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<title><![CDATA[RSS CLIPPING ABRAS - ULTIMAS NOTICIAS]]></title>
<link>http://www.abras.com.br</link>
<description><![CDATA[Bem vindo ao canal de RSS do Clipping ABRAS - ULTIMAS NOTICIAS]]></description>
<image><title><![CDATA[RSS Portal ABRAS Feed]]></title>
<link>http://www.abras.com.br</link>
<url>http://www.abras.com.br/img/logo-portal-abras.gif</url>
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<language>pt-Br</language>
<pubDate>Thu, 23 May 2013 09:09:44 -0300</pubDate>
<item>
<title><![CDATA[ABRAS, ACATS, APRAS e AGAS participam de debate sobre rastreamento e monitoramento de agrotóxicos em alimentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=20&amp;clipping=37065</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 14:54:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">
<table style="margin 10px;float:right" border="0" width="100">
<tbody>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td><img title="Ramalogo" src="/img/impar/3/7/3723.jpg" alt="Ramalogo" width="350" height="337" /></td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><strong>&nbsp;</strong><a href="/pdf/ramacuritiba.pdf"><span style="font-size: small;"><strong>Clique aqui e veja a palestra sobre o RAMA </strong></span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
A ABRAS e as Associa&ccedil;&otilde;es Estaduais de Supermercados de Santa Catarina (ACATS), do Paran&aacute; (APRAS) e do Rio Grande do Sul (AGAS) participam nesta quarta-feira (22) de debates sobre a rastreabilidade e monitoramento de agrot&oacute;xicos em alimentos que acontece durante o II Semin&aacute;rio da Regi&atilde;o Sul do Programa de An&aacute;lise de Res&iacute;duos de Agrot&oacute;xicos em Alimentos -PARA, em Curitiba - Paran&aacute;.<br /><br /></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">Na mesa-redonda Vis&atilde;o dos Supermercadistas sobre a Rastreabilidade, o vice-presidente de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da ABRAS, Marcio Milan, juntamente com Gianpaolo Buso, diretor da Paripassu, apresentaram um panorama mundial e nacional de seguran&ccedil;a do alimento para os supermercados, falaram dos programas internacionais de monitoramento e seguran&ccedil;a do alimento, e tamb&eacute;m sobre o Programa RAMA desenvolvido pela ABRAS - que realiza e monitora o rastreamento de agrot&oacute;xicos na cadeia de abastecimento (do produtor at&eacute; o supermercado) e atualmente pode ser aplicado em todos os estados, por meio das 27 Associa&ccedil;&otilde;es Estaduais de Supermercados filiadas &agrave; ABRAS.<br /><br /><br /></span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">Participaram dos debates o superintendente da Associa&ccedil;&atilde;o Paranaense de Supermercados (APRAS), Valmor Rovaris, o diretor executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Catarinense de Supermercados (ACATS), Antonio Carlos Poletini, e a assessora jur&iacute;dica da Associa&ccedil;&atilde;o Ga&uacute;cha de Supermercados (AGAS), Edna Fassini.<br /><br /></span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">O II Semin&aacute;rio da Regi&atilde;o Sul do Programa de An&aacute;lise de Res&iacute;duos de Agrot&oacute;xicos em Alimentos - PARA &eacute; promovido pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (ANVISA), e pelas Secretarias de Estado da Sa&uacute;de de Santa Catarina, do Paran&aacute; e do Rio Grande do Sul. O evento, que se encerra na tarde desta quarta-feira, conta com a presen&ccedil;a de cerca de 300 gestores e profissionais da sa&uacute;de, agricultura e meio ambiente dos tr&ecirc;s estados do Sul.<br /><br /></span></p>
<p><br /><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">Saiba mais sobre o programa RAMA<br /><br /></span></strong></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">O programa de Rastreamento e Monitoramento de Agrot&oacute;xicos (RAMA) est&aacute; sendo implementado, em est&aacute;gio avan&ccedil;ado, pela Associa&ccedil;&atilde;o Catarinense de Supermercados (ACATS) e pela Associa&ccedil;&atilde;o de Supermercados do Rio Grande Norte (ASSURN). Nestes dois estados j&aacute; somam 19 redes de supermercados participantes e mais de 230 fornecedores integrados ao sistema de rastreabilidade e o monitoramento dos res&iacute;duos de agrot&oacute;xicos.<br /><br /></span></p>
<p><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">Iniciativas RAMA nos estados<br /><br /></span></strong></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">Com o intuito de desenvolvimento da cadeia de suprimento de Frutas, Verduras e Legumes, a Associa&ccedil;&atilde;o de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN) promover&aacute; o primeiro F&oacute;rum de Produtores de Distribuidores para Supermercados no Rio Grande do Norte, no dia 28 de maio. O evento acontecer&aacute; das 14h &agrave;s 18h, no CTGas (Av. Capit&atilde;o-Mor Gouveia, 1480 - Lagoa Nova - Natal).<br /><br /></span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">Em Santa Catarina, a ACATS, em parceria com a C&acirc;mara Empresarial de Supermercados da Fecomercio, promoveram o 1&ordm; F&oacute;rum de Produtores e Distribuidores para Supermercados Catarinenses, no dia 1&ordm; de mar&ccedil;o.<br /><br /></span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">&nbsp;Fonte: Reda&ccedil;&atilde;o Portal Abras</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Plataforma virtual para agricultores recebe novos mecanismos de comercialização]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37064</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:55:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Objetivo &eacute; aproximar e ampliar o contato, por meio da internet, entre os agricultores familiares, seus clientes e fornecedores em todo o Pa&iacute;s<br /><br />A Rede Brasil Rural (RBR), criada pelo Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (MDA), completa um ano de exist&ecirc;ncia. A iniciativa j&aacute; conta com 600 empreendimentos de agricultores registrados, beneficiando cerca de 200 mil trabalhadores rurais. A nova RBR contar&aacute; com a cria&ccedil;&atilde;o de uma plataforma de busca, com a gera&ccedil;&atilde;o de mapas e cat&aacute;logos de fornecedores.<br /><br />De acordo com o coordenador da Rede, Marco Ant&ocirc;nio Viana Leite, existem projetos em andamento ainda este ano, como a cria&ccedil;&atilde;o de um site para abrigar a campanha Brasil Org&acirc;nico Sustent&aacute;vel e a formaliza&ccedil;&atilde;o de parcerias, com dezenas de empresas de sementes, mudas e de insumos org&acirc;nicos que tornar&atilde;o mais din&acirc;micas e rent&aacute;veis as atividades dos agricultores familiares.<br /><br />A iniciativa conta com parcerias do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa&ccedil;&atilde;o (FNDE), da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados (Abras) e da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Hot&eacute;is (Abih).<br /><br /><br /><strong>Parceria<br /></strong><br />Com o apoio do MDA &agrave; parceria, realizada entre o Instituto Nacional de Coloniza&ccedil;&atilde;o e Reforma Agr&aacute;ria (Incra) com a Central &Uacute;nica dos Trabalhadores (CUT), a RBR est&aacute; criando um mecanismo que possibilite &agrave;s empresas que prestam o atendimento nos refeit&oacute;rios da CUT a compra direta da agricultura familiar.<br /><br />A expectativa &eacute; estreitar, ainda mais, a parceria com a autarquia e, assim, contemplar o p&uacute;blico do campo. &ldquo;Estamos discutindo com o Incra outras a&ccedil;&otilde;es como o uso da Rede Brasil Rural para programas como o Terra Sol. A ideia &eacute; que a gente possa aproximar os agricultores familiares, os assentados da reforma agr&aacute;ria, com as pol&iacute;ticas j&aacute; ofertadas&rdquo;, explica o coordenador da Rede.<br /><br /><br /><strong>Capacita&ccedil;&atilde;o </strong><br /><br />Durante o primeiro ano de vig&ecirc;ncia, foram promovidos 40 eventos de capacita&ccedil;&atilde;o e de divulga&ccedil;&atilde;o da Rede em 25 estados, com a presen&ccedil;a de, aproximadamente, duas mil pessoas. Participou tamb&eacute;m de dez feiras e exposi&ccedil;&otilde;es de grande porte, como a Agrishow (SP), a Expointer (RS), Agrobras&iacute;lia (DF) e a Apas (SP). A Rede divulgou mais de 60 editais de chamada p&uacute;blica de compra de alimentos da agricultura familiar para a alimenta&ccedil;&atilde;o escolar.<br /><br />A parceria com o BNDES promove a maior facilidade de acesso a financiamentos para os empreendimentos familiares, por meio do Cart&atilde;o BNDES, e a divulga&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o da agricultura familiar no cat&aacute;logos do banco. J&aacute; com o FNDE o foco &eacute; na participa&ccedil;&atilde;o da agricultura familiar no Programa Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar (Pnae), enquanto que com a Abras e a Abih o objetivo &eacute; ampliar o acesso ao mercado da rede varejista dos supermercados, bares e restaurantes.<br />&nbsp;<br /><strong><br />Ater Mais Gest&atilde;o <br /></strong><br />Uma das novidades &eacute; que a RBR vai passar a integrar o Programa Ater Mais Gest&atilde;o, de forma que os empreendimentos cadastrados poder&atilde;o utilizar a bibliografia, o sistema e as ferramentas de apoio &agrave; gest&atilde;o dispostos na biblioteca t&eacute;cnica.<br />&nbsp;<br /><strong><br />Pnae </strong><br /><br />Outra a&ccedil;&atilde;o envolve o Programa Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar (Pnae), com a divulga&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica das chamadas p&uacute;blicas e consequente habilita&ccedil;&atilde;o dos empreendimentos interessados. Al&eacute;m de permitir o envio autom&aacute;tico das chamadas e a habilita&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica dos projetos de venda dos empreendimentos, o MDA pretende facilitar a presta&ccedil;&atilde;o de contas da compra da agricultura familiar, em especial, de venda por fam&iacute;lia.<br /><br />&ldquo;No caso do Pnae, n&oacute;s estamos com o sistema ativo e a escolas, as prefeituras e os estados j&aacute; podem colocar suas chamadas dentro do sistema. &Eacute; importante que haja um empenho da parte de todos quanto a isso, porque vai trazer agilidade no processo de participa&ccedil;&atilde;o da agricultura familiar no programa&rdquo;, finaliza Marco Ant&ocirc;nio.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Portal Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[P&G vai ampliar em 50% os lançamentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37063</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:55:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Novo presidente da P&amp;G Brasil, Alberto Carvalho, planeja agilizar a vinda de produtos globais para o Pa&iacute;s e lan&ccedil;ar mais de 200 itens em um ano<br /><br />O executivo Alberto Carvalho assumiu a presid&ecirc;ncia da P&amp;G no Brasil em dezembro de 2012 com uma miss&atilde;o: trazer os produtos mais inovadores do portf&oacute;lio global da empresa para o Pa&iacute;s. A meta de Carvalho &eacute; lan&ccedil;ar 200 novos produtos no Brasil em um ano a partir de julho - um volume 50% superior ao lan&ccedil;ado nos 12 meses anteriores.<br /><br />"O consumidor brasileiro est&aacute; mais exigente e merece o melhor produto que temos no mundo", explicou Carvalho ontem, em sua primeira entrevista como CEO da P&amp;G Brasil, multinacional americana dona de 24 marcas no Pa&iacute;s como Pantene, Ariel, Gilette e Pampers.<br /><br />A inova&ccedil;&atilde;o &eacute; a aposta de Carvalho para manter a expans&atilde;o da P&amp;G no Brasil nos pr&oacute;ximos anos. A empresa n&atilde;o abre o faturamento no Pa&iacute;s, mas diz que cresceu 23% ao ano nos &uacute;ltimos dez anos no Brasil. Apenas no segmento de beleza e cuidados pessoais, sua participa&ccedil;&atilde;o de mercado saltou de irris&oacute;rios 0,9% para 9,2% entre 2003 e 2012, segundo dados da consultoria Euromonitor.<br /><br />Mesmo com a desacelera&ccedil;&atilde;o da economia brasileira, o presidente da P&amp;G diz que &eacute; poss&iacute;vel manter o ritmo de expans&atilde;o. "Ainda existem muitas oportunidades no Brasil. O consumo ainda cresce acima do PIB e existe uma demanda latente por produtos inovadores, principalmente na classe C", disse.<br /><br />Carvalho &eacute; o primeiro executivo brasileiro a comandar a opera&ccedil;&atilde;o da P&amp;G no Brasil. Ele entrou na empresa como analista de marketing na &aacute;rea de cabelos em 1991, mas passou os &uacute;ltimos 16 anos no exterior como executivo de outras subsidi&aacute;rias da P&amp;G, antes de assumir, aos 47 anos, o comando da opera&ccedil;&atilde;o brasileira.<br /><br />Quando saiu do Pa&iacute;s, o mercado brasileiro tinha posi&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria na agenda de inova&ccedil;&atilde;o da P&amp;G. "Os produtos chegavam aqui muito depois. A empresa era uma gigante l&aacute; fora, mas aqui no Brasil era praticamente desconhecida", lembra.<br /><br />Esse descompasso entre os lan&ccedil;amentos no exterior e no Brasil ainda existe, mas vem diminuindo. O sab&atilde;o para lavar roupas Ariel l&iacute;quido, por exemplo, chegou ao Pa&iacute;s em 2008, cerca de 30 anos depois do lan&ccedil;amento global. J&aacute; a fita de clareamento dent&aacute;rio Oral-B 3D White foi lan&ccedil;ada no fim do ano passado no Pa&iacute;s, quatro anos depois do varejo internacional. A linha de cosm&eacute;ticos Pantene Expert chegou aos supermercados americanos em janeiro e estar&aacute; no Brasil em julho. "Queremos reduzir esse 'delay' ao m&aacute;ximo e, se poss&iacute;vel, a zero", diz Carvalho.<br /><br />Corrida. A P&amp;G n&atilde;o est&aacute; sozinha na corrida por lan&ccedil;amentos no Brasil. Sua principal rival, a Unilever, pretende renovar em 75% o portf&oacute;lio de suas 30 marcas vendidas no Pa&iacute;s, com novos produtos e embalagens.<br /><br />O esfor&ccedil;o das empresas em inovar visa atender uma demanda cada vez maior por produtos mais sofisticados de consumidores de todas as classes sociais. "A classe C prioriza mais o benef&iacute;cio do produto do que o pre&ccedil;o na decis&atilde;o de compra", disse a s&oacute;cia-diretora da consultoria Plano CDE, Luciana Aguiar.<br /><br />O refor&ccedil;o dos lan&ccedil;amentos tamb&eacute;m deve levar as empresas de bens de consumo a aumentar capacidade de produ&ccedil;&atilde;o no Brasil. A Unilever anunciou neste ano a constru&ccedil;&atilde;o de sua d&eacute;cima f&aacute;brica no Brasil em Agua&iacute; (SP), que dever&aacute; estar pronta em 2015. J&aacute; a P&amp;G est&aacute; com as suas seis f&aacute;bricas em fase de expans&atilde;o e deve anunciar novos projetos de amplia&ccedil;&atilde;o do parque fabril este ano. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Produção de queijo terá intercâmbio com franceses]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=15&amp;clipping=37062</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:54:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Reconhecida como patrim&ocirc;nio imaterial brasileiro pelo Instituto do Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico e Art&iacute;stico Nacional (Iphan), a forma de produ&ccedil;&atilde;o do queijo minas artesanal feito com leite cru ser&aacute; destaque na Superagro 2013, de 4 a 6 de junho, no Semin&aacute;rio Internacional Sobre Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas e Queijos Artesanais. O evento ter&aacute; a participa&ccedil;&atilde;o da Fran&ccedil;a, com profissionais do mercado e de pesquisa, o que fomentar&aacute; discuss&otilde;es entre os cen&aacute;rios da cadeia produtiva do item, levantando temas relacionados &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o e agrega&ccedil;&atilde;o de valor ao produto.<br /><br />Al&eacute;m de diversas palestras, o f&oacute;rum ir&aacute; sistematizar o documento final do Plano de Salvaguarda do Modo Artesanal de Fazer Queijo de Minas, que consiste no levantamento de a&ccedil;&otilde;es e estabelecimento de parcerias, preservando o modo de produ&ccedil;&atilde;o tradicional do queijo cru. Participar&atilde;o do evento representantes de institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e privadas, de ensino, pesquisa e extens&atilde;o, organiza&ccedil;&otilde;es de produtores como associa&ccedil;&otilde;es, cooperativas e sindicatos e profissionais com atua&ccedil;&atilde;o no setor, al&eacute;m de 70 produtores mineiros de cinco regi&otilde;es do Estado reconhecidas como produtoras de queijo artesanal: Canastra, Cerrado, Arax&aacute;, Serro e Campos das Vertentes. Estima-se que atualmente existam cerca de 30 mil produtores de queijo minas artesanal no Estado.<br /><br /><br />Incentivos - O semin&aacute;rio contribuir&aacute; para refor&ccedil;ar as expectativas promissoras da comercializa&ccedil;&atilde;o do queijo em outros estados brasileiros e a valoriza&ccedil;&atilde;o do mesmo, com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva do setor. "O evento &eacute; fundamental para incentivar a legaliza&ccedil;&atilde;o de muitas queijarias que ainda operam no mercado informal. O semin&aacute;rio abordar&aacute; a import&acirc;ncia da ades&atilde;o &agrave; Portaria 1305, de 30 de abril deste ano, expedida pelo IMA, cuja resolu&ccedil;&atilde;o estabelece novas diretrizes para a produ&ccedil;&atilde;o do item", informou a coordenadora de Agrega&ccedil;&atilde;o de Valor e Gera&ccedil;&atilde;o de Renda da Seapa, Ana Helena Cunha.<br /><br />Segundo ela, com os estabelecimentos ajustados &agrave;s regras e devidamente cadastrados, os produtores de queijo artesanal do Estado poder&atilde;o conquistar novos mercados, conseguindo se adequar &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o, contribuindo ainda para uma maior gera&ccedil;&atilde;o de renda familiar. "O momento &eacute; de trocar experi&ecirc;ncias com outros pa&iacute;ses, como a Fran&ccedil;a, que j&aacute; pratica a Indica&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica (IG) e passou por obst&aacute;culos semelhantes aos produtores mineiros no que diz respeito &agrave; formaliza&ccedil;&atilde;o, adequa&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria e log&iacute;stica de comercializa&ccedil;&atilde;o do produto. Vamos apresentar no Semin&aacute;rio a operacionaliza&ccedil;&atilde;o e os benef&iacute;cios do registro IG, com a participa&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos e produtores franceses", disse. A participa&ccedil;&atilde;o da Fran&ccedil;a no evento decorre do Protocolo de Coopera&ccedil;&atilde;o Franco-Brasileiro sobre Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas, assinado em 2011 entre os minist&eacute;rios da agricultura dos dois pa&iacute;ses.<br /><br />Padroniza&ccedil;&atilde;o - As Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas (IG) e as Marcas Coletivas, classificadas como "Signos Distintivos", s&atilde;o importantes ferramentas de desenvolvimento rural, utilizadas para identificar produtos ou servi&ccedil;os por meio de sua origem, qualidade, fabricante ou outra caracter&iacute;stica pr&oacute;pria, al&eacute;m de representarem um fator de competitividade no setor produtivo.<br /><br />As regi&otilde;es do Serro e da Canastra j&aacute; possuem o registro de IG, que dever&aacute; ser levado agora para as regi&otilde;es de Arax&aacute;, Campos das Vertentes e Cerrado. "Entre os benef&iacute;cios gerados pelo registro de IG est&atilde;o a padroniza&ccedil;&atilde;o e melhoria qualitativa do produto", destacou Ana Helena.<br /><br />Tradi&ccedil;&atilde;o - O queijo artesanal produzido com leite cru &eacute; um dos produtos mais tradicionais da culin&aacute;ria mineira, cujo modo de produ&ccedil;&atilde;o nas propriedades rurais vem passando por v&aacute;rias gera&ccedil;&otilde;es, desde que foi introduzido no Brasil, no s&eacute;culo XVIII, como heran&ccedil;a da coloniza&ccedil;&atilde;o portuguesa.<br /><br />A iniciativa &eacute; uma promo&ccedil;&atilde;o conjunta da Secretaria de Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa); da Superintend&ecirc;ncia do Iphan em Minas Gerais; do Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Mapa); do Minist&eacute;rio da Agricultura, do Agroalimentar e da Floresta da Fran&ccedil;a, da Embaixada da Fran&ccedil;a no Brasil, do Sebrae-MG, da Faemg, da Ocemg e ALMG. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Mercado de licenças no País inicia expansão internacional]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37061</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:53:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s atingir um faturamento de R$ 7,5 bilh&otilde;es em vendas para o consumidor final no Brasil em 2012, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Licenciamento (Abral), o mercado de licen&ccedil;as inicia seu processo de expans&atilde;o, buscando outros locais como os Estados Unidos e a Europa. Com a crescente presen&ccedil;a no exterior de personagens criados no Brasil, como a Galinha Pintadinha, Patati Patat&aacute;, Peixonauta e Amig&atilde;oZ&atilde;o, o segmento est&aacute; em um processo de exposi&ccedil;&atilde;o das licen&ccedil;as nacionais para poss&iacute;veis compradores estrangeiros.<br /><br />Em entrevista exclusiva ao DCI, a presidente da Abral, Marici Ferreira, aponta que o processo est&aacute; no in&iacute;cio. "&Eacute; uma &oacute;tima oportunidade, mas a princ&iacute;pio n&atilde;o muito f&aacute;cil, at&eacute; porque o exterior ainda n&atilde;o conhece bem as marcas brasileiras. Mas h&aacute; um grande potencial, pois elas t&ecirc;m hoje uma proje&ccedil;&atilde;o grande no Brasil. Nosso foco maior hoje &eacute; mostrar o que temos de bom. Vamos primeiro aprender a fazer neg&oacute;cio fora do pa&iacute;s, buscando essa exposi&ccedil;&atilde;o", comenta a executiva.<br /><br />Hoje, o Brasil &eacute; o quinto pa&iacute;s em faturamento de licenciamento de marcas no mundo, atr&aacute;s de M&eacute;xico, Canad&aacute;, China e Estados Unidos. De acordo com a presidente da Abral, com a exposi&ccedil;&atilde;o de marcas brasileiras em outros pa&iacute;ses, o faturamento brasileiro pode se aproximar mais dos l&iacute;deres no setor.<br /><br />"&Eacute; muito mais f&aacute;cil fazer sucesso onde se conhece o consumidor, do que onde n&atilde;o se conhece. Os Estados Unidos, por exemplo, vendem U$ 110 bilh&otilde;es de d&oacute;lares por ano de produtos licenciados. &Eacute; poss&iacute;vel que, com vendas no exterior, nosso faturamento, hoje de R$ 7,5 bilh&otilde;es, cres&ccedil;a mais".<br /><br />A presidente da Abral projeta ainda que o faturamento com produtos licenciados aumente de 5% a 8% neste ano, e novidades sejam observadas. "H&aacute; uma tend&ecirc;ncia muito forte no Brasil de come&ccedil;ar a se trabalhar mais com marcas e esportes, mas &eacute; um processo vagaroso. Acredito que haver&aacute; uma estabilidade na venda de produtos infantis, mas para o p&uacute;blico adulto deve crescer". Atualmente, cerca de 70% do mercado de licenciamento s&atilde;o de entretenimento, envolvendo personagens de desenhos e anima&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Uma parceria entre a Abral e a Ag&ecirc;ncia Brasileira de Promo&ccedil;&atilde;o de Exporta&ccedil;&otilde;es e Investimentos (Apex-Brasil) levar&aacute; 13 licenciadores e agentes de licenciamento para exporem suas marcas na maior feira do segmento no mundo, o Licensing Expo, em Las Vegas (EUA), entre os dias 18 e 20 de junho. Uma das empresas presentes no Licensing Expo ser&aacute; a Fico Surfwear, que vende pe&ccedil;as de vestu&aacute;rio, acess&oacute;rios e mochilas. Segundo Raphael Levy, s&oacute;cio-diretor da Israco, empresa respons&aacute;vel pela venda de licen&ccedil;as da Fico, a presen&ccedil;a mais frequente de marcas brasileiras deve aumentar, ao contr&aacute;rio do que se viu nos &uacute;ltimos anos.<br /><br />"Fomos convidados pela Apex-Brasil para participar da feira de Las Vegas. Vamos preparados para vender licen&ccedil;as a outros pa&iacute;ses, como, por exemplo, o M&eacute;xico". O empres&aacute;rio afirma que outros pa&iacute;ses, como Costa Rica e Guatemala, j&aacute; procuraram a Fico, mas procurando comprar produtos, n&atilde;o licen&ccedil;as.<br /><br />A marca tamb&eacute;m busca expandir com produtos voltados a crian&ccedil;as de at&eacute; seis anos. Recentemente, a Fico firmou parceria com a TV PinGuim, est&uacute;dio desenvolvedor do desenho animado Peixonauta, para lan&ccedil;ar a linha 'Fico nas Ondas do Surf'. "A TV PinGuim &eacute; respons&aacute;vel por toda parte de cria&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do e n&oacute;s operamos com as vendas de licen&ccedil;as. S&atilde;o cinco personagens, com uma proposta de abordar o surfe e as praias brasileiras. Esse projeto est&aacute; indo para os Estados Unidos com o nome 'Fico Go Surf'", retrata o s&oacute;cio-diretor da Israco.<br /><strong><br />Mercado Interno</strong><br /><br />No Brasil, o segmento que mais utiliza licenciamento &eacute; o de confec&ccedil;&otilde;es, seguido por papelaria, brinquedos, cal&ccedil;ados, higiene e, por fim, alimentos.<br /><br />A Village assinou nesta semana um contrato para vender produtos com tem&aacute;tica da s&eacute;rie de TV Chiquititas. A empresa conta hoje com seis licenciamentos, entre eles dos personagens Galinha Pintadinha, Looney Tunes e Patati Patat&aacute;.<br /><br />Reinaldo Bertagnon, executivo do grupo Village, afirma que o peso que os produtos licenciados t&ecirc;m sobre o faturamento da empresa deve crescer. "Os licenciados representam cerca de 35% no faturamento de ovos de p&aacute;scoa e at&eacute; 10% no de panetones.<br /><br />Agora estamos mudando um pouco o perfil e come&ccedil;ando a trabalhar com produtos voltados para o dia a dia. Isso tudo deve elevar nosso faturamento."<br /><br />Bertagnon ainda explica que h&aacute; restri&ccedil;&otilde;es para serem vendidos fora do Brasil.<br /><br />"S&oacute; podemos exportar esses produtos com licenciamento nacional, ap&oacute;s negociar com licenciador, mas essas marcas n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o conhecidas l&aacute; fora. Logo, &eacute; necess&aacute;rio um trabalho de exporta&ccedil;&atilde;o dos personagens", finaliza o executivo. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Comissão do Senado aprova projeto que pode reduzir preço do pão]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=37060</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:53:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos do Senado aprovou nesta ter&ccedil;a-feira (21) projeto que exclui da base de c&aacute;lculo do Simples Nacional as receitas da venda de p&atilde;o por padarias e estabelecimentos semelhantes.<br /><br />A mudan&ccedil;a, se confirmada pelo plen&aacute;rio do Senado e tamb&eacute;m pela C&acirc;mara, abre caminho para a redu&ccedil;&atilde;o no pre&ccedil;o dos p&atilde;es e derivados ao desonerar a venda dos produtos.<br /><br />Autora do projeto, a senadora Vanessa Graziottin (PCdoB-AM) afirma que a expectativa do setor &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o em 4% no pre&ccedil;o dos p&atilde;es. Segundo a senadora, das 75 mil empresas do setor, 95% est&atilde;o enquadradas no Simples.<br /><br />O relator do projeto, senador Cyro Miranda (PSDB-GO) alterou a proposta original ao incluir al&iacute;quota simb&oacute;lica de 0,5% de contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria patronal (0,4%) e de ICMS (0,1%) sobre as opera&ccedil;&otilde;es. A mudan&ccedil;a, segundo o parlamentar, &eacute; necess&aacute;ria porque a Constitui&ccedil;&atilde;o pro&iacute;be a Uni&atilde;o de conceder isen&ccedil;&atilde;o de tributo estadual.<br /><br />"Como a maioria absoluta das panificadoras &eacute; ou pode ser enquadrada como microempresa ou empresa de pequeno porte, em tese, a desonera&ccedil;&atilde;o do produto seria quase completa, beneficiando toda a popula&ccedil;&atilde;o, sobretudo a mais pobre, dado o peso representado pelo item alimenta&ccedil;&atilde;o nas suas despesas", afirmou o relator.<br /><br />O Simples &eacute; o sistema tribut&aacute;rio escolhida pela maioria das padarias porque contempla empresas com receita bruta anual de at&eacute; R$ 360 mil. O projeto ainda precisa ser aprovado pelo plen&aacute;rio do Senado, depois pela C&acirc;mara, para que a mudan&ccedil;a entre em vigor.<br />&nbsp;<br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Nordeste</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Carne suína será destaque em campanha nacional de incentivo ao consumo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=14&amp;clipping=37059</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:53:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A suinocultura brasileira tem um encontro marcado com o consumidor brasileiro em 2013. A Semana Nacional da Carne Su&iacute;na, marcada para 2 a 16 de outubro, ser&aacute; a maior vitrine j&aacute; criada para a carne su&iacute;na brasileira junto aos consumidores de todo o pa&iacute;s e, para isso, uma ampla prepara&ccedil;&atilde;o est&aacute; em curso.<br /><br />O evento visa aumentar o consumo do produto no mercado interno nos pr&oacute;ximos anos e &eacute; resultado da parceria entre ABCS (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Criadores de Su&iacute;nos), Sebrae, Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car e Extra, Mapa (Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento) e Abras (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados).<br /><br />&ldquo;A Semana &eacute; uma a&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita para a suinocultura brasileira. &Eacute; a primeira vez que se realiza uma campanha nacional de incentivo ao consumo da carne su&iacute;na junto ao varejo. Acredito no resultado das vendas e no impacto positivo que ser&aacute; gerado para todo o nosso setor&rdquo;, disse o presidente da ABCS, Marcelo Lopes.<br /><br />O incentivo ao consumo, que j&aacute; ocorria por meio do PNDS (Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura), ser&aacute; intensificado neste ano. At&eacute; o in&iacute;cio da Semana Nacional da Carne Su&iacute;na, a equipe da ABCS vai percorrer as lojas do Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car e Extra, a maior rede varejista do pa&iacute;s, com treinamentos te&oacute;ricos e t&eacute;cnicos sobre a qualidade da carne su&iacute;na, bem como sobre op&ccedil;&otilde;es de cortes, receitas e apresenta&ccedil;&atilde;o do produto.<br /><br />&ldquo;A expectativa &eacute; capacitar mais de 1.000 a&ccedil;ougueiros das redes P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car&nbsp; e Extra nos quatro cantos do Brasil por meio de cursos de cortes e palestras sobre a qualidade da carne su&iacute;na. Al&eacute;m disso, est&atilde;o previstas oficinas gastron&ocirc;micas e campanhas regionais para incentivar o consumo e j&aacute; preparar o consumidor para a grande campanha a ser realizada em outubro&rdquo;, conta a coordenadora nacional do PNDS, L&iacute;via Machado.<br /><br />Desta maneira, os profissionais de carnes dos mercados conhecer&atilde;o melhor o produto e poder&atilde;o oferecer aos clientes finais todo o potencial nutritivo, saud&aacute;vel e de sabor da carne su&iacute;na. Com o slogan &ldquo;A Carne Su&iacute;na &eacute; 10&rdquo;, a ABCS busca mobilizar toda a cadeia produtiva com a tem&aacute;tica do futebol brasileiro, que ganhar&aacute; destaque com a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es e a Copa do Mundo de 2014.<br /><br />Ontem (dia 20 de maio), por exemplo, 15 l&iacute;deres de a&ccedil;ougues de 17 unidades do Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car e Extra participaram do Curso de Cortes Su&iacute;nos na loja do Extra na Avenida Cursino, em S&atilde;o Paulo. O chefe de forma&ccedil;&atilde;o em carnes e aves do Grupo, Pedro Lima, avaliou que o treinamento &eacute; muito &uacute;til para os funcion&aacute;rios. &ldquo;Tivemos atividades nas unidades do nordeste no ano passado e os resultados foram muito positivos. Temos certeza que alcan&ccedil;aremos bons resultados aqui em S&atilde;o Paulo&rdquo;, comentou.<br /><br />O consultor de carnes e aves do P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car, Carlos Oliveira, destacou a import&acirc;ncia do trabalho da ABCS para mostrar a saudabilidade, o sabor e outras vantagens da carne su&iacute;na. &ldquo;Estou h&aacute; 43 anos no Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car e reconhe&ccedil;o o potencial da carne su&iacute;na. Com essa capacita&ccedil;&atilde;o nossos colaboradores poder&atilde;o passar mais informa&ccedil;&otilde;es ao consumidor sobre a qualidade da carne e tamb&eacute;m sobre os novos cortes&rdquo;, disse.<br /><strong><br />Objetivos</strong><br /><br />Para o diretor executivo da ABCS, Fabiano Coser, existem dois objetivos principais com a Semana Nacional da Carne Su&iacute;na. O primeiro &eacute;, naturalmente, aumentar a visibilidade e as vendas da carne su&iacute;na no varejo, pois se trata da primeira campanha em &acirc;mbito nacional para promover o consumo do produto.<br /><br />&ldquo;A Semana &eacute; um coroamento da estrat&eacute;gia do PNDS. No per&iacute;odo de 2 a 16 de outubro, todas as lojas do Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car e Extra v&atilde;o ofertar, fazer marketing e colocar a carne su&iacute;na em evid&ecirc;ncia para os consumidores. J&aacute; a vantagem para o Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car &eacute; explorar a carne su&iacute;na que &eacute; o produto com maior potencial de crescimento entre as carnes&rdquo;, explicou.<br /><br />Outro objetivo essencial para Fabiano &eacute; a import&acirc;ncia de mobilizar a suinocultura em torno de uma nova forma de trabalhar o marketing da carne su&iacute;na. &ldquo;Queremos aproveitar a semana para mostrar ao setor que podemos e precisamos fazer mais. Entendemos que &eacute; a grande oportunidade de movimentar e engajar todos os elos da cadeia produtiva. A campanha n&atilde;o &eacute; da ABCS e sim do setor&rdquo;, detalhou. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Portal ABCS - Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Criadores de Su&iacute;nos</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Vendas no comércio devem subir 5% no Dia dos Namorados]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37058</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:51:44 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>As vendas do com&eacute;rcio brasileiro na semana que antecede o Dia dos Namorados devem aumentar 5% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. A estimativa &eacute; da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Servi&ccedil;o de Prote&ccedil;&atilde;o ao Cr&eacute;dito (SPC Brasil), entidades l&iacute;deres do com&eacute;rcio varejista, que juntas contam com mais de 800 mil pontos de vendas credenciados em todo o Pa&iacute;s.<br /><br />Em 2012, o crescimento registrado pelo setor foi maior: 9,08%. Na avalia&ccedil;&atilde;o do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, haver&aacute; um aumento no volume de vendas, o que &eacute; positivo, mas n&atilde;o t&atilde;o robusto quanto o dos anos anteriores. "O consumidor neste ano est&aacute; se comportando de maneira diferente. O com&eacute;rcio j&aacute; consegue sentir a substitui&ccedil;&atilde;o de presentes f&iacute;sicos por servi&ccedil;os. Assim, a aposta de crescimento &eacute; maior no segmento de bares, restaurantes, hot&eacute;is e mot&eacute;is", afirma.<br /><br />Pellizzaro Junior explica que o consumidor brasileiro tem o h&aacute;bito de comprar mais de dois presentes para o Dia dos Namorados, al&eacute;m de comemorar a data com almo&ccedil;os e jantares. "Acontece que agora, aqueles presentes mais baratinhos v&atilde;o ser substitu&iacute;dos por um momento de comemora&ccedil;&atilde;o. Dessa forma, o com&eacute;rcio vai sentir uma ligeira queda no volume de vendas".<br /><br /><strong>Gasto m&eacute;dio<br /></strong><br />Comemorado no dia 12 de junho, o Dia dos Namorados &eacute; a terceira data mais lucrativa para o com&eacute;rcio, ficando atr&aacute;s somente do Natal e do Dia das M&atilde;es. De acordo com a CNDL e o SPC Brasil, o gasto m&eacute;dio do consumidor brasileiro deve ser de R$ 100.<br /><br />Empresas varejistas j&aacute; iniciaram campanhas promocionais para atrair maior n&uacute;mero de clientes e aumentar o faturamento na data. O Shopping Ibirapuera, por exemplo, prev&ecirc; um crescimento de 6% em vendas e de 4% no fluxo de pessoas.<br /><br />No shopping center, a cada R$ 200 em compras, os consumidores ganham um cupom e ganham o direito de participar do sorteio de dois autom&oacute;veis New Fit, da Honda. As compras devem ser feitas at&eacute; o dia 12 de junho. No Ibirapuera, cerca de 60% das lojas comercializam vestu&aacute;rios e acess&oacute;rios.<br /><br />No varejo em geral, esses produtos tamb&eacute;m est&atilde;o entre os mais procurados durante as compras, junto com cal&ccedil;ados, perfumaria, floricultura, joias e bijuterias. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Procter & Gamble acelera ritmo de lançamentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37057</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:37:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A americana Procter &amp; Gamble (P&amp;G) era uma empresa com um pequeno portf&oacute;lio e pouco conhecida no Brasil, quando o engenheiro pernambucano Alberto Carvalho deixou o pa&iacute;s, h&aacute; quinze anos, para assumir diversos cargos em escrit&oacute;rios da multinacional na Am&eacute;rica do Sul e nos Estados Unidos. Nos &uacute;ltimos dez anos, a opera&ccedil;&atilde;o brasileira se multiplicou por sete e atingiu faturamento de cerca de R$ 4,5 bilh&otilde;es, segundo estimativas de mercado. Para manter o ritmo de crescimento, que chegou a 32% no &uacute;ltimo ano fiscal (encerrado em junho de 2012), Carvalho, novo presidente da P&amp;G no Brasil, quer diminuir a lacuna entre o lan&ccedil;amento de um produto l&aacute; fora e sua estreia no pa&iacute;s.<br /><br />No exerc&iacute;cio fiscal que termina no pr&oacute;ximo m&ecirc;s, a opera&ccedil;&atilde;o brasileira vai registrar recorde de crescimento, de acordo com Carvalho. "Eu acho que o consumo ainda est&aacute; muito forte no Brasil e eu n&atilde;o vejo nenhuma raz&atilde;o para desacelerar o crescimento da P&amp;G hoje", afirma. O vil&atilde;o atual, a infla&ccedil;&atilde;o, preocupa? "N&atilde;o muito, se ficar nesse patamar de 4% a 6%. Se come&ccedil;a a acelerar demais &eacute; um perigo n&atilde;o s&oacute; para a gente, mas para o Brasil. Mas acho que a gente est&aacute; longe disso", diz.<br /><br />"O meu enfoque, dada a condi&ccedil;&atilde;o que temos no mercado hoje, de consumidores que aspiram produtos melhores, &eacute; trazer agora as inova&ccedil;&otilde;es da P&amp;G muito mais r&aacute;pido do que a gente trazia antes. E a gente j&aacute; come&ccedil;ou a fazer isso", afirma Carvalho. Antes de assumir o cargo, em dezembro, o executivo era vice-presidente global da Gillette. Nessa posi&ccedil;&atilde;o, ajudou a trazer a l&acirc;mina Fusion Proglide, o item mais novo da linha de barbear. Carvalho ainda cita como exemplos a linha de cuidados com o cabelo Pantene Expert e as c&aacute;psulas de lava-roupas da marca Ariel. Ambos ser&atilde;o lan&ccedil;ados no mercado brasileiro nas pr&oacute;ximas semanas, entre seis meses e um ano ap&oacute;s a estreia no mercado americano. "Se fosse seguir o modelo anterior, levaria muitos anos", diz.<br /><br />A P&amp;G tamb&eacute;m tem aumentado seus lan&ccedil;amentos nos &uacute;ltimos anos. A companhia prev&ecirc; terminar o ano fiscal 2013, em junho, com 200 lan&ccedil;amentos no pa&iacute;s. Dois anos antes, foram 94. "No Brasil antigo, n&atilde;o pod&iacute;amos trazer essas inova&ccedil;&otilde;es, porque tinham que ser produtos mais acess&iacute;veis. Agora o brasileiro j&aacute; est&aacute; pronto e podemos relan&ccedil;ar sempre as nossas marcas e trazer as novas tecnologias", diz Carvalho. Ele &eacute; o primeiro brasileiro a comandar a opera&ccedil;&atilde;o nacional da empresa.<br /><br />A meta de Carvalho &eacute; trazer, a cada um ou dois anos, uma nova categoria de produtos. Nos &uacute;ltimos dois anos, foram duas, com a chegada dos cremes Olay e dos purificadores de ar Febreze. A companhia tamb&eacute;m ampliou a oferta da marca Oral-B, antes concentrada em escovas dentais, com pastas e branqueadores de dente. As vendas das fitas branqueadoras superaram em cinco vezes as expectativas iniciais da empresa. "Muitas vezes as pessoas confundem e acham que pa&iacute;s emergente significa produtos de baixo valor. Temos que saber trabalhar todo o portf&oacute;lio, desde produtos mais acess&iacute;veis at&eacute; os 'top' de linha", diz Carvalho, que j&aacute; presidiu as opera&ccedil;&otilde;es da P&amp;G no Chile e no Cone Sul.<br /><br />Na categoria de lava-roupas, o lan&ccedil;amento das c&aacute;psulas ("pods") Ariel pretende criar um novo segmento no Brasil. Um &uacute;nico produto promete lavar, branquear e remover manchas. O correspondente no mercado americano foi lan&ccedil;ado h&aacute; um ano com a marca Tide. O pacote com c&aacute;psulas para at&eacute; 14 lavagens vai custar R$ 18. "N&oacute;s fizemos estudos e tem um segmento de mercado que j&aacute; est&aacute; pronto para isso, na verdade, j&aacute; est&aacute; pedindo", diz Carvalho. De acordo com o executivo, os consumidores tanto de sab&atilde;o em p&oacute; como l&iacute;quido podem migrar para o novo produto. Hoje, o segmento de l&iacute;quido, mais caro e que promete melhor performance, &eacute; o que mais cresce no pa&iacute;s.<br /><br />Carvalho sucede o eg&iacute;pcio Tarek Farahat, que dirigiu a P&amp;G no Brasil por seis anos e foi escalado para comandar as opera&ccedil;&otilde;es latino-americanas da companhia. Durante a gest&atilde;o de Farahat, a companhia, que n&atilde;o aparecia entre os 30 principais anunciantes do Brasil, tornou-se a s&eacute;tima maior, com investimentos de R$ 372 milh&otilde;es em 2011, segundo dados do Projeto Inter-Meios (a concorrente anglo-holandesa Unilever &eacute; a segunda maior, com R$ 995 milh&otilde;es aplicados no mesmo per&iacute;odo). Oito novas marcas chegaram ao pa&iacute;s sob a lideran&ccedil;a de Farahat, e as vendas aceleraram de uma m&eacute;dia de 12% entre 2006 e 2009 para 28% em 2011 e 32% em 2012.<br /><br />Se Farahat ficou conhecido como um homem de marketing, ao contratar celebridades como Faust&atilde;o, Luciano Huck e Ang&eacute;lica como "embaixadores da marca" e Gisele B&uuml;ndchen como garota-propaganda, Carvalho j&aacute; sabe como quer ser lembrado. "&Eacute; isso que eu quero que seja a minha marca: a inova&ccedil;&atilde;o da P&amp;G no Brasil", diz.<br /><br />Para sustentar o crescimento robusto, est&atilde;o em andamento a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova unidade fabril em Serop&eacute;dica (RJ) e a amplia&ccedil;&atilde;o do centro de distribui&ccedil;&atilde;o em Itatiaia (RJ) e das f&aacute;bricas da companhia em Louveira (SP) e Manaus. Mas a expans&atilde;o n&atilde;o vai parar por a&iacute;. "Estamos olhando v&aacute;rias oportunidades, incluindo obviamente o Nordeste, que &eacute; uma regi&atilde;o que cresce a n&iacute;veis acelerados com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&eacute;dia nacional", diz Carvalho. De acordo com o executivo, a empresa avalia diversos Estados, inclusive aqueles nos quais j&aacute; tem instala&ccedil;&otilde;es. Hoje, 80% do portf&oacute;lio da companhia &eacute; produzido no pa&iacute;s.<br /><br />A Unilever, fabricante do xampu Seda, da pasta dental Close Up e do sab&atilde;o Omo, tamb&eacute;m aposta na produ&ccedil;&atilde;o local e vai construir sua d&eacute;cima f&aacute;brica no pa&iacute;s, em Agua&iacute; (SP). A Kimberly-Clark, dona das fraldas Huggies Turma da M&ocirc;nica, prepara-se para inaugurar sua primeira f&aacute;brica no Nordeste, em Cama&ccedil;ari (BA).<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Disputa pelo tempo do consumidor marca fase atual]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=19&amp;clipping=37056</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:36:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A nova gera&ccedil;&atilde;o de consoles de videogame, composta pelo Wii U, da Nintendo (lan&ccedil;ado no fim de 2012), o PlayStation 4, da Sony, e o Xbox One, da Microsoft, vai enfrentar um cen&aacute;rio mais competitivo que seus antecessores. Diferentemente do que ocorreu h&aacute; oito anos, quando os consoles da atual gera&ccedil;&atilde;o (Wii, PlayStation 3 e Xbox 360) chegaram ao mercado, a disputa passou a incluir outras categorias de aparelhos.