo Benckiser e os acionistas minorit&aacute;rios, incluindo as firmas de investimentos Berkshire Partners e Rh&ocirc;ne Group.<br /><br />Beetz, que permaneceu no conselho de administra&ccedil;&atilde;o da companhia, possui 3,7% das a&ccedil;&otilde;es da Coty. Ele recebeu uma remunera&ccedil;&atilde;o total de US$ 56 milh&otilde;es nos dois &uacute;ltimos anos como presidente-executivo e mais US$ 44 milh&otilde;es de aposentadoria, segundo documentos.<br /><br />A marca de vestu&aacute;rio Michael Kors levantou US$ 1,1 bilh&atilde;o na abertura de capital em 2011.<br /><br />O Bank of America Merrill Lynch, JP Morgan Chase e Morgan Stanley coordenam a oferta de a&ccedil;&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Leite de Rosas já ensaia volta ao Rio]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36420</link>
<pubDate>Tue, 07 May 2013 12:06:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Empresa apresentou &agrave; Companhia de Desenvolvimento do Estado plano para reabertura da f&aacute;brica no bairro da Mangueira at&eacute; 2014. <br /><br />Tradicional marca de higiene pessoal e cosm&eacute;ticos, a carioca Leite de Rosas quer reabrir sua antiga f&aacute;brica, desativada desde 2009 no bairro da Mangueira.A entrada de uma Unidade de Pol&iacute;cia Pacificadora (UPP) na regi&atilde;o e o lan&ccedil;amento de uma nova linha de produtos, ainda mantida em segredo pelos executivos da empresa, aumentou a confian&ccedil;a na reabertura da f&aacute;brica. Idel Halfen, diretor de Marketing da Leite de Rosas, diz que ainda n&atilde;o h&aacute; data para que a produ&ccedil;&atilde;o comece. Ele tamb&eacute;m n&atilde;o revela quanto ser&aacute; gasto com a reformula&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;dio, que pertence &agrave; empresa. Mas adiantou que tudo ser&aacute; feito com recursos pr&oacute;prios, inclusive a compra de maquin&aacute;rio. <br /><br />Tudo faz parte do planejamento estrat&eacute;gico da companhia e das perspectivas de ganho de mercado para a marca, que completa 84 anos de vida. A fabrica&ccedil;&atilde;o do Leite de Rosas e dos demais produtos, que v&atilde;o de sabonetes a hidratantes e desodorantes &eacute; feita hoje na unidade constru&iacute;da em 2005, em Aracaju.No Rio funciona a sede administrativa da empresa. <br /><br />&ldquo;Para reabrir a f&aacute;brica do Rio precisamos decidir quais produtos da linha ser&atilde;o produzidos aqui e quais ficar&atilde;o em Aracaju. Estar na nossa cidade, onde a empresa nasceu, &eacute; importante&rdquo;, explica o executivo. <br /><br />O planejamento da Leite de Rosas foi apresentado no ano passado &agrave; Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), coma perspectiva de reativar a f&aacute;brica em dois anos, a contar da data da entrega da comunica&ccedil;&atilde;o ao &oacute;rg&atilde;o. <br /><br />Para o governo do Rio, a empresa informou que ser&atilde;o criados 400 novos empregos diretos coma unidade em funcionamento e a prioridade s&atilde;o os moradores que moram nas proximidades da f&aacute;brica. Segundo fontes ligadas &agrave; companhia, foi encaminhado &agrave; secretaria estadual de Desenvolvimento um pedido de incentivos para um centro de distribui&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Um dos entraves para a reabertura da f&aacute;brica seriam as licen&ccedil;as ambientais. Halfen, no entanto, informou que todas as licen&ccedil;as para funcionamento est&atilde;o sendo solicitadas. No Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; de que ainda n&atilde;o consta nenhuma licen&ccedil;a concedida para a empresa em seu sistema.Mas que a companhia poder&aacute; requerer assim que deseje retomar a suas atividades no Rio. O &uacute;ltimo documento que est&aacute; nos arquivos do Inea &eacute; de 2009, quando as atividades foram encerradas para a transfer&ecirc;ncia de opera&ccedil;&otilde;es para Aracaju.<br /><strong></strong></p>
<p><strong><br />Do fundo de quintal para todo o Brasil</strong><br /><br />Uma marca que atravessou gera&ccedil;&otilde;es e foi dica de beleza de m&atilde;e para filha. A hist&oacute;ria da Leite de Rosas come&ccedil;a assim, em 1929, pelas m&atilde;os de seu fundador, Francisco Olympio de Oliveira, que se mudou do Amazonas para o Rio decidido a criar um produto com as caracter&iacute;sticas da mulher brasileira. A produ&ccedil;&atilde;o do Leite de Rosas come&ccedil;ou no fundo de quintal e ganhou o mercado brasileiro. A lo&ccedil;&atilde;o de limpeza que virou &iacute;cone em uma chamativa embalagem cor de rosa, na verdade foi concebida para ser um desodorante. No entanto, mesmo com essa classifica&ccedil;&atilde;o, boa parte das consumidores usavam o Leite de Rosas para a limpeza da pele, remo&ccedil;&atilde;o de maquiagem e at&eacute; tratamento de cravos e espinhas. O produto conquistou tamb&eacute;m a ala masculina, que passou a usar a f&oacute;rmula como lo&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-barba. Nos &aacute;ureos tempos, a empresa patrocinava grandes eventos, desde concertos musicais at&eacute; os glamurosos concursos de Miss Brasil. <br /><br />Genro do fundador, Henrique Ribas assumiu a empresa em1961. A fam&iacute;lia permanece no comando at&eacute; hoje. A partir da&iacute;, a marca expande sua atua&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s e chega a novos mercados, como o Nordeste. Em 1999, come&ccedil;ou a extens&atilde;o de marca, coma linha de sabonetes, desodorantes, cremes faciais e novas fragr&acirc;ncias. O faturamento estimado &eacute; de R$ 90 milh&otilde;es por ano.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Cosméticos da Amazônia nas prateleiras da Sephora]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36139</link>
<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 11:08:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Quase um ano se passou entre a primeira batida &agrave; porta da gigante do varejo de cosm&eacute;ticos da Fran&ccedil;a at&eacute; os produtos ganharem espa&ccedil;o nas prateleiras das 140 lojas da Sephora pela Europa. Parece pouco, mas para a empres&aacute;ria Cristina Ferreira, dona da Amaz&ocirc;nia Viva, pequena ind&uacute;stria de cosm&eacute;ticos com sede em S&atilde;o Paulo, foi uma eternidade. "Somos o terceiro mercado mundial em cosm&eacute;ticos, perfumaria e higiene pessoal, pelos dados do Instituto Euromonitor. Mas, passamos d&eacute;cadas tendo como refer&ecirc;ncia de status e atualidade a importa&ccedil;&atilde;o de produtos", diz a empres&aacute;ria. "A nossa entrada na Europa como fornecedora exclusiva da Sephora prova que &eacute; poss&iacute;vel reverter esta realidade."<br /><br />A linha corpo da Amazonia Viva, &agrave; base de pequi e cupua&ccedil;u, come&ccedil;ou a ser comercializada esta semana pela rede francesa a pre&ccedil;os que variam de &euro; 20 a &euro; 30, 20% mais caro do que no Brasil. Para apresentar a marca aos clientes, a rede preparou a&ccedil;&otilde;es de marketing exclusivas com promotoras na maior loja da cadeia, na Champs Elys&eacute;es, al&eacute;m de divulgar os produtos no canal de fidelidade Sephora.<br /><br />De acordo com o departamento de rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas da cadeia de varejo francesa, a escolha da Amazonia Viva deu-se pela forte mensagem que a marca passa em suas linhas compostas por f&oacute;rmulas &agrave; base de ingredientes ativos com 100% de alcance de regenera&ccedil;&atilde;o e provenientes da floresta amaz&ocirc;nica. "A Sephora &eacute; uma ca&ccedil;adora de beleza que busca levar o melhor das tend&ecirc;ncias mundiais para seus clientes, que prima pela qualidade e pela exclusividade. Contarmos com uma marca de cosm&eacute;tico natural brasileira &eacute; muito importante para o nosso portf&oacute;lio. O Brasil est&aacute; em alta e as brasileiras se cuidam muito, o que avaliza ainda mais os produtos", afirmam.<br /><br />Para a Amazonia Viva a parceria funcionar&aacute; como uma grande vitrine e garantir&aacute; um crescimento significativo. "Nossas vendas dever&atilde;o aumentar cerca de 70% elevando o faturamento para R$ 1 milh&atilde;o em 2013", diz Cristina. "Em cinco anos, a expectativa &eacute; chegar a R$ 30 milh&otilde;es e ter espa&ccedil;o nas mais de 500 lojas Sephora fora da Fran&ccedil;a".<br /><br />Aos poucos, o projeto que a empreendedora brasileira come&ccedil;ou a desenhar no final dos anos 90 come&ccedil;a a ganhar forma. Depois de construir uma carreira como executiva de uma multinacional da &aacute;rea de higiene e beleza, Cristina decidiu, em 1995, abrir uma importadora e exportadora de cosm&eacute;ticos em S&atilde;o Paulo. "Mas sempre prevalecia uma vontade grande de trabalhar uma grife brasileira que fosse consumida globalmente pela porta da riqueza original da floresta amaz&ocirc;nica", lembra. Para empreender com seguran&ccedil;a, Cristina frequentou um curso de empreendedorismo no Insead, na Fran&ccedil;a, buscou fornecedores sustent&aacute;veis dos insumos da Amaz&ocirc;nia, visitou comunidades, debru&ccedil;ou sobre pesquisas relacionadas a frutos e sementes da floresta e, s&oacute; ent&atilde;o, partiu para o desenvolvimento da linha.<br /><br />Lan&ccedil;ada em 2006, a Amazonia Viva conta com cinco produtos para o corpo, quatro para o cabelo e cinco fragr&acirc;ncias. No Brasil, os produtos s&atilde;o comercializados via websites, perfumarias seletivas e alguns spas. Em breve, ser&atilde;o vendidos em lojas selecionadas das redes Renner e Mundo Verde, assim como nas mega stores Onofre. Para internacionalizar os neg&oacute;cios, este ano foi inaugurada a Amaz&ocirc;nia Viva Europa, que ser&aacute; tocada pelos s&oacute;cios franceses Jean Louis Scholer e Glivier Vinot. "A Sephora abriu as portas, agora &eacute; preciso trabalhar a marca na Europa", diz Scholer.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Unilever cresce e ameaça Natura]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36001</link>
<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 11:03:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Natura, tradicional l&iacute;der no mercado brasileiro de beleza, perdeu espa&ccedil;o no ano passado para rivais como Unilever, Procter &amp; Gamble e O Botic&aacute;rio. Segundo dados da consultoria Euromonitor, a companhia - que tamb&eacute;m lidera o mercado de vendas diretas no Brasil - fechou o ano passado com uma participa&ccedil;&atilde;o de 13,4%, um ponto porcentual a menos do que em 2011, quando detinha 14,4%.<br /><br />J&aacute; as rivais Unilever, P&amp;G e O Botic&aacute;rio - que ocupam, respectivamente, a segunda, a terceira e a quarta posi&ccedil;&otilde;es do ranking da consultoria - ganharam mercado em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. A Unilever, que no ano passado lan&ccedil;ou a marca de tratamento de cabelos Tresemm&eacute; no Pa&iacute;s, passou de 10,6% para 11,9% de participa&ccedil;&atilde;o, segundo a Euromonitor. A Procter &amp; Gamble ganhou o,8 ponto porcentual entre 2011 e 2012 e atingiu fatia de 9,2%, um pouco acima da marca O Botic&aacute;rio, cuja participa&ccedil;&atilde;o subiu de 8,1% para 9,1% no mesmo intervalo de tempo (os dados da empresa n&atilde;o incluem outras marcas do grupo, como Eudora e Quem Disse, Berenice?).<br /><br />Os dados da Euromonitor mostram ainda que outra gigante das vendas porta a porta - a americana Avon - tamb&eacute;m perdeu participa&ccedil;&atilde;o em 2012. A fatia da empresa no mercado brasileiro de beleza passou de 7,9% em 2011 para 7,1% no ano passado. Segundo o levantamento da consultoria, n&atilde;o houve mudan&ccedil;as de posi&ccedil;&atilde;o entre as demais empresas do ?top 10? do mercado de beleza. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Natura aposta em novas linhas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35978</link>
<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 09:46:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s fechar os primeiros tr&ecirc;s meses do ano com desempenho abaixo do esperado, a Natura espera apurar crescimento de receita mais robusto apenas na segunda metade deste ano, como reflexo de lan&ccedil;amentos de produtos programados para o atual trimestre. "Teremos sinais positivos de recupera&ccedil;&atilde;o de receita no segundo trimestre, mas o maior impacto dos atuais esfor&ccedil;os vir&aacute; no terceiro e quarto trimestres", disse o diretor-presidente da fabricante de cosm&eacute;ticos, Alessandro Carlucci, em teleconfer&ecirc;ncia realizada na &uacute;ltima sexta-feira.</p>
<p><br />A empresa colocar&aacute; no mercado no segundo trimestre uma nova linha de produtos de higiene pessoal, chamada SOU, contendo itens para cabelo e corpo, categorias em que a empresa perdeu participa&ccedil;&atilde;o de mercado no &uacute;ltimo ano.</p>
<p><br />A companhia encerrou 2012 com participa&ccedil;&atilde;o de mercado de 13,4%, o que representou uma queda de 1 ponto percentual sobre o ano anterior, com redu&ccedil;&atilde;o no segmento de higiene pessoal. "Os lan&ccedil;amentos programados para 2013 v&atilde;o permitir recuperar a competitividade e o market share", acrescentou.</p>
<p><br />Para apoiar os lan&ccedil;amentos previstos, Carlucci afirmou na &uacute;ltima sexta-feira que os investimentos em marketing "v&atilde;o crescer nos pr&oacute;ximos trimestres, o que j&aacute; estava previsto no or&ccedil;amento".</p>
<p><br />A Natura divulgou na quarta-feira lucro l&iacute;quido de R$ 124,6 milh&otilde;es para o primeiro trimestre, o que configurou uma queda anual de 17,7%.</p>
<p><br />A receita l&iacute;quida, considerando apenas as opera&ccedil;&otilde;es no Brasil, subiu 2,1%, a R$ 1,16 bilh&atilde;o, em meio &agrave; baixa atratividade da campanha promocional no in&iacute;cio do ano, al&eacute;m de um per&iacute;odo de f&eacute;rias mais longo, dada a proximidade do Carnaval ao m&ecirc;s de janeiro. "As vendas ficaram significativamente abaixo do esperado pela empresa... mas temos boa expectativa para o ano", assinalou Carlucci.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - SP</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Itens de limpeza e higiene encarecem]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35914</link>
<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 08:18:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Todos os itens que comp&otilde;em o grupo de higiene pessoal e dom&eacute;stica apresentaram reajustes nos pre&ccedil;os durante esta semana, entre os super e hipermercados da regi&atilde;o, segundo levantamento da Craisa.<br /><br />O destaque &eacute; do sab&atilde;o em barra (cinco unidades), que era vendido por R$ 5,79 e agora est&aacute; R$ 5,99 (aumento de 3,45%) - diferen&ccedil;a de R$ 0,20. Em seguida est&aacute; a esponja de a&ccedil;o (3,05%). No caso desses itens o que chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; a diferen&ccedil;a de pre&ccedil;o entre os mercados, que chega a 37,07% no caso da esponja.<br /><br />A discrep&acirc;ncia de valores &eacute; ainda maior quando se trata de higiene pessoal. O mesmo creme dental (unidade) pode ser comprado por R$ 1,25 ou por R$ 2,09 - diferen&ccedil;a de 67,20%. Com o pacote de oito unidades de papel higi&ecirc;nico acontece a mesma coisa: o valor varia entre R$ 3,29 e R$ 5,25 - diferen&ccedil;a de 59,57%.<br /><strong><br />SIMULA&Ccedil;&Atilde;O</strong> - Se a dona de casa comparar tr&ecirc;s itens de higiene pessoal e quatro de limpeza dom&eacute;stica (os mesmos que comp&otilde;em a cesta b&aacute;sica) o gasto pode chegar a R$ 24,89, caso compre nos estabelecimentos mais caros). Se aproveitar promo&ccedil;&otilde;es, o mesmo conjunto de itens sai por R$ 19,28 (economia de R$ 5,61).<br /><strong><br />METODOLOGIA </strong>- O levantamento da Craisa tem como base o consumo de uma fam&iacute;lia composta por quatro pessoas (dois adultos e duas crian&ccedil;as), por per&iacute;odo de 30 dias.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Grande ABC</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[O Boticário investirá R$ 1 bi na expansão de novo tipo de loja]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35913</link>
<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 08:17:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A concorr&ecirc;ncia com a Natura, que anunciou este ano a meta de entrar no varejo com lojas f&iacute;sicas, al&eacute;m do an&uacute;ncio recorrente de marcas internacionais interessadas em explorar o potencial brasileiro na &aacute;rea de perfumaria e cosm&eacute;ticos - entre elas a rede francesa Sephora e a norte-americana Benefit- parecem ter feito o grupo O Botic&aacute;rio reagir, com planos ousados. A empresa investir&aacute; R$ 1 bilh&atilde;o nos pr&oacute;ximos quatro anos, atrav&eacute;s da rede de franqueados, em seu novo conceito de loja, elaborado pela KT - Solu&ccedil;&otilde;es para o Varejo.<br /><br />Artur Grynbaum, presidente do Grupo, falou durante a inaugura&ccedil;&atilde;o da primeira loja-conceito da bandeira, no MorumbiShopping, em S&atilde;o Paulo. A partir de 2014, o novo conceito ser&aacute; espalhado para toda a rede, gradativamente. A decora&ccedil;&atilde;o da loja oferece tablets onde os consumidores poder&atilde;o tirar fotos dos produtos e enviar on-line, por exemplo, a quem desejarem. Outra inova&ccedil;&atilde;o &eacute; a cria&ccedil;&atilde;o de "bares" de perfume e de maquiagens, onde as fragr&acirc;ncias est&atilde;o divididas por estilos associados a cada marca. Assim, se pode escolher a op&ccedil;&atilde;o que mais combina. O toque especial fica por conta das vitrines virtuais, com telas touchscreen e conte&uacute;dos interativos, al&eacute;m de espa&ccedil;o especial para quem vai presentear e o de produtos destinados aos homens. No espa&ccedil;o "Monte seu presente" &eacute; poss&iacute;vel customizar as embalagens com fitas e la&ccedil;os, canetas coloridas e cart&otilde;es. "&Eacute; uma novidade fundamental para O Botic&aacute;rio, que fala a respeito de loja. &Eacute; a maneira que n&oacute;s conseguimos materializar, da melhor forma poss&iacute;vel, a experi&ecirc;ncia que queremos propiciar aos nossos consumidores. O Botic&aacute;rio, hoje, &eacute; o l&iacute;der mundial em franquia de perfumaria e cosm&eacute;ticos, uma responsabilidade muito grande. N&oacute;s falamos hoje em 3.550 lojas, com diferentes formatos e experi&ecirc;ncias de ponto de venda, como este novo segmento de lojas, que contar&aacute; com mais dez lojas-piloto em diferentes regi&otilde;es: Curitiba (PR), Goi&acirc;nia (GO), Belo Horizonte e Governador Valadares (MG), Salvador e Ilh&eacute;us (BA), Porto Alegre e Pelotas (RS), Natal (RN) e Ribeir&atilde;o Preto (SP), al&eacute;m da capital paulista", declarou o empres&aacute;rio.<br /><br />Ainda segundo ele, no primeiro quadrimestre o varejo paulista viu desacelera&ccedil;&atilde;o, mas a partir de finais de fevereiro e mar&ccedil;o houve uma recupera&ccedil;&atilde;o e a empresa n&atilde;o fala em queda. "Estamos um pouco superior ao ano passado".<br /><br />O consumidor poder&aacute; se aprofundar nos conceitos das marcas por meio de tablets, sonoriza&ccedil;&atilde;o e guias que apresentam v&iacute;deos, m&uacute;sicas e tutoriais que o transportem para o universo de cada produto. "Mais uma vez mostramos que a inova&ccedil;&atilde;o est&aacute; no DNA do grupo", disse o presidente do Grupo.<br /><br />Para Julio Takano, s&oacute;cio da KT Solu&ccedil;&atilde;o, "a ideia foi desenvolvida para criar um conceito de conex&atilde;o emocional e de experimenta&ccedil;&atilde;o com os consumidores".<br /><br />A cada seis anos O Botic&aacute;rio investe em reformula&ccedil;&atilde;o. "Come&ccedil;amos em 1977 e temos um trabalho forte em estudos e aprofundamento de conhecimento do consumidor, e quais s&atilde;o as tend&ecirc;ncias para o varejo. Vemos os direcionamentos para produtos, para as marcas e como ser&aacute; a maneira de nos relacionar com a loja. Vemos a melhor maneira de oferecer os cinco sentidos na loja, uma experi&ecirc;ncia mais completa que aprimoramos com tecnologia", explicou Grynbaum.<br /><br /><strong>Franchising</strong><br /><br />Para Andrea Mota, diretora de marketing da empresa, este momento &eacute; extremamente importante para a marca: "Trabalhamos intensamente nesse projeto, capitaneado e materializado pela &aacute;rea de franchising do O Botic&aacute;rio, durante mais de 18 meses. Realizamos pesquisas com consumidores, estudando comportamentos de compra e h&aacute;bitos no mercado de beleza e buscando novidades em arquitetura e tecnologia. Tudo isso para fazer deste um verdadeiro templo de beleza para o consumidor brasileiro, trazendo o que h&aacute; de melhor".<br /><br />Segundo a executiva, cada detalhe foi pensado para fazer um mergulho nas marcas, experimentar, cheirar e testar cores e texturas, estimulando todos os sentidos. "Esta [nova] loja materializa o posicionamento da marca, desde o reposicionamento da logomarca de O Bot&iacute;cario, que fala de celebrar a vida atrav&eacute;s da beleza, por isso est&aacute; exposto no lustre da loja "a vida &eacute; linda". A vida &eacute; uma eterna experi&ecirc;ncia, sendo poss&iacute;vel se viver de uma forma mais interessante e, porque n&atilde;o, divertida. A loja &eacute; um convite de viver uma experimenta&ccedil;&atilde;o, uma experi&ecirc;ncia de beleza e &eacute; o melhor em experimenta&ccedil;&atilde;o de varejo no mercado brasileiro", disse.<br /><strong><br />V&aacute;rios formatos</strong><br /><br />O Grupo O Botic&aacute;rio envolve v&aacute;rias empresas, com formatos diferenciados, entre eles a loja multimarcas The Beauty Box, de linhas importadas (Lanc&ocirc;me, Givenchy, Carolina Herrera, Clinique, Dior e Shiseido e brasileiras como Sol de Janeiro, Phebo, Granado e Eudora); al&eacute;m da "quem disse, berenice?" e da bandeira Eudora. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Rede de lojas Boticário investe R$ 1 bi]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35892</link>
<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 10:35:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Em 1998, o Botic&aacute;rio retirou o balc&atilde;o da frente de suas lojas, para que a consumidora pudesse ter acesso direto aos produtos. Foi um padr&atilde;o que se disseminou - e 15 anos depois &eacute; dif&iacute;cil imaginar como era ter de pedir a uma vendedora para ver o r&oacute;tulo de um cosm&eacute;tico. Em 2006, colocou mesas de experimenta&ccedil;&atilde;o nos pontos de venda para refor&ccedil;ar essa aproxima&ccedil;&atilde;o. Agora, num cen&aacute;rio de concorr&ecirc;ncia muito mais acirrada, com a entrada de varejistas internacionais no pa&iacute;s, como a Sephora, e a amplia&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o para os produtos de beleza at&eacute; em farm&aacute;cias, a companhia inicia um novo processo de reformula&ccedil;&atilde;o das 3.550 lojas da rede no pa&iacute;s. Segundo o presidente do grupo, Artur Grynbaum, o projeto vai consumir R$ 1 bilh&atilde;o em quatro anos.<br /><br />O investimento na reforma ser&aacute; feito pelos franqueados do Botic&aacute;rio - atualmente s&atilde;o 900. A fabricante tem apenas 135 pontos de venda pr&oacute;prios da marca. "Os franqueados veem com bons olhos porque sabem que n&atilde;o s&atilde;o apenas mudan&ccedil;as est&eacute;ticas, mas que v&atilde;o trazer novos consumidores para as lojas e melhorar a experi&ecirc;ncia dos consumidores atuais", afirma Grynbaum. O montante calculado pelo grupo considera tamb&eacute;m as lojas que ser&atilde;o abertas ao longo dos quatro anos. Em 2012, foram inauguradas 290 e, at&eacute; dezembro, a expectativa &eacute; abrir mais 163.<br /><br />Os franqueados que investirem em novos pontos poder&atilde;o se beneficiar das linhas contratadas pelo grupo Botic&aacute;rio com o BNDES, que somam R$ 562 milh&otilde;es. A maior parte dos recursos ser&aacute; destinada &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de uma f&aacute;brica e um centro de distribui&ccedil;&atilde;o na Bahia, mas tamb&eacute;m h&aacute; uma parte direcionada &agrave; rede. O cr&eacute;dito, no entanto, n&atilde;o contempla reforma de lojas existentes. A possibilidade de oferecer financiamentos aos parceiros por meio de bancos privados n&atilde;o est&aacute; descartada, mas n&atilde;o h&aacute; nada fechado por enquanto.<br /><br />O novo modelo de loja, que servir&aacute; de refer&ecirc;ncia para toda a rede, pode ser visto a partir de hoje em S&atilde;o Paulo, no shopping Morumbi, na zona sul de S&atilde;o Paulo. O grupo investiu R$ 3,5 milh&otilde;es no desenvolvimento do projeto, que prev&ecirc; mudan&ccedil;as arquitet&ocirc;nicas, de design e logotipo, al&eacute;m da inclus&atilde;o de dispositivos tecnol&oacute;gicos para estimular a experimenta&ccedil;&atilde;o de produtos e promover uma rela&ccedil;&atilde;o mais interativa com o cliente. Por meio de tablets ser&aacute; poss&iacute;vel acessar informa&ccedil;&otilde;es sobre os itens expostos e at&eacute; responder um teste que sugere fragr&acirc;ncias de acordo com o estado de esp&iacute;rito do consumidor. Em shoppings em que n&atilde;o houver impedimento por contrato, ser&aacute; instalado um totem perto da vitrine, que funcionar&aacute; 24 horas com dados sobre os produtos.<br /><br />A &aacute;rea para testar maquiagem e perfumes foi ampliada e os homens - que s&atilde;o 30% dos compradores da rede - ter&atilde;o um espa&ccedil;o pr&oacute;prio. Tamb&eacute;m haver&aacute; op&ccedil;&otilde;es para personalizar o pacote de presente, inclusive com uma foto feita na hora, por R$ 3,50.<br /><br />Este ano, 11 lojas passar&atilde;o a funcionar no novo modelo em diversas regi&otilde;es. A mudan&ccedil;a &eacute; uma das apostas da companhia para manter o crescimento de cerca de 20% que tem sido registrado nos &uacute;ltimos anos. Grynbaum se mant&eacute;m otimista, apesar da infla&ccedil;&atilde;o e de sinais de desacelera&ccedil;&atilde;o de consumo neste come&ccedil;o de ano. "O varejo em geral viu um in&iacute;cio de primeiro trimestre um pouco mais lento, mas depois equilibrou". Em 2012, o grupo movimentou R$ 6,9 bilh&otilde;es, considerando tamb&eacute;m o faturamento da rede de franquias (25% mais do que em 2011).<br /><br />Al&eacute;m de Botic&aacute;rio, desde 2011 o grupo investe em novas marcas - Eudora, Skingen, Quem disse Berenice? e The Beauty Box -, e diferentes canais de distribui&ccedil;&atilde;o, como a venda por cat&aacute;logo (ver tabela), seara da l&iacute;der de mercado Natura. Esta anunciou este ano a abertura de cerca de 20 lojas-conceito e a inten&ccedil;&atilde;o de refor&ccedil;ar a opera&ccedil;&atilde;o de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. Mais uma indica&ccedil;&atilde;o de que a concorr&ecirc;ncia se acirra nos diversos canais. Dados da consultoria Euromonitor compilados pelo BNDES, mostram que O Botic&aacute;rio respondeu em 2011 por 8,2% das vendas do setor no Brasil, atr&aacute;s de Natura (14,5%), Unilever (10,7%), Avon (8,8%) e Procter &amp; Gamble (8,3%).<br /><br />No segundo semestre, as lojas Eudora tamb&eacute;m passar&atilde;o por reformula&ccedil;&atilde;o. A rede percebeu que detalhes como o piso preto, por exemplo, passam uma imagem de sofistica&ccedil;&atilde;o que afasta alguns consumidores. "Optamos por ser velozes [nos lan&ccedil;amentos] sabendo que poder&iacute;amos ter de fazer ajustes", diz Grynbaum. "Mas aprendemos r&aacute;pido."<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Um grande país investindo na higiene e beleza]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35765</link>
<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 08:24:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O crescimento da economia brasileira nos &uacute;ltimos dez anos incluiu mais de 30 milh&otilde;es de brasileiros ao mercado de consumo, o que provocou mudan&ccedil;as expressivas nos h&aacute;bitos di&aacute;rios desta parcela da popula&ccedil;&atilde;o. <br />&nbsp;<br />O segmento de produtos de higiene pessoal e de cosm&eacute;ticos recebeu um enorme impulso com o aumento de consumo destes itens, o que levou o seu faturamento a R$ 34 bilh&otilde;es em 2012, com eleva&ccedil;&atilde;o de 15,6% sobre os R$ 29,4 bilh&otilde;es registrados no ano anterior. Assim, a maioria das classes sociais passou a adquirir produtos que n&atilde;o consumiam anteriormente e a mudar de canais de varejo para compr&aacute;-los. <br />&nbsp;<br />Atualmente, o Brasil &eacute; o terceiro maior pa&iacute;s dentro do mercado mundial de higiene pessoal, perfumaria e cosm&eacute;ticos. Existem 2.329 empresas atuando no mercado brasileiro e, deste total, 20 s&atilde;o consideradas de grande porte com faturamento l&iacute;quido superior &agrave; marca de R$ 100 milh&otilde;es, o que equivale a 73% do faturamento do setor. <br />&nbsp;<br />Para atender a um n&uacute;mero de consumidores que cresce a uma taxa de superior &agrave; do Produto Interno Bruto (PIB) do Pa&iacute;s, os maiores empreendimentos concentram-se na regi&atilde;o Sudeste, com um total de 1.445. (veja quadro abaixo) . <br />&nbsp;<br />Os dados s&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec).<br />&nbsp;<br />Pesquisa do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar) realizada entre dezembro de 2012 e janeiro deste ano com moradores da Capital paulista mostrou que os consumidores t&ecirc;m alguns h&aacute;bitos similares na aquisi&ccedil;&atilde;o destes itens em rela&ccedil;&atilde;o ao canal de vendas e na escolha de itens que oferecem mais praticidade. As diferen&ccedil;as nas escolhas acentuam-se, por&eacute;m, de acordo com o poder aquisitivo de cada classe social.<br />&nbsp;<br />&nbsp;<img src="http://www.dcomercio.com.br/images/ano/2012/xarte-higiene-e-blz.jpg.pagespeed.ic.qIydOqoQoe.jpg" alt="" /></p>
<p><br />Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar, ressalta que as camadas D e E buscam essencialmente produtos de baixo custo e maior praticidade. Nas demais classes, o mais importante s&atilde;o os atributos conveni&ecirc;ncia e praticidade.&nbsp; Na opini&atilde;o de Angelo, "os profissionais de varejo, ao conhecer os h&aacute;bitos do consumidor, bem como o que determina suas escolhas para a aquisi&ccedil;&atilde;o de produtos de higiene e cosm&eacute;ticos, sem d&uacute;vida aumentar&atilde;o suas vendas, seguindo a onda do crescimento desse setor, que est&aacute; em curva ascendente h&aacute; dez anos".&nbsp; <br />&nbsp;<br />Batizado A prefer&ecirc;ncia e a frequ&ecirc;ncia de uso de canais de varejo por extrato social para aquisi&ccedil;&atilde;o de produtos de higiene pessoal e cosm&eacute;ticos, o levantamento entrevistou consumidores de todas as camadas socioecon&ocirc;micas em empresas de vendas diretas. Do total de entrevistados, 28% pertenciam &agrave; classe A, 31% eram da B, 21%, da C, 11%, da D, e 9%, da E. <br />&nbsp;<br />Frequ&ecirc;ncias e prefer&ecirc;ncias &ndash; Entre os entrevistados da classe A, 31% declararam frequentar as farm&aacute;cias enquanto 30% disseram preferir esse tipo de estabelecimento. No caso dos supermercados, a frequ&ecirc;ncia totalizou 24%, enquanto a prefer&ecirc;ncia ficou em 21%. As lojas de shopping s&atilde;o frequentadas por 23%, mas 27% disseram preferir esses canais. Os vendedores porta a porta s&atilde;o o canal escolhido por 16% e 14% afirmaram que eles s&atilde;o seus preferidos. Apenas 6% frequentam as lojas de bairro e 3% as classificaram como de sua prefer&ecirc;ncia. <br />&nbsp;<br />Nos supermercados s&atilde;o realizadas as compras de produtos do segmento por 24% dos entrevistados da classe A. - Pablo de Souza/LUZ<br />Na classe B, a internet &eacute; efetivamente utilizada para a aquisi&ccedil;&atilde;o de itens de beleza e higiene por 15% dos pesquisados enquanto 7% preferem as compras via web. As farm&aacute;cias s&atilde;o frequentadas por 32% e 39% disseram preferir esse canal. O sistema de venda direta &eacute; utilizado por 26%, enquanto 28% apreciam mais essa modalidade de comercializa&ccedil;&atilde;o. No caso das lojas de shopping, 8% frequentam estes estabelecimentos e 7% afirmaram que s&atilde;o as que preferem mais. <br />&nbsp;<br />Entre a classe C, o canal com mais destaque &eacute; o da farm&aacute;cia, que alcan&ccedil;ou 37% em frequ&ecirc;ncia e 34% em prefer&ecirc;ncia. Os supermercados e as vendas diretas registraram empate, pois 17% desta camada da popula&ccedil;&atilde;o compra com frequ&ecirc;ncia em ambos os ramos do varejo. No entanto, quando escolhem o canal de compra de sua prefer&ecirc;ncia, 28% ficam com as vendas diretas e 14% gostam de se deslocar ao supermercado. Em seguida, est&atilde;o a internet, com 11% dos acessos e 7% da prefer&ecirc;ncia, e as lojas de bairro, empatadas com 9% nos dois quesitos. <br />&nbsp;<br />No caso da classe D, os supermercados est&atilde;o em primeira posi&ccedil;&atilde;o em frequ&ecirc;ncia (37%), seguidos de venda direta (21%), farm&aacute;cia (19%), lojas de bairro (17%), lojas de shopping (3%) e internet (3%). A prefer&ecirc;ncia deste segmento ficou com os supermercados e as vendas diretas (27), lojas de bairro (24%), internet (7%). <br />&nbsp;<br />Entre os entrevistados do segmento E, o supermercado &eacute; o canal frequentado por 44% dos entrevistados, seguido por farm&aacute;cia (30%) e venda direta (18%), lojas de bairro (4%) e internet (4%). Entre os canais apontados como os preferidos est&atilde;o supermercado (39%), farm&aacute;cia (31%), internet (13%), lojas de bairro (9%) e venda direta (8%). <br />&nbsp;<br />Classifica&ccedil;&atilde;o &ndash; De acordo com o Ibevar, o levantamento foi realizado levando-se em conta a estratifica&ccedil;&atilde;o de classe social segundo o crit&eacute;rio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Nele, a classe A tem renda familiar acima de R$ 12,4 mil, ou acima de 20 sal&aacute;rios m&iacute;nimos; a da B varia de R$ 6,2 mil a R$ 12,4 mil (entre dez e 20 m&iacute;nimos); a C oscila de R$ 2,4 mil a R$ 6,2 mil (de quatro a dez m&iacute;nimos); a D vai de R$ 1,2 mil a R$ 2,4 mil (de dois a quatro m&iacute;nimos) e a E vai at&eacute; R$ 1,2 mil, ou at&eacute; dois m&iacute;nimos. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio -SP</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Kimberly- Clark tem lucro maior que o previsto]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35736</link>
<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 10:33:44 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Empresa norte-americana reduziu US$ 85 milh&otilde;es em custos e aumentou pre&ccedil;os <br /><br />A fabricante dos len&ccedil;os de papel Kleenex e das fraldas Huggies, a americana Kimberly-Clark anunciou que seus ganhos no primeiro trimestre deste ano foram ainda maiores do que o previsto, e elevou sua previs&atilde;o para o ano de 2013. <br /><br />O forte crescimento nos mercados internacionais, o cortes de custos de US$ 85 milh&otilde;es no trimestre e a eleva&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os foram os respons&aacute;veis pelo bom resultado. <br /><br />As a&ccedil;&otilde;es da empresa subiram 2,6%, para US$ 104, nas negocia&ccedil;&otilde;es antes da abertura do mercado. <br /><br />Excluindo itens como custos de reestrutura&ccedil;&atilde;o, a companhia lucrou US$ 1,48 por a&ccedil;&atilde;o, bem acima da previs&atilde;o m&eacute;dia dos analistas de US$ 1,34 por a&ccedil;&atilde;o, segundo o Thomson Reuters I/B/E/S. <br /><br />O lucro l&iacute;quido subiu para US$ 531 milh&otilde;es, ou US$ 1,36 por a&ccedil;&atilde;o, ante os US$ 468 milh&otilde;es, ou US$ 1,18 por a&ccedil;&atilde;o, do ano anterior. <br /><br />As vendas subiram 1,5%, para US$ 5,32 bilh&otilde;es, superando a previs&atilde;o de US$ 5,28 bilh&otilde;es dos analistas. Em cuidados pessoais, o maior segmento da empresa, as vendas norte-americanas ficaram est&aacute;veis, uma vez que o aumento de 1% no pre&ccedil;o compensou o menor volume de vendas. As vendas destes produtos aumentaram 4%nos mercados internacionais, ajudadas pelo aumento de 2% do pre&ccedil;o e pelo crescimento em pa&iacute;ses como a China, R&uacute;ssia e Coreia do Sul. <br /><br />A companhia afirmou que espera obter um lucro por a&ccedil;&atilde;o de US$5,60 a US$ 5,75.A meta anterior era de US$ 5,50 a US$ 5,65. A previs&atilde;o m&eacute;dia dos analistas &eacute; de US$ 5,59 por a&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[LOréal investe em ações sustentáveis]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35714</link>
<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 09:02:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A F&aacute;brica do Rio da L&rsquo;Or&eacute;al quer ser uma das primeiras ind&uacute;strias no Brasil a zerar a emiss&atilde;o de CO2. O projeto &ldquo;Zero Carbon&rdquo; tem tr&ecirc;s a&ccedil;&otilde;es previstas para 2013, uma delas j&aacute; cumprida: a elimina&ccedil;&atilde;o do g&aacute;s natural na cozinha. As outras duas metas s&atilde;o a compra de energia verde, at&eacute; maior e a substitui&ccedil;&atilde;o do g&aacute;s natural pelo etanol da cana-de- a&ccedil;&uacute;car para produ&ccedil;&atilde;o de vapor, com data limite em dezembro. A empresa j&aacute; investe em a&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis. As f&aacute;bricas do Rio e de S&atilde;o Paulo tratam 100% da &aacute;gua utilizada na produ&ccedil;&atilde;o das unidades.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pesquisa na área de cosméticos visa a classe C]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35686</link>
<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 10:10:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A cada ano crescem os investimentos em pesquisa pelos fabricantes de cosm&eacute;ticos. Gigantes do ramo que operam no Brasil passaram a direcionar fatia maior do faturamento na amplia&ccedil;&atilde;o de seus centros de pesquisas e estudos. Essas empresas est&atilde;o de olho em novos e revolucion&aacute;rios produtos, que vendem a "fonte da juventude", e tamb&eacute;m no crescimento da chamada nova classe m&eacute;dia, a classe C. Esse grupo de consumidores, cada vez mais amplo e poderoso, se mostra &aacute;vido por novidades, o que justifica a destina&ccedil;&atilde;o de recursos em nanotecnologia.<br /><br />O Grupo Botic&aacute;rio, por exemplo, inaugurou recentemente o seu novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, localizado no munic&iacute;pio de S&atilde;o Jos&eacute; dos Pinhais, na regi&atilde;o metropolitana de Curitiba (PR). A empresa investiu R$ 37 milh&otilde;es num moderno centro de 8 mil metros quadrados, onde cerca de 230 pesquisadores desenvolvem cerca de 2 mil produtos. A meta &eacute; superar 2012, quando a empresa lan&ccedil;ou 1,6 mil produtos novos. "Atualmente, investimos cerca de 2,5% do nosso faturamento em pesquisa e desenvolvimento", afirma Artur Grynbaum, presidente do Grupo Botic&aacute;rio.<br /><br />Grynbaum lembra que o Botic&aacute;rio foi a primeira do Brasil a adquirir, em 2007, um cromat&oacute;grafo massa/massa - equipamento destinado a pesquisas com nanotecnologia, avaliado em cerca de R$ 1 milh&atilde;o. "Fomos pioneiros na aplica&ccedil;&atilde;o de nanotecnologia em cosm&eacute;ticos e desenvolvimento de produto com o uso da tripla nanotecnologia, ou seja, que permite a entrega direcionada dos ativos nas camadas da pele", diz Grynbaum.<br /><br />Com o novo centro de pesquisa, o Botic&aacute;rio espera dar continuidade aos estudos iniciados no laborat&oacute;rio de biologia molecular, tamb&eacute;m em Curitiba, quando pesquisadores trabalharam com cerca de 20 mil genes coletados (de pacientes com idade entre 18 e 80 anos) e conseguiram identificar os genes que atuam no processo de envelhecimento.<br /><br />Segundo o cientista Robert Kalafsky, diretor executivo dos laborat&oacute;rios de cuidados com a pele do Centro Global de Pesquisa da Avon, em Suffern, EUA, o Brasil sempre ser&aacute; visto pela Avon, a gigante americana do setor de higiene e beleza, como um mercado promissor, sobretudo pelas caracter&iacute;sticas multiculturais do pa&iacute;s.<br /><br />"O crescimento do mercado de beleza no Brasil &eacute; s&oacute;lido, impulsionado pela inser&ccedil;&atilde;o de 20 milh&otilde;es de brasileiros na nova classe m&eacute;dia e nos novos h&aacute;bitos dos consumidores". Para Kalafsky, al&eacute;m do aspecto econ&ocirc;mico, h&aacute; uma valoriza&ccedil;&atilde;o cada vez maior da maquiagem e dos cuidados pessoais com vista &agrave; ascens&atilde;o social e profissional, e maior exig&ecirc;ncia por produtos de qualidade. "A mulher brasileira &eacute; extremamente vaidosa e investe na compra desses produtos n&atilde;o s&oacute; por vaidade, mas por um lugar no mercado de trabalho, que tamb&eacute;m valoriza a boa apar&ecirc;ncia", afirma Kalafsky.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Lucro da Johnson & Johnson cai 11% no 1º trimestre]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35596</link>
<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 08:38:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O lucro l&iacute;quido da Johnson &amp; Johnson caiu 11% no primeiro trimestre deste ano, para US$ 3,5 bilh&otilde;es (US$ 1,22 por a&ccedil;&atilde;o), de US$ 3,9 bilh&otilde;es (US$ 1,41 por a&ccedil;&atilde;o) em igual per&iacute;odo do ano passado. Excluindo gastos com lit&iacute;gios, impactos da aquisi&ccedil;&atilde;o da Synthes e outros itens extraordin&aacute;rios, o lucro ajustado da empresa subiu para US$ 1,44 por a&ccedil;&atilde;o, de US$ 1,37. A receita aumentou 8,5%, para US$ 17,5 bilh&otilde;es. Analistas projetavam lucro por a&ccedil;&atilde;o de US$ 1,40 e receita de US$ 17,42 bilh&otilde;es. &Agrave;s 11h (de Bras&iacute;lia), as a&ccedil;&otilde;es da Johnson &amp; Johnson - que integram o &iacute;ndice Dow Jones - tinham alta de 1,20% em Nova York. As vendas no segmento de aparelhos m&eacute;dicos e diagn&oacute;sticos cresceram 10%, para US$ 7,1 bilh&otilde;es. No segmento farmac&ecirc;utico as vendas tamb&eacute;m aumentaram 10%, para US$ 3,7 bilh&otilde;es, e no segmento de cuidados com a sa&uacute;de houve alta de 2,2% nas vendas, para US$ 3,7 bilh&otilde;es. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o da Dow Jones. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: A Tarde - BA</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Setor de higiene e beleza cresce e anima fabricantes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35342</link>
<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 09:53:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Para aproveitar o momento, P&amp;G e Sklean (Mahogany) investem em lan&ccedil;amentos de produtos e novas lojas <br /><br />O consumidor brasileiro est&aacute; investindo mais em produtos de higiene e beleza e disso as fabricantes sabem bem. A ascens&atilde;o da classe C, somada &agrave; melhora da renda e aos investimentos das companhias em inova&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m impulsionado esse mercado que s&oacute; no ano passado alcan&ccedil;ou US$ 42 bilh&otilde;es em vendas no Brasil, segundo dados da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec). <br /><br />Na Procter&amp; Gamble, o Brasil j&aacute; est&aacute; entre os dez pa&iacute;ses de maior import&acirc;ncia para a companhia. &ldquo;O ano passado foi muito bom, crescemos acima do mercado, em dois altos d&iacute;gitos&rdquo;, explica Gabriela Onofre, diretora da P&amp;G Brasil. <br /><br />Para sustentar esse crescimento, a multinacional apostou no lan&ccedil;amento de produtos, incluindo l&iacute;deres de mercado em outros pa&iacute;ses, como foi o caso das fitas adesivas para os dentes Oral B Whitestrips. O produto de alto valor agregado, j&aacute; que uma embalagem custa cerca de R$ 70, superou as expectativas da companhia. &ldquo;Vendemos cinco vezes mais do que esper&aacute;vamos&rdquo;, explica a executiva. <br /><br />Na parte de produtos para cabelo, a empresa trouxe uma linha de tinturas em espuma que tamb&eacute;m vem crescendo.Um levantamento da Nielsen aponta que o mercado de produtos para cabelo cresceu 12,2% em 2012. &ldquo;O Brasil tem o maior mercado de p&oacute;s tratamento de cabelos do mundo&rdquo;, diz Gabriela. <br /><br />Com investimentos globais em pesquisa e desenvolvimento de produtos na casa dos US$ 2 bilh&otilde;es, a P&amp;G consegue trazer novidades todos os anos para o Brasil. &ldquo;Hoje temos 24 marcas no pa&iacute;s de um total de 250 globais, o c&eacute;u &eacute; o limite para os lan&ccedil;amentos&rdquo;, diz Gabriela. Nos primeiros tr&ecirc;s meses desse ano, a companhia j&aacute; lan&ccedil;ou 90 tipos de produtos aqui. <br /><br />A Mahogany, marca brasileira de propriedade do laborat&oacute;rio Sklean, tamb&eacute;m est&aacute; aproveitando o momento para crescer com o mercado. Al&eacute;m de diversificar o portf&oacute;lio - s&oacute; no ano passado foram 150 lan&ccedil;amentos, entre produtos e embalagens - a empresa tamb&eacute;m est&aacute; investindo na expans&atilde;o da rede de franquias, hoje com 154 lojas no pa&iacute;s. &ldquo;Para este ano, o foco &eacute; abrir 20 novas lojas, especialmente em cidades do interior do pa&iacute;s&rdquo;, explica Brian Drummond, gerente de marketing do grupo e filho do fundador e CEO, Jaime Drummond. <br /><br />No ano passado, a companhia registrou crescimento de 7,2% nas vendas e fechou o per&iacute;odo com faturamento de R$ 95 milh&otilde;es, al&eacute;m de 15 novas lojas. &ldquo;Para este ano queremos crescer 15%&rdquo;, explica Drummond. Voltada para os p&uacute;blicos A e B, a marca vem crescendo com a amplia&ccedil;&atilde;o da linha e o acesso da classe C, o que vem fazendo com que a empresa invista na abertura de franquias n&atilde;o s&oacute; em shopping centers, mas tamb&eacute;m em lojas de rua.<br /><br />Al&eacute;m disso, a marca aposta na diversifica&ccedil;&atilde;o do portif&oacute;lio, bastante conhecido pelos sabonetes e hidratantes corporais e que agora ganha destaque com o incremento da linha de perfumaria e fragr&acirc;ncias. &ldquo;Esse segmento j&aacute; &eacute; o terceiro em vendas nas lojas e tem muito espa&ccedil;o para crescer&rdquo;, diz Drummond. <br /><br /><strong>Aumento da demanda tem efeitos colaterais </strong><br /><br />Como efeito colateral do bom desempenho do mercado de higiene e beleza, o setor de log&iacute;stica tamb&eacute;m vem registrando aumento da demanda. Na Ativa Log&iacute;stica, cujo core business est&aacute; nos setores farmac&ecirc;uticos, cosm&eacute;ticos e t&ecirc;xtil, o aumento do n&uacute;mero de pedidos fez com que a companhia investisse na reestrutura&ccedil;&atilde;o de suas unidades de distribui&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Esse &eacute; um mercado muito din&acirc;mico e temos crescido junto, ao fazer entregas de um maior n&uacute;mero de marcas&rdquo;, explica Newton Tosim, diretor da empresa. Segundo o executivo, o segmento de cosm&eacute;ticos responde por 30% do faturamento da companhia. &ldquo;No ano passado, tivemos um aumento de 15% no volume de cosm&eacute;ticos transportados&rdquo;, revela. Parte desse aumento da demanda se d&aacute; pela dinamiza&ccedil;&atilde;o do mercado, j&aacute; que esse tipo de produto, que antes era vendido apenas nas perfumarias e supermercados, tamb&eacute;m ganham cada vez mais espa&ccedil;o nas prateleiras de farm&aacute;cias e drogarias. Esse fen&ocirc;meno &eacute; facilmente identificado no levantamento feito pela Nielsen, no qual as cestas de produtos do segmento Farma cresceram 10,5% no ano passado, ante 4,3% de alta em 2011, comparado a 2010. &ldquo;Al&eacute;m do crescimento do setor de cosm&eacute;ticos, a amplia&ccedil;&atilde;o dos canais de venda e o acesso da popula&ccedil;&atilde;o vem impulsionando esse mercado&rdquo;, avalia Natalia Uliano, analista de mercado da Nielsen. <br /><br />Bom para a Ativa, que de uma carteira de 700 clientes, j&aacute; tem cerca de 230 no setor de cosm&eacute;ticos e quer mais. &ldquo;Estamos estudando a entrada em novos mercados, especialmente em Goi&aacute;s, puxado principalmente pelo setor farmac&ecirc;utico e de cosm&eacute;ticos&rdquo;, diz Tosim.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Disputa perfumada]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35312</link>