<br /><br />Agora, companhias como Apple e Samsung, que fazem celulares e tablets, est&atilde;o no p&aacute;reo. Nenhuma delas manifestou inten&ccedil;&atilde;o de passar a fabricar videogames, mas elas n&atilde;o precisam disso. Esses dispositivos port&aacute;teis, que passam boa parte do dia no bolso - ou na bolsa - de milh&otilde;es de pessoas ao redor do mundo, tornaram-se um ingrediente importante para o mercado de jogos. Para se ter uma ideia, os jogos comp&otilde;em metade da lista dos aplicativos mais baixados na loja on-line da Apple, que na semana passada atingiu a marca de 50 bilh&otilde;es de downloads desde seu lan&ccedil;amento, em 2008.<br /><br />Especialistas e executivos do setor amenizam a concorr&ecirc;ncia entre os consoles e os dispositivos m&oacute;veis, ao argumentar que esses &uacute;ltimos n&atilde;o chegam a ser concorrentes diretos. Na opini&atilde;o deles, celulares e tablets funcionam mais como uma porta de entrada para o entretenimento digital.<br /><br />H&aacute;, de fato, diferen&ccedil;as entre os jogos disputados nessas plataformas. Joguinhos mais simples como "Angry Birds" e "Where&acute;s My Water", que fazem sucesso nos celulares, n&atilde;o s&atilde;o os produtos que os aficionados fazem fila para comprar e jogar nos consoles. Mesmo assim, observam analistas do mercado, eles fazem concorr&ecirc;ncia aos jogos mais sofisticados ao manter o usu&aacute;rio ocupado. A disputa &eacute; pelo tempo do consumidor.<br /><br />O que perdem em qualidade gr&aacute;fica e sofistica&ccedil;&atilde;o, os jogos para dispositivos m&oacute;veis ganham em praticidade. No smartphone ou no tablet &eacute; poss&iacute;vel jogar no caminho para casa depois do trabalho, ou no consult&oacute;rio do dentista, o que acaba atraindo o consumidor.<br /><br />Servi&ccedil;os de m&uacute;sica e v&iacute;deo pela internet, redes sociais e agregadores de not&iacute;cias, que sequer existiam na primeira metade dos anos 2000, hoje tamb&eacute;m disputam a aten&ccedil;&atilde;o dos consumidores. &Eacute; outro complicador.<br /><br />Os fabricantes de consoles est&atilde;o atentos a essas mudan&ccedil;as com a integra&ccedil;&atilde;o de recursos de redes sociais e outras novidades aos novos produtos. Mas com as r&aacute;pidas mudan&ccedil;as no mundo da tecnologia, &eacute; dif&iacute;cil dizer qual abordagem ser&aacute; bem-sucedida.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Novo console Xbox é apresentado]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=19&amp;clipping=37055</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:36:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Microsoft apresentou, ontem, o console de videogame Xbox One, sucessor do Xbox 360, que est&aacute; no mercado h&aacute; quase oito anos. O an&uacute;ncio foi feito durante um evento realizado na sede da companhia, em Redmond, pequena cidade pr&oacute;xima a Seattle, nos Estados Unidos. Com o One, a proposta da Microsoft n&atilde;o &eacute; s&oacute; fazer um novo console de videogame, mas uma central de entretenimento.<br /><br />Segundo a companhia, al&eacute;m de permitir acessar conte&uacute;dos de m&uacute;sica e v&iacute;deo, o que j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel hoje com o Xbox 360, o novo console dar&aacute; acesso a programas de TV ao vivo, mediante acordo com canais e operadoras. A Microsoft anunciou acordos com a NFL (liga de futebol americano) e com o diretor Steven Spielberg para colocar conte&uacute;do exclusivo e interativo no console. "Esse &eacute; o come&ccedil;o da verdadeira TV inteligente", disse Yusuf Mehdi, vice-presidente da unidade de entretenimento interativo da Microsoft. De acordo com Don Mattrick, presidente da divis&atilde;o de entretenimento, esse mercado mudou muito desde o lan&ccedil;amento do Xbox 360, em 2005. O Xbox One, afirmou o executivo, incorporou os novos conceitos.<br /><br />A Microsoft n&atilde;o &eacute; a &uacute;nica empresa que vem trabalhando h&aacute; alguns anos na ideia de transformar o console em uma central de entretenimento residencial. A japonesa Sony, dona do PlayStation, seguiu a mesma abordagem. Mas a Microsoft quer avan&ccedil;ar nessa proposta ao integrar diversos elementos ao equipamento desde sua concep&ccedil;&atilde;o - e n&atilde;o por meio de aplicativos e atualiza&ccedil;&otilde;es de software, como foi feito com o Xbox 360.<br /><br />O mercado de jogos movimenta US$ 65 bilh&otilde;es por ano, sendo a maior parte (mais de 40%) gerada pela Microsoft, Sony e Nintendo, que s&atilde;o as donas dos consoles mais vendidos e criam jogos para seus aparelhos. Nos &uacute;ltimos anos, o aparecimento de dispositivos m&oacute;veis como tablets e smartphones gerou um grande desafio para as fabricantes, pois se tornaram importantes meios para os consumidores aproveitarem jogos e outros tipos de conte&uacute;do.<br /><br />O Xbox One traz uma mudan&ccedil;a significativa em termos de tecnologia. A Microsoft resolveu abandonar o formato DVD usado no Xbox 360 e adotar o Blu-ray, tecnologia desenvolvida e defendida pela rival Sony. Apesar de representar o pagamento de royalties para o concorrente, o uso do Blu-ray possibilita avan&ccedil;os ao Xbox One. Os discos desse formato t&ecirc;m maior capacidade para armazenar dados, o que permite criar jogos com mais qualidade gr&aacute;fica. Al&eacute;m disso, &eacute; mais dif&iacute;cil fazer c&oacute;pias de jogos no formato Blu-ray, o que ajuda a combater a pirataria.<br /><br />O One tamb&eacute;m funciona de forma mais integrada &agrave; nova vers&atilde;o do sensor de movimentos da Microsoft, o Kinect, que deixa de ser um item opcional. Todos os pacotes do Xbox One passam a vir com um Kinect na caixa. Durante a apresenta&ccedil;&atilde;o, Mehdi usou comandos de voz e gestos para alternar entre um jogo, um filme, uma transmiss&atilde;o de TV e uma chamada de v&iacute;deo pelo Skype.<br /><br />A exemplo do que ocorreu com a Sony, em fevereiro, quando o PlayStation 4, sucessor do PlayStation 3, foi apresentado, o an&uacute;ncio do Xbox One decepcionou os f&atilde;s mais fervorosos de games, que sentiram falta da apresenta&ccedil;&atilde;o de mais jogos e recursos. Na avalia&ccedil;&atilde;o de Marcos Khalil, fundador e presidente da varejistas de jogos UZ Games, o investimento em entretenimento pode funcionar muito bem nos Estados Unidos, mas ser&aacute; de dif&iacute;cil implementa&ccedil;&atilde;o em outros pa&iacute;ses. "Eu n&atilde;o acredito que eles v&atilde;o evoluir muito nisso no primeiro ano do One no Brasil", disse.<br /><br />A Microsoft ainda n&atilde;o informou quando o novo console ser&aacute; lan&ccedil;ado, nem a estimativa de pre&ccedil;o. A expectativa &eacute; que o produto esteja dispon&iacute;vel no varejo no quarto trimestre, a tempo das compras de Natal. A companhia prometeu dar mais detalhes sobre o Xbox One na E3, maior feira do mercado de jogos, que ocorre em Los Angeles entre 11 e 13 de junho. Durante o evento, a Sony tamb&eacute;m dar&aacute; novas informa&ccedil;&otilde;es sobre o PlayStation 4.<br /><br />No encerramento do preg&atilde;o da bolsa de Nova York, ontem, as a&ccedil;&otilde;es da Sony listadas nos EUA fecharam em alta de 9%, contra uma queda de 0,66% apresentada pela Microsoft na bolsa eletr&ocirc;nica Nasdaq.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[CNI propõe metas para aumentar competitividade do país]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=2&amp;clipping=37054</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:35:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Para aumentar a produtividade da ind&uacute;stria brasileira e reverter a perda de competitividade da produ&ccedil;&atilde;o nacional o pa&iacute;s ter&aacute;, entre outras medidas, de aumentar a taxa de investimento, dos 18% de 2012 para 24% at&eacute; 2022, e elevar a participa&ccedil;&atilde;o dos investimentos p&uacute;blicos na despesa prim&aacute;ria do governo federal, dos 5,8% do ano passado para 8% nos pr&oacute;ximos dez anos. Essas s&atilde;o algumas das "metas estrat&eacute;gicas da ind&uacute;stria" anunciadas ontem pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) para atacar as dificuldades enfrentadas pelas empresas nacionais.<br /><br />As metas, definidas por cerca de 500 representantes de empresas, nos &uacute;ltimos nove meses, t&ecirc;m o objetivo de orientar a atua&ccedil;&atilde;o do setor privado para o longo prazo, com os cen&aacute;rios desejados pelos executivos para suas empresas e para a a&ccedil;&atilde;o do governo. O "mapa" da CNI prev&ecirc; medidas para que a produtividade m&eacute;dia da ind&uacute;stria saia do patamar de crescimento anual de 2,3% dos &uacute;ltimos 20 anos para a m&eacute;dia de 4,5% anuais, entre 2011 e 2022. Os investimentos em infraestrutura dever&atilde;o saltar de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) para 5%. A meta de 8% para a propor&ccedil;&atilde;o de investimentos na despesa prim&aacute;ria da Uni&atilde;o equivale &agrave; m&eacute;dia registrada nos &uacute;ltimos cinco anos nos pa&iacute;ses da Organiza&ccedil;&atilde;o para Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE).<br /><br />"O conjunto de a&ccedil;&otilde;es, iniciativas e estrat&eacute;gias tem um grau de converg&ecirc;ncia muito grande com as diretrizes e estrat&eacute;gias do governo", disse a secret&aacute;ria de Desenvolvimento da Produ&ccedil;&atilde;o, do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, Helo&iacute;sa Menezes. O governo atua, por&eacute;m, em per&iacute;odo menor, o do mandato presidencial, que acaba em 2014, lembrou.<br /><br />Para permitir o cumprimento das metas, a CNI deve criar um grupo de executivos encarregados de acompanhar os indicadores da economia e de temas como educa&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s, para propor medidas e orientar a a&ccedil;&atilde;o do setor privado no Congresso e com o Executivo. O "mapa estrat&eacute;gico" aponta ainda a necessidade de aumentar a participa&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria brasileira na produ&ccedil;&atilde;o de manufaturados, de 1,7% no ano passado, para 2,2% em 2022, e ampliar a parcela de recursos de terceiros no financiamento do investimento industrial privado, dos atuais 34% para 50%.<br /><br />"Estamos vendo programas e projetos de concess&otilde;es rodovi&aacute;rias, de portos, de aeroportos, que certamente v&atilde;o resolver os nossos problemas no futuro, mas temos que ser r&aacute;pidos", cobrou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. "H&aacute; um esfor&ccedil;o pra tentar retomar espa&ccedil;o perdido, mas o investimento em infraestrutura ainda &eacute; muito pequeno para nossas necessidades."<br /><br />Os executivos sabem que alcan&ccedil;ar essas metas anunciadas depender&aacute; de articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e entre as empresas dentro do pr&oacute;prio setor privado, para garantir ambiente institucional e legal adequado. Tradicionalmente, nas pesquisas da CNI, as empresas iniciam o ano prevendo aumentar para perto de dois ter&ccedil;os a participa&ccedil;&atilde;o do capital de terceiros no investimento e chegam ao fim de 12 meses com a propor&ccedil;&atilde;o inversa, mais dependentes de capital pr&oacute;prio do que desejariam. Para os tributos, um dos maiores entraves &agrave; redu&ccedil;&atilde;o de custos de investimentos, a CNI prop&otilde;e zerar a cobran&ccedil;a de impostos cumulativos, hoje equivalentes a 7,7% do total da carga tribut&aacute;ria.<br /><br />Para os empres&aacute;rios, al&eacute;m da carga tribut&aacute;ria, a complexidade da legisla&ccedil;&atilde;o e a falta de regras claras na fiscaliza&ccedil;&atilde;o criam custos adicionais que, somadas aos problemas log&iacute;sticos, chegam a pesar mais nos custos que a m&atilde;o de obra, segundo exemplificou o presidente da Siemens, Paulo Stark, durante a cerim&ocirc;nia de lan&ccedil;amento do "mapa", na sede da CNI, em Bras&iacute;lia. "A Siemens, no Canad&aacute;, tem 15 pessoas no setor jur&iacute;dico e tribut&aacute;rio, n&oacute;s, no Brasil, temos 81", comparou.<br /><br />As "metas estrat&eacute;gicas" da CNI apontam a necessidade de dar prioridade &agrave; forma&ccedil;&atilde;o educacional e medidas de prote&ccedil;&atilde;o ao ambiente, para garantir a efici&ecirc;ncia e a sustentabilidade. Entre as metas nesses campos est&aacute; a eleva&ccedil;&atilde;o da propor&ccedil;&atilde;o de matr&iacute;culas nos cursos tecnol&oacute;gicos em rela&ccedil;&atilde;o ao total do ensino superior, de pouco mais de 12% atualmente para 20% em 2017 e 25% em 2022, e a amplia&ccedil;&atilde;o das matr&iacute;culas dos cursos t&eacute;cnicos, das atuais 1,25 mil para 4,3 mil.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Indústria "destoa" e abre 65% mais vagas formais que no começo de 2012]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=3&amp;clipping=37053</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:35:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>No acumulado de janeiro a abril deste ano o pa&iacute;s criou 549 mil vagas, n&uacute;mero 22% menor que em igual per&iacute;odo do ano passado. Enquanto a maioria dos setores criou menos vagas do que nos primeiros quatro meses de 2012, a ind&uacute;stria andou na contram&atilde;o e encerrou o per&iacute;odo com saldo positivo de 153,9 mil empregos, n&uacute;mero 65% superior ao do in&iacute;cio de 2012.<br /><br />Enquanto a ind&uacute;stria contratou proporcionalmente mais, servi&ccedil;os abriram vagas em um ritmo mais lento e o com&eacute;rcio fechou muito mais vagas do que nos primeiros meses do ano passado, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Minist&eacute;rio do Trabalho, divulgados ontem. Servi&ccedil;os e varejo respondem &agrave; renda e podem estar sendo diretamente afetados pelo crescimento menor dos sal&aacute;rios e pela infla&ccedil;&atilde;o crescente, que corr&oacute;i o poder de compra das fam&iacute;lias.<br /><br />Em, abril, a desacelera&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho j&aacute; foi menor. A economia brasileira criou 196,9 mil vagas formais, resultado 9,25% inferior ao do mesmo m&ecirc;s do ano passado, na s&eacute;rie sem ajuste, ou seja, sem considerar os dados que as empresas enviam fora do prazo.<br /><br />Dos 12 ramos que comp&otilde;e a ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o, onze apresentaram alta do emprego em abril, segundo o Caged. O setor como um todo gerou 40,6 mil postos de trabalho no m&ecirc;s passado, como saldo entre contrata&ccedil;&otilde;es e demiss&otilde;es. Desse total, o maior aumento foi na ind&uacute;stria qu&iacute;mica, com 13,3 mil novos empregos formais no m&ecirc;s, atingindo o segundo melhor desempenho para meses de abril. Em seguida, vem a ind&uacute;stria de produtos aliment&iacute;cios, com 6, mil novos postos de trabalho, e a ind&uacute;stria t&ecirc;xtil (5,3 mil novas vagas).<br /><br />Os tr&ecirc;s setores tiveram parte ou a totalidade das suas atividades desoneradas de uma s&eacute;rie de tributos federais desde o ano passado. Entre as vantagens adquiridas, est&aacute; a desonera&ccedil;&atilde;o da folha salarial, que substitui a contribui&ccedil;&atilde;o patronal de 20% sobre a folha salarial por uma al&iacute;quota de 2% sobre o faturamento. A ind&uacute;stria t&ecirc;xtil, por exemplo, j&aacute; pratica essa substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria desde meados de 2012. A ind&uacute;stria de material el&eacute;trico e comunica&ccedil;&atilde;o foi o &uacute;nico ramo com fechamento l&iacute;quido de vagas. Foram 154 postos de trabalho a menos em abril.<br /><br />Olhando os dados do quadrimestre na ind&uacute;stria, os setores com aumento mais expressivo do emprego s&atilde;o aqueles mais diretamente ligados ao investimento. A ind&uacute;stria mec&acirc;nica contratou 130% mais, enquanto a metal&uacute;rgica aumentou seu saldo de contrata&ccedil;&otilde;es em 65% e o setor de material de transporte, que inclui caminh&otilde;es e m&aacute;quinas agr&iacute;colas al&eacute;m de autom&oacute;veis, criou 19 mil novas vagas, muito mais do que as 369 dos primeiros quatro meses de 2012.<br /><br />O ministro do Trabalho, Manoel Dias, avaliou que a abertura de 196 mil postos formais de emprego em abril foi um "aumento expressivo", mesmo esse sendo esse o pior resultado para os meses de abril desde 2009, e uma queda de 9,25% sobre a gera&ccedil;&atilde;o de vagas de abril do ano passado. Para ele, "o pa&iacute;s est&aacute; em recupera&ccedil;&atilde;o e o emprego est&aacute; em recupera&ccedil;&atilde;o".<br /><br />Entre as 27 unidades da Federa&ccedil;&atilde;o, 21 delas registraram aumento de emprego com carteira assinada no m&ecirc;s de abril.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Para analistas, alimentos cedem pouco e IPCA seguirá colado no teto da meta]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37052</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:25:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Apesar da conjuntura favor&aacute;vel, com defla&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os no atacado e desonera&ccedil;&atilde;o de itens da cesta b&aacute;sica, o grupo alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas continua a perder for&ccedil;a com menos intensidade do que os economistas antecipavam, o que deve manter a infla&ccedil;&atilde;o acumulada nos &uacute;ltimos 12 meses encostada no teto da meta de 6,5% perseguida pelo Banco Central nas pr&oacute;ximas leituras. Depois de alta de 0,51% em abril, as 13 institui&ccedil;&otilde;es financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data projetam, em m&eacute;dia, avan&ccedil;o de 0,48% do &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) em maio, com intervalo entre as estimativas de 0,43% a 0,51%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) divulga hoje o dado, uma pr&eacute;via do &iacute;ndice oficial de infla&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Se confirmado, o resultado deste m&ecirc;s levar&aacute; o &iacute;ndice acumulado em 12 meses a ter leve recuo, deixando 6,51% em abril para 6,48% nesta leitura. A desacelera&ccedil;&atilde;o, no entanto, n&atilde;o conforta analistas, que j&aacute; passam a projetar IPCA mais pr&oacute;ximo de 6% em 2013.<br /><br />Andr&eacute; Muller, economista da Quest Investimentos, afirma que esperava um n&uacute;mero mais baixo para o IPCA-15 de maio, mas como a infla&ccedil;&atilde;o de alimentos continua resistente, esse recuo deve ser menos intenso do que o antecipado. Para o grupo alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, que subiu 1,40% em mar&ccedil;o e desacelerou para 1% em abril, Muller projeta varia&ccedil;&atilde;o de 0,75%.<br /><br />Tatiana Pinheiro, economista do Santander, estima alta de 0,60% dos alimentos neste m&ecirc;s, principalmente por causa da desacelera&ccedil;&atilde;o de produtos como os tub&eacute;rculos e dos resqu&iacute;cios da desonera&ccedil;&atilde;o de itens da cesta b&aacute;sica, que contribu&iacute;ram para reduzir pre&ccedil;os de itens como &oacute;leo, carne e a&ccedil;&uacute;car, por exemplo. No piso das estimativas, Tatiana projeta alta de 0,43% do IPCA-15 neste m&ecirc;s.<br /><br />Tatiana lembra que a estabilidade da taxa de c&acirc;mbio desde o in&iacute;cio do ano, a supersafra de gr&atilde;os e a desonera&ccedil;&atilde;o de produtos relevantes para o &iacute;ndice foram insuficientes para que os alimentos desacelerassem com mais intensidade at&eacute; aqui. A sazonalidade, diz, tende a ser benigna at&eacute; junho, quando ainda &eacute; poss&iacute;vel que os alimentos mostrem descompress&atilde;o maior e compensem, ao menos parcialmente, o reajuste de tarifas de transporte urbano em S&atilde;o Paulo e no Rio. Depois disso, o cen&aacute;rio tende a ser menos favor&aacute;vel.<br /><br />Para a economista, a resist&ecirc;ncia dos pre&ccedil;os dos alimentos &eacute; uma quest&atilde;o ligada &agrave; demanda. De acordo com estudo elaborado pelo banco, os efeitos que os aumentos de renda t&ecirc;m sobre a evolu&ccedil;&atilde;o desses pre&ccedil;os n&atilde;o s&atilde;o desprez&iacute;veis e ainda geram um efeito em cadeia, pois tamb&eacute;m contribuem para aumentos de outros itens.<br /><br />Para Priscila Godoy, economista da Rosenberg &amp; Associados, a demanda tem parte nessa evolu&ccedil;&atilde;o porque permite que o varejo repasse redu&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os em menor magnitude. No entanto, diz, a lenta transmiss&atilde;o da defla&ccedil;&atilde;o de produtos agropecu&aacute;rios no atacado para o varejo est&aacute; ligada tamb&eacute;m ao encarecimento do frete, seja por altera&ccedil;&otilde;es na legisla&ccedil;&atilde;o, seja por causa dos reajustes do diesel neste ano. Para ela, diante desse cen&aacute;rio, a perspectiva de defla&ccedil;&atilde;o de alimentos em algum momento deste trimestre tamb&eacute;m passou a parecer bem menos prov&aacute;vel.<br /><br />Apesar da &ecirc;nfase na evolu&ccedil;&atilde;o de alimentos, grupo que mais tem contribu&iacute;do para manter o IPCA pressionado, os n&uacute;cleos tamb&eacute;m devem continuar elevados. Como s&atilde;o uma medida que procura expurgar ou suavizar as oscila&ccedil;&otilde;es dos pre&ccedil;os mais vol&aacute;teis, indicam que a alta dos pre&ccedil;os n&atilde;o est&aacute; concentrada em alguns itens, e sim espalhada pela economia.<br /><br />Outro indicador que tem sido monitorado com aten&ccedil;&atilde;o pelo Banco Central por mensurar a porcentagem de pre&ccedil;os em alta no m&ecirc;s, o &iacute;ndice de difus&atilde;o deve acompanhar a evolu&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os dos alimentos e desacelerar, avalia Priscila, da Rosenberg, embora continue acima de 60%, "o que ainda n&atilde;o &eacute; confort&aacute;vel".<br /><br />No m&ecirc;s fechado, Priscila projeta alta em torno de 0,30% do IPCA, j&aacute; que o efeito do reajuste dos medicamentos anunciado no in&iacute;cio de abril deve perder for&ccedil;a na leitura para o m&ecirc;s cheio. J&aacute; Muller, da Quest, revisou sua estimativa de 0,30% para 0,39% em fun&ccedil;&atilde;o, novamente, da evolu&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os dos alimentos. Diante do cen&aacute;rio de infla&ccedil;&atilde;o mais elevada nos pr&oacute;ximos dois meses, o economista elevou sua proje&ccedil;&atilde;o para o IPCA neste ano de 5,7% para 5,9%.<br /><br />Tatiana, do Santander, avalia que a sazonalidade positiva ainda a faz trabalhar com um n&uacute;mero baixo para junho, inferior a 0,30%. A economista afirma, no entanto, que se a infla&ccedil;&atilde;o continuar a subir 0,5% por m&ecirc;s a partir de junho, pode precisar revisar sua proje&ccedil;&atilde;o para o IPCA em 2013, hoje em 6%.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Regras para pagar com celular podem ampliar bancarização]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=5&amp;clipping=37051</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:24:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Por meio da cria&ccedil;&atilde;o de regras para pagamentos a partir de celulares, o governo quer alcan&ccedil;ar a popula&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o tem acesso &agrave; rede banc&aacute;ria, disse o diretor de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria do Banco Central, Aldo Mendes. Ele destacou que a Medida Provis&oacute;ria (MP) 615, publicada na &uacute;ltima segunda-feira no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, tem um prazo de seis meses para ser regulamentada por meio de instrumentos normativos do BC, Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es e Minist&eacute;rio da Fazenda.<br /><br />O diretor participou de coletiva de imprensa para explicar a MP. Segundo Mendes, as normas buscar&atilde;o contemplar quesitos como a universalidade e seguran&ccedil;a do sistema. Al&eacute;m disso, pode haver um limite para o valor dos pagamentos a partir dos dispositivos m&oacute;veis.<br /><br />Mendes colocou que a regulamenta&ccedil;&atilde;o seguir&aacute; o princ&iacute;pio de que deve haver uma interoperabilidade do sistema, ou seja, que pagamentos possam ser feitos entre clientes de diferentes empresas de telefonia. "Queremos o arranjo mais aberto poss&iacute;vel. Quanto mais universal, melhor", disse. Como garantia de seguran&ccedil;a, o recurso do consumidor n&atilde;o se confundir&aacute; com o da operadora ou outras pessoas jur&iacute;dicas envolvidas na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o.<br /><br />O modelo deve servir para transfer&ecirc;ncias financeiras de t&iacute;quete mais baixo e o usu&aacute;rio n&atilde;o precisar&aacute; ter conta banc&aacute;ria.<br /><br />O secret&aacute;rio de Telecomunica&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, Maximiliano Salvadori, que tamb&eacute;m participou da coletiva, disse que o objetivo da medida provis&oacute;ria &eacute; regular um cen&aacute;rio j&aacute; existente. "As operadoras j&aacute; est&atilde;o provendo [ferramentas para pagamento via celular]. Com esse marco legal, h&aacute; um ambiente mais definido", ponderou.<br /><br />Segundo Salvadori, contatos da pasta com as operadoras de telefonia revelam que h&aacute; uma inten&ccedil;&atilde;o das empresas de alcan&ccedil;ar 50% de sua base de clientes em curto prazo com o pagamento desde o dispositivo m&oacute;vel.<br /><br />"Como s&atilde;o 260 milh&otilde;es de linhas ativas no Pa&iacute;s, em aproximadamente dois anos [o sistema de pagamentos pelo celular] pode ter 130 milh&otilde;es de usu&aacute;rios", estimou. Salvadori diz que a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; que a partir da regulamenta&ccedil;&atilde;o do governo o pagamento seja "t&atilde;o simples quanto enviar SMS" e possa ser feito a partir de celulares com tecnologia 2G, os mais simples do mercado. Al&eacute;m disso, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; que n&atilde;o seja necess&aacute;rio usar a Internet. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[BC admite ação tempestiva e reafirma controle inflacionário]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=2&amp;clipping=37050</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:22:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Depois de atingir picos no primeiro trimestre, a infla&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou a desacelerar e tende a continuar a cair nos pr&oacute;ximos meses, disse ontem o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini. Em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na C&acirc;mara dos Deputados, ele assegurou que os pre&ccedil;os est&atilde;o sob controle e que n&atilde;o h&aacute; risco de o &iacute;ndice oficial fechar o ano acima do teto da meta, de 6,5%.<br /><br />De acordo com Tombini, o principal fator que manteve a infla&ccedil;&atilde;o elevada no in&iacute;cio de 2013 foi o choque nos pre&ccedil;os dos alimentos, que dependem de fatores externos, n&atilde;o ligados &agrave; pol&iacute;tica monet&aacute;ria. Segundo ele, o in&iacute;cio do ciclo de aumento da taxa b&aacute;sica de juros (Selic) e o al&iacute;vio nas press&otilde;es dos pre&ccedil;os de determinados alimentos impedir&atilde;o que a infla&ccedil;&atilde;o fuja do controle.<br /><br />"O Banco Central tem se esfor&ccedil;ado para colocar infla&ccedil;&atilde;o em decl&iacute;nio a partir do segundo trimestre. Nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s meses, infla&ccedil;&atilde;o ser&aacute; menor que no come&ccedil;o do ano. No in&iacute;cio do segundo semestre, a infla&ccedil;&atilde;o acumulada em 12 meses come&ccedil;ar&aacute; a ficar abaixo do teto da meta", declarou.<br /><br />Al&eacute;m do aumento dos juros, Tombini ressaltou que continuar&aacute; a fazer declara&ccedil;&otilde;es &agrave; imprensa e ao mercado para refor&ccedil;ar o compromisso da autoridade monet&aacute;ria com o controle da infla&ccedil;&atilde;o. "A comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; parte importante na consecu&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica monet&aacute;ria. As informa&ccedil;&otilde;es repassadas pelo Banco Central contribuem para as decis&otilde;es dos agentes econ&ocirc;micos", declarou.<br /><br />Para Tombini, o novo ciclo de aumento na taxa Selic n&atilde;o interferir&aacute; no crescimento da economia em 2013. "O que o Banco Central est&aacute; fazendo &eacute; compat&iacute;vel com a recupera&ccedil;&atilde;o gradual da economia. O combate &agrave; infla&ccedil;&atilde;o fortalece a confian&ccedil;a na economia, ao mesmo tempo em que protege a renda do trabalhador", destacou. Ele manteve a proje&ccedil;&atilde;o de que o Produto Interno Bruto (PIB), soma de tudo o que o pa&iacute;s produz, crescer&aacute; 3,1% neste ano.<br /><br />De acordo com Tombini, estas proje&ccedil;&otilde;es indicam sustentabilidade no processo de recupera&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o brasileira. Ele destacou, em audi&ecirc;ncia na Comiss&atilde;o Mista de Or&ccedil;amento do Congresso, o crescimento da produ&ccedil;&atilde;o industrial nos &uacute;ltimos meses e que deve ir na mesma dire&ccedil;&atilde;o no segundo trimestre de 2013.<br /><br />Ele negou ainda que o Banco Central esteja trabalhando para que a infla&ccedil;&atilde;o fique pr&oacute;xima do teto da meta. Tombini reafirmou que a autoridade monet&aacute;ria mira o centro da meta de infla&ccedil;&atilde;o, que &eacute; de 4,5% com toler&acirc;ncia de dois pontos percentuais.<br /><br />De acordo com o presidente do BC, o fato de a infla&ccedil;&atilde;o ter fechado os &uacute;ltimos anos acima do centro da meta decorre de choques nos pre&ccedil;os de alimentos e commodities (bens prim&aacute;rios com cota&ccedil;&atilde;o no mercado internacional). "N&atilde;o abandonamos o centro da meta. O Banco Central n&atilde;o persegue o teto. O objetivo &eacute; o centro da meta, mas o que existe &eacute; acomoda&ccedil;&atilde;o de choques", declarou.<br /><br />Com rela&ccedil;&atilde;o ao c&acirc;mbio, Tombini comentou que a taxa "se moveu" do come&ccedil;o de 2012 para c&aacute; e que n&atilde;o h&aacute; indica&ccedil;&otilde;es para onde vai. No entanto, na an&aacute;lise do presidente da institui&ccedil;&atilde;o, o que interessa para competi&ccedil;&atilde;o &eacute; o c&acirc;mbio real e n&atilde;o o nominal, que pode ser neutralizado pela infla&ccedil;&atilde;o. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Prefeituras comprarão mais alimentos da agricultura familiar]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37049</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:20:47 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Todos os munic&iacute;pios est&atilde;o debatendo a melhor forma de atender a determina&ccedil;&atilde;o do governo federal de aplicar 30% dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Escolar (FNDE) na compra de g&ecirc;neros cultivados por produtores da agricultura familiar. O tema, seus benef&iacute;cios e problemas estar&atilde;o sendo discutidos tamb&eacute;m pelos participantes do 9&ordm; F&oacute;rum Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar, marcado para amanh&atilde; e o dia 24 de maio. Tanto entre os gestores de escolas quanto entre especialistas que participar&atilde;o do 9&ordm; F&oacute;rum Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar, que &eacute; promovido pela Fenerc - Federa&ccedil;&atilde;o Nacional das Empresas de Refei&ccedil;&otilde;es Coletivas, h&aacute; uma perspectiva de crescimento na ades&atilde;o de prefeituras &agrave; compra de g&ecirc;neros da agricultura familiar. Em S&atilde;o Carlos, j&aacute; aconteceu o 5&deg; Encontro Estadual de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar promovido pelo Conselho Estadual de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar do Estado de S&atilde;o Paulo. O evento reuniu cerca de 270 munic&iacute;pios para forma&ccedil;&atilde;o, articula&ccedil;&atilde;o e troca de experi&ecirc;ncia sobre nutri&ccedil;&atilde;o. Em Araraquara, a participa&ccedil;&atilde;o de produtores rurais da regi&atilde;o no fornecimento de hortifr&uacute;tis para a merenda escolar aumentou cinco vezes este ano em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. Semanalmente, eles fornecem 25 toneladas de produtos para cerca de 100 escolas municipais e estaduais de Araraquara.<br /><strong><br />Produ&ccedil;&atilde;o e Interesse</strong><br /><br />Segundo levantamento do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (MDA), respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o da agricultura familiar, ela j&aacute; responde hoje por 70% de todo o feij&atilde;o produzido no Pa&iacute;s, por 87% da mandioca, 46% do milho, 58% do leite, 30% da carne bovina e nada menos que 59% da carne su&iacute;na. Ainda de acordo com o MDA, em 2012, o total produzido pela agricultura familiar alcan&ccedil;ou a marca de R$ 284 bilh&otilde;es<br /><br />H&aacute; interesse de todos os lados: do agricultor que encontra uma fonte confi&aacute;vel, pr&oacute;xima de sua fazenda ou s&iacute;tio e com potencial constante de compra. Tamb&eacute;m do lado das escolas, as principais vantagens s&atilde;o: ter um produto, em tese, mais saud&aacute;vel, j&aacute; que o produtor local usa menos defensivos agr&iacute;colas, e tamb&eacute;m pelo fato de os alimentos terem caracter&iacute;sticas regionais, combinando melhor com o paladar dos estudantes. A expectativa da Fenerc &eacute; receber em torno de 2.900 pessoas e 50 expositores nos dois dias do evento. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Moinhos cancelam a compra de trigo dos Estados Unidos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=37048</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:20:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Com os pre&ccedil;os norte-americanos elevados nas &uacute;ltimas semanas e as recentes quedas nos pre&ccedil;os FOB de trigo argentino, compras do cereal dos Estados Unidos ainda n&atilde;o decolaram por parte de moinhos e traders brasileiras. Apesar da proximidade do fim da exclus&atilde;o de cobran&ccedil;a de tarifa externa comum, neg&oacute;cios com os norte-americanos encontram-se muito longe da cota liberada.<br /><br />Nos dados divulgados no final da &uacute;ltima semana pelo governo dos Estados Unidos, houve cancelamento de neg&oacute;cios com trigo norte-americano por parte do mercado brasileiro. Os neg&oacute;cios (n&atilde;o embarques) que no in&iacute;cio do m&ecirc;s estavam concretizados no total de 491,3 mil toneladas no ano-safra, regrediram para 454,7 mil toneladas.<br /><br />Verificou-se cancelamento de 36,6 mil toneladas de trigo hard americano (trigo p&atilde;o), com esta classe de trigo somando neste momento 350,2 mil toneladas adquiridas n&atilde;o s&oacute; por moinhos, mas por traders, que vender&atilde;o o produto em lotes menores no mercado interno.<br /><br />De acordo com a paridade de importa&ccedil;&atilde;o de trigo calculada por AF News An&aacute;lises no &uacute;ltimo dia 15, o trigo argentino tinha vantagem de R$ 69/ton em rela&ccedil;&atilde;o ao hard americano, lembrando que esta diferen&ccedil;a chegou a estar favor&aacute;vel ao trigo dos EUA em meados de abril.<br /><br />Com isso, a quase totalidade dos embarques argentinos de trigo previstos s&atilde;o, atualmente, destinados ao mercado brasileiro.<br /><br />A esperan&ccedil;a de moinhos locais &eacute; que os pre&ccedil;os norte-americanos caiam no final deste m&ecirc;s e in&iacute;cio do pr&oacute;ximo, e com isso as cota&ccedil;&otilde;es tornem-se vi&aacute;veis nos atuais pre&ccedil;os de farinhas de trigo.<br /><br /><strong>Oferta baixa no Pa&iacute;s</strong><br /><br />Os compradores brasileiros est&atilde;o cada vez mais preocupados com a disponibilidade de trigo em gr&atilde;o no curto prazo, avaliou ontem o Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea).<br /><br />Segundo dados do Seab/Deral citados pelo Cepea, no Paran&aacute;, 99% da safra j&aacute; teria sido negociada at&eacute; o final de abril. Al&eacute;m disso, 4% do gr&atilde;o da safra que ainda est&aacute; sendo semeada j&aacute; teria sido comercializada, fato incomum para este mercado, acrescentou o centro.<br /><br />Em meio a uma sinaliza&ccedil;&atilde;o de alguns vendedores de que seus estoques j&aacute; estariam quase zerados, e com os altos pre&ccedil;os no mercado internacional, os compradores estariam se voltando aos leil&otilde;es da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para obter os gr&atilde;os, mesmo que o produto ofertado pela companhia n&atilde;o tenha a qualidade por eles desejada.<br /><br />Na &uacute;ltima semana, o pre&ccedil;o m&eacute;dio pago ao produtor (balc&atilde;o) no mercado ga&uacute;cho ficou est&aacute;vel, enquanto no mercado de lote (entre empresas) houve avan&ccedil;o do 1,7%.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Reciclagem milionária]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=30&amp;clipping=37047</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:18:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Reciclanip, entidade criada pelos fabricantes de pneus, vai investir R$ 87 milh&otilde;es at&eacute; o fim deste ano com os custos log&iacute;sticos de retirada e de destina&ccedil;&atilde;o final correta de material descart&aacute;vel.<br /><br />A iniciativa faz parte da pol&iacute;tica nacional de res&iacute;duos s&oacute;lidos do setor.<br /><br />No primeiro trimestre de 2013, a entidade recolheu 90 mil toneladas de pneus, o que representa uma eleva&ccedil;&atilde;o de 1,5% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado.<br /><br />"O investimento &eacute; rateado entre os fabricantes conforme a fatia de mercado que cada um tem", afirma Cesar Faccio, da Reciclanip.<br /><br />Entre os fabricantes est&atilde;o Pirelli, Michelin, Goodyear, Bridgestone e Continental.<br /><br />"Cerca de 60% do gasto &eacute; com o trabalho de pegar o produto nos pontos de coleta, levar para a reciclagem e, depois, para o destino final", diz Faccio.<br /><br />Um dos destinos dos pneus &eacute; a ind&uacute;stria do cimento, que o utiliza como combust&iacute;vel alternativo. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Salários podem perder fôlego, mas custo do trabalho ainda é gargalo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=3&amp;clipping=37046</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:18:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Cria&ccedil;&atilde;o menor de vagas reduz press&atilde;o por reajuste salarial, mas impacto na infla&ccedil;&atilde;o &eacute; d&uacute;vida<br /><br />Os n&uacute;meros de cria&ccedil;&atilde;o de vagas formais de emprego em abril divulgados ontem confirmam a desacelera&ccedil;&atilde;o do mercado de trabalho.<br /><br />A redu&ccedil;&atilde;o entre o saldo de contrata&ccedil;&otilde;es e demiss&otilde;es mostra que a demanda por trabalhadores vem perdendo f&ocirc;lego. O resultado disso tende a ser reajustes salariais mais baixos e, portanto, menor press&atilde;o para a eleva&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os, principalmente dos servi&ccedil;os.<br /><br />Embora o fen&ocirc;meno possa ajudar a reduzir a infla&ccedil;&atilde;o, a contribui&ccedil;&atilde;o tende a ser moderada, em consequ&ecirc;ncia dos persistentes gargalos na oferta de m&atilde;o de obra. Existe um limite, atualmente apertado, para a contribui&ccedil;&atilde;o do mercado de trabalho para uma infla&ccedil;&atilde;o menor no Brasil.<br /><br />Economistas projetam que a taxa de desemprego --atualmente em 5,7%-- dever&aacute; subir nos pr&oacute;ximos meses, mas pouco, para n&iacute;vel pr&oacute;ximo a 6%.<br /><br />O n&uacute;mero parece baixo considerando que o crescimento esperado da economia &eacute; de cerca de 3%.<br /><br />Em 2010, quando o pa&iacute;s cresceu robustos 7,5%, a taxa m&eacute;dia de desemprego no ano foi de 6,7%.<br /><br />N&atilde;o h&aacute; contradi&ccedil;&atilde;o, no entanto, na combina&ccedil;&atilde;o dos dados de 2010 em compara&ccedil;&atilde;o com as estat&iacute;sticas atuais.<br /><br />Foi justamente a queda da taxa de desemprego nos &uacute;ltimos anos, ou seja, a incorpora&ccedil;&atilde;o de novos trabalhadores, que viabilizou o crescimento econ&ocirc;mico maior.<br /><br />O estoque de m&atilde;o de obra desocupada foi sendo absorvido na esteira das for&ccedil;as que contribu&iacute;am para a expans&atilde;o da economia (forte demanda externa pelas commodities produzidas pelo pa&iacute;s, aumento das concess&otilde;es de cr&eacute;dito, maior inclus&atilde;o social etc.).<br /><br />O problema &eacute; que a forma&ccedil;&atilde;o educacional fraca dos trabalhadores contratados acabou se transformando em freio para o crescimento.<br /><br />Quanto pior a qualifica&ccedil;&atilde;o da m&atilde;o de obra, menor sua contribui&ccedil;&atilde;o para que os setores econ&ocirc;micos se tornem mais produtivos.<br /><br />Os sal&aacute;rios cresceram fortemente, enquanto a produtividade (medida de efici&ecirc;ncia) avan&ccedil;ou pouco.<br /><br />Al&eacute;m disso, os investimentos n&atilde;o deram o salto necess&aacute;rio para tornar o processo produtivo mais eficiente.<br /><br />O resultado &eacute; que o crescimento potencial --medida de quanto o pa&iacute;s consegue se expandir sem provocar infla&ccedil;&atilde;o-- parece ter ca&iacute;do.<br /><br />Isso explica porque, mesmo crescendo a uma taxa relativamente baixa, a economia brasileira continua operando no limite de sua capacidade, com um n&iacute;vel de m&atilde;o de obra empregada alto em compara&ccedil;&atilde;o com cen&aacute;rios vistos no passado e press&otilde;es inflacion&aacute;rias ainda fortes.<br /><br />Os sal&aacute;rios, por exemplo, devem aumentar em ritmo menor, mas seguir em alta.<br /><br />Parece haver um consenso crescente de que, para sair dessa situa&ccedil;&atilde;o de aperto, o pa&iacute;s precisa modernizar sua infraestrutura, investir em inova&ccedil;&atilde;o, acelerar o ritmo de avan&ccedil;os educacionais. Tudo isso leva tempo. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Embargo russo afeta Minerva e Marfrig]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=14&amp;clipping=37045</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:17:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O servi&ccedil;o sanit&aacute;rio russo, o Rosselkhoznadzor, suspendeu temporariamente na sexta-feira as importa&ccedil;&otilde;es de duas unidades de bovinos do pa&iacute;s: uma da Minerva Foods, em Palmeiras de Goi&aacute;s (GO), e outra da Marfrig, em Mineiros (GO). O &oacute;rg&atilde;o tamb&eacute;m suspendeu as importa&ccedil;&otilde;es da unidade de frango da Seara Brasil, controlada pela Marfrig, em Itapiranga (SC).<br /><br />Em comunicado em seu site, o servi&ccedil;o sanit&aacute;rio russo informa que a suspens&atilde;o &eacute; uma resposta &agrave; detec&ccedil;&atilde;o da bact&eacute;ria listeria em lotes de carne comprados pela R&uacute;ssia das tr&ecirc;s unidades. O &oacute;rg&atilde;o diz que a restri&ccedil;&atilde;o acontece devido &agrave;s "repetidas n&atilde;o conformidades" encontradas.<br /><br />Em comunicado, a Marfrig Alimentos disse que n&atilde;o havia sido notificada sobre a suspens&atilde;o das duas unidades. Segundo a empresa, se a suspens&atilde;o for confirmada, "as exporta&ccedil;&otilde;es para a R&uacute;ssia continuar&atilde;o a ser realizadas atrav&eacute;s das demais unidades produtoras das divis&otilde;es Seara e Marfrig Beef no Brasil, n&atilde;o impactando os volumes vendidos para aquele destino".<br /><br />A empresa destacou, no comunicado que divulgou, sua estrat&eacute;gia de diversifica&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica e de prote&iacute;nas, "o que permite transpor eventuais barreiras comerciais e sanit&aacute;rias atrav&eacute;s do redirecionamento da produ&ccedil;&atilde;o entre unidades, regi&otilde;es ou pa&iacute;ses, sem afetar seu n&iacute;vel de produ&ccedil;&atilde;o".<br /><br />A Minerva confirmou a suspens&atilde;o da unidade e disse que outras plantas da companhia continuam habilitadas a exportar para a R&uacute;ssia. Informou ainda estar "adequando as demandas russas" para tais unidades, com o objetivo de anular o efeito da suspens&atilde;o.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Abilio e Casino discutem sobre Via Varejo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=31&amp;clipping=37044</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:17:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O futuro da Via Varejo, empresa formada da uni&atilde;o de Casas Bahia e Ponto Frio, virou novo foco de desentendimento entre o Casino, controlador do Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car (GPA), e Abilio Diniz, acionista da empresa.<br /><br />A origem da desaven&ccedil;a est&aacute; num primeiro pedido de informa&ccedil;&otilde;es de Abilio, em carta ao Casino no dia 12 de maio, a respeito de informa&ccedil;&otilde;es veiculadas na imprensa de que a fam&iacute;lia Klein, acionista de Via Varejo, teria obtido recursos com bancos para a compra do controle da rede de eletroeletr&ocirc;nicos. E estaria em negocia&ccedil;&otilde;es avan&ccedil;adas para essa aquisi&ccedil;&atilde;o. O GPA tem 52,4% das a&ccedil;&otilde;es ordin&aacute;rias de Via Varejo e os Klein, 47%.