<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 08:39:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Natura vai ter lojas pr&oacute;prias, uma rea&ccedil;&atilde;o ao avan&ccedil;o de concorrentes, como O Botic&aacute;rio, Mary Kay e Jequiti, em sua seara. Conhe&ccedil;a as estrat&eacute;gias das empresas nessa batalha cheia de aromas<br /><br />Por Luciele VELLUTO e Carlos Eduardo VALIM<br /><br />Diga-me como vendes, que eu te direi quem &eacute;s. H&aacute; pouco tempo, essa era uma forma f&aacute;cil de conhecer as principais marcas de cosm&eacute;ticos que atuam no Brasil. A paulista Natura e a americana Avon, por exemplo, optavam pelo modelo porta a porta, atrav&eacute;s de consultoras que eram recompensadas com uma porcentagem a cada frasco negociado. A paranaense O Botic&aacute;rio, por sua vez, preferia as lojas franqueadas. Correndo por fora, as demais concorrentes mesclavam as estrat&eacute;gias. A Jequiti apoiava-se em vendas diretas e na popularidade de seu dono, o apresentador de tev&ecirc; Silvio Santos. A americana Mary Kay escolheu as vendas multin&iacute;vel, em que as consultoras recrutam outras vendedoras e ganham por parte dos neg&oacute;cios dessa rede. <br />&nbsp;<br />A francesa L&rsquo;Occitane, por fim, s&oacute; era encontrada em lojas selecionadas. Essa divis&atilde;o quase est&aacute;tica dos territ&oacute;rios de atua&ccedil;&atilde;o acabou. Agora, todas est&atilde;o invadindo o espa&ccedil;o de todas. Com isso, alguns dogmas come&ccedil;am a ser revistos. A Natura, por exemplo, vai ter lojas pr&oacute;prias e apostar&aacute; pesado no com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. O Botic&aacute;rio, maior rede de franquias do Brasil, come&ccedil;ou a formar uma equipe de vendas diretas. Todo esse esfor&ccedil;o &eacute; f&aacute;cil de ser compreendido. Elas travam uma batalha perfumada por um mercado que movimentou US$ 42 bilh&otilde;es em 2012. Esse desempenho coloca o Brasil na terceira posi&ccedil;&atilde;o mundial na ind&uacute;stria de beleza, higiene e cosm&eacute;ticos, atr&aacute;s apenas dos Estados Unidos e do Jap&atilde;o, dois mercados estagnados e sem perspectiva de expans&atilde;o. <br />&nbsp;<br />Daqui a dois anos, segundo alguns analistas, o mercado brasileiro pode ultrapassar o dos japoneses. &ldquo;Crescemos mais de 10% ao ano nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas&rdquo;, diz Jo&atilde;o Carlos Bas&iacute;lio, presidente da Abihpec, associa&ccedil;&atilde;o que representa os fabricantes do setor. &ldquo;Todo m&ecirc;s entram at&eacute; 15 novas empresas no neg&oacute;cio.&rdquo; Muitas dessas rec&eacute;m-chegadas s&atilde;o empresas de pequeno porte e restritas a uma atua&ccedil;&atilde;o regional. Mas &eacute; comum encontrar entre elas gigantes estrangeiras, como a peruana Belcorp, a terceira maior da Am&eacute;rica Latina, com faturamento de US$ 1,7 bilh&atilde;o, que aportou por aqui h&aacute; um ano. &ldquo;Queremos ficar entre as tr&ecirc;s maiores do Pa&iacute;s&rdquo;, diz Claudio Eschecolla, diretor-geral da Belcorp, que foi executivo da Natura. <br />&nbsp;<br />O plano dos peruanos &eacute; investir US$ 200 milh&otilde;es, incluindo a constru&ccedil;&atilde;o de uma f&aacute;brica, para faturar R$ 500 milh&otilde;es at&eacute; 2015. &Agrave;s novatas se soma o interesse de fabricantes como a Mary Kay, que opera h&aacute; 15 anos no Pa&iacute;s. Dona de um faturamento global de US$ 3 bilh&otilde;es, a marca estuda montar uma f&aacute;brica no Brasil. Atualmente, 40% dos itens que vende no Pa&iacute;s s&atilde;o produzidos por terceiros. A raz&atilde;o para o investimento &eacute; simples. A subsidi&aacute;ria nacional aumentou seu tamanho em 60%, em 2012. Neste ano, espera expandir-se mais 50%. &ldquo;O Brasil j&aacute; &eacute; o quarto mercado para n&oacute;s&rdquo;, diz Rosana Bonazzi, diretora de vendas da Mary Kay. At&eacute; tradi&ccedil;&otilde;es arraigadas s&atilde;o quebradas em busca de um quinh&atilde;o no mercado brasileiro. <br />&nbsp;<br />O Brasil ser&aacute; o primeiro pa&iacute;s fora da Fran&ccedil;a a receber uma unidade industrial e uma linha pr&oacute;pria da L&rsquo;Occitane, que sempre baseou a sua estrat&eacute;gia no charme da Proven&ccedil;a, onde est&aacute; a sua celebrada f&aacute;brica de ess&ecirc;ncias. A nova marca recebeu o simb&oacute;lico nome de L&rsquo;Occitane au Br&eacute;sil e ter&aacute; pre&ccedil;os at&eacute; 40% menores que dos perfumes fabricados pela matriz. A linha explorar&aacute; ess&ecirc;ncias da Amaz&ocirc;nia, a exemplo do que faz a Natura com a sua Ekos. &ldquo;O Brasil ocupa a sexta posi&ccedil;&atilde;o em nosso ranking de vendas&rdquo;, afirma Laura Barros, diretora da marca. &ldquo;Acreditamos que ainda temos muitos consumidores a conquistar.&rdquo; Para cumprir esse objetivo, a empresa abriu 41 lojas nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. A linha L&rsquo;Occitane au Br&eacute;sil dever&aacute; ser uma das respons&aacute;veis pelo crescimento local, ganhando espa&ccedil;os pr&oacute;prios de vendas.<br />&nbsp;<br />CERCO &ndash; Em comum, as novas estrat&eacute;gias da maior parte dos fabricantes de cosm&eacute;ticos t&ecirc;m uma meta: desestabilizar a Natura. Com uma receita l&iacute;quida de R$ 6,3 bilh&otilde;es, em 2012, a companhia, que det&eacute;m com 14,5% a lideran&ccedil;a do setor, virou um modelo. Copi&aacute;-la virou regra. O Botic&aacute;rio, comandado por Artur Grynbaum, com receitas de R$ 6,6 bilh&otilde;es no ano passado, foi a primeira a invadir a seara da Natura. Em 2011, silenciosamente, entrou no mercado de venda direta. Em um ano, recrutou um ex&eacute;rcito de 100 mil revendedoras. Analistas de mercado acreditam que boa parte do seu crescimento de 20% em 2012 ocorreu em raz&atilde;o dos resultados com as vendas diretas. <br />&nbsp;<br />A empresa paranaense tamb&eacute;m criou, em 2011, a Eudora, marca para vender de porta em porta, que passou por reformula&ccedil;&otilde;es neste ano. A Natura, no entanto, fez o caminho inverso ao de O Botic&aacute;rio. A companhia, presidida pelo executivo Alessandro Carlucci, anunciou a inten&ccedil;&atilde;o de abrir 20 lojas-conceito nas principais cidades do Pa&iacute;s. O objetivo principal ser&aacute; a promo&ccedil;&atilde;o da marca, mais do que alcan&ccedil;ar volumes significativos de vendas. Elas, contudo, servir&atilde;o como base de testes para planos mais ousados. A a&ccedil;&atilde;o mais ambiciosa da Natura, no momento, est&aacute; na internet. A empresa, atualmente, utiliza a ferramenta online de forma t&iacute;mida. &ldquo;&Eacute; uma venda pequena e que n&atilde;o promovemos&rdquo;, diz Jos&eacute; Vicente Marino, vice-presidente da companhia. &ldquo;Mas vemos grande potencial na internet.&rdquo; <br />&nbsp;<br />A prova disso &eacute; o projeto-piloto em andamento que permitir&aacute; ao seu ex&eacute;rcito de 1,5 milh&atilde;o de consultoras ter sites pr&oacute;prios de e-commerce. &ldquo;N&atilde;o havia motivo para a Natura ficar encastelada em um &uacute;nico canal&rdquo;, afirma Marcelo Pinheiro, s&oacute;cio da consultoria paulista especializada em venda direta DirectBiz. O grande desafio da l&iacute;der do setor, diante da concorr&ecirc;ncia refor&ccedil;ada, ser&aacute; seguir o ritmo de crescimento do mercado. O que n&atilde;o aconteceu em 2012. Enquanto o setor se expandiu 15%, a sua receita l&iacute;quida cresceu 13,5%. Os novos passos da Natura ser&atilde;o seguidos de perto por seus concorrentes. &ldquo;Vou esperar para ver se o plano de lojas da Natura vai dar certo&rdquo;, afirma L&aacute;zaro do Carmo Jr., presidente da Jequiti. <br />&nbsp;<br />&ldquo;N&atilde;o tenho vergonha nenhuma de dizer que sou um seguidor.&rdquo; A empresa do Grupo Silvio Santos, que faturou R$ 410 milh&otilde;es no ano passado, chegou a ser colocada &agrave; venda. Mas as negocia&ccedil;&otilde;es n&atilde;o avan&ccedil;aram. Sua atual estrat&eacute;gia &eacute; de parcerias, como as que foram feitas com a Elizabeth Arden e com a Coty, que chegou, inclusive, a cogitar sua compra. Sucessos mundiais, como os perfumes das cantoras pop Beyonc&eacute;, Madonna e Jennifer Lopez, passaram a ser fabricados no Brasil. S&oacute; o perfume da Beyonc&eacute;, lan&ccedil;ado em fevereiro deste ano, vendeu mais de 42 mil unidades em um m&ecirc;s. Al&eacute;m disso, a Jequiti, que tem um time de 190 mil vendedoras, adotou estrat&eacute;gias ins&oacute;litas para refor&ccedil;ar suas fileiras. <br />&nbsp;<br />Ela oferece um vale-sa&uacute;de que d&aacute; at&eacute; 80% de descontos em consultas e exames m&eacute;dicos. Enquanto todos se armam para encarar uma briga cada vez mais acirrada, a Avon parece assistir olimpicamente ao avan&ccedil;o dos competidores. No ano passado, sua receita caiu 3% no Brasil. &ldquo;J&aacute; &eacute; o terceiro ano em que ela n&atilde;o cresce no Pa&iacute;s&rdquo;, diz Pinheiro, da DirectBiz. As vendas recuaram por conta de estrat&eacute;gias equivocadas e de dificuldades na instala&ccedil;&atilde;o de um software de gest&atilde;o. Uma prova de que os problemas da Avon n&atilde;o se restringem ao Brasil &eacute; o fato de ter perdido o posto de maior empresa de vendas diretas do mundo para sua compatriota Amway. Seu valor de mercado, de US$ 8,7 bilh&otilde;es, &eacute; inferior ao da Natura, atualmente na casa dos US$ 10 bilh&otilde;es.<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br /><strong>Fragr&acirc;ncia recarreg&aacute;vel</strong><br /><br />Por Bruna Borelli<br />&nbsp;<br />Na Europa, a perfumaria de luxo procura alternativas sustent&aacute;veis para reduzir os custos de distribui&ccedil;&atilde;o &ldquo;surfando&rdquo; na onda do verde. &Eacute; o caso da companhia francesa de cosm&eacute;ticos Clarins. Com receita anual de &euro; 300 milh&otilde;es, a empresa det&eacute;m marcas conhecidas, como a Thierry Mugler, que produz o perfume Angel. A novidade &eacute; um equi&shy;pa&shy;mento de recarga de perfume, lan&ccedil;ado no Brasil na quarta-feira 3, em S&atilde;o Paulo. Batizado de The Source (&ldquo;A Fonte&rdquo;, em ingl&ecirc;s), o aparelho refila os frascos vazios de perfume, a um custo 35% menor para o consumidor.<br />&nbsp;<br />O equipa-mento faz parte do projeto Empty Bottles, que existe desde 1992 na Fran&ccedil;a e representa 50% do faturamento da empresa naquele pa&iacute;s, onde o Angel &eacute; campe&atilde;o de vendas. No Brasil, ser&atilde;o 70 m&aacute;quinas em opera&ccedil;&atilde;o. Mais do que baratear o produto e incentivar o consumo consciente, a empresa economiza 50% com o transporte e a produ&ccedil;&atilde;o de novas embalagens. &ldquo;&Eacute; um retorno &agrave; perfumaria tradicional, quando os frascos eram assinados por um famoso designer de cristal e podiam ser reabastecidos com sua fragr&acirc;ncia original&rdquo;, afirma o franc&ecirc;s Joel Palix, presidente da divis&atilde;o de fragr&acirc;ncias da Clarins, que esteve no lan&ccedil;amento.<br />&nbsp;<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto &Eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Venda de produtos de beleza chega a US$ 42 bilhões em 2012]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35190</link>
<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 08:36:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><br /><br />O Brasil manteve-se na terceira posi&ccedil;&atilde;o mundial na venda de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosm&eacute;ticos, setores que somaram US$ 42 bilh&otilde;es em 2012. O resultado aponta estabilidade na compara&ccedil;&atilde;o com o igual per&iacute;odo de 2011, conforme apurou a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec).<br /><br />O Pa&iacute;s perde apenas para os Estados Unidos e para o Jap&atilde;o, mas j&aacute; apresenta participa&ccedil;&atilde;o de 10%. Quando se compara a outros pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina, a representatividade do Brasil chega a 55%. Dentro do Produto Interno Bruto (PIB), o valor arrecadado no ano passado com as vendas desses produtos, &eacute; equivalente a 1,7%. Os investimentos das empresas que atuam neste setor chegaram a R$ 13,6 bilh&otilde;es no ano passado. O valor representa um crescimento de 18% frente aos R$ 11,5 bilh&otilde;es investidos em 2011. Os investimentos das empresas que atuam neste setor chegaram a R$ 13,6 bilh&otilde;es no ano passado. O valor representa um crescimento de 18% frente aos R$ 11,5 bilh&otilde;es investidos em 2011. O &uacute;nico nicho dentro deste mercado a apresentar recuo foi o de produtos para alisar cabelo.<br /><br />As vendas de artigos para permanente e alisamento chegaram a R$ 207,8 milh&otilde;es em 2012, face a R$ 257,1 em 2011. Segundo o presidente da entidade, Jo&atilde;o Carlos Bas&iacute;lio, a desvaloriza&ccedil;&atilde;o do real frente ao d&oacute;lar foi a respons&aacute;vel pela estabiliza&ccedil;&atilde;o do setor. <br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[P&G acirra disputa em produtos para cabelo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35178</link>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 12:38:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Procter &amp; Gamble (P&amp;G) lan&ccedil;a hoje 13 produtos para cuidados com cabelos das linhas Pantene, Head &amp; Shoulders e Wella Pro Series. A ofensiva aumenta a disputa num mercado que movimentou R$ 5,6 bilh&otilde;es nos 12 meses encerrados em fevereiro, segundo dados Nielsen informados pela companhia. A P&amp;G &eacute; a terceira maior empresa do segmento no pa&iacute;s, com participa&ccedil;&atilde;o de 11% em valor, atr&aacute;s de L'Or&eacute;al e de Unilever.<br /><br />A multinacional n&atilde;o abre os investimentos nos novos produtos, mas informa que aplica globalmente mais de US$ 2 bilh&otilde;es por ano em pesquisa de desenvolvimento. Em janeiro, relan&ccedil;ou a linha Pantene no Brasil, com novas embalagens e vers&otilde;es. A companhia deve somar 90 lan&ccedil;amentos na categoria este ano no pa&iacute;s. Em mar&ccedil;o, a Unilever, dona das marcas Seda e TRESemm&eacute;, anunciou investimentos de R$ 500 milh&otilde;es em marketing para o segmento em 2013, com 70 novos itens.<br /><br />Para colocar o plano para o mercado brasileiro em pr&aacute;tica, a P&amp;G ampliou as linhas de produ&ccedil;&atilde;o de sua f&aacute;brica em Cidade de Deus, no Rio, segundo Juliana Azevedo, diretora de marketing de beleza da companhia para a Am&eacute;rica Latina. Tamb&eacute;m haver&aacute; linhas importadas, como um t&ocirc;nico que promete dar a sensa&ccedil;&atilde;o de mais volume e a linha de rejuvenescimento capilar. "A brasileira est&aacute; continuamente &agrave; procura de inova&ccedil;&atilde;o e produtos de alta performance", diz a executiva.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Mercado de beleza cresce 15,62% em 2012; importações começam a preocupar]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=35111</link>
<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 10:21:10 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O setor de produtos de beleza e higiene teve alta de 15,62% no ano passado, segundo dados da Abihpec (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos) que ser&atilde;o divulgados na pr&oacute;xima semana.<br /><br />Considerando o valor real (descontado o IPCA), a expans&atilde;o foi de 10,52%.<br /><br />"Comparado ao pibinho, crescemos quase dez vezes mais", diz o presidente da entidade, Jo&atilde;o Carlos Bas&iacute;lio.<br /><br />O incremento do setor est&aacute; na faixa dos 10% h&aacute; 17 anos. Entre os fatores que colaboraram para esse resultado est&atilde;o o aumento da expectativa de vida, a expans&atilde;o da classe C, a moderniza&ccedil;&atilde;o das f&aacute;bricas e os ganhos de produtividade, de acordo com Bas&iacute;lio.<br /><br />Apesar dos n&uacute;meros positivos, as importa&ccedil;&otilde;es come&ccedil;am a preocupar o mercado brasileiro.<br /><br />Nos dois primeiros meses deste ano, os desembarques cresceram 30,8%, na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2012. As exporta&ccedil;&otilde;es, por outro lado, registraram queda de 12,4%.<br /><br />O deficit na balan&ccedil;a comercial acumulado at&eacute; agora &eacute; de aproximadamente US$ 75 milh&otilde;es. Durante todo o ano passado, o n&uacute;mero foi de US$ 130 milh&otilde;es.<br /><br />"O consumidor est&aacute; em busca de inova&ccedil;&atilde;o. O bolso dele est&aacute; comportando produtos de maior valor agregado e a ind&uacute;stria brasileira n&atilde;o est&aacute; conseguindo competir com alguns importados", afirma Bas&iacute;lio.<br /><br />Produtos argentinos, alem&atilde;es, franceses e americanos s&atilde;o os concorrentes. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Indústria de higiene se volta para público infantil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=34986</link>
<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 12:42:09 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">"S&iacute;ndrome do filho-rei". Assim &eacute; conhecido o maior fen&ocirc;meno de crescimento dentro do mercado brasileiro de higiene e beleza. O segmento de produtos infantis nos &uacute;ltimos cinco anos praticamente dobrou seu faturamento e j&aacute; movimenta R$ 1,11 bilh&atilde;o por ano, ante os R$ 582 milh&otilde;es obtidos em 2007. A m&eacute;dia anual de expans&atilde;o &eacute; de quase 15%, segundo dados da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec). Em volume, o crescimento chega a 43%, passando de 32,8 milh&otilde;es de toneladas para 47 milh&otilde;es. N&atilde;o &eacute; &agrave; toa que o Brasil - que j&aacute; se tornou o terceiro maior mercado consumidor global de higiene pessoal, perfumaria e cosm&eacute;ticos - figura em segundo lugar no ranking do segmento de produtos infantis em todo o mundo.<br /><br />"Esse mercado cresce acima do normal h&aacute; anos, porque os casais hoje t&ecirc;m menos filhos e o poder de compra das fam&iacute;lias est&aacute; maior. Dessa forma, todos os esfor&ccedil;os v&atilde;o para os cuidados com as crian&ccedil;as", explica o diretor da unidade de neg&oacute;cios de nichos da Natura, Luiz Bueno.<br /><br />Uma das pioneiras em explorar o segmento no Pa&iacute;s, com os produtos mam&atilde;e-beb&ecirc; nos anos 90, a empresa detectou tamb&eacute;m diferen&ccedil;as de comportamento de acordo com a idade das crian&ccedil;as, por isso criou a linha Natura Natur&eacute;. "H&aacute; diferen&ccedil;as nos produtos dependendo da fase da crian&ccedil;a", explica Bueno.<br /><br />De acordo com ele, os produtos usados em crian&ccedil;as de zero a dois anos tem na m&atilde;e a decis&atilde;o de compra. J&aacute; de 3 a 6 anos come&ccedil;a uma mudan&ccedil;a porque a crian&ccedil;a j&aacute; come&ccedil;a a opinar, uma vez que o banho passa a ser um momento de brincadeira e divers&atilde;o. Dos 6 anos em diante, quem decide, na maioria das vezes, &eacute; a crian&ccedil;a.<br /><br />Atenta &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o deste mercado, a ga&uacute;cha Memphis tamb&eacute;m decidiu investir e estreou no mercado com a linha dos Flintstones. Depois de dois anos de desenvolvimento dos produtos, a empresa licenciou com a Warner os personagens, que remetem &agrave; divers&atilde;o, e principalmente porque os personagens, tanto os masculinos quanto os femininos, tamb&eacute;m est&atilde;o na cabe&ccedil;a dos pais. O investimento chegou a R$ 2 milh&otilde;es, incluindo testes dermatol&oacute;gicos e licenciamento de produtos. Os itens ser&atilde;o produzidos nas duas plantas da empresa (Porto Alegre, destinada a produtos em barra e Port&atilde;o, que fabrica produtos l&iacute;quidos - ambas no RS), podendo chegar at&eacute; 15 mil toneladas de produtos ao ano. A empresa, quinta maior fabricante de sabonetes do mercado brasileiro, espera elevar seu market share no segmento.<br /><br />Com um faturamento anual de R$ 100 milh&otilde;es, a Memphis pretende agregar mais valor aos produtos e atuar mais fortemente tamb&eacute;m nos mercados das Regi&otilde;es Sudeste e Nordeste.<br /><br />Pioneira no mercado mundial, com o xampu para beb&ecirc;, a Johnson &amp; Johnson (J&amp;J) n&atilde;o teme a concorr&ecirc;ncia e acredita que a chegada de novos players a este mercado ajudar&aacute; a expandir ainda mais os neg&oacute;cios no Pa&iacute;s. Segundo a gerente de marketing de Johnson's Baby, Cristina Fonseca, hoje a linha infantil da empresa tem cerca de 100 produtos.<br /><br />Nichos<br /><br />Outro nicho que se tornou uma aposta para a Natura &eacute; o de produtos para homens. A empresa acaba de relan&ccedil;ar toda a linha Natura Homem, depois de uma intensa pesquisa a respeito dos novos h&aacute;bitos dos homens modernos. Segundo o gerente de marketing Andr&eacute; Abreu, o segmento masculino de cuidados pessoais cresceu 163% de 2006 a 2011 e deve se tornar o maior mercado do mundo at&eacute; 2015. "Hoje 40% dos homens usam sabonete para fazer a barba, o que abre perspectivas de neg&oacute;cios para n&oacute;s", diz.<br /><br />Como as mulheres tamb&eacute;m s&atilde;o influenciadoras das compras do mercado masculino, a Natura preparou toda a abordagem para o p&uacute;blico feminino, inicialmente. "Isso inclui nossas consultoras, porque elas oferecem e as mulheres compram para o marido e os filhos", diz. De acordo com Abreu, os cuidados masculinos t&ecirc;m tr&ecirc;s eixos principais: higiene, sa&uacute;de e bem-estar, e beleza. "Chegar a este &uacute;ltimo &eacute; mais complicado, porque inclui a parte est&eacute;tica, que ainda &eacute; uma quest&atilde;o em evolu&ccedil;&atilde;o no mundo masculino", diz o executivo, sem revelar os valores do investimento na linha.<br /><br />Tamb&eacute;m apostando nos nichos, a Memphis lan&ccedil;ou no ano passado a linha Biocrema for Men, que se soma &agrave; linha Senador no portf&oacute;lio masculino. Com mais de 60 anos, a ga&uacute;cha investiu R$ 1 milh&atilde;o nesta linha composta por sabonetes e desodorantes. "A expectativa &eacute; de que a linha Men responda por 2% a 3% da receita at&eacute; o fim de 2013", diz o diretor de vendas Andr&eacute; Dall'Onder.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Isenção tira competitividade de setor de sabonete]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=34951</link>
<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 08:48:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O repasse integral da desonera&ccedil;&atilde;o da cesta b&aacute;sica para os pre&ccedil;os do sabonete pode tirar do mercado pequenos e m&eacute;dios fabricantes dedicados exclusivamente a esse item.<br /><br />Esses produtores, que fornecem sabonete para grandes ind&uacute;strias ou para os supermercados venderem com marca pr&oacute;pria, apresentam problema semelhante ao de outros ramos da ind&uacute;stria.<br /><br />Com a isen&ccedil;&atilde;o da cobran&ccedil;a de PIS, Cofins e do IPI sobre o pre&ccedil;o de venda, essas ind&uacute;strias n&atilde;o conseguem recuperar cr&eacute;ditos tribut&aacute;rios acumulados na compra de insumos, como produtos qu&iacute;micos e embalagens.<br /><br />"Todo m&ecirc;s eu vou ter de colocar dinheiro para compensar os cr&eacute;ditos que ficar&atilde;o acumulados. O impacto &eacute; no fluxo de caixa", diz Breno Grou, diretor-executivo da Sinter Futura, empresa dedicada exclusivamente &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de sabonetes no interior de S&atilde;o Paulo.<br /><br />"Para conceder o desconto que os clientes pedem, vamos ficar no preju&iacute;zo", diz o diretor de uma ind&uacute;stria de Minas Gerais que pediu que n&atilde;o fosse identificado.<br /><br />Grandes ind&uacute;strias, com um amplo portf&oacute;lio, conseguem recuperar esses cr&eacute;ditos na venda de outros produtos n&atilde;o desonerados. Os fabricantes s&oacute; de sabonetes, n&atilde;o, o que gerou uma distor&ccedil;&atilde;o no mercado.<br /><br />"Estamos perdendo muito em competitividade, nossa atividade est&aacute; amea&ccedil;ada", diz Grou. Segundo ele, os clientes est&atilde;o solicitando redu&ccedil;&atilde;o de 12,5% nos pre&ccedil;os, mas ser&aacute; poss&iacute;vel promover uma queda de, no m&aacute;ximo, 5%.<br /><br />Segundo Manoel Sim&otilde;es, diretor-executivo da Abihpec (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos), as ind&uacute;strias com produ&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de sabonete est&atilde;o fazendo redu&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;o de 5% a 7%.<br /><br />J&aacute; as marcas que vendem sabonetes produzidos por terceiros, o equivalente a um ter&ccedil;o da ind&uacute;stria, ainda n&atilde;o promoveram reajustes por causa dos cr&eacute;ditos.<br /><br />Sim&otilde;es diz que a entidade apresentar&aacute; o problema ao Minist&eacute;rio da Fazenda.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Segmento de higiene e beleza representa 37% das vendas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=34938</link>
<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 12:13:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Da mesma forma que as mulheres invadiram os espa&ccedil;os que eram considerados masculinos, os homens tamb&eacute;m est&atilde;o entrando no universo feminino. O mercado de cosm&eacute;ticos ganha, a cada dia, mais produtos de higiene e beleza desenvolvidos, especialmente, para eles. Esse setor j&aacute; representa 37% do volume de vendas das categorias de higiene e beleza no Brasil.<br /><br />Segundo dados da consultoria Euromotor, o consumo de produtos de higiene e beleza masculinos cresceu 163%, atingindo US$ 4 bilh&otilde;es. O pa&iacute;s brasileiro j&aacute; responde por 12% das vendas mundiais de produtos do segmento e deve se tornar o maior mercado at&eacute; 2015.<br /><br />Muito al&eacute;m da barba, cabelo e bigode, as empresas passaram a investir em protetor solar, hidratantes, perfumes, col&ocirc;nias, maquiagens e produtos para os fios masculinos, em vers&otilde;es pr&aacute;ticas, aliando tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o para conquistar esse p&uacute;blico, exigente e vaidoso. Estima-se que em 75% dos lares brasileiros s&atilde;o consumidos produtos espec&iacute;ficos para eles.<br /><br />O comportamento masculino reflete a busca por um novo padr&atilde;o de beleza. &ldquo;Mais ou menos uns dez anos atr&aacute;s, o homem ainda se orgulhava de exibir certo desleixo com a apar&ecirc;ncia. N&atilde;o dava direito de ningu&eacute;m palpitar. At&eacute; que come&ccedil;ou a se sentir pressionado pela imagem de &iacute;cones que aparecem na m&iacute;dia, super bem cuidados, fazendo as mulheres suspirarem. &Eacute; quando eles percebem que manter os mesmos padr&otilde;es talvez n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo sucesso. O homem passa a se cuidar movido pela concorr&ecirc;ncia&rdquo;, comenta Fred Mattos, psic&oacute;logo e escritor nas &aacute;reas de comportamento, relacionamento e sexualidade.<br /><br />Ao apostar nessa fatia, a Natura ampliou ainda mais a sua linha de produtos da marca Natura Homem. A empresa adicionou novos itens para os cuidados dos cabelos -xampu, condicionador e gel-, formando uma linha exclusiva com mais de dez produtos voltados para eles. &ldquo;A linha traz ativos naturais que agem profundamente, garantindo sa&uacute;de e resist&ecirc;ncia dos fios, al&eacute;m da sensa&ccedil;&atilde;o de cabelos mais controlados, ou seja, no lugar certo. A embalagem e o sensorial dos produtos, incluindo suas fragr&acirc;ncias, foram pensados para deixar o momento do banho ainda mais agrad&aacute;vel e pr&aacute;tico para os homens&rdquo;, revela o gerente de produtos da categoria Homem, Andr&eacute; Abreu.<br /><br />Se apoiando no fato de que muitos homens est&atilde;o ampliando o consumo de produtos de higiene pessoal e beleza por influ&ecirc;ncia feminina, o neg&oacute;cio da Natura &eacute; sustentado por elas, tanto na for&ccedil;a de vendas quanto no p&uacute;blico consumidor. Abreu avalia que a companhia tem como vantagem o seu enorme canal de distribui&ccedil;&atilde;o. A Natura &eacute; l&iacute;der em vendas direta no cen&aacute;rio nacional e se consolida no mercado internacional. Ano passado, o n&uacute;mero total de consultoras da companhia cresceu 10,7%, atingindo um total de 1.573 milh&atilde;o de colaboradores dentro e fora do pa&iacute;s. Os dados foram divulgados em fevereiro, no relat&oacute;rio trimestral da companhia. No Brasil, a rede cresceu cerca de 8%, alcan&ccedil;ando a marca de 1.268 milh&atilde;o de consultoras. Em 2012, a empresa atingiu a receita l&iacute;quida consolidada de R$ 6.345,7 milh&otilde;es, com crescimento de 13,5% sobre o ano anterior.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Jornal do Commercio - AM</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Instituto LOréal inaugura primeira unidade em Belo Horizonte]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=34772</link>
<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 10:59:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A melhoria do padr&atilde;o de vida m&eacute;dio da popula&ccedil;&atilde;o brasileira nos &uacute;ltimos anos tem impulsionado os neg&oacute;cios dedicados &agrave; beleza e ao bem-estar e, junto com eles, cresce tamb&eacute;m a demanda por qualifica&ccedil;&atilde;o e treinamento profissional para o setor. Esse interesse pode ser sentido pelos n&uacute;meros do setor de franquias. Em 2012, o segmento de educa&ccedil;&atilde;o e treinamento faturou R$ 6,5 bilh&otilde;es, com crescimento de 10,2% em rela&ccedil;&atilde;o a 2011, e o segmento Esporte, Sa&uacute;de, Beleza e Lazer, com R$ 17,9 bilh&otilde;es, cresceu 21,4% no mesmo per&iacute;odo.<br /><br />Atenta &agrave; necessidade desse mercado e tamb&eacute;m &agrave; otimiza&ccedil;&atilde;o do uso dos seus produtos, o Grupo L&rsquo;Or&eacute;al, uma das maiores empresas de cosm&eacute;ticos do mundo, criou, no Brasil, em 2010, no Instituto L&rsquo;Or&eacute;al Professionnel (Instituto LP). E at&eacute; o fim do primeiro semestre deste ano, ser&aacute; inaugurada a primeira unidade do instituto em Belo Horizonte, no bairro de Lourdes, na regi&atilde;o Centro-Sul da Capital.<br /><br />Segundo o diretor do Instituto LP, Richard Klevenhusen, a necessidade de capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais de beleza no pa&iacute;s foi o principal motivo para que o projeto fosse brasileiro. "Nos Estados Unidos &eacute; exigida uma forma&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica e uma licen&ccedil;a para que as pessoas possam atuar no setor. J&aacute; no Brasil essa &eacute; uma atividade que passa informalmente pelas gera&ccedil;&otilde;es. O crescimento do mercado nos imp&otilde;e, agora, a profissionaliza&ccedil;&atilde;o at&eacute; para que os procedimentos sejam feitos de maneira correta e segura para clientes e profissionais e os produtos utilizados na sua melhor performance", explica Klevenhusen.<br /><br />A primeira unidade do instituto foi aberta em S&atilde;o Paulo em 2011. A segunda, j&aacute; pelo modelo de franquias, foi inaugurada no Rio de Janeiro. Belo Horizonte &eacute; a terceira cidade. J&aacute; est&atilde;o em fase de implanta&ccedil;&atilde;o uma segunda em S&atilde;o Paulo e tamb&eacute;m a primeira em Curitiba. "O forte da franquia &eacute; o controle, por isso, estamos estudando com muito rigor a abertura de cada unidade. N&atilde;o existe pressa para a expans&atilde;o, esse &eacute; um projeto nascido no Brasil com perspectivas de ser ampliado para outros pa&iacute;ses. Nosso primeiro foco est&aacute; nas capitais, para quase todas, apenas uma unidade por cidade", afirma o diretor. &Aacute;frica do Sul, pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina e do Meio Oriente s&atilde;o os que t&ecirc;m maior chance de receber a primeira unidade fora do Brasil.<br /><br />A forma&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica t&eacute;cnica de cabeleireiro tem dura&ccedil;&atilde;o de 390 horas, que pode ser feita em m&oacute;dulo intensivo, com dura&ccedil;&atilde;o de oito meses, ou extensivo, totalizando 16 meses. Os alunos interessados devem fazer a pr&eacute;-inscri&ccedil;&atilde;o pelo site http://institutolp.com.br. O curso &eacute; dividido em aulas te&oacute;ricas e pr&aacute;ticas em cabe&ccedil;a de boneca, na primeira fase. Depois os alunos passam a trabalhar com modelos.<br /><br /><br />Pr&aacute;tica - Depois de avaliados e aprovados passam para o sal&atilde;o-escola, onde ganham pr&aacute;tica e seguran&ccedil;a. Os cursos de especializa&ccedil;&atilde;o, para profissionais j&aacute; em atua&ccedil;&atilde;o, dever&atilde;o ser ofertados j&aacute; no segundo semestre.<br /><br />Os instrutores que ir&atilde;o trabalhar em Belo Horizonte foram recrutados no mercado e receberam treinamento intensivo por dois meses. Ainda de acordo com o executivo, quase a totalidade dos alunos formados nas unidades paulista e carioca est&atilde;o empregados. A meta em Belo Horizonte &eacute; formar 500 profissionais por ano.<br /><br />Para ser um franqueado, Klevenhusen destaca que &eacute; preciso um perfil de educador. "Buscamos um empreendedor que goste de educa&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o veja o neg&oacute;cio s&oacute; pela quest&atilde;o financeira. Somos, de alguma forma, uma ponte entre os jovens que buscam um emprego e quem precisa de um profissional capaz de incrementar seu neg&oacute;cio. Isso tem um valor social muito grande. Quando vamos &agrave; formatura, que os pr&oacute;prios alunos organizam, vemos a emo&ccedil;&atilde;o que est&atilde;o sentindo. Isso me deixa arrepiado", aponta.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[L'Occitane lança marca brasileira com produtos 30% mais baratos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=34564</link>
<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 12:48:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A renomada marca francesa L'Occitane, conhecida por seus cosm&eacute;ticos de primeira linha e dispon&iacute;vel apenas &agrave; uma pequena parcela da popula&ccedil;&atilde;o, acaba de adotar uma estrat&eacute;gia inovadora. Agora, grife francesa de produtos de luxo amplia os neg&oacute;cios em busca de atender a consumidores acostumados a adquirir produtos de linhas a pre&ccedil;os mais acess&iacute;veis entre os clientes das classes A e B, &aacute;vidos por itens de concorrentes como Natura, Avon e O Botic&aacute;rio, entre outras. Para isso, a empresa lan&ccedil;ou a linha L'Occitane Au Br&eacute;sil, com produtos v&atilde;o custar entre R$ 9,90 e R$ 80.<br /><br />Segundo a empresa, os produtos da L'Occitane au Br&eacute;sil ser&atilde;o, em m&eacute;dia, 30% mais baratos do que os produtos de L'Occitane en Provence aqui no Brasil. O DCI j&aacute; havia antecipado que a companhia vinha com prop&oacute;sitos de crescer no varejo brasileiro do segmento. Com o lan&ccedil;amento da nova marca de cosm&eacute;ticos, agora fabricados no Brasil, a ideia &eacute; que todos os itens sejam feitos com mat&eacute;ria-prima local.<br /><br />&Eacute; a primeira vez que o grupo lan&ccedil;a uma marca para um pa&iacute;s espec&iacute;fico, al&eacute;m de ser a primeira vez que a L'Occitane terceirizar&aacute; sua produ&ccedil;&atilde;o, que at&eacute; agora ficava concentrada em sua f&aacute;brica em Manosque, na Provence, Sul da Fran&ccedil;a. Duas linhas chegar&atilde;o &agrave;s lojas no pr&oacute;ximo dia 15.<br /><br />Diversifica&ccedil;&atilde;o<br /><br />Ano passado, a L'Occitane havia anunciado, em parceria com o supermercado P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car, uma parceria para a venda de seus produtos. Na ocasi&atilde;o, o grupo lan&ccedil;ou a sua segunda linha de produtos, a Le Couvent des Minimes. Composta por mais de 30 itens diferentes divididos em sabonetes (barras e gel), hidratantes corporais, e xampus, entre outros, todos os produtos da nova linha contam a hist&oacute;ria da marca. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Nivea tem expansão de 17,7% na América Latina]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=34523</link>
<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 09:55:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As vendas da alem&atilde; Beiersdorf, fabricante dos cremes Nivea, aumentaram 17,7% na Am&eacute;rica Latina em 2012, impulsionadas principalmente pelo forte crescimento no Brasil. "O lan&ccedil;amento de uma s&eacute;rie de produtos de consumo no mercado brasileiro com o objetivo de atingir a crescente classe m&eacute;dia local com uma oferta customizada criou um novo impulso", afirmou a companhia em seu relat&oacute;rio de resultados.<br /><br />A empresa informou que o Estado de S&atilde;o Paulo est&aacute; cobrando o pagamento de &euro; 100 milh&otilde;es a &euro; 150 milh&otilde;es em tributos relativos ao per&iacute;odo de 2005 a 2009 - um valor entre R$ 260 milh&otilde;es e R$ 390 milh&otilde;es, considerando-se a cota&ccedil;&atilde;o de segunda-feira.<br /><br />De acordo com a fabricante, o governo paulista alega que impostos de importa&ccedil;&atilde;o deveriam ter sido pagos no Estado, onde fica a sede da companhia, e n&atilde;o no local de desembarque de produtos. Para a Beiersdorf, a notifica&ccedil;&atilde;o &eacute; resultado da guerra fiscal entre Estados brasileiros. A disputa ainda est&aacute; em esfera administrativa.<br /><br />Globalmente, a companhia registrou aumento de 74% em seu lucro l&iacute;quido em 2012, para &euro; 451 milh&otilde;es. As vendas subiram 7,2%, chegando a &euro; 6 bilh&otilde;es. O segmento de consumo - no qual a companhia atua com as marcas Nivea, Eucerin e La Prairie - apresentou receita 7,5% maior do que no ano anterior, de &euro; 5 bilh&otilde;es,.<br /><br />As vendas da divis&atilde;o de consumo cresceram apenas 1,4% na Europa e 2,7% na Am&eacute;rica do Norte em 2012. Nos mercados da &Aacute;frica, &Aacute;sia e Austr&aacute;lia, o grupo apresentou vendas 17,1% maiores.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[2013 é o ano de tintas, saúde bucal e linhas masculinas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=34464</link>
<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 11:30:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tinturas para cabelo, de sa&uacute;de bucal e cosm&eacute;ticos para homens devem ser os segmentos com maior crescimento no setor de beleza e cuidados pessoais em 2013 no Brasil, segundo estudo da Euromonitor. O lan&ccedil;amento de novos produtos e itens com maior valor agregado devem impulsionar a venda desses produtos. Apesar do avan&ccedil;o de outras categorias, o segmento de cosm&eacute;ticos para cabelo deve continuar liderando o faturamento das companhias de beleza e cuidados pessoais no Brasil, diz a Euromonitor.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Kimberly-Clark cresce com bebês e aposta em jovens]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=34333</link>
<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 11:49:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Produtos de higiene para beb&ecirc;s j&aacute; representam 40% do faturamento da Kimberly-Clark no Brasil, que chegou a R$ 3 bilh&otilde;es em 2012. As vendas dessa linha, batizada de Huggies Turma da M&ocirc;nica, cresceram 15% no ano passado, e a companhia espera um salto ainda maior este ano, com sua estreia no mundo juvenil. Em janeiro, come&ccedil;aram a chegar a farm&aacute;cias e supermercados os produtos Turma da M&ocirc;nica Jovem, para adolescentes de 13 a 16 anos.<br /><br />A linha de produtos para beb&ecirc;s e os lan&ccedil;amentos para o p&uacute;blico adolescente receber&atilde;o investimentos de R$ 50 milh&otilde;es neste ano. A expectativa &eacute; que j&aacute; no primeiro ano de lan&ccedil;amento a linha para adolescentes represente 25% do faturamento da linha de banho e p&oacute;s-banho, o que exclui fraldas. "Foi uma quebra de paradigma dentro de casa", diz Priya Patel, diretora da categoria de cuidados pessoais da Kimberly-Clark. A marca antes se apresentava como "linha de cuidados com o beb&ecirc;", com sabonetes, xampus, col&ocirc;nias, cremes para assaduras, fraldas e len&ccedil;os umedecidos.<br /><br />A companhia come&ccedil;ou a fazer as primeiras pesquisas neste novo terreno em agosto de 2010, dois anos ap&oacute;s o lan&ccedil;amento dos gibis Turma da M&ocirc;nica Jovem, com hist&oacute;rias dos personagens M&ocirc;nica, Magali, Cebolinha e Casc&atilde;o, criados por Maur&iacute;cio de Souza, na adolesc&ecirc;ncia. "Quando percebemos que esse segmento juvenil estava ganhando uma expressividade muito grande, vimos uma oportunidade", diz Priya, que foi da Unilever para a Kimberly no fim de 2010. Um primeiro levantamento mostrou que a associa&ccedil;&atilde;o da marca Turma da M&ocirc;nica Jovem a produtos de higiene pessoal seria bem recebida pelos adolescentes.<br /><br />Em seguida, foi feita uma pesquisa com o p&uacute;blico-alvo para ajudar na constru&ccedil;&atilde;o do portf&oacute;lio. "Perguntamos: se voc&ecirc; tivesse uma n&eacute;cessaire, uma bolsa, o que levaria? N&atilde;o &eacute; sempre que a gente faz uma cocria&ccedil;&atilde;o assim", diz a executiva. "Para eles [os adolescentes], desodorante era aspiracional, por exemplo. Era importante ter variantes do universo adulto com um toque 'teen'", diz Ornella Guzo, gerente da marca.<br /><br />A empresa chegou a nove categorias de produtos: xampu, condicionador, creme de tratamento capilar, fixador para cabelos, desodorante, espuma para limpeza facial, deo col&ocirc;nia, "body splash" e gloss. No total s&atilde;o 15 itens, entre femininos e masculinos. Segundo Priya, o jovem consome produtos infantis ou para adultos, por n&atilde;o encontrar um item espec&iacute;fico para sua faixa et&aacute;ria. "Hoje n&atilde;o existe outra marca no mercado que englobe um portf&oacute;lio t&atilde;o completo para esse 'target'. Ficou muito claro nas pesquisas que ele estava carente".<br /><br />A Kimberly-Clark estima que os jovens de 13 a 16 anos consumam R$ 700 milh&otilde;es em produtos de cuidados com o cabelo, p&oacute;s-xampu, creme hidratante, desodorantes e fragr&acirc;ncias ao ano, considerando apenas os itens comprados em supermercados. O c&aacute;lculo foi feito com dados de popula&ccedil;&atilde;o do IBGE e da consultoria Euromonitor. O mercado de produtos infantis cresce de 5% a 7% ao ano. Priya diz que o juvenil vai crescer desse patamar para cima.<br /><br />Em outros canais como venda direta e franquias, o foco das linhas juvenis costuma ser maquiagem, perfumaria e cuidados com a pele. Em 2012, a Avon mudou sua linha de maquiagem para adolescentes e neste ano lan&ccedil;ou uma linha de fragr&acirc;ncias. A empresa peruana de venda direta Belcorp, no pa&iacute;s desde 2011, tem a Cyzone, marca dedicada a esse grupo. Redes de franquias como O Botic&aacute;rio e &Aacute;gua de Cheiro tamb&eacute;m vendem produtos para jovens.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[LOréal lança 1ª linha de produtos 100% brasileira]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=34302</link>
<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 12:32:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A L&rsquo;Or&eacute;al Professionnel, divis&atilde;o especial da marca, acaba de lan&ccedil;ar uma linha de tratamento para cabelos desenvolvida totalmente no Brasil. A linha Absolut Control, que promete reduzir o volume e o frizz das madeixas das brasileiras, tem como base a manteiga de Muru Muru, um componente extra&iacute;do da semente de mesmo nome, encontrada na Amaz&ocirc;nia. Maya Colombiani, diretora do Departamento de Marketing e Pesquisa da L&rsquo;Or&eacute;al Divis&atilde;o Profissional para Cabelos, explica que a cria&ccedil;&atilde;o do produto nos laborat&oacute;rios da marca aqui segue tamb&eacute;m a colheita da semente de forma sustent&aacute;vel, em parceria com comunidades locais.<br /><br />A ideia, diz Maya, &eacute; lan&ccedil;ar a linha fora do Brasil. Al&eacute;m de Absolut Control, a empresa, ilan&ccedil;ou ainda a Force Architecte, da Kerastase, criada nos laborat&oacute;rios da L&rsquo;Or&eacute;al fora daqui. O objetivo dos produtos &eacute; reverter a eros&atilde;o de cabelos longos. O faturamento do Grupo L&rsquo;Or&eacute;al em 2012 foi 5,5% maior, em dados compar&aacute;veis (ou seja, taxas de c&acirc;mbio id&ecirc;nticas), do que o do ano anterior, alcan&ccedil;ando o valor de &curren; 22,46 bilh&otilde;es. O destaque foi para os mercados emergentes, que pela primeira vez foram a regi&atilde;o mais lucrativa, &agrave; frente da Europa e dos Estados Unidos.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Novas tabelas para produtos de higiene]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33882</link>
<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 12:51:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Varejo e ind&uacute;stria negociam reajustes de pre&ccedil;os de produtos de higiene pessoal e beleza. Algumas redes de farm&aacute;cias foram sondadas com novos aumentos sugeridos pelos fabricantes, em especial os maiores do setor, com aumentos entre 5,5% e 6,5%. Parte desse aumento j&aacute; est&aacute; sendo repassado. Esse processo deve ocorrer de forma escalonada, ao longo dos pr&oacute;ximos meses, apurou o Valor.<br /><br />Fonte de uma grande fabricante do setor diz que trata-se de uma recupera&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os, em linha com o comportamento do IPCA, do IBGE. Segundo dados do IBGE, os pre&ccedil;os de produtos de higiene pessoal acumulam alta de 4,71% em doze meses terminados em dezembro. Nesse per&iacute;odo, o IPCA subiu mais do que isso - 5,84%.<br /><br />As novas tabelas v&ecirc;m sendo apresentadas para redes de farm&aacute;cias desde janeiro. O que ocorre hoje &eacute; uma negocia&ccedil;&atilde;o em que marcas l&iacute;deres conseguem repassar alguma eleva&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o em produtos de alto giro, porque as drogarias n&atilde;o querem ficar sem essas mercadorias. Mas isso n&atilde;o &eacute; considerado "preocupante" pelo varejo. Em certos casos, segundo uma fonte de uma rede de farm&aacute;cias, enquanto um produto sobe de pre&ccedil;o, um outro desce.<br /><br />Dois varejistas de material de constru&ccedil;&atilde;o ouvidos ontem est&atilde;o em negocia&ccedil;&atilde;o para aumentos de 11% a 12% de um grupo de produtos, em particular aqueles que usam cobre em sua confec&ccedil;&atilde;o (como cubos e folhas de cobre) e tamb&eacute;m materiais el&eacute;tricos em geral. A negocia&ccedil;&atilde;o tem sido uma "briga feia", diz o diretor de uma varejista: "Muito provavelmente vamos fechar em 11% de alta, e ir aumentando um pouco a cada m&ecirc;s, para n&atilde;o afetar tanto o consumidor".<br /><br />As conversas entre varejo e ind&uacute;stria ocorrem em meio a expectativas de um ano sem fortes altas na demanda e ap&oacute;s um aumento consider&aacute;vel na inadimpl&ecirc;ncia em 2012. Na edi&ccedil;&atilde;o de ontem, o Valor informou que varejistas e fabricantes de linha branca negociam aumentos de pre&ccedil;os em at&eacute; 3%<br /><br />Nos supermercados, ainda h&aacute; certa press&atilde;o de alta em mercadorias "in natura" (frutas e legumes). "Mas achamos que essa press&atilde;o deve diminuir a partir de mar&ccedil;o", diz uma fonte de uma varejista. No caso dos produtos industrializados, como carnes e enlatados, um varejista de m&eacute;dio porte informou que n&atilde;o h&aacute; press&atilde;o por aumentos hoje. Outro setor nessa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; o varejo de vestu&aacute;rio.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[O esforço da francesa L'Oréal para ganhar terreno no Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33820</link>
<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 12:05:07 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fabricante quer fazer do Pa&iacute;s um hub regional e conquistar 100 milh&otilde;es de novos clientes nos pr&oacute;ximos 15 anos<br /><br /><br />O Brasil virou pe&ccedil;a-chave no tabuleiro de expans&atilde;o global da L'Or&eacute;al. Em 15 anos, a empresa pretende conquistar 1 bilh&atilde;o de novos consumidores no mundo: 10% deles devem ser brasileiros. Apesar do horizonte distante, a companhia j&aacute; come&ccedil;ou a fazer a li&ccedil;&atilde;o de casa para viabilizar suas proje&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Neste e no pr&oacute;ximo ano, a L'Or&eacute;al deve investir R$ 200 milh&otilde;es na expans&atilde;o de uma f&aacute;brica e do centro de pesquisa, ambos no Rio, e na constru&ccedil;&atilde;o de um novo centro de distribui&ccedil;&atilde;o. "Vamos dobrar nossa capacidade de produ&ccedil;&atilde;o", disse o presidente da L'Or&eacute;al Brasil, Didier Tisserand. "Queremos fazer do Brasil um hub regional e transformar a unidade brasileira em uma empresa com capacidade total."<br /><br />Al&eacute;m da unidade carioca, a companhia tem uma f&aacute;brica em S&atilde;o Paulo. Juntas, elas produzem sete das 24 marcas que a empresa vende no Brasil, como L'Or&eacute;al Paris, La Roche Posay, Garnier, Colorama e Maybelline. H&aacute; quatro anos, a francesa montou tamb&eacute;m um centro de inova&ccedil;&atilde;o com 75 pesquisadores. Mas, para ser um hub regional, respons&aacute;vel por atender a Am&eacute;rica do Sul, &eacute; preciso fazer tudo isso em propor&ccedil;&otilde;es maiores.<br /><br />No investimento em pesquisa, um dos segmentos que mais devem se beneficiar &eacute; o capilar. "Mapeamos oito tipos de cabelo da mulher brasileira. Em outros mercados, essa grada&ccedil;&atilde;o &eacute; de dois ou tr&ecirc;s. &Eacute; uma diversidade incr&iacute;vel que nos permite desenvolver produtos aqui para o mundo todo", disse Tisserand.<br /><br />Para o analista da Nielsen, Luiz Gaspar, os investimentos em inova&ccedil;&atilde;o s&atilde;o cruciais para ganhar mercado. "A brasileira &eacute; muito sens&iacute;vel a lan&ccedil;amentos, at&eacute; mais do que ao pre&ccedil;o", diz. "Com o aumento da renda, ela passou a comprar marcas mais caras e novos produtos, como ampolas de hidrata&ccedil;&atilde;o."<br /><br />Atraso. Apesar de ser o terceiro mercado global de beleza e cuidados pessoais, o Brasil &eacute; apenas o s&eacute;timo no ranking de receita da francesa L'Or&eacute;al. No mundo, a empresa &eacute; dona de 9,7% de market share no mercado de beleza e cuidados pessoais, mas no Brasil sua fatia de mercado &eacute; de 5,7%, segundo dados da Euromonitor.<br /><br />A empresa corre para aumentar sua relev&acirc;ncia no mercado, mas ter&aacute; uma briga dif&iacute;cil pela frente. Ser&aacute; preciso enfrentar pesos pesados, como Natura, Avon, O Botic&aacute;rio, Unilever e P&amp;G, que tamb&eacute;m t&ecirc;m planos ambiciosos de expans&atilde;o no Pa&iacute;s. Todos querem a maior fatia poss&iacute;vel desse mercado, que movimentou US$ 43 bilh&otilde;es em 2012 e cresceu 140% em cinco anos, segundo a Euromonitor.<br /><br />A Unilever, por exemplo, lan&ccedil;ou 100 produtos no ano passado nessa categoria. Um deles, a linha Tresemm&eacute;, chega para disputar um segmento em que a L'Or&eacute;al &eacute; l&iacute;der, o de tratamentos capilares profissionais. Em seu primeiro ano, o produto vendeu 150 milh&otilde;es no Brasil. "A companhia cresceu dois d&iacute;gitos em todas as categorias em 2012 e ganhamos 5% de market share no mercado de cabelos ", disse a vice-presidente da &aacute;rea de cuidados pessoais da Unilever, Andrea Cruz-Lima. J&aacute; a Avon inaugurou no ano passado um novo centro de distribui&ccedil;&atilde;o de 270 mil metros quadrados, um investimento de US$ 150 milh&otilde;es. Desde 2010, quando superou os Estados Unidos, o Brasil &eacute; o principal mercado da Avon.<br /><br />Varejo. Al&eacute;m da expans&atilde;o da f&aacute;brica, a L'Or&eacute;al tamb&eacute;m fez suas apostas no varejo. Para colocar a linha de maquiagens Maybelline no radar das brasileiras, abriu cinco quiosques da marca em shopping centers em 2012. Neste ano, quer chegar a 50 unidades. "Vamos completar a distribui&ccedil;&atilde;o que temos em farm&aacute;cias e lojas de cosm&eacute;ticos com um formato de loja adicional", disse o presidente da L'Or&eacute;al.<br /><br />A empresa tamb&eacute;m desenvolveu um sistema de distribui&ccedil;&atilde;o para entrar nos sal&otilde;es de beleza de comunidades carentes. A companhia cadastrou 50 "microdistribuidores" para atender esses mercados no Rio e pretende recrutar 75 em S&atilde;o Paulo neste ano. "Se funcionar, vamos para o resto do Pa&iacute;s", diz Tisserand.<br /><br />A L'Or&eacute;al tem ainda as marcas premium - L&acirc;ncome, Giorgio Armani, Ralph Lauren e Yves Saint Laurent. Todas s&atilde;o importadas e n&atilde;o h&aacute; planos para serem produzidas localmente. Segundo Tisserand, a tributa&ccedil;&atilde;o elevada torna o neg&oacute;cio invi&aacute;vel em grande escala. "Com o IPI de perfumes em 42%, por exemplo, o produto nacional continuar&aacute; mais caro e o brasileiro continuar&aacute; comprando no exterior."<br /><br />A estimativa da L'Or&eacute;al &eacute; que, para cada item de suas marcas de luxo vendido no varejo local, outros quatro sejam comercializados no exterior para brasileiros. Por essa l&oacute;gica, o Brasil pode ser ainda mais importante para o neg&oacute;cio da L'Or&eacute;al.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[LOréal investirá R$ 200 milhões no país até 2014]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33760</link>
<pubDate>Fri, 01 Feb 2013 11:43:52 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Marca francesa prepara abertura de centro de pesquisa e inova&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s </em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /> <br /> H&aacute; mais de 50 anos no Brasil, o Grupo L&rsquo;Or&eacute;al vai investir R$ 200 milh&otilde;es no pa&iacute;s, nos pr&oacute;ximos dois anos. Segundo Didier Tisserand, presidente da L'Or&eacute;al Brasil, o montante representa mais do que o dobro do que foi destinado &agrave;s opera&ccedil;&otilde;es locais nos &uacute;ltimos anos. &ldquo;O montante mostra nossa aten&ccedil;&atilde;o ao potencial brasileiro&rdquo;, diz. A maior parte do valor ser&aacute; destinado &agrave;s atividades no Rio de Janeiro. <br /> <br /> A companhia escolheu a cidade para instalar seu primeiro Centro de Pesquisa e Inova&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s. Com investimentos na casa dos R$ 70 milh&otilde;es, o novo centro vai contribuir para o desenvolvimento econ&ocirc;mico e social do estado, por meio da coopera&ccedil;&atilde;o com universidades e gerando 150 empregos at&eacute; 2014, ano em que entrar&aacute; em funcionamento. &ldquo;Vir para o Rio faz parte da estrat&eacute;gia global do grupo, que &eacute; criar produtos com f&oacute;rmulas e especificidades pr&oacute;prias para cada parte do mundo, adaptandose &agrave;s necessidade de cada cultura&rdquo;, explica Tisserand. <br /> <br /> Contribuiu tamb&eacute;m para a escolha do Rio o fato do estado j&aacute; abrigar a sede administrativa e a central de distribui&ccedil;&atilde;o da companhia, al&eacute;m de contar com o laborat&oacute;rio de desenvolvimento de produtos para cabelo, que funciona desde 2008, na f&aacute;brica da empresa, no bairro da Pavuna. A unidade que tem 24 mil metros quadrados de &aacute;rea constru&iacute;da, vai ganhar mais 43% de espa&ccedil;o com a compra de um terreno ao lado. Outro projeto da L&rsquo;Or&eacute;al que promete gerar cada vez mais oportunidades de emprego &eacute; o de microdistribuidoras da linha Matrix. Desenvolvido em comunidades carentes da capital fluminense, o projeto visa fomentar o empreendedorismo, a inclus&atilde;o social e a gera&ccedil;&atilde;o de renda nessas regi&otilde;es. <br /></p>
<p style="text-align: justify;"><br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Expansão para produzir mais em nome da beleza]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33581</link>
<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 12:19:31 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Skafe Cosmetologia ampliar&aacute; f&aacute;brica e mira o mercado externo<br /> <br /> <br /> Os n&uacute;meros animam qualquer investidor. O mercado de cosm&eacute;ticos fatura anualmente cerca de R$ 43 bilh&otilde;es, movido pela alta do consumo pelas mulheres que engrossaram sua presen&ccedil;a no mercado de trabalho, principalmente na classe C, al&eacute;m dos homens, que a cada dia ficam mais vaidosos. A Skafe Cosmetologia, com f&aacute;brica no Rio e especializada emlinhas de tratamento capilar, n&atilde;o ficou indiferente a esse movimento e est&aacute; investindo no desenvolvimento de novos produtos para tratamento e em linhas profissionais. A chegada de novos itens ao portf&oacute;lio, que hoje concentra 12 linhas de produtos, levou tamb&eacute;m a um plano de expans&atilde;o, diz a gerente de marketing, Nephertiti Monteiro.<br /> <br /> &nbsp;&ldquo;A Skafe j&aacute; adquiriu uma &aacute;rea de 140 mil m&sup2;, dentro do distrito industrial de Queimados, na Baixada Fluminense, onde pretende construir sua nova f&aacute;brica. E j&aacute; em maio teremos novos produtos na categoria de transforma&ccedil;&atilde;o e tratamento prontos para venda&rdquo;, adianta a executiva. <br /> <br /> Al&eacute;m disso, a partir de mar&ccedil;o a Skafe entra firme no projeto de divulgar ainda mais a marca junto ao p&uacute;blico consumidor com a veicula&ccedil;&atilde;o de campanhas em outdoors e m&iacute;dias regionais. A exporta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m ter&aacute; aten&ccedil;&atilde;o especial da marca este ano. A &aacute;rea j&aacute; existe desde 2009 na empresa. Mas no ano passado os investimentos foram ampliados.<br /> <br /> &nbsp;&ldquo;Atualmente, estamos em negocia&ccedil;&atilde;o com Espanha, Emirados &Aacute;rabes e Angola, para amplia&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. O objetivo &eacute; que o mercado internacional responda por 3% a 5% do faturamento da empresa em 2013&rdquo;, diz. <br /> <br /> O Rio &eacute; o quarto mercado da marca em vendas, com 12%. As regi&otilde;es Norte e Nordeste, com 30% e 25% dos resultados, s&atilde;o as principais pra&ccedil;as, seguido de S&atilde;o Paulo, com 20% das vendas. Sem divulgar n&uacute;meros absolutos, Nephertiti diz que a Skafe faturou em 2012, j&aacute; descontada a infla&ccedil;&atilde;o, 20% a mais comparado ao ano passado. Para 2013, espera um crescimento de 20% e para 2014, em torno de 15%.</p>
<p style="text-align: justify;"><br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Eudora abre unidade para agilizar entregas produtos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33527</link>
<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 09:15:45 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Marca de cosm&eacute;ticos foi criada pelo Grupo Botic&aacute;rio para concorrer com Avon e Natura<br /><br /><br />Poucos meses antes de completar dois anos no mercado, a marca de cosm&eacute;ticos Eudora, do Grupo Botic&aacute;rio, j&aacute; conta com 17 centrais de servi&ccedil;os em todo o Brasil. Ontem ocorreu em Porto Alegre a abertura da unidade mais recente, localizada na Av. Azenha, e, na semana que vem, outras duas - em Curitiba e Salvador - ser&atilde;o inauguradas, somando 19 centrais voltadas para agilizar o trabalho de representantes aut&ocirc;nomos da marca no Pa&iacute;s.<br /><br />De acordo com o diretor de canais de venda e trade de marketing da Eudora, Ivon Carlos das Neves, o foco da expans&atilde;o das centrais est&aacute; justamente no crescimento das comercializa&ccedil;&otilde;es realizadas pelos revendedores aut&ocirc;nomos (porta a porta, via cat&aacute;logos de venda).<br /><br />&ldquo;Anteriormente, para se entregar um produto na venda direta para os representantes, era necess&aacute;rio um processo que levava em torno de 25 dias. Com a central de servi&ccedil;os, agora Porto Alegre tem um espa&ccedil;o de f&aacute;cil acesso e com disponibilidade de estoque para que os representantes da marca trabalhem melhor e com mais agilidade&rdquo;, define o executivo. &ldquo;&Eacute; uma forma de distribui&ccedil;&atilde;o que permite ao consumidor final receber os produtos quase que prontamente.&rdquo;<br /><br />Concorrente de marcas como Avon e Natura, a Eudora &eacute; uma empresa que apostou no formato multicanal, apesar de trabalhar principalmente com venda direta, realizada por representantes aut&ocirc;nomos. &ldquo;Agora, al&eacute;m de algumas lojas f&iacute;sicas (na Capital, h&aacute; uma no BarraShoppingSul), os consumidores ter&atilde;o, a partir de abril, tamb&eacute;m a possibilidade de compra via internet&rdquo;, adianta.<br /><br />Segundo Neves, a produ&ccedil;&atilde;o das sete categorias de produtos (que somam 450 itens) da marca, atualmente concentrada em S&atilde;o Jos&eacute; dos Pinhais (PR), dever&aacute; inflar com a implementa&ccedil;&atilde;o da segunda unidade fabril do Grupo Botic&aacute;rio em Cama&ccedil;ari (BA). L&aacute; devem ser investidos, ao todo, R$ 535 milh&otilde;es, contando que ao lado ser&aacute; erguido um centro de distribui&ccedil;&atilde;o. &ldquo;O in&iacute;cio das opera&ccedil;&otilde;es desta segunda f&aacute;brica deve ocorrer no come&ccedil;o de 2014.&rdquo;<br /><br />O valor injetado para a cria&ccedil;&atilde;o das centrais de servi&ccedil;os em plena expans&atilde;o pelo Pa&iacute;s n&atilde;o &eacute; divulgado pelo grupo. Em Porto Alegre, uma equipe de seis pessoas deve atender a todo o canal de representantes do Estado, principalmente aos que trabalham na Capital e Regi&atilde;o Metropolitana. No espa&ccedil;o da Av. Azenha tamb&eacute;m v&atilde;o ocorrer treinamentos e troca de produtos para a pronta entrega. O mesmo j&aacute; ocorre nas centrais localizadas em outras cidades.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Jornal do Com&eacute;rcio - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Com mais renda, brasileiro sofistica consumo de fraldas descartáveis]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33400</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2013 12:37:58 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Mercado cresceu 6% em faturamento nos nove primeiros meses de 2012, mas recuou 3% em volume</em><br /><br /><br /><br />O mercado de fraldas descart&aacute;veis infantis vem passando por um fen&ocirc;meno de sofistica&ccedil;&atilde;o. Os consumidores t&ecirc;m preferido produtos mais caros, mas de melhor qualidade, a gastar menos em produtos com menor durabilidade, poder de absor&ccedil;&atilde;o e itens de conforto para o beb&ecirc;. O resultado direto &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o deste mercado em volume mas, em contrapartida, do crescimento em receita.<br /><br />Nos nove primeiros meses de 2012, de acordo com o instituto de pesquisa Nielsen, este mercado faturou cerca de R$ 2,7 bilh&otilde;es &mdash; alta de 6,6% frente ao mesmo per&iacute;odo de 2011. Em volume, houve queda de 3% na compara&ccedil;&atilde;o entre os nove primeiros meses do ano passado e o mesmo per&iacute;odo do anterior, passando de 197 milh&otilde;es para 191,2 milh&otilde;es de pacotes. &ldquo;&Eacute; interessante notar que as classes mais baixas t&ecirc;mumcomportamento de uso e de compra que as classes mais altas tinham h&aacute; 20 anos&rdquo;, diz Luiz Gaspar, analista de mercado da Nielsen.<br /><br />O grande impulsionador &eacute; o aumento da renda, o que cria duas oportunidades: a ades&atilde;o de novos consumidores, que ainda usam fraldas de pano, e a sofistica&ccedil;&atilde;o daqueles que j&aacute; consomem vers&otilde;es mais baratas do produto. &ldquo;Essa tend&ecirc;ncia deve continuar, principalmente porque, quando falamos de cuidado com beb&ecirc;s, a m&atilde;e est&aacute; disposta a deixar de comprar para si e consumir para o filho&rdquo;, analisa.<br /><br />A linha de cuidados com beb&ecirc;s, que inclui fraldas descart&aacute;veis, len&ccedil;os umedecidos e produtos como xampu, condicionador e pomada antiassadura, responde por 40% do faturamento da Kimberly-Clark, cuja receita nos nove primeiros meses de 2012 atingiu US$ 15,8 bilh&otilde;es no mundo. &ldquo;Este &eacute; o nosso neg&oacute;cio mais importante&rdquo;, afirma Prya Patel, diretora da categoria de cuidados pessoais da empresa.<br /><br />O foco da Kimberly-Clark, cuja marca-chave em fraldas infantis &eacute; Huggies Turma da M&ocirc;nica, &eacute; o chamado mercado de alta performance, cujas fraldas custam, em m&eacute;dia,30% a40% mais do que as mais b&aacute;sicas. &ldquo;As m&atilde;es veem vantagem,mesmocomdesembolso maior, porque t&ecirc;m mais qualidade e economizam, j&aacute; que usam menos fraldas por dia&rdquo;, avalia.<br /><br />Inova&ccedil;&atilde;o &eacute; chave<br /><br />Para conquistar esses consumidores, a Kimberly-Clark prev&ecirc; uma verba de R$ 55 milh&otilde;es para desenvolvimento de produtos e comunica&ccedil;&atilde;o em 2013. E os primeiros lan&ccedil;amentos come&ccedil;am a sair do forno. Neste m&ecirc;s, a empresa lan&ccedil;ou a linha para rec&eacute;mnascidos, com len&ccedil;o umedecido, sabonete em espuma e fralda com material mais macio. &ldquo;Inova&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental, porque a cada tr&ecirc;s anos a gente renova as m&atilde;es deste mercado. E todo momento tenho que atender a necessidade dessa m&atilde;e, trazendo novidades&rdquo;, diz Prya.<br /><br />Os planos incluem R$ 100milh&otilde;es destinados a uma f&aacute;brica emCama&ccedil;ari (BA), que ser&aacute; inaugurada emabril. Ela ser&aacute; a quinta no pa&iacute;s e produzir&aacute; fraldas, absorventes e protetores higi&ecirc;nicos e papel higi&ecirc;nico.<br /><br />Rodrigo Padilla, gerente da l&iacute;der Pampers, da P&amp;G, diz que a presen&ccedil;a neste mercado depende totalmente de inova&ccedil;&atilde;o, devido &agrave; rotatividade de consumidores. E, al&eacute;m de inovar, o desafio dos fabricantes &eacute; convencer o consumidor a experimentar umafralda de qualidade e pre&ccedil;o superiores. &ldquo;No nosso portf&oacute;lio, vemos um crescimento maior das fraldas de maior valor agregado&rdquo;, observa.<br /><br />A fralda top de linha da marca, Pampers Premium Care, no entanto, n&atilde;o &eacute; a que mais cresce. A campe&atilde; &eacute; a Total Confort, que ocupa lugar intermedi&aacute;rio no portf&oacute;lio.Odesempenho, afirma Padilla deve-se ao pouco tempo de mercado da Premium Care, lan&ccedil;ada em julho. &ldquo;Ela j&aacute; tem tr&ecirc;s pontos de participa&ccedil;&atilde;o de mercado. J&aacute; &eacute;maior do que a Noturna eDiurna, que descontinuamos. E ela tem um potencial enorme&rdquo;, explica. Pampers &eacute; a maior marca da P&amp;G globalmente, com receita de US$ 10 bilh&otilde;es. E o Brasil, junto com China, &eacute; o mercado que cresce de forma mais acelerada. A empresa tem uma f&aacute;brica de fraldas no pa&iacute;s e importa lencinhos umedecidos da Espanha.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Vaidade de homens inspira lançamentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33193</link>
<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 12:37:11 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><br />Consumo masculino de produtos de cuidados pessoais cresce 163% de 2006 a 2011 no pa&iacute;s, alcan&ccedil;ando US$ 4 bi<br /><br />Brasil representa 12% das vendas mundiais de produtos do setor e deve se tornar o maior mercado at&eacute; 2015<br /><br /><br />Os homens brasileiros est&atilde;o assumindo a vaidade -e fazendo a venda de produtos de higiene e beleza disparar.<br /><br />De 2006 a 2011, o consumo de produtos de cuidados pessoais para homens cresceu 163%, alcan&ccedil;ando cerca de US$ 4 bilh&otilde;es. Isso representa 12% do faturamento global da categoria (US$ 33 bilh&otilde;es).<br /><br />O pa&iacute;s s&oacute; perde para os Estados Unidos e deve se transformar no maior mercado mundial at&eacute; 2015, segundo a consultoria Euromonitor.<br /><br />"Aquele sentimento de que cuidar das apar&ecirc;ncias fere a masculinidade n&atilde;o existe mais", acredita Tatiana Ponce, diretora de Marketing da BDF Nivea Brasil. "O homem gosta de se cuidar, mas sem muita complica&ccedil;&atilde;o."<br /><br />Ela explica que, se antes os homens cuidavam s&oacute; da compra do desodorante e do creme de barbear e usavam o sabonete ou o xampu da casa, hoje pesquisas mostram que 80% deles j&aacute; compram sozinhos esses tipos de produtos.<br /><br />Isso explica o investimento de marcas tradicionalmente associadas ao universo feminino, como Dove e Nivea, em linhas completas para o homem brasileiro.<br /><br />No ano passado, a Unilever ampliou o portf&oacute;lio de Dove Men, com cremes de pentear, condicionador e dois tipos de xampu.<br /><br />A Nivea investiu no 3 em 1 -sabonete, xampu e gel de barbear em um s&oacute; produto.<br /><br />"O primeiro lote de importados esgotou tr&ecirc;s meses antes do previsto e ficamos sem produto", diz a diretora da Nivea Brasil. "Agora estamos estudando a possibilidade de produzir essa linha no pa&iacute;s."<br /><br />Marcas tradicionalmente masculinas, como a Gillette, tamb&eacute;m est&atilde;o ampliando o portf&oacute;lio. "A Gillette deixou de ser uma marca de l&acirc;minas e passou a ser uma marca de cuidados para o homem, com desodorantes e produtos para a pele", afirma a gerente de Comunica&ccedil;&atilde;o da P&amp;G Brasil, Juliana Gattaz.<br /><br />J&aacute; a Axe, marca de desodorantes e fragr&acirc;ncias da Unilever voltada para jovens de 15 a 24 anos, n&atilde;o tem data para trazer a linha completa de g&eacute;is de cabelo, sabonete l&iacute;quido e xampus, lan&ccedil;ada recentemente no exterior.<br /><br />Antes disso, a estrat&eacute;gia da marca, que trabalha com oito tipos de desodorantes e antitranspirantes no pa&iacute;s, passa pelo investimento em comunica&ccedil;&atilde;o. "Queremos fazer barulho no Brasil e nos transformar em uma marca relevante", diz Russell Taylor, vice-presidente global de Axe.<br /><br />O Brasil ter&aacute; um papel central na campanha que a marca lan&ccedil;a hoje em 60 pa&iacute;ses e que levar&aacute; um grupo de consumidores para uma viagem ao espa&ccedil;o. Ser&atilde;o 22 astronautas, sendo um brasileiro. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Granado tem planos para novas lojas e finaliza fábrica]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33143</link>
<pubDate>Tue, 08 Jan 2013 14:19:02 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: small;">Fabricante de produtos para higiene pessoal gostou de atuar no varejo e planeja mais unidades para este ano</span></em></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />Ela tem nome de princesa, vive cercada de tradi&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m tem o seu pr&oacute;prio imp&eacute;rio. N&atilde;o s&atilde;o poucas as semelhan&ccedil;as entre Sissi Freeman, diretora do grupo Granado, e a imperatriz Sissi da &Aacute;ustria (1837-1898). Por&eacute;m, a Sissi dos dias de hoje tem desafios maiores para dar conta. Filha do ingl&ecirc;s Christopher Freeman, que comprou a Granado em 1993, ela &eacute; a &uacute;nica da fam&iacute;lia, al&eacute;m do pai de 66 anos, interessada nos neg&oacute;cios. Os dois irm&atilde;os n&atilde;o quiseram se envolver com as linhas de polvilho antiss&eacute;ptico e sabonete da empresa criada em 1870.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mesmo assim, Sissi assegura que a fam&iacute;lia n&atilde;o tem a inten&ccedil;&atilde;o de procurar um s&oacute;cio ou se desfazer da empresa. E trabalha para dar conta das metas estabelecidas. Uma delas gira em torno da abertura de mais lojas da Phebo, marca de 82 anos comprada pelo grupo em 2004. A primeira unidade foi inaugurada em dezembro de 2012 no Village Mall, no Rio de Janeiro, e outras duas devem abrir as portas neste ano. "S&atilde;o Paulo pode ser um dos destinos", diz Sissi. Na ocasi&atilde;o, a empresa tamb&eacute;m ampliou o portf&oacute;lio. Al&eacute;m dos tradicionais sabonetes em barra e talcos, a empresa passou a comercializar 150 itens de maquiagem como sombra, blush e base para o rosto. "Ainda temos espa&ccedil;o para crescer com mais lan&ccedil;amentos neste segmento", diz Sissi.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">O grupo tamb&eacute;m possui lojas com a bandeira Granado. Ao todo s&atilde;o 16 unidades em opera&ccedil;&atilde;o e h&aacute; planos de inaugurar mais cinco at&eacute; o final de 2013. "Vamos chegar &agrave; regi&atilde;o Norte do pa&iacute;s com a abertura de uma loja em Bel&eacute;m", afirma. E a expans&atilde;o n&atilde;o se limitar&aacute; apenas ao Brasil. O grupo vai abrir um espa&ccedil;o de 40 metros quadrados na loja francesa de departamentos Le Bon March&eacute; em abril deste ano. Ser&aacute; o primeiro ponto de venda fora do pa&iacute;s.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Fabrica&ccedil;&atilde;o</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para suportar o crescimento, a companhia retomou a constru&ccedil;&atilde;o de sua f&aacute;brica em Japeri, na regi&atilde;o metropolitana do Rio de Janeiro, onde tamb&eacute;m possui um centro de distribui&ccedil;&atilde;o. As obras da unidade fabril foram paralisadas quando o grupo comprou a Phebo. Retomada em meados do ano passado, a expectativa &eacute; que ela comece a produzir a partir do in&iacute;cio do ano que vem. Parte da produ&ccedil;&atilde;o - como sabonete l&iacute;quido e polvilho antiss&eacute;ptico-concentrada na f&aacute;brica do bairro da Lapa, tamb&eacute;m no Rio de Janeiro, seja transferida para a nova planta. "Na Lapa temos alguns problemas relacionados a transportes, j&aacute; que trata-se da regi&atilde;o central do Rio de Janeiro", afirma. O grupo conta ainda com uma f&aacute;brica de sabonete em barra em Bel&eacute;m (PA).</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Crescimento</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em 2012, a empresa faturou R$ 240 milh&otilde;es e a meta &eacute; perseguir um aumento de 20% este ano. Mais lan&ccedil;amentos devem acontecer este ano. Na Granado a linha mais nova &eacute; a de esmaltes. Sissi diz ter se surpreendido com a venda de 36 mil unidades em um s&oacute; m&ecirc;s. A companhia foi fundada em 1870, pelo portugu&ecirc;s Jos&eacute; Ant&ocirc;nio Granado. Tratava-se de uma farm&aacute;cia que manipulava produtos com extratos vegetais de plantas e ervas. Em 1880 recebeu o t&iacute;tulo de Dom Pedro II de farm&aacute;cia oficial da fam&iacute;lia real brasileira. Christopher Freeman era consultor na d&eacute;cada de 1990 quando foi contratado pelos herdeiros da empresa para arrumar um comprador para ela. No final das contas ele mesmo arrematou a companhia.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[De volta às raízes, Nivea retoma crescimento e agrada investidor]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33102</link>
<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 12:35:58 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Mesmo depois de ter descartado Rihanna como "rosto" da Nivea, Stefan Heidenreich, CEO da alem&atilde; Beiersdorf, a empresa fabricante da marca de cremes, ainda vem atraindo investidores.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /><br />O executivo, que em agosto havia rejeitado a cantora por consider&aacute;-la sensual demais para a Nivea, viu as a&ccedil;&otilde;es subirem 41% em seu primeiro ano na empresa. Nos quatro anos anteriores a sua chegada, vindo da empresa aliment&iacute;cia su&iacute;&ccedil;a Hero, os pap&eacute;is mal haviam conseguido manter-se &agrave; tona. Sob o comando de Heidenreich, a empresa com sede em Hamburgo elevou em duas ocasi&otilde;es as proje&ccedil;&otilde;es de vendas, que estavam estagnadas desde 2008.<br /><br />Desistir de Rihanna, que a Nivea vinha usando em an&uacute;ncios desde 2011, foi parte do plano do executivo para levar a marca de volta &agrave;s ra&iacute;zes. Criar um logotipo e uma embalagem inspirada nas tradicionais latinhas da Nivea tamb&eacute;m foi outra parte. Ainda assim, Heidenreich tem muito caminho pela frente para justificar o valor da a&ccedil;&atilde;o, atualmente a que tem o terceiro maior m&uacute;ltiplo de pre&ccedil;o sobre o lucro projetado, entre as integrantes do &iacute;ndice DAX, referencial do mercado alem&atilde;o.<br /><br />"Os investidores ficaram satisfeitos em ver neste ano [2012] que o foco na marca principal Nivea deu resultado", diz o analista Daniel Lucht, da ResearchFarm, uma empresa londrina de pesquisas sobre varejo e bens de consumo. Os pr&oacute;ximos 12 meses, contudo, ser&atilde;o "muito mais duros."<br /><br />Entre os que estar&atilde;o observando de perto, est&atilde;o a bilion&aacute;ria fam&iacute;lia alem&atilde; Herz, dona de cerca de 51% da empresa, e a americana Procter &amp; Gamble, cujo CEO, Robert McDonald, desencadeou especula&ccedil;&otilde;es sobre uma poss&iacute;vel aquisi&ccedil;&atilde;o ao dizer em setembro de 2010 que a Nivea era uma "marca internacional tremenda".<br /><br />"Se eles estiverem satisfeitos com o novo &iacute;mpeto que Heidenreich trouxe, isso &eacute; &oacute;timo. Se n&atilde;o estiverem, sabe-se muito bem que h&aacute; outras partes externas interessadas" diz Chas Manso de Zuniga, analista do Soci&eacute;t&eacute; G&eacute;n&eacute;rale AS, em Londres. "Muitas pessoas consideram isso uma situa&ccedil;&atilde;o em que se vence de qualquer forma".<br /><br />Nem todos s&atilde;o t&atilde;o otimistas. "Ele tem, provavelmente, tr&ecirc;s ou quatro anos para levar isso a cabo [revigorar a companhia]", disse o analista Sebastian Frericks, da Bankhaus Metzler, em Frankfurt, que desde 2009 classifica as a&ccedil;&otilde;es com recomenda&ccedil;&atilde;o de "venda". Heidenreich n&atilde;o ser&aacute; necessariamente julgado este ano "porque algumas medidas, como inova&ccedil;&otilde;es, podem levar de 12 a 18 meses para ser implementadas, embora a Beiersdorf provavelmente volte a ficar com problemas se o crescimento desacelerar de novo".<br /><br />Neste momento, isso n&atilde;o &eacute; algo que analistas contemplem. A proje&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia para a receita em 2013 &eacute; de &euro; 6,3 bilh&otilde;es, segundo dados compilados pela Bloomberg, 4,9% a mais que o total estimado para 2012. A &uacute;ltima vez em que a Beiersdorf teve expans&atilde;o superior a essa foi em 2008.<br /><br />A valoriza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es da Beiersdorf em 2012 superou a alta de 29% do &iacute;ndice DAX, formado por 30 empresas. O papel da companhia fechou o ano a &euro; 61,88. Quando Heidenreich entrou na Beiersdorf, a cota&ccedil;&atilde;o era de &euro; 44,23 e no fim de 2007, de &euro; 53.<br /><br />Heidenreich, que entrou na empresa em janeiro de 2012 e se tornou CEO em abril, disse em sua primeira teleconfer&ecirc;ncia, em maio, que a empresa "vai jogar apenas onde puder vencer", o que ele identificou como a &aacute;rea de cuidados com a pele. O executivo de 50 anos afirmou que os produtos para a pele da Nivea devem significar confian&ccedil;a, seguran&ccedil;a e valores familiares. Deixar Rihanna de lado foi sua forma de mostrar o que queria dizer.<br /><br />"Foi um exemplo, bem p&uacute;blico, de uma decis&atilde;o vinda diretamente dele", disse o diretor de estrat&eacute;gia da FutureBrand, Charles Skinner. "Com essa a&ccedil;&atilde;o, a Nivea, que havia sa&iacute;do um pouco de sua trilha com a Rihanna, voltou a seus valores principais. Ele est&aacute; surfando uma onda de boa vontade dos investidores neste momento. O desafio ser&aacute; faz&ecirc;-la continuar."<br /><br />Analistas estimam que a Nivea represente cerca de 60% das vendas da Beiersdorf, de forma que promover o crescimento da marca de 102 anos &eacute; chave para os planos do executivo-chefe.<br /><br />Reabilitar o familiar logotipo azul redondo do produto e mudar a embalagem foi o primeiro passo do plano chamado "Agenda Azul", que ajudou a elevar as vendas da Nivea em 5,4% nos nove primeiros meses de 2012.<br /><br />Para manter o ritmo, Heidenreich vem colocando em pr&aacute;tica um programa de inova&ccedil;&atilde;o de produtos, em especial nos pa&iacute;ses emergentes. Um novo centro de pesquisa e desenvolvimento foi inaugurado em maio na China e outro est&aacute; em constru&ccedil;&atilde;o no M&eacute;xico, para operar em 2014.<br /><br />A ambi&ccedil;&atilde;o do CEO nos mercados emergentes pode ser notada pela equipe que montou. Em maio, contratou Stefan De Loecker, ex-chefe das opera&ccedil;&otilde;es da Nestl&eacute; na R&uacute;ssia, para ocupar o conselho respons&aacute;vel por R&uacute;ssia, Turquia, Oriente M&eacute;dio, &Aacute;frica e &Iacute;ndia. Patrick Kaminski veio da Henkel para cuidar de China, Tail&acirc;ndia, Vietn&atilde;, Indon&eacute;sia e Austr&aacute;lia. "Ele vem investindo mais agressivamente em pessoas", diz Frericks.<br /><br />Al&eacute;m de elevar as vendas, Heidenreich comprometeu-se a combater os custos "persistentemente", para melhorar a rentabilidade. A promessa inclui reduzir o or&ccedil;amento de marketing da empresa em uma Europa assolada pela crise e cortar investimentos em publicidade na China, onde a Beiersdorf almeja igualar despesas e receitas em 2014.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Venda não sai e Jequiti vira parceira da Coty]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33094</link>
<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 12:08:46 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Jequiti, empresa de venda de cosm&eacute;ticos porta a porta do grupo Silvio Santos, recusou as ofertas de compra feitas pela fabricante francesa de perfumes Coty, mas as negocia&ccedil;&otilde;es entre as duas companhias terminaram em parceria. "Ficamos amigos", diz L&aacute;saro do Carmo Jr., executivo-chefe da Jequiti. A empresa brasileira fechou acordos para envasar algumas das fragr&acirc;ncias da Coty no pa&iacute;s e vend&ecirc;-las com exclusividade por meio de sua rede de consultoras.<br /><br />A ideia &eacute; ter parcerias n&atilde;o s&oacute; com a Coty, mas com outras companhias internacionais. A estrat&eacute;gia, que Carmo Jr. chama de "democratiza&ccedil;&atilde;o do luxo", ser&aacute; refor&ccedil;ada em 2013. "Vamos trazer marcas importadas importantes a pre&ccedil;os acess&iacute;veis", diz o executivo. O pre&ccedil;o do produto envasado no Brasil chega a custar metade do mesmo item importado.<br /><br />Com a Coty, j&aacute; foram fechados contratos para vender perfumes assinados pelas cantoras americanas Beyonc&eacute;, Jennifer Lopez, Britney Spears, Christina Aguilera e Madonna. A Jequiti paga royalties sobre a venda, que giram em torno de 6%. A col&ocirc;nia Truth or Dares by Madonna foi lan&ccedil;ada em dezembro e custa R$ 139. O Eau de Parfum Christina Aguilera chegou aos cat&aacute;logos em setembro por R$ 150. Na mesma &eacute;poca, a Natura colocou no mercado seu perfume mais caro, o Natura Una Deo Parfum, ao pre&ccedil;o de R$ 149.<br /><br />Perfumes, "splashes" (tipo de fragr&acirc;ncia mais leve) e desodorantes representam 50% do faturamento da Jequiti. A companhia tamb&eacute;m aposta em celebridades nacionais, como Adriane Galisteu, Claudia Leitte e F&aacute;bio Jr., para alavancar as vendas do segmento. A col&ocirc;nia de Galisteu custa R$ 69 e vendeu 100 mil unidades em 21 dias. Do lan&ccedil;amento, em agosto, at&eacute; agora, foram cerca de 350 mil pedidos, estima Carmo.<br /><br />O portf&oacute;lio da Jequiti &eacute; produzido por sete empresas terceirizadas. O projeto de uma f&aacute;brica pr&oacute;pria, anunciada pela companhia em 2009, pode finalmente sair do papel em fevereiro. Silvio Santos j&aacute; deu o aval e falta definir o munic&iacute;pio que vai abrigar a instala&ccedil;&atilde;o: Jundia&iacute; (SP) ou Osasco (onde fica a sede da empresa e seu centro de distribui&ccedil;&atilde;o, na Grande S&atilde;o Paulo).<br /><br />Diferentemente do projeto original, que previa investimento de R$ 100 milh&otilde;es para abrigar toda a produ&ccedil;&atilde;o, a f&aacute;brica deve consumir recursos bem menores, j&aacute; que vai produzir apenas parte do mix (justamente perfumes, "splashes" e desodorantes). De acordo com Carmo, o investimento pode ser at&eacute; menor que R$ 50 milh&otilde;es.<br /><br />A empresa de cosm&eacute;ticos de Silvio Santos tamb&eacute;m estuda ter um centro de distribui&ccedil;&atilde;o (CD) em Goi&aacute;s, para atender as regi&otilde;es Norte e Nordeste. Hoje, a Jequiti opera com um CD em Osasco, que foi ampliado em 2012. A &aacute;rea aumentou de 8 mil m2 para 18 mil m2.<br /><br />Ap&oacute;s crescer de forma acelerada em seus primeiros anos de vida - chegou a triplicar de tamanho em 2009 -, a Jequiti se deparou com um crescimento de apenas 16% em 2011, metade do que esperava, para R$ 410 milh&otilde;es. Naquele ano, o mercado de venda direta foi afetado pelo mau desempenho das gigantes Natura e Avon, que tiveram problemas com a entrega de produtos. Carmo n&atilde;o revela n&uacute;meros de 2012. Ele diz apenas que o crescimento decepcionou novamente, mas que o resultado operacional foi melhor do que no ano anterior. "O ano come&ccedil;ou dif&iacute;cil e foi melhorando", afirma.<br /><br />Em 2012, a Jequiti contratou o Barclays para buscar um s&oacute;cio. A Coty e a L'Or&eacute;al chegaram a fazer propostas formais de compra, mas Silvio Santos desistiu de fazer neg&oacute;cio e o banco n&atilde;o tem mais o mandato de venda. "Ele acredita muito na empresa", diz Carmo, que calcula que o apresentador de programas de audit&oacute;rio tenha investido R$ 300 milh&otilde;es na Jequiti desde outubro de 2006, quando a companhia foi criada.<br /><br />Sem um novo acionista, a Jequiti busca aumentar sua efici&ecirc;ncia. Contratou uma empresa para renegociar acordos com fornecedores e colocou a f&aacute;brica no topo das prioridades. "Os bancos de investimento dizem que somos a maior empresa sem f&aacute;brica no mundo", conta Carmo. Al&eacute;m disso, o plano &eacute;, claro, vender mais para ganhar escala. A Jequiti vende uma m&eacute;dia de 1,5 milh&atilde;o de unidades ao m&ecirc;s, de um portf&oacute;lio de 1.050 produtos. "Daqui para frente, vamos crescer com produtividade".<br /><br />O executivo diz que entra em 2013 "com o p&eacute; no ch&atilde;o" e projeta um crescimento em torno de 15%. A Jequiti vai investir R$ 20 milh&otilde;es em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) e mais de R$ 30 milh&otilde;es em comunica&ccedil;&atilde;o, principalmente em a&ccedil;&otilde;es no canal do Sistema Brasileiro de Televis&atilde;o (SBT), onde a marca &eacute; promovida em comerciais frequentes e programas de audit&oacute;rio. A empresa tem 190 mil consultoras e planeja encerrar o ano com mais de 210 mil.<br /><br />As parcerias s&atilde;o um caminho encontrado pela Jequiti para ser mais competitiva. Al&eacute;m de concorrer com nomes como Avon e Natura, que constru&iacute;ram suas marcas ao longo de mais de quatro d&eacute;cadas no Brasil, a Jequiti disputa espa&ccedil;o com as novas entrantes do mercado de venda direta, como a Eudora (do grupo Botic&aacute;rio) e a peruana Belcorp. Sem contar outros canais que t&ecirc;m avan&ccedil;ado na venda de cosm&eacute;ticos, como o de franquias (especialmente as lojas O Botic&aacute;rio) e farm&aacute;cias.<br /><br />Ap&oacute;s trabalhar na Natura e na Sanofi, Carmo, de 44 anos, assumiu o comando da Jequiti em 2008 e conquistou a confian&ccedil;a do chefe. Em 2010, tornou-se tamb&eacute;m vice-presidente do grupo Silvio Santos. Conversa com o apresentador todos os dias por telefone e frequenta sua casa, onde se re&uacute;nem semanalmente. "Ele gosta de saber de tudo", diz o executivo.<br /><br />Por conta das parcerias, a equipe da Coty no Brasil - cerca de dez pessoas - vive nos corredores da Jequiti. Perguntado se a companhia francesa fez novas ofertas em 2012, Carmo respondeu: "A Coty faz proposta sempre". Ele afirma que a Jequiti n&atilde;o est&aacute; mais procurando s&oacute;cio, mas durante a entrevista repetiu pelo menos duas vezes: "no mundo dos neg&oacute;cios, nunca diga nunca". Se a amizade vai dar em casamento, s&oacute; o tempo dir&aacute;.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[A gaúcha Memphis é alvo constante de assédio de gigantes do ramo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33080</link>
<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 10:12:31 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Neste ano, um dos objetivos da sexagen&aacute;ria &eacute; dar cara nova a tradicionais linhas de produtos para atrair os consumidores mais jovens</em><br /><br /><br />Assim como a personagem cercada por rosas que lembra uma princesa de conto de fadas e h&aacute; mais de seis d&eacute;cadas simboliza a linha Alma de Flores, &iacute;cone da perfumaria brasileira, a ga&uacute;cha Memphis pouco precisou mudar para resistir. E, mais do que perseverar, assegurar crescimento em um mercado dominado por concorrentes multinacionais e bilion&aacute;rios.<br /><br />Nascida em 1949 pelas m&atilde;os empreendedoras do imigrante Carlos Lutz, alem&atilde;o que chegou jovem ao pa&iacute;s fugindo da II Guerra Mundial, a Memphis conservou ao longo dos anos a ess&ecirc;ncia tanto de seus sabonetes e desodorantes quanto a de um neg&oacute;cio familiar.<br /><br />Novamente a exemplo dos produtos que fabrica, como os tamb&eacute;m tradicionais Senador e 4 Esta&ccedil;&otilde;es, bastaram retoques para a empresa garantir o quinto posto entre as maiores do setor no pa&iacute;s, suplantada apenas por gigantes como Unilever, Colgate-Palmolive, Flora (do grupo JBS) e N&iacute;vea.<br /><br />Embora integrantes da terceira fam&iacute;lia ocupem posi&ccedil;&otilde;es de lideran&ccedil;a na empresa, a Memphis caminhou para a ado&ccedil;&atilde;o de uma gest&atilde;o mais profissionalizada, partiu para um conselho com membros independentes e a publica&ccedil;&atilde;o de balan&ccedil;os auditados.<br /><br />Empresa pretende ampliar as op&ccedil;&otilde;es de produtos em 2013<br /><br />Por ser a maior empresa sob controle familiar brasileira no ramo de higiene pessoal, setor que no pa&iacute;s cresce a altas taxas devido ao avan&ccedil;o da renda do brasileiro, a Memphis &eacute; alvo constante de ass&eacute;dio de grupos maiores, admite Andr&eacute; Nedeff Dall'Onder, diretor de vendas e marketing da companhia.<br /><br />&mdash; Sofremos ass&eacute;dio como toda empresa nacional, s&oacute;lida, lucrativa e bem posicionada no mercado &mdash; confirma Andr&eacute;.<br /><br />Mas a fam&iacute;lia decidiu resistir. E n&atilde;o ceder tamb&eacute;m &agrave; guerra fiscal que impera entre os Estados brasileiros. Mesmo que na ponta do l&aacute;pis uma mudan&ccedil;a sugira vantagens, a Memphis tamb&eacute;m n&atilde;o cede &agrave;s recorrentes cantadas de governos do Sudeste e do Centro-Oeste para, em troca de polpudos incentivos tribut&aacute;rios, transferir a produ&ccedil;&atilde;o das f&aacute;bricas de Porto Alegre, onde tamb&eacute;m est&aacute; a matriz, e Port&atilde;o, no Vale do Sinos.<br /><br />&mdash; Decidimos nos manter no Rio Grande do Sul. Ficar e garantir a competitividade aqui &mdash; explica Dall'Onder.<br /><br />Para continuar rivalizando com grupos maiores, al&eacute;m de apostar em nichos e valor agregado, a Memphis vai investir R$ 10 milh&otilde;es em 2013 e 2014 para elevar a produtividade e melhorar processos nas f&aacute;bricas.<br /><br />Em outra frente, ser&aacute; aberto este ano em Extrema (MG) o quinto centro de distribui&ccedil;&atilde;o no Brasil &mdash; os outros est&atilde;o em S&atilde;o Paulo, Rio, Bahia e Para&iacute;ba. Outra ofensiva da Memphis ser&aacute; repaginar este ano toda a linha Senador, al&eacute;m de ampliar o leque de produtos &mdash; hoje cerca de 200, divididos sob oito marcas.<br /><br />Por tr&aacute;s da decis&atilde;o de arejar as linhas tradicionais, como a recente transi&ccedil;&atilde;o nas embalagens da Alma de Flores, sem ferir a identidade da marca, est&aacute; a constata&ccedil;&atilde;o de que, apesar da prote&ccedil;&atilde;o de um p&uacute;blico fiel mas maduro, &eacute; preciso certa dose de renova&ccedil;&atilde;o para tamb&eacute;m atrair o consumidor mais jovem e garantir a perpetua&ccedil;&atilde;o e a sa&uacute;de financeira da empresa. Assim, a Memphis pretende garantir suas ess&ecirc;ncias.<br /><br />Perfil<br /><br />&mdash; Funda&ccedil;&atilde;o: 1949<br /><br />&mdash; Principais marcas: Alma de Flores, Senador, Biocrema, 4 Esta&ccedil;&otilde;es e Ann Bow<br /><br />&mdash; Produtos: sabonetes, desodorantes, talcos, hidratantes e deo col&ocirc;nias<br /><br />&mdash; F&aacute;bricas: Porto Alegre e Port&atilde;o<br /><br />&mdash; Funcion&aacute;rios: 300<br /><br />&mdash; Faturamento: R$ 120 milh&otilde;es em 2012 e proje&ccedil;&atilde;o de crescimento de 20% este ano<br /><br />&nbsp;<br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Novas normas da Anvisa para protetores solares aumentam proteção ao consumidor]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=33069</link>
<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 09:34:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daqui a um ver&atilde;o os consumidores brasileiros encontrar&atilde;o nas prateleiras de farm&aacute;cias e drogarias protetores solares mais eficazes no cuidado com os raios solares. Isto porque a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) aprovou novas regras para estes produtos, que entrar&atilde;o em vigor em 2014. A partir desta data, o Fator de Prote&ccedil;&atilde;o Solar (FPS) m&iacute;nimo, por exemplo, ir&aacute; subir de dois para seis.<br /><br />Mesmo assim, alerta o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), os especialistas recomendam o uso de produtos com o FPS bem mais alto. Segundo os dermatologistas, o ideal &eacute; que o FPS m&iacute;nimo esteja em torno de 30. Isso porque o c&aacute;lculo do fator de prote&ccedil;&atilde;o corresponde ao tempo de exposi&ccedil;&atilde;o ao sol (por exemplo, um protetor solar de grau 40 permite que a pessoa fique 40 vezes mais tempo exposta ao sol sem se queimar em compara&ccedil;&atilde;o com a pele totalmente desprotegida). Recentemente, uma pesquisa da Proteste - Associa&ccedil;&atilde;o de Consumidores reprovou uma s&eacute;rie de produtos do tipo por protegerem menos do que indicam os r&oacute;tulos.<br /><br />A Anvisa estipulou tamb&eacute;m que dever&aacute; existir uma propor&ccedil;&atilde;o entre a prote&ccedil;&atilde;o contra os raios UVB - que causa a ard&ecirc;ncia e queimaduras na pele - e a prote&ccedil;&atilde;o contra raios UVA - respons&aacute;veis pelo envelhecimento da pele e aparecimento de rugas -, e isso precisar&aacute; ser comprovado pelo fabricante.<br /><br />Uma pesquisa realizada em 2011 pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) constatou que 59,85% dos entrevistados se exp&otilde;em &agrave; luz solar sem qualquer prote&ccedil;&atilde;o, enquanto que apenas 34,31% usam protetor solar. Al&eacute;m disso, a maior parte dos homens n&atilde;o usa qualquer prote&ccedil;&atilde;o contra o sol - cerca de 79% contra apenas 15,13% que usam protetor. De acordo com os resultados, as mulheres demonstram se cuidar mais, pois enquanto 49,03% usam o produto, 45,16% n&atilde;o usam.<br /><br />Nenhum produto oferece 100% de prote&ccedil;&atilde;o<br /><br />Tamb&eacute;m ficar&aacute; proibido denominar qualquer produto como bloqueador solar ou divulgar 100% de prote&ccedil;&atilde;o. Isso porque, na pr&aacute;tica, &eacute; imposs&iacute;vel alcan&ccedil;ar a "prote&ccedil;&atilde;o total" divulgada, ressalta o Idec, at&eacute; porque as pessoas n&atilde;o t&ecirc;m o h&aacute;bito de reaplicar o produto a cada duas horas, como &eacute; recomendado, nem de usar a quantidade ideal, que deve ser sempre abundante.<br /><br />Uma das mudan&ccedil;as mais importantes se refere justamente a essas dicas, pois a necessidade de reaplica&ccedil;&atilde;o do produto dever&aacute; constar no r&oacute;tulo. Com a nova lei, comunicar o n&iacute;vel de resist&ecirc;ncia do protetor &agrave; &aacute;gua se torna obrigat&oacute;rio. No entanto, para divulgar no r&oacute;tulo que o produto tem resist&ecirc;ncia ser&aacute; necess&aacute;rio comprovar tal qualidade.<br /><br />O Idec avalia que, com acesso a estas informa&ccedil;&otilde;es, o consumidor poder&aacute; optar pelo produto que traz o maior benef&iacute;cio &agrave; sa&uacute;de, analisando qual o n&iacute;vel de efic&aacute;cia do protetor solar, n&atilde;o s&oacute; quando em contato com a &aacute;gua, como em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo - RJ</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Brasil centraliza pesquisas da Johnson & Johnson]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32920</link>
<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 12:21:41 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">CPT da empresa ser&aacute; o respons&aacute;vel global para criar produtos de prote&ccedil;&atilde;o solar e de cuidados femininos<br /> <br /> Quando se pensa em um produto voltado &agrave; sa&uacute;de ou &agrave; beleza, uma das marcas lembradas &eacute; Johnson &amp; Johnson, com atua&ccedil;&atilde;o global. No Brasil, a empresa tem motivos para comemora&ccedil;&otilde;es. &Eacute; que o Centro de Pesquisa e Tecnologia da Johnson&amp;Johnson Brasil Produtos de Consumo est&aacute; completando 40 anos. O CPT, como &eacute; conhecido pelos funcion&aacute;rios da empresa, foi o respons&aacute;vel pelo desenvolvimento de diversos produtos que fazem parte da vida de milhares de brasileiros, como a primeira marca de protetor solar do Pa&iacute;s, lan&ccedil;ado em 1984, o Sundown. <br /> <br /> Este ano a marca foi relan&ccedil;ada, oferecendo tecnologia, desenvolvida no CPT, que permite que o filtro solar fixe na pele molhada. Ainda na &aacute;rea de protetores, o Centro criou a f&oacute;rmula do protetor solar facial de uso di&aacute;rio &ldquo;RoC Minesol Oil Control FPS 70&rdquo;, voltado aos brasileiros, que t&ecirc;m a pele mais oleosa. Outra novidade &eacute; a inaugura&ccedil;&atilde;o de dois novos centros no pa&iacute;s. &ldquo;A vinda desses centros globais &eacute; um reconhecimento ao trabalho que desenvolvemos ao longo deste per&iacute;odo e tamb&eacute;m demonstra o quanto o Brasil &eacute; importante para a companhia&rdquo;, afirma Samuel Santos, vice- presidente do CPT, acrescentando que o CPT daqui &eacute; respons&aacute;vel pelo lan&ccedil;amento de diversos produtos tanto nas &aacute;reas de prote&ccedil;&atilde;o solar e cuidados femininos quanto em outras frentes, como cuidados com a sa&uacute;de bucal e com beb&ecirc;s. <br /> <br /> Outras marcas ic&ocirc;nicas foram desenvolvidas no CPT, como Sempre Livre, primeiro absorvente aderente &agrave; calcinha do mercado brasileiro e o primeiro a oferecer a op&ccedil;&atilde;o com abas, muito utilizada pelas brasileiras. Al&eacute;m disso, outras inova&ccedil;&otilde;es foram criadas no pa&iacute;s, como a vers&atilde;o Sempre Livre Adapt, que &eacute; mais estreito na parte traseira e, com isso, se adapta melhor &agrave;s calcinhas menores, as mais usadas pelas brasileiras. <br /> <br /> E este ano, no seu 40&ordm; anivers&aacute;rio, o CPT passa a ser respons&aacute;vel pela pesquisa e desenvolvimento mundial de produtos ligados &agrave;s &aacute;reas de prote&ccedil;&atilde;o solar e cuidados femininos, respondendo pelas marcas Sundown, RoC, Neutrogena, Sempre Livre e Carefree. <br /> <br /> Novos produtos <br /> <br /> O Centro foi inaugurado em 1956, na Avenida do Estado, na capital paulista e, em 1972, foi transferido para S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, onde est&aacute; at&eacute; hoje. <br /> <br /> Al&eacute;m do desenvolvimento de produtos, o CPT &eacute; respons&aacute;vel por assuntos m&eacute;dicos, regulat&oacute;rios, transfer&ecirc;ncia de tecnologia do laborat&oacute;rio para escala industrial, suporte a produtos j&aacute; existentes, opera&ccedil;&otilde;es de pesquisa, testes biol&oacute;gicos e de estabilidade, entre outros. <br /> <br /> Em 2012, houve aumento de 15% no quadro de colaboradores, cujo n&uacute;mero chega hoje a 200. Respons&aacute;veis por suprir os pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina, os cientistas do CPT brasileiro respons&aacute;veis pelo desenvolvimento de produtos se dividem em &aacute;reas: cuidados com a sa&uacute;de bucal, com a pele e sa&uacute;de feminina. H&aacute; tamb&eacute;m pesquisas para o desenvolvimento de medicamentos isentos de prescri&ccedil;&atilde;o. No Brasil desde 1934, a empresa oferece mais de 140 produtos e emprega cerca de cinco mil funcion&aacute;rios em v&aacute;rias partes do pa&iacute;s.<br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[J&J reforça marca Sundown]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32875</link>