<br /><br />Em dois par&aacute;grafos, Abilio pergunta se a informa&ccedil;&atilde;o das conversas entre as partes era verdadeira. Dois dias depois, em 14 de maio, o Casino informa que Abilio n&atilde;o tem o direito de solicitar a confirma&ccedil;&atilde;o ou a nega&ccedil;&atilde;o dos rumores, porque caso as conversas existissem, o empres&aacute;rio n&atilde;o poderia participar delas antes que, concretizada a inten&ccedil;&atilde;o do acionista controlador, o tema fosse levado ao conselho da varejista. Diz que Abilio deveria questionar En&eacute;as Pestana, presidente do GPA, sobre o tema. Mas no fim da carta, informa que n&atilde;o existiam negocia&ccedil;&otilde;es com os Klein - que nunca apresentaram uma proposta formal de compra, apesar de rumores que circularam no mercado, informam fontes.<br /><br />Abilio respondeu ao s&oacute;cio franc&ecirc;s na segunda-feira, classificando a posi&ccedil;&atilde;o dos franceses como "abusiva". Escreve que, ao Casino dizer que "somente depois de concretizada a inten&ccedil;&atilde;o do acionista controlador" o tema seria levado ao conselho, o Casino deixa transparecer uma "vis&atilde;o distorcida" de que o conselho de administra&ccedil;&atilde;o apenas ratifica a determina&ccedil;&atilde;o do Casino. "A CBD [GPA] n&atilde;o &eacute; um departamento do Casino", escreveu.<br /><br />Para o s&oacute;cio franc&ecirc;s, essa discuss&atilde;o em torno do assunto nos &uacute;ltimos dias n&atilde;o caberia mais, visto que os Klein j&aacute; informaram no dia 10 de maio, como antecipou o Valor, que v&atilde;o se desfazer de parte de suas a&ccedil;&otilde;es na Via Varejo - sinal claro de que a fam&iacute;lia n&atilde;o teria planos de comprar o controle da empresa.<br /><br />H&aacute; um processo arbitral em andamento na C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Internacional em que Abilio pede que o Casino n&atilde;o viole os seus direitos como presidente do conselho de GPA, e esse processo est&aacute; em andamento. O fato &eacute; que o acordo de acionistas de Abilio com o Casino, assinado em 2006, garante ao brasileiro a posi&ccedil;&atilde;o de presidente do conselho do GPA se forem mantidos os bons resultados do grupo e tamb&eacute;m se Abilio continuar saud&aacute;vel. O empres&aacute;rio entende que, caso n&atilde;o participe de decis&otilde;es envolvendo Via Varejo, os resultados do grupo podem ficar comprometidos. Para o Casino, o envolvimento de Abilio acontece por meio de discuss&otilde;es no conselho de administra&ccedil;&atilde;o de Via Varejo.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Em obras, Ceagesp quer se tornar 'novo Mercadão']]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=12&amp;clipping=37043</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:01:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Ceagesp, maior entreposto de legumes, frutas e hortali&ccedil;as da Am&eacute;rica Latina, planeja agilizar o trabalho de carga e descarga de mercadorias e melhorar a seguran&ccedil;a dos frequentadores.<br /><br />Situado entre as marginais Pinheiros e Tiet&ecirc;, em S&atilde;o Paulo, o complexo dever&aacute; receber um investimento de R$ 25 milh&otilde;es e ganhar c&acirc;meras de monitoramento, portarias reformadas, sinaliza&ccedil;&otilde;es e orientadores de tr&acirc;nsito.<br /><br />O entreposto &eacute; vinculado ao governo federal. A C3V, vencedora da licita&ccedil;&atilde;o para o servi&ccedil;o, estima que as melhorias estar&atilde;o prontas em novembro.<br /><br />"A ideia &eacute; que a Ceagesp atraia mais visitantes aos fins de semana e se torne um cart&atilde;o-postal da cidade, como o Mercad&atilde;o", diz o presidente da empresa, Roberto Barreto.<br /><br />Segundo ele, o monitoramento do tr&aacute;fego ser&aacute; 24 horas e em tempo real, o que vai desafogar pontos de congestionamento comuns atualmente, inclusive no entorno.<br /><br />A Ceagesp diz que haver&aacute; maior controle das milhares de pessoas que circulam ali todos os dias.<br /><br />Afirma ainda que at&eacute; a qualidade dos alimentos comercializados vai melhorar. Descarregados mais rapidamente, estar&atilde;o mais frescos.<br /><br />A C3V vai arrecadar com tarifas para a circula&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos. Nem todos pagam hoje. O custo para caminh&otilde;es de dois eixos, por exemplo, ser&aacute; de R$ 3,70 por quatro horas.<br /><br />Para Barreto, o valor &eacute; baixo se comparado &agrave; economia de combust&iacute;vel que haver&aacute; com as mudan&ccedil;as.<br /><br />O valor global do contrato &eacute; de R$ 141 milh&otilde;es para oito anos de concess&atilde;o. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Exportações de aves e carne vão em sentido oposto]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=14&amp;clipping=37042</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:00:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O setor pecu&aacute;rio, que liderou a receita das exporta&ccedil;&otilde;es do agroneg&oacute;cio no primeiro trimestre, passa por dois momentos diferentes que podem afetar sua posi&ccedil;&atilde;o na balan&ccedil;a comercial. De um lado, a produ&ccedil;&atilde;o de bovinos tem embarcado volumes maiores para garantir a receita de exporta&ccedil;&atilde;o e j&aacute; come&ccedil;a a abater f&ecirc;meas para garantir as margens. Do outro lado a avicultura, cuja receita tem sido garantida pelos pre&ccedil;os mais altos e pode ser ampliada com a abertura do mercado mexicano. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Grupo Petrópolis amplia aportes]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=10&amp;clipping=37041</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:59:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O Grupo Petr&oacute;polis aumenta os investimentos em marketing em 2013 por meio de patroc&iacute;nios, a&ccedil;&otilde;es em pontos de venda e campanhas publicit&aacute;rias. A empresa disponibilizar&aacute; R$ 360 milh&otilde;es para as iniciativas, o que representa mais que o dobro do ano passado, quando os gastos foram de R$ 172 milh&otilde;es. Com a a&ccedil;&atilde;o a empresa pretende chegar a 14% do mercado at&eacute; 2014. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Renovação do novo Código Comercial cria polêmica]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37040</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:59:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Com mais de 160 anos, o C&oacute;digo Comercial brasileiro j&aacute; foi esvaziado com a cria&ccedil;&atilde;o de leis para acompanhar o avan&ccedil;o da tecnologia e a moderniza&ccedil;&atilde;o dos neg&oacute;cios. V&aacute;rios cap&iacute;tulos do C&oacute;digo foram substitu&iacute;dos por leis especiais, como a Lei das Sociedades An&ocirc;nimas, de 1976; a Lei de T&iacute;tulos de Cr&eacute;dito Comercial, de 1980; e a Lei de Recupera&ccedil;&atilde;o de Empresas. Por isso, sua renova&ccedil;&atilde;o tem gerado pol&ecirc;mica, uma vez que muitas quest&otilde;es passaram a ser regidas pelo C&oacute;digo Civil de 2002 considerado tamb&eacute;m um forte candidato &agrave; reformula&ccedil;&otilde;es para atender as necessidades do mercado. Para alguns especialistas as normas existentes devem ser aprimoradas e para outros existe a necessidade latente da cria&ccedil;&atilde;o de um regramento espec&iacute;fico para as rela&ccedil;&otilde;es comerciais.<br /><br />Para os juristas Bernardo Pimenta Batista Silva e Emanuelly Marciano Rodrigues Castro, advogados especialistas em Direito Societ&aacute;rio do Marcelo Tostes Advogados, neste momento, a forma proposta para altera&ccedil;&atilde;o de disposi&ccedil;&otilde;es legais por meio da institui&ccedil;&atilde;o de um novo C&oacute;digo Comercial n&atilde;o parece a melhor solu&ccedil;&atilde;o. "Defendemos que a elabora&ccedil;&atilde;o de um novo C&oacute;digo Comercial seria desnecess&aacute;ria na medida em que as altera&ccedil;&otilde;es propostas no Projeto de Lei em tramita&ccedil;&atilde;o poderiam se dar atrav&eacute;s de altera&ccedil;&otilde;es pontuais em relevantes "microssistemas" que regulamentam o direito comercial. Um dos motivos para adotarmos esta posi&ccedil;&atilde;o reside no fato de que quando o Congresso Nacional discute um Projeto de Lei t&atilde;o extenso (tanto em quantidade de artigos, 670, quanto na abrang&ecirc;ncia de mat&eacute;rias) sua capacidade de foco na discuss&atilde;o &eacute; dissipada dentre as diversas mat&eacute;rias tratadas no texto, o que, em tese, poderia acarretar em altera&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o tiveram a detida an&aacute;lise sobre as consequ&ecirc;ncias dela advindas", dizem.<br /><br />Os juristas salientam que, para a aprova&ccedil;&atilde;o de um "novo c&oacute;digo", a mobiliza&ccedil;&atilde;o parlamentar e os gastos de recursos p&uacute;blicos s&atilde;o muito maiores do que seriam para a discuss&atilde;o e aprova&ccedil;&atilde;o de altera&ccedil;&otilde;es pontuais e relevantes na legisla&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Os especialistas pr&oacute;-reforma do C&oacute;digo Comercial defendem, no entanto, que a mudan&ccedil;a &eacute; necess&aacute;ria porque uma norma espec&iacute;fica trar&aacute; seguran&ccedil;a jur&iacute;dica &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es, e aumentar&aacute; os investimentos no Pa&iacute;s. Para os juristas o C&oacute;digo Civil de 2002 n&atilde;o contempla regras que atendam as necessidades trazidas pelas rela&ccedil;&otilde;es comerciais.<br /><br />Para o mestre doutor em Direito Comercial e coordenador do curso de especializa&ccedil;&atilde;o de Direito Empresarial da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo (PUC-SP), Marcus El&iacute;dius, existe uma resist&ecirc;ncia de alguns setores da &aacute;rea jur&iacute;dica que julgavam que seriam necess&aacute;rias mudan&ccedil;as pontuais no C&oacute;digo Civil e n&atilde;o um novo c&oacute;digo, mas para o jurista &eacute; necess&aacute;rio uma regra &uacute;nica para reger as rela&ccedil;&otilde;es comerciais. "Porque o C&oacute;digo Civil estabelece regras para as duas partes, enquanto, o direito comercial deve e pode atingir diversas partes envolvidas, o que fica comprometido com as normas trazidas pelo C&oacute;digo Civil", defende El&iacute;dius.<br /><br />Segundo Armando Luiz Rovai, presidente da Comiss&atilde;o de acompanhamento do novo C&oacute;digo Comercial pela Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional S&atilde;o Paulo (OAB-SP) e professor da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo PUC-SP e da Universidade Mackenzie, o C&oacute;digo Civil na parte de direito de empresas n&atilde;o contempla as quest&otilde;es que envolvem as rela&ccedil;&otilde;es empresariais. "A quest&atilde;o negocial eletr&ocirc;nica, por exemplo, n&atilde;o &eacute; acolhida pelo nosso ordenamento jur&iacute;dico, e as rela&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o contempladas tem dif&iacute;cil aplica&ccedil;&atilde;o no C&oacute;digo", diz. "Como a reforma do C&oacute;digo Comercial nosso ordenamento ter&aacute; regras espec&iacute;ficas para os contratos empresariais, uma tipifica&ccedil;&atilde;o das regras de direito societ&aacute;rio".<br /><br />"O C&oacute;digo Civil de 2002 veio bagun&ccedil;ar todo sistema jur&iacute;dico das Sociedades Ltdas. Hoje, &eacute; uma inc&oacute;gnita se trabalhar com S.A. nos termos legais. Balan&ccedil;o de S.A. ningu&eacute;m sabe como se faz para publicar, penhora de cotas ningu&eacute;m sabe como funciona, delibera&ccedil;&atilde;o de cotas e delibera&ccedil;&atilde;o societ&aacute;ria ningu&eacute;m sabe como fazer, exclus&atilde;o de s&oacute;cios extrajudicial &eacute; praticamente uma loteria. Tudo isso, porque o C&oacute;digo Civil na parte de direito de empresas n&atilde;o atende a realidade das rela&ccedil;&otilde;es empresariais", afirma Rovai.<br /><br />Para o ministro do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ), Jo&atilde;o Ot&aacute;vio de Noronha, presidente da Comiss&atilde;o respons&aacute;vel pela elabora&ccedil;&atilde;o do anteprojeto do novo C&oacute;digo Comercial, o Brasil precisa urgentemente de uma legisla&ccedil;&atilde;o moderna e mais inteligente. "Que seja capaz de fortalecer as rela&ccedil;&otilde;es comerciais, eliminar conflitos e inserir o Pa&iacute;s no mercado comercial globalizado", diz. Segundo ele, o ambiente comercial exige confian&ccedil;a e seguran&ccedil;a jur&iacute;dica.<br /><br />De acordo com F&aacute;bio Ulhoa Coelho, relator da comiss&atilde;o, a legisla&ccedil;&atilde;o atual "maltrata" o empres&aacute;rio brasileiro, com exig&ecirc;ncias atrasadas e burocr&aacute;ticas.<br /><br />A Comiss&atilde;o ter&aacute; seis meses para concluir seus trabalhos e apresentar um anteprojeto do C&oacute;digo ao Senado. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Indústria cria mais empregos mas recuperação ainda é lenta]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=3&amp;clipping=37039</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:58:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A alta de 0,49% na cria&ccedil;&atilde;o de vagas de emprego em abril na ind&uacute;stria, com 40,6 mil novos postos, n&atilde;o pode ser considerado um indicador de recupera&ccedil;&atilde;o do setor. Ao observarem os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE), especialistas consultados pelo DCI disseram acreditar que o setor de servi&ccedil;os - que teve alta de 0,46%, com 72,2 mil novas vagas - deve continuar a dominar o crescimento da economia do Pa&iacute;s e que essa recupera&ccedil;&atilde;o de vagas industriais &eacute; apenas um indicador pontual de alta.<br /><br />Na opini&atilde;o do professor da Metrocamp, Francis Regis Irineu, esse dado mostra apenas uma recupera&ccedil;&atilde;o da perda que o setor sofreu no ano passado. "O ano passado foi muito complicado e a quantidade de emprego diminuiu, isso &eacute; s&oacute; um sinal que neste momento deu uma recuperada mas n&atilde;o &eacute; um aumento significativo. Com certeza, servi&ccedil;os esta em franco crescimento em termos de contrata&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma porta de entrada para o trabalhador", completou o professor.<br /><br />O professor da Universidade Anhembi Morumbi, Marcello Gonella, pensa da mesma maneira, "na quest&atilde;o da ind&uacute;stria acho que ela vai ser melhor [esse ano que no ano passado] mas n&atilde;o d&aacute; para dizer ainda que est&aacute; tendo uma recupera&ccedil;&atilde;o como um todo, porque a ind&uacute;stria de bens dur&aacute;veis &eacute; muito dependente do mercado externo que ainda continua com pouca recupera&ccedil;&atilde;o ent&atilde;o tudo isso tem um reflexo muito grande na ind&uacute;stria e al&eacute;m de nossos custos, nossas dificuldade de competitividade e nisso eu n&atilde;o vejo perspectivas de melhoras, n&atilde;o &eacute; a retomada", afirmou.<br /><br />Ele explica que estamos vivendo um momento dif&iacute;cil de fazer previs&otilde;es, "em janeiro tivemos aumento da atividade econ&ocirc;mica e em fevereiro uma revers&atilde;o e em mar&ccedil;o e abril manteve-se com uma proje&ccedil;&atilde;o conforme o esperado, estamos tendo dificuldade de equilibrar a economia como um todo, dificuldade de controlar a infla&ccedil;&atilde;o, que est&aacute; ligada ao setor de servi&ccedil;os". Gonella completa dizendo que "o setor de servi&ccedil;os vem muito forte, &eacute; para onde vai a maior parte do consumo das fam&iacute;lias, junto com o setor agropecu&aacute;rio ele &eacute; o que mais tem impulsionado o PIB [Produto Interno Bruto]" .<br /><br />Mais dados<br /><br />Em abril o Brasil criou 196 mil postos formais de emprego, com crescimento de 0,49% em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s anterior, o setor da constru&ccedil;&atilde;o civil foi respons&aacute;vel pela cria&ccedil;&atilde;o de 32,9 mil novas vagas, com alta de 1,03% e a agricultura por 24,8 mil novas vagas e alta de 1,59% no n&uacute;mero.<br /><br />Para o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, que divulgou os dados do Caged, os n&uacute;meros demonstram a retomada de crescimento do emprego. "Os n&uacute;meros s&atilde;o otimistas, pois demonstram crescimento em praticamente todos os setores da economia", avalia o ministro, reiterando a expectativa do Minist&eacute;rio do Trabalho de que o Pa&iacute;s gere 1,5 milh&atilde;o de vagas este ano.<br /><br />No acumulado do ano, o emprego cresceu 1,39%, um acr&eacute;scimo de 549.064 postos de trabalho, sendo que nos &uacute;ltimos 12 meses esse patamar alcan&ccedil;ou 1.087.066 novas vagas, uma expans&atilde;o de 2,79% no n&uacute;mero de empregos com carteira assinada no Pa&iacute;s.<br /><br /><strong>Regi&otilde;es</strong><br /><br />A expans&atilde;o de vagas, segundo o cadastro divulgado pelo Minist&eacute;rio, foi verificada em praticamente todas as regi&otilde;es do Brasil. O Sudeste registrou a cria&ccedil;&atilde;o de 27,2 mil empregos com alta de 0,59% e a Regi&atilde;o Sul com mais 39,2 mil novas vagas e aumento 0,54%.<br /><br />O Centro-Oeste gerou 29,9 mil vagas com alta de 0,98% e o Norte teve 2 mil novos postos de trabalho, com acr&eacute;scimo de 0,11%. A &uacute;nica exce&ccedil;&atilde;o foi a regi&atilde;o Nordeste que registrou queda 0,03%, o que representou 1,6 mil postos. Segundo o Minist&eacute;rio isso ocorreu por conta da sazonalidade do setor sucroalcooleiro no per&iacute;odo da apura&ccedil;&atilde;o dos dados.<br /><br />Os estados de Goi&aacute;s e Sergipe foram recordistas em crescimento de emprego com respectivamente 18,6 mil e 2,5 mil novos postos no per&iacute;odo. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Coop inicia campanha de inverno]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=31&amp;clipping=37038</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:56:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Seguindo seu calend&aacute;rio promocional, a Coop - Cooperativa de Consumo - acaba de lan&ccedil;ar o Festival de Inverno e Festa Junina, que at&eacute; o dia 23 de junho estar&aacute; com uma s&eacute;rie de ofertas e a&ccedil;&otilde;es em todas as unidades da rede. <br /><br />Durante esse per&iacute;odo, a expectativa &eacute; elevar o fornecimento m&eacute;dio, em torno de 10%, de p&atilde;es, creme de leite, leite condensado, leite de coco, derivados do milho, pipocas, bolos, chocolates em barra, massas, sopas, molho, queijos, vinhos, al&eacute;m de pipoqueira, equipamentos de fondue, aquecedores e artigos de bazar e t&ecirc;xtil. <br /><br />Como parte do Festival, a Cooperativa tamb&eacute;m realizar&aacute; o III Encontro Coop de Vinho, agendado para o dia 8 de junho no Espa&ccedil;o Figueiras, em Santo Andr&eacute;. Nesse dia, cerca de 3 mil cooperados e visitantes dever&atilde;o circular pelo local, entre 13 e 19 horas. <br /><br />Desenvolvida em conjunto pelas ger&ecirc;ncias de Marketing e Comercial, esta a&ccedil;&atilde;o visa ampliar o relacionamento da Cooperativa com os cooperados apreciadores da bebida. Al&eacute;m dos mais variados r&oacute;tulos, estar&atilde;o expostos tamb&eacute;m azeites, p&atilde;es de fabrica&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria da marca Del&iacute;cias da Coop e outros produtos que casam bem com uma ta&ccedil;a vinho. &ldquo;A ideia &eacute; mostrar um novo conceito em beber vinho&rdquo;, antecipa a analista Tha&iacute;s Rossi. <br /><br />Por ser associada &agrave; Rede Brasil de Supermercados (RBS), a Coop disponibiliza grande variedade de vinhos com pre&ccedil;os bastante competitivos. S&atilde;o mais de 100 r&oacute;tulos de marcas exclusivas, que abrangem vinhos e espumantes nacionais, junto com os importados de Portugal, Fran&ccedil;a, Uruguai, Chile, Argentina e It&aacute;lia. Entre os r&oacute;tulos, est&aacute; o vinho Do&ntilde;a Dominga Andes Vineyard Gran Reserva 2010, um dos destaques no 9&ordm; Pr&ecirc;mio Anual de Vinhos do Chile, eleito o melhor na categoria Carmen&egrave;re. <br /><br />Sobre a Coop: Fechou 2012 com fornecimento bruto de R$ 1,768 bilh&atilde;o, volume financeiro 6,41% superior em compara&ccedil;&atilde;o ao ano anterior e tal resultado garantiu, al&eacute;m de juros, capitaliza&ccedil;&atilde;o e constitui&ccedil;&atilde;o de reservas.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: ABC Rep&oacute;rter</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Marca Rock in Rio quase dobra volume de licenciamentos na próxima edição]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37037</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:56:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O acesso aos produtos ser&aacute; feito por uma rede de distribui&ccedil;&atilde;o em pontos de venda oficiais <br /><br />O Rock in Rio ter&aacute; em sua pr&oacute;xima edi&ccedil;&atilde;o, em setembro, 600 produtos licenciados, que v&atilde;o estampar de alguma forma a marca do festival de m&uacute;sica. &Eacute; quase o dobro do volume de itens licenciados da edi&ccedil;&atilde;o anterior, em 2011. Se as vendas no varejo com produtos oficiais tinha alcan&ccedil;ado R$ 3,1 bilh&otilde;es, a expectativa &eacute; de arrecada&ccedil;&atilde;o de ao menos o dobro desse valor. A organiza&ccedil;&atilde;o do festival prefere n&atilde;o fazer as contas mas profissionais do setor acreditam que as cifras podem mesmo duplicar esse ano. <br /><br />Os itens que estar&atilde;o &agrave; venda v&atilde;o desde alimentos, a pe&ccedil;as de vestu&aacute;rio, artigos de higiene, sa&uacute;de e beleza, eletr&ocirc;nicos, instrumentos musicais, pacotes de viagens, cursos e autom&oacute;veis, entre outros. Entre as marcas que v&atilde;o se associar ao universo do rock est&atilde;o a Volkswagen, Coca- Cola Zero, Heineken, Bacardi Brasil, Trident, Bob&rsquo;s, Taco, Paco Rabanne, Touch Watches, Leader, Rider, Victorinox, Wizard, CVC e Dartel Toys. <br /><br />O acesso aos produtos pelos f&atilde;s do festival ser&atilde;o facilitados por meio de uma rede de distribui&ccedil;&atilde;o montada em pontos de venda oficiais.Aloja virtual Submarino &eacute; uma delas, al&eacute;m das 499 lojas do grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car; 250cornersnas Lojas Americanas; todas as filiais da rede varejista Leader e todos os postos Shell, segundo Raul Azevedo, diretor comercial do festival. <br /><br />A previs&atilde;o dos respons&aacute;veis pelo evento &eacute; de que 60 empresas associem suas marcas ao Rock in Rio.Segundo Rodolfo Medina, vice-presidente do Rock in Rio, j&aacute; s&atilde;o 51 empresas licenciadas at&eacute; o momento em mais de cem categorias. <br /><br />Entre as curiosidades, o Volkswagen Fox Rock in Rio, que estar&aacute; &agrave; venda a partir de junho e ter&aacute; uma guitarra na parte interna do autom&oacute;vel. J&aacute; os pacotes de viagem da CVC incluem ingressos para o festival. A sorveteria It&aacute;lia tamb&eacute;m ter&aacute; o s&iacute;mbolo do festival na embalagem. De biqu&iacute;nis a perfumes, produtos para cabelos, joias, &oacute;culos, canetas, roupas e cal&ccedil;ados, h&aacute; de tudo um pouco,para todos os gostos e bolsos.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Johnnie Walker para colecionadores]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=10&amp;clipping=37036</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:55:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A marca de u&iacute;sque Johnnie Walker, da Diageo, lan&ccedil;ou edi&ccedil;&atilde;o limitada de embalagens colecion&aacute;veis como parte do projeto Keep Walking, Brazil, que homenageia o pa&iacute;s. Paix&atilde;o, Criatividade e Beleza foram os temas escolhidos para as embalagens criadas por artistas pl&aacute;sticos em co-autoria com os 57 mil f&atilde;s, que votaram por meio da funpage da empresa no Facebook.O pre&ccedil;o de venda &eacute; R$ 119.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Marcas da BRF apoiam as Olimpíadas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37035</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:55:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Sadia e a Batavo, anunciaram ontem, juntamente como Comit&ecirc; Organizador dos Jogos Ol&iacute;mpicos e Paraol&iacute;mpicos Rio 2016, o apoio oficial ao evento. Na ocasi&atilde;o, Carlos Arthur Nuzman, que preside o Rio 2016, destacou a empatia das marcas entre os consumidores brasileiros e seu envolvimento com esporte. A Sadia patrocina 24 atletas de alto rendimento, entre outras iniciativas.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Exportações argentinas de carne desabam]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=14&amp;clipping=37034</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:33:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Argentina caiu do terceiro posto do ranking de exportadores de carne bovina em 2005 para o 11&ordm; lugar no ano passado, segundo dados do Instituto de Estudos Econ&ocirc;micos da Sociedade Rural do pa&iacute;s. Al&eacute;m disso, os argentinos - que durante mais de um s&eacute;culo foram s&iacute;mbolo da produ&ccedil;&atilde;o de carne em todo o mundo - foram superados amplamente por seus vizinhos do Mercosul.<br /><br />Em 2012, o Brasil exportou 1,3 milh&atilde;o de toneladas, enquanto o Uruguai obteve a marca de 350 mil toneladas. O Paraguai, cuja produ&ccedil;&atilde;o e exporta&ccedil;&otilde;es cresceram de forma exponencial na &uacute;ltima d&eacute;cada, atingiu um total de 210 mil toneladas no ano passado.<br /><br />A Argentina, atualmente na rabeira dos pa&iacute;ses do Cone Sul, exportou somente 182 mil toneladas. H&aacute; oito anos, as vendas argentinas para o exterior haviam atingido a faixa de 771 mil toneladas. A queda, em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, &eacute; de 76% de perda do mercado externo que o pa&iacute;s havia conquistado nos anos pr&eacute;vios.<br /><br />D&eacute;cada perdida. O presidente da Sociedade Rural, Luis M&iacute;guel Etchevere, denomina como "d&eacute;cada perdida" os &uacute;ltimos oito anos, marcados pelas restri&ccedil;&otilde;es que o governo Kirchner aplicou para as exporta&ccedil;&otilde;es de carne bovina. Em 2006, o ent&atilde;o presidente N&eacute;stor Kirchner implementou restri&ccedil;&otilde;es &agrave; venda de carne ao exterior com o objetivo de redirecionar o produto para o mercado interno, para provocar queda do pre&ccedil;o.<br /><br />No entanto, as medidas tiveram um efeito oposto, j&aacute; que desestimularam os produtores, grande parte dos quais deixaram suas atividades pecuaristas para dedicar-se a outras atividades que garantiam maiores lucros, como o cultivo da soja, por exemplo.<br /><br />De um total de 57 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as de gado em 2006, o pa&iacute;s conta atualmente com 51 milh&otilde;es. Na contram&atilde;o, todos os pa&iacute;ses vizinhos aumentaram seu plantel de gado.<br /><br />A queda na produ&ccedil;&atilde;o argentina - e a dr&aacute;stica redu&ccedil;&atilde;o das exporta&ccedil;&otilde;es - provocou uma crise&nbsp; sem precedentes nos frigor&iacute;ficos instalados na Argentina. Segundo a C&acirc;mara da Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio de Carnes e Derivados (C&iacute;eera), 130 frigor&iacute;ficos fecharam as portas desde 2005, fato que provocou a demiss&atilde;o de 15,6 mil trabalhadores.<br /><br />"Perdemos mercados para a carne bovino por causa do cavern&iacute;cola (habitante das cavernas) do Guillermo Moreno", diz Eduardo Buzzi, l&iacute;der da Federa&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria Argentina, em alus&atilde;o ao secret&aacute;rio de Com&eacute;rcio Interior, autor das medidas de restri&ccedil;&atilde;o &agrave;s exporta&ccedil;&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Fraude na soja dá prejuízo de R$ 2,8 bi]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=37033</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:33:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Opera&ccedil;&atilde;o conjunta da pol&iacute;cia civil, Minist&eacute;rio P&uacute;blico e Fazenda estaduais prendeu quatro empres&aacute;rios, um advogado e tr&ecirc;s fiscais de rendas <br /><br />S&Atilde;O PAULO - Quatro empres&aacute;rios, um advogado e tr&ecirc;s agentes fiscais de rendas da Secretaria da Fazenda de S&atilde;o Paulo foram presos nesta ter&ccedil;a feira, 21, pela Opera&ccedil;&atilde;o Yellow, que desarticulou esquema de fraude fiscal no processamento de soja, na regi&atilde;o de Bauru (SP).<br /><br />Segundo o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, executivos do Grupo Sina teriam lesado em R$ 2,76 bilh&otilde;es os cofres p&uacute;blicos pela cria&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;ditos frios de ICMS e sonega&ccedil;&atilde;o. Outros dois suspeitos est&atilde;o foragidos. Foram cumpridos 20 mandados de buscas.<br /><br />A Yellow &eacute; resultado de uma investiga&ccedil;&atilde;o iniciada h&aacute; 1 ano e 8 meses, envolvendo for&ccedil;a-tarefa composta por promotores do Grupo de Atua&ccedil;&atilde;o Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual e a &aacute;rea de Intelig&ecirc;ncia da Fazenda.<br /><br />Munidos de ordem judicial, sa&iacute;ram &agrave;s ruas 27 promotores, 25 delegados e 100 investigadores da Pol&iacute;cia Civil, policiais militares e agentes da fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Fazenda.<br /><br />A fraude, descoberta por fiscais da Delegacia Regional Tribut&aacute;ria de Bauru, consistia na simula&ccedil;&atilde;o de opera&ccedil;&otilde;es intermedi&aacute;rias com soja e derivados visando a gera&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;ditos irregulares de ICMS para os destinat&aacute;rios. O grupo, h&aacute; pelo menos 9 anos, fazia compra e venda fict&iacute;cia e remessa para ind&uacute;strias do setor - expediente que gerava cr&eacute;ditos de ICMS para abater d&iacute;vidas com o Fisco.<br /><br />Al&eacute;m da simula&ccedil;&atilde;o de opera&ccedil;&otilde;es, houve uso de empresas de fachada, cujos quadros societ&aacute;rios eram integrados por offshores registradas em Montevid&eacute;u, Uruguai, e s&oacute;cios laranja. Essas empresas absorviam todos os d&eacute;bitos fiscais - que eram sonegados -, produzindo uma blindagem comercial e financeira para as empresas do setor de soja que engendraram as fraudes.<br /><br />Os promotores estimam que R$ 100 milh&otilde;es eram sonegados dos cofres p&uacute;blicos por ano. Calculam que, do total da fraude, R$ 1,6 bilh&atilde;o se refere a d&eacute;bitos estaduais e R$ 1,1 bilh&atilde;o a d&iacute;vidas com a Uni&atilde;o. Os empres&aacute;rios e os fiscais foram indiciados por lavagem de dinheiro, corrup&ccedil;&atilde;o ativa e passiva e quadrilha. Eles est&atilde;o em pris&atilde;o tempor&aacute;ria por cinco dias. A Justi&ccedil;a decretou o bloqueio de todos os ativos do grupo - parques industriais, im&oacute;veis, iates, avi&otilde;es e contas banc&aacute;rias.<br /><br />As equipes de buscas vasculharam 30 salas do edif&iacute;cio que abriga a sede do Grupo Sina, na Alameda Santos, 455, nos Jardins. Foram apreendidos computadores, documentos e 4 cofres. Na casa de um empres&aacute;rio foram recolhidos US$ 204,9 mil. Tudo ser&aacute; transportado em dois caminh&otilde;es para a Justi&ccedil;a de Bauru.<br /><br />Segundo o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, cada fiscal embolsava R$ 500 mil por opera&ccedil;&atilde;o forjada. O inspetor fiscal Walter Jos&eacute; Guedes J&uacute;nior foi preso em seu apartamento no 17.&ordm; andar de um condom&iacute;nio de luxo no Alto de Pinheiros - paga R$ 3 mil de condom&iacute;nio. Ele trabalhou no Tribunal de Impostos e Taxas da Secretaria da Fazenda h&aacute; cerca de 15 anos e possui patrim&ocirc;nio "nitidamente incompat&iacute;vel" com seus vencimentos - R$ 18 mil mensais. Em nome de uma empresa sua, Et&eacute;rea Empreendimentos e Participa&ccedil;&otilde;es, est&atilde;o dez im&oacute;veis de alto padr&atilde;o.<br /><br />Com Guedes, policiais civis encontraram R$ 320,8 mil em dinheiro, al&eacute;m de US$ 10,8 mil, 7,3 mil euros e sete barras de ouro. Na pasta de trabalho do fiscal havia R$ 17 mil em dinheiro vivo.<br /><br />A Opera&ccedil;&atilde;o Yellow mobilizou rapidamente alguns dos principais e mais prestigiados criminalistas do Pa&iacute;s. O advogado Alberto Zacharias Toron, que defende os empres&aacute;rios do Grupo Sina, disse que ainda n&atilde;o tem conhecimento do teor dos autos da investiga&ccedil;&atilde;o nem das acusa&ccedil;&otilde;es imputadas a seus clientes. Anotou que advogados de seu escrit&oacute;rio ir&atilde;o a Bauru para acessar a documenta&ccedil;&atilde;o. S&oacute; a&iacute; poder&aacute; se manifestar.<br /><br />Roberto Podval, que defende o inspetor fiscal Walter Guedes, da Secretaria da Fazenda, tamb&eacute;m informou que n&atilde;o conhece o conte&uacute;do do inqu&eacute;rito conduzido pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado, bra&ccedil;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico. Ao ser preso em sua resid&ecirc;ncia, Guedes disse, inicialmente, que o dinheiro encontrado pela for&ccedil;a tarefa era "fruto" da loca&ccedil;&atilde;o de im&oacute;veis. Indagado por policiais se o dinheiro era de propina, ele silenciou.<br /><br />O criminalista Adriano Salles Vanni, que defende outro agente fiscal de rendas, vai se pronunciar sobre o caso t&atilde;o logo tenha acesso na Justi&ccedil;a &agrave; integra do procedimento do Minist&eacute;rio P&uacute;blico em parceria com a Secretaria da Fazenda. "Ainda n&atilde;o temos no&ccedil;&atilde;o do que h&aacute; de fato", ponderou Vanni.<br /><br />Promotores do Gaeco destacaram a "import&acirc;ncia extrema da opera&ccedil;&atilde;o porque mostra a necessidade de o Estado se articular para evitar que fraudes milion&aacute;rias se perpetuem".<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Momento é importante para o mercado da reciclagem no Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=30&amp;clipping=37032</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:32:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A&ccedil;&otilde;es avan&ccedil;am, mas ainda encontram alguns obst&aacute;culos para que o mercado atinja a sua plenitude<br /><br />Rio de Janeiro. O Dia Mundial da Reciclagem foi comemorado em 17 de maio e serviu para lan&ccedil;ar algumas reflex&otilde;es, no momento em que o Pa&iacute;s se aproxima do ponto m&aacute;ximo da implementa&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica Nacional de Res&iacute;duos S&oacute;lidos (PMRS), em agosto de 2014, quando n&atilde;o apenas os lix&otilde;es dever&atilde;o deixar de existir, mas s&oacute; o que n&atilde;o pode ser reciclado deve ir para os aterros sanit&aacute;rios.<br /><br />As garrafas PET coletadas s&atilde;o recicladas e voltam a embalar produtos da Ambev, assim como as garrafas de vidro n&atilde;o-retorn&aacute;veis. Dos rejeitos do PET, s&atilde;o fabricadas telhas Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o/Ambev<br /><br />O diretor-executivo do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), Andr&eacute; Vilhena explica que a diferen&ccedil;a essencial do modelo de gest&atilde;o de res&iacute;duos brasileiro est&aacute; no triple bottle line do Desenvolvimento Sustent&aacute;vel, que alia os aspectos ambientais, econ&ocirc;micos e sociais. S&atilde;o mais de 800 cooperativas e associa&ccedil;&otilde;es cadastradas, num modelo que vem sendo replicado em outros pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina, &Aacute;frica e &Aacute;sia.<br /><br /><strong>Entraves</strong><br /><br />Apesar dos avan&ccedil;os e dos altos &iacute;ndices de reciclagem de alguns materiais, Vilhena destaca que o mercado da reciclagem tem alguns gargalos que impedem a melhoria constante da cadeia. Levantamento do Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (Ipea) em 2010 j&aacute; mostrava que o Brasil deixava de movimentar R$ 8 bilh&otilde;es anualmente por n&atilde;o aproveitar esse potencial.<br /><br />O primeiro problema &eacute; a reincid&ecirc;ncia de impostos. Al&eacute;m do IPI de 5%, os res&iacute;duos sofrem taxa&ccedil;&atilde;o de Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os (ICMS) de 12%, Programa de Integra&ccedil;&atilde;o Social (PIS) de 0,65%, Contribui&ccedil;&atilde;o para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) de 3%, Imposto de Renda (1,2%) e Imposto de Renda Sobre Lucro Presumido (1.08%), num total de 22,93%.<br /><br />Outro entrave &eacute; a participa&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o. Para ele, al&eacute;m da car&ecirc;ncia de informa&ccedil;&otilde;es, falta sistematiza&ccedil;&atilde;o nos programas de coleta seletiva p&uacute;blicos. O que avan&ccedil;ou foram os pontos de entrega volunt&aacute;rios organizados pelo setor privado, a exemplo do Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car, respons&aacute;vel por 20% da coleta seletiva na cidade de S&atilde;o Paulo: "Algumas lojas recolhem 60 toneladas ao m&ecirc;s".<br /><br />O importante &eacute; que a amplia&ccedil;&atilde;o da reciclagem n&atilde;o &eacute; vi&aacute;vel sem a implanta&ccedil;&atilde;o da coleta seletiva. Neste caso, segundo Vilhena, o grande incentivo tem sido o pre&ccedil;o atraente que vem sendo estimulado por compromissos assumidos por empresas como a Ambev. "Solu&ccedil;&otilde;es inteligentes, criativas, inovadoras s&atilde;o importantes, mas, sem mat&eacute;ria-prima, n&atilde;o se avan&ccedil;a. Esse mercado trabalha hoje com 30% da capacidade ociosa, no caso dos pl&aacute;sticos, o que poderia dobrar", resume.<br /><br />E diz ainda: "poucos munic&iacute;pios fazem a coleta seletiva e n&atilde;o &eacute; preciso esperar por acordos setoriais para isso. Ela pode ser feita de diversas formas, inclusive em parceria ou cons&oacute;rcio com cooperativas. Hoje h&aacute; mais dinheiro para isso do que capacidade de aplicar. O BNDES j&aacute; declarou que n&atilde;o consegue direcionar todo o dinheiro nas cidades da copa por falta de projetos e olha que o Brasil tem o seu pr&oacute;prio modelo, referendado na Rio + 20. Temos o modelo, sabemos o que fazer, s&oacute; resta fazer".<br /><br /><strong>Rumo aos 100%<br /></strong><br />O diretor de rela&ccedil;&otilde;es socioambientais da Ambev, Ricardo Rolim, destaca que, com o Sistema de Gest&atilde;o Ambiental, implantado h&aacute; 20 anos em todas as f&aacute;bricas, t&ecirc;m trabalhado continuamente para reduzir o consumo de &aacute;gua e energia, e a emiss&atilde;o de poluentes; e aumentar o &iacute;ndice de reciclagem de res&iacute;duos. Com a implanta&ccedil;&atilde;o do Ambev Recicla, nos &uacute;ltimos dez anos, houve uma redu&ccedil;&atilde;o de 81% na quantidade de lixo gerado e hoje, a empresa reaproveita 99,05% dos subprodutos que resultam da fabrica&ccedil;&atilde;o de bebidas, ou seja, quase n&atilde;o h&aacute; res&iacute;duos da opera&ccedil;&atilde;o. A f&aacute;brica de Manaus foi a primeira da atingir o &iacute;ndice de 100% de reciclagem.<br /><br />Como uma das principais embalagens usadas pela empresa &eacute; o vidro, um dos destaques &eacute; a Ambev Vidros. Criada em 2008, hoje &eacute; uma das maiores recicladoras do material na Am&eacute;rica Latina. Cerca de 75% da sua mat&eacute;ria-prima &eacute; caco origin&aacute;rio das pr&oacute;prias cervejarias da companhia e de cooperativas de catadores parceiras. De cada sete garrafas produzidas, sete s&atilde;o de material reciclado, em m&eacute;dia, e aproximadamente 100 mil toneladas de material virgem deixam de ser consumidos anualmente. A m&eacute;dia de produ&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria &eacute; de 250 toneladas, sendo 220 mil garrafas de 600 ml, 400 mil de 300 ml e 150 mil de um litro.<br /><br />Outra importante conquista &eacute; o desenvolvimento e homologa&ccedil;&atilde;o pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) das garrafas PET 100% recicladas, a partir de 2012. Primeiras do Pa&iacute;s com essa tecnologia, consomem 70% menos energia el&eacute;trica em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; produ&ccedil;&atilde;o com o material virgem, e diminui em 20% o consumo de &aacute;gua, al&eacute;m de contribuir para o incremento da reciclagem. Em 2012, evitou-se o uso de 1,3 milh&atilde;o de quilos de mat&eacute;ria-prima virgem e at&eacute; o fim de 2013, espera-se retirar mais de 130 milh&otilde;es do lixo.<br /><br /><strong>Base da cadeia</strong><br /><br />Ricardo Rolim lembra que a Ambev apoiou a cria&ccedil;&atilde;o do Cempre, do qual tem sido parceira, assim como organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o-governamentais (ONGs), como a Ecomarapendi e a EccoVida, que visitamos, na semana passada, a convite da Ambev. Ele calcula que mais de dois mil catadores foram beneficiados e mais de 28 mil toneladas foram coletadas.<br /><br />Com a EccoVida, dez Eccopontos j&aacute; foram implantados no Estado do Rio de Janeiro, por meio dos quais 600 toneladas de res&iacute;duos foram coletadas com o apoio de 160 catadores. Edson Freitas, presidente da EccoVida e presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Cadeia de Sustentabilidade Ambiental do PET (Abrepet), conta que estava desempregado e, sem qualifica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o viu outra sa&iacute;da para sustentar a fam&iacute;lia a n&atilde;o ser ingressar no ramo da reciclagem.<br /><br />Segundo suas informa&ccedil;&otilde;es, 95% do material que chega (mil toneladas por m&ecirc;s) volta a ser garrafa para a Ambev. Mas h&aacute; um refugo (r&oacute;tulos, tampas e outros), que antes precisava pagar para ir para o aterro sanit&aacute;rio. Mas, em uma viagem a Manaus, h&aacute; tr&ecirc;s anos, descobriu uma tecnologia para fabricar telhas, que n&atilde;o se desenvolvia na cidade por causa da falta de mat&eacute;ria-prima. Da&iacute; surgiu a linha Eccoclean.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Nordeste</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Alta no preço dos remédios pesou no IPCA-15 de maio]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=37031</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:31:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O item rem&eacute;dios foi destacado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) como o que liderou os principais impactos na infla&ccedil;&atilde;o medida pelo &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de maio. A alta de 2,94%, ap&oacute;s 0,93% em abril, refletiu o reajuste vigente desde 4 de abril, de 2,70% a 6,31%. Com isso, "os rem&eacute;dios levaram sa&uacute;de e cuidados pessoais ao mais elevado resultado de grupo, atingindo 1,30% contra 0,63% do m&ecirc;s anterior", informou o IBGE.<br /><br />J&aacute; os alimentos e bebidas desaceleraram de 1,00%, em abril, para 0,47%, em maio. Este foi o grupo que mais contribuiu para a desacelera&ccedil;&atilde;o do IPCA-15 na passagem do m&ecirc;s. O impacto do grupo passou de 0,24 ponto porcentual para 0,12 ponto porcentual.<br /><br />V&aacute;rios produtos apresentaram desacelera&ccedil;&atilde;o. Entre os destaques est&atilde;o o a&ccedil;&uacute;car refinado (-6,46%) e o cristal (-2,37%), al&eacute;m do &oacute;leo de soja (-2,23%), caf&eacute; (-1,92%), arroz (-1,78%), frango (-1,72%) e carnes (-0,75%).<br /><br />O IBGE ainda deu destaque ao tomate, "cujos pre&ccedil;os chegaram a cair 12,42% no m&ecirc;s". Em contrapartida, outros produtos importantes no or&ccedil;amento tiveram aumentos significativos, como o feij&atilde;o carioca (10,13%), cebola (5,63%), batata inglesa (5,45%), leite em p&oacute; (3,32%), leite longa vida (3,14%), frutas (2,33%) e p&atilde;o franc&ecirc;s (1,50%).<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: A Tarde - BA</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Grande oferta faz alimentos começarem a dar sinais de queda]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=2&amp;clipping=37030</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:31:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">No Cear&aacute;, dois produtos importantes na mesa do nordestino tiveram redu&ccedil;&atilde;o: o feij&atilde;o de corda e a farinha torrada. No Paran&aacute;, pre&ccedil;o da carne caiu.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">Os alimentos t&ecirc;m sido apontados como os vil&otilde;es da infla&ccedil;&atilde;o, mas alguns produtos come&ccedil;am a dar sinais de queda.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">Os alimentos que est&atilde;o mais baratos no Cear&aacute; s&atilde;o dois produtos importantes na mesa do nordestino: o feij&atilde;o de cordas e a farinha torrada. O feij&atilde;o de cordas, por exemplo, teve redu&ccedil;&atilde;o de 40% - o fardo que era vendido a R$ 40,00 est&aacute; custando R$ 37,00. J&aacute; a farinha torrada, diminuiu 16%. O pacote de 1 kg que a dona de casa comprava a R$ 8,00 dois meses atr&aacute;s custa hoje R$ 3,00. A explica&ccedil;&atilde;o para a queda &eacute; a grande oferta de produtos vindos principalmente da Bahia e de Goi&aacute;s.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong><br />Carne - pre&ccedil;o mais baixo</strong> </span></span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;"><br />No Paran&aacute;, foi o pre&ccedil;o da carne que baixou. De acordo com a &uacute;ltima pesquisa da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados (ABRAS), a carne bovina teve a maior redu&ccedil;&atilde;o. Alguns cortes est&atilde;o at&eacute; 7% mais baratos (carne traseiro). J&aacute; o quilo do contra-fil&eacute; com osso, que era vendido no fim do ano passado a R$ 16,90 agora custa R$ 11,90, j&aacute; o pernil su&iacute;no que custava R$ 8,49 hoje sai a R$ 6,98. </span></p>