<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 11:12:57 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para aproveitar a alta na demanda por protetor solar durante o ver&atilde;o, a Johnson &amp; Johnson refor&ccedil;a o portf&oacute;lio da marca Sundown em um segmento que dobra de tamanho a cada dois anos: os protetores em spray. J&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel para os consumidores a nova linha do produto cujos filtros solares atravessam a &aacute;gua, permitindo a prote&ccedil;&atilde;o mesmo com a pele molhada. <br /> <br /> Com essa inova&ccedil;&atilde;o, a companhia pretende manter um crescimento m&eacute;dio acima do mercado. Segundo dados da Nielsen divulgados pela empresa, esse segmento apresenta em m&eacute;dia uma alta de 52,1% ao ano desde 2009, sendo que no estado de S&atilde;o Paulo, uma das principais pra&ccedil;as para o consumo de protetor solar em spray, a Sundown obteve aumento m&eacute;dio de 54,2%, considerando os &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. &ldquo;Este ser&aacute;umver&atilde;o muito quente, e com alto n&uacute;mero de feriados, o que influencia ainda mais o consumodesta categoria&rdquo;, diz Fernanda Pincherle, gerente de produto da marca Sundown.<br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Nem todo protetor solar protege de queimaduras]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32768</link>
<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 09:02:48 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Testes revelam que prote&ccedil;&atilde;o de produtos ficou abaixo da anunciada nas embalagens, mas componentes cancer&iacute;genos, detectados em 2011, n&atilde;o foram achados nas amostras deste ano<br /><br /><br />A rela&ccedil;&atilde;o do brasileiro com o sol mudou nos &uacute;ltimos anos e o filtro solar entrou para a lista de despesas do brasileiro. Fl&aacute;via N&oacute;brega, representante comercial, &eacute; av&oacute; de Luisa, de 8 anos. Ao contr&aacute;rio do que ocorria quando era crian&ccedil;a, Fl&aacute;via passa generosas camadas de filtro solar na menina, para garantir que ela fique protegida do sol. Recentemente, passou a comprar para a neta um filtro solar adequado para crian&ccedil;as, porque foi informada de que o produto infantil tem propriedades diferentes, indicadas para os pequenos. Ainda assim, as d&uacute;vidas sobre o produto, que, principalmente no ver&atilde;o, n&atilde;o pode sair da bolsa do brasileiro, s&atilde;o muitas e, segundo a Proteste &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o de Consumidores &eacute; preciso ficar atento ao fator de prote&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Pelo segundo ano consecutivo, a associa&ccedil;&atilde;o testou marcas de produtos vendidos no mercado brasileiro e constatou que o fator de prote&ccedil;&atilde;o ficou abaixo do anunciado no r&oacute;tulo da embalagem. Apesar do alerta aos consumidores, este ano a pesquisa trouxe uma informa&ccedil;&atilde;o positiva. Segundo Maria In&ecirc;s Dolci, coordenadora institucional da Proteste, componentes cancer&iacute;genos n&atilde;o foram encontrados nas amostras, ao contr&aacute;rio do que ocorreu nos testes de 2011.<br /><br />Entre os produtos testados, os protetores Nivea Sun e Banana Boat indicavam fator de prote&ccedil;&atilde;o solar (FPS) 30, mas o teste indicou 13 e 10, respectivamente. Outras marcas testadas tamb&eacute;m tiveram o FPS abaixo do informado ao consumidor. Botic&aacute;rio (25), Sundown (26), Avon (27), Coppertone (27) e Red Apple (27). &ldquo;Consideramos esse resultado muito grave. A informa&ccedil;&atilde;o dada ao consumidor &eacute; falsa. &Eacute; preciso lembrar ainda que estamos em um pa&iacute;s tropical, com alta incid&ecirc;ncia de c&acirc;ncer de pele&rdquo;, aponta Maria In&ecirc;s. Segundo ela, os resultados ser&atilde;o encaminhados &agrave; Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) com o pedido de averigua&ccedil;&otilde;es.<br /><br />J&aacute; os protetores infantis, todos tiveram o FPS aprovado. Entretanto, a consumidora Fl&aacute;via N&oacute;brega diz que tem d&uacute;vidas quanto &agrave; resist&ecirc;ncia do filtro e acha que tanto ela quanto a neta se bronzeiam mais do que deveriam. Sua colega de nata&ccedil;&atilde;o, a psic&oacute;loga Regina C&eacute;lia Campos, diz que prefere os fatores mais altos, acima de 30, mas tamb&eacute;m tem a sensa&ccedil;&atilde;o de que os produtos n&atilde;o resistem por muito tempo na &aacute;gua. Outra quest&atilde;o que preocupa &eacute; o pre&ccedil;o. &ldquo;Pago R$ 30 por um protetor de 50ml. &Eacute; muito caro&rdquo;, aponta Fl&aacute;via.<br /><br />FABRICANTES<br /><br />Os fabricantes dos protetores que foram testados pela Proteste afirmam que os produtos seguem as normas da Anvisa e garantiram a qualidade dos produtos, contestando o resultado do teste.<br /><br />A Johnson &amp; Johnson Consumo Brasil, detentora da marca Sundown, afirmou em nota que todos os seus produtos seguem a legisla&ccedil;&atilde;o nacional, s&atilde;o testados e aprovados pela Anvisa. &ldquo;S&atilde;o submetidos a testes em institui&ccedil;&otilde;es externas, id&ocirc;neas e reconhecidas, que chancelam a qualidade e a confiabilidade dos nossos produtos.&rdquo; A Energizer, da marca Banana Boat, informou que, em rela&ccedil;&atilde;o aos testes divulgados pela Proteste, se mant&eacute;m alinhada &agrave; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec), ressaltando que a empresa tamb&eacute;m cumpre todas as normas de certifica&ccedil;&atilde;o da Anvisa.<br /><br />Em nota, a BDF N&iacute;vea garantiu que s&atilde;o realizados no Centro de Pesquisa da companhia, na Alemanha, processos que objetivam garantir a m&aacute;xima efic&aacute;cia e seguran&ccedil;a das formula&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Todos os produtos da marca s&atilde;o desenvolvidos sob os mais r&iacute;gidos protocolos globais de qualidade e seguran&ccedil;a, bem como atendem todas as exig&ecirc;ncias legais dos pa&iacute;ses nos quais a companhia atua.&rdquo; A Avon informou que &ldquo;garante a seguran&ccedil;a e efic&aacute;cia de todos os produtos desenvolvidos e comercializados, realizando os testes necess&aacute;rios e aprovados pelas entidades que regulam a ind&uacute;stria cosm&eacute;tica, nos mais de 100 pa&iacute;ses em que atua&rdquo;.<br /><br />O laborat&oacute;rio Schering Plough, detentor da marca Coppertone, garantiu que os produtos da marca s&atilde;o aprovados com rigor cient&iacute;fico, j&aacute; que obedecem a padroniza&ccedil;&otilde;es nacionais e internacionais. Informou ainda que os produtos s&atilde;o testados seguindo metodologia internacional de teste de produto direto na pele de volunt&aacute;rios (in vivo).<br /><br />O fabricante O Botic&aacute;rio ressaltou que o protetor solar Golden Plus 30 foi registrado na Anvisa, cumprindo todos os requisitos de seguran&ccedil;a e efic&aacute;cia da legisla&ccedil;&atilde;o vigente. &ldquo;Antes de chegar &agrave;s lojas, todos os produtos da marca passam por rigorosos testes de qualidade e seguran&ccedil;a.&rdquo; A Red Apple foi procurada pela reportagem do Estado de Minas, mas n&atilde;o retornou as liga&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Segundo Maria In&ecirc;s, os testes da Proteste (in vitro) seguem padr&otilde;es internacionais e s&atilde;o utilizados em v&aacute;rios pa&iacute;ses. &ldquo;O que &eacute; importante &eacute; garantir a prote&ccedil;&atilde;o solar informada ao consumidor.&rdquo;<br /><br />Pre&ccedil;o preocupa consumidores e m&eacute;dicos<br /><br />A dermatologista Ana Cl&aacute;udia de Brito Soares, que integra a diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia em Minas Gerais, explica que o consumidor deve estar mesmo atento. Segundo a m&eacute;dica, o filtro solar deve ser bem aplicado, sem economia. Da forma como &eacute; usado por grande parte da popula&ccedil;&atilde;o, o produto j&aacute; come&ccedil;a a agir perdendo de 20% a 50% de sua efic&aacute;cia. &ldquo;&Eacute; preciso tamb&eacute;m reaplicar o produto a cada duas horas e sempre que entrar na piscina, se molhar ou mesmo quando suar.&rdquo;<br /><br />O pre&ccedil;o &eacute; uma quest&atilde;o que preocupa n&atilde;o s&oacute; os consumidores, mas tamb&eacute;m os especialistas. Ana Cl&aacute;udia diz que j&aacute; existe no pa&iacute;s prefeituras distribuindo o produto gratuitamente e que algumas empresas consideram o filtro solar um equipamento de prote&ccedil;&atilde;o individual de uso obrigat&oacute;rio. &ldquo;O c&acirc;ncer de pele &eacute; de maior incid&ecirc;ncia no pa&iacute;s. Apesar disso, o filtro ainda &eacute; caro para a maioria da popula&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<br /><br />Isadora Marques &eacute; estudante de pedagogia e durante as f&eacute;rias &eacute; bab&aacute; de Matis Mata Machado. No clube n&atilde;o descuida do protetor solar do menino, que aos 6 anos usa filtro fator 50. &ldquo;Confio na prote&ccedil;&atilde;o indicada no r&oacute;tulo&rdquo;, comenta. Isadora tamb&eacute;m usa diariamente no rosto filtro fator 30. &ldquo;Esse cuidado &eacute; muito importante para prevenir doen&ccedil;a, mas o filtro solar &eacute; muito caro. No meu caso, uso o produto manipulado e nunca desconfiei que a prote&ccedil;&atilde;o poderia ser menor do que a indicada. &Eacute; importante a fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Anvisa.&rdquo; (MC)<br /><br />O que diz a lei<br /><br />Art. 4&ordm; &ndash; A Pol&iacute;tica Nacional das Rela&ccedil;&otilde;es de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores:<br />d) pela garantia dos produtos e servi&ccedil;os com padr&otilde;es adequados de qualidade, seguran&ccedil;a, durabilidade e desempenho;<br />IV &ndash; educa&ccedil;&atilde;o e informa&ccedil;&atilde;o de fornecedores e consumidores quanto aos seus direitos e deveres, com vistas &agrave; melhoria do mercado de consumo;<br />Art. 6&ordm; &ndash; S&atilde;o direitos b&aacute;sicos do consumidor:<br />III &ndash; a informa&ccedil;&atilde;o adequada e clara sobre os diferentes produtos e servi&ccedil;os, com especifica&ccedil;&atilde;o correta de quantidade, caracter&iacute;sticas, composi&ccedil;&atilde;o, qualidade e pre&ccedil;o, bem como sobre os riscos que apresentem.<br />Fonte: C&oacute;digo de Defesa do Consumidor (CDC)<br /><br />... Novas regras s&oacute; em 2014<br /><br />A Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) aprovou novas regras para o protetor solar vendido no Brasil, que v&atilde;o entrar em vigor em 2014. A partir dessa data, o fator de prote&ccedil;&atilde;o solar (FPS) m&iacute;nimo vai subir de dois para seis. As empresas tamb&eacute;m n&atilde;o poder&atilde;o mais utilizar a informa&ccedil;&atilde;o FPS 100 para n&atilde;o dar ao consumidor a impress&atilde;o de uma prote&ccedil;&atilde;o total. Poder&atilde;o utilizar, por exemplo, 50+ ou 60+. O FPS indicado para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira&nbsp; &eacute; no m&iacute;nimo 20. Um filtro&nbsp; com FPS 30 protege at&eacute; 85%, enquanto o FPS 100 chega a 98% de prote&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Cosméticos produzidos no Rio Grande do Sul ganham o exterior]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32760</link>
<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 07:54:06 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>QOD Cosmetic tem mix superior a 90 produtos e contabiliza 85% da sua fabrica&ccedil;&atilde;o voltada a compradores localizados fora do Brasil</em><br /><br /><br />Quatro anos atr&aacute;s, frente a um mercado de artigos de beleza promissor, uma distribuidora de cosm&eacute;ticos ga&uacute;cha, detentora de uma clientela superior a dois mil sal&otilde;es de beleza no Estado, decidiu al&ccedil;ar voo sozinha e dar in&iacute;cio &agrave; fabrica&ccedil;&atilde;o de itens pr&oacute;prios. E, apesar do pouco tempo de mercado, a QOD Cosmetic, com sede em Porto Alegre, vem observando um crescimento acelerado e conquistando importantes mercados mundo afora. Do come&ccedil;o com linha de no m&aacute;ximo quatro produtos capilares focados no uso profissional, hoje a companhia ostenta um mix superior a 90 itens, alguns dos quais chegaram recentemente ao varejo para o grande p&uacute;blico, gra&ccedil;as a uma amplia&ccedil;&atilde;o que quase triplicou a capacidade produtiva da empresa.<br /><br />O &ecirc;xito alcan&ccedil;ado nos &uacute;ltimos anos deve-se principalmente ao foco nas exporta&ccedil;&otilde;es, correspondentes a 85% da produ&ccedil;&atilde;o da QOD. Somente em 2011 foram cerca de 210 toneladas, enviadas para 60 pa&iacute;ses, montante que deve chegar a 270 toneladas at&eacute; o fim deste ano. O mais novo destino dos produtos &eacute; Israel, que passa agora a ter uma representa&ccedil;&atilde;o da empresa. O contrato foi firmado com expectativa de comercializa&ccedil;&atilde;o de 12 toneladas de itens entre xampus, condicionadores e linhas de tratamentos no per&iacute;odo de um ano. <br /><br />O diretor da QOD Cosmetic, Fernando Hilal, acredita que a parceria tem grandes chances de ser bem-sucedida. Diante de um mercado israelense bastante dependente de importa&ccedil;&otilde;es e com consumidores exigentes, Hilal aposta em produtos de alto valor agregado para estabelecer uma nova e perene rela&ccedil;&atilde;o comercial. &ldquo;Ficamos tr&ecirc;s semanas negociando, com o envio de amostras&rdquo;, diz. &ldquo;A primeira carga ser&aacute; emitida em janeiro, com pouco mais de uma tonelada, mas estamos confiantes por ser um mercado bem miscigenado como o nosso e que deve responder bem dentro da demanda que eles t&ecirc;m l&aacute;&rdquo;, completa o executivo. De acordo com ele, os principais compradores dos itens est&atilde;o localizados nos Estados Unidos, Emirados &Aacute;rabes, M&eacute;xico e Inglaterra. Tamb&eacute;m est&aacute; em negocia&ccedil;&otilde;es a entrada na Gr&eacute;cia, em Portugal e no L&iacute;bano.<br /><br />O sucesso com o p&uacute;blico estrangeiro &eacute; explicado por um conjunto de fatores. Hilal argumenta que, desde o surgimento da marca, a empresa se preocupou em detalhar nas m&iacute;dias digitais as caracter&iacute;sticas institucionais e dos produtos, o que facilitou o contato de importadores. Al&eacute;m disso, ele atribui &agrave;s mat&eacute;rias-primas org&acirc;nicas - que caem no gosto dos consumidores em busca de tratamentos sem efeitos colaterais para os cabelos &ndash; o grande trunfo para conquistar clientes. Especializada inicialmente em fornecer artigos para sal&otilde;es de beleza, a QOD ainda consegue agregar funcionalidade ao portf&oacute;lio. <br /><br />Para dar conta da demanda internacional, que multiplicou tent&aacute;culos com um p&uacute;blico atento aos segredos de beleza da mulher brasileira, a QOD precisou arquitetar um plano de expans&atilde;o. No primeiro semestre, entrou em opera&ccedil;&atilde;o a nova f&aacute;brica da companhia, que passou de 290 metros quadrados para mais de mil metros quadrados, com estruturas espec&iacute;ficas para cada linha de produ&ccedil;&atilde;o. O processo resultou em um salto de produ&ccedil;&atilde;o de cinco para 12 toneladas di&aacute;rias entre todos os itens desenvolvidos. &ldquo;Realmente precis&aacute;vamos de uma planta mais universal, que tivesse produ&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, e acabamos quase quadruplicando o tamanho da f&aacute;brica com recursos pr&oacute;prios (R$ 600 milh&otilde;es), justamente pela necessidade de aumentar a linha de produtos&rdquo;, destaca Hilal.<br />Marca ga&uacute;cha quer expandir no Pa&iacute;s mantendo identidade pr&oacute;pria<br /><br />Apesar de ter ca&iacute;do nas gra&ccedil;as do mercado externo, a QOD Cosmetic quer ganhar mais espa&ccedil;o no Brasil. Para isso, j&aacute; iniciou a inser&ccedil;&atilde;o no varejo de uma linha de 20 produtos desenvolvidos especialmente para o consumidor final. &ldquo;Em raz&atilde;o da dificuldade de entrar em alguns pa&iacute;ses e do desaquecimento do mercado mundial, enxergamos que o Brasil pode ser um mediador para n&atilde;o frear o nosso crescimento&rdquo;, afirma o diretor Fernando Hilal, que assume o car&aacute;ter exportador da companhia sem perder de vista a meta de chegar ao fim de 2013 com 30% do faturamento obtido com as vendas internas.<br /><br />Dentro ou fora do Pa&iacute;s, o crescimento da companhia vai respeitar caracter&iacute;sticas que est&atilde;o no cerne do neg&oacute;cio. A QOD adquire seus insumos de quatro fornecedores internacionais e n&atilde;o vai abrir m&atilde;o de manter o padr&atilde;o de qualidade alcan&ccedil;ado at&eacute; agora. A empresa trabalha para desenvolver artigos diferenciados e n&atilde;o tem o objetivo de fabricar itens com pre&ccedil;os mais competitivos, passo que traria o &ocirc;nus de colocar a fabricante em um duelo com gigantes do setor. &ldquo;Meu cliente compra qualidade quando comprar pre&ccedil;o n&atilde;o vai comprar comigo&rdquo;, adverte Hilal. <br /><br />Produtos &agrave; base do badalado (e caro) &oacute;leo de argan s&atilde;o alguns dos que t&ecirc;m melhor desempenho na QOD, que se prepara para o lan&ccedil;amento de um produto natural que promete o efeito da escova progressiva sem a necessidade de um profissional para a aplica&ccedil;&atilde;o. <br /><br />O executivo lembra que as formula&ccedil;&otilde;es usadas da QOD s&atilde;o algumas das mais caras entre as fabricadas no Brasil, fator que, aliado a itens org&acirc;nicos e com mat&eacute;ria-prima de qualidade, est&atilde;o garantindo n&atilde;o s&oacute; a manuten&ccedil;&atilde;o, mas o crescimento cont&iacute;nuo da empresa. &ldquo;A QOD acabou surfando na onda de o Brasil ter beleza, sensualidade e produtos naturais, mas chegou aos outros pa&iacute;ses com qualidade&rdquo;, resume o diretor.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Jornal do Com&eacute;rcio - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Como crescer quando já se é líder]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32606</link>
<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 08:47:24 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Sin&ocirc;nimo de l&acirc;minas de barbear, a Gillette precisa mudar h&aacute;bitos do brasileiro para vender mais</em><br /><br /><br /><br />"Compre batom, compre batom!" Quem tem mais de 30 anos se lembra bem da propaganda que orientava os filhos a hipnotizarem os pais para que eles comprassem chocolate. A Gillette, centen&aacute;ria marca de l&acirc;minas e aparelhos de barbear da Procter &amp; Gamble (P&amp;G), tenta agora fazer mais ou menos o mesmo com o p&uacute;blico masculino. Todo o marketing da companhia est&aacute; focado em um objetivo: convencer o brasileiro a fazer a barba mais e mais vezes.<br /><br />&Eacute; uma estrat&eacute;gia vital j&aacute; que 90% dos neg&oacute;cios da Gillette se concentram no produto que &eacute; sin&ocirc;nimo de categoria no Pa&iacute;s - apesar da recente expans&atilde;o da linha para o segmento de cosm&eacute;ticos. A Gillette faz parte de um segmento que rendeu US$ 8,4 bilh&otilde;es &agrave; P&amp;G em 2011. Segundo maior mercado para a marca, o Brasil &eacute; hoje priorit&aacute;rio no lan&ccedil;amento de novas tecnologias em l&acirc;minas.<br /><br />Segundo a empresa, que responde por 80% das vendas de aparelhos de barbear no Pa&iacute;s, o brasileiro ainda faz pouco a barba: apenas 2,4 vezes por semana, contra 4 vezes do japon&ecirc;s e 5 do americano. A meta &eacute; intensificar o h&aacute;bito. Com esse intuito, a Gillette montou campanhas como Cara de Ontem - que mostra as vantagens do visual mais "limpo" na vida profissional - e pagou para mudar o visual de figuras conhecidas pela barba, como o cantor Bel Marques, do grupo Chiclete com Banana.<br /><br />Na mesma linha, criou a campanha Vai Amarelar?, com astros do UFC, que se tornou um dos 20 v&iacute;deos mais vistos no YouTube no mundo, com mais de 2 milh&otilde;es de acessos. Com o objetivo de associar a barba bem feita &agrave; imagem de sucesso, a empresa ampliou a contrata&ccedil;&atilde;o de atletas como garotos-propaganda, uma tradi&ccedil;&atilde;o iniciada nos anos 1940. O tenista Roger Federer, o jogador de futebol Paulo Henrique Ganso e Murilo Endres, da sele&ccedil;&atilde;o brasileira de v&ocirc;lei est&atilde;o entre os esportistas que representam a marca atualmente.<br /><br />Al&eacute;m do marketing, a &aacute;rea desenvolvimento de produtos tamb&eacute;m tem papel fundamental no aumento da frequ&ecirc;ncia do barbear. O objetivo &eacute; criar tecnologias que reduzam a irrita&ccedil;&atilde;o da pele - o mais recente exemplo &eacute; um aparelho com cinco l&acirc;minas. A empresa sustenta que o produto pode ser reutilizado mais vezes e tem um custo-benef&iacute;cio melhor que as op&ccedil;&otilde;es mais baratas. O investimento no conforto, diz Jos&eacute; Cirilo Teixeira, diretor de marketing da Gillette Brasil, n&atilde;o visa o lucro por unidade, mas o volume de vendas, que s&oacute; crescer&aacute; se cada brasileiro se barbear mais.<br /><br />Vaidade. Apesar de representar um desafio no quesito frequ&ecirc;ncia, o brasileiro &eacute; um dos mais abertos a novidades de beleza masculina, afirma o presidente mundial da Gillette, Patrice Louvet. Por isso, a Gilette reduziu o tempo para lan&ccedil;ar no Pa&iacute;s as novidades desenvolvidas na matriz. H&aacute; dez anos, um produto lan&ccedil;ado nos Estados Unidos - onde a marca nasceu, em 1901 - demorava cinco anos para chegar ao Brasil. Hoje, a espera n&atilde;o supera 12 meses.<br /><br />"O brasileiro est&aacute; consumindo os produtos de ponta. &Eacute; exigente em rela&ccedil;&atilde;o aos pr&oacute;prios cuidados com a beleza", afirma Louvet. Diante dessa realidade, al&eacute;m de novidades para a barba, a Gillette tamb&eacute;m acredita no potencial do mercado brasileiro para a venda de outro tipo de l&acirc;mina, pensada para aparar os pelos do corpo.<br /><br />O time brasileiro busca um novo gancho de marketing para a depila&ccedil;&atilde;o masculina. "O h&aacute;bito ainda &eacute; associado a quem pratica atividades f&iacute;sicas e tem corpo musculoso. Mas o nosso foco ser&aacute; a higiene", explica Teixeira. Segundo ele, uma pesquisa interna mostra que 50% dos homens j&aacute; aparam os pelos do corpo - s&oacute; n&atilde;o contam para ningu&eacute;m. Com o novo produto, a Gillette quer falar diretamente da pr&aacute;tica, tirando a depila&ccedil;&atilde;o masculina "do arm&aacute;rio".<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Natura distribui shampoos ao público em máquinas de vendas em São Paulo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32556</link>
<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 12:32:36 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em a&ccedil;&atilde;o de aproxima&ccedil;&atilde;o com seu consumidor a Natura, empresa especializada na comercializa&ccedil;&atilde;o de produtos de beleza por venda direta, colocar&aacute; m&aacute;quinas autom&aacute;ticas de venda (vending machines) em tr&ecirc;s pontos estrat&eacute;gicos da capital para distribui&ccedil;&atilde;o gratuita de shampoos da marca Natura Plant. Para enfatizar o conceito da marca, cada cabelo &eacute; &uacute;nico: os produtos retirados nesses equipamentos ser&atilde;o personalizados com a foto de cada consumidor no r&oacute;tulo.<br /><br />A a&ccedil;&atilde;o, desenhada e implementada pela ag&ecirc;ncia digital ID, ser&aacute; realizada em &aacute;reas nobres de S&atilde;o Paulo, em tr&ecirc;s diferentes endere&ccedil;os e per&iacute;odos: no shopping Market Place, at&eacute; 11 de dezembro; no Espa&ccedil;o Conceito Natura, na Rua Oscar Freire, de 16 a 30 de dezembro; e no shopping Iguatemi, a partir de janeiro de 2013. A Natura est&aacute; avaliando a continua&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o em outras regi&otilde;es do Brasil, mas por enquanto o foco est&aacute; na capital paulista.<br /><br />A vending machine, equipada com monitor e tela sens&iacute;vel a toque (touchscreen) , oferece navega&ccedil;&atilde;o intuitiva. O consumidor, para participar, ter&aacute; que interagir com a m&aacute;quina e nesse equipamento fazer seu acesso &agrave; rede social Facebook. Para ganhar um produto personalizado, bastar&aacute; o consumidor poss&iacute;vel trocar um "curtir" na fan page de Natura Plant, na rede social por um produto exclusivo.<br /><br />Depois disso, a mensagem-padr&atilde;o "Troquei um curtir por um shampoo personalizado Natura Plant Hidrata&ccedil;&atilde;o Reparadora" &eacute; publicada na p&aacute;gina virtual ou timeline do consumidor, que durante a intera&ccedil;&atilde;o recebe de presente o produto customizado, com a foto de seu perfil no Facebook rec&eacute;m-impressa no r&oacute;tulo.<br /><br />Aproveitando o alto &iacute;ndice de engajamento nas campanhas virtuais, o p&uacute;blico pode envolver os amigos da rede social gravando um v&iacute;deo de quinze segundos, elogiando os cabelos da pessoa que desejar. Depois de o recado ser finalizado, o v&iacute;deo &eacute; postado automaticamente na timeline do homenageado, com a seguinte mensagem: "Eu sempre admirei os seus cabelos. Por isso, preparei essa homenagem para voc&ecirc; e estou te levando uma surpresa &uacute;nica". Al&eacute;m do shampoo personalizado, o encanto da a&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os v&iacute;deos promovidos por Natura Plant.<br /><br />A iniciativa de disponibilizar produtos ao consumidor por meio de vending machines n&atilde;o &eacute; novidade. A Chilli Beans, especializada na comercializa&ccedil;&atilde;o de &oacute;culos e acess&oacute;rios, planeja vender seus produtos por meio dessas m&aacute;quinas, tudo para dar ao consumidor acesso &agrave; marca. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Fabricantes tentam incentivar uso de lenços]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32423</link>
<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 12:03:48 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sin&ocirc;nimo de categoria em pa&iacute;ses da Europa e nos Estados Unidos, a marca de len&ccedil;os de papel Kleenex come&ccedil;ou a ser reposicionada h&aacute; quatro anos no mercado brasileiro por sua fabricante, a Kimberly-Clark. A estrat&eacute;gia &eacute; transformar o produto em acess&oacute;rio de beleza. L&iacute;der no mundo, a marca antes n&atilde;o era prioridade da multinacional americana no pa&iacute;s, onde o mercado de len&ccedil;os de papel movimentou apenas R$ 62 milh&otilde;es em 2011, segundo a Nielsen. Kleenex atingiu a lideran&ccedil;a este ano e hoje tem 39% de participa&ccedil;&atilde;o (era de 25% em 2008).<br /><br />A marca Softy's, da Melhoramentos Pap&eacute;is (comprada pela chilena CMPC em 2009), j&aacute; chegou a ter mais da metade das vendas, mas perdeu espa&ccedil;o nos &uacute;ltimos anos. A Kimberly, a CMPC e a brasileira Santher (dona da marca Kiss) disputam um mercado que cresceu 11% em valor e 4% em volume em 2011, em compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior.<br /><br />O h&aacute;bito de usar len&ccedil;o de papel ainda &eacute; pouco difundido no Brasil. A penetra&ccedil;&atilde;o da categoria &eacute; de apenas 17,5% no pa&iacute;s, enquanto nos Estados Unidos, est&aacute; presente em nove de cada dez lares. As fabricantes investem para que o produto fa&ccedil;a parte do cotidiano dos brasileiros e n&atilde;o seja usado apenas nos per&iacute;odos de gripes e resfriados. A sazonalidade das vendas j&aacute; diminuiu. Em 2008, 80% das vendas eram feitas no inverno, quando a incid&ecirc;ncia dessas doen&ccedil;as aumenta, de acordo com a Kimberly. Hoje, esse percentual caiu para 60%.<br /><br />Na regi&atilde;o Nordeste, onde a temperatura &eacute; alta o ano todo, a Kleenex apresentou aumento de 53% nas vendas no &uacute;ltimo trimestre, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado. "Isso prova que o caminho &eacute; cuidados com a face e que a sazonalidade n&atilde;o &eacute; mais um disparador", diz Ubaldo Mota, diretor de cuidados com a fam&iacute;lia da Kimberly-Clark. Pela primeira vez, a empresa vai investir em lan&ccedil;amentos, kits e a&ccedil;&otilde;es no ponto de venda em pleno ver&atilde;o.<br /><br />Estudo da Nielsen encomendado pela Kimberly mostrou que 61% das pessoas j&aacute; usam o len&ccedil;o em outros momentos al&eacute;m do resfriado: para ajudar a maquiar o rosto, diminuir a oleosidade da pele e se refrescar. "A gente quer colocar a categoria no dia a dia da consumidora. [O len&ccedil;o] &eacute; um apetrecho de seu kit de beleza", diz Mota.<br /><br />A concorrente Santher tamb&eacute;m prepara uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es para a marca Kiss em 2013. Para incentivar o brasileiro a substituir o papel higi&ecirc;nico do porta-luvas por um pacote de len&ccedil;os, a empresa est&aacute; negociando parcerias com montadoras e concession&aacute;rias, para que o produto venha junto com o carro novo. A marca tamb&eacute;m prev&ecirc; a distribui&ccedil;&atilde;o de len&ccedil;os em cinemas, antes de sess&otilde;es de "filmes tristes" e at&eacute; em vel&oacute;rios. "Vamos disponibilizar o produto nos momentos de uso para trabalhar o consumidor e desenvolver o h&aacute;bito de usar len&ccedil;o de papel", diz Lucia Rezende, gerente da marca Kiss, da Santher.<br /><br />As parcerias tamb&eacute;m fazem parte da estrat&eacute;gia da Kimberly-Clark. Uma delas &eacute; com o maquiador Celso Kamura, para dar brindes da Kleenex a quem se maquiar em seu sal&atilde;o. A empresa tamb&eacute;m se associou a outras marcas, como a rede de est&eacute;tica Onodera, a varejista de cal&ccedil;ados Arezzo e a marca de cosm&eacute;ticos Revlon.<br /><br />Uma pesquisa da Euromonitor de 2010 aponta que o brasileiro n&atilde;o v&ecirc; diferencial entre o len&ccedil;o e itens similares. "Precisamos fazer com que o consumidor veja que &eacute; mais higi&ecirc;nico usar len&ccedil;o do que papel higi&ecirc;nico", diz Lucia. Para Mota, da Kimberly, essa percep&ccedil;&atilde;o j&aacute; est&aacute; mudando.<br /><br />Para dar novos usos ao len&ccedil;o, as companhias agregam valor aos produtos, deixando para tr&aacute;s a guerra de pre&ccedil;os. No &uacute;ltimo ano, a Kleenex lan&ccedil;ou len&ccedil;o com glicerina, embalagem com refletor que funciona como espelho, len&ccedil;os umedecidos e uma linha com estampas do artista Romero Britto nas embalagens. Em outubro, chegou ao mercado a vers&atilde;o "mini" do len&ccedil;o com glicerina, com embalagem 40% menor. A Santher lan&ccedil;ou uma cole&ccedil;&atilde;o com 12 estampas para todos os gostos. "A embalagem diz muito sobre a pessoa que est&aacute; usando", diz Lucia.<br /><br />A Kimberly projeta que a Kleenex encerre 2012 com vendas 25% maiores em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. Para 2013, a previs&atilde;o &eacute; que o aumento seja de 30%. Segundo Mota, as vendas s&atilde;o puxadas pelo len&ccedil;o com glicerina, batizado de Dermoseda e que custa 50% mais caro do que o len&ccedil;o comum. Os investimentos na marca, n&atilde;o revelados, aumentam 50% ano a ano.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Associação questiona eficácia de filtros solares]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32371</link>
<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 09:48:11 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Avalia&ccedil;&atilde;o da Proteste aponta que h&aacute; falhas em produtos &agrave; venda no pa&iacute;s</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Empresas questionam m&eacute;todos usados no teste da entidade de defesa do consumidor e contestam resultados</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre dez marcas de filtros solares de uso adulto &agrave; venda no pa&iacute;s, duas t&ecirc;m menos da metade do FPS (Fator de Prote&ccedil;&atilde;o Solar) declarado no r&oacute;tulo, segundo teste laboratorial encomendado pela Proteste (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Defesa do Consumidor).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A avalia&ccedil;&atilde;o incluiu produtos das marcas L'Oreal, La Roche-Posay, O Botic&aacute;rio, Coppertone, Cenoura&amp;Bronze, Sundown, Avon, Nivea, Banana Boat e Red Apple, todos com FPS 30.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As fabricantes contestam o resultado e questionam a metodologia empregada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os produtos foram submetidos a uma an&aacute;lise in vitro para checar o fator de prote&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de passarem por testes de irritabilidade da pele, fotoestabilidade, hidrata&ccedil;&atilde;o, rotulagem e desperd&iacute;cio causado pela embalagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com os resultados obtidos pela Proteste, os produtos Nivea Sun e Banana Boat foram os piores no quesito FPS. Os produtos t&ecirc;m fator de prote&ccedil;&atilde;o 13 e dez, respectivamente, em vez de 30, de acordo com a an&aacute;lise.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os mais bem avaliados nesse item foram o L'Oreal Solar Expertise, o La Roche-Posay Anthelios H&eacute;lioblock e o Cenoura&amp;Bronze.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>M&Eacute;TODOS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ensaio &eacute; feito em placas (cuja rugosidade simula &agrave; da pele humana), submetidas &agrave; radia&ccedil;&atilde;o ultravioleta, de acordo com a Proteste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o m&eacute;dico S&eacute;rgio Schalka, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatol&oacute;gica e especialista em fotoprote&ccedil;&atilde;o, a Anvisa (Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria) exige testes feitos in vivo, em pessoas, para determinar o FPS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O coordenador t&eacute;cnico da Proteste, Dino Lameira, afirma que o m&eacute;todo in vitro foi o escolhido porque o objetivo do teste era comparar os produtos entre si, e esse tipo de avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; melhor do que o ensaio in vivo para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>"O m&eacute;todo &eacute; reconhecido, apesar de n&atilde;o ser o oficial."</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ana Palieraqui, pesquisadora m&eacute;dica da entidade, afirma que o m&eacute;todo in vitro foi preferido justamente por n&atilde;o usar volunt&aacute;rios humanos. "A Comiss&atilde;o Europeia recomenda desde 2006 que sejam feitos testes in vitro, para n&atilde;o expor pessoas &agrave; radia&ccedil;&atilde;o ultravioleta. Os resultados dos dois tipos de teste s&atilde;o equivalentes."</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, diz Schalka, o teste que n&atilde;o usa volunt&aacute;rios &eacute; mais sens&iacute;vel aos produtos que t&ecirc;m barreiras f&iacute;sicas contra o sol, ou seja, que refletem mais a luz. Os que t&ecirc;m barreiras qu&iacute;micas ficam prejudicados por esse tipo de avalia&ccedil;&atilde;o, segundo ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O m&eacute;dico lembra que, se a pessoa usar o produto em pouca quantidade, a prote&ccedil;&atilde;o contra a radia&ccedil;&atilde;o cai muito. "Uma dica f&aacute;cil &eacute; aplicar meia colher de ch&aacute; do filtro no rosto e meia em cada bra&ccedil;o, uma colher de ch&aacute; em cada perna, uma no peito e barria e uma nas costas. Para uma crian&ccedil;a de seis anos, metade disso &eacute; suficiente."</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>RADIA&Ccedil;&Atilde;O</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A prote&ccedil;&atilde;o contra raios UVA tamb&eacute;m foi medida. A partir de 2014, os filtros solares &agrave; venda no pa&iacute;s dever&atilde;o ter prote&ccedil;&atilde;o UVA no valor de um ter&ccedil;o da do UVB. Assim, um filtro 30 ter&aacute; de apresentar uma prote&ccedil;&atilde;o UVA de 10.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os raios UVB causam queimaduras solares, c&acirc;ncer de pele e s&atilde;o mais fortes no ver&atilde;o. J&aacute; os UVA s&atilde;o constantes durante o ano e levam ao envelhecimento da pele e ao bronzeamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cenoura&amp;Bronze e Red Apple tiveram os piores resultados em prote&ccedil;&atilde;o UVA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A situa&ccedil;&atilde;o entre os produtos voltados ao p&uacute;blico infantil &eacute; melhor, segundo o teste. Os cinco analisados tiveram boa avalia&ccedil;&atilde;o na prote&ccedil;&atilde;o UVB e dois foram reprovados quanto ao UVA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />Produtos s&atilde;o aprovados e passam por testes rigorosos, dizem fabricantes</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Abihpec (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos) afirmou, em nota, que "refuta mais uma vez os dados sensacionalistas divulgados pela Proteste". Em 2009, a entidade havia publicado um teste semelhante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda segundo a nota, a avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; "p&iacute;fia" e usa m&eacute;todos n&atilde;o reconhecidos. Segundo a associa&ccedil;&atilde;o, a publica&ccedil;&atilde;o &eacute; um ataque ao setor de cosm&eacute;ticos do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Nivea afirma que seus produtos s&atilde;o testados na Alemanha seguindo protocolos internacionais de qualidade e que discorda dos resultados da Proteste. Em nota, a empresa informa que n&atilde;o teve acesso ao estudo na &iacute;ntegra e por isso n&atilde;o p&ocirc;de avaliar os m&eacute;todos usados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Energizer, que produz o Banana Boat, afirma que ainda vai revisar os dados enviados pela reportagem. "A empresa cumpre as normas de certifica&ccedil;&atilde;o da Anvisa."</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A La Roche-Posay diz que todos os dados contidos no r&oacute;tulo de seu filtro solar foram comprovados em testes feitos com metodologias aprovadas pela Anvisa e que desconhece os m&eacute;todos usados pela Proteste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a empresa, o filtro Anthelios H&eacute;lioblock j&aacute; apresenta uma rela&ccedil;&atilde;o entre prote&ccedil;&atilde;o UVA e UVB maior do que a exigida pelos padr&otilde;es europeus, "embora essa recomenda&ccedil;&atilde;o entre em vigor no Brasil s&oacute; a partir de 2014".</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Botic&aacute;rio declarou cumprir todos os requisitos da legisla&ccedil;&atilde;o vigente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Avon afirma que garante a seguran&ccedil;a e a efic&aacute;cia de todos os seus produtos, realizando os testes aprovados pelas entidades reguladoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O laborat&oacute;rio Schering Plough, detentor da marca Coppertone no Brasil, declarou que todos os produtos s&atilde;o aprovados com rigor cient&iacute;fico e obedecem a padr&otilde;es nacionais e internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em nota, a Cenoura&amp;Bronze afirma seguir os padr&otilde;es exigidos pela Anvisa e que sua linha com FPS 30 foi submetida recentemente a testes que comprovaram a efic&aacute;cia do produto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Kimberly-Clark Brasil, que det&eacute;m a marca Huggies Turma da M&ocirc;nica, afirma que avalia seus produtos periodicamente, para manter seus padr&otilde;es de qualidade e atender aos requisitos da Anvisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Sundown, da Johnson &amp;Johnson, declarou que seus produtos passam por testes em institui&ccedil;&otilde;es id&ocirc;neas. A Red Apple e a L'Oreal foram procuradas, mas n&atilde;o se pronunciaram.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" >32371</guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A beleza da cor]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32322</link>
<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 11:30:19 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A cada minuto, s&atilde;o vendidos 235 cosm&eacute;ticos no mundo. A maior parte - 173 - &eacute; de esmaltes, batons, diferentes itens de maquiagem. E como colora&ccedil;&atilde;o de cabelos tem adeptos em todos os lugares, tinturas respondem por 63 do total. No ano passado foram vendidas 7, 4 bilh&otilde;es de unidades, sendo 74% de cosm&eacute;ticos e 26% cremes e tintas capilares. Um mercado que movimentou &euro; 46,5 bilh&otilde;es em 2011. A venda de produtos de beleza praticamente dobrou (aumentou 95,8%) nos &uacute;ltimos 15 anos. O que mais cresceu foi a colora&ccedil;&atilde;o para cabelos: 123,8%.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esses dados foram apresentados em Paris, na semana passada, em encontro da divis&atilde;o de grande p&uacute;blico da L'Or&eacute;al com jornalistas do mundo inteiro batizado de "A beleza da cor". Um dos destaques foi a pesquisa realizada pela l&iacute;der mundial dos cosm&eacute;ticos sobre o peso das emo&ccedil;&otilde;es nas decis&otilde;es da mulher (e do homem tamb&eacute;m, por que n&atilde;o?) na hora de comprar produtos de beleza. H&aacute; mulheres que querem ficar mais atraentes, outras mais fashion ou sofisticadas. Mas h&aacute;, tamb&eacute;m, aquelas que querem ficar belas, mas de forma bem natural. H&aacute;, ainda, as que buscam ter um ar saud&aacute;vel, com muita energia. Foram ouvidas 12 mil mulheres em 12 pa&iacute;ses. A ideia foi entender cada vez mais os desejos. A pesquisa mostrou que as chinesas t&ecirc;m preocupa&ccedil;&atilde;o central com a pele. Querem o rosto rosado, com ar de saud&aacute;vel. As indianas, al&eacute;m da pele, buscam que os longos cabelos sempre pare&ccedil;am sedosos. J&aacute; as brasileiras buscam "beleza higi&ecirc;nica". Unhas feitas, dentes brancos, cabelos com movimento. Valorizam as curvas do corpo e adotam c&oacute;digos da apar&ecirc;ncia ligados &agrave; sensualidade. Um destaque foi a constata&ccedil;&atilde;o de que no Brasil, as mulheres tomam dois banhos por dia. <br /><br />Na semana passada, a americana Essie Weingarten estava feliz da vida em Paris, no evento da L'Or&eacute;al. Criadora dos esmaltes de unhas Essie, ela estava animad&iacute;ssima com o an&uacute;ncio de que seus produtos chegam ao Brasil em 2013. Afinal, trata-se do maior mercado do mundo do segmento em volume e o segundo em valor. "As brasileiras n&atilde;o precisar&atilde;o voltar de Nova York com a bolsa cheia dos meus esmaltes", disse ela. A L'Or&eacute;al comprou a Essie em 2010 por valor n&atilde;o revelado. E a fundadora hoje &eacute; diretora de cria&ccedil;&atilde;o. A linha Essie, criada em 1981 em Nova York, &eacute; a primeira em vendas no mercado profissional americano e queridinha de brasileiras que s&oacute; t&ecirc;m acesso ao produto fora do pa&iacute;s. S&atilde;o 250 cores diferentes, desde os tradicionais tons de vermelho, laranja e bege agora enfrentando a concorr&ecirc;ncia de diferentes tons de azul, verde, amarelo e preto da nova gera&ccedil;&atilde;o que passou a colar desenhos com muitos brilhos cintilantes. A linha Essie est&aacute; em 250 mil sal&otilde;es de beleza em 101 pa&iacute;ses e vende cerca de 30 milh&otilde;es de vidrinhos de esmalte por ano. O nicho &eacute; para mulheres de alto poder aquisitivo. As l&iacute;deres no Brasil s&atilde;o as populares Risqu&eacute; (Hypermarcas) e Colorama (L'Or&eacute;al). <br /><br />A bela atriz americana Juliane Moore &eacute; o mais novo rosto da L'Or&eacute;al Paris. Ela ser&aacute; "embaixadora da marca" e vai divulgar a a nova linha de cremes Cellular Renaissance. Os produtos, com lan&ccedil;amento marcado para 2013, protegem e estimulam a pele do rosto das mulheres de 50 anos, mas podem ser usados antes disso. Juliane faz 52 em 3 de dezembro. A popula&ccedil;&atilde;o do mundo est&aacute; envelhecendo e ainda mais, muito pouca gente gosta de ter rugas, por isso mesmo, a multinacional francesa, prev&ecirc; um crescimento r&aacute;pido n&atilde;o s&oacute; de cremes, como maior gasto per capita com colora&ccedil;&atilde;o nos cabelos e maquiagem. A linha Renaissence Celulaire foi apresentada com a presen&ccedil;a de Juliane semana passada em Paris, no Hotel d'Evreux, na Place Vend&ocirc;me. Na ocasi&atilde;o, foi detalhadamente explicado efeito do Revitalift Laser 4. O creme tem Natecium DHC, um protetor de c&eacute;lulas. Promete regenerar a pele trazendo na f&oacute;rmula antioxidantes e sementes indianas<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Cosméticos de massa terão maior ritmo de expansão]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32215</link>
<pubDate>Wed, 21 Nov 2012 12:03:24 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ritmo de crescimento das vendas de cosm&eacute;ticos premium foi superior ao de produtos de massa em 46 dos 80 pa&iacute;ses auditados pela Euromonitor International no ano passado. Apesar de haver um movimento de sofistica&ccedil;&atilde;o do consumo, no m&eacute;dio prazo - at&eacute; 2016 - a proje&ccedil;&atilde;o &eacute; que o segmento de massa cres&ccedil;a acima do premium no mundo e na Am&eacute;rica Latina, segundo estimativas da empresa de pesquisa de mercado brit&acirc;nica. No mercado madura da Am&eacute;rica do Norte, os itens sofisticados v&atilde;o avan&ccedil;ar mais r&aacute;pido.<br /><br />"O mercado n&atilde;o est&aacute; pronto para se deslocar para premium", diz Claire Moulin, analista setorial da Euromonitor, sobre a Am&eacute;rica Latina. A distin&ccedil;&atilde;o entre produtos de massa e premium se d&aacute; pelas diferen&ccedil;as de pre&ccedil;o e de posicionamento e distribui&ccedil;&atilde;o dos r&oacute;tulos. As principais marcas de produtos premium na Am&eacute;rica Latina s&atilde;o La Roche-Posay e Lanc&ocirc;me (ambas da L'Or&eacute;al), Carolina Herrera (Puig), Calvin Klein (Coty) e Christian Dior (LVMH). Lideram o mercado de massa as marcas Natura, Avon, L'Or&eacute;al Paris, Nivea e Rexona (Unilever), conforme a Euromonitor.<br /><br />No mundo, a venda de produtos premium vai aumentar 14,6% entre 2011 e 2016, um pouco abaixo do crescimento de 15,7% previsto para os produtos de massa, de acordo com o estudo. Na Am&eacute;rica Latina, espera-se que os produtos de massa liderem o crescimento com uma alta de 29,5%, contra 27,7% de produtos premium. Na Am&eacute;rica do Norte, o mercado premium vai crescer 14,3%, mais que o dobro da previs&atilde;o para os produtos de massa (6,6%).<br /><br />O mercado premium &eacute; impulsionado por inova&ccedil;&otilde;es como o uso de tecnologia de ponta, a oferta de produtos "verdes" e multifuncionais, a promessa de resultados profissionais em cosm&eacute;ticos de uso dom&eacute;stico e a diversifica&ccedil;&atilde;o de canais de venda, de acordo com a analista.<br /><br />Para Claire, existe uma grande oportunidade no Brasil para os cosm&eacute;ticos com m&uacute;ltiplas fun&ccedil;&otilde;es, como o "BB cream", que une base, "primer", hidratante e protetor solar no mesmo produto ou os hidratantes e maquiagens com protetor solar.<br /><br />O Brasil &eacute; respons&aacute;vel por 58% das vendas de higiene e beleza da Am&eacute;rica Latina. O continente ultrapassou a Am&eacute;rica do Norte em 2011 e se tornou a terceira maior regi&atilde;o em vendas de produtos de beleza no mundo, atr&aacute;s de Europa e &Aacute;sia Pac&iacute;fico. Os mercados que mais crescem s&atilde;o Am&eacute;rica Latina e &Aacute;sia.<br /><br />Nos mercados emergentes, as categorias de cosm&eacute;ticos que impulsionam o setor s&atilde;o a de cuidados com a pele (principalmente com a agrega&ccedil;&atilde;o de tecnologia) e produtos para o cabelo (com o apelo de resultados profissionais). No Brasil, linhas de cuidados com o cabelo como a TRESemm&eacute; (Unilever) e a Wella ProSeries (Procter &amp; Gamble) est&atilde;o impulsionando a categoria.<br /><br />Em rela&ccedil;&atilde;o aos canais de venda, Claire diz que "&eacute; preciso olhar para todos os lados e pensar em com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico, farm&aacute;cias, mercearias, supermercados". O varejo virtual era respons&aacute;vel por apenas 1% das vendas de cosm&eacute;ticos, perfumes e produtos de higiene pessoal em 2000 e, em 2011, passou a representar 3%. A expectativa &eacute; que em 2015 essa fatia seja 4%, principalmente com o crescimento nos mercados desenvolvidos e na China, conforme a Euromonitor.<br /><br />Segundo Claire, as lojas de departamento est&atilde;o perdendo terreno na Am&eacute;rica do Norte e na Europa Ocidental. "As lojas de departamento t&ecirc;m uma imagem antiquada. S&atilde;o como 'grandes elefantes', tentando inovar, mover-se", diz. Na regi&atilde;o da &Aacute;sia e do Pac&iacute;fico, esse tipo de loja vai melhor, diz a analista, porque as lojas t&ecirc;m um apelo de luxo.<br /><br />Claire Moulin participou neste m&ecirc;s do Encontro Internacional de Inova&ccedil;&atilde;o e Tecnologia realizado pelo Instituto de Tecnologia e Estudos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos, da Abihpec, em S&atilde;o Paulo.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Mercado de perfume deverá seguir em expansão em 2013]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32207</link>
<pubDate>Wed, 21 Nov 2012 11:45:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Definitivamente, o mercado de perfumes nacional est&aacute; cheirando cada vez melhor. O Pa&iacute;s &eacute; o campe&atilde;o mundial em consumo de perfumes, somando US$ 6,7 bilh&otilde;es em 2011. No mercado de beleza, que inclui itens como sabonetes, cremes e itens para cabelo e orais, o Brasil est&aacute; em terceiro lugar, atr&aacute;s do Jap&atilde;o (2&ordm;) e dos Estados Unidos (1&ordm;).<br /><br />O crescimento tamb&eacute;m &eacute; cont&iacute;nuo, registrando 12,7% em 2011 face a 2010. E para 2012, os especialistas apostam em um resultado no mesmo n&iacute;vel. "A perfumaria nacional vai continuar se expandindo de maneira forte como hoje. Em 2012, a alta deve alcan&ccedil;ar 12%", diz Auani Cusma de Paula, analista do mercado cosm&eacute;tico e de perfumes e diretor do Pr&ecirc;mio Atualidade Cosm&eacute;tica, um dos mais relevantes do setor.<br /><br />A expans&atilde;o da nova classe m&eacute;dia foi o motor propulsor do mercado nos &uacute;ltimos 10 anos.<br />Neste mercado, o Estado de S&atilde;o Paulo ocupa a lideran&ccedil;a em consumo - seguido pelo bloco dos estados do Nordeste - e abriga os centros de cria&ccedil;&atilde;o das cinco maiores casas de fragr&acirc;ncias do mundo: a su&iacute;&ccedil;a Givaudan (localizada no bairro paulistano do Jaguar&eacute;), a americana IFF (Santana do Paran&iacute;ba), a su&iacute;&ccedil;a Firmenich (Cotia), a alem&atilde; Symrise (Cotia) e a japonesa Takasago (VInhedo).<br /><br />Juntas, as cinco investiram R$ R$ 160 milh&otilde;es nos seus centros de cria&ccedil;&atilde;o brasileiros entre 2009-2011. "N&atilde;o houve fluxo t&atilde;o concentrado e r&aacute;pido de recursos em nenhum outro lugar do mundo e S&atilde;o Paulo agora &eacute; uma das tr&ecirc;s capitais da perfumaria mundial, com Paris e Nova York", diz de Paula. Esses centros de cria&ccedil;&atilde;o produzem perfumes para empresas nacionais e internacionais e j&aacute; detectam uma forte tend&ecirc;ncia &agrave; sofistica&ccedil;&atilde;o e &agrave; variedade.<br /><br />Segundo os analistas, a tend&ecirc;ncia do mercado nacional, com a chegada de empresas de vendas online como a Sephora, &eacute; a amplia&ccedil;&atilde;o do acesso, das marcas e canais de vendas, for&ccedil;ando as nacionais a investirem em produtos sofisticados, sem esquecer os b&aacute;sicos que t&ecirc;m boa procura.<br /><br />Perfumistas<br /><br />Um dos profissionais mais significativos deste mercado &eacute; o perfumista, especialista que re&uacute;ne anos de estudo e evidente talento olfativo, reconhece centenas e centenas de fragr&acirc;ncias e as combina, criando os perfumes.<br /><br />No mundo, os perfumistas n&atilde;o passam de 800, chegando a 50 no Brasil. O s&ecirc;nior (com mais de 15 anos de mercado) costuma receber sal&aacute;rios acima de R$ 35 mil.<br /><br />"A porta de entrada para ser um profissional da &aacute;rea s&atilde;o as empresa que tenham centros de cria&ccedil;&atilde;o de perfumes", explica Cleber Bozzi, perfumista da casa Takasago com mais de 20 anos de viv&ecirc;ncia entre perfumes, incluindo vasta experi&ecirc;ncia internacional.<br /><br />Suas viagens o fizeram perceber algumas peculiaridades entre os pa&iacute;ses. "Quando se fala em sab&atilde;o em barra, o brasileiro prefere cheiros cosm&eacute;ticos, cremosos com floral delicado, prefer&ecirc;ncia compartilhada pelos chineses. J&aacute; na &Iacute;ndia, onde as fragr&acirc;ncias s&atilde;o restritas ao sabonete para a maior parte da popula&ccedil;&atilde;o, os preferidos s&atilde;o os com notas de flores brancas com bastante pot&ecirc;ncia".<br /><br />J&aacute; no Brasil, h&aacute; diferen&ccedil;as marcantes entre o consumo paulista e o nordestino. Segundo Bozzi, enquanto os paulistas optam por perfumes adequados a cada tipo de situa&ccedil;&atilde;o (florais e mais leves para o dia e mais marcantes para eventos noturnos), o nordestino (especialmente a mulher) d&aacute; prefer&ecirc;ncia aos mais marcantes e sensuais, pois o perfume &eacute; visto como arma de sedu&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Fundador da Niely planeja abrir o capital]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32165</link>
<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 11:41:07 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daniel Fonseca de Jesus diz que &eacute; "o homem que est&aacute; fazendo os executivos das multinacionais ficarem de cabelos brancos". De cabelos ele entende. Jesus &eacute; o fundador da Niely, f&aacute;brica de cosm&eacute;ticos de Nova Igua&ccedil;u, na Baixada Fluminense. Produz a Cor&amp;Ton, uma das marcas de tintura para cabelos mais vendidas no pa&iacute;s.<br /><br />A linha de colora&ccedil;&atilde;o responde por 45% das vendas da Niely, que faturou R$ 528 milh&otilde;es em 2011, quando foram produzidas 60 milh&otilde;es de unidades de Cor&amp;Ton. A m&eacute;dia mensal &eacute; de 5 milh&otilde;es. Em outubro deste ano a produ&ccedil;&atilde;o subiu a 7 milh&otilde;es.<br /><br />Jesus quer mais. Ele planeja abrir o capital da Niely. Um de seus conselheiros &eacute; Andr&eacute; Esteves, controlador do BTG Pactual. "Ele &eacute; meu amigo e conversamos sempre", diz, referindo-se ao banqueiro. Qu&iacute;mico, 53 anos, criado em Nova Igua&ccedil;u, Jesus mora na Barra da Tijuca, em um condom&iacute;nio de luxo, onde vivem Edson Bueno e Jos&eacute; Isaac Peres, fundadores da Amil e da Multiplan, respectivamente. Quando a agenda est&aacute; apertada, voa em seu helic&oacute;ptero para o trabalho. De carro, leva no m&iacute;nimo uma hora entre sua casa e a f&aacute;brica. No jatinho da empresa, empres&aacute;rio e sua equipe visitam distribuidores por todo pa&iacute;s.<br /><br />O ass&eacute;dio para a venda da Niely &eacute; constante, diz Jesus. Indagado se n&atilde;o vendeu ainda a empresa porque n&atilde;o est&aacute; nos seus planos ou porque as ofertas n&atilde;o foram suficientemente atraentes, responde: "Tudo tem seu tempo certo para acontecer".<br /><br />A Niely produz 35 fam&iacute;lias de cosm&eacute;ticos e adota um modelo verticalizado: fabrica o produto e a embalagem. Est&aacute; entre as tr&ecirc;s maiores do pa&iacute;s no segmento de cremes para cabelos; e entre as cinco maiores em xampus, segundo dados da Nielsen, que tamb&eacute;m atesta a lideran&ccedil;a da empresa na colora&ccedil;&atilde;o.<br /><br />A f&aacute;brica - que opera "24 horas, pois, no ver&atilde;o, as vendas aumentam at&eacute; 30% ", diz Jesus - j&aacute; absorveu R$ 40 milh&otilde;es em investimentos. Ele quer construir uma nova unidade no mesmo terreno, comprado h&aacute; cinco anos. Cercada de muito verde e eucaliptos, o terreno tem 530 mil metros quadrados.<br /><br />Nessa &aacute;rea j&aacute; est&atilde;o instalados o novo centro de distribui&ccedil;&atilde;o e a f&aacute;brica de embalagens. Foram investidos R$ 40 milh&otilde;es nessas duas unidades que ocupam 108 mil metros quadrados. "O financiamento do BNDES s&oacute; saiu quando a constru&ccedil;&atilde;o j&aacute; estava pronta", diz Jesus.<br /><br />A f&aacute;brica de embalagens produz 15 milh&otilde;es de frascos por m&ecirc;s, de polietileno e polipropileno. Absorve 350 toneladas por m&ecirc;s de pol&iacute;meros pl&aacute;sticos fornecidos pela Braskem, informa Paulo Fernando Bravo, gerente de exporta&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Bravo diz que o maquin&aacute;rio, a maior parte italiana, foi recentemente renovado. Ele e Jesus viajam muito ao exterior para identificar novidades em equipamentos e produtos.<br /><br />O controlador da Niely n&atilde;o exagera quando fala da presen&ccedil;a de empresas brasileiras na &aacute;rea de cosm&eacute;ticos. A Cor&amp;Ton respondeu, em julho e agosto deste ano, por 16% das vendas de tinturas para cabelos ao consumidor final. "H&aacute; quatro anos estamos na lideran&ccedil;a", diz ele.<br /><br />A segunda colocada no segmento no mesmo per&iacute;odo foi a marca Nutrisse, da L'Or&eacute;al. Tem 10,1% do mercado. J&aacute; a Procter &amp; Gamble, com a Koleston, responde por 9,5%. Em quarto lugar est&aacute; o Imedia, da L'Or&eacute;al, com 9,1%. Depois vem a Maxton, da, tamb&eacute;m brasileira, Embelleze. Se forem somadas as fatias das duas marcas da L'Or&eacute;al, esta fica com 19,2% das vendas, ultrapassando a Niely.<br /><br />A empresa da Baixada Fluminense vem ganhando espa&ccedil;o, na esteira do aumento da renda das classe C e D. A marca come&ccedil;ou a ficar conhecida com produtos para consumidores de cabelos crespos (mercado "afro") que hoje respondem apenas por 5% das vendas.<br /><br />As brasileiras s&atilde;o adeptas &agrave; colora&ccedil;&atilde;o independentemente de idade: "H&aacute; mulheres que podem at&eacute; deixar de comer para sobrar dinheiro para pintar o cabelo. A brasileira n&atilde;o gosta de ficar com o cabelo branco. Jovens gostam de pintar os cabelos", afirma Jesus.<br /><br />O segredo para concorrer com os gigantes multinacionais, segundo o empres&aacute;rio &eacute; oferecer qualidade. "Pre&ccedil;o &eacute; importante, mas n&atilde;o &eacute; determinante", afirma.<br /><br />A Niely tem um laborat&oacute;rio em que dez qu&iacute;micos elaboram e testam as f&oacute;rmulas que eles pr&oacute;prios desenvolvem e tamb&eacute;m acompanham os produtos dos concorrentes. "Lan&ccedil;amos um produto a cada seis meses, quem n&atilde;o faz isso, fica para tr&aacute;s", diz Jesus.<br /><br />A Niely investiu pouco mais de R$ 31 milh&otilde;es em publicidade em 2011, segundo dados da Meio &amp; Mensagem - cerca de 6% do faturamento. Em 2007 foi at&eacute; Hollywood contratar o ator Richard Gere, que contracenou em uma campanha com a atriz brasileira Carolina Ferraz. Desde 2006, a empresa est&aacute; entre os patrocionadores do programa Big Brother Brasil, da TV Globo. Rodrigo Faro, apresentador da TV Record, &eacute; o garoto-propaganda da linha masculina.<br /><br />Na feminina, ap&oacute;s usar as artistas Claudia Raia, Ang&eacute;lica e Claudia Leitte, agora &eacute; Giovanna Antonelli. Ela "vende" os produtos Niely Gold, xampus e cremes, junto com a dupla de cantores Victor e Leo.<br /><br />"Procuramos artistas que o p&uacute;blico admira e que tenham uma trajet&oacute;ria de vida, de fam&iacute;lia. Victor e Leo falam dos nossos produtos nos shows e Giovanna &eacute; entusiasmada com a empresa", diz Daniele, filha de Jesus. Ela inspirou o nome Niely.<br /><br />Aos 26 anos, comanda o marketing e n&atilde;o quer nem ouvir falar em venda da companhia. O Valor apurou, por&eacute;m, que uma multinacional est&aacute; conversando com o comando da Niely, com a inten&ccedil;&atilde;o firme de fazer neg&oacute;cio. Questionada, a L'Or&eacute;al n&atilde;o comentou.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[L'Oréal amplia pesquisa de insumos da flora brasileira]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32160</link>
<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 11:32:19 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os &oacute;leos e fibras do cupua&ccedil;u, baba&ccedil;u, a&ccedil;a&iacute;, pracaxi, da flora brasileira, come&ccedil;am a fazer parte da f&oacute;rmula de cosm&eacute;ticos e produtos da L'Or&eacute;al. Os insumos de origem vegetal respondem por 55% dos utilizados pela empresa francesa e o pr&oacute;ximo passo &eacute; o uso do baga&ccedil;o de cana-de-a&ccedil;&uacute;car.<br /><br />O uso das mat&eacute;rias-primas naturais da Amaz&ocirc;nia vem sendo desenvolvido pelos laborat&oacute;rios da subsidi&aacute;ria brasileira. E a vice- presidente de comunica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da L'Or&eacute;al, Patricia Pineau, diz que a estrat&eacute;gia para o Brasil &eacute; ampla: buscar novos insumos para f&oacute;rmulas dos cosm&eacute;ticos e produtos para cabelos a partir do centro de pesquisas que ser&aacute; inaugurado at&eacute; meados de 2014, na Ilha do Fund&atilde;o, no Rio de Janeiro.<br /><br />"O centro de pesquisas no Rio n&atilde;o ser&aacute; uma hist&oacute;ria de marketing. A meta &eacute; inovar. O Brasil tem uma natureza generosa. O baga&ccedil;o de cana, por exemplo, tem alta concentra&ccedil;&atilde;o de fibras e prote&iacute;nas. S&atilde;o ingredientes naturais que permitem o uso em v&aacute;rios produtos cosm&eacute;ticos", diz Patricia.<br /><br />A &aacute;rea de pesquisas da L'Or&eacute;al responde por 613 patentes, re&uacute;ne 3,7 mil especialistas, de 60 diferentes nacionalidades. Em 2011, contou com or&ccedil;amento de &euro; 721 milh&otilde;es. S&atilde;o 18 centros de pesquisas, na Fran&ccedil;a, Estados Unidos, &Iacute;ndia, China e Jap&atilde;o.<br /><br />O mais novo deles &eacute; o inaugurado no final de mar&ccedil;o em Saint-Ouen, ao norte da capital francesa. Neste bairro misturam-se escrit&oacute;rios modernos e pr&eacute;dios residenciais cl&aacute;ssicos, de quatro a cinco andares, na regi&atilde;o da Porte de St-Ouen. O novo centro &eacute; exclusivamente dedicado &agrave; cria&ccedil;&atilde;o e busca de novas tecnologias e para colora&ccedil;&atilde;o e tratamento de cabelos.<br /><br />Com investimentos de &euro; 100 milh&otilde;es, o pr&eacute;dio foi desenhado para abrigar laborat&oacute;rios que testam cabelos de diferentes origens &eacute;tnicas. As pesquisas consideram cores e texturas de cabelos de homens e mulheres dos 130 pa&iacute;ses onde a empresa atua, diz Patricia.<br /><br />Multinacional j&aacute; usa &oacute;leos e fibras de cupua&ccedil;u, baba&ccedil;u, a&ccedil;a&iacute; e pracaxi - pr&oacute;ximo passo &eacute; explorar o baga&ccedil;o de cana<br /><br />Com 20 mil metros quadrados, trabalham em Saint-Ouen 500 pesquisadores, vindos das unidades da empresa em diversas partes do mundo, inclusive do Brasil. H&aacute; qu&iacute;micos, metrologistas, especialistas em novos materiais, em pesquisas &oacute;pticas, computa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />A raz&atilde;o de um centro de pesquisas voltado exclusivamente para criar produtos capilares &eacute; &oacute;bvia: o segmento responde por cerca de metade do faturamento da L'Or&eacute;al, ou &euro; 10 bilh&otilde;es.<br /><br />A unidade de pesquisa e desenvolvimento que vai ser constru&iacute;da no Rio tamb&eacute;m ter&aacute; como foco principal a pesquisa capilar. A brasileira est&aacute; entre as mulheres que mais lavam os cabelos no mundo - uma a duas vezes ao dia - e as que mais gastam com colora&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Dados da Euromonitor mostram o Brasil como o segundo no mundo em gasto per capita, de &euro; 17 ao ano, com cabelos em 2011. Perde apenas para a Noruega, com &euro; 28. Mas o tamanho do mercado dispensa compara&ccedil;&otilde;es, como observa o presidente mundial da divis&atilde;o de mercado de grande p&uacute;blico da L'Or&eacute;al, Jean-Jacques Lebel: "N&atilde;o me perguntem a raz&atilde;o da Noruega estar em primeiro lugar. Deve ser devido aos pre&ccedil;os mais altos dos produtos", comentou com bom-humor, deixando claro que o importante na pesquisa &eacute; o peso do Brasil. Jap&atilde;o e Fran&ccedil;a empatam em terceiro lugar, com &euro; 13 per capita. O gigante, Estados Unidos, entra com &euro; 8 per capita.<br /><br />Segundo Patricia, tanto os cremes e xampus da linha Kiehl's, origin&aacute;ria da Nova York e voltada ao consumidor de alta renda, como a linha Garnier Fructis, para consumo de massa, beneficiam-se da biodiversidade brasileira. Ela diz que as pesquisas e as inova&ccedil;&otilde;es realizadas a partir do Brasil podem ser utilizadas em v&aacute;rios pa&iacute;ses. "&Eacute; por meio da biof&iacute;sica que estamos buscando plantas que mostrem resist&ecirc;ncia ao sol, para utilizar ingredientes naturais em produtos adequados ao Brasil, &agrave; &Iacute;ndia, pa&iacute;ses asi&aacute;ticos onde a pele e o cabelo s&atilde;o mais expostos a grande luminosidade e calor", disse.<br /><br />O Brasil &eacute; um grande centro para testes, tem diferentes tipos de peles e cabelos, devido a migra&ccedil;&otilde;es e miscigena&ccedil;&atilde;o. A base dos produtos pode ir para &Iacute;ndia, com adapta&ccedil;&otilde;es. "L&aacute;, as mulheres gostam de odores diferentes, como frutas. Na China, a op&ccedil;&atilde;o &eacute; por cheiros de flores. A brasileira gosta de cheiros que lembrem limpeza", diz Patricia.<br /><br />"Tivemos uma experi&ecirc;ncia muito interessante na &Iacute;ndia. Entend&iacute;amos que precisavam de um produto que reduzisse a oleosidade da pele. Lan&ccedil;amos e n&atilde;o deu certo. Depois, verificamos que n&atilde;o bastava combater a oleosidade. Havia tamb&eacute;m o suor da pele, coisa que n&atilde;o temos aqui na Europa. Nosso clima &eacute; seco", diz a executiva. O Brasil tem "umidade, sol, luz intensa, e pode nos ajudar na cria&ccedil;&atilde;o de protetores solares" para brasileiros e outros mercados.<br /><br />Caminhar pelo centro de pesquisas de Saint-Ouen d&aacute; a sensa&ccedil;&atilde;o de se estar ora numa f&aacute;brica ora em um laborat&oacute;rio de an&aacute;lises cl&iacute;nicas. M&aacute;quinas voltadas para a ind&uacute;stria t&ecirc;xtil - usadas originalmente, por exemplo, para estamparia e testar cores em tecidos naturais - foram adaptadas pelos pesquisadores da L'Or&eacute;al. Rob&ocirc;s imitam aplica&ccedil;&otilde;es de produtos nos cabelos ou preparam f&oacute;rmulas economizando tempo. Outro tipo de equipamento avalia f&oacute;rmulas virtuais para que sejam desenvolvidas apenas aquelas que ir&atilde;o realmente atender &agrave;s necessidades dos consumidores.<br /><br />Uma parte do centro &eacute; destinada a testar mechas de cabelo natural. Ap&oacute;s receberem produtos de colora&ccedil;&atilde;o, por exemplo, s&atilde;o submetidas a calor, frio, press&atilde;o, luz, lavagens que podem demorar at&eacute; por 40 horas seguidas. Assim, &eacute; avaliado o desempenho de xampus, produtos p&oacute;s-xampu, cremes, &oacute;leos e musses de tratamento al&eacute;m dos produtos para colora&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um trabalho demorado. H&aacute; produtos que demoram de seis a sete anos para serem desenvolvidos.<br /><br /><br /><strong>Concorr&ecirc;ncia &eacute; mais acirrada quando o produto &eacute; para as classes C e D</strong><br /><br />&nbsp;&nbsp; <br />Na &Iacute;ndia, uma mulher n&atilde;o pode viver sem pintar os olhos. Na R&uacute;ssia, elas n&atilde;o ficam sem batom. No Reino Unido, se sentem seguras usando r&iacute;mel. Na Fran&ccedil;a, na Espanha e em Portugal, n&atilde;o sobrevivem se n&atilde;o tingirem os cabelos, brancos ou n&atilde;o. No Brasil, todas precisam pintar as unhas, particularmente as jovens, entre 18 e 24 anos. Mas as brasileiras tamb&eacute;m adoram usar batom, pintar os olhos e colorir os cabelos.<br /><br />N&atilde;o &eacute; por acaso que o Brasil &eacute; o quinto mercado da L'Or&eacute;al, posi&ccedil;&atilde;o de destaque em uma empresa que atua em 130 pa&iacute;ses. Nos &uacute;ltimos 14 anos, a venda total de cosm&eacute;ticos no mercado brasileiro cresce em m&eacute;dia, por ano, 10,5%. J&aacute; a venda de produtos de colora&ccedil;&atilde;o para cabelos aumentou 15,2%, ao ano, de 1997 a 2011, segundo a Euromonitor. Diante do crescimento acelerado, a meta da empresa francesa &eacute; dobrar as vendas no pa&iacute;s em cinco anos.<br /><br />"Brasil &eacute; o terceiro mercado [de cosm&eacute;ticos] do mundo, s&oacute; perde para os Estados Unidos e o Jap&atilde;o. &Eacute; o primeiro para cabelos. As brasileiras se preocupam muito com os cabelos e esse mercado amplia-se rapidamente. Cresceu (no total) sete vezes nos &uacute;ltimos catorze anos", diz o presidente da divis&atilde;o de produtos de consumo de grande p&uacute;blico da L'Or&eacute;al, Jean-Jacques Lebel. Os produtos para cabelos s&atilde;o cerca de metade das vendas da L'Or&eacute;al no Brasil.<br /><br />O executivo responde pela divis&atilde;o que faz quase 50% do faturamento da maior empresa de cosm&eacute;ticos do mundo - no primeiro semestre deste ano, as vendas mundiais da L'Or&eacute;al aumentaram 10,5% chegando a &euro; 11,21 bilh&otilde;es. O lucro operacional foi de &euro; 7,966 milh&otilde;es.<br /><br />Lebel conversou com o Valor em Clichy (Fran&ccedil;a), na sede mundial da companhia, na quinta-feira, quando a L'Or&eacute;al mostrou a alguns jornais e publica&ccedil;&otilde;es especializadas em beleza pesquisas sobre o uso da cor e dos cosm&eacute;ticos e sua presen&ccedil;a na vida das mulheres. No evento foram apresentadas novas tecnologias para tratar a pele, reduzir o aparecimento de rugas, e pintar cabelos. A tinta para cabelos sem am&ocirc;nia, por exemplo, que at&eacute; agora exclusiva de sal&otilde;es de beleza, ainda n&atilde;o tem data para chegar ao consumidor final no Brasil. Na Europa, chega ao mercado em 2013, por &euro; 10.<br /><br />A L'Or&eacute;al definiu, em 2010, a meta de dobrar a base de consumidores no mundo, em dez anos. Segundo Lebel, o Brasil ser&aacute; chave nesse processo. Um dos focos &eacute; a classe m&eacute;dia emergente, identificada pela empresa francesa como 46% da popula&ccedil;&atilde;o.<br /><br />&Eacute; justamente neste segmento, de produtos para cabelos, onde a concorr&ecirc;ncia &eacute; mais acirrada, especialmente em produtos para as classes C e D. Para disputar esse mercado, a L'Or&eacute;al lan&ccedil;ou este ano um kit de colora&ccedil;&atilde;o que custa entre R$ 7 e R$ 8. J&aacute; foram vendidas 7 milh&otilde;es de unidades.<br /><br />Lebel mostra-se animado com o Brasil. "Podemos dizer que se tivermos sucesso no Brasil, teremos no mundo. Brasil &eacute; muito estrat&eacute;gico para a L'Or&eacute;al". V&aacute;rios produtos criados pela L'Or&eacute;al no Brasil s&atilde;o l&iacute;deres de mercado no pa&iacute;s e no exterior: xampus Elseve (Repara&ccedil;&atilde;o Total e Hyda-Max Collageno), L'Or&eacute;al Paris (Hydramax) e Garnier Fructis (Fructis Liso Absoluto). Nas contas da empresa, h&aacute; 50 milh&otilde;es de brasileiros que usam algum produto seu.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Morador da Região Sul é o que mais gastará com produtos de beleza em 2012]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32083</link>
<pubDate>Wed, 14 Nov 2012 08:41:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Consumo m&eacute;dio nos tr&ecirc;s estados ser&aacute; de R$ 252,83 por habitante<br /><br /><br />Os moradores dos tr&ecirc;s estados do Sul s&atilde;o os brasileiros que mais devem gastar com produtos de beleza em 2012. Segundo estimativas do Ibope Intelig&ecirc;ncia, o gasto m&eacute;dio na regi&atilde;o ser&aacute; de R$ 252,83 por habitante. Em seguida v&ecirc;m os moradores do Centro-Oeste (R$ 245,86) e do Sudeste (R$ 239,45).<br /><br />No total, o pa&iacute;s deve gastar R$ 36,24 bilh&otilde;es nesse setor. No ano passado, o gasto foi de R$ 31,41 bilh&otilde;es. Em termos gerais, a classe C, que representa 52,38% dos domic&iacute;lios brasileiros tem o maior potencial de consumo: R$ 15,43 bilh&otilde;es (42,6% do consumo total).<br /><br />Em seguida vem a classe B, com 24,45% dos domic&iacute;lios em &aacute;rea urbana e potencial de gasto no setor estimado em R$ 15,05 bilh&otilde;es (ou 41,52%). O potencial de consumo refere-se apenas ao consumo domiciliar, ou seja, compras de pessoa f&iacute;sica para perfumes, col&ocirc;nias, maquiagem, cremes hidratantes e de tratamento, filtro solar, esmalte, desodorante e tinta para o cabelo.<br /><br />J&aacute; os gastos com produtos de higiene &mdash; escova de dente, creme e fio dental, xampu, sabonete, esponja para banho, barbeador, len&ccedil;o de papel, papel higi&ecirc;nico, absorvente, aparelho de barbear e cotonete &mdash; devem fechar 2012 em R$ 12,34 bilh&otilde;es, 15% acima do consumido no ano passado.<br /><br />Nessa categoria, a classe C tamb&eacute;m apresenta o maior potencial de consumo, com 42,8% dos gastos totais. Na divis&atilde;o por regi&otilde;es, a lideran&ccedil;a &eacute; do Sudeste, com 49% do consumo do pa&iacute;s, mas com gasto per capita de R$ 80,19. J&aacute; a Regi&atilde;o Sul, com estimados 18% do consumo nacional, ter&aacute; gasto por habitante de R$ 93,62.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero Hora - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Após estagnação, vendas de esmaltes voltam a crescer]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32072</link>
<pubDate>Tue, 13 Nov 2012 11:29:27 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de ganhar status de acess&oacute;rio de moda e ver um salto nas vendas em 2009 e 2010, o mercado de esmaltes esfriou no ano passado. Em 2012, investimentos das fabricantes em inova&ccedil;&otilde;es e campanhas de marketing fortes devolveram o &acirc;nimo &agrave; categoria, que voltou a acelerar.<br /><br />No primeiro semestre deste ano, foram vendidas 7,8% mais unidades de esmaltes do que no mesmo per&iacute;odo do ano passado. N&atilde;o chega perto da expans&atilde;o de 23% em 2010, mas j&aacute; mostra uma acelera&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao t&iacute;mido aumento de 1,4% em todo o ano passado.<br /><br />Se o ritmo de crescimento do faturamento registrado no primeiro semestre, de 17,4%, for mantido at&eacute; o fim do ano, a categoria vai movimentar R$ 600 milh&otilde;es em 2012. O mercado brasileiro de esmaltes &eacute; o primeiro do mundo em volume e o segundo em valor.<br /><br />"&Eacute; um dos mercados mais din&acirc;micos em que estamos e sempre vamos colocar muito foco nele", diz Nicolas Fischer, presidente da unidade de higiene e beleza da Hypermarcas, cujo portf&oacute;lio inclui os cremes Monange e as fraldas Pom Pom. Com a compra da Niasi, em 2008, a companhia incorporou ao seu portf&oacute;lio a Risqu&eacute;, l&iacute;der na categoria de esmaltes.<br /><br />A Hypermarcas investe para, al&eacute;m de trazer as cores da moda, agregar tecnologia ao esmalte e divulgar novas maneiras de usar o produto, segundo Fischer. A empresa lan&ccedil;ou em outubro canetas decorativas, que custam R$ 20. S&atilde;o cinco cores para fazer desenhos nas unhas.<br /><br />A Risqu&eacute; tamb&eacute;m relan&ccedil;ou 13 cores de sucesso de seu portf&oacute;lio. "Muitas consumidoras disseram que sentiram falta dessas cores", afirma Fischer. A campanha "Os cl&aacute;ssicos est&atilde;o de volta" &eacute; estrelada pela atriz Mariana Ximenes.<br /><br />No ano passado, a Risqu&eacute; sofreu com a inunda&ccedil;&atilde;o de marcas e a guerra de pre&ccedil;os. Neste ano, segundo Fischer, a marca est&aacute; crescendo "dois d&iacute;gitos" e mant&eacute;m sua participa&ccedil;&atilde;o de mercado.<br /><br />Enquanto isso, a L'Or&eacute;al, dona da marca Colorama, quer recuperar o primeiro lugar. A Risqu&eacute; passou a concorrente em 2002 e chegou a liderar com folga de 20 pontos percentuais. Nos &uacute;ltimos anos, a Colorama vem recuperando espa&ccedil;o e se aproximando da rival. Agora a diferen&ccedil;a &eacute; de apenas 3,5 pontos percentuais. Em julho e agosto, a Risqu&eacute; tinha 31,6% das vendas; e a Colorama, 28,1%, de acordo com dados Nielsen. A diretora de marketing da Colorama, Renata Kameyama, diz que a marca ganha participa&ccedil;&atilde;o a cada bimestre.<br /><br />A Color Trend, marca da Avon, &eacute; a terceira do mercado, conforme pesquisas da Kantar Worldpanel. As vendas da marca cresceram 70% nos &uacute;ltimos dois anos, segundo Juliana Barros, gerente de categoria de maquiagem da Avon. A &uacute;ltima cole&ccedil;&atilde;o, Todo Dia &eacute; Dia de Festa, trouxe os esmaltes "duo chrome", que mudam a cor conforme o &acirc;ngulo. "Em 2013, muitas inova&ccedil;&otilde;es chegar&atilde;o ao mercado pela Avon", diz Juliana.<br /><br />A Colorama apostou na transpar&ecirc;ncia em cores fortes, com o lan&ccedil;amento da cole&ccedil;&atilde;o Viagem Transl&uacute;cida, em agosto. No fim de outubro, a marca patrocinou o S&atilde;o Paulo Fashion Week e lan&ccedil;ou a cole&ccedil;&atilde;o Forma em Cor, com sete cores inspiradas nos tons prim&aacute;rios. "Estamos com um plano de lan&ccedil;amento bastante agressivo, com pelo menos cinco cole&ccedil;&otilde;es e 35 a 40 novos esmaltes por ano", diz Renata.<br /><br />Para renovar o apelo da marca entre as consumidoras, a Colorama iniciou no fim de agosto a campanha com o mote "Para cada vontade, tem um Colorama". Segundo Renata, a marca aumentou os investimentos em m&iacute;dia e marketing este ano. Dando continuidade ao novo posicionamento, est&atilde;o no ar atualmente dois v&iacute;deos.<br /><br />Na mesma &eacute;poca em que deu in&iacute;cio &agrave; campanha, a Colorama lan&ccedil;ou a p&aacute;gina da empresa no Facebook e, em dois meses, atingiu 1,2 milh&atilde;o de seguidores. A Risqu&eacute; tem mais de 2 milh&otilde;es. Em setembro, a Hypermarcas lan&ccedil;ou um aplicativo da marca para smartphones, que permite visualizar como ficar&aacute; o esmalte nas unhas e compartilhar informa&ccedil;&otilde;es no Facebook. Segundo Renata, da Colorama, a L'Or&eacute;al prepara uma "a&ccedil;&atilde;o digital forte", mas a executiva n&atilde;o revela o plano.<br /><br />Ditados pelas tend&ecirc;ncias da moda, os lan&ccedil;amentos ficaram mais frequentes e ocorrem pelo menos quatro vezes ao ano. As cores no portf&oacute;lio da Avon passaram de 20, em 2009, para 50, hoje. A Risqu&eacute; tem cerca de 150 cores. A Colorama conta com 170. &Eacute; um desafio para as varejistas.<br /><br />"&Eacute; uma categoria que depende muito de inova&ccedil;&atilde;o, por isso os ciclos s&atilde;o mais curtos. &Eacute; preciso ter uma gest&atilde;o espec&iacute;fica de cadastramento e caducidade", diz Andr&eacute; Elias Gon&ccedil;alves, diretor de marketing da DPSP, resultado da fus&atilde;o das redes de drogaria Pacheco e S&atilde;o Paulo. "Cada rede tem a sua receita", diz. A Drogaria S&atilde;o Paulo, por exemplo, optou por usar m&oacute;veis abertos, semelhantes a cestas. Essa exposi&ccedil;&atilde;o pode aumentar as vendas de esmaltes em at&eacute; 30% nas lojas da rede, se comparada a uma organiza&ccedil;&atilde;o dos itens enfileirados em uma prateleira.<br /><br />A entrada de novas marcas e a euforia por cores diferentes fez com que 2010 fosse um ano at&iacute;pico. "Foi o ano da alavanca. Em 2011, tudo isso j&aacute; era rotina", diz Renata, da Colorama. Portanto, pode ser que o ano dourado de 2010 n&atilde;o se repita. Mas o mercado continua em alta, e n&atilde;o s&oacute; no Brasil. No ano passado, a categoria de esmaltes foi a que mais cresceu no mundo entre os produtos de higiene e beleza, de acordo com a Euromonitor. As vendas adicionaram US$ 700 milh&otilde;es ao mercado, que movimentou US$ 5,8 bilh&otilde;es.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /><br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Mercado de produtos de beleza deve crescer até 15% este ano]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32063</link>
<pubDate>Tue, 13 Nov 2012 10:04:34 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O consumo de produtos de beleza deve encerrar 2012 com um crescimento de 15% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. &Eacute; o que aponta o Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Intelig&ecirc;ncia. De acordo com o estudo, os brasileiros devem gastar R$ 36,24 bilh&otilde;es com esses produtos neste ano, frente aos R$ 31,41 bilh&otilde;es de 2011. Segundo apurou o instituto, a classe C, que representa 52,38% dos domic&iacute;lios do Pa&iacute;s, tem o maior potencial de consumo: R$ 15,43 bilh&otilde;es, o que representa 42,6% do total do consumo nacional.<br /><br />Logo em seguida vem a classe B, que com 24,45% dos domic&iacute;lios em &aacute;rea urbana tem um potencial de gasto com esses produtos estimado em R$ 15,05 bilh&otilde;es (41,52% do consumo).<br />Na an&aacute;lise por regi&atilde;o, a Sudeste representa metade do consumo do pa&iacute;s, seguido pela Nordeste (18%) e pela Sul (16%), mas os moradores da Regi&atilde;o Sul s&atilde;o os que mais gastam com esses produtos. L&aacute; o consumo anual &eacute; de R$ 252,83 por habitante, enquanto na Regi&atilde;o Centro-oeste &eacute; de R$ 245,86, e na Sudeste, de R$ 239,45.<br /><br />Higiene<br /><br />Com produtos de higiene, o gasto dos brasileiros estimado para 2012 &eacute; de R$ 12,34 bilh&otilde;es, 15% acima de 2011. A classe C, com o maior potencial de consumo, representa 42,8% dos gastos totais. Nas regi&otilde;es, a lideran&ccedil;a &eacute; da Regi&atilde;o Sudeste, com 49% do consumo do Pa&iacute;s, mas com gasto per capita de R$ 80,19, enquanto que a Sul, com 18% do consumo nacional, tem um consumo por habitante de R$ 93,62. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Lojas de cosméticos apostam no avanço da demanda no País]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32033</link>
<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 11:44:46 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a chegada antecipada das temperaturas do ver&atilde;o e o aquecimento das vendas de produtos de higiene e beleza, as redes de cosm&eacute;ticos t&ecirc;m previs&otilde;es e expectativas muito otimistas para o final do ano e in&iacute;cio de 2013. A previs&atilde;o dos lojistas &eacute; vender at&eacute; 20% a mais no per&iacute;odo de Natal, na compara&ccedil;&atilde;o com a ano passado, e os empres&aacute;rios j&aacute; t&ecirc;m planos tra&ccedil;ados para o ano que se inicia em breve.<br /><br />A Sephora, por exemplo, que iniciou sua opera&ccedil;&atilde;o no Brasil este ano, deve abrir mais tr&ecirc;s lojas no Pa&iacute;s at&eacute; o final de dezembro, sendo uma no Shopping Morumbi, em S&atilde;o Paulo, e outras duas na cidade do Rio de Janeiro. "No ano que vem a expans&atilde;o continua. Temos previs&atilde;o de abrir de quatro a seis lojas em 2013 e a ideia &eacute; continuar investindo no Pa&iacute;s, pois ainda h&aacute; muita coisa para fazer aqui", diz Carlos Andr&eacute; Montenegro, diretor da Sephora Brasil.<br /><br />O empres&aacute;rio tem muitos motivos para comemorar os resultados de 2012. No &uacute;ltimo m&ecirc;s de julho foi inaugurada a primeira loja Sephora no Brasil, no Shopping JK Iguatemi, em S&atilde;o Paulo, que foi visitada por mais de cinco mil pessoas no primeiro dia de funcionamento.<br />"Os n&uacute;meros falam por si. Tivemos um in&iacute;cio fant&aacute;stico, nossa loja &eacute; um dos maiores tr&aacute;fegos do shopping at&eacute; hoje, com filas na porta at&eacute; em dias de semana. Estamos muito contentes com o resultado", comenta Montenegro.<br /><br />O diretor acrescenta que, por enquanto, Rio de Janeiro e S&atilde;o Paulo s&atilde;o os locais previstos para a atua&ccedil;&atilde;o da rede, que aos poucos deve se expandir para as principais cidades e capitais do Pa&iacute;s. "No Brasil n&atilde;o s&oacute; a distribui&ccedil;&atilde;o de lojas e perfumarias de prest&iacute;gio &eacute; limitada, como tamb&eacute;m h&aacute; uma demanda reprimida de marcas. S&atilde;o nomes que os brasileiros conhecem quando viajam para o exterior e quando voltam n&atilde;o encontram mais esses produtos para consumir aqui", comenta.<br /><br />Montenegro conta que a Sephora j&aacute; trouxe 15 marcas para o Brasil este ano e planeja uma nova onda de produtos no pr&oacute;ximo ano. "Devemos lan&ccedil;ar mais uma marca at&eacute; o final do ano e apostamos em muitos produtos de Natal. S&atilde;o diversas coisas novas na loja para ter n&uacute;meros ainda melhores no final do ano. Estamos animados e a expectativa &eacute; incr&iacute;vel", exp&otilde;e o executivo.<br /><br />Ele ainda acrescenta que as lojas brasileiras da Sephora tentam ao m&aacute;ximo ter um sortimento de produtos muito parecido com o das lojas do exterior. "Nem todas as marcas que existem na Europa e nos Estados Unidos n&oacute;s temos no Brasil, mas n&oacute;s tentamos, sem d&uacute;vida, reproduzir a experi&ecirc;ncia de compra que o consumidor tem l&aacute; fora. Os m&oacute;veis s&atilde;o id&ecirc;nticos, e voc&ecirc; pode experimentar e tocar em todos os produtos", completa.<br /><br />Mercado<br /><br />Entre os fornecedores de produtos cosm&eacute;ticos a situa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; positiva. Para D&eacute;lio de Oliveira, superintendente da divis&atilde;o Cosm&eacute;tica Ativa da multinacional francesa L'Or&eacute;al, 2012 foi um ano fant&aacute;stico. "O mercado de cosm&eacute;ticos cresce 15% e n&oacute;s estamos crescendo 31%, ou seja, mais que o dobro. Obviamente n&atilde;o tem como n&atilde;o estar feliz com os resultados", comemora.<br /><br />Na opini&atilde;o do empres&aacute;rio, dois fatores influenciaram os resultados deste ano. O primeiro foi a alta temperatura registrada mesmo ao longo do inverno, que intensificou a busca por produtos de cuidados com o sol, por exemplo. O segundo motivo, de acordo com Oliveira, &eacute; a quest&atilde;o dos novos produtos da empresa, mais adaptados para a pele da mulher brasileira. "Estamos adaptando cada vez mais nossos produtos, tanto na parte de prote&ccedil;&atilde;o solar quanto na quest&atilde;o antirrugas, tentando fazer f&oacute;rmulas mais adaptadas para o nosso tipo de pele, que &eacute; um pouco mais oleosa que no restante do mundo, principalmente em compara&ccedil;&atilde;o com a europeia", declara o empres&aacute;rio.<br /><br />Oliveira tamb&eacute;m tem boas expectativas para o encerramento do ano. "N&oacute;s devemos terminar acima do que t&iacute;nhamos or&ccedil;ado para o ano. A Fran&ccedil;a est&aacute; bem feliz com o que n&oacute;s estamos fazendo aqui no Brasil. Hoje somos a terceira divis&atilde;o da empresa no mundo e no ano que vem devemos passar a Alemanha e ficar em segundo, atr&aacute;s somente da Fran&ccedil;a. S&oacute; bons resultados."<br /><br />Botic&aacute;rio<br /><br />Outra rede que espera um bom desempenho nos &uacute;ltimos meses do ano &eacute; O Botic&aacute;rio, que acaba de anunciar sua entrada no mercado de cosm&eacute;ticos multimarcas com a nova rede, denominada The Beauty Box.<br /><br />"Somos otimistas, acreditamos que este Natal ser&aacute; melhor que o do ano passado. Projetamos vender at&eacute; 20% a mais do que em 2011", afirma Artur Grynbaum, presidente da empresa e que semana passada recebeu o Pr&ecirc;mio Atualidade Cosm&eacute;tica, de Profissional do Ano de 2012.<br />De acordo com o executivo, a companhia j&aacute; est&aacute; em fase de discuss&atilde;o de planos para 2013. "Nossa meta para este ano eram 150 novas lojas; vamos ultrapassar esse plano e acrescentar novas unidades", declara.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Perfume de Gabriela Sabatini inicia fase de renovação após 23 anos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=32025</link>
<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 10:33:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Lan&ccedil;ada em 1989, no auge de sua carreira, a fragr&acirc;ncia da ex-tenista argentina ainda &eacute; uma das mais vendidas no pa&iacute;s</em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /> <br /> A ex-tenista Gabriela Sabatini n&atilde;o &eacute; mais a mesma desde que deixou de jogar. Aos 42 anos &mdash; e quase duas d&eacute;cadas longe das quadras &mdash;, a argentina perdeu os m&uacute;sculos de outros tempos, assumindo definitivamente o ar de empres&aacute;ria. Mas se Gabriela mudou, o perfume que leva seu nome continua o mesmo desde o lan&ccedil;amento, em 1989, no auge da carreira da atleta. <br /> <br /> Mesma fragr&acirc;ncia, embalagem id&ecirc;ntica. As notas florais e c&iacute;tricas seduzem as brasileiras desde o in&iacute;cio da abertura da economia do pa&iacute;s para importa&ccedil;&atilde;o, no come&ccedil;o dos anos 1990. Mas hoje, com 23 anos de estrada, um dos frascos mais vendidos no Brasil precisa ser renovado. &ldquo;Lembro deste perfume na prateleira da minha av&ocirc;&rdquo;, diz uma jovem da gera&ccedil;&atilde;o Y. <br /> <br /> Gabriela chegou ao Brasil na semana passada para uma intensa rotina de divulga&ccedil;&atilde;o do produto. &ldquo;Vamos ter novidades, mas ainda n&atilde;o posso adiantar nada&rdquo;, despista a ex-jogadora. A P&amp;G Prestige, respons&aacute;vel pela distribui&ccedil;&atilde;o do perfume no Brasil, afirma que a marca anunciar&aacute; novidades daqui a dois anos. Por esta raz&atilde;o, a exatleta tem feito viagens frequentes ao Brasil. &ldquo;Venho para tratar de neg&oacute;cios e visitar os amigos&rdquo;, diz. Na lista est&aacute; seu ex-t&eacute;cnico, o brasileiro Carlos Alberto Kirmayr, respons&aacute;vel por mudar seu jogo defensivo para mais agressivo entre os anos de 1990 e 1995. <br /> <br /> A aten&ccedil;&atilde;o com o Brasil tem sua raz&otilde;es. Simplesmente trata-se do principal mercado do perfume, presente em cerca de 70 pa&iacute;ses. A Alemanha fica em segundo lugar, seguida por outras regi&otilde;es da Europa. <br /> <br /> Um dos motivos para a fragr&acirc;ncia estar entre as mais vendidas por aqui &eacute; o pre&ccedil;o. Apesar de se tratar de um produto importado &mdash; ele &eacute; feito na Alemanha &mdash;, um frasco de 30 ml custa cerca de R$ 60, valor bastante acess&iacute;vel perto de outras marcas importadas lan&ccedil;adas no mesmo per&iacute;odo. O Angel - Thierry Mugler, de 1992, outro campe&atilde;o de venda no Brasil, sai por R$ 300 na vers&atilde;o 25 ml. <br /> <br /> Os brasileiros s&atilde;o apaixonados por perfumes. Considerando- se somente a produ&ccedil;&atilde;o nacional, o segmento registrou receita de R$ 4,7 bilh&otilde;es em 2011, alta de 7,5% na compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior, segundo dados da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec). Foi tamb&eacute;m em 2011 que o pa&iacute;s se tornou o maior mercado consumidor de perfume do mundo. <br /> <br /> A expectativa inicial era que o t&iacute;tulo fosse alcan&ccedil;ado apenas em 2013, mas o n&uacute;mero de lan&ccedil;amentos das empresas nacionais somado ao aumento do poder de compra das classes C, D e E fizeram as vendas saltarem al&eacute;m do previsto. <br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Grupo LOréal inaugura a sua maior fábrica]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31958</link>
<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 10:49:16 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Unidade, localizada na Indon&eacute;sia, &eacute; grande aposta para abastecer mercados da &Aacute;sia</em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /> <br /> O grupo franc&ecirc;s L&rsquo;Or&eacute;al, l&iacute;der mundial de produtos de beleza, inaugurou na Indon&eacute;sia a maior f&aacute;brica j&aacute; constru&iacute;da pela empresa, confirmando suas ambiciosas metas na &Aacute;sia, onde o excelente crescimento do mercado de cosm&eacute;ticos tem se convertido a regi&atilde;o em um dos motores da empresa. <br /> <br /> A f&aacute;brica, a 43&ordf; do grupo e a maior j&aacute; constru&iacute;da pela empresa, produzir&aacute; 200 milh&otilde;es de unidades em 2013, com uma capacidade que poder&aacute; elevar-se mais adiante a 300 milh&otilde;es e inclusive a 500 milh&otilde;es, disse o vice-presidente da L'Or&eacute;al para a regi&atilde;o &Aacute;sia-Pac&iacute;fico, Joechen Zaumseil. <br /> <br /> A unidade necessitar&aacute; de um investimento de &ldquo;100 milh&otilde;es de euros&rdquo; em seis anos, disse o respons&aacute;vel durante a inaugura&ccedil;&atilde;o da planta na zona industrial de Jababeka, na periferia leste da capital Yakarta. <br /> <br /> A imensa instala&ccedil;&atilde;o de 66.000 m2 se apresenta como um &ldquo;centro de produ&ccedil;&atilde;o para o sudeste asi&aacute;tico&rdquo;, explicou Zaumseil. A regi&atilde;o, que conta com mais de 600 milh&otilde;es de habitantes, &eacute; a &ldquo;nova fronteira de crescimento&rdquo;, segundo o grupo, e dever&aacute; converter-se em um dos alicerces da L'Or&eacute;al para conquistar a &Aacute;sia. conquistar a &Aacute;sia. <br /> <br /> A empresa francesa tem a ambi&ccedil;&atilde;o de duplicar em uma d&eacute;cada seu n&uacute;mero de clientes no mundo, atualmente em 1 bilh&atilde;o. Apenas na &Aacute;sia, s&atilde;o esperados 650 milh&otilde;es de novos clientes, disse Zaumseil. <br /> <br /> Enquanto as vendas retrocedem na Europa ocidental, na &Aacute;sia elas aumentaram em 20% no per&iacute;odo janeiro-setembro, somando &curren; 3,2 bilh&otilde;es, pr&oacute;ximo do dado de crescimento na Am&eacute;rica do Norte (alta de 19,4%, &curren; 3,9 bilh&otilde;es). <br /> <br /> A nova f&aacute;brica exportar&aacute; 70% de sua produ&ccedil;&atilde;o ao sudeste asi&aacute;tico e o resto ir&aacute; para o mercado indon&eacute;sio, segundo o ministro de Ind&uacute;stria do arquip&eacute;lago, Mohamad S. Hidayat. <br /> <br /> A Indon&eacute;sia, quarto pa&iacute;s mais povoado do planeta, com 240 milh&otilde;es de habitantes, vive atualmente o auge do mercado de produtos de beleza, com um aumento de 12,9% este ano com rela&ccedil;&atilde;o a 2011. &ldquo;A L'Or&eacute;al tem obtido na Indon&eacute;sia um incremento m&eacute;dio de 30% de suas vendas h&aacute; quatro anos.<br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Mudança na cobrança de ICMS deve aumentar preço de cosméticos e produtos de higiene]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31939</link>