<p><br /><a href="http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/videos/t/edicoes/v/precos-da-farinha-e-do-feijao-comecam-a-dar-sinais-de-queda-no-ceara/2588661/"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;">Clique aqui e assista a reportagem</span></a></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;"><br />Ve&iacute;culo: TV Globo - Programa Bom Dia Brasil</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Alta no campo chegará à cidade]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=15&amp;clipping=37029</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:31:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Ind&uacute;stria concorda em elevar pre&ccedil;o do litro pago ao produtor em 6,21% e Agas projeta alta de 10% no varejo at&eacute; fim de junho<br /><br />Na esteira da fraude do leite, o pre&ccedil;o pago pelo litro ao produtor teve alta de 6,21% no valor de refer&ecirc;ncia projetado para maio, na compara&ccedil;&atilde;o com abril, chegando a R$ 0,7957. E dever&aacute; ter impacto para o consumidor, com aumento de 10% nos supermercados.<br /><br />O valor de refer&ecirc;ncia ao produtor foi definido ontem em reuni&atilde;o do Conselho Estadual do Leite (Conseleite), na Capital. Segundo participantes do encontro, a principal raz&atilde;o para o aumento foi a queda na produ&ccedil;&atilde;o, em raz&atilde;o de problemas nas pastagens. O esc&acirc;ndalo do leite tamb&eacute;m teria influenciado para a alta.<br /><br />&ndash; Algumas empresas tiveram o nome exposto com a fraude. Em raz&atilde;o disso, o consumo cai, mas, na m&eacute;dia geral, teve muito pouca altera&ccedil;&atilde;o &ndash; afirma o presidente da Federa&ccedil;&atilde;o das Cooperativas Agropecu&aacute;rias (Fecoagro), Rui Polidoro.<br /><br />Segundo o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Ga&uacute;cha de Supermercados (Agas), Ant&ocirc;nio Cesa Longo, tradicionalmente, os reajustes s&atilde;o esperados em maio e junho. A entidade estima que o pre&ccedil;o do leite ao consumidor suba 10% at&eacute; o final do pr&oacute;ximo m&ecirc;s.<br /><br />Na semana seguinte &agrave; Opera&ccedil;&atilde;o Leite Compen$ado, do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual, levantamento de Zero Hora constatou que o litro do longa vida havia subido 4% em Porto Alegre. Martha Guazzelli, uma das conselheiras da Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura do Estado (Farsul), garante que n&atilde;o h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o entre o esquema de adultera&ccedil;&atilde;o de leite e o pedido de reajuste pelos produtores. A dirigente diz que houve transfer&ecirc;ncia do leite cru para outras marcas, o que n&atilde;o comprometeu a rela&ccedil;&atilde;o entre oferta e demanda.<br /><br />&ndash; Esse aumento j&aacute; era esperado, pois no per&iacute;odo de entressafra a produ&ccedil;&atilde;o &eacute; menor e permanece a mesma demanda &ndash; afirma Martha.<br /><br />Entretanto, no ano anterior, houve redu&ccedil;&atilde;o do valor pago ao produtor, mesmo com problemas clim&aacute;ticos no campo. O encontro do Conseleite ocorre uma vez por m&ecirc;s e re&uacute;ne representantes da ind&uacute;stria e dos produtores para defini&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os de refer&ecirc;ncia. Em geral, a decis&atilde;o &eacute; acatada automaticamente pela ind&uacute;stria, mas pode ser negociada conforme o relacionamento com o produtor.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Zero HORA - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Preço do etanol deve voltar a ser competitivo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=2&amp;clipping=37028</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:31:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Volume da safra e isen&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria derrubam pre&ccedil;o no campo. Se postos mantiverem a margem, litro pode chegar a R$ 1,91<br /><br />O pre&ccedil;o do etanol nas bombas em Minas Gerais tem tudo para cair nas pr&oacute;ximas semanas, a ponto de tornar o combust&iacute;vel vantajoso frente &agrave; gasolina. A poss&iacute;vel queda se deve &agrave; isen&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria da dupla PIS/Cofins, concedida pelo governo federal em 8 de maio, e &agrave; safra recorde de cana-de-a&ccedil;&uacute;car (57 milh&otilde;es de toneladas) &ndash; os produtores n&atilde;o enfrentam em 2013 uma estiagem semelhante &agrave; de 2012 e ainda aumentaram em 8% a &aacute;rea plantada. O abastecimento com etanol s&oacute; &eacute; vantajoso se o litro custar no m&aacute;ximo 70% do cobrado pelo da gasolina.<br /><br />O pre&ccedil;o m&eacute;dio do litro do etanol em Minas, atualmente, &eacute; de R$ 2,20, o que corresponde a 75% do valor m&eacute;dio da gasolina (R$ 2,90). Mas a cifra poder&aacute; recuar para R$ 1,91, abaixando o percentual para 66% (veja quadro). Para a Associa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias Sucroenerg&eacute;ticas (Siamig), entidade que re&uacute;ne os produtores mineiros de etanol, a queda de R$ 0,29 em cada litro j&aacute; deveria, inclusive, ter chegado &agrave;s bombas.<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Os usineiros explicam que o in&iacute;cio da colheita, no m&ecirc;s passado, refletiu na redu&ccedil;&atilde;o de R$ 0,17 do pre&ccedil;o pago pelas distribuidoras ao setor. Para se ter ideia, os produtores moeram, na primeira quinzena de maio, pouco mais de 7,3 milh&otilde;es de toneladas de cana. No mesmo per&iacute;odo do ano passado, quando a estiagem prejudicou a cultura no estado, os usineiros moeram apenas 3,5 milh&otilde;es de toneladas. A diferen&ccedil;a levou o pre&ccedil;o do litro vendido pelos produtores &agrave;s distribuidoras a cair de R$ 1,30, em abril, para R$ 1,13 em maio.<br /><br />O segundo motivo &eacute; a isen&ccedil;&atilde;o do PIS/Cofins, que representa uma queda de mais R$ 0,12. Esses dois tributos eram recolhidos pelos produtores (R$ 0,05/litro) e distribuidoras (R$ 0,07/litro). &ldquo;Se o novo pre&ccedil;o (R$ 1,91) j&aacute; tivesse chegado &agrave;s bombas, seria vantajoso abastecer com etanol&rdquo;, garante o secret&aacute;rio-executivo da Siamig, M&aacute;rio Ferreira Campos Filho.<br /><br />Para o presidente-executivo do sindicato que representa as distribuidoras (Sindicom), Al&iacute;sio Vaz, no entanto, a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples assim. Ele alerta que algumas quest&otilde;es, como o custo do frete, devem ser levadas em conta: &ldquo;A maioria das usinas em Minas Gerais (22, de um total de 41 empreendimentos) est&aacute; na Regi&atilde;o do Tri&acirc;ngulo, ou seja, distante (a cerca de 500 quil&ocirc;metros) da Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte, o maior mercado consumidor no estado&rdquo;.<br /><br />Al&iacute;sio, por&eacute;m, concorda que o pre&ccedil;o do etanol pode recuar nas bombas do estado nas pr&oacute;ximas semanas. Isso porque as distribuidoras ainda n&atilde;o teriam repassado aos postos toda a redu&ccedil;&atilde;o no valor. &ldquo;Considerando que o pre&ccedil;o m&eacute;dio que as distribuidoras mineiras negociam com os postos de combust&iacute;veis n&atilde;o sofreu altera&ccedil;&atilde;o significativa desde o fim de abril, h&aacute; potencial para a redu&ccedil;&atilde;o no pre&ccedil;o chegar ao consumidor.&rdquo;<br /><strong><br />Minaspetro<br /></strong><br />A queda do pre&ccedil;o nas bombas, contudo, ainda depender&aacute; do terceiro e &uacute;ltimo setor da cadeia de etanol: os postos de combust&iacute;veis. O receio dos produtores de etanol &eacute; de que, sem o repasse da redu&ccedil;&atilde;o pelos postos dos mesmos R$ 0,29 por litro, o pre&ccedil;o do combust&iacute;vel na bomba n&atilde;o fique competitivo. Procurado pela reportagem, o empres&aacute;rio Paulo Miranda, presidente do Minaspetro, sindicato que representa os postos de combust&iacute;vel no estado, n&atilde;o retornou at&eacute; o fechamento desta edi&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Economia fraca derruba carga tributária]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=2&amp;clipping=37027</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:30:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A carga tribut&aacute;ria est&aacute; em queda. Mas, em vez de ser uma boa not&iacute;cia para os contribuintes, de que est&atilde;o recolhendo menos impostos e contribui&ccedil;&otilde;es, o n&uacute;mero &eacute; explicado por um fator negativo: o fraco desempenho da economia. E a tend&ecirc;ncia &eacute; de que continue assim por algum tempo, avaliam os economistas Jos&eacute; Roberto Afonso, Kleber Castro e M&aacute;rcia Monteiro Matos em estudo obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo.<br /><br />Mensalmente, eles coletam os dados sobre a arrecada&ccedil;&atilde;o federal, somam com os recolhimentos tribut&aacute;rios dos Estados e comparam o tamanho desse bolo com o Produto Interno Bruto (PIB). Assim, chegam a um valor que representa perto de 85% da carga tribut&aacute;ria nacional - cujo resultado oficial &eacute; calculado a cada ano pela Receita Federal e divulgado em meados do ano seguinte. N&atilde;o entram no estudo dos economistas dados de dif&iacute;cil apura&ccedil;&atilde;o mensal, como a arrecada&ccedil;&atilde;o dos munic&iacute;pios, e algumas receitas federais, como multas e juros sobre pagamentos em atraso.<br /><br />Em mar&ccedil;o, dado mais recente apurado pelo grupo, a carga tribut&aacute;ria brasileira estava em R$ 104,7 bilh&otilde;es, o equivalente a 29,6% do Produto Interno Bruto (PIB). &Eacute; uma queda de 0,61 ponto porcentual do PIB em compara&ccedil;&atilde;o com mar&ccedil;o do ano passado e o menor resultado desde setembro de 2011.<br /><br /><strong>Uni&atilde;o</strong><br /><br />Os n&uacute;meros mostram que o mau desempenho se concentra nos tributos federais. Na esfera estadual, informam, houve aumento em compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado. O avan&ccedil;o &eacute; bem modesto, de 0,07 ponto porcentual do PIB, mas &eacute; um dado positivo se comparado com o desempenho federal. &ldquo;A arrecada&ccedil;&atilde;o estadual &eacute; uma surpresa&rdquo;, comentou Afonso.<br /><br />Ele atribui o resultado a programas de substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, que d&atilde;o mais efici&ecirc;ncia &agrave; arrecada&ccedil;&atilde;o, e ao aumento das importa&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Tragicamente, isso est&aacute; sendo ben&eacute;fico para os Estados&rdquo;, comentou.<br /><br />Isso porque quando um produto vem do exterior a arrecada&ccedil;&atilde;o do ICMS fica integralmente com o Estado. Quando ele vem de outro Estado, o ICMS tem de ser dividido - e ainda h&aacute; os descontos concedidos na chamada &ldquo;guerra fiscal&rdquo;. &ldquo;Para o Estado, &eacute; melhor um carro importado do que um nacional, porque a arrecada&ccedil;&atilde;o &eacute; maior.&rdquo;<br /><br />J&aacute; na &aacute;rea federal, o recuo foi de 0,68 ponto porcentual sobre mar&ccedil;o do ano passado. A principal explica&ccedil;&atilde;o &eacute; a atividade econ&ocirc;mica fraca, que derrubou todos os tributos. &ldquo;Desde junho do ano passado a arrecada&ccedil;&atilde;o federal vem caindo&rdquo;, disse.<br /><br />O resultado da arrecada&ccedil;&atilde;o de abril, divulgado ontem pela Receita Federal, indicou crescimento de 0,07% sobre abril de 2012. &ldquo;Mas ainda &eacute; um crescimento abaixo do PIB, por isso a carga continuar&aacute; baixa&rdquo;, comentou Afonso.<br /><br />Outro fator que vem prejudicando a arrecada&ccedil;&atilde;o federal s&atilde;o as desonera&ccedil;&otilde;es. A receita previdenci&aacute;ria, que sofre os impactos dos cortes da tributa&ccedil;&atilde;o sobre a folha salarial, recuou de 6,14% do PIB em janeiro para 6,11% do PIB em mar&ccedil;o.<br /><br /><strong>Previd&ecirc;ncia<br /></strong><br />N&atilde;o parece uma queda muito forte, mas &eacute; preciso levar em conta que os n&uacute;meros registrados no estudo s&atilde;o dados acumulados numa s&eacute;rie de 12 meses. Assim, o dado de mar&ccedil;o ainda cont&eacute;m v&aacute;rios meses em que a desonera&ccedil;&atilde;o ainda era pequena.<br /><br />Os pesquisadores acham que a carga continuar&aacute; em queda ao longo do primeiro semestre. Eles acreditam que a crise financeira internacional prosseguir&aacute; ainda por algum tempo, com reflexos negativos sobre a atividade econ&ocirc;mica no Pa&iacute;s.<br /><br />Al&eacute;m disso, os Estados poder&atilde;o ter queda na arrecada&ccedil;&atilde;o por causa do corte promovido pelo governo nas contas de luz. A eletricidade &eacute; uma base tribut&aacute;ria importante para o ICMS. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Estado de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Conab realiza hoje mais um leilão de venda de milho]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=37026</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:30:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza hoje mais um leil&atilde;o para a compra de 28.000 t de milho em gr&atilde;os ensacado. O produto dever&aacute; ser entregue na Para&iacute;ba e no Rio Grande do Norte. Ser&atilde;o ofertadas 16.000 t para PB e 12.000 t para o RN. O per&iacute;odo para a entrega do produto para os lotes do Rio Grande do Norte &eacute; de 05/06 at&eacute; o dia 12/07 e para a Para&iacute;ba &eacute; de 05/06 at&eacute; o dia 26/07.<br /><br />Para participar da opera&ccedil;&atilde;o os interessados dever&atilde;o estar devidamente cadastrados junto a uma Bolsa de Cereais de Mercadorias e/ou de Futuros e em situa&ccedil;&atilde;o regular junto ao Sistema Cadastro Unificado de Fornecedores (SICAF) e ao Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab (SIRCOI). Eles tamb&eacute;m devem estar adimplentes perante a Justi&ccedil;a do Trabalho. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Leite longa vida cada dia mais raro de achar nos supermercados]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=15&amp;clipping=37025</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:51:32 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Os consumidores que costumam comprar o leite em caixa, conhecido tamb&eacute;m como longa vida, est&atilde;o sentindo dificuldades na hora de encontrar os produtos nos supermercados do Grande Recife. Devido &agrave; forte seca que atinge o Nordeste, os produtores de leite do estado n&atilde;o est&atilde;o conseguindo atender &agrave; demanda das grandes redes varejistas. Para&nbsp; solucionar o problema, alguns supermercados est&atilde;o buscando fornecedores em outros estados.<br /><br />Nos &uacute;ltimos 15 dias, problemas no fornecimento est&atilde;o deixando as g&ocirc;ndolas da rede Wal-Mart (Bompre&ccedil;o, Hiper e Todo Dia) mais vazias. Para tentar reduzir o impacto, o grupo est&aacute; diversificando seu portf&oacute;lio de marcas, al&eacute;m de contratar outros fornecedores. A mesma pr&aacute;tica foi adotada pelo Carrefour. O desabastecimento atinge ainda os supermercados do Extra, que alega vir sofrendo h&aacute; cerca de um ano problemas com o fornecimento de leite de caixa em Pernambuco.<br /><br />A reportagem do Diario esteve em seis estabelecimentos, no Centro do Recife, na Zona Norte e na Zona Sul. Na maioria das lojas, as prateleiras exibiam produtos de marcas espec&iacute;ficas com poucas unidades. A variedade tamb&eacute;m era menor. &ldquo;Costumo comprar leite desnatado de uma marca espec&iacute;fica, mas est&aacute; dif&iacute;cil achar&rdquo;, reclamou o artes&atilde;o Francisco Jos&eacute;, 50, que diz vir enfrentando dificuldades para achar o leite que costuma consumir h&aacute; quatro meses. A professora Catarina Guedes tamb&eacute;m reclamou da variedade dos r&oacute;tulos. &ldquo;A quantidade de marcas &agrave;s vezes &eacute; menor, o que me limita muito na hora de escolher.&rdquo;<br /><br />Segundo o presidente do Sindicato de Latic&iacute;nios e Produtos Derivados de Pernambuco (Sindileite), Carlos Alb&eacute;rico, al&eacute;m da seca, outro problema est&aacute; causando o desabastecimento. &ldquo;Os produtores est&atilde;o repassando 30% dos custos de produ&ccedil;&atilde;o, que aumentaram, para as redes. Mas elas n&atilde;o aceitam&rdquo;, reclamou. O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Pernambucana de Supermercados (Apes), Djalma Cintra, rebateu as cr&iacute;ticas. &ldquo;Negociamos diretamente com as empresas. Elas &eacute; quem compram dos produtores&rdquo;, justificou.<br /><br />Na tentativa de ajudar a bacia leiteira do estado, o Minist&eacute;rio da Agricultura aprovou, no in&iacute;cio do m&ecirc;s, a utiliza&ccedil;&atilde;o de leite em p&oacute; na fabrica&ccedil;&atilde;o do longa vida. A medida, que limita o uso a 35% da capacidade de cada f&aacute;brica, n&atilde;o est&aacute; sendo suficiente para atender &agrave; demanda. &ldquo;&Eacute; uma &oacute;tima decis&atilde;o, mas insuficiente para o cen&aacute;rio que estamos vivendo&rdquo;, avaliou Carlos Alb&eacute;rico.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio de Pernambuco</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Abaixo-assinado quer garantir trajeto original]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=6&amp;clipping=37024</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:51:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Proposta da Associa&ccedil;&atilde;o dos Munic&iacute;pios do Alto Vale do Itaja&iacute; tem apoio de 12 das 21 associa&ccedil;&otilde;es municipais de Santa Catarina<br /><br />Um abaixo-assinado defendendo o tra&ccedil;ado original da Ferrovia da Integra&ccedil;&atilde;o (ou do Frango) &ndash; ligando Dion&iacute;sio Cerqueira ao Porto de Itaja&iacute; &ndash; est&aacute; sendo capitaneado pela Associa&ccedil;&atilde;o dos Munic&iacute;pios do Alto Vale do Itaja&iacute; (Amavi). A a&ccedil;&atilde;o tem o apoio de 12 das 21 associa&ccedil;&otilde;es municipais de SC.<br /><br />Iniciado em 16 de abril, o documento possui 16 mil assinaturas. A meta &eacute; chegar a 100 mil. Para conseguir apoio &agrave; proposta e atingir o objetivo proposto, as associa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o realizando a&ccedil;&otilde;es nos munic&iacute;pios filiados.<br /><br />A iniciativa n&atilde;o foge do tra&ccedil;ado sugerido no lan&ccedil;amento do edital para o Estudo de Viabilidade T&eacute;cnica, Econ&ocirc;mica e Ambiental (EVTEA), lan&ccedil;ado no &uacute;ltimo dia 10, em Chapec&oacute;. De acordo com o secret&aacute;rio executivo da Amavi, Agostinho Sehnem, o objetivo &eacute; evitar que surjam propostas de tra&ccedil;ados que saiam da linha de munic&iacute;pios sugerida originalmente.<br /><br />&ndash; Queremos refor&ccedil;ar o Vale do Itaja&iacute; neste cen&aacute;rio &ndash; explicou.<br /><br />A Federa&ccedil;&atilde;o Catarinense de Munic&iacute;pios (Fecam) apoia o tra&ccedil;ado da Ferrovia da Integra&ccedil;&atilde;o passando pelo Vale do Itaja&iacute;. O presidente da entidade e prefeito de Gaspar, Celso Zuchi, argumenta que o tra&ccedil;ado &eacute; o melhor por possibilitar o transporte de cargas do Oeste e tamb&eacute;m porque serve para o transporte de passageiros da regi&atilde;o.<br /><br />&ndash; A ferrovia vai beneficiar o potencial tur&iacute;stico do Vale do Itaja&iacute; &ndash; opina.<br /><br />Lideran&ccedil;as defendem mudan&ccedil;as no tra&ccedil;ado<br /><br />H&aacute; algumas iniciativas para mudan&ccedil;a de tra&ccedil;ado. O deputado estadual Moacir Sopelsa, por exemplo, fez uma indica&ccedil;&atilde;o na Assembleia Legislativa defendendo um tra&ccedil;ado passando por Chapec&oacute;, Seara, Conc&oacute;rdia, Piratuba e Capinzal, passando por Herval d&rsquo;Oeste.<br /><br />Atualmente o processo da Ferrovia da Integra&ccedil;&atilde;o est&aacute; na fase de recebimento de propostas para o EVTEA. O vencedor deve ser anunciado no dia 26 de junho.<br /><br />O edital prev&ecirc; que logo ap&oacute;s o EVTEA ser&aacute; contratado o levantamento aerofotogram&eacute;trico e, na sequ&ecirc;ncia, o projeto b&aacute;sico. O prazo &eacute; de 22 meses com custo para esta fase de R$ 69 milh&otilde;es. A obra em si deve ser conclu&iacute;da at&eacute; 2019, com custo de R$ 4 bilh&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio Catarinense</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Dia dos Namorados injetará R$ 75 mi no Grande ABC]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37023</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:50:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Faltam pouco mais de 20 dias para o Dia dos Namorados e, daqui a algumas semanas, o com&eacute;rcio ir&aacute; intensificar a exposi&ccedil;&atilde;o de vitrines com op&ccedil;&otilde;es de presentes. Quem n&atilde;o parece muito animado &eacute; o consumidor. Apesar da expectativa de que a data movimente R$ 75 milh&otilde;es na regi&atilde;o, o montante n&atilde;o aponta crescimento em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo em 2012 quando descontada a infla&ccedil;&atilde;o de 6,59% - (na ocasi&atilde;o foram injetados R$ 70 milh&otilde;es). &Eacute; o que aponta a PIC (Pesquisa da Inten&ccedil;&atilde;o de Compra) do Dia dos Namorados, realizada pelo Observat&oacute;rio Econ&ocirc;mico da Faculdade de Administra&ccedil;&atilde;o e Economia da Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo.<br /><br />O pre&ccedil;o m&eacute;dio que os consumidores est&atilde;o dispostos a pagar por presente &eacute; de R$ 207. Isso significa aumento real de apenas 2,2% em rela&ccedil;&atilde;o a 2012 (considerando infla&ccedil;&atilde;o acumulada nos &uacute;ltimos 12 meses de 6,59%), quando a disposi&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de desembolso por presente era de R$ 190.<br /><br />J&aacute; o total de gastos programados pelos entrevistados &eacute; de R$ 214. Comparando aos R$ 202 programados para o Dia dos Namorados do ano passado, a quantia ficou praticamente est&aacute;vel, descontando a infla&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O curioso &eacute; que os casados pretendem comprar itens mais caros, com a inten&ccedil;&atilde;o de despender R$ 254, em m&eacute;dia. "O gasto maior garante fluxo comercial melhor", explica o coordenador do estudo, o professor de Economia Sandro Maskio.<br /><br />Ainda de acordo com o estudo, as mercadorias preferidas pelos entrevistados para presentear foram vestu&aacute;rio (48,7%), perfumes e cosm&eacute;ticos (20,5%), flores (6%), jantares (4,3%) e j&oacute;ias e bijuterias (3,8%). No entanto, 20% dos participantes da enquete disseram que ainda n&atilde;o t&ecirc;m definido o que v&atilde;o comprar. No ano passado, os indecisos somavam apenas 9% do total.<br /><br />O Dia dos Namorados &eacute; a terceira melhor data para o com&eacute;rcio, ficando atr&aacute;s do Natal e do Dia das M&atilde;es.<br /><br /><strong>PAGAMENTO</strong> - Nada de pagar depois. Neste ano, a maioria dos moradores das sete cidades vai pagar o presente para a data em dinheiro - que correspondem a 42,3%. Em seguida est&aacute; o cart&atilde;o de d&eacute;bito (30,5%), que n&atilde;o deixa de ser &agrave; vista. J&aacute; a op&ccedil;&atilde;o de financiamento por meio do cart&atilde;o de cr&eacute;dito diminuiu mais de 15 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; pesquisa realizada para o Dia dos Namorados de 2012, registrando menor disposi&ccedil;&atilde;o ou capacidade das fam&iacute;lias de realizar novas d&iacute;vidas. No ano passado, a op&ccedil;&atilde;o favorita de pagamento era o cart&atilde;o de cr&eacute;dito, com 38% da prefer&ecirc;ncia.<br /><br />"Assim como observamos na pesquisa realizada em maio, mais de 70% dos consumidores revelaram preferir realizar o pagamento &agrave; vista, apontando redu&ccedil;&atilde;o significativa daqueles que pretendem financiar as compras. Esta tend&ecirc;ncia vem sendo observada desde a pesquisa realizada para o Dia das Crian&ccedil;as de 2012, revelando o efeito do n&iacute;vel de endividamento das fam&iacute;lias sobre as decis&otilde;es de consumo", explica Maskio.<br /><br />"O consumidor brasileiro passou um longo per&iacute;odo sem acesso ao cr&eacute;dito. Esse mecanismo tomou for&ccedil;a ap&oacute;s o plano real, na d&eacute;cada de 1990. De l&aacute; para c&aacute;, as pessoas suprem essa demanda reprimida. O problema &eacute; que n&atilde;o somos bons gestores a ponto de n&atilde;o acumularmos d&iacute;vidas. Os consumidores aprendem na dor, quando est&atilde;o no vermelho", destaca o professor.<br /><strong><br />Sal&aacute;rios maiores garantem presentes mais caros, refor&ccedil;a pesquisa regional</strong><br /><br />A PIC (Pesquisa da Inten&ccedil;&atilde;o de Compra) do Dia dos Namorados, da Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo, aponta que h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o direta entre a renda familiar e a disposi&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo em gastar com presentes na data. Quando os rendimentos s&atilde;o maiores, o pre&ccedil;o que o consumidor est&aacute; disposto a pagar tamb&eacute;m &eacute; mais alto. Pessoas com renda entre um e dois sal&aacute;rios-m&iacute;nimos revelaram querer gastar R$ 108 por item; aqueles com sal&aacute;rio superior a 20 sal&aacute;rios-m&iacute;nimos pretendem pagar pelo presente R$ 1.005, quase dez vezes mais.<br /><br />Com rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de renda, 70% dos entrevistados revelaram ter rendimento familiar de at&eacute; cinco sal&aacute;rios-m&iacute;nimos (R$ 3.390), sendo a maior concentra&ccedil;&atilde;o entre tr&ecirc;s e cinco sal&aacute;rios (entre R$ 2.034 e R$ 3.390).<br /><br />DETALHES - A amostra de 908 entrevistados &eacute; composta de 54% de mulheres e 46% de homens, com idade m&eacute;dia de pouco mais de 29 anos. Do total de entrevistados, 55% est&atilde;o solteiros e 35% casados. Outros 2,8% s&atilde;o divorciados e 1,3% vi&uacute;vos. O estado civil dos indiv&iacute;duos revelou ter forte influ&ecirc;ncia sobre a disposi&ccedil;&atilde;o em gastar.<br /><br /><strong>Clientes optam por comprar na cidade em que moram</strong><br /><br />Com a proximidade do Dia dos Namorados, consumidores do Grande ABC tendem a realizar as compras no mesmo munic&iacute;pio em que residem, sendo que Santo Andr&eacute; (25,5%), S&atilde;o Bernardo (24,3%) e Diadema (20,4%) s&atilde;o as cidades preferidas, conforme aponta a PIC (Pesquisa da Inten&ccedil;&atilde;o de Compra) do Dia dos Namorados, da Universidade Metodista.<br /><br />O tipo de estabelecimento mais procurado s&atilde;o os shoppings (45,6%), em grande parte pela proximidade do empreendimento da resid&ecirc;ncia ou do trabalho.<br /><br />Al&eacute;m disso, na hora de escolher o presente h&aacute; tr&ecirc;s fatores que definem o item que ser&aacute; levado: o desejo daqueles que ser&atilde;o presenteados (46,7% responderam "muito importante", a qualidade do produto (52,6%), seguido do pre&ccedil;o (37,3%). "Esta sensibilidade do consumidor ao pre&ccedil;o, um pouco mais intensa que nas pesquisas anteriores, em parte &eacute; explicada pelo aumento da prefer&ecirc;ncia por pagamentos &agrave; vista. Esta informa&ccedil;&atilde;o pode transformar-se em uma a&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica diferenciada para aqueles que conseguirem praticar pre&ccedil;os competitivos", diz o coordenador da PIC, Sandro Maskio.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Grande ABC</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Emprego com carteira assinada ganha fôlego]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=3&amp;clipping=37022</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:50:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O mercado de trabalho do Grande ABC ampliou o estoque de vagas em 8.363 empregos formais entre janeiro e abril. Esta &eacute; a diferen&ccedil;a entre o total de contratados e a soma das demiss&otilde;es no per&iacute;odo. O volume de postos de trabalho gerado no primeiro quadrimestre foi 24% superior ao mesmo per&iacute;odo do ano passado, quando a cria&ccedil;&atilde;o de vagas atingiu 6.743 posi&ccedil;&otilde;es.<br /><br />A ind&uacute;stria, setor com grande participa&ccedil;&atilde;o na gera&ccedil;&atilde;o de emprego e renda no Grande ABC, teve destaque no resultado do mercado de trabalho regional. Entre janeiro e abril de 2012, o setor reduziu em 2.594 postos o seu estoque de trabalhadores. Por&eacute;m, em igual per&iacute;odo deste ano, percorreu o sentido oposto e criou 2.137 vagas formais. "S&atilde;o n&uacute;meros positivos se comparados ao ano passado. Mas &eacute; claro que o emprego n&atilde;o &eacute; qualitativo como antes, pois os sal&aacute;rios das novas vagas provavelmente s&atilde;o mais baixos", analisou o professor de Economia da Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo Sandro Maskio.<br /><br />O MTE (Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego) &eacute; respons&aacute;vel pelas informa&ccedil;&otilde;es. O &oacute;rg&atilde;o publicou os n&uacute;meros do Grande ABC ontem, por meio do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em abril, o saldo foi positivo em 3.247 vagas, aumento de 28% na rela&ccedil;&atilde;o mensal e 23% na anual. No m&ecirc;s, a regi&atilde;o teve 1.967 postos no setor de servi&ccedil;os, maior resultado entre as oito categorias listadas.<br /><br />Os resultados positivos de vendas e produ&ccedil;&atilde;o das montadoras, segmento muito forte na regi&atilde;o, refor&ccedil;a a participa&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria no crescimento do emprego, avaliou o diretor para a regi&atilde;o do Corecon-SP (Conselho Regional de Economia), Leonel Tinoco.<br /><br />Dados da Anfavea (Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Fabricantes de Ve&iacute;culos Automotores) mostram a produ&ccedil;&atilde;o de 319.038 autom&oacute;veis e comerciais leves e a venda de 289.841 em abril. No acumulado do quadrimestre, foram 1,09 milh&atilde;o de unidades fabricadas e 866.147 comercializadas. A entidade garante que os quatro resultados s&atilde;o os maiores marcos hist&oacute;ricos.<br /><br />Mas o segmento de autope&ccedil;as da regi&atilde;o n&atilde;o entrou na esteira, principalmente pelo que os importados v&ecirc;m enfrentando, disse o primeiro vice-diretor do Ciesp (Centro das Ind&uacute;strias do Estado de S&atilde;o Paulo) de Santo Andr&eacute;, Norberto Luiz Perrella. "N&oacute;s, do APL (Arranjo Produtivo Local) de autope&ccedil;as da regi&atilde;o, j&aacute; encaminhamos pedido &agrave; Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica solicitando que se exija a utiliza&ccedil;&atilde;o de pe&ccedil;as nacionais na produ&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos (conforme prev&ecirc; o plano Inovar Auto)."<br /><br />Perrella informou que outro segmento industrial na regi&atilde;o est&aacute; aquecido e contratando. Como presidente da Associa&ccedil;&atilde;o das Empresas Metal Mec&acirc;nicas do Grande ABC, ele revelou que as firmas que fornecem &agrave;s companhias de eletrodom&eacute;sticos tiveram alta nas demandas. "As vendas de im&oacute;veis, principalmente para a classe m&eacute;dia, t&ecirc;m estimulado as compras de eletrodom&eacute;sticos. As empresas est&atilde;o otimistas", explicou.<br /><br />Como exemplo, em sua empresa, a Ferkoda, v&aacute;rios novos projetos exigiram&nbsp; aumento do quadro de funcion&aacute;rios e mudan&ccedil;a no foco das autope&ccedil;as e cerca de 75% da produ&ccedil;&atilde;o est&aacute; voltada ao segmento de eletrodom&eacute;sticos.<br /><br />Todas as cidades apresentam saldo positivo nos postos em abril<br /><br />Todas as cidades do Grande ABC tiveram cria&ccedil;&atilde;o de vagas de emprego formal em abril. S&atilde;o Bernardo saiu na frente com 945 posi&ccedil;&otilde;es, seguido por Santo Andr&eacute; (898), Diadema (637), S&atilde;o Caetano (490), Mau&aacute; (190), Ribeir&atilde;o Pires (84) e Rio Grande da Serra (3).<br /><br />Al&eacute;m dos servi&ccedil;os (1.967), os outros tr&ecirc;s principais setores da economia tamb&eacute;m tiveram saldo positivo na regi&atilde;o no m&ecirc;s passado. S&atilde;o eles a ind&uacute;stria (478), constru&ccedil;&atilde;o (685) e com&eacute;rcio (201).<br /><br />NACIONAL - No Pa&iacute;s, a gera&ccedil;&atilde;o de empregos formais atingiu 196.913 postos de trabalho em abril. Segundo dados divulgados ontem do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do MTE (Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego), o n&uacute;mero de vagas criadas representou crescimento de 0,49% em rela&ccedil;&atilde;o ao estoque de mar&ccedil;o.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Grande ABC</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Souza Cruz aposta em novos destinos para crescer]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=18&amp;clipping=37021</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:49:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Ao completar 110 anos de atividade em 2013, a Souza Cruz amplia o papel das exporta&ccedil;&otilde;es como uma das principais fontes de receitas da companhia que det&eacute;m 74,9% do mercado dom&eacute;stico de tabaco. Com 120 mil toneladas exportadas em 2012, montante 24% superior ao registrado em 2011 e respons&aacute;vel por engordar o faturamento anual em R$ 1,37 bilh&atilde;o, as vendas externas passaram a ocupar papel de destaque nas estrat&eacute;gias competitivas.<br /><br />No Rio Grande do Sul, a for&ccedil;a do setor p&ocirc;de ser medida na balan&ccedil;a comercial do ano passado. Apesar de queda generalizada de 10,5%, o tabaco se manteve como o principal item da pauta ga&uacute;cha, ficando com 12,9% do total de vendas externas do Estado - crescimento de 18% sobre o ano anterior. <br /><br />Uma das explica&ccedil;&otilde;es para a escalada reside em tratar as vendas externas como resposta &agrave;s recentes altera&ccedil;&otilde;es de legisla&ccedil;&atilde;o interna. Entre elas, a implementa&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o m&iacute;nimo ao consumidor (R$ 3,00/carteira de cigarro), o reajuste dos custos em decorr&ecirc;ncia do aumento na al&iacute;quota de IPI em 41% em 2012 e o compromisso de retirada dos produtos com sabor mentolado em prazo de um ano t&ecirc;m influenciado negativamente o segmento.&nbsp; Na Souza Cruz, entretanto, o efeito das mudan&ccedil;as foi sentido com a redu&ccedil;&atilde;o de 70 milh&otilde;es, em 2011, para 66 milh&otilde;es, no ano passado, do total de unidades comercializadas no Brasil - o principal mercado consumidor da Am&eacute;rica Latina com 42% das vendas do continente.<br /><br />Considerada uma das 10 maiores empresas brasileiras em gera&ccedil;&atilde;o de tributos, a companhia ainda &eacute; dos um dos principais players, com R$ 8,508 bilh&otilde;es em gera&ccedil;&atilde;o de tributos sobre as vendas. Hoje em dia, se a principal fonte no valor consolidado de R$ 11,7 bilh&otilde;es em 2012 &eacute; a exporta&ccedil;&atilde;o, a empresa tamb&eacute;m &eacute; reconhecida pelos constantes pagamentos de dividendos. E, no ano passado, os acionistas receberam R$ 1,55 bilh&atilde;o o equivalente a 13,3% das receitas, o que garante bons desempenhos das a&ccedil;&otilde;es da CRUZ3 em bolsa. <br /><br />No entanto, conforme explica o diretor de tabaco e regional Am&eacute;rica, Dimar Frozza, para acompanhar as transforma&ccedil;&otilde;es do mercado &eacute; preciso voltar cada vez mais as aten&ccedil;&otilde;es ao cen&aacute;rio externo.&nbsp; A receita tem sido aplicada ao longo dos anos e envolve, essencialmente, investimentos cont&iacute;nuos em qualifica&ccedil;&atilde;o de produtos junto ao sistema integrado que conta com mais de 30 mil agricultores que abastecem as quatro usinas de processamento localizadas em Santa Cruz do Sul (RS), Blumenau (SC), Rio Negro (PR) e Patos (PB), al&eacute;m das duas f&aacute;bricas de cigarros - uma em Cachoeirinha (RS) e outra em Uberl&acirc;ndia (MG).<br /><br />Com a instala&ccedil;&atilde;o, em 1917, da planta no mun&iacute;cipio de Santa Cruz do Sul, a empresa Brazilian Tobacco Corporation, subsidi&aacute;ria da British American Tobacco, tem in&iacute;cio a mescla da hist&oacute;ria da empresa, transformando a cidade ga&uacute;cha em um polo nacional da ind&uacute;stria fumageira. Atualmente, a estrutura de distribui&ccedil;&atilde;o &eacute; formada por seis Centrais Integradas de Distribui&ccedil;&atilde;o (CIDs), localizadas no Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo, Contagem, Curitiba, Porto Alegre e Recife, 24 Centros de Distribui&ccedil;&atilde;o e 80 postos de abastecimento.<br /><br /><strong>Pioneirismo que se traduz em resultados</strong><br /><br />De olho nas reestrutura&ccedil;&otilde;es do mercado, a Souza Cruz aposta na diversifica&ccedil;&atilde;o de mercados. Desde o primeiro embarque, realizado em 1969 para a Europa, j&aacute; s&atilde;o mais de 40 pa&iacute;ses compradores, dentre eles, a China, com m&eacute;dia de crescimento de pedidos de 10% nos &uacute;ltimos cinco anos. &ldquo;Os chineses t&ecirc;m um mercado ascendente, principalmente, nos produtos premium e de alta qualidade. &Eacute; justamente esse o nicho a ser explorado pelo Brasil, pois possu&iacute;mos um produto de qualidade e em total conflu&ecirc;ncia com a demanda do mercado chin&ecirc;s&rdquo;, revela o diretor de tabaco e regional Am&eacute;rica, Dimar Frozza.<br /><br />Detentora de marcas de alta qualidade como Dunhill, Free, Lucky Strike, Hollywood, Derby, entre outras, a empresa se diz preparada para novos desafios no Brasil. Entretanto, as principais vendas est&atilde;o concentradas em tradicionais parceiros comerciais. Do total exportado, 41% &eacute; destinado ao Leste Europeu, 37% ao Oriente M&eacute;dio, 17% &agrave; &Aacute;sia e o restante, 5%, permanece na Am&eacute;rica Latina. <br /><br />&ldquo;Sempre valorizamos as pr&aacute;ticas sustent&aacute;veis na produ&ccedil;&atilde;o de tabaco, bem como os investimentos em qualidade. O sistema de produ&ccedil;&atilde;o integrado e a nossa experi&ecirc;ncia fizeram com que alavanc&aacute;ssemos dois fatores: a seguran&ccedil;a dos suplementos e a sustentabilidade dos fornecimentos, pois tudo &eacute; feito apenas com produtores que obedecem &agrave;s orienta&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas e os cuidados necess&aacute;rios&rdquo;, defende.<br /><br />Por isso, outro destaque &eacute; o desenvolvimento de um programa para a qualifica&ccedil;&atilde;o da Souza Cruz como polo de produtos acabados e semiacabados para o Grupo BAT. A estrat&eacute;gia foi respons&aacute;vel por iniciar a exporta&ccedil;&atilde;o de cigarros para Argentina, Chile e Cuba, com volumes estimados em 300 milh&otilde;es de unidades por ano, al&eacute;m da exporta&ccedil;&atilde;o de filtros e tabaco processado.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Jornal do Com&eacute;rcio - RS</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Anvisa regulamenta recall de alimentos]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=4&amp;clipping=37020</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:49:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Empresa ter&aacute; de informar o total de produtos contaminados em at&eacute; 24 horas ap&oacute;s o in&iacute;cio da campanha <br /><br />Casos como o envase de soda c&aacute;ustica no lugar de suco de soja, na f&aacute;brica do AdeS, em Minas Gerais, e de intoxica&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as com achocolatado Toddynho, tamb&eacute;m por produto de limpeza, levaram a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) a formular uma regulamenta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica para o recall de alimentos. O &oacute;rg&atilde;o elaborou uma resolu&ccedil;&atilde;o que ser&aacute; discutida amanh&atilde; pela diretoria e, posteriormente, submetida, por 60 dias, &agrave; consulta p&uacute;blica. O texto prev&ecirc;, por exemplo, que a ind&uacute;stria deve comunicar &agrave; ag&ecirc;ncia, at&eacute; 24 horas ap&oacute;s a determina&ccedil;&atilde;o do recall, quantas unidades do alimento contaminado foram fabricadas ou importadas, quantas foram distribu&iacute;das no mercado nacional e quantas foram distribu&iacute;das a programas sociais, escolas, creches, estabelecimento de sa&uacute;de etc. Prev&ecirc; ainda que, independentemente do fabricante, a ag&ecirc;ncia pode determinar o recolhimento. <br /><br />Segundo o diretor de Controle e Monitoramento da Anvisa, Agenor &Aacute;lvares, ex-ministro da Sa&uacute;de, hoje a ag&ecirc;ncia nem &eacute; comunicada quando ocorrem esses problemas e toma conhecimento dos poucos recalls volunt&aacute;rios das empresas pelo notici&aacute;rio: <br /><br />&mdash; &Eacute; absurdo sabermos pela imprensa. A comunica&ccedil;&atilde;o inadequada do problema para a autoridade sanit&aacute;ria, como nos casos recentes envolvendo achocolatados, ovos de P&aacute;scoa e bebidas &agrave; base de soja, pode levar &agrave; ado&ccedil;&atilde;o de medidas pouco eficientes e, consequentemente, &agrave; perman&ecirc;ncia do risco &agrave; sa&uacute;de dos consumidores. <br /><br />Hoje, o setor n&atilde;o &eacute; obrigado a informar &agrave; Anvisa sobre problemas detectados com produtos nem a realiza&ccedil;&atilde;o do recolhimento dos alimentos. As ind&uacute;strias que fazem recall volunt&aacute;rio comunicam essa decis&atilde;o apenas ao Departamento de Prote&ccedil;&atilde;o de Defesa do Consumidor do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a. <br /><br />CONCLUS&Atilde;O EM 60 DIAS, SE HOUVER RISCO &Agrave; SA&Uacute;DE &Aacute;lvares admite que h&aacute; uma lacuna na fiscaliza&ccedil;&atilde;o dos alimentos. Da&iacute; a necessidade de regulamentar o recall e exigir compromisso da ind&uacute;stria quando houver problemas de contamina&ccedil;&atilde;o. A regulamenta&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;ar&aacute; o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor (CDC), exigindo que a empresa fa&ccedil;a o alerta em meios de comunica&ccedil;&atilde;o que alcancem toda a popula&ccedil;&atilde;o. Nesses comunicados p&uacute;blicos, elas ter&atilde;o de informar n&atilde;o s&oacute; a necessidade do recolhimento do produto, como o motivo e as consequ&ecirc;ncias &agrave; sa&uacute;de de sua ingest&atilde;o. O an&uacute;ncio dever&aacute; ter informa&ccedil;&otilde;es como marca, lote, prazo de validade, conte&uacute;do l&iacute;quido, tipo de embalagem, identifica&ccedil;&atilde;o do fabricante e recomenda&ccedil;&otilde;es. A ag&ecirc;ncia quer garantir que sejam recolhidos os produtos em poder dos consumidores, n&atilde;o s&oacute; os que estejam no mercado. <br /><br />Os alimentos a serem recolhidos ser&atilde;o divididos em duas classes: as de produtos considerados impr&oacute;prios por implicar risco &agrave; sa&uacute;de, caso dos alimentos contaminados com formol e soda c&aacute;ustica, por exemplo, que devem ter o processo de recall conclu&iacute;do em at&eacute; 60 dias; e os alimentos com erros de rotulagem, como declara&ccedil;&atilde;o errada do n&uacute;mero do lote, t&ecirc;m at&eacute; 120 dias. Ricardo Morishita, professor de Direito do Consumidor da FGV Direito-Rio, diz que a resolu&ccedil;&atilde;o da Anvisa pode contribuir dando maior especificidade &agrave;s regras gerais de recall do CDC: &mdash; Vivemos na sociedade de risco, na qual a &aacute;rea p&uacute;blica e privada devem ter o compromisso com a prote&ccedil;&atilde;o da vida do consumidor.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo - RJ</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Edição Especial de Futebol da 88 Old Cesar chega ao Distrito Federal]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=10&amp;clipping=37019</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:45:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><em> 
<table style="float: right;" border="0" width="100">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td><img title="Ceserer-2013" src="/img/impar/3/7/3721.jpg" alt="Ceserer-2013" width="420" height="140" /></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
O lan&ccedil;amento contar&aacute; com campanha publicit&aacute;ria na capital e cidades sat&eacute;lites</em></span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><br />A Cereser, tradicional fabricante brasileira de bebidas, realiza, deste m&ecirc;s at&eacute; julho, a campanha de lan&ccedil;amento da aguardente 88 Old Cesar Edi&ccedil;&atilde;o Especial de Futebol, na regi&atilde;o do Distrito Federal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">A s&eacute;rie especial ter&aacute; 600 mil garrafas da aguardente de cana-de-a&ccedil;&uacute;car composta com carvalho, com r&oacute;tulo que faz uma homenagem ao esporte paix&atilde;o nacional. A Edi&ccedil;&atilde;o Especial de Futebol foi idealizada especialmente para torcedores receberem os amigos para curtir as melhores partidas da Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Para promover o lan&ccedil;amento ser&atilde;o instalados outdoors e busdoors nos pontos estrat&eacute;gicos de Bras&iacute;lia e cidades sat&eacute;lites. J&aacute; os pontos de venda receber&atilde;o, al&eacute;m de cartazes, camisetas, adesivos e tabelas de jogos, para serem distribu&iacute;dos aos consumidores. </span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong><br />Sobre a Cereser</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Fundada em 1926, a Viti-Vin&iacute;cola Cereser Ltda. est&aacute; entre as maiores fabricantes de bebidas alco&oacute;licas da Am&eacute;rica Latina. Conta com um portf&oacute;lio diversificado nos segmentos de vinhos, sidras, vermouths, vodkas, Ices, aguardentes, conhaques e outros destilados, que atendem diferentes perfis de consumidores de todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s e s&atilde;o exportados para mais de 40 pa&iacute;ses na Am&eacute;rica Latina, &Aacute;frica e &Aacute;sia, tornando a Cereser a maior exportadora brasileira de sidra.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Dona da maior linha de produ&ccedil;&atilde;o de espumantes do mundo, a Cereser possui capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de 65 mil litros/hora e de armazenagem de at&eacute; 20 milh&otilde;es de litros, em suas f&aacute;bricas em Jundia&iacute;-SP e no Complexo Industrial de Suape-PE.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Conhe&ccedil;a mais sobre a Cereser no site:<a href="http://www.cereser.com.br/"> www.cereser.com.br</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Fonte: Assessoria de comunica&ccedil;&atilde;o Cereser </span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Cotação da carne bovina em queda]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=14&amp;clipping=37018</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:18:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O bom volume de boi gordo ofertado no decorrer da semana passada resultou em consider&aacute;vel avan&ccedil;o das escalas de abate. Segundo o analista de Safras &amp; Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigor&iacute;ficos se encontram em situa&ccedil;&atilde;o mais confort&aacute;vel. Levando isso em considera&ccedil;&atilde;o, foi observada cont&iacute;nua queda dos pre&ccedil;os, sobretudo no Centro-Oeste do pa&iacute;s, onde a oferta &eacute; mais significativa.<br /><br /><br />O ponto de consumo durante a primeira quinzena do m&ecirc;s de maio, n&atilde;o foi capaz de reverter esse quadro, conforme era esperado. Para a segunda quinzena do m&ecirc;s, &eacute; aguardada oferta de boi gordo ainda mais significativa. Combinando a boa oferta prevista e a demanda mais fraca durante o per&iacute;odo em quest&atilde;o, a perspectiva &eacute; de nova queda dos pre&ccedil;os praticados.<br /><br />A chegada de uma nova frente fria ao pa&iacute;s tende a favorecer as negocia&ccedil;&otilde;es. Com o clima mais frio e seco, a perspectiva &eacute; que a deteriora&ccedil;&atilde;o das pastagens ocorra de forma mais acelerada, tornando invi&aacute;vel a reten&ccedil;&atilde;o de boi gordo no pasto.<br /><br />A m&eacute;dia semanal de pre&ccedil;os (13 a 16/05), em S&atilde;o Paulo, foi de R$ 95,94 livre. Em Mato Grosso do Sul, pre&ccedil;o a R$ 89,94. Em Minas Gerais, a arroba ficou a R$ 87,50 livre, a prazo. Em Goi&aacute;s, a arroba foi cotada a R$ 87,50. Em Mato Grosso, pre&ccedil;o em R$ 86,44.<br /><br />O mercado atacadista de carne bovina com osso tem pre&ccedil;os est&aacute;veis, com possibilidade de discreta queda. Da redu&ccedil;&atilde;o de abates, caso ocorra, o cen&aacute;rio poder&aacute; ser alterado para manter a oferta a n&iacute;vel de atacado mais equilibrada e, com isso, os pre&ccedil;os poder&atilde;o se estabilizar devido &agrave; menor oferta do produto.<br /><br />No atacado, a m&eacute;dia semanal foi de R$ 5,00 nos cortes de dianteiro e de R$ 7,83 nos cortes de traseiro. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Preços sobem no Brasil, seguindo Chicago]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=37017</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:17:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Movimenta&ccedil;&atilde;o melhorou nas principais pra&ccedil;as, mas ainda em pequenos volumes.<br /><br />Os pre&ccedil;os da soja apresentaram consistente valoriza&ccedil;&atilde;o no mercado brasileiro ao longo da semana. Em conseq&uuml;&ecirc;ncia, a movimenta&ccedil;&atilde;o melhorou nas principais pra&ccedil;as, mas ainda envolvendo pequenos volumes e praticamente restrita ao dispon&iacute;vel. A combina&ccedil;&atilde;o de alta em Chicago e de eleva&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar comercial garantiu a alta nos referenciais dom&eacute;sticos.<br /><br />Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 58,50 no dia 9 de maio para R$ 60,50 no dia 16. Em Cascavel (PR), o pre&ccedil;o avan&ccedil;ou de R$ 55,50 para R$ 57,00. Em Rondon&oacute;polis (MT), a cota&ccedil;&atilde;o passou de R$ 50,50 para R$ 53,00. Em Dourados (MS), o pre&ccedil;o saiu de R$ 51,50 para R$ 52,50, enquanto em Rio Verde (GO), a cota&ccedil;&otilde;es subiu de R$ 53,00 para R$ 55,00.<br /><br />Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos da soja em gr&atilde;o com vencimento em julho apresentaram valoriza&ccedil;&atilde;o de 1,35% no per&iacute;odo, passando de US$ 14,08 para US$ 14,27 por bushel.<br /><br />No mercado internacional da soja, a falta de produto nos Estados Unidos tem provocado alta acentuada no mercado f&iacute;sico, com pr&ecirc;mios recordes sobre as cota&ccedil;&otilde;es futuras. Os contratos com vencimentos mais pr&oacute;ximos acompanham este movimento, que &eacute; intensificado pelo sentimento de que ainda h&aacute; demanda pelo produto norte-americano, mesmo com a entrada de soja do Brasil e da Argentina no mercado.<br /><br />Em rela&ccedil;&atilde;o aos contratos com vencimentos mais distantes, referentes a produto da nova safra, as incertezas em rela&ccedil;&atilde;o ao plantio, que segue atrasado nos principais estados norte-americanos, ajudaram a sustentar os patamares. Inicialmente, o mercado trabalha com uma supersafra norte-americana, mas h&aacute; d&uacute;vidas quanto ao efeito deste atraso na produtividade e h&aacute;, principalmente, o temos que de o per&iacute;odo de aperto na oferta se estenda, caso a colheita tamb&eacute;m seja adiada.<br /><br /><br />Proje&ccedil;&atilde;o - O relat&oacute;rio de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe as primeiras proje&ccedil;&otilde;es para a safra 2013/14 de soja. Segundo o USDA, os sojicultores norte-americanos ir&atilde;o produzir 3,390 bilh&otilde;es de bushels do gr&atilde;o (92,26 milh&otilde;es de toneladas), ante os 3,015 bilh&otilde;es de bushels (82,06 milh&otilde;es de toneladas) projetados para 2012/13. A produtividade da safra 2013/14 est&aacute; estimada em 44,5 bushels por acre, contra os 39,6 bushels por hectare previstos para 2012/13.<br /><br />O USDA aponta que os estoques finais de soja no pa&iacute;s somar&atilde;o 265 milh&otilde;es de bushels em 2013/14, na compara&ccedil;&atilde;o com os 125 milh&otilde;es de bushels da safra precedente. A estimativa de esmagamento &eacute; de 1,695 bilh&atilde;o de bushels para 2013/14, contra 1,635 bilh&atilde;o de bushels em 2012/13. A proje&ccedil;&atilde;o de exporta&ccedil;&atilde;o &eacute; de 1,450 bilh&atilde;o de bushels para a temporada 2013/14, contra 1,35 bilh&atilde;o de bushels em 2012/13.<br /><br />Analistas consultados por ag&ecirc;ncias internacionais esperavam que o novo n&uacute;mero para o carryover dos Estados Unidos de 2012/13 ficasse em 124 milh&otilde;es de bushels, um pouco abaixo do n&uacute;mero apresentado. Para 2013/14, o mercado apostava em n&uacute;mero pr&oacute;ximo a 240 milh&otilde;es de bushels para os estoques finais, tamb&eacute;m abaixo da estimativa divulgada.<br /><br />A produ&ccedil;&atilde;o mundial de soja 2013/14 est&aacute; estimada em 285,50 milh&otilde;es de toneladas, contra 268,11 milh&otilde;es de toneladas em 2012/13. Os estoques mundiais finais de soja devem crescer de 62,46 milh&otilde;es de toneladas em 2012/13 para 74,96 milh&otilde;es de toneladas. O USDA estima uma produ&ccedil;&atilde;o brasileira de 85 milh&otilde;es de toneladas em 2013/14 (contra 83,5 mi t em 2012/13) e argentina de 54,5 milh&otilde;es de toneladas (ante 51,00 mi t em 2012/13).<br /><br />A safra norte-americana tem estimativa de produ&ccedil;&atilde;o de 92,26 milh&otilde;es de toneladas para 2013/14, ante 82,06 milh&otilde;es de toneladas em 2012/13. A China tem produ&ccedil;&atilde;o estimada de 12,00 milh&otilde;es de toneladas para 2013/14 e dever&aacute; importar 69 milh&otilde;es de toneladas nessa temporada.<br /><br />Para os estoques mundiais de soja, a previs&atilde;o do mercado era de um n&uacute;mero de 62,3 milh&otilde;es de toneladas para 2012/13. Para 2013/14, o sentimento inicial do mercado era de estoques crescendo para 70,5 milh&otilde;es de toneladas. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Exportação de soja deve atingir 38,5 mi/t em 2013]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=37015</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:17:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A produ&ccedil;&atilde;o brasileira de soja na temporada 2012/13 dever&aacute; totalizar 82,336 milh&otilde;es de toneladas, com aumento de 22% na compara&ccedil;&atilde;o com a safra anterior, que ficou em 67,758 milh&otilde;es de toneladas. A previs&atilde;o faz parte de levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisas Agroecon&ocirc;micas Safras &amp; Mercado. No relat&oacute;rio anterior, divulgado no dia 5 de abril, a previs&atilde;o era de safra de 82,495 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />A estimativa de &aacute;rea plantada passou de 25,258 milh&otilde;es de hectares em 2011/12 para 27,840 milh&otilde;es na atual temporada, com aumento de 10%. A consultoria trabalha com rendimento m&eacute;dio de 2.964 quilos por hectare, superando os 2.694 quilos obtidos no ano passado.<br /><br />O Mato Grosso dever&aacute; seguir l&iacute;der no ranking de produ&ccedil;&atilde;o nacional, com safra estimada em 23,9 milh&otilde;es de toneladas, representando um crescimento de 9% sobre as 22 milh&otilde;es de toneladas obtidas em 2011/12. A produ&ccedil;&atilde;o do Paran&aacute; dever&aacute; ter um crescimento de 42%, totalizando 15,8 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />Ap&oacute;s uma temporada de quebra por conta do clima seco, o Rio Grande do Sul dever&aacute; recuperar a produ&ccedil;&atilde;o. Safras &amp; Mercado aposta em uma expans&atilde;o de 89% na safra, que chegaria a 12,45 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />Conforme o analista da Safras &amp; Mercado Fl&aacute;vio Fran&ccedil;a J&uacute;nior, o corte est&aacute; essencialmente ligado aos ajustes mais criteriosos feitos nas estimativas de produtividade que foram poss&iacute;veis agora com o virtual encerramento da colheita. "Especialmente nos estados atingidos por alguma irregularidade clim&aacute;tica", frisou. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Estado tem a maior safrinha da história]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=37014</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:17:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Produ&ccedil;&atilde;o cresceu 219% em cinco anos.<br /><br />Minas Gerais est&aacute; colhendo a maior safrinha de milho da hist&oacute;ria, um volume estimado de 560,7 mil toneladas, informa o Instituto Brasileiro de Geografica e Estat&iacute;stica (IBGE) com base em levantamento realizado no m&ecirc;s de abril. De acordo com avalia&ccedil;&atilde;o da Secretaria de Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Seapa), o volume equivale a 7,6% da safra total do gr&atilde;o no Estado, que deve alcan&ccedil;ar 7,4 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />A safrinha &eacute; resultado do cultivo em &aacute;reas antes ocupadas com cultivo geralmente de soja precoce, no caso de Minas Gerais. O milho pode ser cultivado tamb&eacute;m por meio da rota&ccedil;&atilde;o de cultura, explica Luiz Fernando Ferreira, coordenador t&eacute;cnico estadual (Upec) da Emater-MG, vinculada &agrave; Seapa.<br /><br />Ele ainda explica que o plantio da safrinha pode ser destinado tamb&eacute;m &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de semente, op&ccedil;&atilde;o feita pelos produtores de Una&iacute; (regi&atilde;o Noroeste do Estado) no ano passado. "A defini&ccedil;&atilde;o do plantio de safrinha depende das perspectivas de mercado", enfatiza.<br /><br />Para o superintendente de Pol&iacute;tica e Economia Agr&iacute;cola da Seapa, Jo&atilde;o Ricardo Albanez, os dados atuais da safrinha de milho sinalizam para o crescimento desse cultivo em Minas. "H&aacute; cinco anos, a produ&ccedil;&atilde;o estadual era de 176 mil toneladas. Portanto, o crescimento nesta safra &eacute; de 219%", informa.<br /><br />Albanez diz que a safrinha de milho tamb&eacute;m &eacute; crescente no Brasil e deve alcan&ccedil;ar 43,2 milh&otilde;es de toneladas ante os 39,1 milh&otilde;es de toneladas registrados em 2012. "O volume equivale a 55,3% da safra nacional de milho, sendo o Mato Grosso l&iacute;der da produ&ccedil;&atilde;o, com 15 milh&otilde;es de toneladas. Em segundo lugar est&aacute; o Paran&aacute;, com 10,2 milh&otilde;es de toneladas, ficando o Mato Grosso do Sul em terceiro com 6,1 milh&otilde;es de toneladas.<br /><br />Segundo o IBGE, no in&iacute;cio dO ano havia a sinaliza&ccedil;&atilde;o de interesse dos agricultores mineiros em aumentar a produ&ccedil;&atilde;o de milho safrinha, o que se confirmou. Em abril foram reavaliadas pelos pesquisadores do instituto as &aacute;reas em lavouras do Tri&acirc;ngulo Mineiro, e os pesquisadores identificaram cultivo tamb&eacute;m em diversos munic&iacute;pios do Centro-Oeste.<br /><br />Regi&otilde;es - No ranking das regi&otilde;es das regi&otilde;es produtoras de segunda safra, a Noroeste est&aacute; em primeiro lugar, com 246,5 mil toneladas, 43,9% do total. Depois vem o Alto Parana&iacute;ba, com 125,2 mil toneladas, participa&ccedil;&atilde;o de 22,3%. Tri&acirc;ngulo e Sul de Minas t&ecirc;m 94,9 mil toneladas (16,9%) e 54,9 mil toneladas (9,8%), respectivamente. Norte e Centro Oeste registram participa&ccedil;&otilde;es de 20,7 mil toneladas (3,7%) e 10,8 mil toneladas (2%).<br /><br />Entre os munic&iacute;pios que apresentam maior produ&ccedil;&atilde;o de milho safrinha, a lideran&ccedil;a &eacute; de Paracatu (Noroeste), com estimativa de 88,2 mil toneladas. O segundo colocado &eacute; Coromandel (Alto Parana&iacute;ba), 79,8 mil toneladas, e no terceiro lugar est&aacute; Una&iacute; (Noroeste), 72 mil toneladas. Boa Esperan&ccedil;a (Sul) e Buritis (Noroeste) t&ecirc;m estimativas de 40,5 mil toneladas e 33,6 mil toneladas. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pagamento por meio eletrônico ganha MP]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=5&amp;clipping=37013</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:16:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Os meios de pagamentos eletr&ocirc;nicos &ndash; cart&atilde;o, internet e celular &ndash; come&ccedil;aram a ser regulados com a Medida Provis&oacute;ria (MP) n&ordm; 615, que estabelece inicialmente alguns conceitos sobre o tema. Publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o anteontem, a MP &eacute; o primeiro passo para a regulamenta&ccedil;&atilde;o que ser&aacute; feita pelo Banco Central (BC) em at&eacute; seis meses. A autoridade monet&aacute;ria ter&aacute; mais poderes e poder&aacute; disciplinar a cobran&ccedil;a de tarifas em rela&ccedil;&atilde;o aos servi&ccedil;os de pagamentos. Em nota, a Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Empresas de Cart&otilde;es de Cr&eacute;dito e Servi&ccedil;os (Abecs) disseram apoiar a iniciativa. As duas entidades refor&ccedil;aram o intuito de contribuir para a moderniza&ccedil;&atilde;o dos sistemas da rede banc&aacute;ria e de atender os objetivos de inclus&atilde;o financeira. Por isso, dizem, est&atilde;o finalizando discuss&otilde;es para a assinatura de uma conven&ccedil;&atilde;o relativa ao modelo operacional para realiza&ccedil;&atilde;o de opera&ccedil;&otilde;es financeiras por meio de dispositivos m&oacute;veis. <br />&nbsp;<br />MP &ndash; A MP n&atilde;o muda nada em termos pr&aacute;ticos at&eacute; a regulamenta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, que deve sair em seis meses. Por enquanto, foram estabelecidos alguns conceitos, como o de arranjos de pagamento, que &eacute; um conjunto de normas, procedimentos e princ&iacute;pios. A MP estabelece o uso da conta de pagamento, que ser&aacute; espec&iacute;fica para pagamentos eletr&ocirc;nicos. Desta forma, um consumidor sem conta-corrente pode manter cr&eacute;ditos em uma conta de pagamento em uma empresa (banco ou n&atilde;o) que necessariamente ter&aacute; de colocar o dinheiro do cliente em uma conta-corrente. <br />&nbsp;<br />Al&eacute;m disso, a MP trata do que vem pela frente como o uso da moeda eletr&ocirc;nica, que pode ser caracterizada por um cr&eacute;dito eletr&ocirc;nico que d&aacute; direito &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de pagamentos. No primeiro momento, ser&aacute; poss&iacute;vel fazer pagamentos de pessoa a pessoa, por mensagem de texto pelo celular, por exemplo. Depois, a moeda eletr&ocirc;nica poder&aacute; ser usada em pagamentos do usu&aacute;rio para o com&eacute;rcio e prestadores de servi&ccedil;os. "O pr&oacute;prio governo estabeleceria, no futuro, pagamento de bolsas usando esse sistema. A ideia &eacute; que esse cr&eacute;dito virtual tamb&eacute;m possa se transformar em dinheiro", afirma Aldo Mendes, diretor de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria do BC.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - SP</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Consumidor quer saber onde sua roupa é feita]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=19&amp;clipping=37012</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:16:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A revolu&ccedil;&atilde;o que tomou conta do setor aliment&iacute;cio se expandiu para o com&eacute;rcio: a origem importa, e muito. Agora que o caf&eacute; de com&eacute;rcio justo e as frutas org&acirc;nicas viraram padr&atilde;o nas prateleiras, os consumidores preocupados com as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, os temas ambientais e a terceiriza&ccedil;&atilde;o passaram a exigir que suas camisetas sigam o mesmo padr&atilde;o e o que originou essa mudan&ccedil;a foi o desabamento do pr&eacute;dio de uma confec&ccedil;&atilde;o em Bangladesh onde morreram mais de mil pessoas.<br />&nbsp;<br />Algumas lojas est&atilde;o fazendo o que j&aacute; foi considerado impens&aacute;vel: fornecer informa&ccedil;&otilde;es sobre como e onde seus produtos s&atilde;o feitos.<br />&nbsp;<br />A boutique online Everlane recentemente acrescentou ao seu site a descri&ccedil;&atilde;o de onde seus produtos s&atilde;o feitos.<br />&nbsp;<br />A Nordstrom diz que planeja acrescentar informa&ccedil;&otilde;es sobre suas roupas, feitas em condi&ccedil;&otilde;es dignas de trabalho.<br />&nbsp;<br />A loja virtual revela o n&uacute;mero de trabalhadores envolvidos na produ&ccedil;&atilde;o de cada item e o custo de cada componente, enquanto a confec&ccedil;&atilde;o pretende anunciar as origens de seus robes quando a Bed Bath &amp; Beyond come&ccedil;ar a vend&ecirc;-los, ainda neste m&ecirc;s.<br />&nbsp;<br />E um grupo de grandes lojas, incluindo algumas que t&ecirc;m hist&oacute;rico controverso de manufatura no exterior, como Nike e Wal-Mart, afirma estar desenvolvendo um &iacute;ndice que inclui medidas trabalhistas, sociais e ambientais.<br /><br />Novas pesquisas indicam um consumidor cada vez mais interessado em saber como e onde os bens s&atilde;o produzidos. Um estudo feito em 2012 por professores do MIT e de Harvard mostrara que alguns deles, mesmo os que estavam atr&aacute;s de pre&ccedil;os mais baixos, embora n&atilde;o se mostrassem dispostos a pagar mais, acabaram fazendo isso s&oacute; porque as roupas traziam um selo que garantia uma pr&aacute;tica trabalhista justa.<br />&nbsp;<br />"&Eacute; cada vez maior a demanda por produtos feitos em condi&ccedil;&otilde;es dignas", diz Ian Robinson, professor e pesquisador da Universidade de Michigan que se dedica a temas trabalhistas. Os consumidores "n&atilde;o recebem as informa&ccedil;&otilde;es de que precisam e est&atilde;o incomodados com isso".<br />&nbsp;<br />O desabamento da confec&ccedil;&atilde;o em Bangladesh no fim de abril acrescentou mais urg&ecirc;ncia ao movimento, o que se confirma pelo volume de perguntas e questionamentos de clientes preocupados que chegam &agrave;s lojas.<br />&nbsp;<br />"Todo mundo compra e se veste todos os dias, mas ningu&eacute;m nem imagina de onde as roupas v&ecirc;m", afirma Michael Preysman, CEO e fundador da Everlane. "Aos poucos, o p&uacute;blico est&aacute; come&ccedil;ando a se conscientizar de que deve buscar as origens desses produtos."<br />&nbsp;<br /><strong>Apetite do consumidor</strong><br />As grandes lojas h&aacute; muito se recusam a divulgar o processo inteiro, alegando que a terceiriza&ccedil;&atilde;o &eacute; complexa demais &ndash; um su&eacute;ter feito na It&aacute;lia pode ter linha, l&atilde; e tintura de outros pa&iacute;ses, por exemplo. Al&eacute;m disso, a prote&ccedil;&atilde;o do ambiente de trabalho &eacute; cara e roupas baratas, n&atilde;o importa onde ou como s&atilde;o feitas, vendem de qualquer maneira, como H&amp;M, Zara e Joe Fresh mostram com sua r&aacute;pida expans&atilde;o.<br />&nbsp;<br />Os defensores da corre&ccedil;&atilde;o trabalhista observam que o apetite do consumidor por mais informa&ccedil;&otilde;es pode come&ccedil;ar a incomodar as lojas que s&atilde;o menos transparentes. Nas &uacute;ltimas semanas, v&aacute;rios pol&iacute;ticos, incluindo a chanceler alem&atilde; Angela Merkel, e grupos ativistas aproveitaram a trag&eacute;dia para pedir a ado&ccedil;&atilde;o de padr&otilde;es e certifica&ccedil;&otilde;es de com&eacute;rcio justo. Em resposta direta ao desastre de Bangladesh, a Everlane acrescentou ao seu site informa&ccedil;&otilde;es sobre as f&aacute;bricas onde suas roupas s&atilde;o feitas. "Esse ateli&ecirc; fica a dez minutos de nosso escrit&oacute;rio de Los Angeles", informa a descri&ccedil;&atilde;o de uma das camisetas. "O Sr. Kim, o dono, est&aacute; no setor de confec&ccedil;&otilde;es da cidade h&aacute; mais de trinta anos".<br />&nbsp;<br />A Everlane disse que, em breve, passar&aacute; a discriminar os custos de toda a produ&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de fotos das confec&ccedil;&otilde;es e informa&ccedil;&otilde;es sobre o processo. Preysman diz que a Everlane h&aacute; tempos vem recebendo perguntas "sobre as fontes de mat&eacute;ria-prima de seus produtos e as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho de seus fornecedores". &Eacute; uma ci&ecirc;ncia inexata, diz ele, mas acrescenta que procura f&aacute;bricas que tenham certifica&ccedil;&otilde;es de organiza&ccedil;&otilde;es estrangeiras independentes e coloca seus executivos em contatos com os donos para ver se s&atilde;o pessoas "decentes".<br />&nbsp;<br />A Nordstrom disse que passou a fornecer informa&ccedil;&otilde;es sobre suas f&aacute;bricas por causa dos telefonemas dos clientes&nbsp; e segundo sua porta-voz, Tara Darrow, quer ir mais al&eacute;m. Se seu site especifica quais produtos s&atilde;o ecologicamente corretos, por que n&atilde;o fazer o mesmo em rela&ccedil;&atilde;o aos trabalhadores. "Ouvir a opini&atilde;o dos clientes e saber que eles se importam, sem d&uacute;vida, nos estimula a trabalhar mais e melhor", conclui ela.<br />&nbsp;<br />V&aacute;rios grupos est&atilde;o trabalhando para definir novos padr&otilde;es trabalhistas para o setor de confec&ccedil;&otilde;es.<br />&nbsp;<br />A Coaliz&atilde;o de Roupas Sustent&aacute;veis, que inclui nomes como Nike, Wal-Mart, Gap, J.C. Penney e Target, vem testando um &iacute;ndice chamado Higg, lan&ccedil;ado no ano passado com objetivos ambientais, mas a nova vers&atilde;o, que deve sair at&eacute; o fim do ano, deve incluir medidas sociais e trabalhistas.<br />&nbsp;<br />O grupo foi formado em 2011 para criar um padr&atilde;o &uacute;nico de sustentabilidade e pr&aacute;ticas trabalhistas e n&atilde;o para "criar remendos" um verdadeiro desafio, j&aacute; que algumas das empresas que apoiavam o tal &iacute;ndice tiveram muitos problemas: o Wal-Mart contratou m&atilde;o de obra que trabalhava na f&aacute;brica Tazreen, destru&iacute;da num inc&ecirc;ndio em Bangladesh que matou 112 pessoas em novembro; a Gap, Target e Penney produziram pe&ccedil;as em outras confec&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m em Bangladesh, onde um inc&ecirc;ndio matou trinta trabalhadores em 2010 e a Nike, que chegou a ser boicotada por causa das p&eacute;ssimas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho em que suas roupas e acess&oacute;rios eram produzidos, foi uma das primeiras a ser pressionada para liberar informa&ccedil;&otilde;es sobre as f&aacute;bricas com que trabalhava.<br /><br /><strong>Aplicativo</strong><br />Por enquanto, o &iacute;ndice &eacute; apenas para o uso interno das companhias, mas Jason Kibbey, diretor da coaliz&atilde;o, disse que o objetivo era informar os consumidores tamb&eacute;m, atrav&eacute;s de um selo, da Internet ou de um aplicativo. J&aacute; ativistas como Scott Nova, diretor do Worker Rights Consortium, acham que a autorregula&ccedil;&atilde;o seria ineficiente.<br />&nbsp;<br />Consumidores como Lauri Langton, de Seattle, pretendem questionar as lojas ainda mais. "Eu quero poder saber de cara onde o produto foi feito, assim n&atilde;o vou sair de m&atilde;os abanando e comprar o que quero, sabendo que foi produzido em condi&ccedil;&otilde;es dignas de trabalho. Esse poder ineg&aacute;vel &eacute; meu e vou exerc&ecirc;-lo."<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - SP</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Varejo segue com vendas firmes em abril]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37011</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:15:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>As vendas no varejo avan&ccedil;aram 0,9% no m&ecirc;s de abril, na compara&ccedil;&atilde;o com mar&ccedil;o, de acordo com o Indicador de Movimento do Com&eacute;rcio da Boa Vista Servi&ccedil;os, empresa que administra o Servi&ccedil;o Central de Prote&ccedil;&atilde;o ao Cr&eacute;dito (SCPC). Nos &uacute;ltimos 12 meses a evolu&ccedil;&atilde;o verificada foi de 5,2%, alta semelhante &agrave;quela que a Boa Vista Servi&ccedil;os projeta para o final de 2013. Por&eacute;m, caso este resultado se confirme ao final do ano, ele representar&aacute; queda relativa ao verificado no ano passado, quando as vendas do varejo cresceram 7,3%.<br />&nbsp;<br />Para Fl&aacute;vio Calife, economista da Boa Vista, a tend&ecirc;ncia observada &eacute; de relativa desacelera&ccedil;&atilde;o do varejo. Se em 12 meses o crescimento foi de 5,2%, nos primeiros quatro meses de 2013 houve recuo de 0,7% na compara&ccedil;&atilde;o com igual per&iacute;odo do ano passado. Sendo que isoladamente, abril deste ano apresentou queda de 2,9% diante de igual m&ecirc;s do ano passado. Este arrefecimento ocorre, segundo Calife, por causa da "desacelera&ccedil;&atilde;o do mercado de trabalho, do arrefecimento do cr&eacute;dito no in&iacute;cio do ano e por causa da alta da infla&ccedil;&atilde;o, influenciada principalmente pelos pre&ccedil;os dos alimentos".<br />&nbsp;<br />Mas estes fatores, de acordo com o economista da Boa Vista, j&aacute; come&ccedil;am a apresentar sinais de melhora (leia mat&eacute;ria ao lado), o que pode indicar revers&atilde;o da tend&ecirc;ncia de relativa desacelera&ccedil;&atilde;o das vendas para os pr&oacute;ximos meses. Calife destaca ainda a observa&ccedil;&atilde;o de recuo da inadimpl&ecirc;ncia, "o que significa melhora na capacidade de pagamento do consumidor e uma maior disponibilidade de cr&eacute;dito no mercado". Al&eacute;m disso, o economista aponta que o comprometimento da renda do brasileiro est&aacute; caindo.<br />&nbsp;<br />"At&eacute; o meio do ano passado prev&iacute;amos alta de 5% para as vendas, mas fechamos com 7,3% de crescimento. Esta revers&atilde;o na tend&ecirc;ncia de desacelera&ccedil;&atilde;o pode estar come&ccedil;ando a ocorrer neste ano", diz Calife. Voltando aos dados referentes ao m&ecirc;s de abril, o setor com maior varia&ccedil;&atilde;o positiva foi o de combust&iacute;veis e lubrificantes, que registrou aumento das vendas de 2,5% na compara&ccedil;&atilde;o com mar&ccedil;o. Na compara&ccedil;&atilde;o com abril do ano anterior, o setor registrou eleva&ccedil;&atilde;o de 5,9%. Nos &uacute;ltimos 12 meses, a alta foi de 6,7%.<br /><strong>&nbsp;<br />Supermercados</strong> &ndash; O setor de supermercados, alimentos e bebidas registrou leve crescimento das vendas em abril, de 0,1%, em rela&ccedil;&atilde;o a mar&ccedil;o de 2013. Mas o indicador apontou contra&ccedil;&atilde;o de 1,8% na atividade do setor quando confrontado com abril de 2012. No entanto, em 12 meses, a alta foi de 6,8%.<br />&nbsp;<br />J&aacute; as maiores quedas foram registradas pelo setor de m&oacute;veis e eletrodom&eacute;sticos, cujas vendas de abril recuaram 2,2% diante do m&ecirc;s imediatamente anterior. Este foi o quarto resultado negativo consecutiva deste&nbsp; setor. Na compara&ccedil;&atilde;o entre abril deste ano e do ano de 2012, o setor de m&oacute;veis e eletrodom&eacute;sticos mostra queda de 2,9%, sendo que no acumulado de 12 meses registra eleva&ccedil;&atilde;o de 2,8%. Tamb&eacute;m contribuindo negativamente o setor de tecidos, vestu&aacute;rios e cal&ccedil;ados, que apresentou queda de 0,2% em abril quando confrontado com mar&ccedil;o. O crescimento acumulado do indicador nos &uacute;ltimos 12 meses exibiu acr&eacute;scimo de 3,4%.<br />&nbsp;<br />O Indicador de Movimento do Com&eacute;rcio &eacute; obtido a partir da s&eacute;rie hist&oacute;rica mensal da quantidade de consultas efetuadas &agrave; base de dados da Boa Vista Servi&ccedil;os em &acirc;mbito nacional. As consultas s&atilde;o feitas por estabelecimentos comerciais e institui&ccedil;&otilde;es financeiras na venda.<br />&nbsp;<br />Proje&ccedil;&atilde;o &eacute; de forte alta em junho e julho<br />O &Iacute;ndice Antecedente de Vendas (IAV), do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), projeta que as vendas do varejo voltam a apontar forte alta em junho e julho, com crescimento real de 9% e 7,8%, respectivamente, em compara&ccedil;&atilde;o com iguais per&iacute;odos do ano passado.<br />&nbsp;<br />J&aacute; para este m&ecirc;s, a perspectiva &eacute; de que haja uma alta de 7,3%. O IAV traz a expectativa de empres&aacute;rios com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s vendas futuras.<br />&nbsp;<br />O IAV-IDV tamb&eacute;m aponta uma recupera&ccedil;&atilde;o no crescimento real no conceito mesmas lojas. De acordo com os associados do IDV, este aumento ser&aacute; de 1,4%, 3% e 1,9% em maio, junho e julho, respectivamente, sempre em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo de 2012. O varejo de n&atilde;o-dur&aacute;veis, que corresponde pelas vendas de alimentos, entre outros, aponta forte recupera&ccedil;&atilde;o em maio, com crescimento de 5,8%. Para os dois meses seguintes, os associados estimam altas de dois d&iacute;gitos, de 12,8% e 13,3%. Vale ressaltar que o desempenho desta categoria tem o maior peso nas medi&ccedil;&otilde;es do IAV-IDV.<br />&nbsp;<br />Para o setor de semidur&aacute;veis, o IAV estima um crescimento de 10,6% em maio. Para junho e julho, observa-se uma manuten&ccedil;&atilde;o das vendas em dois d&iacute;gitos, com expectativa de crescimento de 11,2% e 10,3%, respectivamente. Para o segmento de bens dur&aacute;veis, em maio, a expectativa do IAV &eacute; de alta de 7,3%. Contudo, para junho e julho, o &iacute;ndice aponta desacelera&ccedil;&atilde;o, com estimativas de alta de 6% e 4,2%, respectivamente, na compara&ccedil;&atilde;o com iguais meses de 2012.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - SP</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[No país, previsão é crescer 5%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=37010</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:14:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>S&atilde;o Paulo - O crescimento da atividade no com&eacute;rcio no pa&iacute;s em fun&ccedil;&atilde;o do Dia dos Namorados deve ser menor neste ano. A previs&atilde;o &eacute; de um aumento de 5% nas vendas, menor que o registrado em 2012, que foi de 9,08%. O c&aacute;lculo &eacute; da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em conjunto com o Servi&ccedil;o de Prote&ccedil;&atilde;o ao Cr&eacute;dito (SPC Brasil).<br /><br />Na avalia&ccedil;&atilde;o do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, haver&aacute; um aumento no volume de vendas, o que &eacute; positivo, mas n&atilde;o t&atilde;o robusto quanto o dos anos anteriores. "O consumidor neste ano est&aacute; se comportando de maneira diferente. O com&eacute;rcio j&aacute; consegue sentir a substitui&ccedil;&atilde;o de presentes f&iacute;sicos por servi&ccedil;os. Assim, a aposta de crescimento &eacute; maior no segmento de bares, restaurantes, hot&eacute;is e mot&eacute;is", afirma.<br /><br />Pellizzaro Junior explica que o consumidor brasileiro tem o h&aacute;bito de comprar mais de dois presentes para o Dia dos Namorados, al&eacute;m de comemorar a data com almo&ccedil;os e jantares.<br /><br />"Acontece que, agora, aqueles presentes mais baratinhos v&atilde;o ser substitu&iacute;dos por um momento de comemora&ccedil;&atilde;o. Dessa forma, o com&eacute;rcio vai sentir uma ligeira queda no volume de vendas".<br /><br />Gasto M&eacute;dio - Comemorado no dia 12 de junho, o Dia dos Namorados &eacute; a terceira data mais lucrativa para o com&eacute;rcio, ficando atr&aacute;s somente do Natal e do Dia das M&atilde;es. De acordo com a CNDL e o SPC Brasil, o gasto m&eacute;dio do consumidor brasileiro deve ser de R$ 100. Entre os produtos mais procurados nas lojas durante as compras est&atilde;o os itens de vestu&aacute;rio, cal&ccedil;ados, perfumaria, floricultura, j&oacute;ias e bijuterias. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Confins ainda é subutilizado para cargas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=6&amp;clipping=37009</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:14:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>IBGE coloca terminal da Grande BH na d&eacute;cima posi&ccedil;&atilde;o em movimenta&ccedil;&atilde;o de mercadorias.<br /><br />Apesar de Minas Gerais ser um Estado economicamente importante no contexto nacional, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte, n&atilde;o ocupa papel de destaque no transporte de cargas. Na compara&ccedil;&atilde;o entre os principais pares de destino por onde s&atilde;o levadas mercadorias por via a&eacute;rea, a capital mineira fica na d&eacute;cima posi&ccedil;&atilde;o, com um volume anual transportado para S&atilde;o Paulo quase 17 vezes inferior ao primeiro lugar, que seria o envio de produtos entre S&atilde;o Paulo e Manaus.<br /><br />Os dados, referentes ao ano de 2010, fazem parte da pesquisa "As liga&ccedil;&otilde;es a&eacute;reas 2010", divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;sticas (IBGE). A principal rota de carga do pa&iacute;s, segundo o levantamento, &eacute; a de S&atilde;o Paulo a Manaus, com movimenta&ccedil;&atilde;o de 99,34 milh&otilde;es de quilos ao ano. J&aacute; Belo Horizonte, entra na d&eacute;cima posi&ccedil;&atilde;o, ligado a S&atilde;o Paulo e com movimenta&ccedil;&atilde;o de 5,98 milh&otilde;es de kg.<br /><br />S&atilde;o Paulo &eacute; o grande destaque na movimenta&ccedil;&atilde;o de cargas no pa&iacute;s. Desde a primeira at&eacute; a s&eacute;tima posi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o referentes a transa&ccedil;&otilde;es entre S&atilde;o Paulo e outras regi&otilde;es na seguinte ordem: Bras&iacute;lia, com 22,12 milh&otilde;es de kg; Fortaleza com 21,49 milh&otilde;es de kg; Recife, com 17,08 milh&otilde;es de kg; Salvador, com 16,39 milh&otilde;es de kg; Porto Alegre, com 11,83 milh&otilde;es de kg e Rio de Janeiro, com 9,76 milh&otilde;es de kg.<br /><br />Ainda est&atilde;o na frente de Belo Horizonte, a dupla Bras&iacute;lia e Manaus, que ocupou a oitava posi&ccedil;&atilde;o, com 9,54 milh&otilde;es de quilos transportados. Na nona coloca&ccedil;&atilde;o ficaram Recife e Fortaleza, com 7,55 milh&otilde;es de kg.<br /><br />O subsecret&aacute;rio de Estado de Ind&uacute;stria, Com&eacute;rcio e Servi&ccedil;os, Marco Ant&ocirc;nio Rodrigues, explica que Minas Gerais perde para os outros Estados por causa da estrutura econ&ocirc;mica. "Quando se faz uma an&aacute;lise de cargas a&eacute;reas, percebe-se que a maioria delas t&ecirc;m alt&iacute;ssimo valor agregado e baixo peso", afirma. Como a economia mineira &eacute; marcada pela produ&ccedil;&atilde;o de bens prim&aacute;rios, os principais modais utilizados s&atilde;o o rodovi&aacute;rio e o ferrovi&aacute;rio.<br /><br /><br />Estradas - Al&eacute;m disso, segundo Rodrigues, a maioria da carga mineira transportada pelo modal a&eacute;reo &eacute; levada para S&atilde;o Paulo pelas estradas, para depois partir para o destino correto. Isso ocorre por causa da extens&atilde;o territorial do Estado. Para cidades localizadas, por exemplo, no Sul de Minas fica mais f&aacute;cil escoar a produ&ccedil;&atilde;o para S&atilde;o Paulo do que para Belo Horizonte. "Por isso queremos ter linhas regionais que liguem os principais centros produtivos do Estado com a capital. Por enquanto, nossos aeroportos regionais ainda n&atilde;o est&atilde;o abastecidos com linhas regulares", afirma.<br /><br />Para Rodrigues, os investimentos realizados nos aeroportos regionais e no de Confins poder&atilde;o melhorar a coloca&ccedil;&atilde;o do Estado na pr&oacute;xima pesquisa. Al&eacute;m disso, h&aacute; um suporte governamental para a produ&ccedil;&atilde;o de alto valor agregado, o que aumentar&aacute; a carga pass&iacute;vel de ser transportada pelo modal a&eacute;reo.<br /><br />A mesma pesquisa revelou tamb&eacute;m que o pre&ccedil;o m&eacute;dio das tarifas no aeroporto de Confins &eacute; o mais baixo do pa&iacute;s. Um voo dom&eacute;stico partindo da capital mineira custava, em 2010, R$ 186,23 em m&eacute;dia. A segunda menor tarifa &eacute; a de S&atilde;o Paulo (R$ 209,24), seguida pela do Rio de Janeiro (209,32). Na outra ponta, o voo mais caro &eacute; o que parte da cidade de Tabatinga, no Amazonas, com custo m&eacute;dio de R$ 1,36 mil.<br /><br />O coordenador da pesquisa, Marcelo Paiva da Motta, ressalta que o estudo, realizado pela primeira vez no pa&iacute;s, mostra uma concentra&ccedil;&atilde;o nos voos do pa&iacute;s. Das 877 rotas a&eacute;reas registradas no pa&iacute;s, praticamente 50% do tr&aacute;fego de passageiros se concentra em apenas 24 cidades.<br /><br />Apenas as viagens entre S&atilde;o Paulo e as principais cidades do pa&iacute;s - Rio de Janeiro, Bras&iacute;lia, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte e Curitiba - foram respons&aacute;veis por 25% do total de pessoas transportadas. "A acessibilidade, em termos de custos e deslocamentos, &eacute; maior no Sudeste e cidades com maior hierarquia. Enquanto no Norte e Nordeste em geral as viagens s&atilde;o mais demoradas e custosas", afirma. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Alpargatas dá início à produção neste sábado]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=18&amp;clipping=37008</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:13:46 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Numa primeira etapa ser&atilde;o fabricados 31 milh&otilde;es de pares por ano.<br /><br />Um ano e meio ap&oacute;s o an&uacute;ncio oficial, a maior fabricante de cal&ccedil;ados da Am&eacute;rica Latina, a Alpargatas, j&aacute; est&aacute; pronta para produzir as sand&aacute;lias Havaianas, em Montes Claros (Norte de Minas). No s&aacute;bado, os primeiros modelos ser&atilde;o fabricados em fase experimental, com "estabiliza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o" prevista para setembro. Da &aacute;rea total, de 360 mil metros quadrados, a &aacute;rea constru&iacute;da &eacute; de 90 mil metros quadrados, com capacidade de produ&ccedil;&atilde;o anual de 102 milh&otilde;es de pares. Os investimentos totais chegam a R$ 279 milh&otilde;es.<br /><br />"A f&aacute;brica foi constru&iacute;da em tempo recorde, em terreno de mais de 360 mil metros quadrados doado pelo munic&iacute;pio", informou o prefeito de Montes Claros, Ruy Adriano Borges Muniz. Segundo ele, cerca de dois ter&ccedil;os da produ&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o destinados ao mercado interno e um ter&ccedil;o ser&aacute; exportado, principalmente para pa&iacute;ses da Europa, Estados Unidos e &Aacute;sia, com destaque para a China e Jap&atilde;o.<br /><br />Nesse primeiro momento, informou Muniz, a unidade ocupar&aacute; 90 mil metros quadrados, com previs&atilde;o de produ&ccedil;&atilde;o de 31 milh&otilde;es de pares ao ano. Segundo ele, mais adiante, por volta de 2015, ser&atilde;o fabricados anualmente 102 milh&otilde;es de pares de cal&ccedil;ados. "A f&aacute;brica vai duplicar e triplicar", anunciou.<br /><br />A assessoria da Alpargatas, no entanto, n&atilde;o confirmou os planos de amplia&ccedil;&atilde;o, limitando-se a informar que a &aacute;rea constru&iacute;da at&eacute; o momento tem capacidade para produzir os 102 milh&otilde;es de pares de sand&aacute;lias ao ano, conforme o previsto. A empresa informou ainda que, al&eacute;m das sand&aacute;lias, a f&aacute;brica, "de alt&iacute;ssima tecnologia, est&aacute; preparada para produzir outros cal&ccedil;ados de borracha".<br /><br />Quando a planta estiver operando em sua capacidade m&aacute;xima, ser&atilde;o gerados 2.250 empregos diretos e mais 2 mil indiretos, que, segundo o secret&aacute;rio de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e Norte de Minas, Gil Pereira, tamb&eacute;m ser&atilde;o mantidos pela empresa.<br /><br />Na ocasi&atilde;o do an&uacute;ncio do empreendimento, em outubro de 2011, a Alpargatas informou que a produ&ccedil;&atilde;o da f&aacute;brica em sua capacidade total, de cerca de 100 milh&otilde;es de pares/ano, significaria um aumento de 30% na produ&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a 2010, quando foram fabricadas e vendidas 244 milh&otilde;es de unidades de cal&ccedil;ados, vestu&aacute;rio e acess&oacute;rios.<br /><br />Naquela oportunidade, o presidente da Alpargatas S.A, M&aacute;rcio Utsch, justificou a escolha por Montes Claros. Segundo ele, o munic&iacute;pio est&aacute; pr&oacute;ximo dos grandes centros consumidores, "em particular as regi&otilde;es Sul e Sudeste", al&eacute;m de contar com m&atilde;o de obra qualificada e j&aacute; reunir outras multinacionais. "Dessa forma, favoreceremos nossas &aacute;reas de distribui&ccedil;&atilde;o e a log&iacute;stica e aumentaremos nossa efici&ecirc;ncia, al&eacute;m de gerar emprego e renda para a regi&atilde;o", projetou.<br /><br />Log&iacute;stica - O prefeito ressaltou que, justamente em virtude da log&iacute;stica, a Alpargatas investiu tamb&eacute;m em um centro de distribui&ccedil;&atilde;o. Outro fator que contribuiu para a escolha da cidade, informou Muniz, foi a localiza&ccedil;&atilde;o de Montes Claros, na &aacute;rea mineira da Superintend&ecirc;ncia do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Uma posi&ccedil;&atilde;o que garante benef&iacute;cios fiscais, concedidos para estimular investimentos em uma regi&atilde;o conhecida por baixo desenvolvimento.<br /><br />"S&atilde;o as mesmas condi&ccedil;&otilde;es de Pernambuco", ressaltou Muniz, lembrando ainda da import&acirc;ncia do aeroporto, da rede ferrovi&aacute;ria e da concentra&ccedil;&atilde;o de rodovias, ligando as regi&otilde;es Sul, Centro-Oeste e Nordeste do pa&iacute;s. Atualmente, a Alpargatas tem 11 f&aacute;bricas, sendo oito na Argentina. As outras unidades brasileiras est&atilde;o localizadas na Para&iacute;ba e Pernambuco.