<pubDate>Wed, 07 Nov 2012 11:34:44 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Inclus&atilde;o de novos itens em regime de substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria do Rio reacende batalha entre empres&aacute;rios e o Fisco<br /></em><br /><br />A inclus&atilde;o de dezenas de novos produtos em um modelo diferenciado de arrecada&ccedil;&atilde;o de impostos no Estado do Rio, que entrou em vigor na &uacute;ltima quinta-feira, reacende uma batalha travada entre empres&aacute;rios da ind&uacute;stria e do varejo e o Fisco que deve, ao fim, fazer o consumidor pagar mais pelo que compra no dia a dia.<br /><br />A secretaria estadual de Fazenda p&ocirc;s mais de 50 itens de cosm&eacute;ticos, perfumaria, higiene pessoal e toucador, al&eacute;m de mamadeiras, sob um regime conhecido como substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria. Por esse modelo, em vez de o Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os (ICMS) ser cobrado em cada uma das etapas que o produto percorre entre a f&aacute;brica e as g&ocirc;ndolas dos mercados, ele &eacute; recolhido apenas por um contribuinte.<br /><br />Esse contribuinte, que pode ser a f&aacute;brica ou a distribuidora (nunca o varejo) dependendo do produto, assume a responsabilidade de pagar o tributo por toda a cadeia, mas repassa o valor para o produto que vende ao varejo. Assim, todos os envolvidos pagam o imposto antecipadamente: o fabricante precisa recolher o ICMS antes de distribuir o item, e o varejo paga mais caro antes de poder vend&ecirc;-lo aos consumidores. Quando a regra entrou em vigor, as companhias tiveram inclusive que pagar o imposto antecipadamente pelos produtos do seu estoque &mdash; mas o governo permitiu que o valor fosse parcelado em at&eacute; 12 meses.<br /><br />O secret&aacute;rio de Fazenda, Renato Villela, argumenta que a substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria &eacute; importante pois, ao concentrar a arrecada&ccedil;&atilde;o em menos contribuintes, aumenta a efici&ecirc;ncia do Fisco e reduz a sonega&ccedil;&atilde;o. Isso porque s&atilde;o necess&aacute;rios menos fiscais para combater o crime em um punhado de f&aacute;bricas do que em cada um dos milhares de pontos de venda no varejo.<br /><br />Mas o empresariado acusa o regime de ser respons&aacute;vel pela eleva&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o final dos produtos e de dificultar a vida das micro e pequenas empresas, que alegam n&atilde;o ter capital de giro suficiente para pagar o imposto antecipadamente. Al&eacute;m disso, reclamam de exagero na implanta&ccedil;&atilde;o do regime, que j&aacute; abrange cerca de 500 produtos, segundo a Firjan.<br /><br />&lsquo;Empresas s&eacute;rias pedem o regime&rsquo;, diz secret&aacute;rio<br /><br />Segundo a advogada-chefe da Divis&atilde;o Tribut&aacute;ria da Firjan, Cheryl Berno, o pre&ccedil;o final do produto na substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria aumenta por dois motivos. Como o varejista pode levar at&eacute; v&aacute;rios meses para vender o produto depois de o tributo ter sido pago, ele procura elevar seu caixa. Al&eacute;m disso, a Fazenda calcula o valor do imposto com base em uma estimativa do pre&ccedil;o final dos artigos. Mas a advogada afirma que essas estimativas costumam ser infladas. No caso dos produtos rec&eacute;m-inclu&iacute;dos, Cheryl diz que foi levado em conta a estrutura de pre&ccedil;o praticada em S&atilde;o Paulo:<br /><br />&mdash; Como os pre&ccedil;os em S&atilde;o Paulo s&atilde;o maiores, o imposto cobrado aqui acaba sendo maior, o que induz a um encarecimento dos produtos &mdash; explica ela, que n&atilde;o sabe estimar, por&eacute;m, de quanto ser&aacute; esse aumento.<br /><br />O secret&aacute;rio de Fazenda diz que, por lei, o estado s&oacute; pode estimar o pre&ccedil;o final &mdash; tecnicamente chamado de Margem de Valor Agregado (MVA) &mdash; com base em pesquisas de mercado ou na experi&ecirc;ncia de outros estados. Renato Villela diz que o Rio j&aacute; se prepara para encomendar pesquisas, mas recorre, por enquanto, a protocolos de outros estados no &acirc;mbito do Conselho Nacional de Pol&iacute;tica Fazend&aacute;ria (Confaz). E ele nega que a substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria leve necessariamente a aumento de pre&ccedil;os.<br /><br />&mdash; Em alguns setores houve at&eacute; redu&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os &mdash; assegura o secret&aacute;rio, que n&atilde;o informa, no entanto, a quais setores se refere.<br /><br />&mdash; As empresas s&eacute;rias, que pagam imposto, costumam nos pedir a substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria para os seus segmentos, pois s&atilde;o prejudicadas pela concorr&ecirc;ncia desleal dos sonegadores. Eu n&atilde;o estou dizendo que quem est&aacute; reclamando &eacute; sonegador, mas muita gente s&eacute;ria &eacute; a favor da medida.<br /><br />Arrecada&ccedil;&atilde;o de ICMS cresce 13,1% em 1 ano<br /><br />A ind&uacute;stria de cosm&eacute;ticos reclama do prazo ex&iacute;guo que foi dado para adapta&ccedil;&atilde;o. O decreto 43.889, que incluiu cosm&eacute;ticos e produtos de higiene na substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, foi publicado em 15 de outubro e entrou em vigor em 1&ordm; de novembro &mdash; mas houve audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na Assembleia Legislativa (Alerj) sobre o tema. A Firjan e os empres&aacute;rios do setor tentaram adiar a mudan&ccedil;a, mas n&atilde;o conseguiram.<br /><br />&mdash; &Eacute; uma trag&eacute;dia pra gente. O prazo pequeno causa transtornos nas empresas, sobretudo nessa &eacute;poca em que todos est&atilde;o fazendo estoque para o Natal. Vai haver desordem. Al&eacute;m disso, o comerciante tem dificuldade de entender a regra nova e eleva os pre&ccedil;os &mdash; reclama Celso Dantas, presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria de Produtos Cosm&eacute;ticos e Higiene Pessoal (Sipaterj).<br /><br />&mdash; A substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria tem efic&aacute;cia discut&iacute;vel e traz injusti&ccedil;a porque imp&otilde;e regras semelhantes (de forma&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o) para empresas que n&atilde;o funcionam da mesma forma.<br /><br />A substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria tem ajudado a elevar a arrecada&ccedil;&atilde;o. No ano passado, o recolhimento de ICMS cresceu 13,1%, atingindo R$ 57 bilh&otilde;es. Mas a Fazenda ressalva que outros fatores relevantes contribu&iacute;ram para esse crescimento, como o aquecimento da economia, a abertura de concursos que dobraram o n&uacute;mero de auditores fiscais e investimentos em tecnologia.<br /><br />Para deputado, Fazenda fez da exce&ccedil;&atilde;o a regra<br /><br />&mdash; O problema &eacute; que o governo fez da substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, que deveria ser exce&ccedil;&atilde;o, uma regra. O recurso deveria ser usado apenas em produtos em que h&aacute; problema grave de sonega&ccedil;&atilde;o, mas hoje abrange centenas de itens. Para a Fazenda &eacute; &oacute;timo, pois ela antecipa suas receitas &mdash; afirma o deputado estadual Luiz Paulo (PSDB), presidente da Comiss&atilde;o de Tributa&ccedil;&atilde;o da Alerj.<br /><br />&mdash; E &eacute; claro que ela tem impacto no pre&ccedil;o final do produto.<br /><br />Segundo o advogado Alexandre da Cunha Ribeiro, do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB), substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria &eacute; usada no Brasil desde o fim da d&eacute;cada de 1960 e era focada em artigos com pre&ccedil;o tabelado, em que era poss&iacute;vel saber de antem&atilde;o o valor exato do imposto final, sem precisar recorrer a estimativas.<br /><br />Advogado sugere que pequenas empresas fiquem de fora<br /><br />Segundo a Fazenda, o regime foi institu&iacute;do no Rio em 1985 e hoje j&aacute; atua sobre centenas de itens, de cigarros a artigos musicais. Em junho, o governo do Estado fez uma altera&ccedil;&atilde;o na regra de substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria que, segundo Villela, permite que o regime seja imposto em uma cesta muito maior de produtos. Isso porque, at&eacute; ent&atilde;o, havia um teto para a MVA. Logo, n&atilde;o compensava aplicar a substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria em muitos produtos com alto valor agregado. A mudan&ccedil;a &eacute; um dos fatores que impulsiona o aumento da lista de artigos sob o modelo.<br /><br />Para Cunha Ribeiro, o maior problema do uso exagerado do regime &eacute; seu efeito sobre as pequenas empresas, que s&atilde;o obrigadas a pagar o ICMS antes mesmo gerar a receita com as vendas. Ele sugere que se tire as firmas que pagam Super Simples da substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria.<br /><br />&mdash; O Simples n&atilde;o representa nem 3% da arrecada&ccedil;&atilde;o de ICMS do Rio. Ent&atilde;o, n&atilde;o tem sentido se preocupar com isso. Essas empresas podem muito bem pagar o imposto da forma tradicional, sem ser por substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria &mdash; recomenda o tributarista, que tamb&eacute;m acredita que o regime encarece o valor dos produtos.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo - RJ</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[LOréal cresce menos que concorrentes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31927</link>
<pubDate>Wed, 07 Nov 2012 09:41:01 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Vendas no terceiro trimestre foram de &curren; 5,52 bilh&otilde;es, uma alta de 4,6% sobre 2011</em></p>
<p style="text-align: justify;"><br /> <br /> A L&rsquo;Or&eacute;al, maior fabricante de cosm&eacute;ticos do mundo, registrou um crescimento global menor que o esperado por analistas, principalmente no segmento de produtos de uso profissional. As vendas cresceram 4,6%, para &curren; 5,52 bilh&otilde;es, contra a estimativa de 4,9% de especialistas que acompanham o setor. <br /> <br /> De acordo com Andrew Wood, analista da Sanford C. Bernstein, o crescimento trimestral da empresa francesa est&aacute; num ritmo mais lento do que suas principais concorrentes, como a Unilever, que teve uma alta de 8% entre julho e setembro, e Est&eacute;e Lauder, que teve um desempenho trimestral 6% melhorem rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. &ldquo;A L&rsquo;Or&eacute;al cresceu menos de 6% em 17 dos 19 &uacute;ltimos trimestres, refor&ccedil;ando a tese de que se trata apenas de uma empresa &lsquo;m&eacute;dia&rsquo; de beleza e cuidados pessoais&rdquo;, disse Wood em relat&oacute;rio. <br /> <br /> O aumento nas vendas de apenas 0,1% no segmento de produtos para uso profissional, como a Kerastase, foi o menor desde 2009, ainda segundo o analista. &ldquo;Apesar da queda nas vendas observada na &Aacute;sia e tamb&eacute;m no varejo em aeroportos, a divis&atilde;o de luxo da L&rsquo;Or&eacute;al continua em ritmo bastante din&acirc;mico de crescimento&rdquo;, disse o presidente do conselho da companhia de cosm&eacute;ticos, Jean- Paul Agon. &ldquo;Confirmamos nossas metas para 2012 e nossa ambi&ccedil;&atilde;o de alcan&ccedil;ar outro ano de boas vendas, resultados e lucratividade&rdquo;. <br /> <br /> De acordo com comunicado da companhia, as vendas tiveramcrescimento de 6,6% na divis&atilde;o de luxo e de 5,6% na unidade de cuidados pessoais, que incluem a linha de produtos La Roche Posay. <br /> <br /> A fabricante de cosm&eacute;ticos registrou que da de 0,6% na por&ccedil;&atilde;o ocidental da Europa (o decl&iacute;nio foi maior no sul do continente, de acordo com a L&rsquo;Or&eacute;al), enquanto nos chamados &ldquo;novos mercados&rdquo;, a companhia teve alta de 8,1%. Na Am&eacute;rica do Norte, o crescimento nas vendas foi de 7,1%. &ldquo;Como a empresa n&atilde;o alcan&ccedil;ou a estimativa dos analistas, suas a&ccedil;&otilde;es devem sofrer nos pr&oacute;ximos dias&rdquo;, disse Eamonn Ferry, analista da Exane BNP Paribas.<br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Indústria sofistica oferta de sabonetes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31872</link>
<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 11:50:49 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O brasileiro toma de dois a tr&ecirc;s banhos por dia, um fil&atilde;o para a ind&uacute;stria de sabonetes. Mas, por se tratar de uma categoria madura, com 99% de presen&ccedil;a nos lares brasileiros, o volume de vendas do produto est&aacute; praticamente est&aacute;vel em supermercados no Brasil. Para agregar valor a esse mercado, as fabricantes investem em segmentos com baixa penetra&ccedil;&atilde;o, como l&iacute;quidos e antibacterianos. Os sabonetes em barra ganham novas fun&ccedil;&otilde;es, como hidrata&ccedil;&atilde;o e perfume.<br /><br />O volume de sabonetes vendidos no pa&iacute;s caiu 1,2% de janeiro a setembro, ante o mesmo per&iacute;odo de 2011, de acordo com dados da Nielsen. Mas, em valor, as vendas aumentaram 10%, em um mercado que movimenta US$ 2,77 bilh&otilde;es. As vers&otilde;es l&iacute;quidas e antibacterianas cresceram 12% e 13%, respectivamente.<br /><br />Segundo Luiz Gaspar, analista de mercado da Nielsen, a categoria segue a tend&ecirc;ncia de sofistica&ccedil;&atilde;o do consumo verificada nos &uacute;ltimos cinco anos, principalmente nos setores de higiene pessoal e beleza, beneficiados pelo controle inflacion&aacute;rio e pelo maior poder aquisitivo da popula&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O mercado auditado pela Nielsen inclui hipermercados, supermercados e pequenas lojas de varejo. N&atilde;o entram canais como "atacarejo", farm&aacute;cias e venda direta, que t&ecirc;m ganhado import&acirc;ncia. Nas farm&aacute;cias, as vendas de sabonetes crescem 6%, segundo Gaspar. A regi&atilde;o Norte do pa&iacute;s tamb&eacute;m est&aacute; de fora da estat&iacute;stica.<br /><br />Os sabonetes l&iacute;quidos aumentam sua participa&ccedil;&atilde;o nos lares brasileiros e hoje est&atilde;o em 34% das casas. "O uso de sabonete l&iacute;quido &eacute; aspiracional e, com a ascens&atilde;o da [renda da] popula&ccedil;&atilde;o, as vendas deste item tendem a subir", diz Tatiana Ponce, diretora de marketing da Beiersdorf- Nivea. Segundo Cristina Fonseca, gerente de marketing da Johnson &amp; Johnson (J&amp;J), o segmento enfrenta uma barreira de h&aacute;bito cultural e de pre&ccedil;o, se comparado com o dos sabonetes em barra. "&Eacute; necess&aacute;rio continuar mostrando para o consumidor os benef&iacute;cios do uso de sabonetes l&iacute;quidos", diz.<br /><br />Neste ano, o mercado de sabonetes l&iacute;quidos ganhou seis marcas, al&eacute;m de novas vers&otilde;es. A Unilever, l&iacute;der em sabonetes com Lux, Dove e Lifebuoy, ter&aacute; novidades nas vers&otilde;es l&iacute;quidas para as tr&ecirc;s marcas at&eacute; dezembro. No segmento de s&oacute;lidos, Lux ganhou novo formato e f&oacute;rmula, que promete mais espuma. Tamb&eacute;m foi lan&ccedil;ada a linha Lux Fragr&acirc;ncias Finas, cujo perfume dura mais tempo na pele.<br /><br />A J&amp;J relan&ccedil;ou a linha de sabonetes l&iacute;quidos Johnson's, com novas f&oacute;rmulas e aromas. Em sabonetes em barra para adultos, no qual atua desde 2006, a marca ganhou participa&ccedil;&atilde;o de mercado este ano, "em fun&ccedil;&atilde;o de sua boa competitividade em pre&ccedil;o e melhoria na distribui&ccedil;&atilde;o de seus produtos", diz Cristina.<br /><br />Unilever e Nivea apostam no p&uacute;blico masculino. A linha Dove Men + Care, que h&aacute; dois anos atua no mercado de desodorantes, ganhou duas variantes de sabonete em barra. A Nivea lan&ccedil;ou dois sabonetes l&iacute;quidos corporais da linha Nivea For Men, com f&oacute;rmula "3 em 1". Al&eacute;m de sabonete, um dos produtos pode ser usado como xampu e gel de barbear, e o outro &eacute; indicado tamb&eacute;m para limpeza facial e dos cabelos.<br /><br />A Nivea lan&ccedil;ou a linha &amp;Oil, com dois sabonetes l&iacute;quidos em gel com &oacute;leo. Segundo Tatiana, as vendas dos sabonetes da marca crescem 37% este ano, impulsionadas por essa linha e pelos produtos masculinos.<br /><br />Para Guto Pedreira, gerente geral de neg&oacute;cios da Natura, a categoria de sabonetes &eacute; uma porta de entrada importante para a empresa e vem ganhando relev&acirc;ncia no neg&oacute;cio. Segundo Pedreira, um produto que antes estava ligado apenas &agrave; limpeza ganhou valor e hoje &eacute; comprado para presente. A venda direta representa 24% das vendas da categoria. O canal, que geralmente &eacute; procurado para produtos de menor frequ&ecirc;ncia de compras, tornou-se um importante meio de acesso a um produto do dia a dia. "Com o sabonete, a gente vai se aproximando cada vez mais do consumidor final", diz Guto. A Natura est&aacute; construindo uma f&aacute;brica de sabonetes em Benevides (PA), prevista para ficar pronta em mar&ccedil;o, com investimentos de cerca de R$ 140 milh&otilde;es.<br /><br />Nos &uacute;ltimos dois anos, as multinacionais refor&ccedil;aram a briga pelo mercado de sabonetes antibacterianos. A Colgate-Palmolive reinava sozinha com a marca Protex, quando, em 2010, a Reckitt Benckiser trouxe Dettol ao pa&iacute;s, e a Unilever anunciou o retorno de Lifebuoy ao mercado brasileiro. As marcas apostam em campanhas para incentivar o uso. Segundo Adriana Castro, diretora de marketing de sabonetes da Unilever, o h&aacute;bito do brasileiro de lavar as m&atilde;os n&atilde;o &eacute; t&atilde;o desenvolvido quanto o de banhos. "A m&eacute;dia do brasileiro &eacute; de lavar as m&atilde;os duas vezes ao dia, quando o ideal &eacute; de pelo menos cinco", diz.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Área de consumo da Cremer registra maior expansão]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31798</link>
<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 12:04:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Cremer, empresa que fornece produtos na &aacute;rea de sa&uacute;de e higiene, registrou um lucro l&iacute;quido mais que tr&ecirc;s vezes maior no terceiro trimestre, frente ao mesmo per&iacute;odo de 2011. O resultado de R$ 13,9 milh&otilde;es entre julho e setembro foi influenciado principalmente por receitas financeiras da renegocia&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas da Embramed, fabricante de produtos hospitalares, adquirida pelo grupo em maio.<br /><br />Nos tr&ecirc;s meses, a receita l&iacute;quida aumentou 13,1%, para R$ 136,3 milh&otilde;es. O faturamento avan&ccedil;ou mais no segmento de consumo - antigo "varejo" - com a maior procura por produtos de origem t&ecirc;xtil e adesivos.<br /><br />Enquanto a divis&atilde;o de consumo conquistou R$ 30,9 milh&otilde;es em receitas, uma expans&atilde;o de 31,6% na mesma compara&ccedil;&atilde;o, a Cremer faturou 6,3% a mais com o segmento hospitalar, ou R$ 78,4 milh&otilde;es. Auxiliado pela Embramed, o neg&oacute;cio continua como o maior respons&aacute;vel pelas vendas da companhia.<br /><br />Como os custos avan&ccedil;aram em ritmo semelhante ao da receita l&iacute;quida, com alta de 11,9%, para R$ 90,1 milh&otilde;es, o resultado bruto foi melhor no terceiro trimestre: passou de R$ 40 milh&otilde;es para R$ 46,2 milh&otilde;es no intervalo.<br /><br />As despesas operacionais, por sua vez, cresceram 20,3%, puxadas por gastos com vendas. Com isso, o lucro operacional cresceu 5,9%, chegando a R$ 13,6 milh&otilde;es. No entanto, um resultado financeiro melhor fez o lucro total da Cremer saltar em um ano. Com a renegocia&ccedil;&atilde;o das d&iacute;vidas da Embramed, a empresa alcan&ccedil;ou ganhos de aproximadamente R$ 6 milh&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Crescem as vendas da Procter & Gamble e da Unilever no Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31711</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2012 12:16:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Procter &amp; Gamble (P&amp;G), maior fabricante de bens de consumo do mundo, apresentou crescimento org&acirc;nico, exclu&iacute;do o efeito cambial, de 28% no Brasil no primeiro trimestre fiscal, terminado em setembro, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado. No mundo, o crescimento org&acirc;nico somou apenas 2%, e as vendas l&iacute;quidas recuaram 4%, para US$ 20,7 bilh&otilde;es. A concorrente Unilever mostrou expans&atilde;o de dois d&iacute;gitos no Brasil.<br /><br />O pa&iacute;s puxou o avan&ccedil;o de 7% nos mercados em desenvolvimento da P&amp;G e registrou a maior alta nas vendas entre os pa&iacute;ses que comp&otilde;em o Bric. Na &Iacute;ndia, as vendas expandiram 25%. R&uacute;ssia e China tiveram avan&ccedil;os mais modestos, de 8% e 7%, respectivamente.<br /><br />O diretor financeiro global da P&amp;G, Jon Moeller, disse ontem, em teleconfer&ecirc;ncia com analistas, que a companhia viu uma leve desacelera&ccedil;&atilde;o nesses mercados, nos &uacute;ltimos quatro a cinco meses. "Esperamos que os planos de inova&ccedil;&atilde;o e de marketing em vigor v&atilde;o ajudar a acelerar o aumento de participa&ccedil;&atilde;o de mercado e de vendas, apesar do menor crescimento do mercado", disse. A P&amp;G projeta aumento de 9% nas vendas nos pa&iacute;ses em desenvolvimento no ano fiscal.<br /><br />As vendas da Procter &amp; Gamble est&atilde;o menos concentradas em mercados em desenvolvimento do que a maioria de seus concorrentes. Enquanto 38% dos neg&oacute;cios da P&amp;G s&atilde;o proveniente desses pa&iacute;ses, na Unilever o &iacute;ndice &eacute; de 56%.<br /><br />Moeller citou o lan&ccedil;amento recente no Brasil das fitas branqueadoras para os dentes Oral-B Whitestrips. Segundo ele, a Oral-B, marca de escova de dente, alcan&ccedil;ou uma participa&ccedil;&atilde;o de mercado em pasta de dente de 7,5% em valor - no ano anterior era de 2,5%.<br /><br />As vendas globais da Unilever cresceram 10,3%, para &euro; 13,4 bilh&otilde;es, no terceiro trimestre, em compara&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2011. Descontados os efeitos de c&acirc;mbio, aquisi&ccedil;&otilde;es e venda de ativos, o avan&ccedil;o foi de 5,9%. Com uma venda bruta 12,1% superior no per&iacute;odo, os mercados emergentes puxaram o crescimento.<br /><br />A opera&ccedil;&atilde;o brasileira da Unilever avan&ccedil;ou "dois d&iacute;gitos" no terceiro trimestre terminado em setembro. A alta foi liderada pelo crescimento no volume de vendas na regi&atilde;o, com destaque para as categorias de cuidados com o cabelo, desodorantes e molhos. As vendas na Am&eacute;rica Latina cresceram 13,7%, com um aumento de pre&ccedil;os de 5,8%.<br /><br />O diretor financeiro da Unilever, Jean-Marc Huet, disse que a linha de cuidados com o cabelo Tresemm&eacute;, lan&ccedil;ada no Brasil em novembro de 2011, atingiu 7% do mercado. A marca deve alcan&ccedil;ar receita de &euro; 150 milh&otilde;es no pa&iacute;s neste ano. "Mas uma parte disso, claro, vai canibalizar outras marcas da Unilever", disse o diretor de rela&ccedil;&otilde;es com investidores, James Allison. O relan&ccedil;amento do sab&atilde;o em p&oacute; Omo Multia&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m ajudou a impulsionar o crescimento no pa&iacute;s.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Aumento da demanda impulsiona a Natura]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31691</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2012 10:17:31 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O setor de cosm&eacute;ticos e higiene cresceu acima das expectativas da Natura no primeiro semestre do ano, afirmou o vice-presidente de Finan&ccedil;as, jur&iacute;dico e Rela&ccedil;&otilde;es com Investidores da empresa, Roberto Pedote. Como consequ&ecirc;ncia, o lucro l&iacute;quido cresceu 18% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado, para R$ 237,3 milh&otilde;es. A receita l&iacute;quida no Brasil e na Am&eacute;rica Latina aumentou 15%, para R$ 1,59 bilh&atilde;o. Apenas na opera&ccedil;&atilde;o brasileira, o avan&ccedil;o foi de 11,4%, para R$ 1,4 bilh&atilde;o, entre julho e setembro.<br /><br />O forte crescimento do mercado entre janeiro e junho foi favorecido pelo aumento da renda dos brasileiros, segundo Pedote. Conforme a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec), o mercado da Natura cresceu 16,8% no primeiro semestre.<br /><br />A estrat&eacute;gia da Natura foi elevar presen&ccedil;a nos lares em que j&aacute; tem penetra&ccedil;&atilde;o. No ano passado, a marca estava presente em 61% das resid&ecirc;ncias ante 38% de 2011. A empresa estuda ainda testar um canal de vendas eletr&ocirc;nicas.<br /><br />J&aacute; as vendas da Unilever cresceram 10% no terceiro trimestre ante igual per&iacute;odo de 2011, para 13,4 bilh&otilde;es de euros (US$ 17,4 bilh&otilde;es). Nos emergentes e no continente americano, as vendas subiram 11% e 4,7%, respectivamente. Na Europa, que responde por cerca de um quarto do resultado, as vendas avan&ccedil;aram 0,9%.<br /><br />Na Colgate-Palmolive o lucro subiu 1,7%, para US$ 650 milh&otilde;es no terceiro trimestre. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Lucro global da Kimberly-Clark sobe 19,7%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31672</link>
<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 11:45:04 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Kimberly-Clark, fabricante de len&ccedil;os de papel Kleenex e fraldas descart&aacute;veis Huggies, registrou lucro l&iacute;quido de US$ 517 milh&otilde;es no terceiro trimestre, uma alta de 19,7% frente a igual per&iacute;odo do ano passado. As vendas l&iacute;quidas da multinacional recuaram 2,5%, para US$ 5,246 bilh&otilde;es, influenciadas principalmente pelo impacto negativo da varia&ccedil;&atilde;o cambial.<br /><br />As vendas org&acirc;nicas subiram 3% no trimestre, excluindo os efeitos do c&acirc;mbio e de vendas perdidas como resultado da reestrutura&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas de celulose e papel absorvente (tissue).<br /><br />O lucro l&iacute;quido dilu&iacute;do por a&ccedil;&atilde;o ficou em US$ 1,30, ante US$ 1,09 entre julho e setembro de 2011. J&aacute; os ganhos ajustados por a&ccedil;&atilde;o, no mesmo intervalo, totalizaram US$ 1,34, frente a US$ 1,26 um ano antes. "A alta foi impulsionada pelo crescimento nas vendas org&acirc;nicas, redu&ccedil;&atilde;o de custos e gastos menores com commodities, parcialmente compensados pelo aumento nos gastos com marketing e pesquisa, c&acirc;mbio desfavor&aacute;vel e impostos mais altos", informou a companhia em relat&oacute;rio.<br /><br />Diante desse desempenho, a empresa elevou sua estimativa de ganhos ajustados por a&ccedil;&atilde;o em 2012. Agora, prev&ecirc; lucro de US$ 5,15 a US$ 5,25 por papel (antes projetava de US$ 5,05 a US$ 5,20).<br /><br />Os valores estimados, segundo a companhia, excluem os gastos com reestrutura&ccedil;&atilde;o dos neg&oacute;cios de celulose e tissue, bem como as "mudan&ccedil;as estrat&eacute;gicas na Europa". Al&eacute;m do balan&ccedil;o, a Kimberly-Clark informou que decidiu sair da categoria de fraldas na Europa Ocidental e Central, com exce&ccedil;&atilde;o da It&aacute;lia, e vender ou abandonar neg&oacute;cios com margens comprimidas, a maior parte na &aacute;rea de tissue. Procurada, a filial da empresa no Brasil afirmou que as mudan&ccedil;as n&atilde;o afetam a opera&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s.<br /><br />Ainda na Europa, a multinacional quer reorganizar sua estrutura fabril e administrativa. At&eacute; 2014, os custos com essa reestrutura&ccedil;&atilde;o devem ficar entre US$ 250 milh&otilde;es e US$ 350 milh&otilde;es depois de impostos.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Consumidora aponta dificuldade em encontrar produtos de beleza]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31623</link>
<pubDate>Tue, 23 Oct 2012 12:17:12 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apesar de estar entre os tr&ecirc;s maiores do mundo, o mercado brasileiro de cosm&eacute;ticos ainda precisa passar por ajustes na distribui&ccedil;&atilde;o de seus produtos no varejo. Consumidoras e profissionais de beleza t&ecirc;m dificuldade em encontrar cremes faciais importados, hidratantes corporais e produtos de tratamento para o cabelo nas prateleiras. &Eacute; o que mostra uma pesquisa feita pelo Pesquise J&aacute; para o Popai Brasil - associa&ccedil;&atilde;o que estuda o comportamento do comprador e re&uacute;ne ind&uacute;stria, varejo, ag&ecirc;ncias de comunica&ccedil;&atilde;o e fornecedores de materiais para ponto de venda.<br /><br />De acordo com o estudo, 36% das entrevistadas n&atilde;o encontram com facilidade cremes corporais, 30% reclamam da falta de produtos de tratamento para o cabelo nas prateleiras e 26% sentem falta de produtos faciais importados. Para Romano Pansera, presidente do Popai Brasil, essa situa&ccedil;&atilde;o est&aacute; relacionada &agrave; pol&iacute;tica comercial das fabricantes, que muitas vezes n&atilde;o contemplam os novos canais.<br /><br />Os pontos de venda especializados em cosm&eacute;ticos s&atilde;o os preferidos pelas consumidoras: 46% das entrevistadas compram nessas lojas, que incluem as perfumarias, 26% compram em farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o e 28% em drogarias. "As empresas v&atilde;o ampliar muito as vendas para esses novos canais nos pr&oacute;ximos dois anos", diz Pansera.<br /><br />Setenta por cento das consumidoras compram cosm&eacute;ticos pelo menos uma vez por semana, de acordo com a pesquisa, feita com 1.034 mulheres em setembro, na Beauty Fair - Feira Internacional de Beleza Profissional, em S&atilde;o Paulo. Das entrevistadas, 32% compra semanalmente; 29%, duas vezes por semana; e 9%, mais de duas vezes por semana. Cerca de 30% afirmaram comprar quinzenalmente.<br /><br />O estudo revelou que 43% das entrevistadas gastam entre R$ 100 e R$ 200 por m&ecirc;s em cosm&eacute;ticos. As consumidoras com gastos at&eacute; R$ 100 correspondem a 32%, e aquelas que gastam entre R$ 200 e R$ 300 representam 17% das entrevistadas. Apenas 8% gastam acima de R$ 300,00 por m&ecirc;s.<br /><br />Os produtos para cabelo, como xampus, condicionadores, m&aacute;scaras capilares, entre outros, s&atilde;o os grandes propulsores deste mercado. De acordo com a pesquisa, o cuidado com os cabelos aparece como prioridade de compra em todas as faixas de gasto mensal, seguido pelo investimento em produtos para o cuidado com as unhas.<br /><br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Como a Reckitt mudou hábitos das mulheres chinesas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31588</link>
<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 11:46:03 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando a empresa brit&acirc;nica Reckitt Benckiser levou seu creme depilat&oacute;rio Veet para a China em 2005, as vendas mostraram-se decepcionantes. Os pre&ccedil;os eram considerados altos e o tamanho das embalagens, muito grande. O maior problema, no entanto, era outro: a maioria das mulheres chinesas n&atilde;o tem muitos pelos e as que tem n&atilde;o se preocupavam muito com isso. A empresa, portanto, embarcou em um novo plano de marketing. Lan&ccedil;ou an&uacute;ncios relacionando peles sem pelos &agrave; sa&uacute;de, confian&ccedil;a e &agrave; "gl&oacute;ria resplandecente". No processo, a empresa fez com que um n&uacute;mero muito maior de mulheres chinesas ficasse mais preocupada com cada fol&iacute;culo fora de lugar. "N&atilde;o se trata de quantos pelos voc&ecirc; tem, mas quantos voc&ecirc; pensa que tem", diz Aditya Sehgal, que comanda a empresa na China. "Se o seu grau de preocupa&ccedil;&atilde;o for grande o suficiente, mesmo s&oacute; um pelo j&aacute; &eacute; muito."<br /><br />A Veet, ap&oacute;s encorajar a fobia dos pelos, &eacute; agora a marca da Reckitt Benckiser de maior crescimento na China. As vendas de produtos depilat&oacute;rios na &Aacute;sia v&ecirc;m subindo 20% ao ano, quase o dobro do observado no segmento de l&acirc;minas para mulheres, segundo a Euromonitor International.<br /><br />No mercado de itens de cuidados pessoais, com vendas mundiais de US$ 427 bilh&otilde;es, a ind&uacute;stria h&aacute; muito convenceu as mulheres a preocupar-se com supostas falhas. A Est&eacute;e Lauder e a L'Or&eacute;al vendem cremes para branquear a pele na China, onde as mulheres costumam ter fixa&ccedil;&atilde;o com peles mais claras, diz Harriet Evans, professora de estudos culturais chineses na University of Westminster.<br /><br />Sehgal, da Reckitt Benckiser, diz que sua empresa n&atilde;o est&aacute; "aqui para lembrar as chinesas de quantos pelos elas t&ecirc;m". "Nosso trabalho &eacute; falar sobre o fato de que uma linda pele macia &eacute; crucial e que a apar&ecirc;ncia &eacute; crucial. As mulheres tomam suas pr&oacute;prias conclus&otilde;es sobre o que isso significa."<br /><br />Tal mensagem &eacute; bastante eficiente com consumidoras como Maggie Li. A consultora de rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas de 29 anos que trabalha em Pequim ganhou uma amostra gr&aacute;tis de Veet neste ver&atilde;o e vem usando a marca. Li gasta cerca de 400 yuans (US$ 63) por m&ecirc;s em produtos de beleza, como os cremes de cuidados para a pele SK-II, da Procter &amp; Gamble. Um frasco de 60 gramas de Veet, com pre&ccedil;o de 46 yuans, &eacute; suficiente para manter suas pernas macias por cerca de dois meses. O marketing da Veet "faz a mulher chinesa ter mais consci&ecirc;ncia da quest&atilde;o de seus pelos corporais", diz Li.<br /><br />A Veet domina o mercado mundial de itens de depila&ccedil;&atilde;o, com uma fatia de 41%, cinco vezes mais do que a Nair, da Church &amp; Dwight. O desempenho ajuda a compensar a desacelera&ccedil;&atilde;o de outras marcas da Reckitt na Europa e nos Estados Unidos, como Woolite e Vanish. Na China, o sucesso de Veet ainda n&atilde;o &eacute; garantido. A marca n&atilde;o &eacute; muito conhecida fora das cidades e s&oacute; far&aacute; sua primeira campanha publicit&aacute;ria nacional em 2013. As imita&ccedil;&otilde;es feitas na China - como o similar "Veet Epilator", dispon&iacute;vel no Alibaba.com, maior site de compras da China, tamb&eacute;m podem prejudicar as vendas.<br /><br />Ainda assim, h&aacute; espa&ccedil;o de sobra para a Veet crescer, j&aacute; que apenas 0,6% das mulheres chinesas se depilam, segundo estudo realizado pelo Ipsos para a Procter &amp; Gamble, fabricantes das l&acirc;minas Gillette. As vendas mundiais da Veet, que antes era chamada Neet, uma marca com ra&iacute;zes centen&aacute;rias, somaram cerca de 405 milh&otilde;es de libras esterlinas (US$ 657 milh&otilde;es) em 2011, de acordo com pesquisa da Sanford C. Bernstein.<br /><br />Reformulada, a Veet estreou em 2008 na cidade litor&acirc;nea chinesa de Guangzhou, onde os ver&otilde;es costumam ser quentes. A marca inundou as universidades com amostras gr&aacute;tis e lan&ccedil;ou v&iacute;deos na internet ensinando a usar os cremes. "Com um produto como este, se pede a elas para mudar seu estilo de vida, o que pode ser desafiador", diz Peter Golder, professor de marketing na Tuck School of Business.<br /><br />Atualmente, cerca de 25 variedades de Veet s&atilde;o vendidas em mais de 130 cidades chinesas, incluindo vers&otilde;es aromatizadas, que mascaram o odor desagrad&aacute;vel das subst&acirc;ncias qu&iacute;micas que enfraquecem o pelo para que possa ser depilado. A atriz Yang Mi d&aacute; seu aval aos produtos, em an&uacute;ncios que prometem uma "feminilidade sedosa". O site da Veet na China segue t&aacute;ticas de vendas mais agressivas: "Todas j&aacute; passamos por isso, perceber de repente que n&atilde;o se est&aacute; preparada para algo", alerta um texto de vendas. "Voc&ecirc; estava com as pernas e a linha do biqu&iacute;ni sem depilar e acabou de cair com as pernas para o ar na frente de todo o escrit&oacute;rio! &Eacute; para momentos como esse que voc&ecirc; precisa de Veet".<br /><br />Apesar de jogar com o embara&ccedil;o feminino, Sehgal, da Reckitt, diz que as chinesas t&ecirc;m uma mentalidade muito "independente" para serem persuadidas a usar produtos que n&atilde;o precisam realmente. Alguns n&atilde;o t&ecirc;m tanta certeza assim. O marketing da Veet na China "desempenha um papel muito similar ao da ma&ccedil;&atilde; na b&iacute;blia", diz Benjamin Voyer, psic&oacute;logo social e professor-assistente de marketing na faculdade de administra&ccedil;&atilde;o ESCP Europe. "Cria uma consci&ecirc;ncia, que subsequentemente cria uma sensa&ccedil;&atilde;o de vergonha e necessidade."<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Compradores da marca Davene planejam vendas para o Nordeste]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31474</link>
<pubDate>Tue, 16 Oct 2012 12:01:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os investidores que compraram a marca de cosm&eacute;ticos Davene h&aacute; quase um ano preparam-se para lan&ccedil;ar seus produtos no mercado. O plano &eacute; come&ccedil;ar a vender no Nordeste, onde consideram que o nome &eacute; mais forte, e oferecer pre&ccedil;os, em m&eacute;dia, 15% menores do que os praticados hoje.<br /><br />A Davene est&aacute; entre as 22 marcas de beleza e higiene pessoal arrematadas em leil&atilde;o judicial em novembro de 2011 no processo de fal&ecirc;ncia do Laborat&oacute;rio Sardalina. A expectativa dos compradores, Julio Luiz Neto e Francisco Aprile Neto, &eacute; alcan&ccedil;ar vendas de R$ 70 milh&otilde;es no primeiro ano.<br /><br />Em maio, os novos propriet&aacute;rios fecharam parceria com uma fabricante de S&atilde;o Paulo, cujo nome n&atilde;o &eacute; informado, e investiram R$ 2,4 milh&otilde;es para desenvolver os produtos. Segundo os s&oacute;cios, a empresa j&aacute; tem autoriza&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) e iniciou a fabrica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Enquanto isso, o varejo continua vendendo produtos com a marca Davene fabricados pelo grupo Cria Sim, em Diadema (SP), no endere&ccedil;o que j&aacute; pertenceu ao Laborat&oacute;rio Sardalina (ver abaixo). A Karvia do Brasil, empresa do grupo, &eacute; titular de outra marca Davene, cujo registro foi dado em 2010, ap&oacute;s a fal&ecirc;ncia da Sardalina.<br /><br />Ap&oacute;s o leil&atilde;o, Mauro Morizono (s&oacute;cio da Sardalina e procurador de uma empresa offshore no Uruguai que fazia parte do quadro social da Karvia) pediu a suspens&atilde;o da opera&ccedil;&atilde;o na Justi&ccedil;a, alegando que as marcas foram erroneamente avaliadas pelos peritos. Os ativos foram arrematados por R$ 1,88 milh&atilde;o. Morizono afirmou que parte das marcas n&atilde;o pertencia ao patrim&ocirc;nio da massa falida. A Justi&ccedil;a n&atilde;o acatou o recurso.<br /><br />A transfer&ecirc;ncia das marcas arrematadas para a empresa Julio Luiz Neto Cosm&eacute;ticos enfrentou impedimentos perante o Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi). Algumas marcas caducaram em 2009 e 2010, e outras foram objeto de desist&ecirc;ncia por parte de Morizono. Os compradores pediram, no processo de fal&ecirc;ncia, a anula&ccedil;&atilde;o dos atos, pois os pedidos de desist&ecirc;ncia haviam sido feitos por terceiros, e n&atilde;o pelo s&iacute;ndico da massa falida, respons&aacute;vel por administrar os bens que pertenciam &agrave; Sardalina. O pedido foi autorizado e um of&iacute;cio foi encaminhado ao Inpi, mas esta entendeu como corretos a manuten&ccedil;&atilde;o da extin&ccedil;&atilde;o e o arquivamento das marcas.<br /><br />Mais recentemente, uma carta precat&oacute;ria foi encaminhada ao Inpi determinando a reativa&ccedil;&atilde;o das marcas arrematadas e o cancelamento dos atos subsequentes. Hoje, o registro da marca Davene que foi arrematada ainda encontra-se com o status "exclu&iacute;do" no banco de dados do Inpi. Mas, em junho, o juiz Cesar Santos Peixoto, da 26&ordf; Vara C&iacute;vel de S&atilde;o Paulo, expediu alvar&aacute; concedendo aos empres&aacute;rios autoriza&ccedil;&atilde;o para usar 14 marcas - entre elas Davene, Creme de Aveia e Higiporo Davene.<br /><br />Os compradores (Julio Luiz Neto e Francisco Aprile Neto) haviam criado o Laborat&oacute;rio de Cosm&eacute;ticos Davene para receber as marcas. A Karvia entrou com uma a&ccedil;&atilde;o judicial pedindo que os arrematantes deixassem de usar o nome Davene, alegando ser a propriet&aacute;ria da marca. Em 22 de maio, o juiz Sang Duk Kim, da 7&ordf; Vara C&iacute;vel Central de S&atilde;o Paulo, aceitou a posi&ccedil;&atilde;o da Karvia e determinou que a marca Davene fosse retirada, "de sua denomina&ccedil;&atilde;o social, de seus produtos/servi&ccedil;os, impressos, folhetos, propaganda, publicidade, e tudo mais que ao p&uacute;blico se revele". Luiz Neto e Aprile Neto dissolveram a empresa que levava o nome Davene e criaram outra. O grupo Cria Sim entende que tem direito ao uso da marca Davene.<br /><br />A Procuradoria Federal junto ao INPI, respons&aacute;vel pela consultoria jur&iacute;dica e representa&ccedil;&atilde;o judicial da autarquia, ainda n&atilde;o recebeu a carta precat&oacute;ria. O Inpi informou ao Valor que vai analisar o caso e se manifestar sobre a ordem judicial.<br /><br />Luiz Neto e Aprile Neto trabalham h&aacute; 13 anos com arremata&ccedil;&atilde;o de ativos de massas falidas e j&aacute; fecharam mais de 150 compras, principalmente de im&oacute;veis. &Eacute; a primeira vez que investem no mercado de beleza.<br /><br /><strong><br />Ex-dona est&aacute; em 'concordata'</strong><br /><br /><br />O grupo Cria Sim - fabricante dos cosm&eacute;ticos Davene presentes hoje no mercado e de produtos de limpeza da marca KM Casa, como as ceras para piso Brilho F&aacute;cil - est&aacute; em recupera&ccedil;&atilde;o judicial ('concordata') desde fevereiro. O grupo tamb&eacute;m foi inclu&iacute;do no polo passivo da execu&ccedil;&atilde;o fiscal do Laborat&oacute;rio Sardalina, cujas d&iacute;vidas somente com a Procuradoria da Fazenda giram em torno de R$ 300 milh&otilde;es. Al&eacute;m disso, foi pedida inclus&atilde;o do grupo no processo de fal&ecirc;ncia da Sardalina.<br /><br />Ap&oacute;s a fal&ecirc;ncia da Sardalina, fabricante original da Davene, os produtos continuaram a ser vendidos atrav&eacute;s de outras sociedades. Segundo o processo de execu&ccedil;&atilde;o fiscal da empresa, quase todos os funcion&aacute;rios foram transferidos para a Elsie Claire, cujo endere&ccedil;o &eacute; o mesmo da antiga fabricante da Davene, em Diadema (SP). A Elsie Claire herdou a produ&ccedil;&atilde;o e a comercializa&ccedil;&atilde;o dos produtos, que depois foram transferidos &agrave; Cria Sim, aberta mais uma vez no mesmo endere&ccedil;o. Devido ao hist&oacute;rico de sucess&atilde;o de marca, h&aacute; ind&iacute;cios de crime falimentar.<br /><br />A Cria Sim afirmou que a inclus&atilde;o da empresa no processo de execu&ccedil;&atilde;o fiscal "ainda est&aacute; sub judice, n&atilde;o sendo reconhecida qualquer responsabilidade por parte desta, no tocante ao endividamento fiscal do Laborat&oacute;rio Sardalina".<br /><br />O plano de recupera&ccedil;&atilde;o judicial, que abrange d&iacute;vidas de R$ 45 milh&otilde;es, foi apresentado &agrave; Justi&ccedil;a, mas ainda n&atilde;o houve assembleia. O grupo prev&ecirc; o pagamento de sua d&iacute;vida trabalhista (cerca de R$ 1 milh&atilde;o) no primeiro ano. Fornecedores e institui&ccedil;&otilde;es financeiras receber&atilde;o em nove parcelas anuais.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Dermage reduz custo de novo modelo de loja]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31336</link>
<pubDate>Mon, 08 Oct 2012 11:01:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de lan&ccedil;ar neste ano um site para vender seus produtos, a rede de produtos dermatol&oacute;gicos Dermage percebeu uma demanda em v&aacute;rias cidades do pa&iacute;s. Para acelerar sua expans&atilde;o para outros Estados, a empresa decidiu criar, ent&atilde;o, um novo formato de franquia e acelerar sua expans&atilde;o. A nova loja tem apenas maquiagem e produtos para tratar a pele.<br /><br />O novo modelo custa ao franqueado R$ 127 mil. O antigo formato, com mais variedades de produtos e f&oacute;rmulas receitadas por m&eacute;dicos, tinha custo de R$ 217 mil.<br /><br />No novo formato n&atilde;o h&aacute; necessidade de contrata&ccedil;&atilde;o de um farmac&ecirc;utico, segundo norma da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) para farm&aacute;cias e para lojas que vendem produtos de manipula&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Das 10 lojas que a Dermage est&aacute; abrindo neste ano, nove s&atilde;o no formato novo, diz Viviane Soares, diretora de marketing da rede.<br /><br />A empresa que cresceu 12% em faturamento no primeiro semestre, espera chegar a 25% de expans&atilde;o no fim do ano com a estrat&eacute;gia. Em 2011, a Dermage faturou R$ 57 milh&otilde;es e espera atingir R$ 71 milh&otilde;es este ano. A companhia, que emprega 70 pessoas, tem uma rede de 16 lojas pr&oacute;prias e 20 unidades franqueadas.<br /><br />O plano para este ano &eacute; abrir 10 lojas franqueadas: uma em Vit&oacute;ria, outra em Macei&oacute;, duas em Salvador, uma em Bras&iacute;lia, duas no Interior de S&atilde;o Paulo, uma Bel&eacute;m, uma em Goi&acirc;nia e outra em Curitiba.<br /><br />No ano que vem, o projeto &eacute; mais ambicioso, ser&atilde;o 40 franquias. O objetivo &eacute; atingir 100 em cinco anos, segundo conta Ilana Braun, vice-presidente da marca e filha da fundadora, a bioqu&iacute;mica Lisabeth Braun.<br /><br />As cidades s&atilde;o escolhidas de acordo com a demanda j&aacute; detectada, com a popula&ccedil;&atilde;o existente e com a quantidade de m&eacute;dicos dermatologistas.<br /><br />A empresa, fundada por Lisabeth Braun em 1978 numa farm&aacute;cia de manipula&ccedil;&atilde;o e batizada de Dermage em 1990, cresceu gra&ccedil;as &agrave; demanda dos m&eacute;dicos.<br /><br />A estrat&eacute;gia de Lisabeth Braun foi desenvolver como marca pr&oacute;pria os produtos mais receitados pelos m&eacute;dicos. Depois, com estudo, partiu para desenvolvimento de produtos pr&oacute;prios.<br /><br />A empresa possui uma f&aacute;brica no bairro carioca de Bonsucesso. Hoje s&oacute; 20% do que &eacute; vendido pela Dermage &eacute; produto receitado por m&eacute;dicos, diz Ilana. A linha de maquiagem j&aacute; representa 30% das vendas.<br /><br />No ano passado, a companhia tamb&eacute;m fechou contrato com redes de drogarias. Apenas 24 dos 160 itens vendidos pela Dermage podem ser encontrados nas lojas das redes Drogaraia, Drogasil, Onofre, Drogaria S&atilde;o Paulo; na Ven&acirc;ncia, no Rio de Janeiro; e na Panvel, de Porto Alegre.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Esmaltes tóxicos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31312</link>
<pubDate>Mon, 08 Oct 2012 08:39:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><em>Fabricantes brasileiros s&atilde;o obrigados a reduzir ou retirar dos produtos compostos associados a males como alergia e tumores</em><br /><br /><br />Na contram&atilde;o do boom de cores novas, a not&iacute;cia de que os esmaltes podem intoxicar e at&eacute; causar doen&ccedil;as abalou um mercado em expans&atilde;o. Fabricantes de duas marcas brasileiras, Risqu&eacute; e Impala, foram processados pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) e assinaram acordo com o &oacute;rg&atilde;o se comprometendo a banir ou reduzir ao m&aacute;ximo nos produtos quatro subst&acirc;ncias associadas a preju&iacute;zos &agrave; sa&uacute;de (leia quadro), al&eacute;m do formol.<br /><br />O curioso &eacute; que a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) n&atilde;o pro&iacute;be os ingredientes e o m&aacute;ximo que fez foi reduzir, este ano, a concentra&ccedil;&atilde;o permitida do tolueno, respons&aacute;vel por 95% dos casos de alergia a esmaltes. O acordo com o MPF valer&aacute; a partir de abril de 2013, mas pelos tr&ecirc;s anos seguintes ainda ser&aacute; poss&iacute;vel comprar, no varejo, os vidrinhos produzidos sem as exig&ecirc;ncias da norma. &ldquo;Pela via judicial, a decis&atilde;o poderia demorar at&eacute; dez anos&rdquo;, diz o procurador Fernando Martins.<br /><br />Os compostos que foram alvo do MPF est&atilde;o associados a problemas que v&atilde;o de alergia e n&aacute;useas at&eacute; tumores, dependendo do tipo e da concentra&ccedil;&atilde;o. As formas de contamina&ccedil;&atilde;o s&atilde;o por inala&ccedil;&atilde;o e por contato por meio da cut&iacute;cula.<br /><br />A alergia est&aacute; entre as rea&ccedil;&otilde;es mais comuns (10% das mulheres s&atilde;o al&eacute;rgicas a uma das subst&acirc;ncias). &ldquo;Com uso cont&iacute;nuo, pode haver dermatite de contato al&eacute;rgica&rdquo;, explica a dermatologista Leandra Metsavaht. A estudante Rafaela Mello, 21 anos, desenvolveu alergia h&aacute; quatro anos. &ldquo;Mas mesmo se n&atilde;o fosse al&eacute;rgica ia querer me prevenir&rdquo;, diz.<br /><br />Segundo a Anvisa, as normas brasileiras se baseiam em refer&ecirc;ncias internacionais e informa&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas atualizadas. No entanto, o toxic&oacute;logo Daniel Dorta, da Universidade de S&atilde;o Paulo, alerta que a legisla&ccedil;&atilde;o nacional est&aacute; desatualizada e n&atilde;o regula todas as subst&acirc;ncias. Fora do Pa&iacute;s, o tolueno, um dos compostos t&oacute;xicos, &eacute; liberado desde que bem dilu&iacute;do. Na Europa, outros, como formalde&iacute;do e dibutilftalato, n&atilde;o podem ser misturados em cosm&eacute;ticos. J&aacute; nos EUA, a restri&ccedil;&atilde;o est&aacute; em debate. Aqui no Brasil, a Risqu&eacute; informou que obedece &agrave;s leis em vigor. A Impala n&atilde;o respondeu &agrave; solicita&ccedil;&atilde;o da reportagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title="Esmalte" src="/img/impar/3/0/3009.jpg" border="0" alt="" width="308" height="507" /></p>
<p><br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto &Eacute;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Mercado de fraldas para adultos cresce 20%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31310</link>