<br /><br />Na ocasi&atilde;o do an&uacute;ncio da constru&ccedil;&atilde;o da f&aacute;brica, a Alpargatas informou que a decis&atilde;o de uma nova planta no Brasil faz parte de um plano de chegar em 2014 com uma receita bruta de R$ 5,5 bilh&otilde;es. Em 2010, a receita bruta da empresa foi de R$ 2,6 bilh&otilde;es. Em 2012 a Alpargatas fechou com receita l&iacute;quida de R$ 3 bilh&otilde;es, o que significou uma alta de 16,8% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. A empresa &eacute; propriet&aacute;ria das marcas Havaianas, Dup&eacute;, Topper, Rainha, Sete L&eacute;guas e Meggashop, e &eacute; detentora das licen&ccedil;as Mizuno e Timberland. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Saldo positivo em MG sobe 1,65%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=3&amp;clipping=37007</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:13:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O saldo de emprego formal em Minas Gerais aumentou 1,65% nos quatro primeiros meses deste ano frente ao mesmo per&iacute;odo de 2012, ao fechar o intervalo com 68,507 mil novos postos de trabalho, fruto de 855,674 mil contrata&ccedil;&otilde;es e 787,167 mil demiss&otilde;es. Apesar de pequeno, o percentual ainda ficou acima da m&eacute;dia nacional (1,39%). J&aacute; em abril em rela&ccedil;&atilde;o a mar&ccedil;o foram gerados 23,523 mil empregos, aumento de 0,56%. Os dados s&atilde;o do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem pelo Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE).<br /><br />Ainda mantendo como base a compara&ccedil;&atilde;o anual, o melhor resultado no Estado foi registrado pela constru&ccedil;&atilde;o civil, que elevou o n&uacute;mero de empregados em 4,49%. No per&iacute;odo, o setor admitiu 145,21 mil funcion&aacute;rios e demitiu outros 127,78 mil, gerando um super&aacute;vit de 17,43 mil.<br /><br />O segmento da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica tamb&eacute;m teve papel de destaque, com uma alta de 3,08% no saldo dos quatro primeiros meses de 2013, uma vez que admitiu 5,05 mil pessoas e desligou outras 2,83 mil.<br /><br />Na agropecu&aacute;ria a eleva&ccedil;&atilde;o foi de 2,89%, com 8,04 mil empregos criados no per&iacute;odo. A ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m alcan&ccedil;ou n&uacute;meros positivos no intervalo, com crescimento de 2,81%, gra&ccedil;as &agrave; admiss&atilde;o de 156,44 mil funcion&aacute;rios e ao desligamento de 132,73 mil trabalhadores. O setor de servi&ccedil;os seguiu a mesma tend&ecirc;ncia de alta, com eleva&ccedil;&atilde;o de 1,59% no super&aacute;vit de postos de trabalho, fechado em 24,84 mil.<br /><br />J&aacute; o com&eacute;rcio n&atilde;o acompanhou os demais segmentos da economia e foi o &uacute;nico setor com resultado negativo na mesma base de compara&ccedil;&atilde;o. Foram contratadas pelos empres&aacute;rios mineiros 183,77 mil pessoas, enquanto foram demitidas outras 192,84 mil. A realidade causou um d&eacute;ficit de 9,06 mil postos de trabalho, o que equivale a um resultado 0,98% inferior ao contabilizado no mesmo per&iacute;odo de 2012.<br /><br />Segundo o economista da Federa&ccedil;&atilde;o do Com&eacute;rcio do Estado de Minas Gerais (Fecom&eacute;rcio Minas) Gabriel de Andrade Ivo, o resultado reflete o momento de incerteza econ&ocirc;mica vivido pelo pa&iacute;s neste in&iacute;cio de ano. "Sem saber o que iria acontecer, em decorr&ecirc;ncia da press&atilde;o inflacion&aacute;ria, tanto os empres&aacute;rios quanto os consumidores ficaram apreensivos, o que resultou em demiss&otilde;es e piores resultados no segmento", explicou.<br /><br />Por&eacute;m, o economista ressaltou que a tend&ecirc;ncia para os pr&oacute;ximos meses &eacute; de recupera&ccedil;&atilde;o. Tanto que na compara&ccedil;&atilde;o de abril com o m&ecirc;s imediatamente anterior foi registrada eleva&ccedil;&atilde;o no n&iacute;vel de emprego do varejo, da ordem de 0,25%. No per&iacute;odo, o saldo positivo foi de 2,33 mil postos de trabalho, fruto da demiss&atilde;o de 46,23 mil e admiss&atilde;o de 48,56 mil comerci&aacute;rios.<br /><br />Quando a an&aacute;lise &eacute; mensal, o destaque no Estado ficou por conta da agropecu&aacute;ria, com eleva&ccedil;&atilde;o do saldo em 1,74%. O segmento registrou em abril 4,87 mil novas vagas, uma vez que demitiu 15,58 mil trabalhadores e contratou outros 20,45 mil.<br /><br />Segundo o coordenador da assessoria t&eacute;cnica da Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria do Estado de Minas Gerais (Faemg), Pierre Vilela, a explica&ccedil;&atilde;o vem da sazonalidade do setor. Em abril, entram em per&iacute;odo de safra as culturas de caf&eacute;, cana-de-a&ccedil;&uacute;car e laranja.<br /><br />Portanto, at&eacute; o m&ecirc;s de julho ser&aacute; necess&aacute;ria a contrata&ccedil;&atilde;o intensa de m&atilde;o de obra para as &aacute;reas montanhosas, onde n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel a utiliza&ccedil;&atilde;o de m&aacute;quinas, para a colheita de caf&eacute;. J&aacute; laranja e cana-de-a&ccedil;&uacute;car demandar&atilde;o por um per&iacute;odo maior, at&eacute; outubro. Portanto, a tend&ecirc;ncia natural &eacute; a de que o resultado no segundo semestre comece a ficar negativo no que diz respeito &agrave; m&atilde;o de obra no segmento.<br /><br />Na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) o resultado foi positivo em todas as bases de compara&ccedil;&atilde;o. Somente no m&ecirc;s de abril, o saldo ficou em 5,92 mil novos postos de trabalho, com admiss&atilde;o de 86,54 mil trabalhadores e demiss&atilde;o de 80,61 mil. O resultado &eacute; 0,37% superior ao do mesmo per&iacute;odo do ano passado. Entre janeiro e abril, o saldo foi de 19,18 mil novos empregos, uma eleva&ccedil;&atilde;o de 1,2% frente ao mesmo per&iacute;odo de 2012.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Meios de pagamentos digitais esquentam mercado de tablets]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=19&amp;clipping=37006</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:12:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A WonderMedia Technologies, subsidi&aacute;ria da VIA Technologies, lan&ccedil;a os tablets Turnkey com 10,1 "e 7" baseado em seu chip dual core ARM Cortex-A9 WM8980 PRIZM WonderMedia de alta efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e plataforma SoC. <br /><br />Em 2012, pela primeira vez o uso de meios digitais para transa&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias superou o de canais tradicionais, isegundo a edi&ccedil;&atilde;o de 2013 da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Banc&aacute;ria. Em n&uacute;meros, o Internet banking e mobile banking somaram 42% das opera&ccedil;&otilde;es feitas pelos clientes, um ponto percentual acima da movimenta&ccedil;&atilde;o de ag&ecirc;ncias, caixas eletr&ocirc;nicos e contact centers. <br /><br />Em perspectiva, A participa&ccedil;&atilde;o do mobile banking no total de transa&ccedil;&otilde;es partiu de 0,04% em 2008 para 2,3% em 2012. Entre 2011 para 2012, o crescimento foi de 333%. O que justifica a alta de procura de equipamentos ultram&oacute;veis tamb&eacute;m para este segmento, como celulares e tablets (www. via.com.tw).<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Empresas e Neg&oacute;cios</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Dilma volta à África em busca de mais negócios para o Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=32&amp;clipping=37005</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:12:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Para Itamaraty, convite da Uni&atilde;o Africana mostra forte interesse dos africanos no desenvolvimento econ&ocirc;mico brasileiro. Negocia&ccedil;&otilde;es comerciais envolver&atilde;o as &aacute;reas de avia&ccedil;&atilde;o, ci&ecirc;ncia e tecnologia, agricultura e educa&ccedil;&atilde;o <br /><br />O relacionamento do Brasil como continente africano ganhou destaque na agenda da pol&iacute;tica externa brasileira este ano. Num espa&ccedil;o de pouco mais de quatro meses, a presidente Dilma Rousseff viajar&aacute; pela terceira vez para uma nova rodada de encontros no continente em Adis Adeba, na Eti&oacute;pia.A viagem acontece para a c&uacute;pula comemorativa do anivers&aacute;rio de 50 anos da Uni&atilde;o Africana, que re&uacute;ne 54 pa&iacute;ses do continente. Dilma viaja amanh&atilde; &agrave; noite, para se preparar para a agenda oficial que ser&aacute; realizada ao longo do pr&oacute;ximo s&aacute;bado. <br /><br />O Brasil foi o &uacute;nico pa&iacute;s da Am&eacute;rica do Sul a receber convite de honra para o evento. Al&eacute;m dele, nas Am&eacute;ricas, haver&aacute; apenas a participa&ccedil;&atilde;o da Jamaica. Entre os demais convidados est&aacute; a Fran&ccedil;a, a Uni&atilde;o Europeia, a China, a &Iacute;ndia e um representante do Oriente M&eacute;dio ainda n&atilde;o definido, que poder&aacute; ser Qatar ou Palestina.O convite recebido por Dilma pode ser interpretado como um gesto da import&acirc;ncia que os pa&iacute;ses da &Aacute;frica est&atilde;o dando ao Brasil. <br /><br />Na an&aacute;lise de t&eacute;cnicos do Itamaraty, os africanos demonstram interesse em aprender mais com os avan&ccedil;os econ&ocirc;micos e sociais obtidos pelo Brasil nos &uacute;ltimos anos. Ao Brasil, interessa abrir mercado para as empresas brasileiras, principalmente nas &aacute;reas de transportes, energias e comunica&ccedil;&otilde;es. Segundo o diretor do Departamento de &Aacute;frica do Itamaraty, Nedilson Ricardo Jorge, a discuss&otilde;es sobre os temas da integra&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e da infraestrutura dever&atilde;o permear o discursos dos chefes de estados convidados, entre eles, o Brasil. &ldquo;Acredito que n&atilde;o faltar&atilde;o men&ccedil;&otilde;es sobre a quest&atilde;o da infraestrutura at&eacute; pelas pr&oacute;prias iniciativas da Uni&atilde;o Africana, como o Programa de Infraestrutura e Desenvolvimento na &Aacute;frica (Pida, criado em2012), que busca reduzir o d&eacute;ficit em infraestrutura do continente&rdquo;, afirma Nedilson. <br /><br />Na agenda de Dilma durante o evento, h&aacute; apenas uma reuni&atilde;o bilateral, com a Eti&oacute;pia, mas o Itamaraty ainda programa outros encontros. Segundo Nedilson, est&atilde;o previstas assinaturas de acordos na &aacute;reas de servi&ccedil;os a&eacute;reos, ci&ecirc;ncia e tecnologia, agricultura e educa&ccedil;&atilde;o. O acordo de servi&ccedil;os a&eacute;reos acontece diante das iniciativas do Brasil em promover maior conectividade de voos diretos com o continente africano. Por exemplo, a partir de 1&ordm; de julho, a Eti&oacute;pia Airlines vai come&ccedil;ar a voar para o Brasil, como parte desse plano.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Desoneração para panificadoras]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=13&amp;clipping=37004</link>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 09:12:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Bras&iacute;lia - A Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE) do Senado aprovou projeto que retira a receita das padarias proveniente da venda de p&atilde;es da base de c&aacute;lculo do Simples Nacional. A proposta, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), tem o objetivo de baratear o pre&ccedil;o do produto ao fazer uma desonera&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria na comercializa&ccedil;&atilde;o de p&atilde;es e cong&ecirc;neres feitos &agrave; base de farin&aacute;ceos para a imensa maioria das padarias e estabelecimentos similares do Pa&iacute;s, abrangidos pelo Simples. <br /><br />A principal mudan&ccedil;a feita pelo relator, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), foi incluir a al&iacute;quota simb&oacute;lica de 0,5% de contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria patronal (0,4%) e de ICMS (0,1%) sobre as opera&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Tendo em vista que a maioria absoluta das panificadoras &eacute; ou pode ser enquadrada como microempresa ou empresa de pequeno porte, em tese, a desonera&ccedil;&atilde;o do produto seria quase completa, beneficiando toda a popula&ccedil;&atilde;o, sobretudo a mais pobre, dado o peso representado pelo item alimenta&ccedil;&atilde;o nas suas despesas&rdquo;, disse Cyro Miranda em seu parecer .<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Empresas e Neg&oacute;cios</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Rede Giassi Supermercados apresenta seu novo site]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=5&amp;clipping=37003</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 17:25:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>
<table style="float: right;" border="0" width="100">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td><img title="Giassi2013" src="/img/par/3/7/3720.jpg" alt="Giassi2013" width="300" height="225" /></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
Depois de se tornar a maior rede catarinense de supermercados no facebook, o Giassi Supermercados apresenta mais uma mudan&ccedil;a virtual, seu novo site. Um espa&ccedil;o moderno, din&acirc;mico e interativo. Estas s&atilde;o s&oacute; algumas das carater&iacute;sticas do novo projeto desenvolvido pela ag&ecirc;ncia Neuro Digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>"Os clientes da rede Giassi recebem um site totalmente personalizado, com mais informa&ccedil;&otilde;es, conte&uacute;do e possibilidades de intera&ccedil;&atilde;o", comenta o gerente de marketing, Edson Speck.</p>
<p><br />Uma das grandes novidades &eacute; a op&ccedil;&atilde;o de download do livro com a hist&oacute;ria do fundador da rede, Zefiro Giassi. Al&eacute;m de fotos das 13 lojas em Santa Catarina e o cadastro on-line de curr&iacute;culos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o da Rede Giassi</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Classe C passa a consumir bebidas mais caras]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=10&amp;clipping=37002</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:53:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Uma quest&atilde;o de status <br /><br />Classe C, com renda dispon&iacute;vel, passa a consumir bebidas mais caras e desperta o interesse de marcas como a Pernod Ricard, que lan&ccedil;a em junho uma nova embalagem de u&iacute;sque ao pre&ccedil;o de R$ 29,90 <br /><br />A nova classe C n&atilde;o quer s&oacute; bebida, ela quer status. A entrada no mercado de consumo a partir da renda n&atilde;o se resume apenas ao pre&ccedil;o que se pode pagar por um produto. No caso das bebidas, algumas empresas j&aacute; perceberam a migra&ccedil;&atilde;o da nova classe m&eacute;dia para itens de maior valor. Fabricantes de u&iacute;sque, cervejas especiais, vinhos e espumantes ganharam um consumidor exigente e interessado em novidades. A compra de bebidas mais caras &eacute; sinal de ascens&atilde;o,principalmente fora de casa. Se bebida combina com celebra&ccedil;&atilde;o, &eacute; em bares, festas e baladas que itens de maior valor agregado demonstram uma mudan&ccedil;a de patamar. <br /><br />Marco Quintarelli, consultor de varejo do Grupo AZO, afirma que o aumento no consumo de bebidas mais caras ou de categoria premium tem muita liga&ccedil;&atilde;o com os jovens da classe C. E &eacute; no momento da divers&atilde;o que s&atilde;o experimentados e desejados. A partir da&iacute;, diz ele, s&atilde;o apresentados a toda a fam&iacute;lia. <br /><br />&ldquo;De maneira geral, a classe C est&aacute; consumindo produtos mais caros e isso &eacute; um reflexo do aumento do poder aquisitivo. O jovem &eacute; mais receptivo e atento a tudo isso e acaba sendo o alvo das marcas&rdquo;. <br /><br />Renato Meireles, s&oacute;cio diretor do Instituto Data Popular, corrobora a afirma&ccedil;&atilde;o de Quintarelli. Para ele, a classe C, por conta do aumento do poder aquisitivo, est&aacute; se divertindo mais e com mais dinheiro no bolso, quer ter acesso a novas experi&ecirc;ncias de consumo. <br /><br />&ldquo;O consumo de destilados aumentou bastante e o de cervejas premium tamb&eacute;m. Tanto assim que dentro de comunidades j&aacute; est&atilde;o sendo instaladas distribuidoras de bebidas com maior valor agregado&rdquo;, diz Meireles. O Data Popular, ainda n&atilde;o tem dados fechados sobre o aumento de bebidas premium pela classe C. <br /><br />Diego Bertolini, gerente de Marketing do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) afirma que o mercado de vinhos finos vem crescendo, em detrimento dos vinhos de garraf&atilde;o. <br /><br />&ldquo;S&atilde;o vinhos na faixa dos R$ 15, R$ 20. Marcas como Salton e Almad&eacute;n, entre outras, passaram a fazer parte da lista de compras do consumidor da classe C, em detrimento dos vinhos de garraf&atilde;o e dos vinhos granel,que est&atilde;o na faixa dos R$ 4 a R$ 5 o litro.N&atilde;o h&aacute; ainda um corte espec&iacute;fico de consumo mas percebemos que j&aacute; h&aacute; mais sa&iacute;da do vinho fino engarrafado e a ind&uacute;stria est&aacute; se aprimorando para dar conta da demanda isso&rdquo; afirma ele, destacando que o mesmo caminho tem sido feito no caso dos espumantes nacionais.O consumo passou de 13,2 milh&otilde;es de litros em 2011 para 15 milh&otilde;es de litros em 2012. &ldquo;Isso tamb&eacute;m tem liga&ccedil;&atilde;o com o maior consumo de espumantes pela classe C&rdquo;, garante ele. <br /><br />De olho nesse mercado, a fabricante de bebidas Pernod Ricard, lan&ccedil;a, em junho,uma nova embalagem do u&iacute;sque Passport, na vers&atilde;o 670ml. A iniciativa foi tomada pela equipe de marketing local, que acredita que dessa forma o u&iacute;sque engarrafado ter&aacute; maior facilidade de compra junto aos consumidores da classe C. O Brasil &eacute; o principal mercado de Passport no mundo, com quase um ter&ccedil;o de todas as vendas mundiais. <br /><br />A nova embalagem ser&aacute; distribu&iacute;da no varejo da regi&atilde;o Sul do pa&iacute;s e em S&atilde;o Paulo, a R$ 29,90. <br /><br />&ldquo;Sabemos do potencial de consumo da classe C, que cada vez mais exige das marcas produtos de alta qualidade e de maior valor agregado, a um pre&ccedil;o acess&iacute;vel. Foi pensando nisso que desenvolvemos a embalagem de Passport no tamanho 670ml. A expectativa &eacute; ultrapassar o market share, que hoje &eacute; de 17,7% , ampliando nossa distribui&ccedil;&atilde;o em lojas menores&rdquo;, diz Patr&iacute;cia Cardoso,Grouper da marca Passport no Brasil. <br /><br />Cesar Chacon, diretor comercial da Amazon Beer, cerveja artesanal produzida na Amaz&ocirc;nia e que vem ampliando sua distribui&ccedil;&atilde;o no mercado nacional, tamb&eacute;m percebe uma maior procura de consumidores da classe C aos produtos da marca. <br /><br />&ldquo;Percebemos o crescimento do poder de compra da classe C em nossos produtos. Nossas vendas s&atilde;o em bares e lojas virtuais, ao pre&ccedil;o m&eacute;dio de R$ 12&rdquo;. <br /><br />Paulo Bettiol, gerente de outra marca de cerveja artesanal, a Dama Bier, de Piracicaba, interior de S&atilde;o Paulo, aposta em novas embalagens para chamar a aten&ccedil;&atilde;o do consumidor da classe C. A linha de cervejas &eacute; vendida em supermercados e acaba de chegar ao mercado carioca. <br /><br />&ldquo;A classe C responde por 10% do nosso faturamento e a m&eacute;dia de pre&ccedil;os de nossos produtos varia de R$ 9 at&eacute; R$ 12&rdquo;, diz. <br /><br />Apesar de toda a for&ccedil;a de consumo, o professor Silvio Passarelli, diretor do programa de Gest&atilde;o do Luxo da FAAP, diz que,mesmo com nova classe m&eacute;dia tendo renda pessoal dispon&iacute;vel para produtos mais caros, &eacute; preciso que esse movimento seja sustent&aacute;vel. <br /><br />&ldquo;Estamos ensaiando os passos de uma mudan&ccedil;a de estrutura na renda. A bolha de demanda &eacute; um fator conjuntural e n&atilde;o estrutural e os objetos de desejo ainda seguem essa demanda.&rdquo;, alerta.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Com IPI menor, venda de refrigerante sobe até 3%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=10&amp;clipping=37001</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:53:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A ind&uacute;stria de refrigerantes ganhou um empurr&atilde;o ontem, com a retomada da redu&ccedil;&atilde;o da al&iacute;quota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a fabrica&ccedil;&atilde;o de refrigerantes que cont&ecirc;m suco de frutas ou extratos de sementes de guaran&aacute; e de a&ccedil;a&iacute;.<br /><br />A al&iacute;quota do IPI para a bebida feita &agrave; base de a&ccedil;a&iacute; ou guaran&aacute; ser&aacute; reduzida em 50%. Para refrigerantes com suco de frutas, a diminui&ccedil;&atilde;o ser&aacute; de 25%. O IPI diferenciado para as duas categorias era praticado desde 1974 e foi suspenso pelo governo em setembro de 2012. Entre outubro e meados de maio foi aplicada a al&iacute;quota cheia.<br /><br />A partir de agora, o refrigerante de guaran&aacute; retoma o mesmo &iacute;ndice de redu&ccedil;&atilde;o do ano passado. J&aacute; aqueles que cont&ecirc;m suco de fruta ter&atilde;o redu&ccedil;&atilde;o de al&iacute;quota menor - anteriormente tamb&eacute;m tinham desconto de 50%. A medida entrou em vigor ontem, com a publica&ccedil;&atilde;o no Di&aacute;rio Oficial.<br /><br />O mercado brasileiro de refrigerantes, que recuou 0,6% em volume em 2012, para 16,1 bilh&otilde;es de litros, deve avan&ccedil;ar entre 2% e 3% este ano, segundo proje&ccedil;&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Refrigerantes e de Bebidas N&atilde;o Alc&oacute;olicas (Abir).<br /><br />Para o vice-presidente da Abir e diretor da Brasil Kirin, Jos&eacute; Francischinelli, o imposto menor "trar&aacute; uma redu&ccedil;&atilde;o em torno de 5 centavos por litro de refrigerante de guaran&aacute; e de 2,5 centavos por litro de refrigerantes de outros sabores para os fabricantes".<br /><br />Dyogo de Oliveira, secret&aacute;rio-executivo substituto do Minist&eacute;rio da Fazenda, disse ontem que a ren&uacute;ncia fiscal decorrente da medida ser&aacute; de R$ 257 milh&otilde;es em 2013 e R$ 285 milh&otilde;es em 2014. De acordo com ele, o objetivo &eacute; incentivar os produtos de frutas tropicais, bem como os pequenos produtores de refrigerante. "Era um pleito geral do setor, mas beneficia os pequenos produtores", disse.<br /><br />Num mercado que &eacute; o terceiro maior do mundo em volume, ap&oacute;s Estados Unidos e M&eacute;xico, n&atilde;o apenas a redu&ccedil;&atilde;o da al&iacute;quota ser&aacute; ben&eacute;fica para a retomada do crescimento. "O calend&aacute;rio de eventos como a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es e a Copa do Mundo deve influenciar positivamente e trazer uma ligeira melhora em rela&ccedil;&atilde;o a 2012", afirmou Francischinelli.<br /><br />O avan&ccedil;o do consumo de refrigerantes tamb&eacute;m est&aacute; amea&ccedil;ado pela concorr&ecirc;ncia com bebidas n&atilde;o gasosas de apelo mais saud&aacute;vel. Em 2012, as vendas de n&eacute;ctares prontos para beber atingiram 700 milh&otilde;es de litros, uma alta de 15,8%. Bebidas &agrave; base de soja avan&ccedil;aram 14%; isot&ocirc;nicos 9,3% e energ&eacute;ticos, 25,5%.<br /><br />A Ambev, maior fabricante de bebidas do pa&iacute;s e dona do Guaran&aacute; Antarctica, n&atilde;o comentou a redu&ccedil;&atilde;o de IPI. A Coca-Cola Brasil informou em nota que est&aacute; analisando o impacto das novas al&iacute;quotas.<br /><br />Do mercado de refrigerantes, que faturou R$ 53,9 bilh&otilde;es em 2012, 54% correspondem a bebidas de cola, 20% &agrave; base de guaran&aacute; e o restante cont&eacute;m sucos de frutas (laranja, uva, lim&atilde;o, abacaxi, maracuj&aacute; e ma&ccedil;&atilde;) em sua composi&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Brasil, Argentina e EUA se unem para vender milho transgênico]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=32&amp;clipping=37000</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:53:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Os produtores de milho do Brasil, dos EUA e da Argentina se uniram para convencer os pa&iacute;ses que ainda resistem &agrave; compra do gr&atilde;o transg&ecirc;nico a destravar barreiras que impedem a exporta&ccedil;&atilde;o de 30 milh&otilde;es de toneladas de milho ao ano, segundo representantes do setor. Uma a&ccedil;&atilde;o que pode mexer tamb&eacute;m nos pre&ccedil;os da commodity.<br /><br />A associa&ccedil;&atilde;o, batizada de Maizall - The International Maize Alliance -, ser&aacute; sediada na Cidade do Panam&aacute; e buscar&aacute; convencer pa&iacute;ses como China, Coreia do Sul e Alemanha a importar maior quantidade de milho com modifica&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica.<br /><br />A formaliza&ccedil;&atilde;o da alian&ccedil;a ocorreu em Buenos Aires, com a presen&ccedil;a do ex-ministro da Agricultura e presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Alysson Paolinelli, e de representantes da National Corn Growers Association (NCGA) e da US Grains Council (USGC), dos EUA, e da Maizar, associa&ccedil;&atilde;o dos produtores da Argentina. Os tr&ecirc;s pa&iacute;ses representam, juntos, 50% da produ&ccedil;&atilde;o e 70% das exporta&ccedil;&otilde;es mundiais do cereal.<br /><br />Paolinelli considera "imprescind&iacute;vel que os governos de todo o mundo reexaminem as regulamenta&ccedil;&otilde;es dos produtos derivados da biotecnologia. A inexist&ecirc;ncia de pol&iacute;ticas regulamentares est&aacute; impondo &ocirc;nus exorbitante &agrave; inova&ccedil;&atilde;o". <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[México pode importar frango e ovos do Brasil]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=32&amp;clipping=36999</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:53:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O M&eacute;xico, onde foram registrados focos de gripe avi&aacute;ria, sinalizou ao Brasil que tem interesse em importar frango e ovos brasileiros, informou ontem a Uni&atilde;o Brasileira de Avicultura (Ubabef). De acordo com a entidade, o governo e importadores do M&eacute;xico iniciaram contatos com o governo brasileiro na semana passada.<br /><br />O presidente da Ubabef, Francisco Turra, disse que a inten&ccedil;&atilde;o dos mexicanos &eacute; criar uma cota emergencial de importa&ccedil;&atilde;o de 300 mil toneladas de frango, que valeria j&aacute; para este ano. Segundo ele, o Brasil poderia atender boa parte desse volume. Outros pa&iacute;ses exportadores de frango tamb&eacute;m seriam beneficiados.<br /><br />A Ubabef estima que o Brasil poderia obter uma receita de US$ 300 milh&otilde;es com as vendas de frango ao mercado mexicano, considerando o pre&ccedil;o m&eacute;dio do produto inteiro e em cortes.<br /><br />De acordo com Turra, o M&eacute;xico "tem interesse em agilizar todas as negocia&ccedil;&otilde;es e formalidades necess&aacute;rias para o acordo sanit&aacute;rio com o Brasil". Para acelerar o processo, o governo vai propor ao M&eacute;xico que o acordo sanit&aacute;rio seja formalizado com base nos padr&otilde;es que o Brasil utiliza para exportar a mercados como Uni&atilde;o Europeia, Jap&atilde;o e Ar&aacute;bia Saudita, explicou o dirigente.<br /><br />A sinaliza&ccedil;&atilde;o dos mexicanos &eacute; considerada uma boa not&iacute;cia pelos exportadores brasileiros. H&aacute; tr&ecirc;s anos, o Brasil tentou abrir o mercado do M&eacute;xico para o frango nacional, mas as elevadas tarifas de importa&ccedil;&atilde;o, entre 100% e 200%, que o pa&iacute;s imp&otilde;e sobre o produto, e o acordo de livre com&eacute;rcio do M&eacute;xico com os Estados Unidos (Nafta) impediram o avan&ccedil;o nas negocia&ccedil;&otilde;es, segundo Turra.<br /><br />Ele avalia que, dentro da cota de 300 mil toneladas para importa&ccedil;&atilde;o de frango, as tarifas devem ser "exequ&iacute;veis". O dirigente disse ainda que a cria&ccedil;&atilde;o de uma cota emergencial de importa&ccedil;&atilde;o pode significar a abertura do mercado mexicano ao frango brasileiro de forma "mais perene" no futuro.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Ipanema Coffees aposta em novo modelo de vendas de café]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=36998</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:52:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A brasileira Ipanema Coffees come&ccedil;ou a apostar em um modelo de neg&oacute;cios ainda pouco utilizado com o caf&eacute; verde brasileiro destinado &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o: a venda de um determinado talh&atilde;o - parte de uma planta&ccedil;&atilde;o de uma fazenda - com denomina&ccedil;&atilde;o de origem controlada (DOC) e colheita exclusiva para um comprador direto. Uma parceria nesse sentido foi estabelecida com a japonesa Lawson, propriet&aacute;ria de uma rede de lojas de conveni&ecirc;ncia que passou a investir na abertura de cafeterias em seus pontos de venda no pa&iacute;s asi&aacute;tico.<br /><br />A parceira foi formalizada em abril. Inicialmente, a Ipanema fornecer&aacute; &agrave; Lawson 7 mil sacas de caf&eacute;s especiais por ano, ou cerca de 5% de sua produ&ccedil;&atilde;o total, que ser&atilde;o transformadas em cerca de 45 milh&otilde;es de doses de caf&eacute;. O volume representa 40% dos gr&atilde;os adquiridos pela companhia japonesa, que vai torrar a mat&eacute;ria-prima e comercializar o produto com a marca Machi. No Jap&atilde;o, a Lawson tem 11.174 lojas, segundo o site da empresa, e o caf&eacute; da Ipanema ser&aacute; vendido, em um primeiro momento, em mil delas.<br /><br />Conforme Washington Rodrigues, presidente da Ipanema, o acordo com a Lawson faz parte de uma estrat&eacute;gia que visa ampliar as vendas ao mercado asi&aacute;tico, um dos que mais crescem para caf&eacute;s espressos e especiais no mundo. Embora a regi&atilde;o tenha registrado grande incremento no consumo de caf&eacute; sol&uacute;vel - "porta de entrada" comumente usada por companhias que come&ccedil;am a vender caf&eacute; em pa&iacute;ses nos quais o ch&aacute; &eacute; tradicional -, em alguns mercados j&aacute; h&aacute; uma migra&ccedil;&atilde;o mais flagrante do caf&eacute; instant&acirc;neo para o coado e o espresso. De acordo com Rodrigues, o passo seguinte &eacute; a mudan&ccedil;a para os caf&eacute;s especiais.<br /><br />A venda direta de caf&eacute; verde para a Lawson tamb&eacute;m proporciona uma margem de lucro maior. Em m&eacute;dia, a Ipanema vai obter um pr&ecirc;mio de 50% sobre o pre&ccedil;o de um produto convencional, embora ainda signifique uma parte pequena da receita, de cerca de 2,5%. Mas se a parceria evoluir, o volume inicial poder&aacute; ser triplicado, o que acarretaria uma alta de 15% das margens, segundo Rodrigues. Em 2013, a receita da empresa brasileira dever&aacute; atingir R$ 90 milh&otilde;es, mesmo n&iacute;vel de 2012.<br /><br />A Ipanema Coffees tamb&eacute;m busca fechar parcerias do g&ecirc;nero em outros pa&iacute;ses da &Aacute;sia. Nos &uacute;ltimos quatro anos, a participa&ccedil;&atilde;o da companhia no continente cresceu significativamente. Em 2008, quando come&ccedil;aram as exporta&ccedil;&otilde;es da empresa para a &Aacute;sia (sem considerar o Jap&atilde;o, para onde exporta h&aacute; quase 20 anos), somaram 10 mil sacas. Atualmente, s&atilde;o cerca de 40 mil. O salto foi poss&iacute;vel tamb&eacute;m gra&ccedil;as a investimentos em renova&ccedil;&atilde;o de &aacute;rea e irriga&ccedil;&atilde;o. Entre 2012 e 2013, os aportes previstos chegam a R$ 35 milh&otilde;es. O primeiro projeto com irriga&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou em 2006, com 100 hectares, e a perspectiva &eacute; fechar 2013 com 1,4 mil hectares. A meta para 2017 &eacute; chegar a 2 mil hectares.<br /><br />A Ipanema tem fazendas no Sul de Minas, tradicional regi&atilde;o produtora de caf&eacute;s especiais. S&atilde;o 3,5 mil hectares cultivados nas propriedades. S&atilde;o produzidas de 120 mil a 130 mil sacas por safra, 80% das quais para exporta&ccedil;&atilde;o. Em 2012, a Ipanema vendeu uma participa&ccedil;&atilde;o de 36,5% para as holdings Mitsubishi Corporation, japonesa, e Tchibo, alem&atilde;. As duas holdings juntaram-se aos s&oacute;cios anteriores - Kaffehuset Friele e as brasileiras ML Participa&ccedil;&otilde;es e Paragua&ccedil;u Participa&ccedil;&otilde;es.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Distrito Federal colhe mais uma safra superprodutiva]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=36997</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:46:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Com a mesma &aacute;rea plantada de gr&atilde;os da Para&iacute;ba, o Distrito Federal colhe nesta safra (2012/13) um volume 41 vezes maior que o Estado nordestino. Idealizada como a cidade do Congresso e dos minist&eacute;rios, Bras&iacute;lia tamb&eacute;m se destaca na produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, e grande parte desse sucesso se deve &agrave; regi&atilde;o do Programa de Assentamento Dirigido do DF (PAD-DF). Criada inicialmente para abastecer de alimentos a popula&ccedil;&atilde;o do Distrito Federal, a regi&atilde;o se resume hoje &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os e tem a maior produtividade m&eacute;dia do pa&iacute;s.<br /><br />Na temporada 2012/13, a produ&ccedil;&atilde;o do Distrito Federal est&aacute; estimada em 682 mil toneladas de gr&atilde;os, a 15&ordf; mais elevada dentre os 27 Estados do pa&iacute;s, na 18&ordf; maior &aacute;rea plantada (128 mil hectares). A &aacute;rea cultivada registrou incremento de 6,4% em rela&ccedil;&atilde;o ao ciclo 2011/12, e o aumento da colheita chega a 12%, de 609 mil para 682 mil toneladas.<br /><br />Se for comparado &agrave; Rond&ocirc;nia, o DF tem &aacute;rea 3,5 vezes menor, com uma produ&ccedil;&atilde;o que &eacute; a metade da do Estado do Norte. J&aacute; Sergipe planta o dobro da &aacute;rea do DF, mas sua produ&ccedil;&atilde;o &eacute; 78 mil toneladas mais baixa.<br /><br />A regi&atilde;o de destaque do Distrito Federal se localiza no Programa de Assentamento Dirigido do DF (PAD-DF). O local &eacute; refer&ecirc;ncia nacional em produ&ccedil;&atilde;o e irriga&ccedil;&atilde;o. "Da porteira para dentro, o produtor brasileiro &eacute; um dos melhores do mundo. Bras&iacute;lia &eacute; um exemplo de como a agricultura pode ser tecnol&oacute;gica e ambientalmente respons&aacute;vel", afirmou o ministro da Agricultura, Ant&ocirc;nio Andrade, durante evento do setor na semana passada, em Bras&iacute;lia.<br /><br />O PAD-DF foi um programa concebido e implantado em 1977 e fundado em 1978, durante a ditadura militar, para ser um assentamento e uma &aacute;rea de produ&ccedil;&atilde;o de alimentos. O programa abrangeu, inicialmente, 5 mil hectares. Atualmente, seus mais 128 mil hectares produtivos s&atilde;o ocupados com cereais, hortifrutigranjeiros, bovinocultura e avicultura, em assentamento de produtores em &aacute;reas isoladas, n&uacute;cleos rurais, col&ocirc;nias agr&iacute;colas e agrovilas.<br /><br />A &aacute;rea irrigada total do DF chegou a 16 mil hectares no fim do ano passado. H&aacute; 105 equipamentos de piv&ocirc; central instalados. Em hortali&ccedil;as, a regi&atilde;o possu&iacute;a, at&eacute; dezembro de 2012, 9 mil hectares plantados, com produ&ccedil;&atilde;o de 286 mil toneladas.<br /><br />De acordo com o oitavo levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado este m&ecirc;s, a produtividade m&eacute;dia da soja no DF &eacute; de 3,39 toneladas por hectare, a maior do Brasil. No caso do milho, a produtividade chega a 8,85 toneladas por hectare, tamb&eacute;m a maior do pa&iacute;s - em Mato Grosso, &eacute; de 5,1 toneladas/hectare.<br /><br />O trigo, irrigado, tamb&eacute;m apresenta um bom desempenho na regi&atilde;o. De acordo com dados da Conab, a produtividade do gr&atilde;o na regi&atilde;o &eacute; de 5,7 toneladas por hectare, tamb&eacute;m o teto nacional em 2012/13. No Rio Grande do Sul, alcan&ccedil;ou 1,8 tonelada por hectare.<br /><br />O presidente da Cooperativa Agropecu&aacute;ria da Regi&atilde;o do Distrito Federal (Coopa-DF), Leomar Cenci, lembra que o modelo de produ&ccedil;&atilde;o de Bras&iacute;lia &eacute; famoso. "O produtor aqui usa muita tecnologia, maquin&aacute;rio de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o e manejo correto. O resultado n&atilde;o poderia ser diferente", disse enquanto aponta para m&aacute;quinas de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o expostas na feira.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Varejo nacional deve crescer, mas abaixo do previsto no início do ano]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=36996</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:36:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A perspectiva de crescimento na casa dos 6% nas vendas do varejo no Pa&iacute;s, abaixo das proje&ccedil;&otilde;es do in&iacute;cio do ano, que previa alta de 7%, j&aacute; come&ccedil;a a refletir na postura dos empres&aacute;rios do setor, que se preparam para diminui&ccedil;&atilde;o dos estoques e alta no giro de produtos para controlar os custos, al&eacute;m do aumento dos itens importados nas prateleiras.<br /><br />De acordo com estudo feito pela GO Associados, empresa de consultoria em neg&oacute;cios e servi&ccedil;os, o aumento na casa dos 6% deve ocorrer mesmo ap&oacute;s o setor registrar um recuo de 0,1% em mar&ccedil;o na compara&ccedil;&atilde;o com fevereiro.<br /><br />Segundo o diretor de pesquisa econ&ocirc;mica da GO Associados, Fabio Silveira, era previsto que o volume de vendas do varejo aumentasse 7% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. Mas um conjunto de fatores limitou esse crescimento, como a baixa produtividade na ind&uacute;stria, por exemplo. "Atualmente, h&aacute; um crescimento muito baixo da ind&uacute;stria, uma forte queda na produ&ccedil;&atilde;o, que j&aacute; ocorre h&aacute; muitos meses. Se esse setor vai mal, como est&aacute; ocorrendo no Brasil, a demanda das fam&iacute;lias ligadas a empregos nessa &aacute;rea tamb&eacute;m come&ccedil;a a ser limitada."<br /><br />Para o especialista, a menor produ&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria vem trazendo reflexos nas redes varejistas, levando comerciantes e empres&aacute;rios a buscarem solu&ccedil;&otilde;es, como por exemplo, a compra de produtos estrangeiros. "Com o mau desempenho da ind&uacute;stria, as importa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o crescendo e todos procuram operar com estoques baixos, essa tem sido a t&ocirc;nica nos &uacute;ltimos meses. At&eacute; por isso que &agrave;s vezes ocorre a falta de algum item: por mau planejamento, e n&atilde;o por um grande volume de vendas."<br /><br />Algumas redes varejistas t&ecirc;m adotado estoques menores em suas lojas, como parte do planejamento. &Eacute; o caso da Cooperativa do Consumo (Coop), que tem privilegiado o giro de mercadorias. A Coop teve crescimento de 10% no primeiro quadrimestre e espera manter o &iacute;ndice ao longo do ano. O gerente comercial da empresa, Luiz Gustavo Ramos, afirma que existem diversas vantagens de se estocar menos.<br /><br />"&Eacute; uma estrat&eacute;gia, para privilegiar fluxo de caixa, menores perdas e trabalhar com produtos mais frescos. Hoje, a capacidade de abastecimento &eacute; melhor, n&atilde;o &eacute; preciso ter grandes estoques, pois se abastece mais frequentemente. Por exemplo, se ano passado se abastecia uma loja para dez dias, atualmente se abastece para cinco ou seis, com lotes menores".<br /><br />Segundo Ramos, o varejo sente os efeitos das dificuldades sofridas pela ind&uacute;stria, assim como a log&iacute;stica tem proporcionado alguns problemas. "H&aacute; uma dificuldade um pouco maior no cumprimento das entregas. Por exemplo, se fazemos um pedido de 100 produtos, temos recebido 80. Al&eacute;m disso, pedimos para entregar na ter&ccedil;a, e nos entregam na quinta ou na sexta-feira. N&atilde;o sei avaliar se isso &eacute; por conta de uma menor produ&ccedil;&atilde;o, pela restri&ccedil;&atilde;o da circula&ccedil;&atilde;o de caminh&otilde;es, ou at&eacute; pelo crescimento da demanda. Mas o fato &eacute; que percebemos muitos problemas com fornecedores", completa o executivo.<br /><br />De acordo com Silveira, al&eacute;m do fraco desempenho na ind&uacute;stria, a conjuntura econ&ocirc;mica do Pa&iacute;s tamb&eacute;m &eacute; respons&aacute;vel por desacelerar o ritmo de crescimento do varejo.<br /><br />"Houve um aumento do endividamento e da inadimpl&ecirc;ncia. Consequentemente, h&aacute; uma redu&ccedil;&atilde;o da renda dispon&iacute;vel. Os juros tamb&eacute;m v&ecirc;m subindo h&aacute; algum tempo, e a pr&oacute;pria alta da infla&ccedil;&atilde;o, acaba tornando o consumidor bem mais cauteloso do que no ano passado."<br /><br />De acordo com o estudo feito pela GO Associados, estimam-se aumentos de 3% na massa real de rendimento e de 10% no cr&eacute;dito a pessoa f&iacute;sica, pontos que sustentariam o crescimento de 6% previsto para as vendas no varejo. No ano de 2012, observou-se um acr&eacute;scimo de 8,4%, e para 2014, a previs&atilde;o inicial tamb&eacute;m &eacute; de 6%.<br /><br />Mesmo a gera&ccedil;&atilde;o de empregos est&aacute; diretamente ligada ao crescimento menor que o esperado. "Tamb&eacute;m percebemos uma diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de postos de trabalho criados no setor de servi&ccedil;os. Todos esses fatores v&atilde;o aos poucos afetando o n&iacute;vel de expans&atilde;o da massa salarial, que vai continuar aumentando, mas num ritmo menor", comenta o coordenador da pesquisa.<br /><br />O Dia das M&atilde;es j&aacute; refletiu os resultados abaixo do esperado. Ainda que nenhuma &aacute;rea do varejo tenha apresentado quedas nas vendas, o aumento foi menor do que estimado no in&iacute;cio do ano, segundo especialistas. Silveira acredita que a tend&ecirc;ncia &eacute; aquilo que foi observado na data comemorativa. "O Dia dos Namorados, por exemplo, deve seguir essa tend&ecirc;ncia. Creio que vai ter crescimento, mas um crescimento modesto. Devido a todos aqueles fatores, problemas na ind&uacute;stria, redu&ccedil;&atilde;o da renda dispon&iacute;vel, maior infla&ccedil;&atilde;o e alta dos juros, o apetite para consumo acaba sendo inibido." <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Mercado prevê que BC subirá ritmo de juros contra inflação]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=2&amp;clipping=36995</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:35:46 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Tom mais enf&aacute;tico de Alexandre Tombini e amplia&ccedil;&atilde;o de gastos do governo indicam alta mais forte da Selic<br /><br />Neg&oacute;cios no mercado de juros futuros ontem j&aacute; apontavam para eleva&ccedil;&atilde;o da taxa para 8% na semana que vem<br /><br />As apostas de que o Banco Central poder&aacute; acelerar o ritmo de aumento de juros cresceram nos &uacute;ltimos dias.<br /><br />Sinais de que o governo est&aacute; mais preocupado com a infla&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m levado o mercado a aumentar as fichas na aposta de que a Selic subir&aacute; 0,5 ponto percentual, para 8%.<br /><br />At&eacute; poucos dias atr&aacute;s, prevalecia a expectativa de que o Copom (Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria) elevaria a taxa b&aacute;sica em 0,25 ponto percentual na semana que vem, repetindo o ajuste feito em abril.<br /><br />Ontem, o n&iacute;vel da taxa de juros refletido em contratos negociados no mercado futuro indicava mais de 80% de chance de um aumento da Selic de 0,5 ponto percentual.<br /><br />O Ita&uacute; Unibanco revisou a proje&ccedil;&atilde;o de alta da Selic de 0,25 para 0,5 ponto percentual. "Temos notado uma vontade maior do Banco Central de combater a infla&ccedil;&atilde;o, uma preocupa&ccedil;&atilde;o maior", diz Ilan Goldfajn, economista-chefe do Ita&uacute; Unibanco.<br /><br />A corretora Votorantim tamb&eacute;m elevou sua proje&ccedil;&atilde;o de aumento da Selic, de 0,25 para 0,50 ponto percentual.<br /><br />A mudan&ccedil;a foi motivada pelo discurso duro do presidente do BC, Alexandre Tombini, na semana passada.<br /><br />"Tombini foi enf&aacute;tico ao dizer que o BC agiria tempestivamente [para fazer a infla&ccedil;&atilde;o recuar]. E, observando o cen&aacute;rio, faz sentido que haja essa mudan&ccedil;a [na dosagem de alta dos juros]", diz Roberto Padovani, economista-chefe da Votorantim.<br /><br />Segundo ele, est&aacute; cada vez mais claro que a pol&iacute;tica fiscal (gastos do governo para incentivar a economia) vai continuar em expans&atilde;o, exigindo mais aperto da pol&iacute;tica monet&aacute;ria do BC.<br /><br />Jankiel Santos, economista-chefe do Banco Esp&iacute;rito Santo, observa que existe a perspectiva de uma retomada mais favor&aacute;vel da economia dos EUA, o que provoca o fortalecimento do d&oacute;lar e o fim do excesso de est&iacute;mulos.<br /><br />Com isso, a alta dos juros no Brasil &eacute; tamb&eacute;m estrat&eacute;gica para a atra&ccedil;&atilde;o de recursos.<br /><br />No Brasil, as estimativas sobre o crescimento s&atilde;o mistas. Analistas ouvidos pela pesquisa semanal Focus j&aacute; esperam um crescimento abaixo de 3% neste ano.<br /><br />A proje&ccedil;&atilde;o de expans&atilde;o do (Produto Interno Bruto) recuou levemente na &uacute;ltima semana, de 3% para 2,98%.<br /><br />O movimento, resposta ao resultado abaixo do esperado na pr&eacute;via do PIB feita pelo BC, na semana passada, contrasta com perspectivas de retorno do investimento neste in&iacute;cio de ano.<br /><br />Para Goldfajn, do Ita&uacute; Unibanco, o crescimento neste ano dever&aacute; ser de 2,8%. Segundo ele, a d&uacute;vida &eacute; saber se o movimento positivo dos investimentos neste in&iacute;cio de ano continuar&aacute;, apesar da confian&ccedil;a ainda baixa dos empres&aacute;rios. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Folha de S.Paulo</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Governo espera que 50% dos celulares sejam usados para pagar contas após 2 anos do serviço]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=5&amp;clipping=36994</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:35:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Texto sobre regras do uso de celulares em transa&ccedil;&otilde;es financeiras diz que BC tem seis meses para disciplinar o servi&ccedil;o de mobile payment<br /><br />BRAS&Iacute;LIA &mdash; O governo espera que 50% dos 264 milh&otilde;es de celulares no Brasil sejam usados para fazer transa&ccedil;&otilde;es financeiras por mensagens de texto em at&eacute; dois anos depois de o servi&ccedil;o come&ccedil;ar a ser oferecido pelas operadoras no pa&iacute;s. Nesta segunda-feira, foi editada uma medida provis&oacute;ria (MP) com as normas b&aacute;sicas e que d&aacute; seis meses para o Banco Central (BC) regulamentar o servi&ccedil;o. A nova legisla&ccedil;&atilde;o ainda ampliou o poder da autoridade monet&aacute;ria. Com ela, o BC poder&aacute; regular todo o mercado de cart&atilde;o de cr&eacute;dito &ndash; que n&atilde;o era totalmente submetido &agrave; autarquia.<br /><br />A norma tamb&eacute;m d&aacute; poderes ao BC para regular outros meios de pagamentos que surgiram com as mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas, como as empresas que fazem transa&ccedil;&otilde;es em compras na internet, com a Paypall.<br /><br />&mdash; Como a economia vem evoluindo, precis&aacute;vamos de uma norma que acompanhasse as novidades tecnol&oacute;gicas &mdash; afirmou o diretor de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria do BC, Aldo Mendes, que detalhou pontos que ainda ser&atilde;o discutidos. &mdash; Em algum momento, esse cr&eacute;dito tem de ser transformado em dinheiro. Temos de ver como.<br /><br />Segundo Aldo, uma ideia &eacute; usar correspondentes banc&aacute;rios para que o dono do celular possa trocar seus cr&eacute;ditos em dinheiro vivo. Os principais correspondentes s&atilde;o lot&eacute;ricas e os correios. Operadoras, bancos e at&eacute; a ind&uacute;stria de cart&atilde;o de cart&atilde;o de cr&eacute;dito aguardam a fixa&ccedil;&atilde;o das regras para come&ccedil;arem a operar. V&aacute;rias operadoras j&aacute; t&ecirc;m o servi&ccedil;o, mas opera entre pessoas com o celular da mesma empresa.<br /><br />Com o &ldquo;mobile payment" (termo em ingl&ecirc;s para pagamento por dispositivo m&oacute;veis), um cidad&atilde;o poder&aacute; usar cr&eacute;dito pr&eacute;-pago do seu aparelho para pagar contas e servi&ccedil;os por apenas uma mensagem de texto.<br /><br />&mdash; Hoje, o SMS &eacute; uma tecnologia de dom&iacute;nio p&uacute;blico da popula&ccedil;&atilde;o brasileira. A popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; apta a adotar essa tecnologia &mdash; garantiu Maximiliano Martinh&atilde;o, secretario de telecomunica&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es.<br /><br />O dinheiro que ficar&aacute; nessa &ldquo;carteira virtual&rdquo; n&atilde;o ser&aacute; o mesmo dinheiro que &eacute; usado para abastecer, por exemplo, os celulares pr&eacute;-pagos. As operadoras de telefonia ter&atilde;o de manter contas para seus clientes em bancos, como acontece em corretoras de valores, por exemplo.<br /><br />Segundo o texto da MP publicado hoje no &ldquo;Di&aacute;rio Oficial&rdquo;, o BC, o Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN), o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es e a Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel) dever&atilde;o estimular, "no &acirc;mbito de suas compet&ecirc;ncias, a inclus&atilde;o financeira por meio da participa&ccedil;&atilde;o do setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es na oferta de servi&ccedil;os de pagamento".<br /><br />Segundo o texto, o BC dever&aacute;, por exemplo, "disciplinar a constitui&ccedil;&atilde;o, o funcionamento, a fiscaliza&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es de pagamento e a descontinuidade na presta&ccedil;&atilde;o" e tamb&eacute;m "limitar o objeto social de institui&ccedil;&otilde;es de pagamento".<br /><br />A medida provis&oacute;ria que cria novos meios de pagamentos como um mecanismo que transforma o celular numa carteira virtual foi anunciada em outubro e &eacute; fundamental para que v&aacute;rios investimentos deslanchem. No governo, a expectativa &eacute; que o instrumento seja uma revolu&ccedil;&atilde;o no meio de pagamentos, principalmente, porque atender&aacute; a parcela mais pobre da popula&ccedil;&atilde;o. Quando entrar em vigor, o chamado mobile payment economizaria R$ 18 milh&otilde;es para os cofres da Uni&atilde;o, por m&ecirc;s, se metade dos benefici&aacute;rios do Bolsa Fam&iacute;lia optasse por receber o dinheiro no celular.<br /><br />O mobile payment poderia tamb&eacute;m se expandir para outras camadas da popula&ccedil;&atilde;o, porque os n&uacute;meros do Banco Central apontam que 57% das classes A e B pagam suas contas em esp&eacute;cie. J&aacute; na classe C, s&atilde;o 75% e nas classes D e E s&atilde;o 86%. As estimativas s&atilde;o de que a popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o bancarizada somam 46,8 milh&otilde;es no Brasil.<br /><br />O &ldquo;mobile payment&rdquo; j&aacute; existe em outros pa&iacute;ses, por exemplo no Qu&ecirc;nia, onde a popula&ccedil;&atilde;o, principalmente do interior, consegue fazer pagamentos e transfer&ecirc;ncias, e na Inglaterra.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo - RJ</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Sem fôlego para crescer, PIB do Brasil pode avançar só 2,8%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=2&amp;clipping=36993</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:34:58 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Gargalos em emprego e infraestrutura limitam a capacidade do pa&iacute;s<br /><br />RIO, BRAS&Iacute;LIA e S&Atilde;O PAULO &ndash; Ao mesmo tempo em que o mercado prev&ecirc;, pela primeira vez, uma expans&atilde;o abaixo de 3% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e servi&ccedil;os produzidos) este ano, economistas s&atilde;o un&acirc;nimes em afirmar que o crescimento potencial da economia brasileira &mdash; patamar no qual o PIB pode avan&ccedil;ar sem press&otilde;es inflacion&aacute;rias &mdash; se reduziu nos &uacute;ltimos anos. Gargalos de infraestrutura, falta de investimentos, mercado de trabalho aquecido e oferta menor de m&atilde;o de obra s&atilde;o alguns dos fatores que contribuem para esse movimento.<br /><br />J&aacute; h&aacute; quem estime hoje que o potencial de expans&atilde;o a longo prazo no pa&iacute;s esteja abaixo de 3%, como &eacute; o caso de Jos&eacute; Marcio Camargo, professor da PUC-Rio e economista da Opus Gest&atilde;o de Recursos, e do economista do Ita&uacute; Unibanco Aur&eacute;lio Bicalho. Mesmo quem faz proje&ccedil;&atilde;o maior, de 3,8%, como &eacute; o caso do economista-chefe da LCA Consultores, Br&aacute;ulio Borges, admite que a capacidade de o Brasil crescer sem infla&ccedil;&atilde;o &eacute; menor hoje do que j&aacute; foi um dia. Pesquisa do Banco Central (BC) em outubro de 2010 com participantes de mercado apontava uma estimativa m&eacute;dia de PIB potencial de 4,4%.<br /><br />&mdash; O mercado de trabalho est&aacute; muito aquecido, o que pressiona sal&aacute;rios e reduz produtividade, temos baixa ociosidade dos bens de capital (m&aacute;quinas e equipamentos) e ganhos de produtividade pequenos. No ano passado, houve inclusive queda. Al&eacute;m disso, a infla&ccedil;&atilde;o est&aacute; seriamente deteriorada. Com esse cen&aacute;rio, &eacute; dif&iacute;cil ter um crescimento forte. Hoje, nossa estimativa para o PIB potencial &eacute; de 2,8%, quando estava em torno de 3,5% na d&eacute;cada passada &mdash; afirma Camargo.<br /><br />Potencial para crescer caiu de 4% para 3%<br /><br />Para o professor da PUC-Rio, o pa&iacute;s n&atilde;o est&aacute; gerando os incentivos corretos para os investimentos, seja por falta de estabilidade de regras ou por elas serem ruins. Ele reconhece que a MP dos Portos, aprovada na semana passada, &eacute; um ganho, embora, na sua opini&atilde;o, tenha dado um sinal ruim para os investidores dos portos p&uacute;blicos.<br /><br />&mdash; H&aacute; uma percep&ccedil;&atilde;o de que o PIB potencial n&atilde;o &eacute; t&atilde;o elevado quanto no passado. Os &uacute;ltimos indicadores foram muito ruins. A economia est&aacute; batendo em alguns estrangulamentos, como infraestrutura e desemprego baixo. Continuamos com crescimento baixo mesmo com infla&ccedil;&atilde;o alta, o que indica que estamos perto do crescimento potencial ou at&eacute; acima dele. N&atilde;o d&aacute; para colocar um Fusca para correr a 200 quil&ocirc;metros por hora &mdash; diz o economista-chefe do Deutsche Bank, Jos&eacute; Carlos de Faria.<br /><br />Sua estimativa &eacute; de que hoje o chamado PIB potencial do Brasil est&aacute; em torno de 3%, quando h&aacute; algum tempo era mais pr&oacute;ximo de 4%. Entre os fatores que influenciaram neste recuo, segundo Faria, s&atilde;o os problemas estruturais de infraestrutura e o sistema tribut&aacute;rio, mas tamb&eacute;m o aumento de incerteza sobre a regula&ccedil;&atilde;o e sobre o cumprimento das metas de infla&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Uma das preocupa&ccedil;&otilde;es &eacute; com os investimentos, que chegaram a uma taxa de 19,5% do PIB em 2010, mas recuaram para 19,3% em 2011 e 18,1%, em 2012. J&aacute; o mercado de trabalho continua aquecido, com taxas baixas de desemprego. No ano passado, a m&eacute;dia foi de 5,5%, a mais baixa desde o in&iacute;cio da atual s&eacute;rie hist&oacute;ria do IBGE, em 2002. E a oferta de trabalho &eacute; menor do que era no passado. A popula&ccedil;&atilde;o economicamente ativa (PEA) &mdash; que inclui quem est&aacute; trabalhando ou em busca de trabalho &mdash; cresceu 1,8% em m&eacute;dia ao ano entre 2000 e 2010. Em 2012, a expans&atilde;o foi de s&oacute; 1,2%. E a proje&ccedil;&atilde;o do Ita&uacute; Unibanco &eacute; que essa taxa caia para 0,9% em 2020.<br /><br />&mdash; S&oacute; essa mudan&ccedil;a no crescimento da PEA representa 0,5 ponto percentual no PIB potencial. Na d&eacute;cada passada, o n&iacute;vel (do PIB potencial) era perto de 3,5%, mas agora j&aacute; chega a algo como 2,9% e 3% &mdash; diz Aur&eacute;lio Bicalho.<br /><br />Mais cauteloso com as proje&ccedil;&otilde;es para o potencial de expans&atilde;o da economia, Br&aacute;ulio Borges diz que alguns analistas est&atilde;o confundindo quest&otilde;es conjunturais com estruturais:<br /><br />&mdash; &Eacute; not&oacute;rio que o PIB potencial n&atilde;o &eacute; o mesmo de cinco anos atr&aacute;s, principalmente por causa da oferta de m&atilde;o de obra. J&aacute; se incorporou muita gente e o crescimento &eacute; mais demogr&aacute;fico. No entanto, o ritmo potencial de crescimento caiu, mas n&atilde;o desabou &mdash; afirma Borges, que estimava o PIB potencial 4,2% em 2010 e agora v&ecirc; 3,8%.<br /><br />Se as previs&otilde;es a longo prazo est&atilde;o menores, o mesmo ocorre a curto prazo. Segundo a pesquisa semanal Focus, que o BC faz com os analistas das principais institui&ccedil;&otilde;es financeiras do pa&iacute;s, a proje&ccedil;&atilde;o para o PIB deste ano passou de 3% para 2,98%. Foi a primeira vez que a taxa ficou abaixo de 3%. Na virada do ano, os analistas esperavam um crescimento de 3,3%.<br /><br />Segundo o economista-chefe da Sulam&eacute;rica Investimentos, Newton Rosa, muitos no mercado esperam que o pa&iacute;s s&oacute; crescer&aacute; 2,8%. Essa &eacute; exatamente a sua aposta. Ele lembra que os dados do primeiro trimestre est&atilde;o inflados com o setor agr&iacute;cola, desempenho que n&atilde;o deve se manter ao longo do ano:<br /><br />&mdash; Independentemente de ser ano pr&eacute;-eleitoral, ou ano de Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, &eacute; muito pouco. O Brasil deveria estar com um crescimento de 4,5%.<br /><br />Outro indicador preocupante &eacute; a retomada do aumento do estoques da ind&uacute;stria em abril, depois de se manterem dentro do planejamento das empresas por sete meses, segundo a Sondagem Industrial, divulgada ontem pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI). O &iacute;ndice foi de 51,2 pontos no m&ecirc;s passado. Dados acima de 50 pontos indicam estoque acima do planejado.<br /><br />Diante deste cen&aacute;rio, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industria (Iedi) apresentar&aacute; at&eacute; o fim da semana documento ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmando que os &uacute;ltimos dois anos p&otilde;em em evid&ecirc;ncia a necessidade de &ldquo;uma nova pol&iacute;tica econ&ocirc;mica&rdquo;.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Globo - RJ</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Agroceres PIC expande sua liderança em genética suína]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=14&amp;clipping=36992</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:34:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>L&iacute;der no mercado brasileiro de gen&eacute;tica su&iacute;na, a Agroceres PIC, controlada pelo grupo Agroceres, inaugura hoje a maior unidade do segmento no pa&iacute;s. Localizada no munic&iacute;pio de Fraiburgo, em Santa Catarina, a nova central de gen&eacute;tica custou R$ 10 milh&otilde;es e mais do que quadruplicar&aacute; a capacidade da empresa.<br /><br />A planta tem capacidade para alojar 700 su&iacute;nos machos, que ser&atilde;o capazes de produzir 1,1 milh&atilde;o de doses de s&ecirc;men por ano, de acordo com o diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Rosa. A unidade catarinense se soma ao centro de dissemina&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica da empresa na cidade mineira de Patos de Minas, onde h&aacute; capacidade para o alojamento de 180 animais.<br /><br />Mas a nova unidade da empresa iniciar&aacute; a produ&ccedil;&atilde;o de s&ecirc;men su&iacute;no somente em agosto. At&eacute; l&aacute;, a produ&ccedil;&atilde;o da Agroceres continuar&aacute; restrita &agrave; unidade de Patos de Minas. Nesse per&iacute;odo, a central apenas receber&aacute; visitas de potenciais clientes, o que n&atilde;o pode ser feito com a unidade em opera&ccedil;&atilde;o devidos aos riscos sanit&aacute;rios.<br /><br />Com o investimento, a Agroceres pretende n&atilde;o s&oacute; ampliar os neg&oacute;cios, mas tamb&eacute;m disseminar as vendas de s&ecirc;men su&iacute;no no Brasil para a produ&ccedil;&atilde;o de matrizes. Atualmente, as maiores granjas de su&iacute;nos n&atilde;o compram o s&ecirc;men, mas o pr&oacute;prio animal - o macho av&ocirc;, que ficar&aacute; encarregado de produzir as matrizes. Nos EUA, maior exportador global de carne su&iacute;na, as vendas de s&ecirc;men do animal av&ocirc; j&aacute; respondem por 80% do mercado de gen&eacute;tica.<br /><br />"O Brasil tamb&eacute;m vai caminhar nesse sentido", aposta Alexandre Rosa, um dos executivos incumbidos da tarefa de convencer as grandes ind&uacute;strias a adotarem o modelo de compra de s&ecirc;men. A confian&ccedil;a do executivo est&aacute; calcada nos ganhos de produtividade esperados com o novo modelo de dissemina&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica.<br /><br />"Comprar macho 'f&iacute;sico' significa ter centrais de gen&eacute;ticas pequenas, que n&atilde;o conseguem ter animais de alto valor gen&eacute;tico", afirma Rosa. Por "valor gen&eacute;tico" entenda-se ganho de peso, convers&atilde;o alimentar e qualidade de carca&ccedil;a.<br /><br />Com a estrutura da unidade de Fraiburgo, Rosa estima que cada macho alojado conseguir&aacute; produzir s&ecirc;men para atender 250 f&ecirc;meas. Na modelo tradicional, diz, essa rela&ccedil;&atilde;o &eacute; de um para 100. "Fizemos um investimento grande em equipamentos. Temos coleta autom&aacute;tica de s&ecirc;men", afirma o executivo.<br /><br />Outra vantagem apontada por Rosa &eacute; a capacidade de reposi&ccedil;&atilde;o dos machos, trocados por melhorados geneticamente - mais produtivos, segundo ele. Hoje, uma pequena central de gen&eacute;tica rep&otilde;e 50% dos animais a cada ano. Em Fraiburgo, a Agroceres ter&aacute; uma taxa de, no m&iacute;nimo, 80%.<br /><br />Com o in&iacute;cio da produ&ccedil;&atilde;o em agosto, a Agroceres PIC prev&ecirc; atingir plena capacidade at&eacute; o fim do ano. Segundo ele, os machos levam cerca de seis meses para alcan&ccedil;ar o n&iacute;vel de produtividade esperado. "O macho jovem produz pouco", justifica ele.<br /><br />Conforme o executivo, o investimento de R$ 10 milh&otilde;es realizado pela Agroceres ser&aacute; amortizado em tr&ecirc;s anos. A empresa n&atilde;o revela seu faturamento, mas diz que a nova unidade obter&aacute; cerca de 25% da receita com as vendas de s&ecirc;men dos chamados "machos terminadores", que produzem os animais que v&atilde;o para o abate. Os outros 75% vir&atilde;o das vendas de s&ecirc;men de av&ocirc;s (que produzem as matrizes) e de bisav&ocirc;s (que produzem as av&oacute;s). A unidade de Fraiburgo &eacute; toda destinada a produ&ccedil;&atilde;o de f&ecirc;meas.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Lista de remédios é ampliada para a população]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=29&amp;clipping=36991</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:32:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A lista de medicamentos oferecidos &agrave; popula&ccedil;&atilde;o ser&aacute; ampliada. A Funda&ccedil;&atilde;o para o Rem&eacute;dio Popular (Furp) lan&ccedil;ou ontem, o edital de Concorr&ecirc;ncia Internacional de Parceria P&uacute;blico Privada (PPP) da f&aacute;brica de Am&eacute;rico Brasiliense. "Vamos deixar a f&aacute;brica de Am&eacute;rico Brasiliense com [rem&eacute;dio] gen&eacute;rico, alta tecnologia&nbsp; e alto valor agregado", disse Alckmin. A contrata&ccedil;&atilde;o da PPP se dar&aacute; na modalidade de Concess&atilde;o Administrativa, pelo prazo de 15 anos, com investimentos privados de cerca de R$ 130 mi nos cinco primeiros anos. Com o novo parceiro, a f&aacute;brica ser&aacute; mais competitiva atingindo sua plena opera&ccedil;&atilde;o e com registro de novos medicamentos. "O setor privado vai investir R$ 150 milh&otilde;es na f&aacute;brica de Am&eacute;rico Brasiliense. N&oacute;s vamos ter uma grande f&aacute;brica de medicamentos, especialmente gen&eacute;ricos", destacou Alckmin.<br /><br /><strong>Produ&ccedil;&atilde;o</strong><br /><br />A estimativa &eacute; que sejam produzidas anualmente 1,26 bilh&atilde;o de Unidades Farmacot&eacute;cnicas (UFs) e produzidos 96 novos medicamentos. A previs&atilde;o &eacute; que o contrato da PPP seja assinado ainda este ano e a expectativa &eacute; que a f&aacute;brica esteja funcionando sob essa nova modalidade no prazo de dois anos a contar da data da assinatura. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Casas Bahia inicia comércio de itens para o setor industrial]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=36990</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:32:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O casasbahia.com.br, site de varejo da Nova Pontocom, anunciou esta semana a cria&ccedil;&atilde;o de uma se&ccedil;&atilde;o exclusiva para vendas&nbsp; de produtos de linha industrial - com caracter&iacute;sticas voltadas para a produ&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o em grandes quantidades. De acordo com Vicente Rezende, diretor de marketing do site, o novo departamento conta com cerca de 400 itens em 22 categorias que congregam equipamentos como cervejeiras, chapas e fog&otilde;es industriais, entre outros. "Nosso intuito &eacute; diversificar sua atua&ccedil;&atilde;o no e-commerce", enfatiza. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Valor do presente pode subir no dia 12 de junho]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=36989</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:31:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Segundo pesquisa encomendada pelo Sindilojas Porto Alegre e pela CDL Porto Alegre, 80% dos consumidores pretendem ir &agrave;s compras para celebrar o pr&oacute;ximo dia 12 de junho. De acordo com a pesquisa o t&iacute;quete m&eacute;dio deve ficar em R$ 125, o que representa 12,6% a mais em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado.<br /><br />Sobre a forma de pagamento, h&aacute; uma maior inten&ccedil;&atilde;o de realizar o pagamento &agrave; vista, com aumento da prefer&ecirc;ncia por cart&otilde;es de d&eacute;bito e cr&eacute;dito. "As pesquisas s&atilde;o uma importante ferramenta para sabermos as inten&ccedil;&otilde;es do consumidor e ajudarmos os lojistas. Estes dados revelam boas perspectivas de vendas para o dia 12 de junho e refor&ccedil;am a tend&ecirc;ncia de que o com&eacute;rcio deve estar atento ao que o consumidor quer", diz Ronaldo Sielichow presidente do Sindilojas.<br /><br />As entidades indicam que os lojistas se preparem para grande movimenta&ccedil;&atilde;o nos dias que antecedem o dia 12, pois a pesquisa revelou que a maioria ir&aacute; fazer as compras bem perto da data. 53,1% declararam comprar a partir da &uacute;ltima semana de junho e 46,9% at&eacute; o in&iacute;cio de junho. Diferentemente de 2012, neste ano as lojas de rua ser&atilde;o um pouco mais procuradas pelos consumidores. 48,4% deles pretendem comprar o presente em lojas de rua, especialmente os homens, que lideram com 52,2% da prefer&ecirc;ncia. 44% ir&atilde;o escolher os shoppings, sendo que 48,4% destes s&atilde;o de p&uacute;blico feminino.<br /><br />De acordo com o presidente da CDL Porto Alegre, Gustavo Schifino, os lojistas devem observar os consumidores que realizam pesquisa no ponto de venda e preparar a equipe para atender &agrave;s expectativas do p&uacute;blico. "A ambienta&ccedil;&atilde;o das lojas e a decora&ccedil;&atilde;o das vitrines auxiliam os consumidores indecisos na hora da compra." <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Comercialização de café atinge 83% nesta safra]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=36988</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:31:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A comercializa&ccedil;&atilde;o de caf&eacute; no Brasil havia atingido 83% da safra 2012/2013 at&eacute; o final de abril, avan&ccedil;ando sete pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s anterior, mas ainda continuava atrasada na compara&ccedil;&atilde;o com o ciclo anterior, conforme informou ontem a consultoria Safras &amp; Mercado em relat&oacute;rio.<br /><br />No mesmo per&iacute;odo do ano passado, haviam sido comercializados 92% dos gr&atilde;os da safra 2011/2012, segundo o levantamento do Instituto de Pesquisas Agroecon&ocirc;micas da consultoria.<br /><br />"O produtor aproveitou um pouco as recentes puxadas das cota&ccedil;&otilde;es, o que deu mais ritmo aos neg&oacute;cios", disse o analista da Safras &amp; Mercado, Gil Barabach, em comunicado.<br /><br />As vendas totais tamb&eacute;m seguem atrasadas na compara&ccedil;&atilde;o com a m&eacute;dia dos &uacute;ltimos cinco anos, em que o percentual negociado foi 93%.<br /><br />O analista de Safras&amp;Mercados acrescentou que a chegada da safra nova de caf&eacute;, cuja colheita est&aacute; em per&iacute;odo inicial, ajudou a refor&ccedil;ar as vendas no per&iacute;odo.<br /><br />"Assim, o mercado andou mais animado, mas ainda muito distante de &eacute;pocas anteriores", comentou Barabach.<br /><br />O volume negociado at&eacute; o momento soma 45,45 milh&otilde;es de sacas, considerando a estimativa de 54,9 milh&otilde;es de sacas de 60 kg da safras para o ciclo 2012/2013.<br /><br />A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou que a nova safra 2013/2014 de caf&eacute; do Brasil em 48,6 milh&otilde;es de sacas, recorde para um ano de baixa do ciclo bianual da cultura.<br /><br />No ciclo anterior, de produ&ccedil;&atilde;o alta, a colheita brasileira de caf&eacute; foi estimada pela estatal em cerca de 50,8 milh&otilde;es de sacas. Portanto, as duas safras est&atilde;o bem pr&oacute;ximas com uma diferen&ccedil;a de 4,3%. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Pecuaristas pretendem confinar 12% menos este ano, diz Associação]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=14&amp;clipping=36987</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:31:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Os confinadores mato-grossenses ainda est&atilde;o cautelosos em rela&ccedil;&atilde;o ao volume de animais que ser&atilde;o confinados neste ano, apesar de o custo de produ&ccedil;&atilde;o ter ca&iacute;do com os pre&ccedil;os menores dos gr&atilde;os. O primeiro levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecu&aacute;ria (Imea), encomendado pela Associa&ccedil;&atilde;o dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), mostra que a inten&ccedil;&atilde;o de confinar &eacute; 12% inferior &agrave; apontada pelo estudo realizado na mesma &eacute;poca do ano passado. A pesquisa aponta que 809,5 mil animais dever&atilde;o ser terminados no cocho, sendo que em 2012, em abril, a inten&ccedil;&atilde;o era terminar 929,9 mil animais em confinamento. O Imea e a Acrimat divulgar&atilde;o mais duas pesquisas, em julho e em novembro. A regi&atilde;o que tem a inten&ccedil;&atilde;o de confinar mais &eacute; o sudeste do Estado, com 229,5 mil cabe&ccedil;as.<br /><br />O superintendente da Acrimat, Luciano Vacari, em nota, disse que a decis&atilde;o de confinar envolve fatores al&eacute;m do pre&ccedil;o da ra&ccedil;&atilde;o, ou dos gr&atilde;os, que &eacute; a principal mat&eacute;ria-prima. "Apesar de os pre&ccedil;os do milho estarem em queda, n&atilde;o &eacute; s&oacute; isso que pesa. O principal fator decisivo &eacute; o mercado. Sem o boi estar valorizado, n&atilde;o compensa confinar. O pre&ccedil;o da arroba tem que compensar o investimento do confinamento", disse o comunicado.<br /><br />Segundo ele, a euforia em virtude da redu&ccedil;&atilde;o no pre&ccedil;o do milho deve ser reduzida porque o insumo tamb&eacute;m &eacute; a principal fonte das aves e, por isso, a demanda interna poder&aacute; fazer com que os pre&ccedil;os voltem a subir. "O frango &eacute; concorrente do boi tanto com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; ra&ccedil;&atilde;o quanto nas prateleiras dos supermercados. Frango mais barato implica na redu&ccedil;&atilde;o do consumo da carne bovina. Ent&atilde;o, por mais que os pre&ccedil;os do gr&atilde;o estejam em queda, eles podem oscilar devido &agrave; demanda da ave", disse.<br /><br />Em todo o ano de 2012 foram confinados 792,7 mil animais em Mato Grosso, n&uacute;mero considerado "relativamente baixo" comparado com os anos anteriores. Em 2011, 813,9 mil foram terminados com ra&ccedil;&atilde;o, 2,6% a mais do que um ano depois. Para este ano, apesar da expectativa ser maior do que em 2012, a tend&ecirc;ncia &eacute; de que os pecuaristas sejam mais cautelosos antes de optar pelo confinamento.<br /><br />O Imea tamb&eacute;m fez o levantamento com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; capacidade est&aacute;tica de confinar no Estado. A capacidade passou de 850,4 mil cabe&ccedil;as para 874,8 mil cabe&ccedil;as, com giro m&eacute;dio de 0,93 turno. A institui&ccedil;&atilde;o observou um aumento do investimento na infraestrutura da atividade e uma diminui&ccedil;&atilde;o da utiliza&ccedil;&atilde;o da capacidade j&aacute; instalada.<br /><br />A maior capacidade est&aacute; no sudeste do Estado, com 193,75 mil cabe&ccedil;as; seguido do oeste, com 174,25 mil; do m&eacute;dio-norte, com 167,95 mil; nordeste, com 157,58 mil; centro-sul, com 157,45 mil; norte, com 18,75 mil e noroeste, com 5 mil. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: DCI</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Novas normas dão aos bancos folga de capital]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=2&amp;clipping=36986</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:30:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Os bancos brasileiros est&atilde;o com maior folga de recursos pr&oacute;prios segundo as regras de exig&ecirc;ncia de capital do acordo de Basileia 3. Em grande parte, isso aconteceu gra&ccedil;as a mudan&ccedil;as de normas adotadas pelo Banco Central neste ano. Em mar&ccedil;o, o BC anunciou que passaria a exigir menos capital dos bancos para opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito imobili&aacute;rio, consignado e financiamento a grandes empresas.<br /><br />Segundo dados do BC, os bancos do sistema financeiro encerraram o primeiro trimestre do ano com &iacute;ndice de Basileia de 17,07%. Sem as novas regras, ficariam em 16,43%. Na pr&aacute;tica, isso significa que os bancos ganharam neste come&ccedil;o de ano mais espa&ccedil;o no balan&ccedil;o para emprestar.<br />Assuntos relacionados<br /><br /><strong>Bancos ganham folga de capital</strong><br /><br />A recalibragem da exig&ecirc;ncia de capital se deve &agrave; constata&ccedil;&atilde;o de que essas modalidades apresentam inadimpl&ecirc;ncia mais baixa que a m&eacute;dia. Diante do risco historicamente menor, o BC se sentiu confort&aacute;vel para reduzir o requerimento de recursos pr&oacute;prios dos bancos.<br /><br />Os estudos do BC tamb&eacute;m levaram em conta as recomenda&ccedil;&otilde;es do Comit&ecirc; de Basileia. Mesmo assim, nas tr&ecirc;s modalidades de cr&eacute;dito o padr&atilde;o brasileiro ainda permaneceu mais conservador que a exig&ecirc;ncia de capital m&iacute;nima permitida pelas regras do acordo.<br /><br />Dos cinco maiores bancos do pa&iacute;s, quatro encerraram mar&ccedil;o com &iacute;ndice de Basileia mais robusto que em dezembro: Banco do Brasil, Ita&uacute; Unibanco, Santander e Caixa Econ&ocirc;mica Federal. S&oacute; o Bradesco n&atilde;o apresentou esse comportamento, segundo o banco por causa do crescimento da parcela de risco de opera&ccedil;&otilde;es de mercado.<br /><br />Dona da maior carteira de cr&eacute;dito imobili&aacute;rio do pa&iacute;s, com R$ 220,2 bilh&otilde;es, a Caixa chegou a mar&ccedil;o com &iacute;ndice de Basileia de 14,2%, valor 1,2 ponto percentual maior que em dezembro. A Caixa ganhou uma folga de R$ 3,538 bilh&otilde;es no patrim&ocirc;nio de refer&ecirc;ncia exigido pelo BC de dezembro a mar&ccedil;o, mesmo per&iacute;odo em que o estoque de cr&eacute;dito do banco cresceu 8,1%, para R$ 390,6 bilh&otilde;es.<br /><br />O Banco do Brasil, que tem o maior estoque de cr&eacute;dito consignado entre os bancos, al&eacute;m de um volume consider&aacute;vel de empr&eacute;stimos a grandes empresas, ganhou 1,5 ponto percentual no &iacute;ndice de Basileia, que atingiu 16,3% no fim de mar&ccedil;o. O BB tamb&eacute;m emitiu d&iacute;vidas contabilizadas como capital.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Marca Petrobras vale menos que cerveja Skol]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=36985</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:30:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s um ano dif&iacute;cil, com encolhimento de 36% no lucro e perda de quase R$ 40 bilh&otilde;es no valor de mercado em 2012, a Petrobras deixou o ranking das cem marcas mais valiosas do mundo, informou relat&oacute;rio publicado na noite de ontem pela empresa de pesquisas Millward Brown. Em 2011, a companhia ocupava a 75&ordf; posi&ccedil;&atilde;o na avalia&ccedil;&atilde;o geral. Na an&aacute;lise na Am&eacute;rica Latina, a maior estatal brasileira caiu da primeira para a quarta posi&ccedil;&atilde;o entre 2011 e 2012. A marca passou a valer menos que a Skol, da Ambev.<br /><br />A Petrobras entrou pela primeira vez no ranking mundial em 2010, no 73&ordm; lugar - at&eacute; ent&atilde;o as empresas de petr&oacute;leo n&atilde;o eram avaliadas pela pesquisa. Em 2011 e 2012 ocupou o 75&ordm; lugar e agora n&atilde;o est&aacute; mais no rol das 100 maiores. A metodologia da Millward Brown considera itens financeiros (dados de balan&ccedil;o, valor de mercado) e o peso da marca na vis&atilde;o do consumidor.<br /><br />Ao fim de dezembro de 2012, a Petrobras somava valor de mercado de R$ 247,79 bilh&otilde;es, 14% abaixo do apurado em 30 de dezembro de 2011. Ontem, a empresa valia R$ 258,21 bilh&otilde;es na bolsa.<br /><br />"O que mais impactou a Petrobras foram os resultados financeiros da estatal em 2012. Mas aos olhos do consumidor, a marca ainda &eacute; forte. Para 2013, a quest&atilde;o est&aacute; em aberto, porque os resultados iniciais de 2013 n&atilde;o foram t&atilde;o bons [lucro caiu]<br /><br />, mas h&aacute; uma expectativa positiva de retomada de alguns indicadores", disse Valkiria Garr&eacute;, diretora executiva da Millward Brown. O fato de o governo ter segurado o pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis como forma de deter a infla&ccedil;&atilde;o, diz a executiva, ajudou a explicar a perda de valor da estatal, pois afetou os resultados. O nome Petrobras vale pouco mais de US$ 5,7 bilh&otilde;es, perdendo 45% da soma em rela&ccedil;&atilde;o a 2011.<br /><br />No segmento de consumo, as pol&iacute;ticas governamentais para criar empregos e estimular a demanda impulsionaram vendas em categorias como alimentos e cervejas em 2012 - com efeito sobre o peso das marcas. Nesse grupo, a Skol foi o destaque positivo na Am&eacute;rica Latina, enquanto os bancos perderam posi&ccedil;&atilde;o. A marca de cervejas da Ambev registrou um aumento no valor de marca de 39%, j&aacute; o Bradesco e o Ita&uacute; perderam 19% e 39%, respectivamente.<br /><br />"A Skol continua sendo um fen&ocirc;meno de marca de cervejas no pa&iacute;s e vale US$ 6,5 bilh&otilde;es. A Brahma vale US$ 4 bilh&otilde;es", disse. O valor das dez maiores marcas de cervejas do mundo cresceu 36% e atingiu US$ 63 bilh&otilde;es em 2012. "O setor se beneficiou do crescimento de vendas na Am&eacute;rica Latina e na China", informa o estudo.<br /><br />"J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o aos bancos, algumas institui&ccedil;&otilde;es, como Ita&uacute; e Santander, sentiram a queda na taxa Selic com efeito sobre o lucro e a pesquisa leva isso em conta", disse a executiva. Para 2013, com a expectativa de alta na taxa b&aacute;sica de juros e manuten&ccedil;&atilde;o dos controles da inadimpl&ecirc;ncia, a Millward Brown espera que os bancos voltem a ocupar melhores posi&ccedil;&otilde;es.<br /><br />No ranking mundial das 100 marcas mais valiosas, a Apple, com valor de marca de US$ 185 bilh&otilde;es, continua sendo a primeira colocada, seguida por Google, IBM, McDonald's e Coca-Cola. A Samsung, uma das rivais diretas da Apple, mostrou um forte resultado, com a 30&ordf; coloca&ccedil;&atilde;o e valor de marca de US$ 21 bilh&otilde;es, alta de 51%.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Dirigível é a nova aposta da Engevix]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=6&amp;clipping=36984</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:29:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Diante do que se passou a chamar de "caos log&iacute;stico" no Brasil, duas companhias brasileiras ligadas &agrave; infraestrutura buscaram uma inven&ccedil;&atilde;o do s&eacute;culo passado como alternativa moderna para o transporte de cargas: o dirig&iacute;vel.<br /><br />O projeto come&ccedil;ou a ser desenvolvido discretamente em uma unidade industrial em S&atilde;o Carlos (SP), pr&oacute;xima a centros de tecnologia e que abriga duas universidades de renome em engenharia. O projeto apareceu na lista de beneficiados com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) em 2012 e receber&aacute;, ao todo, R$ 102,7 milh&otilde;es da institui&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O montante ser&aacute; usado pela f&aacute;brica rec&eacute;m-criada no desenvolvimento de um prot&oacute;tipo de dirig&iacute;vel movido a g&aacute;s h&eacute;lio que possa transportar 30 toneladas de carga. O ve&iacute;culo ter&aacute; 12 metros de comprimento e velocidade de at&eacute; 65 quil&ocirc;metros por hora. No futuro, no entanto, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; que a capacidade do ve&iacute;culo chegue a 200 toneladas e se transforme em um modal de relev&acirc;ncia para o pa&iacute;s para transportar diferentes tipo de cargas - inclusive commodities - e at&eacute; pessoas.<br /><br />"&Eacute; um projeto ousado", diz Gerson de Mello Almada, s&oacute;cio-diretor da Engevix, ao Valor. "Para n&atilde;o usar outras palavras", completa em tom de brincadeira. Ligado &agrave; constru&ccedil;&atilde;o pesada, o grupo - que j&aacute; possui participa&ccedil;&atilde;o em concess&otilde;es de rodovias, aeroportos e hidrel&eacute;tricas - tem 50% das a&ccedil;&otilde;es da rec&eacute;m-criada Airship do Brasil, que vai desenvolver o ve&iacute;culo. A outra s&oacute;cia, tamb&eacute;m com 50%, &eacute; a Transportes Bertolini - de servi&ccedil;os de log&iacute;stica. Al&eacute;m do financiamento, as empresas est&atilde;o investindo outros R$ 20 milh&otilde;es, aproximadamente, de maneira direta.<br /><br />Embora no in&iacute;cio a conversa possa despertar risos, pelas caracter&iacute;sticas inusitadas, aos poucos vai ganhando um tom mais s&eacute;rio. Al&eacute;m do transporte de cargas, est&aacute; em desenvolvimento uma fam&iacute;lia de dirig&iacute;veis para fins militares. O plano &eacute; oferecer os ve&iacute;culos - em conjunto com softwares - para defesa e seguran&ccedil;a de eventos como os Jogos Ol&iacute;mpicos no Rio. Outro objetivo: servir de fornecedora para contratos do segmento de defesa da Engevix para as For&ccedil;as Armadas. Os pequenos aer&oacute;statos (ve&iacute;culos mais leves que o ar) lembram o funcionamento dos vants (ve&iacute;culos a&eacute;reos n&atilde;o tripulados), que t&ecirc;m diferentes aplica&ccedil;&otilde;es - inclusive militares. No Brasil, os dirig&iacute;veis da Airship ser&atilde;o desenvolvidos em no m&aacute;ximo um ano, segundo os planos da empresa.<br /><br />A empresa defende que as vantagens do dirig&iacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o a outros ve&iacute;culos - como helic&oacute;pteros - est&aacute; em ser livre de ru&iacute;dos, ter pouca vibra&ccedil;&atilde;o e boa visibilidade. Al&eacute;m disso, diz a companhia, o dirig&iacute;vel sofre baixa interfer&ecirc;ncia eletromagn&eacute;tica. Isso facilita o uso em miss&otilde;es de busca e salvamento, vigil&acirc;ncia a&eacute;rea, e apoio em situa&ccedil;&otilde;es de calamidade p&uacute;blica.<br /><br />Nos Estados Unidos, est&aacute; em curso projeto semelhante. Um dirig&iacute;vel, desenvolvido pela empresa privada Aeros, recebeu financiamento equivalente a R$ 70 milh&otilde;es da Nasa, ag&ecirc;ncia espacial, e das For&ccedil;as Armadas do pa&iacute;s com o objetivo de, no futuro, transportar at&eacute; tanques e tropas em guerras. A ideia &eacute; que a capacidade do ve&iacute;culo possa chegar a 500 toneladas.<br /><br />Aqui, o projeto da Airship tamb&eacute;m tem origens militares - j&aacute; que se concretizou ap&oacute;s pedido do Ex&eacute;rcito, em 1997, que buscava solu&ccedil;&atilde;o log&iacute;stica para o abastecimento de tropas afastadas, principalmente na Amaz&ocirc;nia. Cinco empresas foram convidadas a participar, mas apenas a Engevix e a Bertolini continuaram.<br /><br />Almada diz que o projeto em curso &eacute; vi&aacute;vel e que h&aacute;, inclusive, concorrentes estudando o assunto no pa&iacute;s. "Por isso nem quer&iacute;amos divulgar [a Airship] agora." O plano dos empres&aacute;rios &eacute; que o retorno sobre os investimentos realizados ocorra em no m&aacute;ximo sete anos, aplicando o servi&ccedil;o tamb&eacute;m em abastecimento de plataformas, fornecimento de pe&ccedil;as para hidrel&eacute;tricas de dif&iacute;cil acesso e para linhas de transmiss&atilde;o de energia.<br /><br />Paulo Fleury, professor e diretor do Instituto de Log&iacute;stica e Supply Chain (Ilos), acredita que o dirig&iacute;vel pode ser uma solu&ccedil;&atilde;o interessante para pa&iacute;s, principalmente para lugares afastados e para transporte de produtos de baixo valor agregado - como frutas e madeira. "Dirig&iacute;vel funciona e tem opera&ccedil;&atilde;o barata. N&atilde;o vejo dificuldades t&eacute;cnicas", diz.<br /><br />Fleury diz que h&aacute; potencial para que o dirig&iacute;vel se torne relevante na matriz de transportes. "Poderia se tornar algo que n&atilde;o &eacute; simplesmente marginal, mas de real import&acirc;ncia." Ele pondera que deve haver testes para que o "novo" modal saia, de fato, do papel.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Valor Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Perdigão reformulada]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=7&amp;clipping=36983</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:16:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Com quatro filmes de 30 segundos, a primeira campanha da ag&ecirc;ncia Talent para a Perdig&atilde;o, marca da BRF, entrou no ar trazendo um novo estilo e o slogan &ldquo;Viver d&aacute; uma fome...&rdquo;. A pe&ccedil;a representa tamb&eacute;m a primeira a&ccedil;&atilde;o da empresa para divulgar um novo posicionamento para se diferenciar da marca Sadia, tamb&eacute;m da BRF.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto&eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Craques do futuro]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=7&amp;clipping=36982</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:16:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A nova propaganda do isot&ocirc;nico Gatorade n&atilde;o traz nenhum astro consagrado do futebol. A companhia aposta em jovens com potencial de brilhar no futuro, como a revela&ccedil;&atilde;o Gabriel Barbosa Almeida, o Gabigol, de 16 anos, do Santos. A campanha foi criada pela TBWA.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto&eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Aurora ganha com rastreamento]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=15&amp;clipping=36981</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:15:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Num momento em que alguns fabricantes de l&aacute;cteos est&atilde;o em apuros, acusados de adulterar produtos vendidos ao consumidor, a Coopercentral Aurora, de Chapec&oacute; (SC), colhe os frutos por ter investido R$ 10 milh&otilde;es no rastreamento do seu leite longa vida. Segundo o presidente M&aacute;rio Lanznaster, A cooperativa, que faturou R$ 4,6 bilh&otilde;es no ano passado, dobrou a quantidade de leite UHT produzido neste ano, de 300 mil litros de UHT por dia para 670 mil litros. &ldquo;Na &eacute;poca que optamos pela rastreabilidade, outros fabricantes diziam que est&aacute;vamos jogando dinheiro fora&rdquo;, afirma Lanznaster. &ldquo;Provamos que estamos no sentido certo.&rdquo;<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto&eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Fruto do rock]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=10&amp;clipping=36980</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:09:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A fabricante de bebidas Bacardi, sediada no Caribe, lan&ccedil;ar&aacute; uma edi&ccedil;&atilde;o especial do seu rum com sabor de ma&ccedil;&atilde; verde Bacard&iacute; Big Apple para o festival de m&uacute;sica Rock in Rio, evento que contar&aacute; com o seu patroc&iacute;nio. Desde seu relan&ccedil;amento, em 2010, o rum de ma&ccedil;&atilde; quintuplicou de import&acirc;ncia para as opera&ccedil;&otilde;es no Brasil da Bacardi, respondendo atualmente por 50% das vendas no Pa&iacute;s. O sabor tamb&eacute;m ajudou a empresa, que tamb&eacute;m vende a vodca Grey Goose, o vermute Martini e o gin Bombay Sapphire, a dobrar de tamanho nos &uacute;ltimos dois anos &ndash; o faturamento no Pa&iacute;s n&atilde;o &eacute; revelado.