<pubDate>Fri, 05 Oct 2012 11:12:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mercado de fraldas, absorventes e roupas &iacute;ntimas para incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria cresce a passos largos no Brasil e j&aacute; movimenta R$ 1 bilh&atilde;o. S&oacute; em 2011, as vendas cresceram 17% em volume e 20% em valor, segundo a Nielsen. A concorr&ecirc;ncia entre as fabricantes brasileiras e multinacionais aumenta. A sueca SCA acaba de chegar ao mercado com um plano agressivo para sua marca Tena. A Hypermarcas &eacute; l&iacute;der, com a marca Bigfral, seguida pela americana Kimberly-Clark, com Plenitud. A Ever Green, de S&atilde;o Bernardo do Campo (SP), tamb&eacute;m est&aacute; na corrida.<br /><br />A despeito dos altos &iacute;ndices de expans&atilde;o, o setor tem uma perspectiva forte de crescimento. Segundo Gabriel Arruda, gerente de cuidados com adultos da Kimberly-Clark, apenas 2% da demanda do mercado &eacute; atendida hoje, levando-se em conta o volume de produtos vendidos. O aumento da renda e da popula&ccedil;&atilde;o de idosos, al&eacute;m do crescente acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, contam a favor do setor. A ind&uacute;stria, de seu lado, investe em tecnologia e diversifica&ccedil;&atilde;o do portf&oacute;lio, comunica&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o da categoria no varejo.<br /><br />Os fabricantes n&atilde;o gostam do termo "fralda geri&aacute;trica". "N&atilde;o &eacute; s&oacute; fralda e n&atilde;o s&oacute; geri&aacute;trica", diz Julio Ribas, presidente da SCA. &Eacute; verdade que os idosos s&atilde;o os maiores consumidores, mas o universo &eacute; maior. Dez milh&otilde;es de brasileiros t&ecirc;m algum n&iacute;vel de incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria. Um ter&ccedil;o das mulheres acima dos 40 anos de idade sofre com a disfun&ccedil;&atilde;o, segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS). "Antes essa mulher usava absorvente feminino, mas o produto n&atilde;o &eacute; adequado", diz Gabriela Garcia, diretora de planejamento da Hypermarcas.<br /><br />As fabricantes investem para desenvolver o mercado e oferecer diferentes formatos, como absorventes e uma esp&eacute;cie de roupa &iacute;ntima (semelhante a uma cueca ou uma calcinha). Cada tipo de produto busca atender um p&uacute;blico espec&iacute;fico, com diferentes n&iacute;veis de incontin&ecirc;ncia. "A maioria das ind&uacute;strias s&oacute; tinha fralda antes. Agora h&aacute; um movimento forte para oferecer novos formatos", diz Arruda. Segundo ele, as vendas da Kimberly-Clark crescem 54% em valor neste ano.<br /><br />As fraldas representam 63% do volume de vendas do setor. Os absorventes s&atilde;o respons&aacute;veis por 33% do mercado. A roupa &iacute;ntima ainda tem uma presen&ccedil;a t&iacute;mida, com 4% do volume total, mas dobra de tamanho a cada ano. Das quatro empresas citadas, apenas a Ever Green - dona das marcas Natural Master, Geriamax e Naturalmente - ainda n&atilde;o atua no segmento de roupas &iacute;ntimas. "Estamos nesse exato momento preparando o lan&ccedil;amento desse produto", diz o diretor geral da companhia, Amauri Hong.<br /><br />Esse nicho, cujos produtos s&atilde;o cerca de 30% mais caros do que as fraldas, &eacute; uma das principais apostas da SCA. L&iacute;der do mercado mundial de incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria com a marca Tena, a SCA chegou ao pa&iacute;s h&aacute; um ano, com a aquisi&ccedil;&atilde;o da brasileira Pro Descart, dona da marca Biofral. A partir deste m&ecirc;s, a SCA vai ampliar a distribui&ccedil;&atilde;o de seus produtos, iniciada em mar&ccedil;o. O portf&oacute;lio &eacute; importado da Holanda. A expectiva de Ribas &eacute; terminar 2013 com 20% do mercado e conquistar a lideran&ccedil;a em 2015.<br /><br />A americana Kimberly-Clark, que atua no Brasil com a marca Plenitud desde 2003, trouxe a roupa &iacute;ntima ao mercado em 2008 e em setembro deste ano lan&ccedil;ou uma nova vers&atilde;o, tamb&eacute;m importada. A Affective, marca da Hypermarcas para pessoas com estilo de vida ativo, tamb&eacute;m tem em seu portf&oacute;lio uma linha desse segmento. A marca veio com a compra da Mabesa, em 2010.<br /><br />A Hypermarcas tem 31% do volume de vendas do mercado total. A principal marca &eacute; a Bigfral, que ganhou novas embalagens este ano e tornou-se guarda-chuva para os produtos da categoria. Agora a marca Affective tem o selo da Bigfral. A empresa prepara lan&ccedil;amentos para 2013, al&eacute;m de refor&ccedil;o na rela&ccedil;&atilde;o com os m&eacute;dicos e na comunica&ccedil;&atilde;o aos consumidores. Segundo Gabriela, as vendas "v&ecirc;m crescendo dois d&iacute;gitos".<br /><br />No ano passado, a Hypermarcas perdeu mercado, segundo a Euromonitor. De acordo com a diretora de planejamento, a empresa estava se preparando para o relan&ccedil;amento de algumas linhas, que ocorreu em 2012. Al&eacute;m disso, "mais gente tem olhado para esse mercado".<br /><br />As ind&uacute;strias se unem ao varejo para organizar a categoria e tratar o tabu que ainda envolve o segmento. H&aacute; uma discuss&atilde;o sobre a exposi&ccedil;&atilde;o do produto nas g&ocirc;ndolas, que costumava ser perto das fraldas infantis. Muitos fabricantes dizem que o melhor seria na se&ccedil;&atilde;o de perfumaria ou higiene pessoal, perto dos absorventes femininos. O mercado ainda est&aacute; muito concentrado nas farm&aacute;cias, respons&aacute;veis por 80% das vendas dos produtos.<br /><br />Segundo a Euromonitor, o envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o brasileira tem contribu&iacute;do para quebrar o tabu que existe no mercado. "Como resultado, os produtos de incontin&ecirc;ncia ganharam visibilidade no varejo, o que contribuiu para uma performance forte", informa um relat&oacute;rio da consultoria.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico<br /></p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Para atrair mulher, a cor rosa não basta]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31074</link>
<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 13:28:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">At&eacute; agora, o que diferenciava um aparelho de barbear e um produto para mulheres no mercado brasileiro era meramente a cor. Em novembro, a Procter &amp; Gamble (P&amp;G) traz para o pa&iacute;s a linha Venus, da Gillette, desenhada para a depila&ccedil;&atilde;o feminina, com o objetivo de dobrar as vendas da categoria em um ano. A companhia tamb&eacute;m vai lan&ccedil;ar no Brasil a linha masculina mais sofisticada da marca, a Gillette Fusion Proglide.<br /><br />A expectativa da P&amp;G &eacute; que, em um ano, os itens femininos passem a representar 15% das vendas de Gillette no Brasil, frente aos 8% atuais. No mesmo prazo, o plano &eacute; aumentar a participa&ccedil;&atilde;o de mercado da marca nesse segmento, de 70% para 81%. Esta &eacute; a fatia da P&amp;G nas vendas de l&acirc;minas masculinas.<br /><br />Segundo Fernando Souza, gerente de marketing de Gillette, 70% das brasileiras que usam l&acirc;minas para depilar-se compram os produtos masculinos, por n&atilde;o enxergarem uma diferen&ccedil;a nos produtos ditos femininos. A linha Gillette for Women, por exemplo, s&oacute; se diferencia pela cor rosa. "&Eacute; a primeira vez que vamos falar com essas mulheres. Vemos um potencial muito grande", afirma.<br /><br />Souza tamb&eacute;m v&ecirc; espa&ccedil;o para trazer novas consumidoras para a categoria. Hoje, 89% das mulheres usam l&acirc;minas para depilar alguma parte do corpo. "Tamb&eacute;m queremos crescer com quem usa creme depilat&oacute;rio ou cera", diz.<br /><br />Em novembro, a companhia vai lan&ccedil;ar a campanha de marketing da linha, com a cantora americana Jennifer Lopez, que tamb&eacute;m &eacute; a estrela de Venus nos Estados Unidos. O produto tamb&eacute;m ter&aacute; destaque no ponto de venda.<br /><br />A linha Venus &eacute; formada por quatro produtos: tr&ecirc;s aparelhos de tr&ecirc;s l&acirc;minas e um gel para depilar. Os aparelhos, nas cores azul claro ou rosa, t&ecirc;m cabe&ccedil;a arredondada e mais flex&iacute;vel, equipada com duas faixas de prote&ccedil;&atilde;o, com a promessa de dar maior efici&ecirc;ncia e seguran&ccedil;a ao ato de depilar. O cabo tamb&eacute;m &eacute; melhor adaptado ao uso feminino. Pesquisas da P&amp;G mostraram que o homem segura o cabo de duas formas diferentes. A mulher, por sua vez, usa o produto em 26 posi&ccedil;&otilde;es diferentes.<br /><br />As l&acirc;minas custam entre R$ 10 e R$ 15, enquanto os itens da linha Gillette for Women custam R$ 9. Nos Estados Unidos, a linha Venus foi lan&ccedil;ada em 2001 e, em 2008, ganhou vers&otilde;es de cinco l&acirc;minas.<br /><br />A nova linha para o p&uacute;blico masculino, Gillette Fusion Proglide, tem cinco l&acirc;minas, e seus produtos v&atilde;o custar R$ 35, enquanto um item da linha Mach 3, de tr&ecirc;s l&acirc;minas, custa R$ 12. "Nossa grande miss&atilde;o ser&aacute; fazer 'trade up'", diz Juliana Moretti, gerente de marketing da Gillette. Para o lan&ccedil;amento, a Procter &amp; Gamble vai trazer o tenista Roger Federer, garoto-propaganda global da marca, para o lan&ccedil;amento<br /><br />A linha Venus &eacute; importada do M&eacute;xico, e a Fusion Proglide, dos EUA. Geralmente, a Procter &amp; Gamble testa as novas marcas no pa&iacute;s e depois produz localmente.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Concorrência aquece mercado de cosméticos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=31071</link>
<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 13:16:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Em um mercado competitivo, e com um n&uacute;mero expressivo de empresas que atuam no segmento, a &aacute;rea de cosm&eacute;ticos tende a ser ainda mais acirrada com a entrada de novos players para abocanhar fatias de clientes das classes A, B e C. Assim, reestruturar as opera&ccedil;&otilde;es e buscar inova&ccedil;&atilde;o podem ser as estrat&eacute;gias para levar a melhor.<br /><br />Ainda mais depois da chegada da nova rede de franquias Quem disse Berenice, aposta do gigante Grupo O Botic&aacute;rio, sob a gest&atilde;o do presidente da rede, Arthur Grynbaum. Em menos de um m&ecirc;s, a cidade de S&atilde;o Paulo recebeu seis lojas; a previs&atilde;o da rede &eacute; que, at&eacute; o final deste ano, o p&uacute;blico feminino, consumidor ass&iacute;duo de produtos dessa categoria, conte com sete lojas abertas - sendo a &uacute;ltima a ser inaugurada a do Shopping Metr&ocirc; Itaquera, na zona leste da cidade.<br /><br />Com a nova concorrente, marcas como &Aacute;gua de Cheiro, Mahogany, Anna Pegova, e Cont&eacute;m 1g, entre outras, analisam a sua atua&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, elas est&atilde;o otimistas, pois t&ecirc;m aproveitado o crescimento da comercializa&ccedil;&atilde;o de cosm&eacute;ticos e produtos de beleza no Pa&iacute;s, como artigos de maquiagem, perfumes e afins, em quase 20% ao ano. Em 2011, os itens foram respons&aacute;veis pela movimenta&ccedil;&atilde;o de US$ 43 bilh&otilde;es na economia brasileira. O Pa&iacute;s &eacute; o terceiro colocado no ranking mundial, com 10,1% de participa&ccedil;&atilde;o no setor; perde apenas para o Jap&atilde;o, que tem 11%, e para os Estados Unidos, mais de 14%.<br /><br />Quando computados os dados das empresas que atuam com sistema de franquias da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Franchising (ABF), foi percebido que o faturamento dos players atuantes neste nicho subiu 47% no ano passado, outro term&ocirc;metro do fen&ocirc;meno que tem sido a &aacute;rea.<br /><br />Concorr&ecirc;ncia<br /><br />Uma das maiores concorrentes das marcas do Grupo O Botic&aacute;rio - atualmente com 3.260 lojas no Brasil, das quais cerca de 900 s&atilde;o franquias, sem esquecer das opera&ccedil;&otilde;es no exterior - , &eacute; a &Aacute;gua de Cheiro. Com plano ousado de expans&atilde;o, esta rede de franquias de cosm&eacute;ticos atualmente tem 824 franquias em opera&ccedil;&atilde;o, das quais 39 s&atilde;o lojas pr&oacute;prias, e at&eacute; o final deste ano quer chegar &agrave; casa das 1.000 opera&ccedil;&otilde;es, segundo informou Jo&atilde;o Brizola, diretor de Marketing da empresa.<br /><br />Sem divulgar o faturamento, Brizola afirmou que "pretendemos crescer 30% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado". Para isso, a &Aacute;gua de Cheiro aposta em todos os estados brasileiros, com foco no p&uacute;blico feminino de 25 a 45 anos, pertencente &agrave;s classes B e C, ambas de poder aquisitivo elevado nos &uacute;ltimos anos.<br /><br />Com t&iacute;quete m&eacute;dio de compra em R$ 62, a marca tem entre os seus produtos mais procurados, perfumes e cremes. A inten&ccedil;&atilde;o da rede &eacute; ampliar a gama de produtos nos pr&oacute;ximos anos, conforme explicou Brizola. "N&oacute;s temos a inten&ccedil;&atilde;o de expandir algumas linhas de nossos produtos, dentre elas os artigos destinados para o p&uacute;blico infantil, as maquiagens e os produtos feitos para o p&uacute;blico masculino."<br /><br />Reformula&ccedil;&atilde;o<br /><br />Outra marca em expans&atilde;o no Pa&iacute;s &eacute; a Mahogany Cosm&eacute;ticos. Atualmente com 150 lojas em opera&ccedil;&atilde;o, das quais apenas uma &eacute; pr&oacute;pria, a rede pretende fechar 2012 com 170 espa&ccedil;os abertos ao p&uacute;blico. O foco do crescimento da rede est&aacute; no interior de S&atilde;o Paulo e na Regi&atilde;o Nordeste, que tem recebido um n&uacute;mero significativo de investimentos de todos os setores econ&ocirc;micos, fato esse que impulsiona o desenvolvimento do varejo no local.<br /><br />Segundo Jaime Drummond, presidente da rede, o segredo do sucesso est&aacute; no lan&ccedil;amento constante de novos produtos, na aten&ccedil;&atilde;o diferenciada que se d&aacute; ao seu consumidor, e na exclusividade. "No ano passado mais de 100 produtos [entre lan&ccedil;amentos e reformula&ccedil;&atilde;o de produtos] chegaram &agrave;s nossas lojas, tudo para atrair a aten&ccedil;&atilde;o das nossas consumidoras", explicou ele, em entrevista ao DCI.<br /><br />Vale ressaltar que, em anos anteriores, 50% do faturamento da marca tinha como origem os seus sabonetes l&iacute;quidos. Atualmente este &iacute;ndice est&aacute; em 22% devido &agrave; inser&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios novos itens ao portf&oacute;lio do grupo: hoje suas lojas possuem em m&eacute;dia 470 itens que atraem mulheres das classes A e B, e aspirantes da classe C, que gastam em m&eacute;dia R$ 80 em produtos de beleza.<br /><br />Outro fato a ser ressaltado &eacute; que, entre outubro e novembro, a marca vislumbra lan&ccedil;ar uma linha de maquiagem que vir&aacute; acompanhada de uma parceria com uma empresa alem&atilde; do setor de cosm&eacute;ticos. Recentemente, a Mahogany desenvolveu em conjunto com Daphn&eacute; Bugey, respons&aacute;vel pelas fragr&acirc;ncias da Kenzo, entre outras, a formula&ccedil;&atilde;o de sua nova linha que ter&aacute; aroma de rosas.<br /><br />A rede tamb&eacute;m tem promovido uma reformula&ccedil;&atilde;o total no layout de suas lojas, que segundo Drummond, servir&aacute; para expor de forma mais atrativa as novidades da rede.<br /><br />Listada como uma das maiores franquias de cosm&eacute;ticos em opera&ccedil;&atilde;o no mercado, a Cont&eacute;m 1g tamb&eacute;m apostou em opera&ccedil;&otilde;es diferenciadas ao adotar o sistema de quiosques. Atualmente com 163 pontos de venda, mais o canal on-line, a rede, para atrair a consumidora, promove atendimento diferenciado com pequenas aulas de maquiagem, tudo para incentivar a compra.<br /><br />Inova&ccedil;&atilde;o<br /><br />Outra rede que desponta no mercado de beleza em solo nacional &eacute; a Mezzo Dermocosm&eacute;ticos, com a franquia chamada Instituto Mezzo de Cosmetologia e Est&eacute;tica (I-Mezzo). Al&eacute;m da comercializa&ccedil;&atilde;o de produtos de beleza e bem-estar - 14 linhas que somam 84 produtos diferentes para o corpo e para o rosto -, a marca, al&eacute;m de atender ao consumidor, &eacute; respons&aacute;vel por suprir a demanda de itens utilizados por profissionais de est&eacute;tica.<br /><br />Com oito unidades, sendo uma opera&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria localizada em Pen&aacute;polis, interior de S&atilde;o Paulo, a rede j&aacute; atua na capital paulista, em Minas Gerais, no Paran&aacute; e, em breve, a previs&atilde;o &eacute; que chegar&aacute; ao Rio de Janeiro. Segundo Paschoal Rosseti Filho, diretor de Pesquisa e fundador da bandeira, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; fechar 2012 com ao menos 30 contratos de franquias firmados.<br /><br />&nbsp;<br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Cresce demanda por produtos para hotelaria]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30888</link>
<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 10:25:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O crescimento e o ganho de qualidade da infraestrutura hoteleira nacional carrega consigo os fornecedores de produtos de higiene e beleza voltados para a hospitalidade. Empresas como Realgem's, Ecco Brasil e Harus projetam forte crescimento de demanda nos pr&oacute;ximos anos, investem para alicer&ccedil;ar o avan&ccedil;o e j&aacute; fazem planos para melhor atender os turistas da Copa do Mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">"O mercado est&aacute; muito prop&iacute;cio a um crescimento vertical e horizontal. Ele est&aacute; aceitando um volume maior, com mais hot&eacute;is e h&oacute;spedes, e h&aacute; um potencial de melhoria na qualidade dos produtos tamb&eacute;m, porque os hot&eacute;is v&atilde;o ter que subir de padr&atilde;o", acredita o diretor-comercial da Realgem's, Mauro Carvalho.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa planeja, em 2013, investir cerca de R$ 1,5 milh&atilde;o para ampliar sua linha de fabrica&ccedil;&atilde;o de frascos pl&aacute;sticos. A produ&ccedil;&atilde;o atual, de 1,5 milh&atilde;o de embalagens ao m&ecirc;s, supre 30% da demanda da companhia. Com o incremento de capacidade, o objetivo &eacute; chegar a 100% at&eacute; 2015 e, para isso, a fabricante deve recorrer a empr&eacute;stimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES).</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O novo aporte sucede investimento de R$ 3 milh&otilde;es realizado nos &uacute;ltimos dois anos, que ampliou a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o da Realgem's para 8 milh&otilde;es de sabonetes ao m&ecirc;s - hoje a empresa utiliza a metade disso. Com faturamento de R$ 19 milh&otilde;es em 2011, num crescimento de 12% sobre o ano anterior, a companhia projeta avan&ccedil;o de 8% para 2012. J&aacute; para o segundo semestre de 2013 e o primeiro de 2014, com a prepara&ccedil;&atilde;o para a Copa, Carvalho prev&ecirc; um pico de crescimento de 15% a 20% no faturamento. "Ap&oacute;s a Olimp&iacute;ada de 2016, nossa expectativa &eacute; de que o mercado se estabilize nesse patamar mais alto, pois o n&uacute;mero de leitos ser&aacute; maior e os turistas que vierem para os eventos voltar&atilde;o outras vezes se o Brasil melhorar sua infraestrutura tur&iacute;stica", acredita.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o executivo, a receita da empresa com exporta&ccedil;&atilde;o hoje ainda &eacute; "irris&oacute;ria", mas a expectativa &eacute; atingir 5% do faturamento em vendas externas at&eacute; 2013 e 10% at&eacute; 2014. "Exportamos para Uruguai, Paraguai e Angola, mas j&aacute; temos outros mercados em vista, que ainda n&atilde;o posso divulgar."</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No caminho da maior sofistica&ccedil;&atilde;o, a companhia lan&ccedil;a provavelmente em novembro uma nova linha de produtos em parceria com a marca italiana La Bottega Dell'Albergo. "Formamos uma joint venture para trazer as marcas internacionais dessa empresa, que &eacute; l&iacute;der do segmento na Europa, para o Brasil", diz. A companhia tamb&eacute;m j&aacute; trabalha em uma linha de amenities - amenidades, como s&atilde;o conhecidos os cosm&eacute;ticos de hotelaria - voltados para a Copa, sobre a qual Carvalho prefere ainda n&atilde;o comentar. Com tr&ecirc;s f&aacute;bricas, empregando 150 funcion&aacute;rios, a Realgem's atende hoje mais de 4 mil clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ecco Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">"Sem contar com esse momento de Copa e Olimp&iacute;ada, as amenities v&ecirc;m sofrendo uma muta&ccedil;&atilde;o bem r&aacute;pida nos &uacute;ltimos anos", conta o diretor-operacional da Ecco Brasil, Vicenzo Manzo. "O hoteleiro passa a enxergar os produtos n&atilde;o s&oacute; como um item de higiene pessoal, mas cada vez mais como um presente para o h&oacute;spede", diz. Segundo o executivo, a entrada de empresas do ramo de perfumaria, como a Natura e a L'Occitane, no segmento hoteleiro melhorou a imagem dos produtos, valorizando todo o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O forte da empresa hoje &eacute; o segmento hospitalar, onde Manzo calcula que a Ecco Brasil det&eacute;m 90% do mercado nacional. Agora, a companhia quer avan&ccedil;ar sobre o setor de hot&eacute;is de quatro e cinco estrelas e, com isso, dobrar de tamanho nos pr&oacute;ximos 12 meses. Utilizando atualmente 30% de sua capacidade instalada, espa&ccedil;o para crescimento n&atilde;o lhe falta. Na edi&ccedil;&atilde;o da Equipotel de 2012, realizada na &uacute;ltima semana, a empresa lan&ccedil;ou uma nova linha composta de 145 produtos e reestilizou todas as suas linhas tradicionais. "Essa nova linha oferece um padr&atilde;o que n&atilde;o existe em hotelaria at&eacute; agora, colocando-nos em uma posi&ccedil;&atilde;o diferenciada", gaba-se o executivo. O investimento para o lan&ccedil;amento foi de cerca de R$ 500 mil, diz Manzo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outro mercado potencial que o diretor v&ecirc; &eacute; o de motelaria. "Hoje n&oacute;s atingimos apenas os mot&eacute;is cinco-estrelas, porque a maioria dos moteleiros ainda n&atilde;o entendeu que &eacute; preciso fazer esse agrado", afirma. "Acredito que o pr&oacute;ximo passo &eacute; a motelaria mudar tamb&eacute;m, mas vai ser uma transforma&ccedil;&atilde;o mais lenta, porque nesse setor h&aacute; um pessoal muito antigo, que precisa atualizar os padr&otilde;es de administra&ccedil;&atilde;o", diz.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma planta em S&atilde;o Paulo e 100 funcion&aacute;rios diretos, a Ecco Brasil possui produ&ccedil;&atilde;o totalmente verticalizada, n&atilde;o dependendo de terceiros em nenhuma etapa do processo. Manzo n&atilde;o revela o faturamento da empresa, mas diz que em 2011 o crescimento foi de 20%. A companhia tamb&eacute;m j&aacute; planeja uma linha espec&iacute;fica para a Copa. "Ser&aacute; uma linha tem&aacute;tica, que poder&aacute; ser adotada ao gosto do cliente", adianta. Hoje, a empresa possui cerca de 2 mil compradores ativos.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Harus</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No cargo h&aacute; cerca de 80 dias, o novo diretor-executivo da Harus, Roberto Posche, foi contratado como parte do plano da empresa de dobrar de tamanho nos pr&oacute;ximos dois anos. Segundo o CEO, os investimentos necess&aacute;rios para esta alavancagem ainda est&atilde;o sendo discutidos internamente. No entanto, ele relata que a utiliza&ccedil;&atilde;o da capacidade da planta da empresa em Franca (SP) est&aacute; entre 75% e 80%, o que, portanto, determina que aportes na amplia&ccedil;&atilde;o das instala&ccedil;&otilde;es produtivas ser&atilde;o necess&aacute;rios. "N&atilde;o significa que para crescer 100 vou investir 100; haver&aacute; um esfor&ccedil;o para o ganho de produtividade", diz.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa tem um foco amplo, atendendo hot&eacute;is, mot&eacute;is e pousadas. "Desde o hotel classe A at&eacute; a pousadinha." Com 280 funcion&aacute;rios na equipe interna e externa, o executivo calcula que a companhia dobrou de tamanho nos &uacute;ltimos dois anos, atendendo atualmente mais de 10 mil clientes ativos.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o diretor, hoje cerca de 5% do faturamento da empresa j&aacute; vem das vendas ao mercado externo. "Estamos em pa&iacute;ses da Am&eacute;rica do Sul e agora come&ccedil;amos a nos voltar tamb&eacute;m para a &Aacute;frica", conta Posche.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[L'Oréal traça metas para enfrentar a concorrência]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30814</link>
<pubDate>Wed, 12 Sep 2012 11:43:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Semana passada, Jean-Paul Agon, o presidente mundial da L'Or&eacute;al, a maior empresa de produtos de beleza do mundo, ficou cinco dias no Rio. O principal objetivo da visita foi olhar de perto a filial e definir a&ccedil;&otilde;es para elevar os produtos do grupo franc&ecirc;s &agrave; primeira posi&ccedil;&atilde;o em vendas no pa&iacute;s.<br /><br />"O Brasil tornou-se um pa&iacute;s muito estrat&eacute;gico. O crescimento &eacute; r&aacute;pido", diz Agon ao Valor. No futuro pr&oacute;ximo, observa, a China pode ultrapassar os Estados Unidos e ser o maior consumidor de produtos de beleza do mundo. O Brasil viria em segundo lugar. "O Brasil &eacute; o primeiro em v&aacute;rias categorias e como somos o primeiro no mundo investimos aqui", diz Agon.<br /><br />Ele veio, tamb&eacute;m, para anunciar o investimento, em torno de R$ 80 milh&otilde;es, na instala&ccedil;&atilde;o de centro de pesquisas, no Rio. E justificou: "No campo da beleza a inova&ccedil;&atilde;o &eacute; global, mas tamb&eacute;m precisamos criar produtos com f&oacute;rmulas e especificidades pr&oacute;prias para cada parte do mundo", disse. A constru&ccedil;&atilde;o ser&aacute; iniciada em 2014 e a expectativa &eacute; de contar com 100 pesquisadores.<br /><br />Agon come&ccedil;ou a semana no Rio participando domingo de congresso de dermatologia. Depois visitou pontos de varejo e fez longas reuni&otilde;es com equipes estrat&eacute;gicas de desenvolvimento, marketing e vendas da L'Or&eacute;al, entre outras &aacute;reas da empresa. As oportunidades no Brasil ganharam peso com o crescimento do poder aquisitivo da popula&ccedil;&atilde;o, mas dentro do grupo L'Or&eacute;al, o Brasil ainda &eacute; o s&eacute;timo pa&iacute;s em faturamento. Fica atr&aacute;s dos EUA, Fran&ccedil;a, China, Alemanha, Reino Unido e It&aacute;lia.<br /><br />Mas, para a L'Or&eacute;al, o Brasil &eacute; l&iacute;der mundial em vendas de produtos para cabelos. "Queremos que a linha Elseve seja a primeira colocada no setor de tratamento de cabelo", diz. Em 2011, a linha Seda, da Unilever, liderou as vendas com 12,6% de participa&ccedil;&atilde;o de mercado. A Elseve veio em segundo, com 8,9% e Garnier, tamb&eacute;m da L'Or&eacute;al, em terceiro, com 6,9%, segundo a Euromonitor.<br /><br />No mercado capilar como um todo, a diferen&ccedil;a, &eacute; menor e a L'Or&eacute;al vem ganhando espa&ccedil;o. A Unilever tinha 16,5% de participa&ccedil;&atilde;o; a L'Or&eacute;al, 15,3%; e Procter &amp; Gamble, 9,6%, em 2010. No ano seguinte, a Unilever caiu para 16,2%, enquanto a L'Or&eacute;al subiu para 16%, seguida da P&amp;G, com 10,7%.<br /><br />Mas L'Or&eacute;al quer crescer mais. No balan&ccedil;o divulgado em agosto, a companhia francesa informou que as vendas no Brasil est&atilde;o "sofrendo com o mercado competitivo". Na Am&eacute;rica Latina, a expans&atilde;o foi de 8,2% no primeiro semestre do ano, contra crescimento de 17,3% no mesmo per&iacute;odo de 2011. Entre os novos mercados, a expans&atilde;o do semestre de 2012 foi a segunda menor na frente apenas do Leste Europeu, que se cresceu 3,1%, se recuperando de um recuo de 3,4% no per&iacute;odo do ano passado. J&aacute; a &Aacute;sia cresceu 12,5% e o Oriente M&eacute;dio, 17,2% nos primeiros seis meses do ano.<br /><br />Mesmo os n&uacute;meros do segundo trimestre perdendo for&ccedil;a, Agon diz que, nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, a receita l&iacute;quida do Brasil vem aumentando, em m&eacute;dia, 15% anualmente. "Ser&aacute; o primeiro mercado para cuidados para cabelos, colora&ccedil;&atilde;o e perfumes no mundo. Por isso, &eacute; muito importante para n&oacute;s".<br /><br />A estrat&eacute;gia aqui n&atilde;o &eacute; combater a concorr&ecirc;ncia brasileira com marketing ou propaganda, mas com produtos melhores. "A L'Or&eacute;al est&aacute; indo bem, principalmente com a linha Elseve. Temos planos ambiciosos para a linha. Tamb&eacute;m para a Garnier acabamos de lan&ccedil;ar o Cor Intensa. As consumidoras de Garnier est&atilde;o ansiosas por qualidade. Isso far&aacute; com que as vendas aumentem." A linha Garnier &eacute; voltada para a classe C.<br /><br />No Brasil, al&eacute;m dos grandes fabricantes internacionais, como P&amp;G e Unilever, a empresa francesa ainda encontra concorrentes nacionais, como Botic&aacute;rio, Natura, Embelleze, Niely e B eleza Natural. A Embelleze, por exemplo, est&aacute; com forte campanha na novela "Avenida Brasil", da TV Globo. J&aacute; a P&amp;G pagou R$ 2 milh&otilde;es para a apresentadora de TV Xuxa tingir os cabelos de preto. Utilizou apelo emocional na propaganda. A apresentadora diz realizar um sonho de inf&acirc;ncia da m&atilde;e.<br /><br />Agon vinha visitando o Brasil a cada dois anos, mas decidiu acompanhar o desenvolvimento da filial brasileira anualmente. "Brasil &eacute; um dos tops do mundo", diz.<br /><br />O presidente mundial do grupo franc&ecirc;s explica que o ritmo de crescimento do mercado brasileiro &eacute; o mesmo do chin&ecirc;s mais uma raz&atilde;o para cria&ccedil;&atilde;o de produtos locais: "Precisamos de laborat&oacute;rios nos locais-chave. Temos na Fran&ccedil;a, no Jap&atilde;o, em Nova York, na China e agora no Brasil. Agon n&atilde;o detalha os planos para os produtos que ser&atilde;o desenvolvidos aqui. Ser&atilde;o voltados para a pele e os cabelos da brasileiras e tamb&eacute;m com aroma adequado ao clima tropical.<br /><br />"A estrat&eacute;gia &eacute; a mesma no mundo inteiro: universaliza&ccedil;&atilde;o, globaliza&ccedil;&atilde;o, mas sem a unifica&ccedil;&atilde;o. As pessoas s&atilde;o diferentes, t&ecirc;m culturas e h&aacute;bitos diferentes ", argumenta. Agon mostra os rec&eacute;m-lan&ccedil;ados: o Elseve Arginine e o Garnier Nutrisse Cor Intensa. "O Arginine &eacute; um exemplo de inova&ccedil;&atilde;o mundial, mas foi adaptado para o mercado brasileiro. J&aacute; o Nutrisse, foi produzido e desenvolvido aqui", acrescenta Didier Tisserand, presidente da L'Or&eacute;al Brasil.<br /><br />O foco nos mercados emergentes visa, tamb&eacute;m, compensar a retra&ccedil;&atilde;o na Europa onde Agon identifica cen&aacute;rio de recupera&ccedil;&atilde;o. "Pessoalmente n&atilde;o sou pessimista. Acredito que a Europa ir&aacute; encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o e os Estados Unidos j&aacute; est&atilde;o retomando o crescimento".<br /><br />Mesmo com economias em crise, o setor de beleza n&atilde;o tem enfrentado tantas dificuldades no mundo. Em 2011, cresceu entre 8% e 10% e a L'Or&eacute;al, 15%. "Este ano, esperamos crescimento menor de cerca de 4% porque a Europa n&atilde;o vai crescer, a Am&eacute;rica do Norte cresce entre 3% e 4% e o resto do mundo 7% a 8% pois 18% das vendas est&atilde;o na Europa Ocidental onde estagna&ccedil;&atilde;o freou o crescimento".<br /><br />No primeiro semestre deste ano, as vendas mundiais da L'Or&eacute;al aumentaram 10,5% chegando ao faturamento de &euro; 11,21 bilh&otilde;es. O lucro operacional foi de &euro; 7,966 milh&otilde;es, com alta de 9,7%. Apesar do resultado positivo, analistas de mercado n&atilde;o gostaram e as a&ccedil;&otilde;es da L'Or&eacute;al no dia do an&uacute;ncio dos resultados (28 de agosto) ca&iacute;ram 3%. Reclamaram que a empresa aumentou o investimento em pesquisa e desenvolvimento e reduziu em marketing e promo&ccedil;&otilde;es. "Foi um bom balan&ccedil;o. Tivemos resultados expressivos. Poucas companhias cresceram como a nossa. Os analistas sempre encontram motivos para reclamar", afirma o presidente.<br /><br />Em 2013, Jean Paul Agon retorna para conferir novamente a opera&ccedil;&atilde;o. O que espera ver &eacute; "Ordem e progresso", brinca. "N&atilde;o &eacute; o lema da bandeira brasileira?".</p>
<p><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[P&G precisa voltar a inovar e cobrar mais por isso]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30778</link>
<pubDate>Tue, 11 Sep 2012 11:57:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Durante a maior parte de sua hist&oacute;ria, a Procter &amp; Gamble n&atilde;o apenas lan&ccedil;ou produtos, como criou novas categorias: das primeiras fraldas descart&aacute;veis produzidas em massa a kits Crest para branqueamento dos dentes. Essa &eacute; uma das raz&otilde;es pelas quais a P&amp;G tem mais de mil PhDs entre os 8 mil funcion&aacute;rios em suas 26 unidades de inova&ccedil;&atilde;o ao redor do mundo. "A P&amp;G &eacute; predominantemente uma marca de empresa cient&iacute;fica", diz Larry Huston, ex-diretor de inova&ccedil;&atilde;o da P&amp;G e atual diretor da 4inno, uma empresa de consultoria.<br /><br />Ultimamente, por&eacute;m, tem havido uma escassez de marcas pioneiras surgidas da maior empresa do mundo no setor de produtos de consumo. Seus gastos com pesquisa e desenvolvimento no ano fiscal de 2012, findo em 30 de junho, foi de US$ 2,03 bilh&otilde;es, ou 2,4% das vendas, um montante igual ao do ano anterior e abaixo dos 3% das vendas em 2006. Os mais recentes sucessos de faturamento desenvolvidos pela pr&oacute;pria P&amp;G - os dispositivos de limpeza Swiffer, os Crest Whitestrips e os purificadores de odor Febreze - foram todos lan&ccedil;ados h&aacute; pelo menos uma d&eacute;cada. Peter Golder, professor da Tuck School of Business do Dartmouth College, diz: "A P&amp;G baseia-se na cria&ccedil;&atilde;o de novas categorias e a inova&ccedil;&atilde;o est&aacute; em seu DNA, mas eles precisam redescobrir isso."<br /><br />Redescobrir sua habilidade m&aacute;gica para o desenvolvimento de novos produtos &eacute; crucial porque a estrat&eacute;gia de neg&oacute;cios da P&amp;G tem sido cobrar pre&ccedil;os mais altos por produtos de vanguarda. Um detergente Tide l&iacute;quido custa US$ 18 na Target, por exemplo, ou seja, 20% mais do que a marca da pr&oacute;pria varejista. Como os pre&ccedil;os das commodities fizeram subir o custo de produtos dom&eacute;sticos mais b&aacute;sicos, os consumidores, com pouco dinheiro no bolso, ainda podem estar dispostos a pagar mais por inova&ccedil;&otilde;es verdadeiras, mas n&atilde;o necessariamente pelo tipo de extens&otilde;es de produtos e maquiagens &agrave;s quais a P&amp;G tem recorrido.<br /><br />Isso criou um desafio para CEO, Bob McDonald, que por tr&ecirc;s vezes reduziu as previs&otilde;es de lucro desde janeiro. Ele est&aacute; tentando cortar US$ 10 bilh&otilde;es em custos at&eacute; 2016 e reverter as perdas de participa&ccedil;&atilde;o de mercado em categorias t&atilde;o importantes como detergentes, nos EUA. McDonald est&aacute; sob press&atilde;o do investidor William Ackman, que em julho assumiu uma participa&ccedil;&atilde;o de US$ 1,8 bilh&atilde;o na P&amp;G e poder&aacute; pressionar por mudan&ccedil;as de gest&atilde;o. Os produtos de grande vendagem "secaram um pouco", reconhece Bruce Brown, diretor de tecnologia P&amp;G.<br /><br />Neste ano, McDonald reuniu uma equipe de pesquisadores, gerentes de marketing e altos executivos para tra&ccedil;ar um curso de inova&ccedil;&atilde;o mais ousado. O grupo passou 10 semanas analisando novos produtos em fase de sele&ccedil;&atilde;o pela P&amp;G e elegendo as ideias mais promissoras para desenvolvimento. Mas a maioria n&atilde;o estar&aacute; pronta em pelo menos um ano.<br /><br />A hist&oacute;ria de 175 anos da P&amp;G, est&aacute; repleta de inova&ccedil;&otilde;es de produtos de consumo, como o primeiro detergente sint&eacute;tico (Dreft, em 1933), o primeiro creme dental com fl&uacute;or (Crest, em 1955) e o primeiros chips de batata empilh&aacute;veis (Pringles). Usualmente, os pesquisadores aproveitam tecnologias j&aacute; utilizadas em produtos da P&amp;G para produzir ideias inteiramente novas. Para o Crest Whitestrips, lan&ccedil;ado em 2002, eles adaptaram m&eacute;todos de branqueamento da divis&atilde;o de neg&oacute;cios de lavanderia da P&amp;G, tecnologia de pel&iacute;culas de pl&aacute;stico da divis&atilde;o de embalagens para alimentos e tecnologias de colas da divis&atilde;o de papel.<br /><br />Nos &uacute;ltimos anos, no entanto, a fila potencial de produtos da empresa tem se concentrado principalmente na "reformula&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o na inven&ccedil;&atilde;o, de produtos", diz Victoria Collin, analista da Atlantic Equities, em Londres. Entre eles, est&atilde;o os novos aromas de Tide para os mercados do leste europeu e a linha Mineral Natural de desodorantes Secret. Como resultado, os analistas dizem que a P&amp;G perdeu clientes nos EUA e em outros pa&iacute;ses desenvolvidos, que passaram a adquirir produtos mais baratos produzidos por concorrentes como a Unilever, bem como marcas pr&oacute;prias de varejistas.<br /><br />Quando o ex-CEO, A. G. Lafley, assumiu o cargo em 2000 procurou acelerar o ritmo de desenvolvimento de produtos mediante a colabora&ccedil;&atilde;o com parceiros externos que poderiam ajudar em tudo, de embalagens ao design de produtos. Trabalhar com pessoas de fora permitiu &agrave; P&amp;G ter acesso a algumas tecnologias importantes, como um ingrediente redutor de rugas produzido pela empresa francesa Sederma, que &eacute; usado em seu Olay Regenerist, creme para a pele que &eacute; um campe&atilde;o de vendas.<br /><br />Mas Lafley tamb&eacute;m descentralizou as opera&ccedil;&otilde;es de P&amp;D, tornando os presidentes das unidade de neg&oacute;cios respons&aacute;veis pelo desenvolvimento de novos produtos. Brown, o diretor de P&amp;D, diz que isso retardou, inadvertidamente, as inova&ccedil;&otilde;es, pelo fato de vincular mais intimamente os gastos em pesquisas aos objetivos de lucro imediato. Entre 2003 e 2008, as vendas de lan&ccedil;amentos encolheu &agrave; metade. No momento em que McDonald tornou-se CEO, em 2009, o n&uacute;mero do que a empresa considerava grande inven&ccedil;&otilde;es de produtos caiu para uma m&eacute;dia inferior a seis por ano, &agrave; medida que os diretores das unidades passaram a focar resultados de curto prazo e inven&ccedil;&otilde;es menores, diz Brown.<br /><br />McDonald, que reconheceu que a atividade de P&amp;De e da empresa foi "inadequada" em alguns produtos e regi&otilde;es, agora centralizou entre 20% e 30% dos esfor&ccedil;os de pesquisa da P&amp;G. Ele tamb&eacute;m nomeou Jorge Mesquita, j&aacute; no comando das opera&ccedil;&otilde;es de cuidados com animais de estima&ccedil;&atilde;o e salgadinhos, para a chefia de cria&ccedil;&atilde;o de novos neg&oacute;cios e da unidade de inova&ccedil;&otilde;es da P&amp;G e atribuiu-lhe a responsabilidade de coordenar os lan&ccedil;amentos de produtos.<br /><br />Uma &aacute;rea de foco s&atilde;o os produtos de beleza, onde "perdemos nosso rumo por um par de anos", diz Brown. Esses neg&oacute;cios, que incluem desodorantes, cosm&eacute;ticos e cuidados com os cabelos contribu&iacute;ram com 24% dos US$ 83,7 bilh&otilde;es faturados pela P&amp;G no ano fiscal de 2012, ficou aqu&eacute;m de concorrentes como a L'Or&eacute;al em lan&ccedil;amentos de produtos.<br /><br />McDonald espera que os cortes de custos liberem mais dinheiro para o desenvolvimento de produtos. Mas o aperto obrigou a P&amp;G a fazer escolhas dif&iacute;ceis, mesmo ao n&atilde;o introduzir produtos atraentes. Um exemplo: as verbas de marketing do Olay, um novo popular produto de depila&ccedil;&atilde;o drenou dinheiro de outros produtos, "de modo que a opera&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de empresa perdeu mais do que os ganhos proporcionados pelo novo produto", diz Brown.<br /><br />Por seu turno, a Unilever diz ter condi&ccedil;&otilde;es de lan&ccedil;ar 10 novos produtos em 60 pa&iacute;ses no mesmo tempo que antes levava para introduzi-los em apenas 10 pa&iacute;ses. Suas recentes novidades incluem um xampu anti-caspa Clear e um desodorante Rexona que adota a tecnologia propriet&aacute;ria Motionsense para ativar o produto quando o usu&aacute;rio se move.<br /><br />A Kimberly-Clark, fabricante de fraldas Huggies, abriu centros de pesquisa na Coreia do Sul e na Col&ocirc;mbia e ampliou seu esfor&ccedil;o de P&amp;D no primeiro semestre deste ano em dois d&iacute;gitos em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. "Nossos neg&oacute;cios internacionais est&atilde;o crescendo t&atilde;o rapidamente que a demanda por inova&ccedil;&atilde;o tem aumentado", diz Mark Buthman, diretor financeiro.<br /><br />A P&amp;G continua trazendo muitos novos produtos ao mercado. O relat&oacute;rio New Product Pacesetters, da SymphonyIRI, que monitora as principais inova&ccedil;&otilde;es fora do setor aliment&iacute;cio, mostrou que a P&amp;G det&eacute;m um ter&ccedil;o das 25 principais no ano passado. E ao longo dos anos a empresa adquiriu grandes marcas, entre elas as linhas de cuidados com a pele Olay e SK-II, e a Gillette. Mas produtos desenvolvidos na pr&oacute;pria companhia permanecem sendo o desafio. Huston, da 4inno: "&Eacute; preciso estar constantemente criando inova&ccedil;&otilde;es". <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Classe média expande consumo de beleza]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30742</link>
<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 11:12:44 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O mercado de produtos de beleza deve seguir em franca expans&atilde;o nos pr&oacute;ximos anos no Brasil, fortalecido pela nova classe de consumidores observada com o novo momento econ&ocirc;mico interno. &Eacute; essa a previs&atilde;o de pesquisa divulgada na &uacute;ltima sexta-feira na Beauty Fair - Feira Internacional de Beleza Internacional -, que re&uacute;ne em S&atilde;o Paulo 480 expositores representantes de cerca de 1.000 marcas. "O mercado deve seguir em franca expans&atilde;o nos pr&oacute;ximos anos, sendo fortalecido pela nova classe de consumidores observada com o novo momento econ&ocirc;mico brasileiro", disse Luiz G&oacute;es, s&oacute;cio-diretor da Gouv&ecirc;a de Souza, que realizou pesquisa sobre as tend&ecirc;ncias do setor. Os resultados foram apresentados a executivos e empres&aacute;rios durante o F&oacute;rum de Neg&oacute;cios.<br /><br />Com previs&atilde;o de fechamento em R$ 80 bilh&otilde;es neste ano, o setor de beleza que movimentou R$ 73 bilh&otilde;es, em 2011, estima um volume de neg&oacute;cios de cerca de R$ 140 bilh&otilde;es, em 2017.<br /><br />Segundo o estudo, a previs&atilde;o do varejo de beauty &eacute; crescer entre 10% e 30% nos pr&oacute;ximos anos. A avalia&ccedil;&atilde;o aponta que 46% dos consumidores est&atilde;o na Regi&atilde;o Sudeste, seguido pelo Nordeste, com 22%; Sul; 15%; Centro-Oeste, 9% e Norte, 8%. "Os estados nordestinos tiveram grande avan&ccedil;o de consumo nos &uacute;ltimos tempos e s&atilde;o fortes potenciais para o mercado", afirma o executivo que destaca que a classe m&eacute;dia emergente marca 59% dos consumidores do setor. O t&iacute;quete m&eacute;dio estimado &eacute; de R$ 112, com destaque aos produtos de transforma&ccedil;&atilde;o, que respondem que somam em m&eacute;dia de R$ 39.<br /><br />Canais de venda<br /><br />Em meio ao crescente mercado on-line, cujo modelo de neg&oacute;cios em e-commerce ganha destaque, o varejo da beleza ainda destaca os pontos de venda f&iacute;sico, tendo os super e hipermercados, junto com as perfumarias, a representatividade de quase 80% do mercado. "Os paulistas, por exemplo, ainda n&atilde;o compram produtos de beleza pela Internet, pois desconfiam dos sites e temem colocar dados banc&aacute;rios na rede", explicou G&oacute;es. "Em S&atilde;o Paulo gira a principal receita do segmento com consumo aproximado de R$ 6 bilh&otilde;es, cerca de 9% do mercado total", completa. Mas acredita que o mercado on-line tem forte potencial e precisa evoluir nesta estrat&eacute;gia multicanal. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Bombril cria Bril, seu braço de cosméticos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30732</link>
<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 10:25:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Em 2011, com o objetivo de entrar no setor de cosm&eacute;ticos, a Bombril adquiriu, por R$ 15 milh&otilde;es, 75% da fabricante Ecologie. Neste ano, depois de comprar os 25% restantes, a companhia acaba de criar a Bril, empresa coligada, que come&ccedil;a com tr&ecirc;s marcas diferentes de produtos para cabelos e corpo. "Uma das linhas, a Joy, &eacute; focada em mulheres de 15 a 22, segmento que n&atilde;o tinha produtos espec&iacute;ficos at&eacute; agora", diz Marcos Scaldelay, presidente da companhia. A meta &eacute; fazer com que a Bril tenha, em dois anos, um faturamento l&iacute;quido de R$ 50 milh&otilde;es. A Bombril, no segundo trimestre, teve receita de e R$ 246 milh&otilde;es e preju&iacute;zo de R$ 30,8 milh&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Anvisa deve liberar venda de sombra e desodorante infantil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30725</link>
<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 09:32:32 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria lan&ccedil;a hoje uma consulta p&uacute;blica com novas regras para cosm&eacute;ticos feitos para crian&ccedil;as<br /><br /><br />Dermatologista diz que crian&ccedil;a n&atilde;o precisa desses produtos; ag&ecirc;ncia diz que h&aacute; demanda social<br /><br />Uma consulta p&uacute;blica lan&ccedil;ada hoje pela Anvisa (Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria) pretende liberar a entrada no mercado de desodorantes e sombras infantis.<br /><br />De acordo com a proposta, desodorantes para axilas e p&eacute;s podem ser ofertados para crian&ccedil;as a partir de oito anos, desde que n&atilde;o sejam antitranspirantes ou em aerossol -forma cuja toxicidade para crian&ccedil;as n&atilde;o est&aacute; definida, segundo a ag&ecirc;ncia.<br /><br />Subst&acirc;ncias antiss&eacute;pticas est&atilde;o liberadas, desde que sejam de "uso consagrado". J&aacute; os componentes alco&oacute;licos, normalmente presentes nos desodorantes, devem ter &iacute;ndices m&iacute;nimos.<br /><br />A sombra, diz a proposta, pode ser aplicada por adultos em crian&ccedil;as de tr&ecirc;s e quatro anos e pelas pr&oacute;prias crian&ccedil;as a partir dos cinco anos de idade.<br /><br />Produtos como blush, batom e brilho labial j&aacute; t&ecirc;m regras espec&iacute;ficas e s&atilde;o liberadas para o p&uacute;blico infantil. O mesmo vale para xampus, sabonetes, esmaltes, protetores solares, entre outros.<br /><br />Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, afirma que demandas da sociedade e do mercado levaram &agrave; revis&atilde;o da norma anterior sobre cosm&eacute;ticos infantis, de 2001.<br /><br />"Brevemente voc&ecirc; vai encontrar, em farm&aacute;cias e supermercados, desodorantes para crian&ccedil;as. Hoje n&atilde;o existe, n&atilde;o havia um marco normativo que permitisse &agrave;s ind&uacute;strias lan&ccedil;arem um desodorante para uso infantil."<br /><br />BOM-SENSO<br /><br />S&eacute;rgio Graff, m&eacute;dico da Unifesp especializado em toxicologia e que participou da elabora&ccedil;&atilde;o dessa consulta, afirma que a proposta avan&ccedil;a ao regular melhor o setor.<br /><br />"A falta de alguns produtos destinados a crian&ccedil;as fazia com que as m&atilde;es usassem produtos de adulto nos filhos", diz. O problema, diz Graff, &eacute; que cosm&eacute;ticos para crian&ccedil;as precisam passar por testes de maior sensibilidade e n&atilde;o podem ter determinados componentes.<br /><br />O m&eacute;dico argumenta que &eacute; justific&aacute;vel a entrada no mercado de desodorantes infantis, porque algumas crian&ccedil;as -principalmente meninas que menstruam mais cedo- podem precisar do produto por volta dos dez anos.<br /><br />A coordenadora de dermatologia pedi&aacute;trica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Silmara Cestari, diz que esses casos s&atilde;o raros e que o odor pode ser minimizado com sabonetes antiss&eacute;pticos.<br /><br />"Por que a crian&ccedil;a passa maquiagem? Porque v&ecirc; o adulto passar. Com o desodorante &eacute; igual, a crian&ccedil;a transpira mais, tem um cheirinho azedinho, a m&atilde;e acha que precisa passar desodorante."<br /><br />Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da ABC (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Cosmetologia), diz que a norma pode proteger as crian&ccedil;as ao evitar propagandas equivocadas. Mas defende o bom-senso.<br /><br />"Ser&aacute; que &eacute; preciso usar sombra na crian&ccedil;a? N&atilde;o pode ter exagero, a crian&ccedil;a tem de ser bonita como ela &eacute;."<br /><br />A proposta fica dispon&iacute;vel para sugest&otilde;es no site da Anvisa por 60 dias. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[L'Oréal inicia obra de centro de pesquisas até março]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30684</link>