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto&eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Natura mais barata]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=11&amp;clipping=36979</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:08:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Natura anunciou o lan&ccedil;amento, em julho, de uma nova submarca, a &ldquo;Sou&rdquo;, de cuidados para o corpo e os cabelos. A empresa investiu R$ 100 milh&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o de f&aacute;brica e compra de maquin&aacute;rio para a linha, que traz embalagens simples e menores, al&eacute;m de pre&ccedil;os mais baixos. Para alcan&ccedil;ar essa meta, a companhia optou por otimizar sistemas, como o uso de refil, que utiliza 70% menos pl&aacute;stico. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto&eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Credicard cai na rede do Itaú]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=5&amp;clipping=36978</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:08:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>por Bruna Borelli<br />&nbsp;<br />Na ter&ccedil;a-feira 14, o Ita&uacute; Unibanco anunciou a conclus&atilde;o das negocia&ccedil;&otilde;es para a compra da Credicard, por R$ 2,87 bilh&otilde;es. A administradora de cart&otilde;es de cr&eacute;dito, que pertencia ao Citibank, tem 4,8 milh&otilde;es de clientes e corresponde a 7% do mercado em volume financeiro. A opera&ccedil;&atilde;o inclui a marca Credicard, os neg&oacute;cios de financiamentos e cr&eacute;dito pessoal, incluindo as 96 lojas da Credicard Financiamentos, al&eacute;m de R$ 8 bilh&otilde;es em ativos. Segundo o comunicado do banco, os cart&otilde;es American Airlines e Credicard Platinum n&atilde;o foram inclu&iacute;dos, bem com as marcas Citi, Diners e Corporate. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Revista Isto&eacute; Dinheiro</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Itens da Copa não dominam o varejo]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=36977</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:07:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Faltam apenas 25 dias para o in&iacute;cio da Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es. Se h&aacute; alguns anos esta era a &eacute;poca de pintar a cidade de verde e amarelo, em 2013, a hist&oacute;ria &eacute; outra. Para encontrar produtos alusivos ao Brasil ou &agrave; Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, &eacute; preciso disposi&ccedil;&atilde;o e muita for&ccedil;a de vontade para aventurar-se pelo Centro da cidade. "Poucos lojistas se prepararam", avalia o gerente de uma loja do bairro.<br /><br />Ontem, a reda&ccedil;&atilde;o web do Di&aacute;rio do Nordeste percorreu as principais ruas e avenidas do Centro. Foi dif&iacute;cil encontrar lojas ou mesmo vendedores ambulantes com material verde e amarelo.<br /><br />Na Rua Liberato Barroso, os vendedores ambulantes concordam que a procura dos fortalezenses por produtos para a Copa ainda n&atilde;o &eacute; a esperada. "Temos que ter esperan&ccedil;a, n&eacute;? O com&eacute;rcio est&aacute; fraco, a procura ainda est&aacute; pouca, mas estamos come&ccedil;ando a apostar", garantiu Eduardo Ara&uacute;jo, 35, que tem na ponta da l&iacute;ngua a justificativa para o clima "frio" do torcedor cearense: "Se o Felip&atilde;o tivesse convocado o Osvaldo...", opinou. Na barraca onde trabalha, uma camisa Canarinha brilha com o nome de Neymar &agrave;s costas. O ambulante, tal e qual o treinador da sele&ccedil;&atilde;o, deposita suas esperan&ccedil;as na camisa 11 brasileira. "A do Neymar &eacute; a que mais vende. Acredito que as coisas v&atilde;o melhorar", afirma.<br /><br />A alguns metros dali, trabalha o ambulante Wilson Rodrigues da Silva, 42. Tamb&eacute;m esperan&ccedil;oso em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro de suas vendas, Wilson diz saber o motivo para a cidade ainda n&atilde;o estar no clima da Copa. "Cearense deixa tudo pra &uacute;ltima hora. O pessoal procura os produtos em cima da hora. Mas temos que ser otimistas", comenta.<br /><strong><br />Aposta do verde e amarelo</strong><br /><br />Ap&oacute;s algumas voltas pelo bairro comercial, foi poss&iacute;vel encontrar Denise da Silva, 29, organizando o verde e amarelo da loja Mil Op&ccedil;&otilde;es Bijuteria. "Apostamos mais no verde e amarelo, est&aacute; saindo bem", garante. Entretanto, as concorrentes n&atilde;o est&atilde;o da mesma forma.<br /><br />Dentre as v&aacute;rias lojas do segmento, a Toda Chic Biju, tamb&eacute;m n&atilde;o possu&iacute;a pe&ccedil;as nas cores caracter&iacute;sticas do Brasil. "A procura ainda n&atilde;o come&ccedil;ou. O nosso material vem de S&atilde;o Paulo, e s&oacute; no final do m&ecirc;s vamos definir como iremos trabalhar", afirmou uma das funcion&aacute;rias.<br /><strong><br />Procura deve aumentar</strong><br /><br />Ap&oacute;s cerca de meia-hora andando pelo Centro, foi poss&iacute;vel encontrar a loja Cyssales, na Rua Senador Alencar, com um espa&ccedil;o dedicado &agrave;s cores do Brasil. As lojas vizinhas nem sequer possuem decora&ccedil;&atilde;o tem&aacute;tica. O vendedor Diego Alves, 22, afirma que o com&eacute;rcio "deixou para a &uacute;ltima hora" a prepara&ccedil;&atilde;o para a Copa. "As vendas est&atilde;o razo&aacute;veis. A expectativa &eacute; melhorar at&eacute; o jogo do Brasil, pelo menos", destaca o funcion&aacute;rio, listando que as buzinas, cornetas e bandeiras juninas em verde e amarelo s&atilde;o os produtos mais procurados.<br /><br />A loja BD Sports, da rua Pedro Pereira, possui v&aacute;rios produtos relacionados &agrave; Copa, a exemplo de camisas oficiais e chinelos oficiais. Para o gerente Nazareno Andrade, os principais fatores para o "clima de obra e n&atilde;o de Copa" observado na cidade, s&atilde;o os problemas estruturais no entorno da Arena Castel&atilde;o e a situa&ccedil;&atilde;o financeira do Pa&iacute;s.<br /><br />"Devido &agrave;s dificuldades com o aumento da infla&ccedil;&atilde;o, a seca, h&aacute; um &acute;furo&acute; no bolso de muita gente. Da&iacute; o pessoal (os lojistas) fica naquela de que o com&eacute;rcio t&aacute; fraco e fica receoso. Com os problemas no show do Paul McCartney, as obras que talvez n&atilde;o fiquem prontas, isso gera um descr&eacute;dito da popula&ccedil;&atilde;o, o que atrapalha o com&eacute;rcio. Se o poder p&uacute;blico tivesse se preparado, certamente duplicaria o interesse", concluiu o comerciante.<br /><br /><strong>Outros pa&iacute;ses</strong><br /><br />O Centro de Pequenos Neg&oacute;cios, mais conhecido como "Beco da Poeira" - maior centro comercial popular de Fortaleza -, um dos principais pontos da Capital para se encontrar produtos a pre&ccedil;os populares. Logo no primeiro stand, na entrada pela Avenida do Imperador, as camisas de times de futebol balan&ccedil;am, colorindo as colunas do pr&eacute;dio. Chamam a aten&ccedil;&atilde;o as cores c&iacute;tricas do verde marca-texto da Nig&eacute;ria. Mas quase nada se v&ecirc; relacionado ao Brasil.<br /><br />"Brasil? O brasileiro n&atilde;o &eacute; patriota! Aqui h&aacute; procura por todo tipo de camisa de sele&ccedil;&atilde;o, menos do Brasil. A mais vendida &eacute; a da Argentina, depois a do Marrocos e a da Nig&eacute;ria", dispara o expositor Leandro Gomes, 43, que h&aacute; 21 anos trabalha no ramo do com&eacute;rcio. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Nordeste</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Vídeo da nova campanha Dove já é anúncio mais visto na web]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=7&amp;clipping=36976</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:06:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O curta publicit&aacute;rio da Dove sobre a autopercep&ccedil;&atilde;o feminina "Retratos da Real Beleza" viralizou na internet e registrou a maior audi&ecirc;ncia comercial da hist&oacute;ria na Web, anunciou nesta segunda-feira a Unilever, dona da marca de produtos de cuidados pessoais.<br /><br />O gigante anglo-holand&ecirc;s disse que o an&uacute;ncio de tr&ecirc;s minutos de dura&ccedil;&atilde;o j&aacute; foi visto mais de 114 milh&otilde;es de vezes no YouTube e em outras plataformas de v&iacute;deo em mais de 110 pa&iacute;ses.<br /><br />Tamb&eacute;m foi o mais compartilhado em mais de um ano, e o terceiro mais compartilhado de todos os tempos, acrescentou a empresa, citando dados da Unruly Media, que registra a popularidade dos v&iacute;deos virais.<br /><br />Lan&ccedil;ado no m&ecirc;s passado, "Retratos da Real Beleza" mostra Gil Zamora, um artista forense de S&atilde;o Francisco, Calif&oacute;rnia, enquanto desenha retratos falados de v&aacute;rias mulheres com base apenas na descri&ccedil;&atilde;o que elas fazem de si mesmas. Depois, Zamora, que &eacute; treinado pelo FBI, faz um segundo retrato de cada uma dessas mulheres, baseando-se, desta vez, nas descri&ccedil;&otilde;es de terceiros.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Estado de Minas</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Extratos de açaí e guaraná têm IPI menor]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=1&amp;clipping=36975</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:06:10 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Governo publicou medida que inclui sucos usados para fabricar refrigerante <br /><br />Decreto publicado pelo governo federal reduz as al&iacute;quotas do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) incidentes sobre extratos concentrados de sementes de guaran&aacute;, de a&ccedil;a&iacute; e sucos de frutas destinados &agrave; fabrica&ccedil;&atilde;o de refrigerantes e refrescos. O decreto assinado pela presidente Dilma Roussef e pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi publicado ontem, no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do Portal G1 e da Ag&ecirc;ncia Brasil. <br /><br />Segundo a publica&ccedil;&atilde;o, o extrato de semente de guaran&aacute; ou de a&ccedil;a&iacute; ter&atilde;o o imposto reduzido em 50%. J&aacute; para os extratos usados na elabora&ccedil;&atilde;o de refrigerantes que contenham suco de fruta, a redu&ccedil;&atilde;o ser&aacute; de 25%. Refrigerantes e refrescos que contenham extrato de sementes de guaran&aacute; ou extrato de a&ccedil;a&iacute; tamb&eacute;m ter&atilde;o o IPI reduzido em 50%. J&aacute; para as bebidas que contenham suco de frutas a redu&ccedil;&atilde;o ser&aacute; de 25%. <br /><br />Os benef&iacute;cios j&aacute; tinham sido concedidos anteriormente em dezembro 2011, por meio do Decreto n&ordm; 7.660. Agora, a isen&ccedil;&atilde;o foi retomada. <br /><br />O texto especifica que ficam &ldquo;reduzidas as al&iacute;quotas do IPI relativas aos refrigerantes e refrescos classificados no c&oacute;digo 2202.10.00, desde que atendam aos padr&otilde;es de identidade e qualidade exigidos pelo Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento e estejam registrados no &oacute;rg&atilde;o competente&rdquo;. <br /><strong><br />CRESCIMENTO </strong><br />O mercado brasileiro de refrigerantes, que recuou 0,6% em volume em 2012, para 16,1 bilh&otilde;es de litros, deve avan&ccedil;ar entre 2% e 3% neste ano, segundo a proje&ccedil;&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Refrigerantes e de Bebidas N&atilde;o Alco&oacute;licas (Abir), informa o Valor Online. <br /><br />Segundo o vice-presidente da Abir e diretor da Brasil Kirin, Jos&eacute; Francischinelli, o decreto &ldquo;trar&aacute; de uma redu&ccedil;&atilde;o em torno de cinco centavos por litro de refrigerante de guaran&aacute; e de 2,5 centavos por litro de refrigerantes de outros sabores para os fabricantes&rdquo;. <br /><br />Do mercado total, 54% correspondem aos refrigerantes de cola, 20% s&atilde;o &agrave; base de guaran&aacute; e o restante &eacute; feito com o uso de sucos de frutas (laranja, uva, lim&atilde;o, abacaxi, maracuj&aacute; e ma&ccedil;&atilde;) em sua composi&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: O Liberal - PA</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Coca-Cola lança Água Mineral Crystal de 1 litro]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=10&amp;clipping=36974</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 09:53:26 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> 
<table style="float: right;" border="0" width="100">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td><img title="Agua Crystal" src="/img/impar/3/7/3719.jpg" alt="Agua Crystal" width="100" height="268" /></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
Nova embalagem ser&aacute; a primeira envazada no Pa&iacute;s. A novidade come&ccedil;a a ser comercializada na regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">A Coca-Cola FEMSA Brasil lan&ccedil;a a embalagem de 1 litro da &aacute;gua mineral Crystal sem g&aacute;s. Essa &eacute; a primeira marca envazada no Brasil nesse tamanho. O produto chega a bares, padarias e lojas de conveni&ecirc;ncia da regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo e, no m&ecirc;s de maio, passa a estar dispon&iacute;vel na capital Paulista, assim como no interior e litoral do Estado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">A nova embalagem foi criada pela Coca-Cola FEMSA Brasil devido &agrave; demanda do mercado. Segundo dados da GFK, instituto que realiza o Liquimetric, estudo sobre o consumo efetivo de l&iacute;quidos, no ver&atilde;o de 2011, a procura por &aacute;gua mineral cresceu 24% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2008.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">"Estamos atentos &agrave;s necessidades do nosso consumidor e confiantes de que a nova embalagem de &aacute;gua mineral Crystal ir&aacute; agradar. Ela &eacute; &oacute;tima para diversas ocasi&otilde;es como quando voc&ecirc; est&aacute; andando pela rua, em viagens ou na academia. Com Crystal 1 litro, queremos ainda ajudar a promover uma hidrata&ccedil;&atilde;o adequada", afirma Luciane Chimenti, gerente de n&atilde;o-carbonatados da Coca-Cola FEMSA Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><br />Fonte: Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o da Coca-Cola FEMSA Brasil</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Logística preocupa ministro]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=6&amp;clipping=36973</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 09:24:26 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O melhor das ra&ccedil;as na Superagro 2013.<br /><br />O ministro da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento, Ant&ocirc;nio Andrade, durante o Conex&atilde;o Empresarial, falou ainda sobre as mudan&ccedil;as no reajuste dos pre&ccedil;os m&iacute;nimos de outras culturas, al&eacute;m do caf&eacute;. Segundo ele, a inten&ccedil;&atilde;o do governo &eacute; reajustar os valores anualmente, o que n&atilde;o acontece hoje. Somente no caso do caf&eacute;, por exemplo, os pre&ccedil;os n&atilde;o eram modificados h&aacute; quatro anos.<br /><br />"V&aacute;rios produtos est&atilde;o com os pre&ccedil;os m&iacute;nimos defasados e pretendemos corrigir o valor anualmente. A corre&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental, uma vez que o produtor depende desse pre&ccedil;o para que ocorra a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas para cada setor", disse Andrade.<br /><br />Uma das principais preocupa&ccedil;&otilde;es do ministro da agricultura s&atilde;o os gargalos com a infraestrutura e log&iacute;stica. "O produtor ao longo dos &uacute;ltimos anos vem ampliando a produ&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da produtividade, o que demonstra que os investimentos em tecnologia s&atilde;o crescentes. Para dar maior continuidade a essa expans&atilde;o &eacute; preciso dar condi&ccedil;&otilde;es para que ele escoe a safra de forma otimizada e &aacute;gil", ressaltou.<br /><br />A aprova&ccedil;&atilde;o da Medida Provis&oacute;ria 595/2012, a MP dos Portos, &eacute; vista pelo ministro como fundamental para agregar competitividade aos produtos do agroneg&oacute;cio brasileiro. De acordo com a Confedera&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil (CNA) os custos poder&atilde;o ser reduzidos em at&eacute; 40%.<br /><br />"Somos um pa&iacute;s exportador de soja, milho, caf&eacute;, carnes, produtos que demandam portos eficientes com custos baixos e que possam proporcionar competitividade no mercado internacional. O governo federal, nos pr&oacute;ximos anos, ir&aacute; investir na melhoria dos portos e tamb&eacute;m das rodovias, para que o produtor tenha condi&ccedil;&otilde;es de investir no aumento da produ&ccedil;&atilde;o de forma competitiva. Acreditamos que atrav&eacute;s da MP, problemas como a inefici&ecirc;ncia portu&aacute;ria e os custos elevados ser&atilde;o corrigidos. Outra quest&atilde;o que poder&aacute; ser sanada &eacute; a dos fretes, que ficam mais caros com a espera nas filas dos portos", avaliou. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Produção quase triplica no início da safra]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=36972</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 09:24:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A moagem de cana-de-a&ccedil;&uacute;car pelas unidades produtoras da regi&atilde;o Centro-Sul do pa&iacute;s desde o in&iacute;cio da safra 2013/2014 at&eacute; 30 de abril, somou 41,01 milh&otilde;es de toneladas, contra 14,13 milh&otilde;es de toneladas observadas no mesmo per&iacute;odo da safra 2012/2013. Deste volume total processado, 31,54 milh&otilde;es de toneladas foram mo&iacute;das nos &uacute;ltimos 15 dias de abril, ante 9,40 milh&otilde;es de toneladas registradas na primeira metade do m&ecirc;s.<br /><br />Segundo o diretor t&eacute;cnico da Uni&atilde;o da Ind&uacute;stria da Cana-de-A&ccedil;&uacute;car (Unica), Antonio de Padua Rodrigues, "este crescimento na moagem era esperado porque ap&oacute;s 15 de abril praticamente n&atilde;o houve paralisa&ccedil;&atilde;o das atividades devido a problemas clim&aacute;ticos". Al&eacute;m disso, muitas unidades produtoras iniciaram suas opera&ccedil;&otilde;es na segunda quinzena do m&ecirc;s, contribuindo para o aumento no volume processado, acrescentou Rodrigues.<br /><br />De acordo com a pesquisa peri&oacute;dica realizada pela Unica, em 1&ordm; de maio, 220 usinas estavam em safra na regi&atilde;o Centro-Sul, frente a 154 apuradas em igual per&iacute;odo do ano anterior e 144 verificadas no dia 15 de abril de 2013. Em maio, praticamente todas as unidades produtoras da regi&atilde;o que ainda n&atilde;o iniciaram a safra devem estar em opera&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Do total de cana-de-a&ccedil;&uacute;car colhida desde o in&iacute;cio da safra 2013/2014 at&eacute; 30 de abril, 39,93% destinaram-se &agrave; fabrica&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car e a maior parte, 60,07%, &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de etanol. Na segunda quinzena do m&ecirc;s, a propor&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria-prima direcionada para a produ&ccedil;&atilde;o de etanol se manteve praticamente no mesmo patamar observado anteriormente, atingindo 58,05%. Como resultado, no acumulado desde o in&iacute;cio das atividades da atual safra at&eacute; 30 de abril, a produ&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car totalizou 1,69 milh&atilde;o de toneladas, com 1,45 milh&atilde;o de toneladas fabricadas na &uacute;ltima metade do m&ecirc;s.<br /><br />Etanol - A produ&ccedil;&atilde;o acumulada de etanol, por sua vez, somou 1,58 bilh&atilde;o de litros - sendo 400,99 milh&otilde;es de litros de etanol anidro e 1,18 bilh&atilde;o de litros de etanol hidratado - alta superior a 180% quando comparada ao mesmo per&iacute;odo da safra passada. Nos &uacute;ltimos 15 dias de abril, o volume produzido de etanol alcan&ccedil;ou 1,24 bilh&atilde;o de litros, dos quais 361,77 milh&otilde;es de litros de etanol anidro e 878,64 milh&otilde;es de litros de etanol hidratado.<br /><br />De acordo com o executivo da Unica, "nesse ano houve uma antecipa&ccedil;&atilde;o do in&iacute;cio de moagem pelas unidades produtoras devido ao maior volume de cana dispon&iacute;vel para processamento. Al&eacute;m disso, as empresas priorizam a produ&ccedil;&atilde;o de etanol para atender o mercado interno, principalmente no que se refere ao aumento da mistura do anidro na gasolina programada para o dia 1&ordm; de maio". <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<item>
<title><![CDATA[Cartões de fidelidade perdem espaço nas lojas]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=5&amp;clipping=36971</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 08:51:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Bancariza&ccedil;&atilde;o maior fez com que uso de outros meios de pagamento se intensificasse <br /><br />Quando um cliente entra em uma loja de departamento, logo se depara com uma vendedora pronta para enumerar as vantagens do cart&atilde;o exclusivo da marca. Os &lsquo;private labels&rsquo; &mdash;como s&atilde;o conhecidos &mdash; foram a aposta das varejistas, nos &uacute;ltimos anos. No entanto, o avan&ccedil;o da bancariza&ccedil;&atilde;o nas classes mais baixas e a abertura de novas unidades fez com que esses pl&aacute;sticos perdessem espa&ccedil;o para outros meios de pagamento. Para se ter ideia, no primeiro trimestre, o cart&atilde;o Luiza representou 16% do total das vendas da Magazine Luiza. No mesmo per&iacute;odo do ano passado, por&eacute;m, foram respons&aacute;veis por 24%. A queda foi fruto do aumento da participa&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito direto ao consumidor (CDC)e do conservadorismo na taxa de aprova&ccedil;&atilde;o. O mesmo aconteceu coma Riachuelo que viu o cart&atilde;o da marca perder a fatia detida de janeiro a mar&ccedil;o de 2012, de 50,4%, para 46,1%, neste ano. <br /><br />A Marisa, no entanto, fez o caminho inverso. O private label da varejista ganhou participa&ccedil;&atilde;o &mdash; mesmo que m&iacute;nima &mdash; ao passar de 44% para 44,2%. &ldquo;Ao longo de 2012, a empresa investiu na fideliza&ccedil;&atilde;o do cliente.Antes, esses cart&otilde;es eram oferecidos sem segmenta&ccedil;&atilde;o e a Marisa percebeu que tinha que recompensar o cliente&rdquo;, diz Boanerges Ramos Freire, consultor em varejo financeiro. O especialista se refere ao Programa Amiga, cuja base de clientes cadastrados chega a 3 milh&otilde;es e foi respons&aacute;vel pelo aumento nas vendas do cart&atilde;o Marisaem7%. <br /><br />No primeiro trimestre, a receita de intermedia&ccedil;&atilde;o financeira l&iacute;quida dos cart&otilde;es da loja aumentou 15,1% pelo salto da receitas nas vendas e pela redu&ccedil;&atilde;o dos custos de funding.Com isso, a carteira de receb&iacute;veis cresceu 21,5%, totalizando R$ 537,4 milh&otilde;es.&ldquo;A tend&ecirc;ncia &eacute; que as varejistas comecem a rever o produto e voltem a valoriz&aacute;-lo, porque n&atilde;o &eacute; meramente financeiro. Esses cart&otilde;es ajudam no relacionamento com os clientes&rdquo;, diz Freire. <br /><br />Alexandre Ribeiro, s&oacute;cio da Cosin Consulting, concorda. &ldquo;Um dia, essas lojas podem obter a mesma rela&ccedil;&atilde;o que os clientes t&ecirc;m coma Apple e a Samsung. Eles s&atilde;o torcedores dessas marcas, bem diferente do que &eacute; oferecido hoje por essas varejistas que n&atilde;o passa de uma commodity&rdquo;, acrescenta. <br /><br />No caso das Lojas Renner, o resultado de servi&ccedil;os financeiros, no primeiro trimestre, atingiu R$ 47,6 milh&otilde;es, ficando 16,3% acima dos R$ 40,9 milh&otilde;es do mesmo per&iacute;odo do ano passado. O avan&ccedil;o &eacute; fruto da emiss&atilde;o de cart&otilde;es da marca que, em mar&ccedil;o, somavam21,1 milh&otilde;es. Este total representou uma participa&ccedil;&atilde;o de 49,9% nas vendas de mercadorias de janeiro a mar&ccedil;o ante os 51,2% no primeiro trimestre de 2012. O t&iacute;quete m&eacute;dio do cart&atilde;o Renner aumentou de R$ 138 para R$ 146,91. <br /><br />Segundo o analista Carlos Daltozo, do BB Investimento, as parcerias das varejistas com os bancos devem diminuir cada vez mais. &ldquo;Os bancos passaram por um ano dif&iacute;cil com inadimpl&ecirc;ncia, maior competitividade e queda dos juros. Por isso, est&atilde;o atr&aacute;s de uma maior efici&ecirc;ncia operacional e n&atilde;o cabe esse tipo de cliente&rdquo;, afirma. O Ita&uacute;, por exemplo, se desfez de centenas de parcerias, no ano passado.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Minas começa a colher primeira safra de café]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=36970</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 08:50:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Bom tempo antecipa a colheita do tipo ar&aacute;bica, que deve ser recorde na safra 2013/14 <br /><br />O Estado de Minas Gerais,o principal produtor de caf&eacute; ar&aacute;bica do Brasil, registrou as primeiras colheitas do gr&atilde;o na temporada 2013/14, de acordo com a Somar Meteorologia com base em relatos de cooperativas, cafeicultores e agr&ocirc;nomos.Os mineiros, que respondem por mais de 50% do caf&eacute; brasileiro, colheram 1% da safra projetada,mesmo percentual indicado para S&atilde;o Paulo -o terceiro no ranking nacional, atr&aacute;s de Minas e Esp&iacute;rito Santo--, segundo o agrometeorologista da Somar, Marco Ant&ocirc;nio dos Santos. <br /><br />"A colheita come&ccedil;a de forma meio t&iacute;mida, nessas &aacute;reas nas regi&otilde;es do Cerrado e Tri&acirc;ngulo Mineiro, regi&otilde;es um pouco mais quentes", disse Santos. <br /><br />At&eacute; agora, o tempo tem favorecido a cultura na temporada 2013/14, que dever&aacute; ser a maior da hist&oacute;ria para um ano de baixa do ciclo bianual do caf&eacute; ar&aacute;bica, segundo previs&atilde;o da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). <br /><br />Normalmente, a colheita de ar&aacute;bica come&ccedil;a na segunda quinzena de maio e ganha intensidade do in&iacute;cio de junho. A colheita do caf&eacute; da variedade robusta, que nesta safra responder&aacute; por pouco menos de um quarto da produ&ccedil;&atilde;o nacional, come&ccedil;a antes. <br /><br />Os pre&ccedil;os do caf&eacute; ar&aacute;bica negociados em Nova York registraram queda pela quinta sess&atilde;o consecutiva ontem, por conta da expectativa de uma grande oferta do Brasil chegando ao mercado nas pr&oacute;ximas semanas. <br /><br />O agrometeorologista observou ainda que as primeiras colheitas do ar&aacute;bica s&atilde;o realizadas nos cafezais mais novos, que normalmente produzem menos por hectare. Segundo ele, a qualidade est&aacute; satisfat&oacute;ria para o per&iacute;odo. <br /><br />"&Eacute; caf&eacute; novo, de segunda safra, de tr&ecirc;s a quatro anos.Uma caracter&iacute;stica do caf&eacute; novo &eacute; que ele n&atilde;o tem produ&ccedil;&atilde;o alta. Como tem poucos gr&atilde;os por rama, ele amadurece mais r&aacute;pido," explicou o agrometeorologista. <br /><br />Cafeicultores do Paran&aacute;, o quinto no ranking da produ&ccedil;&atilde;o do ar&aacute;bica no Brasil, j&aacute; colheram 4% da safra, seguidos pelos produtores de ar&aacute;bica capixabas (3%) e baianos (2 %). <br /><br />"De certa forma, o pessoal tem dito que o caf&eacute; est&aacute; muito bom. N&atilde;o &eacute; ainda a melhor qualidade, mas dentro de um padr&atilde;o para a &eacute;poca", disse Santos. As primeiras colheitas tradicionalmente n&atilde;o resultam em uma produ&ccedil;&atilde;o de &oacute;tima qualidade, pois sempre h&aacute; alguns gr&atilde;os verdes sendo colhidos entre os maduros.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
<guid isPermaLink="true" >36970</guid>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Receita da Bombril cresce 32%]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=17&amp;clipping=36969</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 08:50:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>A Bombril, fabricante de produtos de higiene e limpeza, registrou crescimento na receita l&iacute;quida de 32% no primeiro trimestre de 2013, alcan&ccedil;ando R$ 273,5 milh&otilde;es, contra R$ 206,8 milh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo de 2012. Segundo Marcos Scaldelai, diretor comercial, marketing e P&amp;D da Bombril, o resultado reflete o reposicionamento da empresa no mercado e a expans&atilde;o do parque industrial.<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Risco de safra ficar ao relento]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=6&amp;clipping=36968</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 08:49:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Dificuldade de escoamento da colheita amea&ccedil;a falta de silos para40%da safra recorde prevista para este ano <br /><br />Cerca de 74 milh&otilde;es de toneladas da colheita agr&iacute;cola brasileira correm o risco de ficar a c&eacute;u aberto este ano porque o Brasil n&atilde;o possui armaz&eacute;ns suficientes para abrigar a produ&ccedil;&atilde;o, segundo o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Glauber Silveira. Este n&uacute;mero representa 40% da safra total do pa&iacute;s estimada em 185 milh&otilde;es de toneladas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). &ldquo;O problema &eacute; que temos dificuldade para escoar a produ&ccedil;&atilde;o, em raz&atilde;o das defici&ecirc;ncias de log&iacute;stica e da inefici&ecirc;ncia dos portos&rdquo;, afirma. <br /><br />Segundo Silveira, se o Brasil tivesse boas condi&ccedil;&otilde;es para o escoamento da produ&ccedil;&atilde;o, o gap de armazenagem n&atilde;o representaria um problema para o setor. &ldquo;Antes embarc&aacute;vamos de 8 a 9 milh&otilde;es de toneladas por m&ecirc;s nos portos.Em janeiro deste ano j&aacute; diminu&iacute;ram os embarques, por conta de todos os gargalos, para cerca de 6 a 7 milh&otilde;es de toneladas&rdquo;, diz o presidente da Aprosoja, acrescentando que hoje o problema &eacute; estrutural. <br /><br />&ldquo;O que acontece &eacute; que a produ&ccedil;&atilde;o est&aacute; crescendo muito r&aacute;pido, e a infraestrutura, n&atilde;o&rdquo;, avalia Silveira. Pela estimativa do IBGE, a safra deste ano crescer&aacute; 14,2%em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, quando foi de 161,9 milh&otilde;es de toneladas. &ldquo;Uma coisa &eacute; termos um d&eacute;ficit de armazenagem de 40% sobre uma produ&ccedil;&atilde;o de 160 milh&otilde;es de toneladas, outra &eacute; um gap em cima de 185 milh&otilde;es de toneladas&rdquo;, desabafa o presidente da Aprosoja. <br /><br />O maior impacto dever&aacute; ser sentido pelo Centro-Oeste, principal regi&atilde;o produtora do pa&iacute;s. Segundo Marcelo Dourado, da Superintend&ecirc;ncia do Desenvolvimento do Centro- Oeste (Sudeco), a quest&atilde;o est&aacute; mais grave no Mato Grosso, que vai liderar a safra este ano. De acordo com o levantamento do IBGE, da produ&ccedil;&atilde;o total estimada para a safra atual, 23,2% ser&atilde;o do estado. Por isso, avisa Dourado, o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste j&aacute; prepara um programa de cr&eacute;dito para o Mato Grosso de R$ 800 milh&otilde;es, sendo que at&eacute; R$ 300 milh&otilde;es ser&atilde;o direcionados para constru&ccedil;&atilde;o de silos. &ldquo;Se o estado n&atilde;o tem f&ocirc;lego, vamos financi&aacute;-lo&rdquo;, afirma ele, ressaltando que algo tem de ser feito imediatamente para evitar perdas de produ&ccedil;&atilde;o e preju&iacute;zos aos agricultores. <br /><br />Dourado tem se reunido com representantes do Minist&eacute;rio da Agricultura e afirma que o governo j&aacute; demonstrou preocupa&ccedil;&atilde;o coma quest&atilde;o dos silos. Para contornar o problema,Dourado sugeriu que o Brasil adote uma nova modelagem de armaz&eacute;ns, de pequeno porte, como acontece nos Estados Unidos e Europa. <br /><br />Hoje, explica ele, o pa&iacute;s t&ecirc;m grandes armaz&eacute;ns, sendo que 70% s&atilde;o p&uacute;blicos e 30%, privados. A ideia &eacute; passar a ter unidades menores, privadas,dentro das propriedades. &ldquo;A informa&ccedil;&atilde;o que eu tenho &eacute; que o governo est&aacute; muito preocupado com a quest&atilde;o e o plano safra deste ano ser&aacute; bem mais robusto&rdquo;, diz. <br /><br />O plano agr&iacute;cola do governo anunciado no passado, voltado &agrave; agricultura empresarial para a safra 2012/2013, previa R$ 115,2 bilh&otilde;es de recursos, sendo R$ 86,9 bilh&otilde;es para financiar o custeio e a comercializa&ccedil;&atilde;o e R$ 28,2 bilh&otilde;es para programas de investimentos. <br /><br />De acordo como IBGE, a &aacute;rea a ser colhida em 2013, de 52,8 milh&otilde;es de hectares, representa um crescimento de 8,2% sobre 2012. As tr&ecirc;s principais culturas &ndash; arroz, milho e soja &ndash;, respondem por 92,4% da produ&ccedil;&atilde;o de cereais, leguminosas e oleaginosas. S&oacute; a produ&ccedil;&atilde;o de soja deve atingir 81,51 milh&otilde;es de toneladas este ano, um aumento de 22,8% sobre a safra anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).<br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Brasil Econ&ocirc;mico</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Grupo 3corações prevê faturar R$ 2,4 bi em 2013]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=9&amp;clipping=36967</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 08:49:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Nos &uacute;ltimos sete anos, a receita da empresa teve eleva&ccedil;&atilde;o de 250%.<br /><br />O Estado de Minas Gerais tem se mostrado cada vez mais estrat&eacute;gico para o Grupo 3cora&ccedil;&otilde;es. Dos 12 milh&otilde;es de quilos de caf&eacute; torrado que a empresa comercializa no Brasil por m&ecirc;s, 50% s&atilde;o processados na planta de Santa Luzia, na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Al&eacute;m disso, do volume total do gr&atilde;o processado pelo grupo, incluindo mercado interno e externo, 80% s&atilde;o fornecidos por produtores mineiros reunidos em mais de 30 cooperativas de diversas regi&otilde;es do Estado. No total, a empresa compra 4 milh&otilde;es de sacas de caf&eacute; por ano de produtores e cooperativas brasileiros.<br /><br />Minas Gerais tamb&eacute;m &eacute; um dos principais mercados de consumo para a companhia. Os neg&oacute;cios locais representam 10% da receita da empresa e v&ecirc;m crescendo de 7% a 8% ao ano. No mesmo patamar tamb&eacute;m est&atilde;o Cear&aacute;, S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro. "Minas tem uma import&acirc;ncia muito grande para n&oacute;s. O mercado local cresceu muito desde a aquisi&ccedil;&atilde;o do caf&eacute; Let&iacute;cia e do Fino Gr&atilde;o, que nos trouxe a lideran&ccedil;a no Estado", comenta a diretora de Marketing do Grupo 3cora&ccedil;&otilde;es, Paula Castellan.<br /><br />A expectativa agora &eacute; ganhar consumidores mais jovens com o cappuccino pronto para beber e o caf&eacute; em c&aacute;psulas, apresentado durante a feira da Associa&ccedil;&atilde;o Paulista de Supermercados (Apas), este m&ecirc;s. No segundo semestre, o grupo tamb&eacute;m lan&ccedil;ar&aacute; as m&aacute;quinas para serem usadas com o caf&eacute; em c&aacute;psulas.<br /><br />De acordo com Paula Castellan, a empresa prev&ecirc; que as novidades representem 10% do faturamento do grupo, que fechou 2012 em R$ 2,2 bilh&otilde;es e dever&aacute; alcan&ccedil;ar a cifra de R$ 2,4 bilh&otilde;es este ano. Nos &uacute;ltimos sete anos, a receita teve eleva&ccedil;&atilde;o de 250%. Um dos principais motivos do resultado &eacute; a aquisi&ccedil;&atilde;o de empresas e o crescimento na regi&atilde;o Sudeste, principalmente em S&atilde;o Paulo.<br /><br />Mineiro - Ainda de acordo com a diretora de Marketing, o consumidor mineiro &eacute; um dos mais exigentes do Brasil, por isso, antes de qualquer lan&ccedil;amento, a empresa sempre faz testes no Estado que servir&atilde;o como term&ocirc;metro para o resto do pa&iacute;s. "Temos um cuidado maior na nossa rela&ccedil;&atilde;o com Minas por causa dessa exig&ecirc;ncia do cliente e das tradi&ccedil;&otilde;es referentes ao caf&eacute; no Estado", diz.<br /><br />O especialista em tecnologia de caf&eacute; do grupo, Lauro Ara&uacute;jo R&eacute;, informa que a empresa tamb&eacute;m realiza a&ccedil;&otilde;es para incentivar os mineiros a produzir caf&eacute; cada com mais qualidade. "Minas produz um dos melhores caf&eacute;s do Brasil. Al&eacute;m das condi&ccedil;&otilde;es diferenciadas de solo, altitudes e do clima, tamb&eacute;m h&aacute; a forma caprichosa como os produtores trabalham. Voc&ecirc; pode ter as melhores circunst&acirc;ncias, mas n&atilde;o ter&aacute; qualidade sem cuidado, capricho e know-how", avalia R&eacute;.<br /><br />Grupo - Fundada em 1959, no interior do Rio Grande do Norte, a 3cora&ccedil;&otilde;es &eacute; uma joint venture formada pela S&atilde;o Miguel Holding e pelo grupo israelense Strauss, que j&aacute; detinha a marca 3cora&ccedil;&otilde;es desde o ano 2000. Atualmente, a empresa industrializa e comercializa as marcas de caf&eacute; 3 Cora&ccedil;&otilde;es, Santa Clara, Pimpinela, Kimimo, Fort, Let&iacute;cia, Fino Gr&atilde;o, entre outras.<br /><br />Pioneira e l&iacute;der de mercado h&aacute; mais de 20 anos com o Cappuccino 3 Cora&ccedil;&otilde;es, com mais de 55% de market share. Al&eacute;m destes produtos, o grupo tamb&eacute;m produz filtro, porta-filtro, caf&eacute; sol&uacute;vel, refresco em p&oacute; Frisco e Tornado, os achocolatados Claralate e Achocolatto e os derivados de milho e temperos Dona Clara. Possui ainda uma Unidade de Neg&oacute;cios com foco em exporta&ccedil;&atilde;o de caf&eacute;.<br /><br />A 3cora&ccedil;&otilde;es possui 24 centros de distribui&ccedil;&atilde;o (CDs), nove unidades industriais, tr&ecirc;s unidades de compra e beneficiamento de caf&eacute; verde, uma unidade de exporta&ccedil;&atilde;o, sete unidades de foodsolutions e a escola de servi&ccedil;os e sabores 3cora&ccedil;&otilde;es, que geram mais de 4,1 mil empregos diretos. Em Minas Gerais, possui mil colaboradores. A empresa est&aacute; presente em mais de 300 mil pontos de venda no pa&iacute;s, com estrutura log&iacute;stica e comercial pr&oacute;pria. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[Governo regulamenta pagamentos móveis]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=5&amp;clipping=36966</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 08:48:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>Para diretor do Banco Central, MP s&oacute; produzir&aacute; efeitos pr&aacute;ticos ap&oacute;s a sua regulamenta&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Bras&iacute;lia - O diretor de programa da Secretaria Executiva do Minist&eacute;rio da Fazenda, Esteves Junior, afirmou que a Medida Provis&oacute;ria 615, que traz as diretrizes para a implanta&ccedil;&atilde;o dos pagamentos via celular, permite que o Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN) regulamente um mercado em expans&atilde;o. "Isso vai facilitar a bancariza&ccedil;&atilde;o ou a inser&ccedil;&atilde;o das pessoas de menor renda naquilo que seria a moeda eletr&ocirc;nica", afirmou.<br /><br />A MP 615 foi publicada ontem no "Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o" (DOU). Apesar disso, para o diretor de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria do Banco Central, Aldo Mendes, ela s&oacute; produzir&aacute; efeitos pr&aacute;ticos ap&oacute;s a regulamenta&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O BC ter&aacute; prazo de 180 dias para apresentar a regulamenta&ccedil;&atilde;o. "A nova legisla&ccedil;&atilde;o &eacute; mais voltada para o consumidor", disse.<br /><br />Para o diretor do BC, a medida provis&oacute;ria hoje &eacute; um marco inicial. "Essa medida &eacute; importante porque, como a economia vem evoluindo e as formas de fazer pagamento tamb&eacute;m, &eacute; necess&aacute;rio que a legisla&ccedil;&atilde;o acompanhe", avaliou.<br /><br />Pela medida provis&oacute;ria, o Banco Central tamb&eacute;m fica autorizado a estabelecer, para os arranjos de pagamento, os instituidores de arranjo de pagamento e as institui&ccedil;&otilde;es de pagamento j&aacute; em funcionamento, prazos para adequa&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas normas.<br /><br />Mendes explicou que a conta de pagamento n&atilde;o ser&aacute; uma conta corrente. "Ser&aacute; uma conta espec&iacute;fica de pagamentos. Ela poder&aacute; ser estabelecida em qualquer institui&ccedil;&atilde;o de pagamento. N&atilde;o precisa ter duas contas. Pode ter s&oacute; conta de pagamento", afirmou, destacando que n&atilde;o ser&aacute; necess&aacute;rio ter conta em banco.<br /><br /><br />Participantes - O diretor de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria do BC afirmou que a nova legisla&ccedil;&atilde;o sobre pagamentos segue alguns princ&iacute;pios, como interoperabilidade. "Queremos o mais aberto poss&iacute;vel. Todas as telef&ocirc;nicas e institui&ccedil;&otilde;es financeiras podem participar. Com acesso n&atilde;o discriminat&oacute;rio, sem exclusividade", afirmou.<br /><br />Mendes disse ainda que v&ecirc; na telefonia m&oacute;vel uma forma de aumentar a inclus&atilde;o financeira. Ele afirmou que os pagamentos m&oacute;veis devem come&ccedil;ar com transa&ccedil;&otilde;es entre pessoas f&iacute;sicas e evoluir para transa&ccedil;&otilde;es com o varejo.<br /><br />Em uma terceira etapa, o pr&oacute;prio governo poderia estabelecer pagamentos de benef&iacute;cios, que seriam transformados em dinheiro, por exemplo, por correspondentes banc&aacute;rios.<br /><br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - MG</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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<title><![CDATA[País criou 200 mil empregos em abril]]></title>
<link>http://www.abras.com.br/clipping.php?area=3&amp;clipping=36965</link>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 08:48:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<p>O Brasil criou quase 200 mil novos postos de trabalho em abril, superando a casa de 4 milh&otilde;es de empregos com carteira assinada desde o in&iacute;cio do mandato do atual governo, disse a presidente Dilma Rousseff. A presidente fez o an&uacute;ncio antes da divulga&ccedil;&atilde;o esperada para esta semana pelo Minist&eacute;rio do Trabalho dos dados de abril do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). <br />&nbsp;<br />"No meu governo, n&oacute;s j&aacute; criamos mais de 4 milh&otilde;es de novos empregos, todos com carteira assinada. Chegamos a essa marca hist&oacute;rica agora no m&ecirc;s passado, em abril, quando foram gerados quase 200 mil novos postos de trabalho", disse Dilma em seu programa de r&aacute;dio semanal "Caf&eacute; com a Presidenta". Depois, ela participou de cerim&ocirc;nia de entrega &agrave; Petrobras do navio&nbsp;&nbsp; Zumbi dos Palmares, constru&iacute;do pelo Estaleiro Atl&acirc;ntico Sul (EAS), no Porto de Suape, em Pernambuco.<br />&nbsp;<br />Segundo Dilma, o Brasil criou exatos 4,139 milh&otilde;es de empregos com carteira assinada entre janeiro de 2011 e abril deste ano. "O n&uacute;mero &eacute; extraordin&aacute;rio e a sua import&acirc;ncia fica ainda maior quando comparamos a nossa situa&ccedil;&atilde;o com a dos pa&iacute;ses desenvolvidos, em especial os pa&iacute;ses da Europa, onde o desemprego tem crescido para n&iacute;veis estratosf&eacute;ricos", afirmou a presidente.<br />&nbsp;<br />Servi&ccedil;os &ndash; O setor de servi&ccedil;os foi respons&aacute;vel pela gera&ccedil;&atilde;o de quase metade dos mais de 4 milh&otilde;es de postos de trabalho gerados no governo Dilma, enquanto cerca de 470 mil postos foram abertos na ind&uacute;stria e mais de 500 mil na constru&ccedil;&atilde;o civil. "Esse aumento do n&uacute;mero de vagas de trabalho &eacute; important&iacute;ssimo, porque um dos objetivos estrat&eacute;gicos do meu governo &eacute; manter o emprego em crescimento. Mais emprego e sal&aacute;rio em expans&atilde;o s&atilde;o os fatores essenciais para a diminui&ccedil;&atilde;o da desigualdade no nosso Pa&iacute;s", afirmou Dilma. O mercado de trabalho abriu 112.450 vagas em mar&ccedil;o, mas o desempenho n&atilde;o foi suficiente para conter a queda de 31% do emprego no primeiro trimestre, no pior desempenho em quatro anos. J&aacute; o desemprego aumentou em mar&ccedil;o, a 5,7%, ante 5,6% em fevereiro, mas trata-se do menor n&iacute;vel hist&oacute;rico. <br /><br /><br /><br />Ve&iacute;culo: Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio - SP</p>]]></description>
<author>clipping@abras.com.br (Equipe ABRAS Clipping)</author>
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