<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 12:23:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A constru&ccedil;&atilde;o do centro de pesquisas e inova&ccedil;&atilde;o da L'Or&eacute;al, na Ilha do Fund&atilde;o, zona norte do Rio de Janeiro, depende da conclus&atilde;o das negocia&ccedil;&otilde;es entre o governo do Estado e o Ex&eacute;rcito, que atualmente &eacute; o dono do terreno de 28 mil metros quadrados, onde ser&aacute; erguido o empreendimento. O plano &eacute; que o Estado pague pelo espa&ccedil;o do Ex&eacute;rcito e venda-o para a companhia francesa. A expectativa da L'Or&eacute;al &eacute; iniciar as obras no local at&eacute; mar&ccedil;o de 2013 e inaugurar o centro de pesquisas em outubro de 2014.<br /><br />"O projeto desse novo centro &eacute; avaliado entre R$ 70 milh&otilde;es e R$ 100 milh&otilde;es", disse ontem o diretor de pesquisa e inova&ccedil;&atilde;o da L'Or&eacute;al Brasil, Blaise Didillon. O executivo participou ontem de cerim&ocirc;nia para apresentar o projeto ao governador, S&eacute;rgio Cabral, no Pal&aacute;cio Guanabara, zona sul do Rio. Tamb&eacute;m estiveram no evento o presidente da empresa no Brasil, Didier Tisserand, e do presidente mundial da L' Or&eacute;al, Jean-Paul Agon, que veio ao Brasil para participar do encontro.<br /><br />Em dezembro de 2011, durante a assinatura do memorando de entendimentos com o Estado, Tisserand disse ao Valor que o centro ficaria pronto em 2013. O secret&aacute;rio de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico do Estado do Rio de Janeiro, J&uacute;lio Bueno, negou que haja atraso. "Vamos correr o m&aacute;ximo poss&iacute;vel para deixar a &aacute;rea dispon&iacute;vel", disse Bueno. "A negocia&ccedil;&atilde;o [com o Ex&eacute;rcito] est&aacute; quase fechada", completou.<br /><br />O secret&aacute;rio explicou que o acordo est&aacute; sendo feito de maneira que atenda a todos os interessados, incluindo o Ex&eacute;rcito, a L'Or&eacute;al e a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio (Codin), que ser&aacute; a gestora do espa&ccedil;o, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFJR). "N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil fazer a negocia&ccedil;&atilde;o", disse Bueno.<br /><br />O Brasil ser&aacute; o sexto pa&iacute;s a receber um centro de pesquisa e inova&ccedil;&atilde;o da L'Or&eacute;al. O projeto ser&aacute; erguido na Ilha de Bom Jesus que foi integrada &agrave; Ilha do Fund&atilde;o nos anos 50.<br /><br />Segundo Didillon, cerca de 200 pesquisadores ir&atilde;o trabalhar no centro, embora as atividades comecem com 150. A companhia tem outros centros de pesquisa na Fran&ccedil;a, Estados Unidos, Jap&atilde;o, China e &Iacute;ndia. A primeira fase do projeto ter&aacute; 10 mil metros quadrados de &aacute;rea constru&iacute;da, com a possibilidade de expans&atilde;o caso haja demanda.<br /><br />A companhia j&aacute; trabalha com pesquisa no pa&iacute;s e este ano est&aacute; ampliando a equipe para 70 pesquisadores. Parte deles est&aacute; na sede da empresa, no centro do Rio e parte na f&aacute;brica, no Jardim Am&eacute;rica, na zona norte. No mundo, a empresa emprega 3.600 desses profissionais.<br /><br />O presidente mundial da L'Or&eacute;al, Jean-Paul Agon, disse que o mercado brasileiro para produtos para cabelo &eacute; o primeiro no mundo. Segundo ele, o pa&iacute;s &eacute; ainda o terceiro mercado para produtos de beleza em geral. "O centro de pesquisas ter&aacute; parcerias com universidades e companhias locais, o que ser&aacute; muito importante para o nosso neg&oacute;cio", completou Agon. A L'Or&eacute;al est&aacute; presente em mais de 130 pa&iacute;ses e tem 68.900 colaboradores. O faturamento, em 2011, foi de &euro; 20,3 bilh&otilde;es.<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Natura sai em busca de novas portas de venda na Internet]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30675</link>
<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 11:51:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Natura, tradicional na venda direta ao consumidor, j&aacute; come&ccedil;a a estudar outras formas para comercializar seus produtos utilizando novas frentes no mundo eletr&ocirc;nico. A ideia n&atilde;o &eacute; substituir as consultoras, mas sim abrir todas as "portas" poss&iacute;veis aos consumidores, segundo o copresidente do Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da empresa, Pedro Luiz Passos.<br /><br />"Todo o varejo mundial passa por uma grande transforma&ccedil;&atilde;o. A tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o est&aacute; derrubando os mitos e a ind&uacute;stria de cosm&eacute;ticos n&atilde;o vai ficar de fora disso", explica o executivo, acrescentando que todos os canais de distribui&ccedil;&atilde;o passar&atilde;o por uma reformula&ccedil;&atilde;o, introduzindo o componente tecnol&oacute;gico. "Inclusive a Natura", diz.<br /><br />Passos admite que a venda direta &eacute; muito forte em alguns aspectos, mas em outros "tem alguns gaps[falhas]". A agilidade de servi&ccedil;o para o consumidor final, por exemplo, &eacute; citada por ele como uma conveni&ecirc;ncia da pronta entrega. "Nos Estados Unidos, vemos o que aconteceu com algumas cadeias de lojas que enfrentam forte competi&ccedil;&atilde;o do e-commerce, que vem comendo v&aacute;rios setores", diz. Por isso, o executivo acredita que todos os canais de distribui&ccedil;&atilde;o ter&atilde;o de passar por uma reformula&ccedil;&atilde;o, introduzindo o componente tecnol&oacute;gico. "Se n&atilde;o fizer isso, n&atilde;o estar&aacute; aqui para contar a hist&oacute;ria daqui a 10 anos", diz.<br /><br />V&aacute;rias ideias est&atilde;o em debate, mas a regra &eacute; n&atilde;o eliminar o papel das consultoras, um ex&eacute;rcito de mais de 1 milh&atilde;o de pessoas. Entre as possibilidades estudadas est&atilde;o entregar o produto diretamente ao consumidor e capacitar as consultoras para que vendam pela Internet.<br /><br />No caso da entrega direta, a consultora continua a mostrar o cat&aacute;logo de itens, anotar o pedido e enviar &agrave; empresa. J&aacute; a entrega do produto ao consumidor, hoje feita por ela, ficaria com a Natura. O que traria um complicador, segundo analistas do setor, porque hoje a consultora tem um papel log&iacute;stico importante.<br /><br />Mas, com a entrega ao consumidor, a Natura passaria a controlar um prazo sobre o qual n&atilde;o tem qualquer poder de decis&atilde;o hoje. Por outro lado, tornaria a log&iacute;stica mais complexa, j&aacute; que fragmenta as entregas, elevando os custos. Hoje uma consultora faz um pedido m&iacute;nimo em torno de R$ 250 a R$ 300.<br /><br />"N&atilde;o queremos perder o contato com uma consultora, mas queremos oferecer a op&ccedil;&atilde;o de poder comprar por outras formas. Se n&atilde;o fizer isso, o processo fica muito travado. Como tamb&eacute;m quem tem loja vai ter que ter o e-commerce", acrescenta Passos. Segundo ele, h&aacute; momento em que o consumidor quer ir &agrave; loja experimentar o produto, mas h&aacute; outros em que quer simplesmente comprar pela Internet.<br /><br />"Mas tudo isso sem perder uma coisa fundamental, que &eacute; o relacionamento da consultora com a cliente e o componente do empreendedorismo", afirma. O executivo, por&eacute;m, admite que as vendedoras ter&atilde;o de contar com novos recursos para se relacionar com o consumidor final.<br /><br />"O varejo todo est&aacute; sendo desmontado no mundo. Barnes &amp; Noble quebrou nos EUA, Best Buy est&aacute; sofrendo com a entrada da Amazon no e-commerce", diz Passos, acrescentando que manter uma grande loja de departamento &eacute; muito caro e n&atilde;o se consegue competir com os pre&ccedil;os de outros canais. "At&eacute; ontem Walmart era tido com um benchmark em tecnologia de suprimentos, agora est&aacute; investindo uma f&aacute;bula para fazer o melhor relacionamento com o consumidor final, atrav&eacute;s de tecnologia. Antes ele era bom porque comprava barato e vendia barato e tinha produto dispon&iacute;vel, com giro alto de estoques. Agora, o consumidor final tem poder absoluto. Ele entra na loja, experimenta, consulta pre&ccedil;os da loja e dos concorrentes pelo celular e at&eacute; compra do rival e manda entregar em casa. &Eacute; uma transforma&ccedil;&atilde;o e isso &eacute; at&eacute; gostoso de acompanhar", completa.<br /><br />L'Or&eacute;al<br /><br />O governo do Estado do Rio corre contra o tempo para terminar as negocia&ccedil;&otilde;es com o Ex&eacute;rcito em torno da cess&atilde;o do terreno, na Ilha do Fund&atilde;o, campus da UFRJ, para a constru&ccedil;&atilde;o do centro de desenvolvimento da companhia francesa L'Or&eacute;al no Pa&iacute;s.<br /><br />O empreendimento ter&aacute; investimento de R$ 70 milh&otilde;es a R$ 100 milh&otilde;es e o objetivo da empresa &eacute; come&ccedil;ar as obras at&eacute; o fim do primeiro trimestre de 2013. A expectativa &eacute; de inaugurar o centro em outubro de 2014, segundo o diretor de pesquisa e inova&ccedil;&atilde;o da L'Or&eacute;al no Brasil, Blaise Didillon.<br /><br />O secret&aacute;rio estadual de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico, Energia, Ind&uacute;stria e Servi&ccedil;os, Julio Bueno, afirmou - ap&oacute;s evento de apresenta&ccedil;&atilde;o do projeto de constru&ccedil;&atilde;o do centro de pesquisas ontem -, que o governo trabalha com a possibilidade de come&ccedil;ar as obras em janeiro. Bueno se disse confiante nas negocia&ccedil;&otilde;es com o Ex&eacute;rcito.<br /><br />"Estamos fazendo um acordo que consiga atender aos interesses do Ex&eacute;rcito e da empresa", afirmou Bueno. O centro ficar&aacute; pr&oacute;ximo ao Parque Tecnol&oacute;gico da UFRJ. Este ser&aacute; o sexto empreendimento do tipo da L'Or&eacute;al no mundo. Os outros centros de pesquisa ficam na Fran&ccedil;a, nos Estados Unidos, no Jap&atilde;o, na China e na &Iacute;ndia. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Indústria de higiene e beleza deve crescer 12%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30648</link>
<pubDate>Tue, 04 Sep 2012 11:13:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Os fabricantes de produtos de higiene e beleza registraram faturamento de R$ 15,4 bilh&otilde;es no primeiro semestre, um crescimento real (descontada a infla&ccedil;&atilde;o) de 10,3% sobre o mesmo per&iacute;odo do ano passado, de acordo com a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec). O aumento nominal foi de 15,3%. Na mesma compara&ccedil;&atilde;o, a ind&uacute;stria nacional em geral encolheu 1,2%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).<br /><br />"Almejamos fechar o ano com crescimento real acima de 12%", diz Jo&atilde;o Carlos Basilio, presidente da Abihpec. Em todo o ano passado, a ind&uacute;stria brasileira do setor faturou R$ 29,4 bilh&otilde;es. O valor considera o pre&ccedil;o de f&aacute;brica dos produtos, sem contabilizar os impostos sobre vendas. O segundo semestre &eacute; tradicionalmente mais forte e, al&eacute;m disso, a base de compara&ccedil;&atilde;o &eacute; baixa. Na segunda metade de 2011, as gigantes Natura e Avon enfrentaram problemas operacionais que afetaram as vendas e influenciaram o resultado geral.<br /><br />Segundo o presidente da Abihpec, o d&eacute;ficit do setor deve aumentar para US$ 180 milh&otilde;es este ano. No ano passado, as importa&ccedil;&otilde;es superaram as exporta&ccedil;&otilde;es em US$ 126 milh&otilde;es e, em 2010, em US$ 3 milh&otilde;es. "Cada vez mais se consome produtos importados e a ind&uacute;stria brasileira tem dificuldade de oferecer produtos competitivos", diz Basilio, que critica a carga tribut&aacute;ria sobre a ind&uacute;stria.<br /><br />Mas, segundo ele, o d&eacute;ficit n&atilde;o representa uma preocupa&ccedil;&atilde;o para o setor. "Todo mundo quer vir para c&aacute; e, num primeiro momento, exporta para ver o resultado e depois come&ccedil;a a produzir localmente", afirma. S&oacute; neste ano, diversas marcas internacionais de cosm&eacute;ticos chegaram ao Brasil por meio da Sephora, varejista do grupo LVMH que abriu a primeira loja no pa&iacute;s em julho e prev&ecirc; ter 40 unidades em cinco anos. O mercado brasileiro de beleza est&aacute; entre os tr&ecirc;s maiores do mundo e tamb&eacute;m &eacute; um dos que mais crescem. As vendas ao consumidor avan&ccedil;aram 19% em 2011, para R$ 86 bilh&otilde;es.<br /><br />A distribui&ccedil;&atilde;o de renda &eacute; um dos fatores que mais impulsionam o mercado, segundo Basilio. O faturamento do setor representou 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 e a Abihpec calcula que essa participa&ccedil;&atilde;o dever&aacute; chegar a 1,9% ou 2% da economia este ano.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[L'Oréal reduz ritmo de expansão no trimestre]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30508</link>
<pubDate>Wed, 29 Aug 2012 12:13:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A L'Or&eacute;al, maior fabricante de cosm&eacute;ticos do mundo em vendas, registrou redu&ccedil;&atilde;o no ritmo de crescimento em importantes mercados emergentes e em seus neg&oacute;cios com artigos de luxo, mas mant&eacute;m as metas de receita para 2012.<br /><br />A companhia francesa, cujas marcas de perfumes e maquiagem de luxo incluem a Giorgio Armani e a Yves Saint Laurent, disse que as vendas consolidadas cresceram 5,7%, para &euro; 5,6 bilh&otilde;es, nos tr&ecirc;s meses at&eacute; junho em compara&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado. Mas o n&uacute;mero foi menor que o do primeiro trimestre, quando o crescimento foi de 6,3%.<br /><br />O principal culpado foi a regi&atilde;o ocidental da Europa, onde as vendas ca&iacute;ram 0,1%, com a crise econ&ocirc;mica cobrando um alto pre&ccedil;o sobre a confian&ccedil;a do consumidor. Mais problem&aacute;tico foi o crescimento mais lento na &Aacute;sia, uma fonte crucial de novas vendas. As receitas cresceram 9,2% na regi&atilde;o no segundo trimestre (em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo de 2011), abaixo dos 15,5% do primeiro trimestre.<br /><br />Os sinais da redu&ccedil;&atilde;o do crescimento na China v&ecirc;m sendo uma preocupa&ccedil;&atilde;o para grupos de artigos de luxo.<br /><br />A L'Or&eacute;al disse que o crescimento das vendas em sua divis&atilde;o de artigos de luxo, um contrapeso importante ao moribundo mercado de consumo da Europa, diminuiu para 8,7% - havia sido 12,2% no trimestre anterior. Os artigos de luxo respondem por cerca de um quarto das vendas, mas as margens s&atilde;o um quinto maiores que as do grupo como um todo.<br /><br />Jean-Paul Agon, presidente-executivo, disse: "&Eacute; importante enfatizar que os n&uacute;meros semestrais n&atilde;o s&atilde;o particularmente representativos". Ele acrescentou que as vendas da L'Or&eacute;al dever&atilde;o crescer mais que o mercado de cosm&eacute;ticos como um todo neste ano. A companhia estimou em julho que este dever&aacute; crescer cerca de 4%.<br /><br />No semestre, a L'Or&eacute;al disse que as vendas cresceram 5,9%, para &euro; 10,47 bilh&otilde;es, e o lucro l&iacute;quido aumentou 11%, para &euro; 1,63 bilh&atilde;o.<br /><br />Os problemas da L'Or&eacute;al na Europa Ocidental e os sinais de uma desacelera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica na &Aacute;sia est&atilde;o levando alguns analistas a afirmar que a companhia precisa se esfor&ccedil;ar mais para crescer nos Estados Unidos, onde o crescimento das vendas continua acelerado, e em mercados menores como os do leste europeu, &Aacute;frica e Oriente M&eacute;dio.<br /><br />As vendas na &Aacute;frica e Oriente M&eacute;dio cresceram 23,5% no segundo trimestre, embora ainda representem uma pequena parcela das receitas totais. A L'Or&eacute;al tamb&eacute;m anunciou que pretende recomprar &euro; 500 milh&otilde;es em a&ccedil;&otilde;es suas, que tiveram uma valoriza&ccedil;&atilde;o de cerca de 30% no &uacute;ltimo ano. A fam&iacute;lia Bettencourt controla 30,8% do capital da companhia. O grupo de alimentos su&iacute;&ccedil;o Nestl&eacute; tem 29,6%.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Hypermarcas anuncia recall de 624 mil preservativos Olla]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30385</link>
<pubDate>Fri, 24 Aug 2012 09:43:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Segundo a empresa, foi identificado um 'desvio de qualidade que pode tornar o produto impr&oacute;prio para o uso'<br /><br /><br />A Hypermarcas anunciou ontem um recall de 624 mil preservativos da marca Olla. "O recolhimento &eacute; preventivo, pois identificou-se um poss&iacute;vel desvio de qualidade que pode tornar o produto impr&oacute;prio para o uso", informou a companhia, em comunicado. Os preservativos fazem parte dos lotes J12A0534, J12A0535, J12A0599, J12B0083 e J12B0087 do pacote promocional leve 8 pague 6. A identifica&ccedil;&atilde;o pode ser encontrada no verso da embalagem.<br /><br />Segundo a fabricante, medidas para retirar esses produtos do mercado j&aacute; foram tomadas. A empresa tamb&eacute;m afirmou que a quantidade envolvida no recall equivale a apenas 0,8% da sua produ&ccedil;&atilde;o anual.<br /><br />Caso algum preservativo destes lotes seja localizado, a Olla orienta os consumidores a n&atilde;o utiliz&aacute;-lo, guardar sua embalagem e entrar em contato com o SAC. Isso pode ser feito pelo telefone 0800 0126888 ou pelo e-mail atendimento@olla.com.br.<br /><br />O consumidor poder&aacute; realizar a troca do produto ou ser reembolsado.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Fabricante vai fazer o recall de 620 mil preservativos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30382</link>
<pubDate>Fri, 24 Aug 2012 08:52:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Ser&atilde;o recolhidos os produtos da Olla vendidos na promo&ccedil;&atilde;o 'leve 8 pague 6'<br /><br /><br />Empresa informa que o produto poder&aacute; ser trocado ou reembolsado sem custo; problema exato n&atilde;o foi informado<br /><br />A Hypermarcas, fabricante do preservativo da marca Olla, anunciou ontem o recall de cinco lotes do produto vendido na promo&ccedil;&atilde;o "leve 8 pague 6". Ao todo, s&atilde;o 78 mil pacotes com 620 mil unidades.<br /><br />De acordo com a empresa, os lotes que ser&atilde;o recolhidos s&atilde;o os seguintes: J12A0534, J12A0535, J12A0599, J12B0083 e J12B0087.<br /><br />Segundo a companhia, o recolhimento &eacute; preventivo, pois "identificou-se um poss&iacute;vel desvio de qualidade que pode tornar o produto impr&oacute;prio para o uso".<br /><br />A empresa disse que suspeitou do problema ap&oacute;s receber liga&ccedil;&otilde;es de consumidores, mas n&atilde;o informou que tipo de informa&ccedil;&atilde;o foi passada pelos usu&aacute;rios.<br /><br />A Olla afirma que j&aacute; tomou medidas para retirar os lotes do mercado, mas que, caso algum pacote seja localizado, o consumidor deve guardar a embalagem e entrar em contato com o SAC da empresa pelo telefone 0800-012-6888 ou pelo e-mail atendimento@olla.com.<br /><br />A identifica&ccedil;&atilde;o dos lotes de preservativos fica no verso da embalagem.<br /><br />A empresa informa ainda que os preservativos ser&atilde;o trocados ou reembolsados sem custo para os consumidores.<br /><br />OUTRO CASO<br /><br />Em dezembro do ano passado, a Blowtex anunciou o recall de 116 mil unidades nos preservativos do modelo Turbo. Em apenas quatro dias, 34 pessoas relataram problemas de rompimento nos produtos.<br /><br />Segundo o Inmetro relatou &agrave; &eacute;poca, h&aacute; 4.200 marcas de preservativos certificadas no pa&iacute;s. Nos Estados, os Ipems (institutos de pesos e medidas) s&atilde;o os respons&aacute;veis pela fiscaliza&ccedil;&atilde;o dos produtos vendidos. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[J&J muda linha de protetor solar e acirra concorrência]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30340</link>
<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 11:18:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de prote&ccedil;&atilde;o solar j&aacute; &eacute; o maior do mundo e atrai investimentos crescentes das fabricantes. A concorr&ecirc;ncia deve ficar mais acirrada neste ver&atilde;o, com a movimenta&ccedil;&atilde;o agressiva da l&iacute;der da categoria, Johnson &amp; Johnson. A multinacional vai relan&ccedil;ar toda a linha de Sundown e trazer novidades para as marcas Neutrogena e Roc.<br /><br />Natura, Avon e Cenoura &amp; Bronze (da Hypermarcas) j&aacute; haviam reformulado suas linhas no ano passado. Segundo a Euromonitor, o segmento cresceu 21% no pa&iacute;s em 2011 e movimentou R$ 2,25 bilh&otilde;es, ultrapassando os Estados Unidos. Para competirem, as multinacionais perceberam que precisavam ter f&oacute;rmulas adaptadas &agrave; pele brasileira, mais oleosa. O centro de pesquisa da J&amp;J em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos tornou-se neste ano centro global para prote&ccedil;&atilde;o solar, exportando f&oacute;rmulas a outros pa&iacute;ses. Nivea, Avon e L'Or&eacute;al (com La Roche-Posay) tamb&eacute;m desenvolvem e fabricam filtros solares no Brasil. A Banana Boat, do grupo Energizer, iniciou em 2011 a produ&ccedil;&atilde;o local.<br /><br />A J&amp;J tem mais de 50 produtos de prote&ccedil;&atilde;o solar no Brasil e 35,5% do mercado, segundo a Euromonitor. A linha da marca l&iacute;der Sundown ter&aacute; em setembro embalagem e f&oacute;rmula novas.<br /><br />A Natura vai relan&ccedil;ar, em setembro, a embalagem da linha Fotoequil&iacute;bio (16 produtos). O novo frasco d&aacute; maior visibilidade ao fator de prote&ccedil;&atilde;o, trazendo tamb&eacute;m a informa&ccedil;&atilde;o do fator UVA, que protege contra o envelhecimento, diz Renata Eduardo, gerente da Natura. A Nivea decidiu aumentar o tamanho do FPS na embalagem, a partir de uma pesquisa feita com consumidores. "Existia uma defici&ecirc;ncia no mercado de saber o que se estava comprando", diz Tatiana Ponce, diretora de marketing da Beiersdorf - Nivea. A marca, segunda do mercado, vai preencher lacunas em seu porf&oacute;lio lan&ccedil;ando o FPS 30 na linha infantil e 60 na linha de sprays.<br /><br />Para a marca Neutrogena, da J&amp;J, que at&eacute; agora tinha como foco a prote&ccedil;&atilde;o facial e di&aacute;ria, a novidade &eacute; uma linha de nove produtos que podem ser usadas no corpo e no rosto. Apesar de o filtro solar para uso di&aacute;rio no rosto ser o que mais cresce em vendas, muitos brasileiros ainda usam a mesma lo&ccedil;&atilde;o para todas as partes do corpo, segundo Juliana Sztrajtman, gerente de marketing de produtos de beleza da empresa.<br /><br />A linha de sprays da Sundown tamb&eacute;m ser&aacute; relan&ccedil;ada, em outubro, com uma tecnologia que permite que o filtro solar se fixe na pele molhada, segundo Juliana. A marca traz uma edi&ccedil;&atilde;o limitada da Copa do Mundo Fifa 2014, que tem a J&amp;J como patrocinadora.<br /><br />A Roc, linha de dermocosm&eacute;ticos da Johnson, traz o produto Minesol com fator maior, 70. De acordo com Juliana, o desenvolvimento do produto levou mais de dois anos. "Era o produto mais pedido pelos consumidores e dermatologistas. N&atilde;o &eacute; uma tecnologia f&aacute;cil ter um filtro alto com uma textura seca, porque o filtro &eacute; oleoso".<br /><br />A La Roche-Posay, maior marca de dermocosm&eacute;ticos da L'Or&eacute;al no pa&iacute;s, traz dois novos produtos de sua linha Anthelios, para pelo oleosa, com FPS 30 e 60. Sophie Velut, presidente da La Roche-Posay no Brasil, diz que a cada minuto, dez protetores Anthelios s&atilde;o vendidos no pa&iacute;s, que j&aacute; &eacute; seu maior mercado.<br /><br />Embalagens tamanho fam&iacute;lia, mais econ&ocirc;micas, far&atilde;o parte deste ver&atilde;o. Sundown, da J&amp;J, lan&ccedil;a uma vers&atilde;o de 350 ml. A Avon ter&aacute; suas variantes mais vendidas (FPS 30 e 50 e o infantil 40) em 250 ml, o dobro do tamanho atual. Segundo o diretor de marketing Ricardo Patroc&iacute;nio, a campanha de lan&ccedil;amento vai vender o frasco maior pelo mesmo pre&ccedil;o do menor. A Avon disputa o terceiro ligar do mercado com a La Roche-Posay, que tinha 9,1% de participa&ccedil;&atilde;o em 2011, segundo a Euromonitor.<br /><br />A Hypermarcas que relan&ccedil;ou toda a linha Cenoura &amp; Bronze em junho de 2011, vai intensificar a comunica&ccedil;&atilde;o da marca neste ano. "Teremos uma campanha 360&ordm;", diz Marcio Santos, diretor geral de higiene e beleza da Hypermarcas. Segundo ele, o "stick" facial, em forma de bast&atilde;o, superou a expectativa da companhia em vendas.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Ec&ocirc;nomico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Brasil é o terceiro mercado mundial de itens de beleza]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30291</link>
<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 10:58:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Se as brasileiras fazem da beleza uma arma contra a crise, a pesquisa da antrop&oacute;loga norte-americana n&atilde;o diz. O certo &eacute; que o pa&iacute;s &eacute; um para&iacute;so para a venda de cosm&eacute;ticos e produtos de uso pessoal: no ano passado, a ind&uacute;stria de higiene pessoal, perfumaria e cosm&eacute;ticos faturou mais de US$ 43 bilh&otilde;es (cerca de R$ 87 bilh&otilde;es), segundo o instituto Euromonitor.<br /><br />Isso representa um crescimento de 18,9% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior -foi o maior aumento de vendas registrado nos dez principais mercados do mundo. Com uma fatia de 10,1% do mercado global, o Brasil est&aacute; atr&aacute;s apenas de Estados Unidos e Jap&atilde;o.<br /><br />Apesar disso, os pre&ccedil;os dos artigos de higiene e cuidados pessoais n&atilde;o t&ecirc;m disparado no Brasil. Nos &uacute;ltimos 12 meses, subiram apenas um pouquinho mais do que a infla&ccedil;&atilde;o, estando virtualmente empatados: a varia&ccedil;&atilde;o foi de 6,01% nessa categoria, de agosto de 2011 a julho de 2012, para uma infla&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 5,65% no per&iacute;odo, de acordo com dados da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas.<br /><br />O comportamento dos pre&ccedil;os de produtos especificamente ligados &agrave; beleza foi at&eacute; melhor para o consumidor: esmaltes para unha subiram apenas 1,41%; protetores (filtro solar, hidratante), 1,28%; e artigos de maquiagem subiram em m&eacute;dia 4,22%.<br /><br />O economista Andr&eacute; Braz, 41, da FGV, destaca que os pre&ccedil;os analisados s&atilde;o apenas de produtos nacionais. "Quem compra produto importado pode ter pago um valor bem maior por causa das &uacute;ltimas desvaloriza&ccedil;&otilde;es do real em rela&ccedil;&atilde;o ao d&oacute;lar", diz.<br /><br />Mesmo aumentos maiores, por&eacute;m, talvez n&atilde;o desviem os recursos dos consumidores dos produtos de beleza. &Eacute; o que indica o comportamento dos pre&ccedil;os de servi&ccedil;os como barbearias e sal&otilde;es de beleza, que subiram mais do que a infla&ccedil;&atilde;o -m&eacute;dia de 7,75% nos &uacute;ltimos 12 meses.<br /><br />"Isso mostra que o aquecimento na renda tem dado um f&ocirc;lego extra para as fam&iacute;lias incorporarem algo que n&atilde;o inclu&iacute;am em sua cesta de produtos", diz Braz. "Servi&ccedil;os n&atilde;o t&ecirc;m como aumentar seus pre&ccedil;os se n&atilde;o houver demanda", resume. <br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Setor de cosméticos do ABCD busca mais competitividade]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30257</link>
<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 12:05:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Para fomentar a ind&uacute;stria de cosm&eacute;ticos na regi&atilde;o do ABCD, o Instituto de Tecnologia&nbsp; e Estudos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Itehpec) assinou protocolo de inten&ccedil;&otilde;es para coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnico-cient&iacute;fica com o Instituto de Pesquisas Tecnol&oacute;gicas (IPT), visando &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de projetos com financiamentos em at&eacute; 90% a fundo perdido. A a&ccedil;&atilde;o vem para profissionalizar e elevar a competitividade das empresas do ramo e conta com o apoio da Prefeitura de Diadema. A parceria, v&aacute;lida por dois anos, conta ainda com a participa&ccedil;&atilde;o do governo federal, por meio da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inova&ccedil;&atilde;o Industrial (Embrapii), que junto com o IPT garantir&aacute; os recursos &agrave;s empresas selecionadas.<br /><br />Os projetos apresentados devem envolver linhas de pesquisas nas &aacute;reas de Microtecnologia e Metrologia 3D, Nanotecnologia e Biotecnologia e podem ser desenvolvidos individualmente ou coletivamente entre empresas. "A vantagem desse modelo de P&amp;D &eacute; a agilidade no processo de contrata&ccedil;&atilde;o dos projetos, que poder&atilde;o ser de qualquer porte" afirma Marina Kobayashi coordenadora de a&ccedil;&otilde;es do Itehpec. A oportunidade de realizar projetos dessa envergadura pode garantir &agrave;s empresas da cadeia do cosm&eacute;tico em Diadema, hoje em torno de 60, o lan&ccedil;amento de novos produtos e viabiliza&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios futuros. Na regi&atilde;o do ABCD est&atilde;o concentradas 10% dos fabricantes de produtos de beleza e higiene pessoal do Brasil e a realiza&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento de mais pesquisas na &aacute;rea proporcionar&aacute; a abertura de novos mercados dentro e fora do Pa&iacute;s.<br /><br />Para o diretor da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec), Manoel Teixeira Sim&otilde;es, a &aacute;rea de nanotecnologia apresenta grandes oportunidades de neg&oacute;cios, principalmente, porque o mercado brasileiro de protetor solar &eacute; um dos maiores do mundo e ainda tem espa&ccedil;o para crescimento. "Empresas nacionais est&atilde;o desenvolvendo diversos projetos de P&amp;D nessa &aacute;rea e as multinacionais est&atilde;o trazendo para o Brasil centros de pesquisas. Quem ficar parado ir&aacute; perder mercado", alerta Sim&otilde;es.<br /><br />Segundo dados divulgados pelo Instituto Euromonitor, o Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking mundial dos mercados consumidores de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosm&eacute;ticos, atr&aacute;s somente dos EUA e do Jap&atilde;o. As empresas do segmento faturaram no Pa&iacute;s, em 2011, US$ 43 bilh&otilde;es, um crescimento de 18,9% em rela&ccedil;&atilde;o a 2010. O levantamento mostrou, ainda, que entre as macrocategorias o Brasil &eacute; o primeiro colocado no consumo de desodorantes e o vice-l&iacute;der em produtos infantis, higiene oral, produtos masculinos e produtos para cabelo/banho.<br /><br />O Itehpec &eacute; um bra&ccedil;o da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos e tem como miss&atilde;o atender a demanda do setor em quest&otilde;es de inova&ccedil;&atilde;o e tecnologia. Entre suas a&ccedil;&otilde;es, o Instituto tem patrocinado os Encontros Internacionais de Nanotecnologia em Cosm&eacute;ticos e o Projeto de Nanometrologia da Agenda Tecnol&oacute;gica Setorial da Ag&ecirc;ncia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (Abdi), em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia.<br /><br /></p>
<p>Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Influenza A já impacta indústria de produção]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30149</link>
<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 10:31:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A reincid&ecirc;ncia de casos da gripe su&iacute;na em Minas Gerais nos &uacute;ltimos dois meses, provocada pela dissemina&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus Influenza A (H1N1), j&aacute; impacta a ind&uacute;stria de produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;lcool em gel, usado para assepsia das m&atilde;os. A Start Qu&iacute;mica Produtos de Limpeza Ltda, com sede em Uberl&acirc;ndia, no Tri&acirc;ngulo Mineiro, dobrou a fabrica&ccedil;&atilde;o do produto desde junho. J&aacute; a W.A. Produtos de Limpeza S/A, de Belo Horizonte, sente a concorr&ecirc;ncia com o &aacute;lcool l&iacute;q&uuml;ido, que ainda &eacute; ofertado a pre&ccedil;os mais baratos no mercado.<br /><br />Segundo o &uacute;ltimo balan&ccedil;o da Secretaria de Sa&uacute;de de Minas Gerais, vinte e duas pessoas morreram por causa da doen&ccedil;a neste ano no Estado e outros 53 casos foram confirmados. A infec&ccedil;&atilde;o viral aguda afeta o sistema respirat&oacute;rio e tem elevada transmissibilidade, que ocorre por meio de secre&ccedil;&atilde;o das vias respirat&oacute;rias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas m&atilde;os. Para ajudar na preven&ccedil;&atilde;o da contamina&ccedil;&atilde;o pelo v&iacute;rus, &eacute; recomendado o uso de &aacute;lcool em gel para assepsia das m&atilde;os. O produto &eacute; oferecido em empresas e escolas, j&aacute; que os espa&ccedil;os fechados favorecem e potencializam a contamina&ccedil;&atilde;o por v&aacute;rias doen&ccedil;as.<br /><br />O frasco de &aacute;lcool gel &eacute; comercializado por R$ 2,50 a R$ 7 o litro, e pode ser encontrado em farm&aacute;cias e supermercados. De acordo com o propriet&aacute;rio da Start Qu&iacute;mica, F&aacute;bio Pergher, a fabrica&ccedil;&atilde;o do produto dobrou nos &uacute;ltimos dois meses por causa da forte demanda. A empresa &eacute; respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o do &aacute;lcool em gel com a marca Asseptgel. "Desde a pandemia de 2009, estamos preparados para o crescimento da demanda por este produto. Temos condi&ccedil;&atilde;o de aumentar a capacidade produtiva, j&aacute; que todos os nossos equipamentos estavam superdimensionados", revela.<br /><br />A Start Qu&iacute;mica fabrica sete milh&otilde;es de litros por m&ecirc;s, de 1,5 mil tipos de produtos. Pergher n&atilde;o quis informar quanto de &aacute;lcool &eacute; produzido pela empresa, que funciona com 70% da capacidade. "Este produto n&atilde;o &eacute; t&atilde;o significante no total da empresa e deve representar 0,5% da produ&ccedil;&atilde;o". Por&eacute;m, segundo ele, j&aacute; no m&ecirc;s de setembro &eacute; esperada uma redu&ccedil;&atilde;o na demanda. "As pessoas ainda n&atilde;o entenderam que este &eacute; um produto essencial para evitar infec&ccedil;&atilde;o por qualquer tipo de doen&ccedil;a e n&atilde;o criaram a cultura de sempre t&ecirc;-lo dispon&iacute;vel em casa", alerta.<br /><br />A f&aacute;brica de 50 mil metros quadrados conta com 500 funcion&aacute;rios. A empresa vende em todo o territ&oacute;rio nacional, sendo que Minas representa 17% dos neg&oacute;cios atualmente. O sistema de log&iacute;stica &eacute; realizado com 25 caminh&otilde;es e parceria com outras companhias. As exporta&ccedil;&otilde;es para pa&iacute;ses como Estados Unidos, Angola, &Aacute;frica do Sul, Porto Rico e It&aacute;lia correspondem a 5% do faturamento. Para este ano, a expectativa &eacute; de um crescimento menos acelerado. "Devemos alcan&ccedil;ar aumento de 18% nos ganhos, um pouco abaixo da m&eacute;dia de 25% registrada nos outros anos", diz.<br /><br />A W.A. Produtos de Limpeza, com sede na capital mineira, &eacute; respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o de quatro mil litros de &aacute;lcool em gel por m&ecirc;s, com a marca Prin. Segundo a propriet&aacute;ria, In&ecirc;s da Costa Pereira, n&atilde;o houve um aumento significativo da demanda do produto neste ano. "Em 2009, durante a epidemia da gripe su&iacute;na, chegamos a produzir sete mil litros por dia. Hoje, n&atilde;o estoco mais o &aacute;lcool em gel, s&oacute; produzo sob demanda", alega.<br /><br /><br />Estagna&ccedil;&atilde;o - Para In&ecirc;s Pereira, um dos problemas encontrados para a estagna&ccedil;&atilde;o da demanda &eacute; a concorr&ecirc;ncia com o &aacute;lcool l&iacute;q&uuml;ido, ainda encontrado nas prateleiras de supermercados e farm&aacute;cias, e que tem um pre&ccedil;o mais baixo que a vers&atilde;o em gel. "O &aacute;lcool em gel &eacute; muito mais dif&iacute;cil de ser fabricado, al&eacute;m de ter produtos umectantes para n&atilde;o deixar a m&atilde;o ressecada. Com 30% do produto de &aacute;gua, ele &eacute; infinitamente mais seguro que a vers&atilde;o l&iacute;quida, por n&atilde;o ter o fator explosivo. O problema &eacute; que a competi&ccedil;&atilde;o &eacute; injusta, j&aacute; que as empresas que produzem &aacute;lcool l&iacute;q&uuml;ido s&atilde;o de grande porte e for&ccedil;am a entrada no mercado. Esta vers&atilde;o &eacute; invi&aacute;vel de ser produzida por pequenas e m&eacute;dias companhias", aponta.<br /><br />A f&aacute;brica de 980 mil metros quadrados funciona com 70% da capacidade e tem 14 funcion&aacute;rios. S&atilde;o mais de 40 mil litros produzidos por m&ecirc;s, de mais de 98 produtos. A W.A. Produtos de Limpeza vende para distribuidores, revendedores e poucos supermercados, principalmente na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Em 2011, faturou R$ 180 mil e a expectativa &eacute; de crescimento de 8% at&eacute; o final do ano. De acordo com Pereira, o grande gargalo do mercado &eacute; a dificuldade do mineiro em experimentar novos produtos e marcas. "Nossa mercadoria n&atilde;o perde em qualidade para nenhuma outra, mas o mineiro ainda &eacute; reticente em pegar um produto de R$ 2 na prateleira", afirma.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Vizcaya Cosméticos lança primeiras embalagens com informações em braile]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30097</link>
<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 12:16:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A carioca Vizcaya Cosm&eacute;ticos, fabricante de produtos para cuidados capilares e para o corpo, anunciou o lan&ccedil;amento de embalagens com informa&ccedil;&otilde;es em braile. Segundo a empresa, este &eacute; o primeiro formato com a linguagem nesse setor do mercado brasileiro. A primeira linha a disponibilizar os novos inv&oacute;lucros ser&aacute; a Keratina. At&eacute; o fim do ano a companhia espera que todos os produtos contenham os dados.<br /> <br /> <br /> Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Grupo Boticário lança rede de maquiagem]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30076</link>
<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 13:16:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O Grupo Botic&aacute;rio anunciou ontem a cria&ccedil;&atilde;o de uma nova rede de franquias chamada "quem disse, berenice?", para vender principalmente maquiagem. As primeiras lojas ser&atilde;o inauguradas na pr&oacute;xima quinta-feira, nos shoppings Paulista e Metr&ocirc; Tatuap&eacute;, em S&atilde;o Paulo. At&eacute; outubro, devem ser sete pontos de venda, todos operados por franqueados da rede O Botic&aacute;rio na capital paulista, al&eacute;m de um site de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico.<br /><br />Essa &eacute; a quarta unidade de neg&oacute;cio do grupo Botic&aacute;rio, que iniciou suas atividades em Curitiba, com as lojas O Botic&aacute;rio, h&aacute; 35 anos. Em mar&ccedil;o de 2011, a empresa lan&ccedil;ou a marca de cosm&eacute;ticos Eudora, vendida em lojas e por meio de revendedoras (porta a porta) e, no in&iacute;cio deste ano, criou a Skingen Intelig&ecirc;ncia Gen&eacute;tica, de tratamento para a pele.<br /><br />Segundo Alexandre Bouza, diretor da "quem disse, berenice?", seu p&uacute;blico-alvo &eacute; a mulher que n&atilde;o quer ficar presa a regras e busca mais liberdade. A marca aposta na variedade de op&ccedil;&otilde;es. O portf&oacute;lio de 500 produtos inclui cem cores de batom e 18 tons de base.<br /><br />Os produtos da nova marca est&atilde;o numa faixa de pre&ccedil;o intermedi&aacute;ria em rela&ccedil;&atilde;o ao Botic&aacute;rio. Um batom custa entre R$ 17,90 e R$ 21,90, enquanto nas linhas de O Botic&aacute;rio, a faixa de pre&ccedil;o para este produto &eacute; de R$ 11,99 a R$ 32,99.<br /><br />A maior parte do portf&oacute;lio da "quem disse, berenice?" ser&aacute; feita na f&aacute;brica do grupo em S&atilde;o Jos&eacute; dos Pinhais (PR). A marca vai usar o centro de distribui&ccedil;&atilde;o da empresa em Registro (SP).<br /><br />A ind&uacute;stria nacional de maquiagem cresceu 7,4% em 2011 e faturou R$ 2,3 bilh&otilde;es, segundo a associa&ccedil;&atilde;o das fabricantes do setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Indústria de higiene e beleza aposta em nicho]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30053</link>
<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 13:38:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Oferecer produtos a consumidores ainda pouco atendidos pelo mercado &eacute; a estrat&eacute;gia de pequenas e m&eacute;dias empresas para ganhar seu espa&ccedil;o no setor brasileiro de higiene pessoal, perfumaria e cosm&eacute;ticos (HPPC). &Eacute; o caso da Lumi, que conta com uma linha voltada para peles negras; da Maturi, que aposta em produtos para consumidores maduros, e da Memphis, que expandiu seu portf&oacute;lio voltado ao p&uacute;blico masculino.<br /><br />O mercado de HPPC tem crescido em m&eacute;dia 10,9% ao ano, nos &uacute;ltimos cinco anos, movimentando, em 2011, R$ 29,4 bilh&otilde;es, em valores Ex-Factory (sa&iacute;dos de f&aacute;brica, livres de impostos sobre vendas), segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec). Impulsionado pelo aumento do poder de consumo da classe C, o setor busca crescer tamb&eacute;m atrav&eacute;s da conquista de novos consumidores.<br /><br />Peles negras<br /><br />"Aqui, no Brasil, as marcas n&atilde;o t&ecirc;m produtos espec&iacute;ficos; normalmente, quem tem pele negra, para fazer a prepara&ccedil;&atilde;o da pele, com base, corretivo, p&oacute; compacto, tem que comprar de fora", conta a s&oacute;cia-diretora da Lumi Cosm&eacute;ticos, Nat&aacute;lia Antunes. A empres&aacute;ria afirma que as mulheres tamb&eacute;m criaram solu&ccedil;&otilde;es pr&oacute;prias, por exemplo, improvisando um batom como blush. "Por isso, elas n&atilde;o tinham o h&aacute;bito de comprar produtos para prepara&ccedil;&atilde;o da pele, mas isso agora est&aacute; mudando", relata.<br /><br />A Lumi criou sua linha para peles negras quando entrou no mercado angolano, em 2007. Hoje est&aacute; presente tamb&eacute;m em Mo&ccedil;ambique e negocia a instala&ccedil;&atilde;o de uma f&aacute;brica pr&oacute;pria no Benim. "Desde ent&atilde;o, essa linha s&oacute; cresce: nos primeiros sete meses deste ano, as vendas dos 15 produtos espec&iacute;ficos cresceram 13% em valores, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2011", afirma. Maquiagem para peles negras representou no ano passado 3,9% do faturamento da empresa.<br /><br />Com uma planta na zona norte da capital paulista, a empresa fabrica seus produtos para corpo, banho e perfumaria, terceirizando maquiagem e esmaltes. A companhia possui 100 funcion&aacute;rios diretos e uma rede de mais de 150 mil representantes, tendo crescido 23% em faturamento de janeiro a julho de 2012, embora n&atilde;o revele valores absolutos. "Em 2011, crescemos 17%, ent&atilde;o este ano est&aacute; melhor, com a contribui&ccedil;&atilde;o da venda pela Internet, um canal novo para n&oacute;s", diz Nat&aacute;lia.<br /><br />Consumidor maduro<br /><br />Voltada para consumidores idosos, a Maturi Cosm&eacute;ticos &eacute; ainda uma empresa jovem. Criada em 2009, a companhia surgiu da percep&ccedil;&atilde;o de seus criadores de duas categorias em franca expans&atilde;o no Brasil: o mercado de cosm&eacute;ticos e a popula&ccedil;&atilde;o acima de 60 anos. "Percebemos que nada existia ligado a cosm&eacute;ticos para a maturidade, existia muito o conceito de anti-idade, o cosm&eacute;tico usado na busca pela juventude eterna", conta o investidor majorit&aacute;rio da empresa, Fl&aacute;vio Rijo. "Mas existe uma mudan&ccedil;a na sociedade, que &eacute; o pessoal que busca qualidade de vida, sa&uacute;de e bem-estar na maturidade", diz.<br /><br />A empresa come&ccedil;ou terceirizando sua produ&ccedil;&atilde;o com uma ind&uacute;stria em Guarulhos (SP), e agora est&aacute; se associando &agrave; terceirista em uma &uacute;nica empresa. A Maturi fatura anualmente R$ 2 milh&otilde;es, com a venda de 200 mil unidades, numa linha de 10 produtos. Entre este e o pr&oacute;ximo ano, &eacute; planejado o lan&ccedil;amento de mais nove. A empresa possui 10 funcion&aacute;rios diretos e cerca de 50 na ind&uacute;stria. Com investimento inicial de R$ 500 mil, a marca est&aacute; presente hoje em 200 pontos de venda, com &ecirc;nfase no pequeno varejo. O crescimento anual &eacute; de 30% ao ano em faturamento.<br /><br />Os produtos se diferenciam pela hidrata&ccedil;&atilde;o profunda, al&eacute;m de embalagens com letras grandes e de f&aacute;cil manuseio. "As peles maduras t&ecirc;m necessidades especiais, mas ningu&eacute;m procura um produto para a maturidade, porque ningu&eacute;m quer ser considerado velho, ent&atilde;o desenvolvemos um trabalho junto aos PDVs para o correto posicionamento do produto junto aos demais, mas com f&aacute;cil identifica&ccedil;&atilde;o", conta.<br /><br />Homens<br /><br />Com mais de 60 anos de hist&oacute;ria, a Memphis lan&ccedil;ou em maio a linha Biocrema for Men, que vem a se somar &agrave; linha Senador, compondo o portf&oacute;lio de produtos masculinos da empresa. Com investimento de R$ 1 milh&atilde;o, a linha &eacute; hoje composta de quatro produtos, entre os quais, sabonetes e desodorantes. "Nossa expectativa &eacute; que a linha Men responda por 2% a 3% da receita da empresa at&eacute; o fim de 2013", diz o diretor de Vendas Andr&eacute; Dall'Onder.<br /><br />"Ao contr&aacute;rio da mulher, que varia muito de produto, o homem &eacute; mais conservador nas suas escolhas, mas, &agrave; medida que a ind&uacute;stria oferece novas possibilidades, esse homem vai se descobrindo e se cuidando mais", conta o executivo. Com duas f&aacute;bricas no Rio Grande do Sul, cinco centros de distribui&ccedil;&atilde;o e 300 funcion&aacute;rios diretos, a companhia faturou R$ 100 milh&otilde;es em 2011. Focada em nichos de maior valor, a empresa pretende expandir sua presen&ccedil;a nos mercados do sudeste nos pr&oacute;ximos anos.<br /><br />&nbsp;<br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Mahogany amplia portfólio de produtos para expandir a marca]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=30041</link>
<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 11:34:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Com mais de 150 opera&ccedil;&otilde;es em sistema de franchising no Brasil, a marca de produtos de beleza Mahogany amplia para 470 seu portf&oacute;lio de itens dispon&iacute;veis para os consumidores.<br /><br />A marca quer expandir sua bandeira pelo Pa&iacute;s ao explorar a ado&ccedil;&atilde;o de um conceito de exclusividade. A empresa diz ser a &uacute;nica do setor a ter em sua nova linha de produtos o extrato de champagne na composi&ccedil;&atilde;o e a ideia &eacute; desenvolver produtos em parceria com profissionais como Daphn&eacute; Bugey, respons&aacute;vel por cria&ccedil;&otilde;es da Kenzo, por exemplo.<br /><br />A inten&ccedil;&atilde;o faz parte do processo de reformula&ccedil;&atilde;o pelo qual a marca passa. Segundo Jaime Drummond, fundador da empresa, al&eacute;m de novos itens a rede tem modificado o layout de suas lojas em opera&ccedil;&atilde;o, a disposi&ccedil;&atilde;o dos produtos, e vislumbra at&eacute; a possibilidade de passar a produzir uma linha de maquiagem.<br /><br />"Em outubro ou novembro teremos novidades na linha de maquiagem, mas essa ser&aacute; em parceria com uma empresa da Alemanha. Nossa inten&ccedil;&atilde;o &eacute; passar a ser os produtores desses itens", disse, ao DCI.<br /><br />A Mahogany, que antes era reconhecida por sua linha de sabonetes l&iacute;quidos, que representava 50% das vendas da empresa, reduziu essa parte para 22%, ao ter ampliado o mix e diversificado os produtos em suas lojas.<br /><br />"Sempre fomos conhecidos pelos nossos sabonetes l&iacute;quidos. Para tornar essa imagem mais ampla, n&oacute;s temos apostado na cria&ccedil;&atilde;o de novos produtos ao nosso consumidor", afirmou Brian Drummond, diretor de Marketing da empresa.<br /><br />Neste ano, a rede pretende chegar a ter em torno de 170 unidades em opera&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s.<br /><br />&nbsp;<br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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